MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS"

Transcrição

1 EDITORIAL CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS EQUIPE: Thiago Jabor Pinheiro Maria Cecilia Andrade Em , a Controladoria-Geral da União (CGU) lançou o guia Programas de Integridade Diretrizes para Empresas Privadas. O guia detalha conceitos da Lei Anticorrupção e sua regulamentação, e contém orientações gerais para auxiliar empresas privadas na concepção, adoção ou aperfeiçoamento de programas de integridade. O guia não tem caráter normativo ou vinculante, mas esclarece as expectativas da CGU e certamente servirá de parâmetro para a avaliação dos programas de integridade em processos administrativos e acordos de leniência. Por isso, recomendamos que as empresas analisem as diretrizes para identificar eventuais adaptações necessárias em seus programas. Este resume os principais tópicos abordados no guia. Desejamos a todos uma boa leitura! Nossa equipe de permanece à disposição para aprofundar os temas objeto deste trabalho. Cordial abraço, Mattos Muriel Kestener Advogados São Paulo Al. Santos, 1940, 1º andar São Paulo, SP, Tel.: Fax: Brasília SH/Sul Q6, Cj. A, Bloco C, 20º andar - Ed. Brasil XXI Brasília, DF, Tel.: Fax: Ribeirão Preto Av. Cel. Fernando F. Leite, 1520 SaIas 501/ Ribeirão Preto, SP, Tel.:

2 CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS 1. - Em , a Controladoria-Geral da União (CGU) lançou o guia Programas de Integridade Diretrizes para Empresas Privadas. 1 O guia detalha conceitos da Lei nº , de 1 de agosto de 2013 ( Lei Anticorrupção ) e de sua regulamentação, e contém orientações gerais para auxiliar empresas privadas na concepção, adoção ou aperfeiçoamento de seus programas de integridade. É importante ressaltar que o guia não possui caráter normativo ou vinculante. Escopo das Diretrizes da CGU 2. - O guia se concentra nas medidas destinadas a prevenir, detectar e remediar as violações à Lei Anticorrupção. O documento destaca a importância (sobretudo para empresas estrangeiras) de que os programas de integridade prevejam não apenas mecanismos e procedimentos contra a prática do suborno, mas também contra fraudes em licitações e contratos públicos. Os Cinco Pilares do Programa de Integridade 3. - As diretrizes da CGU estão organizadas em cinco grandes pilares que devem sustentar um programa de integridade: (i) comprometimento e apoio da alta direção, (ii) instância responsável, (iii) análise de perfil e riscos, (iv) estruturação das regras e instrumentos, e (v) estratégias de monitoramento contínuo. Detalhamos abaixo cada um desses pilares. Pilar I: Comprometimento e Apoio da Alta Direção 4. - O guia considera o comprometimento da alta direção ( tone from the top ) como a base para a adoção de uma cultura ética na empresa, e dá exemplos de ações que poderiam comprovar a existência (inclusão de referências aos valores éticos da empresa em discursos e nas pautas de reuniões internas, por exemplo) ou a ausência (intenção da alta direção de evitar tomar conhecimento de eventuais violações, por exemplo) desse compromisso. Também menciona brevemente a importância de que o comprometimento da alta direção seja comunicado à média gerência. 1 Disponível em <http://www.cgu.gov.br/noticias/2015/09/cgu-lanca-guia-de-integridade-para-auxiliar-empresas-nocombate-a-corrupcao>. Acesso em

