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1 DEPRESSÃO A depressão está muito ligada ao suicídio. Índices avaliados: níveis de tristeza, insatisfação, culpa, insônia, punição, etc. BDI- Inventário de Depressão Beck: a medição é feita por escores de 0 a 63, sendo zero o nível mínimo e 63 o nível mais grave. Cada cliente é avaliado em cima daquilo que ele apresenta e não somente pelos escores. Tríade cognitiva:visão negativa do indivíduo, em relação a si, ao ambiente e ao futuro. Sintomas mais frequentes: - comportamentais: pouca atividade; - motivacionais: perda de interesse; - emocionais: culpa; - cognitivo: indecisão; - físicos: perda de sono eapetite; Sessões iniciais:deve-se familiarizar o cliente com a abordagem, produzir algum alívio dos sintomas, estabelecer prioridades, etc. Características do terapeuta que contribuem para uma terapia efetiva: empatia, capacidade de comunicação, autenticidade, etc. Qualidades interpessoais: bom rapport, empatia, interesse, etc. FOBIAS ESPECÍFICAS Fobia é um medo excessivo direcionado a algo que não ameaça a sobrevivência do indivíduo. Foi dividida em 2 grandes grupos por Marks: - Grupo 1: fobias a estímulos externos - fobias específicas - fobia social - agorafobia - Grupo 2: fobias a estímulos internos. O contato com a situação fóbica pode provocar sintomas físicos (como tontura e tremores) comportamentais (como fuga e esquiva) e subjetivos (como medo e raiva), e pode variar de intensidade. O modelo comportamental considera as fobias como medos que foram aprendidos. O modelo cognitivo considera a ansiedade como consequência da avaliação errônea que as pessoas fazem da ameaça e do perigo. A terapia cognitiva comportamental atua com dessensibilização sistemática, exposição in vivo, e atualmente exposição à realidade virtual. Prof.ª Leila Cassetari. Página 1

2 Objetivos da psicoterapia técnicas - esquiva fóbica:exposição gradual; - sintomas fisiológicos:relaxamento; - cognições disfuncionais: psicoeducação e reestruturação cognitiva; - déficits em habilidades sociais: treinamento de habilidades sociais (THS); Etapas da terapia comportamental (1) avaliação do paciente; (2) psicoeducação; (3) treino de técnicas para controle da ansiedade; (4) dessensibilização sistemática; (5) modelação; (6) seleção de tarefas graduais e auto monitoração; (7) THS; (8) reestruturação cognitiva; (9) testes comportamentais para perceber que é capaz de tolerar a ansiedade e aumentar o autocontrole; TOC: TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO -Transtorno psiquiátrico que faz parte dos transtornos de ansiedade e manifesta-se por sintomas de obsessões e/ou compulsões. Obsessões:pensamentos, ideias, impulsos, imagens, que invadem a mente do indivíduo, podendo ou não ser acompanhadas de manias. Compulsões:comportamentos repetitivos ou atos mentais que são obrigados a realizar para diminuir a ansiedade. São excessivos, destinam-se a prevenir ou reduzir o desconforto das obsessões. Obsessão de contaminação e compulsão por limpeza:medo de pegar germes Obsessões e compulsões de colecionismo:medo de jogar as coisas fora, ter quartos cheios. Obsessões e compulsões de simetria, ordem, contagem e arranjo:sente-se incomodado diante de papéis ou livros fora de alinhamento. Há necessidade de escrever e calcular de forma perfeita. Obsessões com relação à agressão, violência, desastres naturais e compulsões relacionadas:medo de ser ferido por não estar sendo suficientemente cuidadoso, e medo de ferir alguém. Obsessões sexuais e religiosas, e compulsões relacionadas: medo de pensamentos sexuais involuntários, de pensamentos indesejáveis (ex: molestar uma criança), pensamentos blasfemos, e ser punido por essas coisas. Tratamento:psicoterapia, medicação e educação. Prof.ª Leila Cassetari. Página 2

