SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE INFORMÁTICA CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FELIPE LUIZ BILL SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURITIBA 2013

2 FELIPE LUIZ BILL SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Monografia apresentada à disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel. Orientador: Prof. Dr. Alexandre Reis Graeml CURITIBA

3 2013

4 TERMO DE APROVAÇÃO Sistema de gestão integrada para micro e pequenas empresas de transporte rodoviário de cargas Por Felipe Luiz Bill Esta dissertação foi apresentada às do dia XX de abril de 2013 como requisito parcial para a obtenção do título de BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. O candidato foi arguido pela Banca Examinadora composta pelos professores abaixo assinados. Após deliberação, a Banca Examinadora considerou o trabalho (aprovado, aprovado com restrições, ou reprovado) Prof. Dr. Alexandre Reis Graeml (UTFPR) Orientador Prof. Me. Fabiano Scriptore Carvalho (UTFPR) Co-orientador Prof.Me. Luiz Augusto Pelisson (UTFPR) Co-orientador Visto da coordenação: Prof.ª Dr.ª Mariângela de O. Gomes Setti Coordenadora do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação

5 Aos meus pais Eli e Márcia, pelo apoio incondicional. Aos meus irmãos Guilherme e Gustavo, pelo exemplo.

6 AGRADECIMENTOS Dentre as pessoas que cruzaram meu caminho, muitas simplesmente passaram, outras me acompanharam e me direcionaram. Certo de que o convívio com estas últimas foi determinante para a formação de meu conhecimento, e acima de tudo para a formação de minha pessoa, deixo minhas mais sinceras palavras de gratidão. Agradeço ao meu orientador o Professor Alexandre Reis Graeml pela sua dedicação e pela orientação deste trabalho. Também agradeço aos meus coorientadores, os Professores Fabiano Scriptore Carvalho e Luiz Augusto Pelisson, assim como agradeço às Professoras da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso Marília Abrahão Amaral e Mariângela Gomes Setti, e a todos os demais professores com quem convivi durante a graduação, pelo conhecimento compartilhado. A todos os meus colegas, pelas experiências divididas, em especial aos meus amigos Leandro Piekarski do Nascimento, Lucas Hauptmann de Almeida, Lucas Longen Gioppo e William Hitoshi Tsunoda Meira.

7 Em qualquer empresa, a tecnologia da informação exerce feitos poderosos sobre a vantagem competitiva, tanto no custo, quanto na diferenciação. (PORTER, Michael)

8 RESUMO BILL, Felipe. Sistema de gestão empresarial para micro e pequenas empresas de transporte rodoviário de cargas Monografia (Bacharelado em Sistema de Informação) Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, Esta pesquisa apresenta uma abordagem teórico-conceitual acerca das questões de implantação de sistemas de gestão empresarial com foco em micro e pequenas empresas de transporte rodoviário de cargas. Discute os conceitos de Enterprise Resources Planning bem como conceitos de transporte de cargas secas e fracionadas. O estudo envolveu uma pesquisa-ação em uma empresa característica desse segmento, a partir da qual se obteve subsídios para o desenvolvimento e na qual foram testadas as funcionalidades implementadas. Traz como resultado um modelo e um protótipo de um sistema de gestão empresarial para micro e pequenas empresas de transporte rodoviário de cargas. Palavras-chave: Sistema de gestão empresarial. Enterprise Resources Planning. ERP. Transporte rodoviário de cargas. Micro e pequenas empresas.