3 Pilar 2: Instância Responsável 5. - De acordo com o guia, a alta direção deve atribuir a uma instância interna da empresa a responsabilidade pela aplicação e monitoramento contínuo do Programa de Integridade. Essa instância deve dispor de recursos financeiros, materiais e humanos adequados, e ter autonomia e autoridade para tomar decisões, agir em coordenação com as demais áreas da empresa, apurar os fatos e, se necessário, comunicar-se diretamente com a alta direção. Para assegurar a autonomia dos funcionários da área de integridade, o guia recomenda a adoção de mecanismos que evitem ações de retaliação. Pilar 3: Análise de Perfil e Riscos 6. - Para desenvolver seu Programa de Integridade, a empresa deve levar em consideração seu porte, setores e locais de atuação. Fatores como o nível de interação com o poder público, as participações societárias detidas, a cultura local e o nível de regulação estatal nos mercados em que atua, dentre outros, são elementos fundamentais para a empresa compreender o nível de risco a que está sujeita. O guia ressalta que a gestão de riscos deve ser um processo permanente, com atualização periódica. Além disso, apresenta alguns exemplos de situações de risco, como participações em licitações, a contratação de ex-agentes públicos, o oferecimento de hospitalidade, brindes e presentes a agentes públicos, dentre outros É interessante ressaltar que o guia menciona, dentre as situações de risco, a imposição de metas inatingíveis e outros mecanismos de pressão por resultados, repetindo mensagem já transmitida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) na Versão Preliminar do seu guia de compliance concorrencial, que se encontra disponível para consulta pública até Portanto, trata-se de mensagem que deve ser levada em consideração pelas empresas não apenas para a implementação dos seus programas de integridade e compliance concorrencial, mas também para a definição de metas comerciais. Pilar 4: Estruturação de Regras e Instrumentos 8. - O Pilar 4 é a parte mais extensa do guia, e descreve de forma razoavelmente detalhada seis conjuntos de regras e instrumentos principais: 2 Disponível em <http://www.cade.gov.br/default.aspx?95a a996cd96dc490b2>. Acesso em

4 (i) Padrões de ética e conduta: regras que orientem o comportamento dos dirigentes e funcionários da empresa, e que apresentem valores e princípios (código de ética) e as condutas esperadas (código de conduta), de preferência em um único documento acessível, claro, conciso e de fácil leitura. (ii) Regras, políticas e procedimentos para mitigar os riscos: políticas e procedimentos para prevenir e detectar irregularidades, com exemplos de ações específicas de mitigação no relacionamento com o poder público, hospitalidade e presentes, registros e controles contábeis, contratação de terceiros, fusões, aquisições e reestruturações societárias, patrocínios e doações. (iii) Comunicação e treinamento: orientações para a ampla divulgação dos códigos, regras, políticas e procedimentos para dirigentes, funcionários e, se for o caso, terceiros, com a oferta de treinamentos adequados e devidamente documentados. (iv) Canais de denúncia: canais adequados para o recebimento de denúncias, com a possibilidade de preservação do anonimato e políticas para proteção do denunciante de boa-fé. (v) Medidas disciplinares: medidas disciplinares e os casos às quais se aplicam, com definição de atribuições e procedimentos para garantir sua aplicação com credibilidade e de forma proporcional e uniforme. (vi) Ações de remediação: procedimentos para a investigação interna ou independente de suspeitas ou denúncias de violação, para a adoção de medidas de aperfeiçoamento do programa ou para subsidiar a cooperação com o regulador. Pilar 5: Estratégias de Monitoramento Contínuo 9. - O Pilar 5 conclui a exposição das diretrizes específicas da CGU recomendando a adoção de um plano de monitoramento para verificar a implementação do programa e identificar eventuais falhas e novos riscos. O guia menciona mecanismos de monitoramento interno (como relatórios e informações dos canais de denúncia) e externos (como relatórios de agências reguladoras). Além disso, o guia menciona a possibilidade de realização de auditorias periódicas para testar o programa. 4

5 Observações Finais do Guia A CGU conclui o guia com algumas observações finais, dentre as quais merece destaque a que aponta para a importância da interdependência entre os diferentes pilares do programa, e a necessária adaptação das orientações à realidade de cada empresa. O guia também menciona expressamente que a CGU poderá desconsiderar programas ineficazes, e que acordos de leniência poderão conter compromissos específicos de aperfeiçoamento de programas já existentes. Conclusão Ao divulgar diretrizes para a adoção de programas de integridade com base na Lei Anticorrupção e sua regulamentação, a CGU seguiu o exemplo de outras jurisdições que também avançam no combate à corrupção empresarial, como os EUA (A Resource Guide to the U.S. Foreign Corrupt Practices Act) e o Reino Unido (The Bribery Act 2010 Guidance em cujos seis princípios a CGU parece ter se inspirado para definir seus cinco pilares) A CGU também seguiu o exemplo recente do CADE, que, conforme mencionado, divulgou a Versão Preliminar de seu guia sobre programas de compliance concorrencial. É interessante notar que o CADE optou por realizar uma consulta pública para receber comentários e sugestões do público à Versão Preliminar do guia, procedimento cuja adoção a CGU poderia considerar quando da revisão do seu guia Embora não tenha caráter normativo ou vinculante, o guia da CGU esclarece as expectativas do regulador com relação aos programas de integridade, e certamente servirá como parâmetro para a análise de processos administrativos e propostas de acordos de leniência. Por isso, recomendamos que as empresas analisem com cuidado as diretrizes do guia e as comparem com seus programas de integridade para identificar eventuais adaptações necessárias. Este material tem caráter meramente informativo e não deve ser utilizado isoladamente para a tomada de decisões. Aconselhamento legal específico poderá ser prestado por um dos nossos advogados. Direitos autorais são reservados ao Mattos Muriel Kestener Advogados 5

