Aproveitamento dos grãos da vagem verde de soja

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aproveitamento dos grãos da vagem verde de soja"

Transcrição

1 Aproveitamento dos grãos da vagem verde de soja 53 Marcos César Colacino 1 ; Carolina Maria Gaspar de Oliveira 2 RESUMO A antecipação da colheita da soja resulta em uma grande quantidade de vagens verdes que são colhidas junto com as vagens secas, e acabam vindo com os grãos para os armazéns. O objetivo do trabalho foi avaliar o aproveitamento e a viabilidade econômica da vagem verde de soja. Analisaram-se amostras de 24 caminhões coletados em 16 dias diferentes na Cooperativa Integrada Agroindustrial de Quarto Centenário - PR. Avaliou-se a porcentagem de vagens verdes na amostra manual e na saída da pré-limpeza, também a quantidade de grãos no interior das vagens verdes, de forma manual e na batedeira de cereais, e por fim, estimouse a viabilidade econômica do aproveitamento da vagem verde. Não se verificou diferença entre a porcentagem de vagens verdes na amostra manual e na saída da pré-limpeza. O aproveitamento dos grãos foi maior na debulha manual que na batedeira de cereais, entretanto a retirada dos grãos por este método se mostrou viável economicamente. Palavras-chave: Vagem-verde de soja; colheita antecipada; amostragem armazém. INTRODUÇÃO Considerando que a cultura da soja é influenciada por diversos fatores ao longo de seu ciclo, cabe destacar que a época da semeadura influencia no desenvolvimento das plantas, na qualidade e produção dos grãos de soja. O 1 Supervisor Administrativo Operacional na Integrada Cooperativa Agroindustrial. Quarto Centenário-PR. 2 Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR). Rod Celso Garcia Cid, km 375, CEP , Londrina-PR

2 período preferencial para o plantio no Estado do Paraná é no mês de novembro, porém a época de semeadura indicada para a maioria das cultivares compreende o período entre 15/10 a 15/12 (EMBRAPA, 2005). A antecipação da semeadura, segundo (EMBRAPA, 2005) é aquela realizada antes de 15 de outubro. Devido à importância da segunda safra no Estado do Paraná, a semeadura da soja vem acontecendo cada vez mais cedo, a partir do dia 10 de setembro. Com essa semeadura antecipada é possível adiantar também o plantio do milho safrinha, diminuindo assim os riscos climáticos (geadas, chuvas e secas). Além disso, visando antecipar o plantio de milho safrinha, realiza-se também a colheita da soja antes da maturação fisiológica, a qual é acelerada muitas vezes, pela dessecação das plantas. Essa dessecação frequentemente acontece antes do período indicado, ocasionando uma maturação desuniforme, restando nas lavouras muitas vagens verdes, que são colhidas juntamente das vagens secas. As vagens secas são debulhadas e descartadas no próprio local pela colheitadeira, já as vagens verdes que não conseguem ser debulhadas acabam indo junto com os grãos de soja para os armazéns. Na chegada à cooperativa acontece a classificação, na qual se retira a amostra para a determinação da umidade e impurezas presentes na soja. A vagem verde não debulhada segundo Instrução Normativa MAPA nº 11 de 15 de maio de 2007 é classificada como impureza no embarque de soja indústria, mas para a classificação de soja vinda diretamente da lavoura, é pesada somente a casca da vagem, pois os grãos são separados e incorporados aos grãos secos na classificação. Isso já não acontece depois das moegas, pois as máquinas de pré-limpeza descartam as vagens verdes de soja como impureza que depois são passadas por uma batedeira de cereais para a retirada dos grãos da vagem verde. Não existem informações sobre o quanto a presença de vagens verdes pode afetar no resultado do recebimento de grãos, tanto pela quebra técnica quanto pela qualidade da soja verde aproveitada. Na classificação não se consegue mensurar o total de vagens verdes que vem na carga e nem mesmo aproveitar 100% dos grãos verdes contidos na vagem após passar pela batedeira de cereais. Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar o aproveitamento e a viabilidade econômica da vagem verde de soja. MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa foi desenvolvida na Cooperativa Integrada Agroindustrial, localizada no oeste do Paraná na cidade de Quarto Centenário. Os caminhões que participaram da pesquisa foram escolhidos por sorteio simples, por um período de 532