9 ABSTRACT BILL, Felipe. Enterprise resources planning system for micro and small companies of road haulage Monografia (Bacharelado em Sistemas de Informação) Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curitiba, It presents a theoretical-conceptual approach of relevant questions for the deployment an enterprise management system with focus on micro and small companies of road haulage. It discusses the concepts of Enterprise Resources Planning systems, as well as aspects of the transporting of less than full truck loads. Complemented by an action research on a typical firm of this segment, from which it received development grants and in which the features implemented were tested. As result, the study provides a model and a prototype enterprise resources planning system for micro and small companies of road haulage. Keywords: Enterprise Resources Planning. Road haulage. Micro and small companies.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Distribuição das empresas por faixa de pessoal ocupado Figura 2 - Visão funcional Figura 3 - Benefícios dos sistemas ERP ao longo do tempo Figura 4 - Evolução do transporte rodoviário de cargas Figura 5 - Cronograma previsto para o projeto Figura 6 - Cronograma efetivo do projeto Figura 7 - Modelo de processos de negócio Figura 8 - Organograma de uma empresa de transporte Figura 9 - Planilha eletrônica utilizadas na gestão dos processos Figura 10 - Sistema legado Figura 11 - Visão de casos de uso Figura 12- Detalhamento dos casos de uso do protótipo Figura 13 - Visão lógica Figura 14 - Visão de implantação Figura 15 - Visão de implementação Figura 16 - Cálculo do valor do frete Figura 17 - Projeto conceitual de dados Figura 18 - Projeto lógico de dados Figura 19 - Diagrama de transição de estados Coleta Figura 20 - Diagrama de transição de estados - CT-e Figura 21 - Diagrama de transição de estados Manifesto de viagem Figura 22 - Diagrama de transição de estados - Relação de entregas Figura 23 - Diagrama de transição de estados Fatura Figura 24 - Cadastro de clientes Figura 25 - Cadastro de CTe Figura 26 - Cadastro de CTe: cálculo do valor do frete Figura 27 - Manual de instalação: estrutura de diretórios Figura 28 - Manual de instalação: configuração do banco de dados Figura 29 - Interface gráfica do menu principal Figura 30 - Interface gráfica do menu Comercial Figura 31 - Interface gráfica do formulário de clientes Figura 32 - Interface gráfica do menu Operacional... 79

11 Figura 33 - Interface gráfica do formulário de CTe(1) Figura 34 - Interface gráfica do formulário de CTe(2) Figura 35 - Interface gráfica do formulário de emissão de CTe Figura 36 - Interface gráfica do formulário de baixa de entregas... 82

12 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Aquisições Tabela 2 - Custos referentes aos recursos humanos Tabela 3 - Composição do custo total do projeto... 37

13 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Recursos humanos Quadro 2 - Papéis/Responsáveis Quadro 3 - Partes envolvidas Quadro 4 - RQFN1 - Cadastrar clientes Quadro 5 - RQFN2 - Alterar cadastro de clientes Quadro 6 - RQFN3 - Pesquisar clientes Quadro 7 - RQFN4 - Cadastrar conhecimentos de transporte Quadro 8 - RQFN5 - Excluir conhecimentos de transporte Quadro 9 - RQFN6 - Cancelar conhecimentos de transporte Quadro 10 - RQFN7 - Baixar conhecimentos de transporte Quadro 11 - RQFN8 - Emitir conhecimentos de transporte Quadro 12 - RQFN9 - Pesquisar conhecimentos de transporte... 55

14 LISTA DE SIGLAS BI CEP CNPJ CPF CRM CT-e DACT-e DDL ER ERP ICMS IE MPEs MVC MPN MRP PU SCM SEBRAE SEFAZ SPED RG RQFN UF UML TI Business Intelligence Código de Endereçamento Postal Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas Cadastro de Pessoas Físicas Costumer Relationship Management Conhecimento de Transporte eletrônico Documento Auxiliar do CT-e Data Definition Language Entidade-Relacionamento Enterprise Resources Planning Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Inscrição Estadual micro e Pequenas Empresas Model-View-Controller Modelagem de Processos de Negócio Manufacturing Resource Planning Processo Unificado Supply Chain Management Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Secretaria da Fazenda Sistema Público de Escrituração Digital Registro Geral Requisito Funcional Unidade Federativa Unified Modeling Language Tecnologia da Informação

15 SUMÁRIO 1. Introdução Objetivo principal Objetivos específicos Justificativa Estrutura do documento Estado da arte Características e histórico dos sistemas de gestão integrada A inovação tecnológica como estratégia de competitividade O transporte rodoviário de cargas no Brasil Metodologia Concepção Elaboração Construção Transição Gestão do projeto Aquisições Tempo Recursos humanos Custos Resultados Modelo dos processos de negócio Visão Problema Ambiente Solução Arquitetura... 44

16 Visão de casos de uso Visão lógica Visão de implantação Visão de implementação Especificação Regras de negócio Requisitos Modelo de dados Modelo conceitual Modelo lógico Modelo Comportamental Interface do sistema com o usuário Resultados da implantação do sistema Considerações finais Bibliografia Glossário Apêndice A Manual de instalação Apêndice B Manual de uso... 77