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013]

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] PROGRAMA DE COMPLIANCE E ACORDO DE LENIÊNCIA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BELO HORIZONTE BRASÍLIA SALVADOR www.scbf.com. br SUMÁRIO A Lei Anticorrupção

Leia mais

MEMORANDO AOS CLIENTES ANTICORRUPÇÃO E COMPLIANCE FEVEREIRO/2014. Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 Lei Anticorrupção.

MEMORANDO AOS CLIENTES ANTICORRUPÇÃO E COMPLIANCE FEVEREIRO/2014. Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 Lei Anticorrupção. MEMORANDO AOS CLIENTES ANTICORRUPÇÃO E COMPLIANCE FEVEREIRO/2014 Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 Lei Anticorrupção. Entrou em vigor no dia 29 de janeiro a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013,

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 Manual Anticorrupção Versão 1 Abr/2015 SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Definições... 3 3 Compromisso e adesão... 5 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 5 Violações e Sanções Aplicáveis... 6 6 Ações

Leia mais

LEI 12.846/2013 (Lei Anticorrupção LAC)

LEI 12.846/2013 (Lei Anticorrupção LAC) 14 DE MARÇO DE 2014 LEI 12.846/2013 (Lei Anticorrupção LAC) FABIO VALGAS Chefe Regional Controladoria Regional da União no Estado do Rio de Janeiro Lei 12.846/2013 Lei Anticorrupção - LAC A Lei n.º 12.846/13

Leia mais

FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE. (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015

FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE. (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015 FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015 O PROGRAMA DE COMPLIANCE DEVE SER: - CLARO - OBJETIVO - DISPONÍVEL PALAVRAS FÁCEIS DE ENTENDER DIRETO AO PONTO RÁPIDO ACESSO

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS 1. Introdução A presente Política, aplicável à WEG S/A e todas as suas controladas, representa uma síntese das diretrizes existentes na

Leia mais

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15 Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações São Paulo, 22/09/15 Nossa Agenda 1. Preocupações atuais no ambiente corporativo 2. Gestão de riscos e controles internos 3. Terceiros

Leia mais

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 RESUMO Resumo dos princípios fundamentais A Securitas acredita num mercado livre para a prestação dos seus serviços, e num ambiente competitivo

Leia mais

ALERT. Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção

ALERT. Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção 19 de março de 2015 ALERT Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção A equipe de Compliance do Aidar SBZ Advogados permanece à disposição para esclarecimentos adicionais. Contatos:

Leia mais

COMPLIANCE NO BRASIL

COMPLIANCE NO BRASIL COMPLIANCE NO BRASIL C OMPLIANCE NO A existência de um programa de compliance demonstra comprometimento com a ética e integridade na prática de negócios O Que É Compliance Compliance, termo em inglês muito

Leia mais

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo MEDIDAS DE ÉTICA E CONDUTA 1 - A empresa se encontra em situação regular com a Fazenda Federal? A empresa deve apresentar documento

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014 A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE Agosto, 2014 Lei Anticorrupção Brasileira: Lei 12.846/2013 Aspectos Gerais: Vigência: Entrou em vigor em 29/01/2014; Será regulamentada. Objetivo: Responsabilizar

Leia mais

INTRODUÇÃO. Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS

INTRODUÇÃO. Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS INTRODUÇÃO Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS RESULTADO ANÁLISE PORTAL DE COMPLIANCE ICTS PROTIVITI DADOS COMPARATIVOS 2014 VS. 2015 AUMENTO DE 10% NA PARTICIPAÇÃO DE EMPRESAS

Leia mais

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance O Compliance e as metodologias para monitorar riscos de não conformidade 14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance 11 de novembro 2014 14 horas Agenda Os principais objetivos do nosso encontro 1.

