RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva."

Transcrição

1 RELATIVISMO MORAL CERTO E ERRADO: QUEM DECIDE? Artur Bezzi Günther e Márcia Luísa Tomazzoni Organizadores: Artur Bezzi Günther, Márcia Luísa Tomazzoni e Mateus Rocha da Silva. 1. Duração: 02 horas. 2. Recursos didáticos: data show e recurso audiovisual. 3. Justificativa: numa pesquisa realizada com estudantes do Ensino Médio, constatou-se que os alunos julgam que a moralidade é algo particular, ou seja, que cada pessoa tem a sua concepção do que é certo ou errado. Isso parece refletir uma posição amplamente difundida entre os adolescentes. Conforme a LDB, o Ensino Médio deve contribuir para a formação moral do estudante (LDB, artigo 35). A partir disto, conclui-se que é necessário o trabalho com os fundamentos da moralidade, o que comporta uma reflexão acerca das implicações de ter o relativismo como fundamento ético. 4. Objetivos: Esclarecer os possíveis fundamentos da moralidade, explicitando suas implicações teóricas e práticas. Aliado a isto, desenvolver a criticidade do estudante através do desenvolvimento de competências filosóficas. 5. Desenvolvimento da oficina: 5.1 Iniciar a oficina questionando os alunos sobre o que determina o que é certo e o que é errado. 5.2 Apresentação de um dilema moral. Como recurso audiovisual se sugere a apresentação do episódio O Tirano, do seriado House, M. D. 1. A série, que tem como pano de fundo o cotidiano de uma equipe médica, no referido episódio nos coloca diante de um complexo dilema moral, quando um ditador acusado de inúmeras mortes é internado no hospital e passa, então, a ter sua vida nas mãos dos médicos. Os médicos, 1 Série de TV norte-americana criada em 2004 por David Shore. Em nossa experiência foi utilizado o quarto episódio The Tyrant, da sexta temporada. A série está disponível nas vídeo locadoras.

2 como personagens centrais da série, retratam no episódio algumas das possíveis atitudes diante de uma situação delicada como esta. 5.3 Após a exibição do episódio evidenciar os pontos centrais, através de perguntas do gênero: Qual o dilema moral que o episódio apresenta? Quais as duas posições que estão em conflito? Como decidir o que é certo a fazer? 5.4 A partir das respostas a estas perguntas, suscitar um amplo debate acerca do dilema em questão, o qual pode ser colocado nestes termos: Será certo matar o ditador, para evitar futuras mortes de mais vítimas do seu regime? Neste caso, será justo matar um para salvar muitos? Ou será errado, uma vez que, além do impedimento legal do assassínio, os protagonistas, enquanto médicos, devem obedecer ao seu código de ética, o qual estabelece que é seu dever salvar vidas, independentemente de quem seja o paciente? 5.5 Após o debate, apresentar aos alunos as principais teses que pretendem fundamentar a moral: O que determina o que é certo e errado? 1. Cada pessoa decide o que é certo ou errado. (subjetiva) 2. Cada cultura tem a sua noção de certo e errado. (cultural) 3. As leis decidem o que é certo e errado. (constitucional) 4. Existe uma concepção objetiva de certo e errado que é válida para todas as pessoas. (objetiva) 5.6 Organização da turma em grupos, cada um ficando responsável por uma das teses acima. A tarefa de cada grupo será apresentar uma proposta de solução do dilema à luz da tese que lhe coube.

3 5.7 Uma vez a turma dividida em grupos, apresentar os argumentos 2 das quatro teses, que servirão como fundamento para a elaboração das propostas de solução do dilema moral: Subjetiva Não há qualquer juiz ou padrão de racionalidade imparcial e superior capaz de determinar o que é certo e o que é errado. Assim, o que é certo e o que é errado é relativo a cada indivíduo. Cultural A noção de certo está nos hábitos da população. Não provém de origem independente dos hábitos que possa julgá-la. Assim, o que estiver nos hábitos populares, seja o que for, está certo. Constitucional As pessoas pensam de maneiras diferentes e divergem sobre o que é certo e o que é errado. Contudo, essas pessoas vivem em sociedade, onde é necessária uma certa conduta padrão para o seu funcionamento. Assim, as leis de um país determinam o que é certo e o que é errado nesse país Objetiva Podemos apoiar os nossos juízos morais em boas razões, e podemos oferecer explicações do porquê dessas razões. Assim sendo, juízos morais não são meras opiniões, mas juízos baseados em razões válidas para todos. 5.8 Orientar os grupos na aplicação de suas respectivas teses ao dilema em questão. 5.9 Exposição dos grupos das suas soluções para o dilema Discussão da aplicação das teses e suas respectivas implicações conforme os quadros a seguir: 2 Os argumentos da tese subjetiva, cultural e objetiva foram baseados em: RACHELS, J. Elementos de filosofia moral. Gradiva: Lisboa, 2004.

