Por uma mudança cultural

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1 Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos Brasil Por uma mudança cultural 27% das empresas brasileiras relataram ter sofrido algum tipo de crime econômico 17% delas registraram crimes digitais, em comparação com um percentual de 24% no mundo 44% das vítimas de crimes econômicos no Brasil sofreram fraudes no processo de compras

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3 Conteúdo Apresentação Destaques Principais tipos de crimes econômicos Tendências Os danos As motivações De onde vêm os ataques O perfil do fraudador Identificação da fraude Como as empresas reagem Como vencer o problema Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

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5 Apresentação As empresas brasileiras parecem estar mais atentas ao combate aos crimes econômicos, sobretudo às fraudes eletrônicas. Essa é a conclusão que se pode tirar da 7ª Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos, realizada pela PwC. Os dados sobre o nosso país mostram que a parcela de empresas que relataram ter sofrido crimes econômicos nos 24 meses anteriores à pesquisa caiu de 33% em 2011 para 27% em 2014, apesar de, globalmente, os casos terem subido de 34% para 37%. Outro destaque significativo foi a redução dos crimes digitais (17%) em relação à última pesquisa (32%), a despeito de um leve aumento na ocorrência de fraudes eletrônicas no mundo (de 23% para 24%). Nesse caso, no entanto, a aparente boa notícia pode estar escondendo uma falsa sensação de segurança. Os outros tipos de delitos econômicos continuam a preocupar. Chama atenção, em especial, a fraude em compras, que aparece pela primeira vez na pesquisa e já com um índice de 44% no Brasil. Suborno e corrupção também são uma ameaça crescente. Sua incidência aumenta a cada edição da nossa pesquisa. A Lei Anticorrupção brasileira, que entrou em vigor recentemente, deverá estimular a implantação de programas de compliance nas nossas empresas, a exemplo do que já ocorre em outros países, e provocar uma transformação cultural no ambiente corporativo brasileiro. Uma providência necessária, pois as perdas com fraudes cresceram: 62% dos casos são crimes com prejuízos superiores a US$ 100 mil, em comparação com 47% em O aumento da detecção das fraudes por meio de auditoria interna, procedimentos de segurança corporativa e de medidas como a rotatividade dos membros de determinadas equipes revela reforço nos controles corporativos. Por outro lado, os 74% que responderam ser a oportunidade o fator preponderante para cometer uma fraude confirmam que a prevenção é a chave para o combate ao crime econômico. Sendo assim, surpreende que, entre as empresas que não avaliam seu risco de fraude, 33% se justifiquem alegando não ter conhecimento adequado sobre o assunto e que outras 17% nem sequer entendam a necessidade de fazer essa avaliação. Isso mostra que ainda há muito a ser feito no combate ao crime econômico. Esperamos que este relatório ajude a despertar a consciência das empresas brasileiras para os riscos que elas estão enfrentando, além de fornecer informações úteis para reforçar o combate a esse problema. Otavio Maia Sócio e líder da Consultoria em Negócios PwC Brasil Martin Whitehead Sócio e líder de Forensic Services PwC Brasil Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

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7 Metodologia Para realizar esta pesquisa, entrevistamos executivos de mais de 95 países, sendo 132 deles no Brasil. Em nossas comparações, consideramos América Latina a região formada por Argentina, Bahamas, Barbados, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru, República Dominicana e Venezuela. Já o grupo de mercados emergentes é constituído por Brasil, China (sem Hong Kong), Hong Kong/Macau, Índia, Indonésia, México, Rússia e Turquia. Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