17 17 1. Introdução A globalização vem exigindo cada vez mais a busca por soluções em competitividade, independentemente do segmento de mercado ou porte das organizações. Mesmo as micro e pequenas empresas (MPEs) devem ser enxergadas em escala global, pois estão dentro da cadeia de suprimentos (SCM) como prestadoras de serviços de empresas maiores. Impulsionadas pelas exigências que esse novo contexto introduziu, as organizações têm investido em inovação tecnológica como estratégia de diferenciação. Nesse sentido, os sistemas Enterprise Resources Planning (ERP) podem representar tal diferenciação, fornecendo vantagem competitiva por meio de controles mais amplos sobre os processos de negócio; bem como agilidade e confiabilidade sobre as informações, permitindo uma tomada de decisão mais rápida e inteligente (MENDES e ESCRIVÃO FILHO, 2007). Esse tipo de sistema também conhecido como sistema de gestão empresarial, ou sistema de gestão integrada teve sua origem nos setores industriais produtivos e, portanto, muitas características ligadas à manufatura persistem até hoje. Embora tais sistemas tenham aumentado sua abrangência, cobrindo quase todo tipo de segmento de mercado, isso incorreu na necessidade de customizá-los de acordo com cada tipo de negócio. Quanto maior a customização, maior é o custo de implantação, treinamento e consultoria, o que restringe o acesso de MPEs a esse tipo de solução (CAMPOS e CARVALHO, 2009). Apesar de essa abrangência-customização ser considerada um dos princípios básicos dos sistemas de gestão empresarial (HABERKORN, 2003), o número de soluções dedicadas a um único tipo de negócio tem crescido consideravelmente. Nesse sentido, no segmento de transporte e logística, em razão das particularidades de sua natureza, os sistemas de gestão empresarial especializados são considerados fundamentais para o sucesso do negócio (PELEIAS, et al., 2009).

18 18 Figura 1 - Distribuição das empresas por faixa de pessoal ocupado Fonte: LOPES, CARDOSO e PICCININI (2008) No Brasil, quanto ao porte, o setor de transporte e logística é um dos setores cuja participação mais significativa é de micro e pequenas empresas, de acordo com o exposto na Figura 1. Conforme levantamento realizado em 2005 pelo Ministério dos Transportes, havia cerca de 60 mil empresas formalizadas nesse setor (PNLT, 2007 apud LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Dessas empresas, segundo os critérios de classificação do SEBRAE, 92% são micro empresas (até 9 funcionários) e 7% são de pequeno porte - de 10 a 49 empregados (IBGE, 2005 apud LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). O desempenho do setor é muito baixo quando comparado aos níveis internacionais, tendendo a ser menor quanto menor for a empresa, em razão da falta de padronização dos processos, controle e acesso a informações (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Dentre os diversos modais de transporte (ferroviário, marítimo, aéreo, rodoviário, entre outros), no Brasil, o mais difundido é o transporte rodoviário de cargas, tendo sido responsável pela movimentação de 58% do volume de produção industrial dentro do país em 2005 (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Cabe mencionar que, nesse mesmo ano, o transporte rodoviário de cargas secas respondeu por 48,3% da receita líquida operacional do transporte (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Entende-se por cargas secas o transporte de produtos manufaturados, ensacados ou embalados. No escopo deste trabalho serão consideradas apenas as empresas que atuam sobre o modal terrestre, sendo as cargas conduzidas em veículos com baú ou carroceria, ou seja, não serão

19 19 consideradas as questões pertinentes a outros modais ou às peculiaridades do transporte rodoviário de líquidos em veículos específicos Objetivo principal Levando em consideração o contexto apresentado, este trabalho tem como objetivo geral desenvolver um sistema de gestão integrada para MPEs de transporte rodoviário de cargas secas. Dentre as delimitações principais do escopo deste trabalho, vale ressaltar que ele não se propõe a resolver problemas relacionados a outras modalidades de transporte, focando-se no modal rodoviário nacional de cargas secas; bem como não se propõe a solucionar problemas de logística integrada (quando o transportador armazena o estoque do cliente e decide quando entregar as demandas deste) Objetivos específicos São objetivos específicos deste trabalho: elaborar um modelo de processos de negócio de uma micro empresa de transporte rodoviário de cargas; desenvolver um projeto de software de um sistema de gestão empresarial, de baixo custo, voltado estritamente para o modelo de negócio definido; e implementar um protótipo com base nesse projeto, com o intuito de demonstrar sua aplicabilidade Justificativa Dado o contexto acima descrito, uma das principais motivações para a realização deste trabalho é a carência do segmento de pequenas e micro empresas de transporte por um sistema de gestão empresarial de baixo custo. Considerando que a maior parte do setor de transporte e logística no Brasil é composta por MPEs, a solução proposta por este projeto deve ter um custo condizente com a realidade