3 16 dias não consecutivos totalizando 24 cargas. Na avaliação da porcentagem da vagem verde de soja manual, assim que os caminhões, já previamente sorteados, chegaram à cooperativa carregados com a soja da lavoura, foram amostrados com calador manual de dois estágios em 5 pontos para caminhão truck e oito a doze pontos em caso de carreta, extraindo uma amostra de aproximadamente 5 quilos. Essa amostra foi homogeneizada em um quarteador de cereais de onde se extraiu uma amostra de 500g. Para esta amostra de 500g realizou-se a classificação em uma peneira de furo redondo de 3 mm sobreposta em uma peneira de fundo fechado. O cálculo da quantidade de vagem verde foi feito dividindo se o peso da vagem verde encontrada na amostra (retida pela peneira) pelas 500g iniciais, encontrando assim o percentual de vagem verde na amostra. Na avaliação da porcentagem de vagem verde de soja na pré-limpeza, após a classificação o mesmo caminhão sorteado foi pesado em balança rodoviária e encaminhado para a moega para descarga. A carga de soja descarregada na moega foi passada pela máquina de pré-limpeza fechada da Kepler Weber modelo SCS 170 montada com peneiras 9 mm e 1,5 mm. Na passagem pela peneira 9 mm foi feito a retirada das vagens verdes que seguiram para acondicionamento em big-bag. A quantidade de impurezas e vagens verdes foi separada por caminhão. Nesta fase foram utilizados somente 20 caminhões (amostras). Cada big-bag com as vagens verdes foi pesado na balança rodoviária e depois encaminhado para uma batedeira de cereais marca Nogueira modelo MB- 80, onde se procedeu a debulha. A soja proveniente da debulha foi então pesada novamente na balança rodoviária e dividido pelo peso bruto do big-bag para se calcular a porcentagem de aproveitamento. O cálculo da viabilidade econômica foi realizado para os dados obtidos da debulha na batedeira de cereais, com a quantidade de vagem verde e de grãos de soja aproveitados. Para o cálculo da vagem verde dividiu-se o peso total por 1.000, para se obter a quantidade de toneladas, e foi multiplicado pelo valor de R$50,00 por tonelada, que é o valor pago pelos compradores de vagem verde na região. Para o cálculo do aproveitamento dos grãos de soja, foi descontado o teor de água do grão que estava em torno de 40%, para 14% de umidade que é o padrão de comercialização, usando a seguinte fórmula: U = Ui Up Up Ud = Desconto de Umidade Ui = Umidade Inicial Up = Umidade Padrão 533

4 Resultou então no desconto de 30,23% de umidade para deixar a soja no padrão comercial. Então dividiu-se o peso encontrado por sacas de 60kgs e multiplicou-se pelo preço médio da soja disponível na região de Cascavel-PR na data de 07/07/14, obtendo assim a receita total da venda. Dessa receita foram descontadas as despesas com 1 diária de 3 pessoas contratadas via sindicato pelo valor de R$ 50,00 mais impostos e taxa administrativa (118%) e também o preço da energia elétrica que foi calculado pela potência do motor da debulhadeira de grãos que é de 7,5cv, que convertido em Kwh é 5,5Kwh por um período de 8 horas que seria o tempo necessário para debulhar toda a vagem. Então tem-se o consumo de 44Kwh a um preço de R$ 0,2273/Kwh. Os dados foram submetidos a análise de variância e a comparação de médias foi realizada por Tukey a 5% de probabilidade. O delineamento considerou cada amostra uma repetição. Utilizou-se o programa SISVAR (2011). RESULTADOS E DISCUSSÃO A Tabela 1 mostra os resultados da vagem verde obtida na classificação manual e na pré-limpeza. Avaliando-se carga a carga há grandes variações da classificação manual para o resultado obtido na pré-limpeza. Contudo, na média geral de todas as cargas, constatou-se que a variação foi muito pequena, e estatisticamente não houve diferença. Isto pode ser explicado pela boa amostragem da carga, que segue a Instrução Normativa MAPA nº 11 de 15 de maio de 2007 em seu anexo Regulamento Técnico da Soja capítulo III, Art. 14, que provou ter sido muito próximo do real extraído na pré-limpeza. Na Tabela 2 é possível comparar o aproveitamento dos grãos de soja na debulha manual e na mecânica. Verifica-se que na debulha manual o aproveitamento dos grãos de soja foi maior que na mecânica, entretanto este procedimento não é viável economicamente, já que o custo de mão de obra seria superior ao rendimento. Já a debulha mecânica na batedeira de cereais mostrou-se rentável economicamente (Tabelas 3 e 4), pois considerando que o total de vagem bruta era de 4.740kg e o total de grãos extraídos foi de 1.680kg, tem-se um resultado de rendimento de R$ 237,00 para a vagem bruta e R$ 932,67 para a venda da soja extraída. 534

5 Tabela 1. Dados de peso da carga amostrada para cada caminhão sorteado (Kg), peso da vagem verde na saída da pré limpeza (Kg), porcentagem de vagens verdes na amostra manual e na saída da pré limpeza. Amostra Carga amostrada (kg) Vagem verde na saída da pré-limpeza (kg) Vagens verdes na amostra manual (%) Vagem verde na saída da pré-limpeza (%) ,60 0, ,90 4, ,40 0, ,20 1, ,40 0, ,50 0, ,90 1, ,20 0, ,00 0, ,10 0, ,00 0, ,20 0, ,90 2, ,40 0, ,30 0, ,60 0, ,90 0, ,80 2, ,10 0, ,00 2, ,80 1, ,30 0, ,40 0, ,50 2,83 Média - - 1,22 A* 1,18 A CV(%) 76,68 * Médias seguidas de mesma letra na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. 535