8 Destaques Para realizar esta pesquisa, foram ouvidos mais de 5 mil entrevistados de 95 países, 132 deles no Brasil. No total, 4 dos brasileiros têm cargos na alta administração das empresas. No Brasil, o percentual de empresas que relataram ter sofrido algum tipo de crime econômico voltou a cair, após uma alta em Em 2014 foram 27%, contra 33% em 2011 e 24% em No mundo, o índice continua aumentando 37%, contra 34% em Antes incluída na categoria de roubo de ativos, a fraude em compras foi adicionada pela primeira vez na Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos de forma destacada e já ocupa o segundo lugar entre os tipos de crimes econômicos relatados no Brasil. Foram 44% de citações, atrás apenas de roubo de ativos (72%). No mundo, o percentual foi de 29%. Outro tipo de crime que vem aumentando significativamente é o de suborno e corrupção. Em cinco anos, passou a ser o terceiro tipo mais comum de fraude financeira no Brasil, saltando de 7% em 2009, e 18% em 2011, para 28% em As fraudes contábeis, que haviam diminuído de 2009 (27%) para 2011 (11%), voltaram em 2014 aos patamares de cinco anos atrás, com 2 das empresas vítimas de crimes econômicos relatando ter sofrido uma ocorrência desse tipo. Depois de uma forte elevação em 2011, quando passou a ser o segundo principal crime econômico registrado pelas empresas do país (afetando quase um terço das vítimas desses crimes), a fraude digital caiu quase pela metade em 2014, representando 17% dos tipos de crimes informados e recuando para a quinta posição. 74% dizem que a oportunidade é o fator principal para se cometer um crime econômico 44% das empresas vítimas de crimes econômicos afirmam ter sofrido fraudes em compras Para 64% dos entrevistados, o fraudador interno é o responsável pelos crimes econômicos. No resultado global, esse percentual é de 56%. Com 74%, a oportunidade segue sendo o principal fator que leva o fraudador a cometer o crime, seguido da pressão e da racionalização, ambas com 13%. Entre as empresas que não avaliam o risco de fraude em seu negócio, o pouco conhecimento a respeito do assunto é a principal razão para não fazê-lo (33%). Razões para não avaliar o risco de fraude 41% 33% 29% % 21% 17% 19% 17% 19% 14% 1 12% 12% 16% 19% 18% 13% 9% Falta de conhecimento exato sobre a avaliação do risco de fraude Aparente falta de necessidade Outros Custo Não sabe Brasil Emergentes América Latina Global Obs.: Ao longo do relatório, nem sempre os percentuais indicados nos gráficos somam 10, por questões de arredondamento, e os dados coletados se referem a PwC

9 Principais tipos de crimes econômicos Em todas as pesquisas sobre crimes econômicos, três tipos de fraudes têm se mantido consistentemente na liderança de acordo com nossas entrevistas roubo de ativos (a maior por larga margem), suborno e corrupção e fraude contábil. Em 2011, o crime digital foi adicionado como uma categoria isolada, surgindo imediatamente com 23% e ocupando a quarta posição na pesquisa global (no Brasil, com 32%, foi a segunda). Este ano, uma nova categoria foi incluída a fraude em compras. Possivelmente impulsionada pela megatendência do outsourcing e da interconectividade organizacional, a fraude em compras recebeu uma resposta elevada (29%), tornando-se o segundo tipo de crime mais comunicado no mundo. Como esse tipo de fraude estava incorporado na categoria de roubo de ativos, isso pode explicar a redução de quatro pontos percentuais (de 72% em 2011, para 69% em 2014) registrada por esse crime na pesquisa global, que identificou ainda aumentos em suborno e corrupção (de 24% para 27%) e crimes digitais (de 23% para 24%). Tipos de fraude - Resultados globais* Roubo de ativos Fraude em compras Suborno e corrupção Crimes digitais Fraude contábil Fraude de recursos humanos Lavagem de dinheiro Violação de propriedade intelectual Fraude na hipoteca Fraude fiscal Insider trading Concorrência desleal/lei antitruste Espionagem Outros % 9% 8% 7% 7% 1 6% 4% 4% 6% 7% 3% 2% 14% 4% 29% 27% 24% 24% 23% 22% 24% 69% 72% *Grupo de respondentes: Participantes que responderam Sim à questão A sua organização sofreu algum crime econômico nos últimos 24 meses? Os percentuais não somam 10, pois algumas empresas registraram mais de um tipo de crime Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