20 20 financeira desse segmento, o que não é oferecido pelos softwares encontrados no mercado atualmente. Ademais, pode-se considerar como uma motivação complementar ao desenvolvimento deste trabalho, a oportunidade de mercado que o Sistema Público de Escrituração Fiscal (SPED) criará. No final da década de 90 houve um grande impulso em direção à adoção de sistemas ERP em países como os Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, entre outros, em razão das exigências de seus governos para a declaração eletrônica de impostos (CAMPOS e CARVALHO, 2009). Em função do SPED, outro grande impulso deve ocorrer no Brasil. No setor de transporte rodoviário de cargas, o SPED será realizado por meio do Ajuste SINIEF 09/2007, que institui o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACT-e) como meios exclusivos para emissão de documentos fiscais no setor. Esse ajuste entra em vigor em Agosto de 2013 para as empresas optantes pelo Lucro Presumido e em Dezembro de 2013 para as empresas optantes pelo Simples Nacional (BRASIL, 2007) Estrutura do documento Nesta seção, são descritos os assuntos discutidos em cada capítulo deste trabalho. No Capítulo 2 Estado da arte são discutidos temas relacionados aos sistemas de gestão empresarial, inovação tecnológica, competitividade e logística e transporte no Brasil, conforme apresentados na literatura. No Capítulo 3 Metodologia são descritos os procedimentos que conduziram à realização deste trabalho. No Capítulo 4 Gestão do projeto são detalhados os aspectos relacionados aos recursos necessários à realização deste trabalho, incluindo recursos humanos, custos e prazos. No Capítulo 5 Resultados são apresentados os resultados obtidos pelo desenvolvimento deste projeto, como a especificação, modelos e diagramas.

21 21 No Capítulo 6 Considerações finais é discutida a realização dos objetivos deste trabalho, suas limitações e trabalhos futuros.

22 22 2. Estado da arte Neste capítulo são apresentados os aspectos relacionados ao tema deste trabalho, com base no referencial teórico publicado na área. Serão abordados os seguintes aspectos: características e histórico dos sistemas de gestão integrada, a inovação tecnológica como estratégia de competitividade e o transporte rodoviário de cargas no Brasil Características e histórico dos sistemas de gestão integrada Enterprise Resources Planning (ERP) - ou Sistema de Gestão Empresarial - significa organização e planejamento dos recursos, de modo a fornecer controle sobre os processos de negócio e transparência para a cadeia de suprimentos, além de permitir a tomada de decisão rápida e inteligente (PADILHA e MARINS, 2005). Considera-se que esses sistemas aumentam a integração e a confiabilidade sobre o negócio, por meio de um fluxo de informações único, respaldado por uma base de dados integrada (PADILHA e MARINS, 2005). Esses sistemas promovem o acesso às informações eliminando as barreiras àqueles que estão nos níveis hierárquicos mais altos, proporcionando confiabilidade e transparência (SANTOS, LIMA e CARVALHO, 2010). A fim de proporcionar a integração das diversas áreas funcionais de uma organização, os sistemas ERP propõe uma nova perspectiva: a visão de processos. Em detrimento da visão por departamentos, na qual cada departamento é responsável apenas pelas partes do processo de negócio que lhe competem, a visão de processos impõe que as atividades sejam enxergadas através das áreas funcionais da empresa, sendo que sua vantagem advém de uma melhor análise e controle dos workflows (fluxos produtivos) (PADILHA e MARINS, 2005). Os sistemas ERP tiveram sua origem na manufatura industrial no início da década de 1960, em função da necessidade do controle de materiais. Do controle de estoques, ao cálculo de custos e preços, surgiu o MRP (Material Requirements Planning). Por meio da inclusão de procedimentos para o planejamento da capacidade produtiva, esse sistema evoluiu para a versão MRP II, que permitia

23 23 analisar os recursos necessários à produção e os tempos das operações de manufatura, facilitando a programação produtiva (HABERKORN, 2003). O termo ERP somente foi introduzido no final da década de 1980, sendo utilizado para designar sistemas MRP II que também contemplavam os processos de negócio dos departamentos de contabilidade, finanças, vendas, distribuição, recursos humanos, dentre outros (HABERKORN, 2003). Hoje, fala-se inclusive sobre a tendência de enxergar as organizações dentro das cadeias produtivas, ligando fornecedores (Supply Chain Management) a consumidores (Customer Relationship Management) (PADILHA e MARINS, 2005). Publicações têm cada vez mais destacado a integração das empresas com as atividades de SCM e CRM (MENDES e ESCRIVÃO FILHO, 2007). A Figura 2 ilustra a organização dos módulos de um sistema de gestão integrada. Figura 2 - Visão funcional. Fonte: PADILHA e MARINS (2005)