6 Tabela 2. Comparação do aproveitamento na debulha da vagem verde de soja de forma manual e mecânica Amostra Debulha manual Debulha na batedeira de cereais Aproveitamento (%) Aproveitamento (%) 1 69,95 42, ,30 36, ,57 43, ,61 27, ,80 20, ,23 38, ,23 39, ,14 30, ,73 38, ,77 35, ,92 27, ,51 34, ,87 39, ,88 40, ,91 33, ,01 36, ,56 26, ,43 35, ,63 41, ,27 37,50 Médias 68,93 A* 35,15 B CV % 8,56 * Médias seguidas de mesma letra na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Tabela 3. Cálculo da Viabilidade econômica para a vagem verde. Descrição Vagem verde Peso Bruto (ton) 4,74 Preço por tonelada (R$) 50,00 Resultado Líquido (R$) 237,00 536

7 Tabela 4. Cálculo da Viabilidade econômica para os grãos de soja extraídos. Descrição Grãos de soja Peso Bruto (Kg) Desconto de umidade (40% para 14%) (Kg) (-) 508 Peso Líquido (Kg) Preço de venda (saca de 60 kg em 07/07/2014) (R$) 65,00 Receita da venda (1.172 Kg/60 x R$ 65,00) (R$) 1.269,67 Custo da diária para bater a vagem (3 pessoas) (R$) (-) 327,00 Custo da Energia Elétrica (R$) (-) 10,00 Resultado Líquido (R$) 932,67 Como demonstrado na Tabela 2 podemos melhorar a batedeira de cereais para termos um melhor aproveitamento, pela regulagem ou pela troca por uma debulhadeira mais moderna e eficiente. Sendo assim, foi demonstrada a viabilidade da debulha da vagem verde e comercialização como soja em grãos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução normativa n. 11, de 15 de maio de Estabelece o Regulamento Técnico da Soja, definindo o seu padrão oficial de classificação, com os requisitos de identidade e qualidade intrínseca e extrínseca, a amostragem e a marcação ou rotulagem. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, n. 93, p , 16 maio 2007a. Seção 1. Disponível em:< Acesso em: 16 mai EMBRAPA. Tecnologias de produção de soja Paraná Londrina: Embrapa Soja, p. 21cm ( Sistemas de Produção / Embrapa Soja, ISSN ; n.8). FERREIRA, D.F. Sisvar: a computer statistical analysis system. Ciência e Agrotecnologia (UFLA), v.35, n.6, p ,

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA.

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA. Informe Número: 435 Data: 07/02/2014 INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA. A estimativa de custos apresentada neste trabalho considera apenas os valores de custos

Leia mais

Referências Bibliográficas

Referências Bibliográficas Considerações Finais Todos os tratamentos testados apresentaram teores foliares de N inferiores ao recomendado para a cultura da soja. As aplicações isoladas de BIOMOL (0,3 L/ha), KALIBRE (1,5 L/ha) e

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 6 a 0 de Agosto de 0 Qualidade de Sementes Híbridas de Milho Processadas em Separador por Cor Cibele Aparecida Teixeira da Silva, João Almir

Leia mais

A cevada será recebida exclusivamente à granel.

A cevada será recebida exclusivamente à granel. I Instrução Interna Nr. 10/2015 DE :Diretoria PARA :Todos os Setores REF.: NORMAS DE RECEPÇÃO DA SAFRA DE INVERNO-2015 CEVADA CERVEJEIRA 01 - RECEPÇÃO: A cevada será recebida na seguinte unidade: L O C

Leia mais

Classificação de Grãos MT

Classificação de Grãos MT Classificação de Grãos MT Alex Utida Aprosoja MT Agosto, 2014 Documento Interno e de Uso Exclusivo da Aprosoja-MT Classificação de Grãos A entidade, consciente da importância que a produção de grãos tem

Leia mais

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de

Leia mais

Amostragem e análises de qualidade em grãos

Amostragem e análises de qualidade em grãos Disciplina de Armazenamento e Conservação de Grãos 2015/02 Amostragem e análises de qualidade em grãos Prof. Nathan Levien Vanier Eng. Agrônomo, Dr. Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Objetivos - Compreender

Leia mais

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 Milho: Os preços no mercado brasileiro ficaram estáveis e até mesmo um pouco mais baixos em algumas praças. A incerteza dos produtores quanto à produtividade do milho

Leia mais

INDICAÇÃO N o, DE 2015

INDICAÇÃO N o, DE 2015 55ª Legislatura 1ª Sessão Legislativa Ordinária INDICAÇÃO N o, DE 2015 Sugere a criação de um programa de irrigação nas regiões afetadas por estiagens, em estados brasileiros. Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