Leia mais

DESAFIOS DO EMPRESARIADO DIANTE DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL

DESAFIOS DO EMPRESARIADO DIANTE DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL Paulo Wanick CFO / Head de Riscos & Compliance ArcelorMittal Brasil - Aços Planos Grupo ArcelorMittal: líder nos mercados mais atraentes do aço

Leia mais

Código de Conduta Ética e Compliance

Código de Conduta Ética e Compliance Construindo um programa de ética e conformidade Nalu Ribeiro Biasus Setembro 2015 Conceito e origens O QUE É COMPLIANCE? É estar em conformidade com leis e regulamentos internos e externos, aplicáveis

Leia mais

Lei da Empresa Limpa (Lei 12.846/2013) Carlos Higino Ribeiro de Alencar Secretário- ExecuGvo CONTROLADORIA- GERAL DA UNIÃO

Lei da Empresa Limpa (Lei 12.846/2013) Carlos Higino Ribeiro de Alencar Secretário- ExecuGvo CONTROLADORIA- GERAL DA UNIÃO Lei da Empresa Limpa (Lei 12.846/2013) Carlos Higino Ribeiro de Alencar Secretário- ExecuGvo CONTROLADORIA- GERAL DA UNIÃO 1º Fórum de Licitações e Contratos Administrativos do Ministério do Meio Ambiente

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO 1. OBJETIVO A Política Corporativa de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de reforçar o compromisso da empresa Via Boleto de cooperar

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO CGU SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro 70070-905 Brasília-DF cgu@cgu.gov.br

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO CGU SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro 70070-905 Brasília-DF cgu@cgu.gov.br CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO CGU SAS, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro 70070-905 Brasília-DF cgu@cgu.gov.br Valdir Moysés Simão Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União Carlos

Leia mais

CONBRAI 2015. Nome proposta. O papel da Auditoria Interna. combate à Fraude e Corrupção

CONBRAI 2015. Nome proposta. O papel da Auditoria Interna. combate à Fraude e Corrupção CONBRAI 2015 Nome proposta O papel da Auditoria Interna Nome no atual clientecenário de combate à Fraude e Corrupção Data Fernando Fleider Sócio -Diretor Alessandro Gratão Marques Executivo Líder de Auditoria

Leia mais

Decreto Federal Regulamentador da Lei Anticorrupção

Decreto Federal Regulamentador da Lei Anticorrupção Decreto Federal Regulamentador da Lei Anticorrupção Em 19 de março de 2015, foi publicado o Decreto Federal nº 8.420, de 18 de março de 2015 ( Decreto ), que regulamenta a Lei Federal nº 12.846, de 1º

Leia mais

Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF

Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF ANTONIO FONSECA Subprocurador Geral da República Coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão - Consumidor e Ordem Econômica SEMINÁRIO

Leia mais

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014 Compliance e a Valorização da Ética Brasília, outubro de 2014 Agenda 1 O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética Compliance, Sustentabilidade e Governança 2 Corporativa 2 Agenda 1 O Sistema de Gestão

Leia mais

Presidente sanciona Nova Lei Anticorrupção

Presidente sanciona Nova Lei Anticorrupção Compliance Presidente sanciona Nova Lei Anticorrupção A Presidente Dilma Rousseff sancionou, no dia 1º de agosto de 2013, a nova Lei Anticorrupção do país. A nova lei (Lei No. 12,846/2013) foi publicada

Leia mais

Política de Responsabilidade So cio Ambiental

Política de Responsabilidade So cio Ambiental Política de Responsabilidade So cio Ambiental Sumário 1. FINALIDADE:... 4 2. ABRANGÊNCIA:... 4 3. DIVULAGAÇÃO... 4 4. IMPLEMENTAÇÃO... 4 5. SUSTENTABILIDADE EM NOSSAS ATIVIDADES... 4 6. REVISÃO DA POLÍTICA...