24 24 Em razão de sua origem na área de produção industrial, os sistemas ERPs em geral ainda guardam características relacionadas à manufatura. Isso dificulta a obtenção dos seus benefícios, quando aplicado a empresas prestadoras de serviços (PELEIAS, et al., 2009). Segundo Biancolino e Riccio (2011), cerca de 70% das implantações de sistemas ERP chegam ao seu final oferecendo menos funcionalidades aos usuários do que as previstas originalmente como necessárias ao pleno atendimento do fluxo de informações das empresas. A Figura 3 mostra a relação entre o uso e os benefícios de um ERP. Figura 3 - Benefícios dos sistemas ERP ao longo do tempo Fonte: BIANCOLINO e RICCIO (2011) Essa diferença entre as potencialidades planejadas e os benefícios alcançados ocorre muitas vezes em razão da má adequação dos parâmetros do sistema ao tipo de negócio, pois as funcionalidades de um sistema ERP representam uma solução genérica que reflete uma série de considerações sobre a forma como as empresas operam em geral (PADILHA e MARINS, 2005). Embora seja considerada um dos princípios básicos dos sistemas ERP (HABERKORN, 2003), a parametrização deve ser entendida como a possibilidade

25 25 de manipular o sistema de modo a extrair informações conforme a necessidade da organização, sem a produção de código, a exemplo do que oferecem os sistemas ERP de código aberto ERP5 e Compiere (SERRANO e SARRIEGI, 2006). Parametrização pode ser enxergada como normas, políticas e processos (CONTADOR e NANINI, 2004). Em suma, deixa de ser a adequação completa do sistema ao segmento de negócio e passa a ser apenas um ajuste fino em relação às mínimas particularidades da empresa, de modo a proporcionar o pleno uso de suas potencialidades. Além do uso pleno dos sistemas de gestão integrada, o alcance da competitividade exige modificações na cultura organizacional e uma reengenharia dos processos de negócio. O conceito de competitividade associado aos sistemas ERP não advém do suposto dinamismo que o sistema proporciona e sim da cultura organizacional, de modo que o objetivo deixa de ser a simples aquisição do software e passa a ser o alinhamento estratégico do negócio para potencializar o uso da TI (CONTADOR e NANINI, 2004). Ainda sobre esse alinhamento estratégico, Silva e Pereira (2006) consideram fundamental a assimilação de novos processos, de modo a otimizar as funcionalidades da TI A inovação tecnológica como estratégia de competitividade A competitividade global exige decisões rápidas (CAMPOS e CARVALHO, 2009). Para alcançar tal competitividade, as empresas investem cada vez mais em inovação tecnológica. Todavia, antes de tratar da inovação tecnológica como diferencial estratégico, é importante caracterizar competitividade e competência. Competência pode ser definida como um conjunto de habilidades e tecnologias que permite a uma empresa oferecer determinado benefício. As competências podem ser classificadas em: flexibilidade estratégica (gerenciar riscos), competência de inovação (novos produtos e tecnologias), ou capacidade de absorção e liderança de mercado (BIANCOLINO e RICCIO, 2011). Contudo, vale salientar que, dada a disponibilização da mesma tecnologia aos concorrentes, a exemplo dos sistemas ERP, por si própria, essa não mais pode ser considerada como diferencial de competitividade da organização (BIANCOLINO e RICCIO, 2011).

26 26 Independente do setor ou porte de uma empresa, toda organização deve ser analisadas sob a perspectiva da competitividade em escala mundial (PADILHA e MARINS, 2005). Ainda que uma MPE não apresente as mesmas características de uma grande empresa, é importante salientar que a passagem de uma dimensão a outra ocorre em função de mudanças qualitativas, em detrimento das quantitativas (SILVA e PEREIRA, 2006). As micro e pequenas empresas são apenas ambientes menos complexos (BRODBECK, 2004) e seria inconsequente desconsiderar as particularidades e peculiaridades desse segmento, principalmente a característica referente à disponibilidade de recursos para investimento em tecnologia (MENDES e ESCRIVÃO FILHO, 2007). Deve-se salientar ainda outra característica própria da estrutura organizacional das MPEs, no que concerne ao número limitado de funcionários e aos diversos papéis que esses assumem (MENEZES e GUEVARA, 2010). Embora a competitividade possa ser alcançada por meio da estratégia de competição por preço, essa é considerada pouco efetiva pela maioria das empresas (CONTADOR e NANINI, 2004). Sobre a diminuição dos custos e tamanho do setor de TI, as empresas estão cada vez mais comprando pacotes ERP prontos (HOLLAND e LIGHT, 1999), como uma estratégia de terceirização do setor de TI (PADILHA e MARINS, 2005). Entretanto, considera-se que a visão distorcida da redução de custos levou a muitos insucessos em implantações de sistemas ERP (BRODBECK, 2004). Além da diminuição dos custos de TI, segundo Ozen, Basoglu e Daim (2008), são objetivos da adoção de um ERP: descentralizar a informação tornando-a disponível em tempo real; prover ferramentas tecnológicas que facilitem a gestão; criar uma base que permita o crescimento; melhorar o controle e a sinergia, identificando indicadores de desempenho dos processos; trocar informações eletronicamente; inovar para acompanhar ou ultrapassar concorrentes; Sistemas ERP são indicados para empresas em crescimento, com quadro financeiro positivo, para sustentar o alto investimento, pois o valor de retorno efetivo é previsto apenas no longo prazo (SANTOS, LIMA e CARVALHO, 2010). Somado