4 Subjetiva Tanto Chase quanto Cameron estão corretos de acordo com seus pontos de vista. Assim, cada um deve fazer o que acha correto. Cada um decide o que é certo e o que é errado, assim, não há necessidade de levar a sério os argumentos dos outros ou de justificar as nossas próprias idéias. Desse modo, não há como decidir questões morais. Cultural Na cultura norte-americana, a qual os médicos pertencem, é ilegítimo para um médico em qualquer circunstância matar um paciente. Por outro lado, essa mesma cultura condena fortemente o genocídio que o ditador ameaçou realizar. Em uma mesma cultura podem haver normas morais conflitantes o que torna problemática a solução do dilema. Constitucional A lei não permite que os médicos sabotem os exames dos pacientes e, tampouco, permite o assassinato de pessoas nessa situação. Existe um padrão do que é certo e do que é errado dentro de um país. Contudo, países diferentes podem divergir sobre o que é certo ou errado. Logo, uma ação pode estar certa em um país e errada em outro. Objetiva Apesar de os médicos não conseguirem determinar qual a atitude correta, existe uma escolha que é a certa a ser tomada. Haverá um padrão de certo e errado válido para todas as pessoas. O problema é que em algumas situações é difícil determinar esse padrão.

5 5.11 Com base no que foi visto, conduzir os alunos a uma conclusão sobre o tema.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça B-1049 Bruxelas JUST-CIVIL-COOP@ec.europa.eu N/Ref. Ent.13561 de 25/07/2012

Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça B-1049 Bruxelas JUST-CIVIL-COOP@ec.europa.eu N/Ref. Ent.13561 de 25/07/2012 Comissão Europeia Direcção-Geral da Justiça B-1049 Bruxelas JUST-CIVIL-COOP@ec.europa.eu N/Ref. Ent.13561 de 25/07/2012 ASSUNTO: Resposta da Ordem dos Advogados de Portugal à Consulta Pública sobre Prazos

Leia mais

Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant

Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant Immanuel Kant (1724 1804) A Ética de Kant Nota Biográfica Immanuel Kant nasceu em 1724 Na cidade de Konisberg na Prússia. A sua palavra de ordem: tem a coragem de te servires do teu próprio entendimento!

Leia mais

CINE TEXTOS A OUTRA MARGEM

CINE TEXTOS A OUTRA MARGEM 1 CINE TEXTOS ```````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````````` Informação reunida e trabalhada para apoio à exibição

Leia mais

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES 1. (Unicamp 2013) A sabedoria de Sócrates, filósofo ateniense que viveu no século V a.c., encontra o seu ponto de partida

Leia mais

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PINTO 1,SIMONE P; VIANNA 2,DEISE M. 1 Programa de Pós Graduação em Ensino de Biociências e Saúde. Instituto Oswaldo Cruz. 2 Instituto de Física. Universidade

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Resumo ISSN 2316-7785 PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Stephanie Abé abe.stephanie1@gmail.com Ana Caroline Pierini karolpierini@gmail.com Luana Kuister Xavier

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 1 Suponha se que Maria estivesse conduzindo o seu veículo quando sofreu um acidente de trânsito causado por um ônibus da concessionária do serviço público

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

ESTUDO DE CASOS DE MORAL

ESTUDO DE CASOS DE MORAL Michael Sandel: Justice Series ESTUDO DE CASOS DE MORAL Avaliação de diversos casos morais a partir da análise de Michael Sandel, professor do curso de Direito em Harvard. Compilados, comentados e traduzidos

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

Proteção de dados e acesso à informação. Mario Viola

Proteção de dados e acesso à informação. Mario Viola Proteção de dados e acesso à informação Mario Viola Seminário sobre a Lei de Acesso à Informação Anvisa 06 de agosto de 2013 Leis de Acesso à Informação David Banisar - 2013 Acesso à Informação Declaração

Leia mais

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

ENTREVISTAS OBJETIVOS:

ENTREVISTAS OBJETIVOS: ENTREVISTAS 1 CONCEITO: Encontro entre duas pessoas, com vistas a que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto, utilizando-se para isto de uma conversação de natureza técnico-profissional.