Leia mais

programa anticorrupção

programa anticorrupção A importância de um programa anticorrupção Corrupção no mundo - percepção Corrupção no mundo - realidade Marcos anticorrupção: leis e pactos 1977 EUA 2000 OCDE 2002 ONU 2006 Inst. Ethos 2010 Reino Unido

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015 Página 1 de 7 Resumo: Estabelecer os princípios de combate à corrupção no relacionamento da Organização com os agentes da Administração Pública, seguindo as diretrizes estabelecidas na Lei nº 12.846/13

Leia mais

Compliance e a Lei Anticorrupção

Compliance e a Lei Anticorrupção Compliance e a Lei Anticorrupção 25 de Julho de 2013 Erica Sarubbi Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil O que é Compliance? 2 Definição Compliance é a prática relacionada ao cumprimento das

Leia mais

CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI. Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL

CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI. Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL Atender às exigências internacionais de combate a corrupção Estimular a prática do compliance. Ética corporativa na administração.

Leia mais

Technology and Security Risk Services. Novembro, 2003

Technology and Security Risk Services. Novembro, 2003 Technology and Security Risk Services Novembro, 2003 1. Por que escrevemos o livro? 2. Objetivo do livro 3. Conteúdo do livro 4. Dúvidas Acesso aos sites financeiros cresceu 199% em dois anos; Os sites

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

Boletim Gestão & Governança

Boletim Gestão & Governança Boletim Gestão & Governança Edição 18 Ano III Junho 2015 SAVE THE DATE Primeiro encontro de controles internos na cidade do Rio de Janeiro 24 de Setembro 2015 Aguardem a agenda do evento! Vejam nesta edição:

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO 1. OBJETIVO A Política Corporativa de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de reforçar o compromisso do Conglomerado Itaú Unibanco de cooperar

Leia mais

2014 Procedimento gestão de denúncias

2014 Procedimento gestão de denúncias 2014 Procedimento 2 Procedimento Índice 1. Premissa... 3 2.Normativa externa e interna aplicável... 3 3.Deveres e responsabilidades... 3 4. Processo... 4 5. Controle... 4 6.Comissão de denúncias... 4 7.

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS

COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS O QUE É COMPLIANCE COMPLIANCE Estar em conformidade e fazer cumprir regulamentos internos e externos CORRUPÇÃO É CONSEQUÊNCIA DA AUSÊNCIA DE

Leia mais

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E DESAFIOS Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 Agenda 1. Compliance conceito e missão 2. Atuação de Compliance nas instituições 3. Ferramentas de Compliance 4. Auditoria e Compliance

Leia mais

Indicadores Gestão da Ética

Indicadores Gestão da Ética Indicadores Gestão da Ética Identificação Segmento: Diversos Resultados Sua Pontuação: 0 Sua Avaliação: INICIANTE Descrição: A empresa utiliza muito pouco ou praticamente nenhuma ferramenta de gestão de

Leia mais

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE RELATÓRIO DE CONFORMIDADE Consta no CEIS? Não (informação checada em 10/08/2011) Empresa Nome Fantasia Siemens Ltda. Siemens CNPJ 44013159000116 A empresa é É subsidiária? De qual empresa? Porte da empresa

Leia mais

Declaração de Apoio Contínuo Amostra

Declaração de Apoio Contínuo Amostra Geral Período coberto pela sua Comunicação de Progresso (COP) De: A: Declaração de apoio continuado pelo Diretor Executivo (CEO) Forneça uma declaração do diretor executivo da sua empresa expressando apoio

Leia mais

COMPLIANCE RICARDO BREIER PRIVADO. Advogados Associados. breier.adv.br

COMPLIANCE RICARDO BREIER PRIVADO. Advogados Associados. breier.adv.br COMPLIANCE PRIVADO RICARDO BREIER Escritório Vinculado ao Conselho Consultivo do International Center of Economic Penal Studies (ICEPS), em New York. Advogados Associados breier.adv.br RICARDO BREIER Advogados

Leia mais

Lei Anticorrupção: principais aspectos e como se preparar para este novo cenário

Lei Anticorrupção: principais aspectos e como se preparar para este novo cenário Lei Anticorrupção: principais aspectos e como se preparar para este novo cenário Marcelo Leonardo Cristiano Helena Marques de Souza Fernandes Como um dos resultados do compromisso assumido pelo Brasil

Leia mais

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS A Wilson Sons, por meio deste Guia Anticorrupção, pretende disseminar os valores morais e éticos que norteiam seus diversos negócios, reiterando seu princípio de combate