10 No Brasil, porém, a entrada da categoria fraude em compras provocou um rearranjo diferente. Além de surgir com um peso bem maior (44% dos tipos registrados por vítimas de crimes econômicos), ela não afetou o resultado dos outros crimes tradicionais, que subiram: roubo de ativos aumentou de 68% para 72%; suborno e corrupção, de 18% para 28%; e fraude contábil, de 11% para 2. A surpresa ficou por conta dos crimes digitais, que caíram quase pela metade (de 32% para 17%). Em meio ao surgimento dos crimes ligados aos processos de compras (ou procurement) na percepção dos executivos, a pesquisa Brasil mostra ainda que 69% das vítimas detectaram fraudes durante a seleção do fornecedor, 63% na sua contratação e 56% no convite para participação em processos de licitação. Martin Whitehead, sócio e líder de Forensic Services da PwC Brasil, explica que o aumento desse tipo de crime havia sido percebido até mesmo pela própria PwC, que registrou uma alta na demanda por investigações ligadas a fraude em compras. Foi exatamente esse fenômeno que justificou a criação de uma classificação em separado. Tipos de fraude - Brasil* Roubo de ativos 72% 68% Fraude em compras 44% Suborno e corrupção 18% 28% Fraude contábil Crime digital 11% 17% 2 32% Violação de propriedade intelectual Insider Trading 14% 14% 16% Fraude fiscal 8% Fraude em Recursos Humanos Concorrência desleal/lei antitruste Lavagem de dinheiro Espionagem Outros 6% 6% 11% 3% 3% 11% 11% *Grupo de respondentes: Participantes que responderam Sim à questão A sua organização sofreu algum crime econômico no Brasil nos últimos 24 meses? Os percentuais não somam 10, pois algumas empresas registraram mais de um tipo de crime. 8 PwC

11 A entrada em vigor da Lei Anticorrupção deve estimular o compliance nas empresas brasileiras Martin Whitehead, sócio e líder de Forensic Services da PwC Brasil Compras é uma área tradicional de fraude, porque, graças a uma série de regras de compliance, é cada vez mais difícil tirar dinheiro das empresas. E a área de Procurement oferece muitas oportunidades para se fazer isso, afirma Whitehead. Para ele, como a maneira tradicional de se garantir uma compra transparente três cotações é facilmente manipulável, a melhor forma de uma empresa se defender de crimes em compras é uma combinação de medidas, que inclui segregação de funções (nas etapas do processo e nos perfis de acesso aos sistemas), controles de revisão e monitoramento, procedimentos de due diligence para fornecedores envolvendo pesquisas reputacionais e visitas on-site e rotação periódica dos compradores. Em suma, é procurar garantir que profissionais da área de Compras não acumulem funções conflitantes entre si. Ao receber um pedido de uma área para fazer uma cotação, por exemplo, Compras escolheria os fornecedores, mas devolveria a lista tríplice para a área interessada realizar uma investigação (due diligence) sobre os fornecedores, checando se eles são compatíveis com a demanda, quem são seus responsáveis e se têm qualificação para o serviço. Após esse due diligence, a área conduziria a negociação. No entanto, ficaria a cargo exclusivo da área de Finanças inserir dados bancários de quaisquer empresas contratadas. Isso evitaria que uma só pessoa tratasse de todo o processo, o que gera inúmeras oportunidades para fraude. Leonardo Lopes, diretor de Forensic Services da PwC Brasil, entende que, no Brasil, muitas empresas de pequeno e médio porte, assim como subsidiárias regionais de empresas de grande porte, tendem a enfrentar alguns desafios para implantar esse tipo de política, já que as estruturas costumam ser mais enxutas. A entrada em vigor da Lei Anticorrupção (nº ) ajudará a acelerar o amadurecimento dos controles internos do processo de compras e pagamentos, com foco na prevenção de atos de corrupção, diz Lopes. A nova lei é resultado do compromisso com o pacto anticorrupção da OCDE, do qual o Brasil é signatário, e segue legislações semelhantes em vigor nos EUA (FCPA) e no Reino Unido (UK Bribery Act). Ocorrência da fraude em compras Seleção do fornecedor Contratação/manutenção do fornecedor Convite para processo de licitação/cotação Processo de pagamento Avaliação de qualidade Seguindo o exemplo americano, a lei brasileira será aplicada a empresas e governos, mas não chegará a punir intenções de corrupção, como a FCPA, apenas casos concretos, dado o conceito da responsabilidade objetiva previsto na lei. (Mais detalhes no artigo da página 8.) Além de prever atenuantes para companhias que comprovadamente tiverem programas de compliance, a nova lei preenche uma lacuna na legislação brasileira, que até então não previa punições para empresas, apenas para pessoas físicas. Agora, além dos responsáveis pelas fraudes, as companhias podem receber multas de até 2 da sua receita bruta anual, além de outras penalidades. As empresas já estão se preparando, mas como há também um forte componente cultural envolvido, estima-se que sejam necessários cerca de três anos para um amadurecimento do ambiente de controle corporativo Outros 12% 6% Brasil Emergentes América Latina Global 19% 19% 22% 44% 39% % 51% 43% 38% 43% 54% 56% 56% 69% 7 67% 61% 63% Nesse sentido, a implantação de programas de treinamento seria de grande utilidade, pois eles de fato contribuem para que os profissionais detectem sinais de alerta de fraudes e possam denunciá-las, desde que contem com um canal estruturado e confiável para isso. Empresas em setores de alto risco devem também avaliar o uso de seus recursos de data mining no processo de compras para levantar sinais de alerta quando necessário. Com a quantidade de informação digitalizada disponível atualmente, as relações entre fornecedores, profissionais e outros envolvidos podem ser exploradas no que se refere aos contratos estabelecidos. Lei Brasileira Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