27 27 ao retorno de investimento em longo prazo, cabe salientar o alto custo desses sistemas, sendo o valor médio de 15 milhões de dólares, ou aproximadamente $50 dólares por usuário por mês (PADILHA e MARINS, 2005). Para contornar esse problema, os sistemas ERP de código aberto fornecem uma boa solução, abrindo novas oportunidades para MPEs (CAMPOS e CARVALHO, 2009). Todavia, a implantação bem sucedida de um ERP de código livre depende de empresas de consultoria confiáveis (SERRANO e SARRIEGI, 2006). Além disso, vale ressaltar que custos menores podem significar qualidade inferior de serviço (CAMPOS e CARVALHO, 2009). Em função do custo elevado, os sistemas ERP ficaram restritos a grandes empresas (SERRANO e SARRIEGI, 2006). Ademais, as empresas de pequeno porte costumam apresentar uma percepção incorreta sobre a relação entre o investimento em tecnologia da informação e seu retorno, pois os benefícios operacionais gerados pelos ERPs tornam-se presentes no cotidiano das empresas com maior antecedência que os benefícios gerenciais e estratégicos (BIANCOLINO e RICCIO, 2011). Os benefícios reais somente serão percebidos no longo prazo, o que leva ao não reconhecimento do ERP como uma competência capaz de gerar vantagens competitivas. Contudo, as empresas devem reconhecer que a ausência de sistemas integrados de gestão empresarial pode gerar uma desvantagem competitiva (BIANCOLINO e RICCIO, 2011). A fim de viabilizar baixos custos a esses sistemas, deve-se analisar sua composição, bem como, deve-se propor alternativas que incorram na diminuição desses valores. Segundo Padilha e Marins (2005), os custos relacionados aos sistemas ERP são de: treinamento, integração, conversão de dados, consultoria, pessoal e prazo de implantação. Quanto à integração - adequação dos parâmetros do sistema ao segmento de negócios do cliente - pode-se considerar que a estratégia de sistemas dedicados minimiza esse custo, sendo que o valor residual é devido aos ajustes finos em relação às particularidades da empresa. Um dos aspectos críticos desta etapa é a adequação das organizações aos processos contábeis definidos pela legislação vigente, sendo um dos fatores que implica no aumento dos custos da implantação do sistema (PELEIAS, TREVIZOLI, et al., 2009). Um dos pontos favoráveis à adoção de software nacional é a adequação facilitada à conformidade tributária e às restrições jurídicas (PADILHA e MARINS, 2005). Nesse

28 28 sentido, as soluções dedicadas a um único segmento de negócio podem ser mais vantajosas, pois somente é necessário adequá-las a um único conjunto de conformidades legais. Além de promover a visão de processos e a gestão integrada (funcional e hierárquica), os sistemas ERP têm apresentado tendências em termos de gestão da cadeia produtiva, apelo ao mercado de MPEs, modularização, Business Intelligence, entre outros (PADILHA e MARINS, 2005). Business Intelligence (BI) é uma expressão genérica, utilizada para designar tecnologias de exploração de dados, com aplicações que permitem às empresas a análise de correlações e tendências, e facilitam a tomada de decisão (PADILHA e MARINS, 2005). A respeito do foco nas MPEs, o principal entrave à difusão dos sistemas de gestão integrada consiste na diminuição dos custos, visto que o preço deve ser condizente com a realidade financeira dessas empresas O transporte rodoviário de cargas no Brasil Desde o início dos anos 1990, tanto nos Estados Unidos e Europa, quanto no Brasil, as empresas têm seguido a tendência de terceirizar processos de negócio que fogem de sua core competence (principal processo de negócio da organização). Essa tendência foi evidenciada pela intensa contratação de serviços de operadores logísticos (WANKE e FLEURY, 2006). Operadores logísticos, prestadores de serviços logísticos, empresas de logística contratada, ou transportadores são empresas que realizam coleta e entrega de bens de consumo produzidos por terceiros. Os transportadores eventualmente realizam processos de montagem de carga, desconsolidação, embalagem, etiquetagem, gerenciamento da cadeia de suprimentos, reposição de estoques, entre outros. No Brasil, o principal serviço prestado pelos operadores logísticos é o transporte de carga seca. Não são consideradas cargas secas: perecíveis, líquidos e granel (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). O transporte desse tipo de carga é realizado predominantemente por meio do modal rodoviário.

29 29 Figura 4 - Evolução do transporte rodoviário de cargas Fonte: LOPES, CARDOSO e PICCININI (2008) Ainda que esse segmento tenha apresentado crescimento considerável (vide Figura 4), o percentual de participação de empresas informais ainda é muito elevado, o que contribui para a falta de qualidade do setor (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Em 2005, havia cerca de 60 mil empresas formalizadas. Contudo, vale ressaltar que a participação operacional das empresas informais superou 80% da movimentação do mercado em 2003 (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Nesse sentido, não são consideradas informais apenas as empresas sem constituição jurídica, mas também aquelas que apresentam as seguintes características: baixo nível de renda, trabalho por conta própria, atraso tecnológico, ambiente precário, falta de registro contábil, entre outros (LOPES, CARDOSO e PICCININI, 2008). Dois dos principais entraves ao crescimento e melhoria da qualidade desse setor são a dificuldade de contratação e a manutenção de pessoal qualificado (WANKE e FLEURY, 2006). Isso decorre do receio de perder o controle de sua logística e, consequentemente, do nível de serviço prestado, conforme a organização expande seus negócios. Nesse sentido, o ERP pode ser utilizado de forma a suportar o crescimento, planejando e mantendo o controle e a qualidade dos processos, além de colaborar para a manutenção do conhecimento dentro da organização (WANKE e FLEURY, 2006).

Soluções de Tecnologia da Informação

Soluções de Tecnologia da Informação Soluções de Tecnologia da Informação Software Corporativo ERP ProdelExpress Diante da nossa ampla experiência como fornecedor de tecnologia, a PRODEL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO oferece aos seus clientes

Leia mais

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral 9.1 Programa do Módulo 2 Orientação a Objetos Conceitos Básicos Análise Orientada a Objetos (UML) O Processo Unificado (RUP) Processo Unificado: Visão Geral 9.2 Encaixa-se na definição geral de processo:

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga 2º Semestre / 2011 O Processo Unificado dos autores Ivar Jacobson, Grady Booch e James

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN Sistemas ERP Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Definições Sistemas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

Sem que haja um sistema informatizado (ERP), com o cadastro de todos os dados vai ser impraticável o cumprimento das novas obrigações.

Sem que haja um sistema informatizado (ERP), com o cadastro de todos os dados vai ser impraticável o cumprimento das novas obrigações. Diadema (SP), 17 de outubro de 2011. CIRCULAR Nº. 12/2011 Referente: SPED Caro(s) Diretor(es), Gerente(s) e Supervisor(es), Saudações! Como é de seu conhecimento os órgãos da administração federal e estadual

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas de Informação Prof. Gerson gerson.prando@fatec.sp.gov.br Evolução dos SI OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP)

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Evolução da TI nas Organizações Estágios de Evolução da TI nas Organizações

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

SOBRE A SOFTLOG. APRESENTAÇÃO - SoftLog LOGuinho

SOBRE A SOFTLOG. APRESENTAÇÃO - SoftLog LOGuinho SOBRE A SOFTLOG A SoftLog Tecnologia é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para empresas e instituições de diversos modais de transporte. Dentre os diversos tipos de soluções

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Professor: Adriel Ziesemer Disciplina: Engenharia de Software TRABALHO ACADÊMICO Cristian Santos - nº 45671 Guilherme

Leia mais

AUTOR(ES): IANKSAN SILVA PEREIRA, ALINE GRAZIELE CARDOSO FEITOSA, DANIELE TAMIE HAYASAKA, GABRIELA LOPES COELHO, MARIA LETICIA VIEIRA DE SOUSA

AUTOR(ES): IANKSAN SILVA PEREIRA, ALINE GRAZIELE CARDOSO FEITOSA, DANIELE TAMIE HAYASAKA, GABRIELA LOPES COELHO, MARIA LETICIA VIEIRA DE SOUSA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: TECNOLOGIA E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DA GESTÃO CONTÁBIL. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

www.sistemainfo.com.br Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Processo de transporte e logística Objetivo

www.sistemainfo.com.br Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Processo de transporte e logística Objetivo Há 20 anos desenvolvendo soluções para a gestão de transporte e logística. Agilidade, segurança e flexibilidade nos processos são os compromissos da Sistema Informática com seus clientes. Sediada em Criciúma,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação Gestão da Tecnologia da Informação A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Base de Cálculo e ICMS no DACTE - MG

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Base de Cálculo e ICMS no DACTE - MG Base de 08/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão... 4 5. Informações Complementares... 7 6. Referências...

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Palavras-chave: Gestão de qualidade, Sistema de Informação, Processo, Normas, ISO/IEC 17025

Palavras-chave: Gestão de qualidade, Sistema de Informação, Processo, Normas, ISO/IEC 17025 PROPOSTA DE MELHORIA DE QUALIDADE EM ORDENS DE SERVIÇO COM USO DE SOFTWARE APLICANDO A ISO 17025 - ESTUDO DE CASO Bruno Renato de Oliveira 1 ; Marcos Roberto Xavier Guimarães 1 ; Maxwel Silva Matos 1 ;

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal SPED Contábil e Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal SPED. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado.

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado. O., situado à Avenida Pedro Ramalho, 5700, Bairro Passaré Fortaleza-CE, através do Projeto Estratégico Sistema Integrado de Gestão Empresarial Aquisição e Implantação de ERP (Enterprise Resources Planning)

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Varejo e-commerce A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP.

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP. Cursos: Sistemas de Informação Disciplina: Administração ADM Prof. Jarbas Avaliação: Prova B1, 5º/6º semestres Data: 27/09/2010 Nome: Gabarito RA: Assinatura: Turma: 1) Segundo as afirmações a seguir,

Leia mais

Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas

Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas Os obstáculos da aplicação de TI nas pequenas empresas Ricardo Roberto de Lima UNIBRATEC-PB João Pessoa - PB ricardoricrob@hotmail.com RESUMO O referido artigo visa ilustrar, de forma prática e rápida,

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: Agosto de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES 1 1. Conceito e caracterização CONTABILIDADE GERENCIAL A Contabilidade

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS.

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Sobre o MedOne GESTÃO SIMPLIFICADA, EFICIÊNCIA GARANTIDA. Gestão simplificada, segurança

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 5: Certificado Digital e Nota

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 25/05/2015 Término das aulas: Maio de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Unified Process. Sueleni Mendez Batista. Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita

Unified Process. Sueleni Mendez Batista. Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita Unified Process Sueleni Mendez Batista Orientadora: Dra. Elisa Hatsue Moriya Huzita Processo de Desenvolvimento de Software 8O processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades e resultados

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped.

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped. Panorama da área fiscal e tributária A área fiscal no Brasil recebe constantemente mudanças e atualizações ligadas aos processos de fiscalização, tributação, contribuição, regulamentação entre outros.

Leia mais

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas Prof Valderi R. Q. Leithardt Objetivo Esta apresentação tem por objetivo mostrar tanto os benefícios como as dificuldades da implantação

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no

O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no 1.1 RATIONAL UNIFIED PROCESS (RUP) O Rational Unified Process (RUP) é um processo de desenvolvimento de software inspirado no processo que atende pelo nome de Processo Unificado (ou UP do inglês Unified

Leia mais

Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX

Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX Contrato nº xxx/201x ANEXO 1 Acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) Municípios - XXXXXX 1. Resumo Executivo Disponibilizar acesso ao estudo do BI (Business Intelligence) da CELEPAR, baseado nas

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Projetos da Receita Federal

Projetos da Receita Federal Escrituração Fiscal Digital - EFD Projetos da Receita Federal A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras

Leia mais

CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. CDSOFT Tecnologia

CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. CDSOFT Tecnologia CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. O GerConstrução é um software de Gestão Empresarial (ERP) especializado em soluções para processos e negócios da Indústria da Construção Civil.

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Alinhamento das expectativas; O por que diagnosticar; Fases do diagnóstico; Critérios de seleção para um ERP; O papel da

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr Projetos na área de TI Prof. Hélio Engholm Jr Projetos de Software Ciclo de Vida do Projeto Concepção Iniciação Encerramento Planejamento Execução e Controle Revisão Ciclo de Vida do Produto Processos

Leia mais

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente:

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente: Serviços A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e práticas

Leia mais