Leia mais

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13

INFORME AGROECONÔMICO ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 INFORME AGROECONÔMICO Nº: 429/12 Data: 26/11/12 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, LIMPEZA E SECAGEM DA SOJA E DO MILHO SAFRA 2012/13 ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE RECEPÇÃO, SECAGEM E LIMPEZA DE SOJA E MILHO

Leia mais

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESCRIÇÃO DO LOCAL 5 RESUMO O presente estágio curricular obrigatório foi desenvolvido na unidade de recebimento e secagem de cereais da Campagro Insumos Agrícolas, unidade Boa Vista em Campo Mourão PR. O estágio teve a duração

Leia mais

Capítulo 11. Colheita, Transporte e Comercialização do Milho Verde 11.1. Milho Verde comum

Capítulo 11. Colheita, Transporte e Comercialização do Milho Verde 11.1. Milho Verde comum Capítulo 11. Colheita, Transporte e Comercialização do Milho Verde 11.1. Milho Verde comum O milho verde deve ser colhido com os grãos no estado leitoso, apresentando de 70 a 80% de umidade. Esse ponto

Leia mais

RELATÓRIO TÈCNICO. Técnico: João Adolfo Kasper. Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005

RELATÓRIO TÈCNICO. Técnico: João Adolfo Kasper. Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005 RELATÓRIO TÈCNICO Técnico: João Adolfo Kasper Período de Viagem:19/06/2005 á 25/06/2005 Objetivo: Realizar o 5º Levantamento da Safra 2004/2005 sendo a 3ª avaliação para as culturas, Arroz Sequeiro, Milho

Leia mais

SAFRA VERÃO Mais informações no Controle de Qualidade (DDR 3234-8037) Diógenes (42) 8816-3452 ou Fernando Barreto (DDR 3234-8135) Nº01

SAFRA VERÃO Mais informações no Controle de Qualidade (DDR 3234-8037) Diógenes (42) 8816-3452 ou Fernando Barreto (DDR 3234-8135) Nº01 www.castrolanda.coop.br/circular Nº01 Nº 01 I Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda I Fevereiro, 4-2011 SAFRA VERÃO Mais informações no Controle de Qualidade (DDR 3234-8037) Diógenes

Leia mais

DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA RESUMO

DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA RESUMO DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Zélio de Lima Vieira 1 ; Tiago Trevizam de Freitas 1 ; Edgar Rodrigues Marques 1 ; Paulo César

Leia mais

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca.

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca. CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM GUARAPUAVA/PR Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

Nº 02. Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013

Nº 02. Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013 Nº 02 Nº 02 Publicação Especial de Safra da Cooperativa Castrolanda Agosto, 22-2013 SAFRA INVERNO Mais informações no Controle de Qualidade (42) 3234-8037 com Fernando Barreto, (42) 8816-3452 / Marcelo

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA RELATÓRIO FINAL AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA Empresa solicitante: FOLLY FERTIL Técnicos responsáveis: Fabio Kempim Pittelkow¹ Rodrigo

Leia mais

Soluções completas em equipamentos para armazenagem de grãos

Soluções completas em equipamentos para armazenagem de grãos armazenagem Soluções completas em equipamentos para armazenagem de grãos Os produtos CASP são resultados da aplicação das mais modernas tecnologias de fabricação. Com um dos parques tecnológicos mais avançados

Leia mais

Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável

Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável ISSN 1679-0464 Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável 16 O Algodoeiro em Mato Grosso Mato Grosso é um dos Estados do Brasil que apresentou maior desenvolvimento

Leia mais

Palavras-Chave: Adubação nitrogenada, massa fresca, área foliar. Nitrogen in Cotton

Palavras-Chave: Adubação nitrogenada, massa fresca, área foliar. Nitrogen in Cotton 64 Nitrogênio na cultura do Algodão Helton Aparecido Rosa 1, Reginaldo Ferreira Santos 1, Maycon Daniel Vieira 1, Onóbio Vicente Werner 1, Josefa Moreno Delai 1, Marines Rute de Oliveira 1 1 Universidade

Leia mais

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA 1. OBJETIVO Descrever a Metodologia do Indicador de Preços da SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA, produto comercializado no porto de Paranaguá nas modalidades

Leia mais

Critérios técnicos para ampliação de uma unidade de beneficiamento de sementes de milho 1

Critérios técnicos para ampliação de uma unidade de beneficiamento de sementes de milho 1 65 Critérios técnicos para ampliação de uma unidade de beneficiamento de sementes de milho 1 Edson Junior Seibt 2 ; Maria Laura Gomes Silva Luz 3 ; Carlos Alberto Silveira Luz 3 ; Gizele Ingrid Gadotti