12 Anticorrupção exigirá programas robustos de compliance O ano de 2014 começou com uma mudança significativa na legislação que disciplina as atividades das empresas nacionais. Com a entrada em vigor, em 29 de janeiro, da Lei n , informalmente chamada de Lei Anticorrupção brasileira, as pessoas jurídicas sediadas no país passarão a responder objetivamente pela prática de atos lesivos contra a administração pública, seja a do Brasil ou as de países estrangeiros. Mas, ao contrário do que determinam o Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), dos Estados Unidos, e o UK Bribery Act, do Reino Unido, que responsabilizam empresas criminalmente, aqui a punição será aplicada apenas nos âmbitos civil e administrativo. As penas previstas, severas, incluem multa de até 2 do faturamento bruto da organização, publicação da decisão condenatória na imprensa e proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de entidades públicas. Violações mais graves resultarão, ainda, na suspensão parcial ou total das atividades e até na dissolução das companhias. Embora cause apreensão na liderança das empresas por introduzir mudanças importantes, a lei não aparece no cenário jurídico do país de forma súbita ou surpreendente. Foi longo o seu processo de maturação. Mais precisamente, esse trabalho começou em dezembro de 1997, quando a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) que reúne 30 países-membros, além de 70 países parceiros, ONGs e a sociedade civil aprovou a Convenção sobre o Combate da Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais, um esforço integrado de combate à corrupção. Como signatário do documento, o Brasil assumiu o compromisso de fazer a sua própria cruzada contra a corrupção. Começou em 30 de novembro de 2000, com o Decreto n 3.678, que exigiu o cumprimento dos termos do tratado. Depois, no primeiro trimestre de 2010, o Poder Executivo apresentou o Projeto de Lei n 6.826, que resultou na minuta aprovada e sancionada pela Presidência da República em 1 de agosto do ano passado, dando às empresas 180 dias para se preparar. Como, além de uma alteração jurídica importante, se trata de uma mudança cultural há muito ainda por fazer para que as empresas se adaptem totalmente às novas exigências. Os esforços se concentram em desenvolver ou aprimorar as práticas existentes, por meio de investimentos em programas de compliance (ou integridade) que envolvam auditoria, códigos de ética e conduta, treinamento de profissionais, entre outras iniciativas não apenas para cumprir a legislação, mas também para acompanhar uma transformação social em curso. Há um movimento de quebra de paradigmas em andamento, e acreditamos que ele não terá volta. Aquela cultura do jeitinho brasileiro, sobretudo nos grandes centros, está começando a se dissipar, pois as pessoas agora percebem que a corrupção é nociva à sociedade e ao mundo como um todo, aponta Juliana Breno, gerente da área de Forensic Services da PwC. As manifestações de rua que vimos em outros países e, mais recentemente, aqui no Brasil, mostram que os cidadãos estão cada vez mais atentos e intolerantes a práticas espúrias, inclusive na forma de se fazer negócios. As empresas não podem se dar ao luxo de ficar fora dessa tendência. A mudança, sugerem reguladores e especialistas, estará na pauta de prioridades das companhias em 2014 e deverá ser conduzida por seus líderes. Para isso, será preciso descrever os atos lesivos no próprio mapa de riscos das organizações e criar eficientes sistemas de monitoramento, investigação e denúncia. O esforço é crucial: afinal, além de os programas de compliance constituírem a única arma para mitigar ocorrências de fraudes, em caso de investigação realizada pelos órgãos competentes, a pessoa jurídica que colaborar efetivamente com o processo administrativo pode celebrar um acordo de leniência, atenuando até dois terços das penalidades. É importante destacar ainda que a nova lei prevê culpabilidade não apenas por atos praticados no âmbito corporativo, coletivo, como também por aqueles cometidos por pessoas físicas. Mais: estabelece a sucessão das responsabilidades e penalidades, em caso de fusão ou aquisição. Ou seja, é um assunto que exige atenção das organizações. É certo que a corrupção ainda constitui um mal que trava o desenvolvimento do Brasil. Em 2013, o país caiu três posições passou da 69ª para a 72ª no ranking mundial da Transparência Internacional, que classifica a percepção sobre o tema. Um desempenho não esperado, já que se trata da sétima economia global e da quinta maior nação em extensão territorial. Mais do que investir para apenas garantir a conformidade com a nova legislação, as empresas, compreendendo as desvantagens da corrupção, podem aproveitar a oportunidade para atuar como agentes transformadores da própria sociedade e contribuir para mudar rankings como esse. Para tanto, precisarão alavancar seu desempenho e sua competitividade com base em métodos profissionais, justos, éticos e transparentes, e eliminar as abordagens menos convencionais. 10 PwC