3 Psicoterapia:exposição, prevenção de respostas, parada de pensamento, saciamento, reversão de hábito, recompensas e punições. Medicação:também conhecidos como inibidores da recaptação de serotonina, ex: Rivotril e calmantes. Problemas psiquiátricos que podem estar associados:depressão, fobias, esquizofrenia, etc. Transtornos que se assemelham ao TOC: tiques, transtorno dismórfico-corporal. TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA E BULIMIA Está ligada à baixa autoestima, e consequentemente à desvalorização do próprio corpo. Anorexia nervosa:transtorno do comportamento alimentar caracterizado por dietas auto impostas, acentuada perda de peso e temor de ganhar peso. Características:medo de engordar, negação da fome, amenorreia (suspensão da menstruação), hábitos de esconder restos de comida, pouco interesse sexual, morte por desnutrição. Nota: ninguém morre de anorexia, a causa da morte é uma falência múltipla de órgãos. A anorexia atinge 5% a população masculina. Bulimia:temor de engordar, vômitos induzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos. Características:peso normal ou sobrepeso, aparecimento no final da adolescência ou no adulto jovem, mais ativa sexualmente, mais sintomas histéricos e bordeline, automutilação. Episódios de empanturramento:sentimento de culpa, métodos inadequados de compensação. A utilização de métodos purgativos trazem prejuízos físicos, tais como:alterações dentárias e hormonais, irritação da garganta e da boca, gastrite, face inchada e dolorida pela inflamação das glândulas salivares.e psíquicos: tais como depressão e ansiedade. Tratamento:deve ser feito por equipe multiprofissional, com profissionais apropriados com experiência em transtornos alimentares. Objetivos:regularizar o padrão alimentar, melhoria das complicações físicas, melhoria daautoestima, prevenir recaídas. Papel da psicoterapia:a terapia comportamental-cognitiva é a abordagem mais utilizada por ser uma abordagem que se permite ser estudada. Trabalha com a mudança do comportamento, reestruturação cognitiva e é orientada para o presente. Programa de psicoterapia:obtenção de história detalhada da doença, explicar como a abordagem irá auxiliar, postular sobre a participação ativa do cliente, utilizar o diário, etc. Diário:utilizado para mostrar ao cliente o ciclo vicioso em que ele está entrando, reforçar hábitos, orientar para prevenção de recaídas. Prof.ª Leila Cassetari. Página 3

4 DISFUNÇÕES SEXUAIS Ausência de algumas fases de um ciclo sexual considerado normal [MASCULINA] Disfunção erétil: incapacidade de se obter ou manter uma ereção até a conclusão da atividade sexual. - causas:fatores orgânicos, tais como diabetes e alcoolismo, e fatores emocionais, onde o principal deles é a ansiedade em relação ao desempenho. - tratamento:terapia combinada (medicação associada à terapia sexual), focalização sensorial, reestruturação cognitiva. [MASCULINA] Ejaculação precoce:ocorre com a estimulação sexual mínima antes, durante ou logo após a penetração. - causas:psicológicas, tais como ansiedade, e comportamentais, tais como a falta de assertividade. - tratamento:psicoterapia técnica do PARE e INICIE (enfoque no prazer e não no controle). [MASCULINO e FEMININO] Baixo desejo sexual:problemas hormonais ligados à educação familiar rígida, dificuldades de relacionamento interpessoais. - causas: fisiológicas questões hormonais, e psicológicas depressão. - tratamento:medicamento para reposição hormonal e psicoterapia exposição gradativa a situações sexuais. [MASCULINA] Anejaculação:falta ou grande dificuldade de ejacular. [MASCULINA] Anorgasmia:dificuldade ou falta de sensação orgásmica no coito com ejaculação. - tratamento:medicamentos antidepressivos e drogas psicoativas podem ser usadas, e psicoterapia, trabalhando o conhecimento do próprio corpo, esclarecimento sobre os efeitos da ansiedade na resposta sexual humana (psicoeducação, práticas de relaxamento). [FEMININA] Anorgasmia: atraso ou ausência do orgasmo. - causas:falta de conhecimento do próprio corpo, falta de informação, educação rígida. - tratamento:psicoterapia-basicamente por exposição gradativa a situações sexuais. Etapas:descobrir-se, tocar por prazer, usar vibrador. [FEMININA] Vaginismo:contração involuntária dos músculos do períneo diante da tentativa de penetração. [FEMININA] Dispareomia:dor genital associada à falta de lubrificação decorrente de uma excitação insuficiente. Importante:a cliente deve passar por consulta ginecológica antes do tratamento psicoterápico, pois fatores orgânicos podem estar envolvidos. Prof.ª Leila Cassetari. Página 4

5 - causas:medo, abuso sexual, fobias de gravidez, parto ou DST, etc. - tratamento: - dispareomia: identificar as possíveis causas da ansiedade e focalização sensorial associada à reestruturação cognitiva. - vaginismo:dessensibilização sistemática. TERAPIA DE CASAL Nota: Quando acaba o respeito não há o que fazer em uma terapia de casal. As crises mais comuns no casamento são relacionadas a:dificuldades de comunicação, expectativas diferentes quanto à relação, visões de mundo diferentes, ciúmes, traição. O que leva um casal a buscar a terapia? Aumento das discussões, insatisfação na área sexual, incapacidade para resolver conflitos, uma tentativa de salvar o relacionamento. A terapia de casais visa:melhorar a comunicação, desenvolver habilidade de resolução de problemas, mudar padrões de comportamentos que levam à discórdia conjugal. Prof.ª Leila Cassetari. Página 5

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