Leia mais

Caramuru Alimentos Ltda, Rod. BR 060 Km 388 s/n Zona Rural, C.E.P: 75.901.970 - Rio Verde/GO e-mail: zeronaldo@caramuru.com

Caramuru Alimentos Ltda, Rod. BR 060 Km 388 s/n Zona Rural, C.E.P: 75.901.970 - Rio Verde/GO e-mail: zeronaldo@caramuru.com Teores de óleo e proteína em grãos de soja, com diferentes manejos de percevejo, da colheita ao armazenamento, utilizando a espectroscopia no infravermelho próximo (NIR) 59 Marcelo Alvares de Oliveira

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: AGOSTO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

Edição 40 (Março/2014)

Edição 40 (Março/2014) Edição 40 (Março/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação oficial acelera por alimentos e transportes (Fonte: Terra) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,73% em março

Leia mais

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2.

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2. I N F O R M A T I V O Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição Agricultura Página 2 O Dragão está em xeque? Prezados

Leia mais

Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho

Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho Efeito da colhedora, velocidade e ponto de coleta na qualidade física de sementes de milho 1 Delineide Pereira Gomes, 2 Érika S. M. Koshikumo, 3 Leandra Matos Barrozo, 4 Breno Marques S. e Silva e 5 Rouverson

Leia mais

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas ISS 2316-119 I N F O R M AT I VO Casa Rural edição outubro 212 Agricultura Soja - Milho - Insumos Agrícolas SOJA Comportamento dos Preços Internos de Mato Grosso do Sul (R$/SC) 75, 74, 73, 72, 71, 7, 69,

Leia mais

POPULAçÃO DE PLANTAS DE SOJA NO SISTEMA DE SEMEADURA DIRETA PARA O CENTRO-SUL DO ESTADO DO PARANÁ

POPULAçÃO DE PLANTAS DE SOJA NO SISTEMA DE SEMEADURA DIRETA PARA O CENTRO-SUL DO ESTADO DO PARANÁ /,-----------. (c;) EM.PRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECuARIA EMBRAPA ~ Vinculada ao M'nisté,io da Ag,iculMa ~., CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA - CNPSo Rodovia Carlos João Slrass (Londrina/Warta)

Leia mais

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens.

Página Rural. Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens. 1 de 5 31/5/2011 15:17 Página Rural Página Inicial Notícias Artigos Entrevistas Feiras e Eventos Indicadores Leilões Multimídia Publicações Reportagens Ads by Google Leilão Gado Soja Festa Safra Boa tarde!

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Por: Maria Silvia C. Digiovani, engenheira agrônoma do DTE/FAEP,Tânia Moreira, economista do DTR/FAEP e Pedro Loyola, economista e Coordenador

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE

TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA DE ALTA QUALIDADE José de Barros França Neto - Engenheiro Agrônomo, Ph.D., Pesquisador da Embrapa Soja, Caixa Postal 231, CEP 86001-970 Londrina, PR, Brasil -

Leia mais

A balança comercial do agronegócio brasileiro

A balança comercial do agronegócio brasileiro A balança comercial do agronegócio brasileiro Antonio Carlos Lima Nogueira 1 Qual é a contribuição atual dos produtos do agronegócio para o comércio exterior, tendo em vista o processo atual de deterioração

Leia mais

AMOSTRAGEM DE SOLO PARA AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE 1 INTRODUÇÃO

AMOSTRAGEM DE SOLO PARA AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE 1 INTRODUÇÃO ISSN 0104-9038 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR-364, km 14 (Rio Branco/Porto Velho), Caixa Postal 392,

Leia mais

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81%

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81% CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM UMUARAMA/PR. Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DA SOJA

ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DA SOJA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DA SOJA Art. 1º O presente Regulamento Técnico tem por objetivo definir o padrão oficial de classificação da soja, considerando os seus requisitos

Leia mais

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE.

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO CULTIVO DA CANOLA NO BRASIL E IMPACTOS NO CUSTO DE PRODUÇÃO E NA RENTABILIDADE. Cláudia De Mori 1 ; Gilberto Omar Tomm 1 ; Paulo Ernani Peres Ferreira 1 ; Vladirene MacedoVieira

Leia mais

RELATÓRIO PROJETO DE ATIVIDADE DE PESQUISA Nº 021/2006. 2. Projeto: PRODUTO ORGANOMINERAL VITAN NA PRODUÇÃO DE BATATA

RELATÓRIO PROJETO DE ATIVIDADE DE PESQUISA Nº 021/2006. 2. Projeto: PRODUTO ORGANOMINERAL VITAN NA PRODUÇÃO DE BATATA 1 RELATÓRIO PROJETO DE ATIVIDADE DE PESQUISA Nº 021/2006 1 Solicitante: Associação Brasileira da Batata ABBA Rua Vergílio de Rezende, 705 CEP: 18.201-030 Itapetininga/SP E-mail: aaatata@uol.com.r 2. Projeto:

Leia mais

Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde

Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde Biomassa Microbiana em Cultivo de Alface sob Diferentes Adubações Orgânicas e Manejo da Adubação Verde Microbial Biomass In Lettuce Culture Under Different Organic Fertilizers And Management Of Green Manure

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Dezembro de 0 INTRODUÇÃO Para Filgueira, Fernando Reis, Olericultura é um termo técnico-científico, muito preciso, utilizado no meio agronômico. Derivado

Leia mais

EFICIENCIA DE SISTEMAS DE APLICAÇÃO DE VINHAÇA VISANDO ECONOMIA E CONSCIENCIA AMBIENTAL

EFICIENCIA DE SISTEMAS DE APLICAÇÃO DE VINHAÇA VISANDO ECONOMIA E CONSCIENCIA AMBIENTAL ISBN 978-85-609-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 0 de outubro de 009 EFICIENCIA DE SISTEMAS DE APLICAÇÃO DE VINHAÇA VISANDO ECONOMIA E CONSCIENCIA AMBIENTAL Ricardo Gava ;

Leia mais

CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012

CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012 CENSO VARIETAL E DE PRODUTIVIDADE EM 2012 REGIÃO CENTRO-SUL RESUMO O censo varietal e de produtividade de cana-de-açúcar é realizado pelo CTC - Centro de Tecnologia Canavieira, na Região Centro-Sul do

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Influência de Temperaturas de Secagem no Vigor de Sementes de Milho Geneticamente Modificadas Patrícia Marluci da

Leia mais

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E 2012) Carlos Hissao Kurihara, Bruno Patrício Tsujigushi (2), João Vitor de Souza

Leia mais

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR)

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR) ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE

Leia mais

150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007

150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007 150 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2007 A evolução da produção de milho no Mato Grosso: a importância da safrinha Jason de Oliveira Duarte 1 José Carlos Cruz 2 João Carlos Garcia 3 Introdução

Leia mais

ESTRELA Não basta ser grande, tem que ser Estrela!

ESTRELA Não basta ser grande, tem que ser Estrela! ESTRELA Não basta ser grande, tem que ser Estrela! ESTRELA A Estrela é uma plantadora pneumática articulada, ágil, de grande porte e com rodado de plantio posicionado entre as linhas. A Estrela trabalha

Leia mais

Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução

Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução Índices de perdas do plantio à pré-colheita dos principais grãos cultivados no País 1996-2002 Introdução O presente estudo trata da construção de um modelo de quantificação das perdas de grãos do plantio

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO

PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO PRODUTIVIDADE DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA EM INTEGRAÇÃO COM PECUÁRIA E FLORESTA DE EUCALIPTO Valdecir Batista Alves (1), Gessí Ceccon (2), Júlio Cesar Salton (3), Antonio Luiz Neto Neto (4), Leonardo

Leia mais

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ

Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ DACEC Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação - UNIJUÍ Comentários referentes ao período entre 21/06/2013 a 27/06/2013 Prof. Dr. Argemiro Luís Brum 1 Prof. Ms.

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM EM FUNÇÃO DA SATURAÇÃO POR BASES DO SOLO E DA GESSAGEM. Acadêmico PVIC/UEG do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG.

PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM EM FUNÇÃO DA SATURAÇÃO POR BASES DO SOLO E DA GESSAGEM. Acadêmico PVIC/UEG do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG. PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM EM FUNÇÃO DA SATURAÇÃO POR BASES DO SOLO E DA GESSAGEM Zélio de Lima Vieira 1 ; Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Rodolfo Araújo Marques 1 ; Rafael Benetti 1 ; Adilson

Leia mais

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011

PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Estado do Rio Grande do Sul CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES PARA O PERÍODO OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2011 Boletim de Informações

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 38,34%

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 38,34% CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM PARANAVAÍ/PR. Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

8 Cálculo da Opção de Conversão

8 Cálculo da Opção de Conversão 83 8 Cálculo da Opção de Conversão Uma usina de açúcar relativamente eficiente pode produzir 107 kg de açúcar a partir de cada tonelada de cana processada, da qual também é produzida obrigatoriamente uma

Leia mais

Adm., M.Sc., Embrapa Agropecuária Oeste, Caixa Postal 661, 79804-970 Dourados, MS. E-mail: richetti@cpao.embrapa.br 2

Adm., M.Sc., Embrapa Agropecuária Oeste, Caixa Postal 661, 79804-970 Dourados, MS. E-mail: richetti@cpao.embrapa.br 2 157 ISSN 1679-0472 Fevereiro, 2010 Dourados, MS Foto: Nilton Pires de Araújo Estimativa do Custo de Produção do Milho Safrinha 2010, em Cultivo Solteiro e Consorciado com Brachiaria ruziziensis, na Região

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sábado, 14 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,00 0,00 0,00-0,70 SET13 115,55 115,70 115,70-0,70