Leia mais

Pesquisa: Maturidade do Compliance no Brasil

Pesquisa: Maturidade do Compliance no Brasil Pesquisa: Maturidade do Compliance no Brasil Desafio das empresas no processo de estruturação da função e programa de compliance na prevenção, na detecção e no monitoramento dos riscos Emerson Melo Sócio-diretor

Leia mais

Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção. 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA

Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção. 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA O Instituto Ethos Fundado em 1998 por um grupo de empresários Conselho Deliberativo

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015

PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015 PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO Este Manual/Relatório foi elaborado pela ATIVA com fins meramente informativos. É proibida a reprodução total ou

Leia mais

Índice de Percepção da Corrupção 2013

Índice de Percepção da Corrupção 2013 A Lei Anticorrupção A Lei Anticorrupção Um ambiente de negócios no qual empresas se relacionam com órgãos públicos e agentes do governo de forma transparente, lícita e ética é importante para o aumento

Leia mais

Programa de Compliance da CCEE

Programa de Compliance da CCEE Programa de Compliance da CCEE O que é compliance São processos e procedimentos adotados pela empresa visando detectar, prevenir e combater fraudes e infrações às leis e regulamentos, bem como assegurar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES MANUAL DE GOVERNANÇA 2015 ABA MANUAL DE GOVERNANÇA I. INTRODUÇÃO É norma e política da Associação Brasileira de Anunciantes ("ABA"), o estrito cumprimento de todas

Leia mais

Programa de Compliance

Programa de Compliance Programa de Compliance O que é compliance? Origem: to comply, tradução aproximada: conformidade Em poucas palavras significa observar determinadas normas ou comportar-se de forma a não perturbar a ordem

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA SULAMÉRICA

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA SULAMÉRICA SUL AMÉRICA S.A. COMPANHIA ABERTA DE CAPITAL AUTORIZADO CVM nº 21121 CNPJ/MF 29.978.814/0001-87 NIRE 3330003299-1 POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA SULAMÉRICA 1. Finalidade A presente Política Anticorrupção (

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER I. PROPÓSITO POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER A corrupção é proibida pelas leis de quase todas as jurisdições do mundo. A Danaher Corporation ( Danaher ) está comprometida em obedecer as leis

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 CONCEITOS... 3 4 ESTRUTURA NORMATIVA...

Leia mais

MANUAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

MANUAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1 - INTRODUÇÃO Define-se como risco de mercado a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Cooperativa, o que inclui os riscos das operações

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob

Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob 1. Sistema Sicoob A estrutura de gerenciamento do risco operacional das cooperativas do Sicoob é composta da seguinte forma: A adoção do

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Relevância das Práticas de Compliance diante da Lei Anticorrupção Brasileira. Gustavo Nascimento Fiuza Vecchietti

Relevância das Práticas de Compliance diante da Lei Anticorrupção Brasileira. Gustavo Nascimento Fiuza Vecchietti Relevância das Práticas de Compliance diante da Lei Anticorrupção Brasileira Gustavo Nascimento Fiuza Vecchietti INTRODUÇÃO CORRUPÇÃO fato social CF/1988 amplia os direitos e obrigações tanto do Estado

Leia mais

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007

A Importância do RI na Abertura de Capital. Etapas do Processo de IPO. José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 A Importância do RI na Abertura de Capital Etapas do Processo de IPO José Luiz Homem de Mello 03 de outubro de 2007 Agenda Registro Inicial de Companhia Aberta Registro de Oferta Pública de Distribuição

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco

Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco Caros Colaboradores, A Organização Bradesco busca constantemente os mais altos padrões de comportamento ético e está comprometida

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira.

Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira. Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira. Considerar o risco humano é um dos fatores primordiais quando se busca a

Leia mais

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO I. DECLARAÇÃO DA POLÍTICA A política da RGIS ( Companhia ) é conduzir as operações mundiais de forma ética e conforme as leis aplicáveis, não só nos EUA como em outros países.