Leia mais

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Novo Código de Ética Médico e Saúde do Trabalhador Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Realização: DIESAT Apoio: Fundacentro São Paulo, 22 jun 2010 Os dilemas, os sensos, os consensos,

Leia mais

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico:

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: 1 Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: Uma breve aproximação Clodoveo Ghidolin 1 Um tema de constante debate na história do direito é a caracterização e distinção entre jusnaturalismo e positivismo

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos.

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos. Consultas à Defesa Anualmente, o Departamento de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza cerca de mil atendimentos, esclarecendo dúvidas sobre uma série de assuntos e garantindo

Leia mais

COMO ENVIAR AS CONTRIBUIÇÕES?

COMO ENVIAR AS CONTRIBUIÇÕES? FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÃO AO APERFEIÇOAMENTO DO TEXTO DA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI QUE ALTERA, REVOGA E ACRESCE DISPOSITIVOS DÀ LEI Nº 8.159, DE 1991, QUE DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL

Leia mais

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES (UFU ) Segundo Jean Paul Sartre, filósofo existencialista contemporâneo, liberdade é I- escolha incondicional que o próprio homem

Leia mais

Atividades sugeridas e elaboradas pela autora

Atividades sugeridas e elaboradas pela autora Maria Helena Pires Martins Atividades sugeridas e elaboradas pela autora Caro(a) Professor(a) EU E OS OUTROS As regras da convivência Caro(a) Professor(a) Solicite à Editora Moderna o Guia dos professores

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL O presente regulamento fundamenta-se nos termos

Leia mais

POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES DE DISCUSSÕES DE CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS COM RECURSO À PLATAFORMA MOODLE PARA A PROMOÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO

POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES DE DISCUSSÕES DE CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS COM RECURSO À PLATAFORMA MOODLE PARA A PROMOÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES DE DISCUSSÕES DE CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS COM RECURSO À PLATAFORMA MOODLE PARA A PROMOÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO José Fanica Agrupamento de escolas de Romeu Correia joseffanica@hotmail.com

Leia mais

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF Disseminadores de Educação Fiscal Regulamento do Curso Escola de Administração Fazendária ESAF REGULAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Escola de Administração Fazendária ESAF

Leia mais

RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015

RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015 RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015 Recomenda a criação, o funcionamento e a participação dos médicos nos Comitês de Bioética. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268,

Leia mais

CONGRESSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA SESC 2015 VERTENTES PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA

CONGRESSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA SESC 2015 VERTENTES PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA CONGRESSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA SESC 2015 VERTENTES PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA EDITAL O Sesc Unidade Barra Mansa, torna público o Edital referente ao Congresso de Educação Física Sesc 2015,

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO FALANDO SOBRE NEXO EPIDEMIOLOGICO Um dos objetivos do CPNEWS é tratar de assuntos da área de Segurança e Medicina do Trabalho de forma simples de tal forma que seja possível a qualquer pessoa compreender

Leia mais

Relação Médico Paciente: Segurança e risco

Relação Médico Paciente: Segurança e risco Relação Médico Paciente: Segurança e risco Tão importante quanto conhecer a doença que o homem tem, é conhecer o homem que tem a doença. (Osler) Conselheiro Fábio Augusto de Castro Guerra Vice-Presidente

Leia mais

IV - APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO 2012.50.01.001991-0

IV - APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO 2012.50.01.001991-0 Nº CNJ : 0001991-31.2012.4.02.5001 RELATORA : JUÍZA FEDERAL CONVOCADA CARMEN SILVIA LIMA DE ARRUDA APELANTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - ESPÍRITO SANTO ADVOGADOS : LUIS ROBERTO BARROSO E OUTROS APELADO

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira

Murillo Lo Visco 1 Editora Ferreira Olá pessoal! Sabemos que se aproxima a prova do concurso destinado a selecionar candidatos para provimento de vagas no cargo de Fiscal de Rendas de 3ª Categoria, do quadro da Secretaria de Estado de Fazenda

Leia mais

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões:

DIREITOS FUNDAMENTAIS. Exame - 16.06.2015. Turma: Dia. Responda, sucintamente, às seguintes questões: DIREITOS FUNDAMENTAIS Exame - 16.06.2015 Turma: Dia I Responda, sucintamente, às seguintes questões: 1. Explicite o sentido, mas também as consequências práticas, em termos de densidade do controlo judicial,

Leia mais

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS CAPÍTULO 1. Atividade 1 Ligando as ideias Pág.: 5 O documento "Declaração sobre o ambiente humano" está disponível na Biblioteca Virtual da Acesse esse documento e, após realizar uma leitura atenta, identifique

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº 1.316.149 - SP (2012/0059884-0) RELATOR : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO EMBARGANTE : ÁFRICA SÃO PAULO PUBLICIDADE LTDA ADVOGADOS : ANDRÉ LUIZ SOUZA DA SILVEIRA RODRIGO

Leia mais

A partir desta posição compromissória da Constituição de 1988, a efetividade dos direitos sociais fica submetida a uma miríade de obstáculos, a saber:

A partir desta posição compromissória da Constituição de 1988, a efetividade dos direitos sociais fica submetida a uma miríade de obstáculos, a saber: Posição Compromissória da CRFB e a Doutrina da Efetividade A partir desta posição compromissória da Constituição de 1988, a efetividade dos direitos sociais fica submetida a uma miríade de obstáculos,

Leia mais

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A MODALIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS: DENUNCIAÇÃO DA LIDE

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A MODALIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS: DENUNCIAÇÃO DA LIDE II ANAIS DO CURSO DE EXTENSÃO EM TEORIA DO DIREITO: A Tríplice perspectiva do Direito e a relação teórica, prática e ética. Cáceres: Unemat Editora, Vol.1. n. 01 (2013). ISSN 2317-3478 ASPECTOS IMPORTANTES

Leia mais

Tipos de Conhecimento

Tipos de Conhecimento Conhecer = incorporação de um conceito novo ou original sobre algo (fato ou fenômeno) CONHECIMENTO surge: de experiências acumuladas na vida cotidiana; de relacionamento interpessoais; de outros instrumentos

Leia mais

Projeto - Campanha de Trânsito: tenha atitudes solidárias para ir longe

Projeto - Campanha de Trânsito: tenha atitudes solidárias para ir longe Projeto - Campanha de Trânsito: tenha atitudes solidárias para ir longe Tema: Campanha de Trânsito Público alvo: O projeto é destinado a alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais (6º ao 9º ano). Justificativa

Leia mais

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009)

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) Consulta nº 159.756/08 Assuntos: - Filmagem em interior de UTI. - Legalidade de contratação de médicos plantonistas como pessoa jurídica.

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ÉTICA Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ÉTICA Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular ÉTICA Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Marketing e Publicidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPB0178 QUEBRA DO SIGILO PROFISSIONAL EM CASOS DE PEDOFILIA GABRIELE

Leia mais

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Conselho de Arbitragem RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Abril /2013 1 / 4 1. INTRODUÇÃO O Futebol evolui consideravelmente nos últimos anos e a competitividade

Leia mais

DATA: VALOR: 20 PONTOS NOME COMPLETO:

DATA: VALOR: 20 PONTOS NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: VALOR: 20 PONTOS NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 2ªEM TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Esta prova contém 05 questões

Leia mais

Desenvolver de forma crítica e consciente a habilidade do aluno para aplicar os métodos jurídicos de interpretação das normas jurídicas.

Desenvolver de forma crítica e consciente a habilidade do aluno para aplicar os métodos jurídicos de interpretação das normas jurídicas. 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-08 PERÍODO:2º CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: Hermenêutica Jurídica. NOME DO CURSO: Direito. 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Principais

Leia mais

Workshop Trabalhar e Avaliar Competências

Workshop Trabalhar e Avaliar Competências Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz Escola EB 2º e 3º Ciclos Dr. João de Barros 12 e 17 de Maio 2006 Workshop Trabalhar e Avaliar Competências Maria de Lurdes Santos Gonçalves mgoncalves@dte.ua.pt

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO Projetos de orientação educacional Conforme foi caracterizado, o plano anual de ação estabelece as linhas globais da Orientação Educacional para um dado ano e é caracterizado

Leia mais

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo

GUIA DO FORMANDO. Ética e Deontologia Profissional do Psicólogo GUIA DO FORMANDO Índice Enquadramento... pág. 3 Descrição do Curso... Destinatários... Objetivos de aprendizagem... Estrutura e Duração do Curso... Autor... Metodologia Pedagógica... Avaliação e Certificação...

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia I Natureza Humana * Qual a natureza humana? Ou seja, qual é a ontologia humana? - Uma teoria da natureza humana busca especificar

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

JUSNATURALISMO APLICADO À SENTENÇA DE CASO CONCRETO

JUSNATURALISMO APLICADO À SENTENÇA DE CASO CONCRETO 1 JUSNATURALISMO APLICADO À SENTENÇA DE CASO CONCRETO PEQUENO, L.T.; TREVISAN, A.F. Resumo: A partir de uma ação de indenização por danos morais e proibição de exibição de vídeo via internet movida por

Leia mais

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

PARECER CREMEC nº 31/2008 29/09/2008

PARECER CREMEC nº 31/2008 29/09/2008 1 PARECER CREMEC nº 31/2008 29/09/2008 PROC. CONSULTA Nº 006337 INTERESSADO: LUCAS RAMÃO DOS SANTOS LOPES - DIRETOR DO HOSPITAL GERAL - CMNE 10ª RM REFERENTE: OBRIGATORIEDADE DE COMPARECIMENTO DE OFICIAIS

Leia mais

Prevenção na Escola. 1. Eu não ajo com violência física ou psicológica (Bullying/Cyberbullying).

Prevenção na Escola. 1. Eu não ajo com violência física ou psicológica (Bullying/Cyberbullying). Prevenção na Escola Na verdade, através da prevenção realizada continuadamente na EAL, cada aluno/a, cada professor/a e cada mãe ou pai (1ª reunião de pais/website/anuário) sabe do que se trata, quando

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal AÇÃO CÍVEL ORIGINÁRIA 2.479 RIO DE JANEIRO RELATOR AUTOR(A/S)(ES) PROC.(A/S)(ES) RÉU(É)(S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. ROBERTO BARROSO :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA :MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1

DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1 DECLARAÇÃO DE BUENOS AIRES (2012) 1 Sobre a atuação dos Juízes e Poderes Judiciários Iberoamericanos relativamente à informação, à participação pública e ao acesso à justiça em matéria de meio ambiente

Leia mais

Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião LÍNGUA PORTUGUESA

Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião LÍNGUA PORTUGUESA 2 Aula 28.2 Conteúdos: A estrutura de construção de um texto argumentativo Características do gênero Artigo de opinião 3 Habilidades: Apreender a estruturação de um Artigo de opinião 4 Artigo de opinião

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

O trabalho de pesquisa é a procura de respostas para algum problema pela aplicação de métodos científicos.

O trabalho de pesquisa é a procura de respostas para algum problema pela aplicação de métodos científicos. 1 Manual de TCC O Trabalho de Conclusão de Curso, como o próprio nome indica, deve ser apresentado pelos alunos no final do curso de graduação. Trata-se de um estudo sobre um tema específico ligado a área

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA Camila Nicola Boeri Universidade de Aveiro Portugal camilaboeri@hotmail.com Márcio Tadeu Vione IFMT - Campus Parecis - MT mtvione@gmail.com

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO:

ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO: Rede7 Mestrado em Ensino do Inglês e Francês no Ensino Básico ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO: DESENVOLVIMENTO MORAL Aspectos gerais Definição de moralidade Perspectiva psicológica da moralidade Desenvolvimento

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP

Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Código de Ética para Psicólogos de acordo com a FEAP Federação Europeia de Associações de Psicólogos Código Geral de Ética Aceite pela Assembleia Geral, Atenas, 1 Julho 1995. 1. Preâmbulo. Os Psicólogos

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

EVENTO 2º GRAU STJ PROCESSO. 100 SM R$ 8 mil REsp 740.968 injustificado de vôo. Revista íntima abusiva Não há dano 50 SM REsp 856.

EVENTO 2º GRAU STJ PROCESSO. 100 SM R$ 8 mil REsp 740.968 injustificado de vôo. Revista íntima abusiva Não há dano 50 SM REsp 856. STJ BUSCA PARÂMETROS PARA UNIFORMIZAR VALORES DE DANOS MORAIS [fonte: http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=93679] EVENTO 2º GRAU STJ PROCESSO Recusa em cobrir R$

Leia mais

Projeto recuperação paralela Escola Otávio

Projeto recuperação paralela Escola Otávio Projeto recuperação paralela Escola Otávio Público alvo: alunos com dificuldade ou defasagem de aprendizagem do Ensino Fundamental do 3º ano acima que estudam na Escola Otávio Gonçalves Gomes. Duração:

Leia mais

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA PROPOSTAS

Leia mais

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania

PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania 2010 PROJETO CHICO MENDES: Ciclos da vida: ambiente, saúde e cidadania Mogi Guaçu/SP PROJETO CHICO MENDES CICLOS DA VIDA: AMBIENTE, SAÚDE E CIDADANIA Equipe FMPFM Prof. Ms. Glauco Rogério Ferreira Desenvolvimento

Leia mais

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE RETROATIVIDADE DA LEI QUE NÃO MAIS CONSIDERA O FATO COMO CRIMINOSO ART. 107, III ABOLITIO CRIMINIS O CRIME É APAGADO CONSIDERA-SE INEXISTENTE PRESCRIÇÃO ART. 107, IV CP PRESCRIÇÃO LIMITAÇÃO TEMPORAL DO

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil)

Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil) Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil) Revisado em Novembro de 2009. 1. Apresentação O FBN Brasil (The Family Business Network Brasil), cuja

Leia mais

Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética!

Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética! Mudanças Climáticas: Um (Grande) Desafio Para A Ética! Mariana Marques * A comunidade científica concorda, por consenso esmagador, que as mudanças climáticas são reais. Os gases do efeito estufa aumentaram

Leia mais

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ

MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES: PROJETO BLITZ DA PAZ

Leia mais

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal

Ambos os recursos de estrito direito têm a sua causa de pedir prevista na Constituição Federal Interposição: perante o órgão prolator da decisão Recurso Especial Nomenclatura: REsp Competência: Superior Tribunal de Justiça STJ Prazo para interposição 15 dias; Recurso Extraordinário Nomenclatura:

Leia mais

PRINCIPAIS JULGAMENTOS DE 2015 STF E STJ DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL

PRINCIPAIS JULGAMENTOS DE 2015 STF E STJ DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL PRINCIPAIS JULGAMENTOS DE 2015 STF E STJ DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL Olá amigos do Sabermaisdireito.com, Segue os principais julgamentos sobre Direito Penal e Processo Penal dos Tribunais Superiores

Leia mais

25 pontos práticos. para educar seus filhos. www.ocristianismoprimitivo.com

25 pontos práticos. para educar seus filhos. www.ocristianismoprimitivo.com 25 pontos práticos para educar seus filhos www.ocristianismoprimitivo.com Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6 1 Pelo seu exemplo,

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

Revista Jurídica Digital. ISSN 2182-6242 Ano 2 N.º 03 Fevereiro 2015

Revista Jurídica Digital. ISSN 2182-6242 Ano 2 N.º 03 Fevereiro 2015 Data enia Revista Jurídica Digital ISSN 2182-6242 Ano 2 N.º 03 Fevereiro 2015 Revista Jurídica Digital Publicação gratuita em formato digital Periodicidade semestral ISSN 2182-8242 Ano 2 N.º 03 Publicado

Leia mais

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1 Código de Conduta Código de Conduta Schindler 1 2 Código de Conduta Schindler Código de Conduta da Schindler Os colaboradores do Grupo Schindler no mundo inteiro devem manter o mais alto padrão de conduta

Leia mais

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal

Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Direito Civil Dr. Márcio André Lopes Cavalcante Juiz Federal Escola Brasileira de Ensino Jurídico na Internet (EBEJI). Todos os direitos reservados. 1 Principais julgados do 1 o Semestre de 2013 Julgados

Leia mais

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da 1 SUGESTÕES PARA UMA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO COMITÊ DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (CPCOM), REUNIÃO DE 30 DE MARÇO DE 2011 Redesenhado a partir da Constituição

Leia mais