Leia mais

COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO

COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO COMPORTAMENTO GERMINATIVO DE DIFERENTES CULTIVARES DE GIRASSOL SUBMETIDAS NO REGIME DE SEQUEIRO Autor 1 Renata Fernandes de Matos Autor 2 Edilza Maria Felipe Vásquez Autor 3 Leonardo Lenin Marquez de Brito

Leia mais

10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA

10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA 10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA CONVENCIONAL (SOJA LIVRE) EM LUCAS DO RIO VERDE, MT O objetivo deste experimento foi avaliar o potencial produtivo de cultivares de soja convencionais (Soja Livre) em

Leia mais

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. Soluções para Agronegócio

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. Soluções para Agronegócio Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas Soluções para Agronegócio Visão Geral Eficiência e produtividade em todas as safras? Conte com a WEG. Para nós, produtividade e eficiência

Leia mais

Produção Integrada de Álcool Combustível em Sistema Cooperativo

Produção Integrada de Álcool Combustível em Sistema Cooperativo CAPÍTULO II Produção Integrada de Álcool Combustível em Sistema Cooperativo Juarez de Sousa e Silva Roberta Martins Nogueira Introdução Em 1975, o governo brasileiro estabeleceu o PRÓ-ALCOOL, um programa

Leia mais

CONTABILIDADE AMBIENTAL: CUSTO BENEFÍCIO DA CULTURA DO MARACUJÁ PARA AS PEQUENAS PROPRIEDADES DE CORUMBATAÍ DO SUL.

CONTABILIDADE AMBIENTAL: CUSTO BENEFÍCIO DA CULTURA DO MARACUJÁ PARA AS PEQUENAS PROPRIEDADES DE CORUMBATAÍ DO SUL. CONTABILIDADE AMBIENTAL: CUSTO BENEFÍCIO DA CULTURA DO MARACUJÁ PARA AS PEQUENAS PROPRIEDADES DE CORUMBATAÍ DO SUL. MOREIRA, Bruno Fernando, Ciências Contábeis, Fecilcam, bfm.900@hotmail.com SALONSKI,

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Desempenho Agronômico de Híbridos de Sorgo Biomassa Gutemberg de Aquiles Pereira 1, Rafael A. da C. Parrella 2, Nádia

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Custo de Produção e Lucratividade da Cultura de Milho Sequeiro: um estudo de caso no município de Sud Mennucci, SP

Leia mais

MISSÃO TÉCNICA AO MARANHÃO/PIAUÍ/BAHIA/TOCANTIS/GOIAS 2012 APROSOJA MS. 1. Roteiro

MISSÃO TÉCNICA AO MARANHÃO/PIAUÍ/BAHIA/TOCANTIS/GOIAS 2012 APROSOJA MS. 1. Roteiro 1. Roteiro 2. Programação 02/12 - Viagem de Campo Grande (MS) com destino a Imperatriz (MA) Voo GOL: G3 1361 Campo Grande x Congonhas 14:15 / 16:41 G3 1208 Congonhas x Brasília 18:15 / 19:53 G3 1742 Brasília

Leia mais

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no

Leia mais

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br CLIPPING Acesse: www.cncafe.com.br Após altas, produtor não deve exercer opção de venda de café Valor Econômico Tarso Veloso e Carine Ferreira Após a sequência de altas do café arábica na bolsa de Nova

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera*

IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO. (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* IRRIGAÇÃO DO ALGODOEIRO NO CERRADO BAIANO (ALGODÃO IRRIGADO NO CERRADO BAIANO) (ALGODÃO COM IRRIGAÇÃO COMPLEMENTAR NO CERRADO BAIANO) Pedro Brugnera* A história do algodão tecnificado no oeste da Bahia,

Leia mais

ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67

ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67 ALGODÃO 2ª SAFRA NA SAFRA 14/15 DEZEMBRO - ANO 6 - EDIÇÃO 67 A decisão sobre o plantio do algodão segunda safra a esta altura já foi tomada. Seu Custo Operacional (CO) é estimado pelo Cepea em R$ 5.614,63/ha

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015)

Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Evolução da Produção Regional dos Principais Grãos (2010-2015) Gráfico 1 Evolução da produção de grãos (Em milhões de toneladas) A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu, em

Leia mais

Injúria causada por percevejos fitófagos na fase inicial de desenvolvimento de plantas de milho e trigo

Injúria causada por percevejos fitófagos na fase inicial de desenvolvimento de plantas de milho e trigo Injúria causada por percevejos fitófagos na fase inicial de desenvolvimento de plantas de milho e trigo CANTONE, W. ; PISOLATO, R. 2 ; MARTINS, G.V. 2 ; HUTH, C. 3 ; CORRÊA-FERREIRA, B.S. 4 ; ROGGIA, S.