Leia mais

Legislação Anticorrupção

Legislação Anticorrupção O que muda com a Lei nº 12.846/2013 e com o Decreto nº 8.420/2015 gsga.com.br São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Belo Horizonte Brasília Introdução 2 oooa partir da edição da chamada Lei Anticorrupção (Lei

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

Principais tópicos da norma NBR ISO/IEC 27001:2006

Principais tópicos da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 FACULDADE DE TECNOLOGIA DO IPIRANGA CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TIAGO GREGÓRIO DA SILVA Principais tópicos da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 SÃO PAULO 2013 Índice 1 Introdução... 3 2 Assunto

Leia mais

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD O SUCESSO DA IMCD É BASEADO NO ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE QUE PROMOVE A RESPONSABILIDADE, CONFIANÇA E O RESPEITO. IMCD Código de Conduta 3 1. Introdução O

Leia mais

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE POLÍTICA DE COMPLIANCE Revisado em Março de 2013 I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE A The Warranty Group, Inc. (corporação) e suas empresas subsidiárias têm o compromisso de realizar seus negócios de modo

Leia mais

1. Esta Política institucional de gestão de continuidade de negócios:

1. Esta Política institucional de gestão de continuidade de negócios: 1. Esta Política institucional de gestão de continuidade de negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

"FCPA e a Lei 12.846/2013 - Lei Anticorrupção" São Paulo, 05 de setembro de 2013. Fabyola Emilin Rodrigues Demarest Advogados

FCPA e a Lei 12.846/2013 - Lei Anticorrupção São Paulo, 05 de setembro de 2013. Fabyola Emilin Rodrigues Demarest Advogados "FCPA e a Lei 12.846/2013 - Lei Anticorrupção" São Paulo, 05 de setembro de 2013 Fabyola Emilin Rodrigues Demarest Advogados CORRUPÇÃO, O MALDOSÉCULO http://www.transparency.org/ http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/12/ranking-do-indice-de-percepcao-da-corrupcao-no-mundo.html

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação A Dinâmica da Terra é uma empresa onde o maior patrimônio é representado pelo seu capital intelectual. Campo de atuação: Elaboração de estudos,

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

Política Antissuborno e Anticorrupção

Política Antissuborno e Anticorrupção Política Antissuborno e Anticorrupção Agosto 2015 1 de 8 Sumário 1. Objetivo... 1 2. Âmbito de Aplicação... 1 3. Considerações Gerais... 1 4. Suborno e Pagamento de Propina... 1 5. Brindes, Presentes,

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015

Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015 Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015 Eduardo Nascimento (eduardo@morad.com.br) Antonio Carlos Morad (acmorad@morad.com.br) www.morad.com.br 2015 Outlook for Legal Issues

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Segurança da Informação BM&FBOVESPA Última revisão: maio de 2014 Uso interno Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. CONCEITOS... 3 4. ESTRUTURA NORMATIVA... 3 5. DIRETRIZES... 4 6. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

Política Antissuborno

Política Antissuborno Política Antissuborno 1 Introdução 1.1 Finalidade A finalidade desta política é assegurar que a Ebiquity e os seus colaboradores cumpram a legislação antissuborno e as melhores práticas de combate à corrupção

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Revisado em Agosto de 2015

Revisado em Agosto de 2015 Confidencial Este documento é propriedade intelectual da TWG/Virgínia, contém informações confidenciais e não deve ser lido por pessoas não autorizadas. Se você não está autorizado a lê-lo, devolva-o ao

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios:

1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: 1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob

Leia mais

A implementação da Lei Anticorrupção no Brasil

A implementação da Lei Anticorrupção no Brasil A implementação da Lei Anticorrupção no Brasil Ricardo Villas Bôas Cueva Ministro do Superior Tribunal de Justiça Encontro Brasil-Reino Unido: Gestão e Imagem da Justiça Superior Tribunal de Justiça, 18

Leia mais

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Aprovada em agosto de 2013 Lei de âmbito Federal, entrou em Vigor em janeiro de 2014, prevendo punições para as empresas que cometerem atos de Corrupção

Leia mais

Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013

Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013 Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013 FEBRABAN Arthur Lemos Jr Promotor de Justiça Lavagem de Dinheiro e de Recuperação de Ativos Compliance A LEI PROVOCA

Leia mais

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras Política Antitruste das Empresas Eletrobras Versão 1.0 19/05/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Referências... 3 4. Princípios... 4 5. Diretrizes... 4 5.1. Corrupção, Suborno & Tráfico

Leia mais