13 Para um ataque ser bem-sucedido, bastam algumas horas. Mas, para a empresa perceber esse ataque, pode levar meses ou até anos, e 82% das detecções são feitas por terceiros Fernando Carbone, diretor de Forensic Technology Services da PwC Brasil Tendências Na contramão do mundo e da América Latina, os dados brasileiros e dos países emergentes na pesquisa deste ano apontam para uma redução dos crimes digitais, de 2011 para Enquanto os números globais apresentam uma leve alta, de 23% para 24%, no Brasil ocorreu um forte recuo, de 32% para 17%. No entanto, em outra pergunta da pesquisa, sobre a percepção dos entrevistados em relação aos riscos do crime digital para suas empresas nos últimos dois anos, 52% dos respondentes brasileiros disseram que ela aumentou. Para Fernando Carbone, diretor de Forensic Technology Services da PwC Brasil, essa aparente contradição pode confirmar um cenário de falta de consciência sobre a situação real das empresas em relação ao problema. Ele explica que, hoje, as ameaças digitais estão bem diferentes e muito mais sofisticadas que as de alguns anos atrás, quando um de origem desconhecida era enviado para toda a empresa com um link suspeito. Hoje, esses perigos são diferentes, muito mais camuflados. São as chamadas Advanced Persistent Threats (APT, Ameaças Persistentes Avançadas). Para um ataque ser bem-sucedido, bastam algumas horas. Mas, para a empresa perceber esse ataque, pode levar meses ou até anos, e 82% das detecções são feitas por terceiros, 1 diz Fernando, salientando que isso explica por que, no geral, os executivos consideram que o ambiente está mais perigoso, mas, paradoxalmente, não percebem que a sua empresa está sendo atacada. Para complicar ainda mais esse cenário, mesmo quando é detectado, o crime digital com frequência não é divulgado. É o caso, por exemplo, do que acontece com roubos de propriedade intelectual talvez existam razões de concorrência para que a empresa mantenha esses prejuízos em sigilo. Evolução dos principais tipos de crimes econômicos (Brasil) % 7% 11% 18% 9% 8% 2 28% 17% 13% 27% 32% 36% 72% 68% Roubo de ativos Fraude contábil 87% Suborno e corrupção Crime eletrônico Lavagem de dinheiro Data Breach Investigation Report. Verizon Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

14 Acreditamos que essas perdas elevadas podem estar associadas ao aumento relatado de incidentes de suborno e corrupção Renata Fernandes, diretora de Forensic Services da PwC Brasil Os danos Apesar da queda nas ocorrências de crimes econômicos, o custo das fraudes aumentou desde 2011: 62% dos casos relatados geraram prejuízos maiores que US$ 100 mil. Na pesquisa de 2011, 47% dos crimes se situavam acima desse patamar. A faixa que mais cresceu foi a dos crimes com prejuízos entre US$ 101 mil e US$ 5 milhões, que saltou de 39% para 53% em apenas três anos. Em seguida, vêm os crimes com custos de até US$ 100 mil, que caíram de 47% para 31%. Acreditamos que essas perdas elevadas podem estar associadas ao aumento relatado de incidentes de suborno e corrupção fraudes com custos especialmente altos para as organizações, já que as despesas com pagamento de multas, custas legais e remediação podem facilmente ultrapassar centenas de milhões, diz Renata Fernandes, diretora de Forensic Services da PwC Brasil. Mas o prejuízo econômico não é a única preocupação que as empresas devem ter no combate a fraudes. Os participantes da pesquisa identificaram também outros tipos de danos. Para os entrevistados brasileiros, o maior impacto dos crimes econômicos é sobre a reputação da marca, com 46% de citações. Ele aparece inclusive à frente das perdas financeiras, com 27%. Em seguida, está o rompimento de relacionamentos de negócios (8%). Na pesquisa anterior, os resultados haviam sido diferentes: a motivação dos profissionais (24%), as relações de negócios (16%) e as relações com órgãos reguladores (11%) foram os impactos mais citados. Em termos globais, o efeito sobre a reputação também é o impacto mais sentido (36%), seguido de perdas financeiras (28%) e da alienação de bens por cumprimento da lei (7%). Já com relação aos riscos que correm ao fazer negócios globalmente, as empresas entendem que a principal ameaça é se verem envolvidas em casos de suborno e corrupção (6 consideram esse um alto risco). Para 21% dos entrevistados, a maior preocupação é ferir a legislação antitruste e, para 17%, é a lavagem de dinheiro. Evolução do custo dos crimes econômicos no Brasil 31% 47% Menos de U$ 100 mil % 39% De U$ 101 mil a 5 mi Reputação corporativa Perda financeira Rompimento das relações de negócios por cumprimento da lei Alienação de bens por cumprimento da lei Perda de capital humano Implementação de políticas, procedimentos e ferramentas para se adequar Não sabe 6% 8% 9% 7% 8% 4% 8% 4% 8% 4% 7% 6% 3% De U$ 5 mi a U$ 100 mi 11% 11% 11% Brasil Emergentes América Latina Global 3% Mais de U$ 101 mi Principal impacto dos crimes econômicos nas organizações 27% 24% 32% 28% 8% 37% 34% 36% Não sabe 46% 12 PwC

15 As motivações O Triângulo da Fraude, desenvolvido pelo criminologista Donald Cressey, descreve três condições geralmente encontradas na ocorrência da fraude. Os criminosos experimentam alguma Pressão (ou incentivo) para adotar a má conduta. Os autores encontram também uma Oportunidade para cometer a fraude e, em geral, são capazes de Racionalizar (ou justificar) suas ações. Em nossa pesquisa, a oportunidade é o principal fator que contribuiu para a prática criminosa, com 74% das respostas. Pressão e Racionalização aparecem ambos com 13%. Em âmbito global, a Oportunidade registra 73%; a Racionalização, 12%; e a Pressão, 12%. Esses resultados mostram que o meio mais eficaz para combater as fraudes é, sem dúvida alguma, a prevenção e a mitigação de riscos em processos e métodos. Tanto aqui como em qualquer parte do mundo. Pressão Oportunidade Triângulo da Fraude Racionalização Em muitos casos, verificamos que os controles estão presentes, mas a pessoa que comete a fraude os conhece bem e sabe como burlá-los. São profissionais com muitos anos de empresa e conhecimento para fazer isso. O que muitas vezes as empresas não têm é um código de conduta que estabeleça o que é certo e errado, programas de treinamento sobre valores éticos e as normas estabelecidas, e um canal para que os empregados denunciem o que estão vendo de errado. Quando esses três controles preventivos e detectivos estão presentes, é possível reduzir a incidência de fraudes, afirma Cintia Silva, gerente de Forensic Services da PwC Brasil. Embora, à primeira vista, essa notícia possa parecer desanimadora, é importante ter em mente que, dos três fatores, a oportunidade é a mais controlável do ponto de vista da organização. Afinal, enquanto as pressões da vida e a capacidade de racionalizar envolvem questões pessoais, a oportunidade pode ser limitada pela organização para que ela impeça a fraude antes que aconteça. Mesmo assim, quando perguntado por que a empresa não realizou uma avaliação sobre os riscos de fraude, o executivo entrevistado respondeu, na maioria dos casos (33% no Brasil e 3 na pesquisa global), não ter conhecimento sobre a avaliação de risco de fraude ou não ver necessidade de realizá-la (17% no Brasil e 3 no global). No Brasil, o custo desse trabalho é um fator importante para 13% dos entrevistados. Fatores que contribuíram para o crime econômico 74% 77% 72% 73% 13% 12% 12% 13% 12% 14% 12% 4% 4% 4% Oportunidade Pressão Racionalização Não sabe Brasil Emergentes América Latina Global Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

16 De onde vêm os ataques Na opinião da maioria dos entrevistados (64%), os crimes econômicos são cometidos por gente de dentro da empresa. Apenas 2 têm a percepção de que as fraudes se originam fora da companhia. O resultado está em linha com as outras regiões, mas é mais marcante que o da pesquisa global, que atribui 56% para o público interno e 4 para o externo. Quando o fraudador está dentro da companhia, seu perfil se equilibra entre a média gerência e os membros da equipe, ambas as fatias com 39%. Integrantes da gerência executiva respondem por apenas 17% dos casos. Os números brasileiros estão alinhados com as demais regiões pesquisadas no mundo. Perfil do fraudador interno 46% 47% 42% 39% 39% 39% 34% % 12% 4% 4% 2% 3% Gerência Membros da equipe Gerência executiva Outros Não sabe Brasil Emergentes América Latina Global Já quando o fraudador está fora da empresa, os dados do Brasil diferem dos resultados de outras regiões. Com 44%, os intermediários aparecem como os principais responsáveis por fraudes para os entrevistados brasileiros, seguidos de clientes (22%) e outros (22%). Entre os países emergentes, os clientes são o maior grupo (37%), seguido de intermediários (22%) e outros (14%). Na América Latina, outros fica com a maior fatia (3), seguido de clientes (19%), intermediários (16%) e fornecedores (11%). Perfil do fraudador externo 44% 22% 18% 16% 37% 32% 3 22% 19% 22% 24% 14% 11% 1 8% % Intermediários Clientes Outros Fornecedores Não sabe Brasil Emergentes América Latina Global 14 PwC

17 O perfil do fraudador Embora não seja possível perceber a pressão ou a racionalização específica por trás de cada ato de fraude cometido por um agente interno, podemos pelo menos traçar o perfil desse fraudador em termos de idade, sexo, tempo de serviço e nível de educação. Os resultados globais indicam poucas mudanças desde 2011 homens de meia-idade com ensino médio ou superior e de três a dez anos de casa. Nas empresas brasileiras, eles são do sexo masculino (87% das respostas), têm entre 31 e 40 anos (52%), seis a dez anos de casa (3) e possuem ensino superior completo (61%). A pesquisa aponta ainda que a faixa etária entre 41 e 50 anos também se destaca no perfil de quem comete crimes econômicos nas empresas (22%). Chama atenção também a alta porcentagem (3) de profissionais com mais de 10 anos de casa e a baixa participação (4%) de empregados com apenas o primeiro grau completo no grupo de fraudadores. Embora menos acentuados, os resultados globais e regionais seguem na mesma linha dos brasileiros. As exceções ficam por conta do tempo de serviço, já que o grupo com três a cinco anos de casa é o maior entre os criminosos na América Latina (3), na pesquisa global e entre os países emergentes (ambos com 29%). Outra diferença entre o Brasil e o resto do mundo é a escolaridade do fraudador, sobretudo em relação à pesquisa global e latino-americana, em que se percebe claramente um equilíbrio maior entre os anos de estudo. Na pesquisa global, fraudadores com ensino superior, primeiro grau e pós-graduação respondem por 3, 26% e 19%, respectivamente. Na América Latina, esse equilíbrio é ainda maior: 31%, 3 e 27%. Perfil do fraudador (tempo de serviço) % 3 29% 26% 26% 24% 19% 21% 24% 18% 1 17% 13% 9% 9% 8% 1 7% Até 2 anos De 3 a 5 anos De 6 a 10 anos Mais de 10 anos Não sabe Brasil Emergentes América Latina Global Perfil do fraudador (escolaridade) 61% 5 27% 31% 3 22% 17% 17% 16% 12% 11% 4% 3 26% 19% 2 Brasil Emergentes América Latina Global Pós-graduação Graduação Primeiro grau Não sabe Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

18 Identificação da fraude Como interromper um crime econômico em andamento ou melhor, antes que ele aconteça? Os métodos de detecção de fraude geralmente são classificados em três categorias: controles corporativos, cultura corporativa ou fatores independentes da vontade da gestão. A figura a seguir mostra qual foi o mecanismo de detecção do principal caso de fraude descoberto nas empresas participantes da pesquisa. No Brasil, a boa notícia foi o aumento da participação dos métodos sob controle da corporação na identificação desses crimes. Métodos de detecção de fraude - Brasil Notificação de transações suspeitas e análise de dados* Auditoria interna Rotatividade de pessoal Segurança corporativa % 7% 13% 16% 17% 21% Na comparação com os dados globais, destacamos a importância relativamente maior da auditoria interna no país (17%, contra 12% da média global) e a influência cada vez menor da gestão de riscos de fraudes, que sequer foi citada este ano pelos participantes brasileiros, mas teve 11% de menções na pesquisa global. Gestão de risco de fraude Denúncia (interna) Sistema formal de denúncia Denúncia (externa) 14% 13% 1 13% 1 Acidentalmente 7% 7% Mídia investigativa Não sabe Pelas autoridades competentes Outros métodos 3% 2% 3% 4% 3% As dimensões de cultura e controles internos são essenciais para um programa efetivo de gestão de risco de fraudes Leonardo Lopes, diretor de Forensic Services da PwC Brasil 16 PwC

19 Como as empresas reagem Ao se depararem com um fraudador interno, 87% dos entrevistados brasileiros relatam ter demitido o profissional, 3 dizem ter aberto uma ação civil (o que inclui pedidos de recuperação de perdas) e outros 3 informaram as forças de segurança pública. Esses números só diferem dos resultados globais no que se refere à informação das forças de segurança, providência que é adotada mundialmente por 49% dos entrevistados. Em relação à pesquisa anterior, diminuiu o percentual das empresas brasileiras que relatam demitir o profissional, que era de 96% em 2011, e aumentou expressivamente os que notificam as forças de segurança pública (18% em 2011). Ações realizadas com agentes internos causadores de crimes econômicos Demissão Ação civil Informação às forças de segurança pública Advertência Notificação para as autoridades regulatórias 4% 14% 13% 16% 1 17% 21% 22% 23% % 49% 42% 44% 49% 87% % Nenhuma ação Transferência Não sabe Outros 4% 6% 6% 2% 3% 2% 1% 2% 4% 4% Brasil Emergentes América Latina Global Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos

20 Quando o fraudador é externo, 44% dos entrevistados informam optar pela advertência legal, enquanto a ação civil, a notificação das autoridades regulatórias e a cessação de relações econômicas ficam com 22% cada. Ações realizadas com agentes externos causadores de crimes econômicos 44% 53% Advertência legal 21% 61% Em 2011, 4 notificavam as autoridades regulatórias, enquanto 3 optavam pela advertência legal e outros 3 iniciavam uma ação civil. Apenas 1 cortavam relações econômicas, percentual que subiu para 22% na pesquisa atual. Globalmente, a advertência legal é adotada em 61% dos casos, seguida da ação civil (42%), da notificação das autoridades regulatórias (39%) e da cessação de relações econômicas (37%). Ação civil Notificação para as autoridades regulatórias Cessação das relações econômicas Outros 22% 28% 22% 22% 19% 33% 13% 28% 1 39% 42% 42% 42% 39% 4 37% Não sabe 11% 3% 7% 2% Nenhuma ação 7% 7% Brasil Emergentes América Latina Global 18 PwC

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