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO GERÊNCIA DE GEOTECNOLOGIA - GeoSafras RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ 2007 Brasília 2007 INTRODUÇÃO

Leia mais

Produção sustentável de grãos e carne bovina na região do Bolsão-Sul-Mato-Grossense

Produção sustentável de grãos e carne bovina na região do Bolsão-Sul-Mato-Grossense Produção sustentável de grãos e carne bovina na região do Bolsão-Sul-Mato-Grossense Ademir H. Zimmer Júlio Salton Armindo N. Kichel Engº. Agrsº. Pesquisadores Embrapa Gado de Corte e Agropecuária Oeste

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo.

Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo. Analise de Viabilidade Econômica para Secagem de Milho com Gás Liquefeito de Petróleo. Ivano Ribeiro (Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste) ivano.r@pop.com.br Rua Tiradentes Nº 2345 Ap.

Leia mais

SILAGEM DE MILHO DE ALTA QUALIDADE

SILAGEM DE MILHO DE ALTA QUALIDADE SeGurança para produzir mais e melhor! Programa Qualidade Total: SILAGEM DE MILHO DE ALTA QUALIDADE Autor: Eng. Agr., Dr. Mikael Neumann Ano: 2009 SILAGEM DE MILHO DE ALTA QUALIDADE Mikael Neumann 1 1

Leia mais

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG **O presente regulamento contém 10 capítulos e 42 artigos. I - Do concurso de qualidade, objetivo, data de realização

Leia mais

RESOLUCAO 3.856. IV - os recursos do Funcafé repassados às instituições financeiras devem ser remunerados:

RESOLUCAO 3.856. IV - os recursos do Funcafé repassados às instituições financeiras devem ser remunerados: RESOLUCAO 3.856 Dispõe sobre linhas de crédito destinadas aos financiamentos de custeio, colheita, estocagem de café e para Financiamento para Aquisição de Café (FAC), ao amparo de recursos do Fundo de

Leia mais

Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill)

Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill) Efeitos da Aeração Resfriada na Qualidade Fisiológica de Sementes de Soja (Glycine max (L.) Merrill) 84 Zirvaldo Zenid Virgolino, Osvaldo Resende 1, Douglas Nascimento Gonçalves 1, Kaique Alves Ferreira

Leia mais

Sumário. Documento Normativo para obtenção do SQP para soja, milho e farelo de soja

Sumário. Documento Normativo para obtenção do SQP para soja, milho e farelo de soja Página: 1/ 16 Sumário 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES E SIGLAS 4. REFERÊNCIAS 5. PROCEDIMENTOS 6. ROTEIROS DE CLASSIFICAÇÃO 7. AMOSTRA CONTRA PROVA 8. PADRÕES 9. ORGANIMO GENETICAMENTE MODIFICADO

Leia mais

BENEFICIAMENTO, ANÁLISE E TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA E TRIGO NA EMPRESA BOCCHI AGRONEGÓCIOS

BENEFICIAMENTO, ANÁLISE E TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA E TRIGO NA EMPRESA BOCCHI AGRONEGÓCIOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA BENEFICIAMENTO, ANÁLISE E TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA E TRIGO NA EMPRESA BOCCHI AGRONEGÓCIOS JONAS

Leia mais

PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ARROZ DA COOPERJA

PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ARROZ DA COOPERJA PROCESSO DE PRODUÇÃO DO ARROZ DA COOPERJA Autor: Aline Manenti Darabas Colaboraram para este projeto: Agenor Borges Arminda, Diarles Giusti Consoni, Karoline Hilzendeger Pereira, Sandro Novelli e Valdineia

Leia mais

Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010

Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010 ISSN 2176-2864, Versão Eletrônica Avaliação econômica da produção de trigo no Estado do Paraná, para a safra 2010 75 As estimativas dos custos e lucros de produção de uma determinada atividade agropecuária

Leia mais

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado*

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* ISSN 1678-9636 Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* 49 O feijoeiro é uma das principais culturas plantadas na entressafra em sistemas irrigados nas regiões Central e Sudeste do Brasil.

Leia mais

ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO RESUMO

ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO RESUMO ESTUDO DA ESPACIALIDADE DO LIMITE DE PLASTICIDADE E DA MASSA ESPECIFICA APARENTE SECA EM UM SOLO MANEJADO SOB PLANTIO DIRETO Ródney Ferreira Couto 1 ; Elton Fialho dos Reis 2 ; Antônio Lazaro Ferreira

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho

Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho Sistema Agropecuário de Produção Integrada de Milho José Carlos Cruz 1, Israel Alexandre Pereira Filho 1, João Carlos Garcia 1, Jason de Oliveira Duarte 1, João Herbert Moreira Viana 1, Ivan Cruz 1, Rodrigo

Leia mais

Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato.

Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato. III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 115 Avaliação dos Parâmetros Morfológicos de Mudas de Eucalipto Utilizando Zeolita na Composição de Substrato. H. B. Totola 1,*, M. Zibell 2,

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais