ÍNDICE. janeiro-fevereiro/2015 3

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3 ÍNDICE 06 ALEC orienta e discute a NR18 no setor de andaimes 08 ALEC apoia a Fundação Fé e Alegria Em foco Nove dúvidas sobre o INSS que tiram o sono de empreendedores Presidente faz balanço sobre 2014 e fala sobre perspectivas para 2015 Prazo para elevadores de obras adequarem-se à NR18 termina em maio Planejamento e segurança em obras de demolição Como diminuir a inadimplência em sua empresa Notícias do mercado Fique por dentro Pesquisa de mercado: Para onde o vento sopra? Cursos, feiras e novos associados janeiro-fevereiro/2015 3

4 EDITORIAL Prezados Associados, Estamos entregando a primeira edição da revista Rental News com várias novidades que agitarão ainda mais o mercado. Conforme já amplamente divulgado pela mídia, o Brasil terá em 2015 um ano de ajustes na economia para viabilizar novos investimentos. Assim, esperamos que a grande engrenagem brasileira comece a movimentar-se com velocidade maior. O mercado atual está em posição de espera, aguardando a implantação das medidas econômicas e os resultados positivos almejados por todos. Para nós, locadores de equipamentos, é um momento de reflexão. Temos que fazer a nossa parte, procurando, a cada dia, aumentar a união das empresas associadas. O segmento de rental tem em 2015 a grande oportunidade de continuar crescendo, como vem ocorrendo nos últimos anos. O assunto Petrobras está provocando a suspensão da concessão de créditos para as empreiteiras envolvidas. Em paralelo ocorre a tentativa de venda de ativos para o restabelecimento do equilíbrio financeiro. Isto pode provocar uma mudança no cenário das empresas que hoje prestam serviços no segmento de construção civil, com a possível entrada de empresas estrangeiras. A ALEC está desenvolvendo, com o Sinduscon-SP, os eventos Capacitação de Mestres de Obras para apresentação de novas tecnologias e experiências de aplicação disponíveis no mercado. Estes eventos acontecerão nas datas das edições do ALUGAR Regional e no ALUGAR Brasil/FELOC Expo Rental Caso ocorram menos lançamentos imobiliários, como a mídia está anunciando, em função do alto estoque de unidades, haverá um aumento do consumo de equipamentos destinados às reformas. Existe uma demanda natural, que nós, locadores, atendemos. As empresas associadas à ALEC precisam continuar o trabalho forte que estão realizando, organizando e profissionalizando nosso segmento. A união das locadoras vai colaborar para que todos possam vencer os desafios de Todas as diretorias e gerências regionais da ALEC têm um papel fundamental no aumento do associativismo em suas regiões para que todas as locadoras associem-se a ALEC e possam prosperar. Um grande Nós merecemos! Forjaz 4 janeiro-fevereiro/2015

5 A Revista RENTAL NEWS é um informativo bimestral exclusivo da ALEC distribuído para seus associados e locadoras do Brasil. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS LOCADORES DE EQUIPAMENTOS E BENS MÓVEIS Associação Brasileira dos Locadores de Equipamentos e Bens Móveis Avenida Mandaqui, 67 - Bairro do Limão São Paulo - SP - Tel: Gerente Executivo: Adalberto Cruz Filho - Marketing: Allan Sicsic - Financeiro: Mirian Borges - DESEMPENADEIRA ELÉTRICA Ideal para complementar a alta produtividade em sistemas de projeção mecanizada. GESTÃO 2014/2015 Diretoria Executiva Presidente - Fernando Augusto L. de Moraes Forjaz (Formeq Rental) Vice-Presidente - Expedito Eloel Arena (Casa do Construtor - Rio Claro) Diretor Tesoureiro - Armando Nassiff (Trimak) Diretor Secretário - Francisco Maciel (Casa do Construtor - São Paulo) RENDIMENTO Conselho Consultivo Presidente do Conselho - Durval C. Gasparetti 1º Vice-Presidente do Conselho - Expedito Eloel Arena 1º Conselheiro - Rui Manuel Ventura do Rosário e Silva 2º Conselheiro - Adilson Vicari 3º Conselheiro - Gilson Macedo Santana 4º Conselheiro - Euclides Carvalho Diretoria/Gerência Regional Diretor Regional - S. J. Rio Preto/SP - Carlos Cezar Galvão Teixeira Diretor Regional - Bauru/SP - Arlindo Kano Diretor Regional - Baixada Santista/SP - Claudio Campana Rodrigues Diretor Regional - Sorocaba/SP - Sidnei Xavier dos Santos Gerente Regional - Sorocaba/SP - Milton Reis Barbosa Diretor Regional - Rio de Janeiro - Sebastião Lucas Rentes Diretor Regional - Vale do Paraíba/SP - Talita de Oliveira Gerente Regional - Vale do Paraíba/SP - Vânia Seixas Gerente Regional PTA - Vale do Paraíba/SP - Luiz Fernando Diretoria Distrital Diretor Distrital - Zona Leste/SP - Paulo Chiomento Diretoria Setorial Diretor de Balancins - Ronaldo Max Ertel Diretor de Canteiro de Obras - Élvio Luiz Lorieri Diretor de Equipamentos - Everton Ferreira de Almeida Diretores de Estruturas Tubulares - Renato Caetano Nunes/ Hamilton Diniz Abdala Diretor de Fabricantes de Equipamentos de Energia Portátil e Compactação - Fernando Groba Diretor de Ferramentas Elétricas - Márcio Rodrigues Diretor de Gruas - Paulo M. A. Carvalho Diretor de Plataformas Aéreas - Miguel B. Almeida Diretor de Projetores e Misturadores de Argamassa - Stefan Lindenhayn Diretor de Fabricantes de Equipamentos p/ Concreto - Marcelo Emmerich Redação, Edição e Produção Gráfica Multifoco Comunicação e Marketing Tel.: Jornalista responsável: Marot Gandolfi (MTB ) Tiragem: Periodicidade: bimestral Edição: janeiro/fevereiro de 2015 As informações contidas nos anúncios são de inteira responsabilidade das empresas. Os artigos são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião da Associação. Muito mais qualidade para todos os tipos de revestimento. Produz até 80m²/h*. Graças à possibilidade de ajustar a velocidade de rotação, este equipamento satisfaz os requisitos de qualquer tipo de trabalho, adaptando assim às exigências do operador. *Dependendo do tipo de material. Menegotti Indústrias Metalúrgicas Ltda. Fone: Fax: janeiro-fevereiro/2015 5

6 ALEC ORIENTA E DISCUTE A NR18 NO SETOR DE ANDAIMES A NR18 tem como objetivo regulamentar o setor de andaime, mostrando a locadores e fabricantes o melhor caminho na busca de qualidade e segurança. A ALEC orienta os locadores a seguir a NR18 e alugar sempre o conjunto completo, que é composto por escadas metálicas para acesso à torre, piso antiderrapante, guarda-corpo para proteção lateral, diagonais de travamento e, se o piso não for plano, deve ter sapata para fazer o nivelamento. Para esclarecer dúvidas e discutir o tema, a Rental News conversou com Hamilton Diniz Abdala, Diretor de Estruturas da ALEC e CEO da Andmax, e com Marco José Lozilla, Gerente Comercial da Metalpama. Nos últimos anos foram feitas várias alterações nas normas regulamentadoras, especialmente na NR18. Como essas mudanças melhoraram a qualidade dos andaimes e como os fabricantes destes equipamentos estão contribuindo para avanços na NR18? HAMILTON: Participamos de diversas reuniões no CPR e Ministério do Trabalho, junto com o Sinduscon, sugerindo alterações e melhorias na qualidade, preservando a segurança e durabilidade dos andaimes. Essas normas passam por revisões, sofrendo constantes alterações. Isso não gera incertezas no mercado? HAMILTON: Sim, infelizmente as primeiras alterações feitas não tiveram a participação dos fabricantes e locadores. Por isso, algumas exigências na norma não contribuíram para a melhoria e qualidade do produto. Normas que foram retiradas posteriormente. Pode ocorrer de o cliente adquirir um andaime e, depois de um tempo, estar fora da norma? HAMILTON: Sim, algumas empresas ainda comercializam andaimes fora da norma. No caso da Andmax, nossos produtos são vendidos atendendo, na íntegra, a norma em vigor. 6 janeiro-fevereiro/2015

7 Para fabricante, norma melhora qualidade e segurança no processo de fabricação dos andaimes. Quais cuidados o locador deve ter para conseguir, preservando a segurança, elevar a vida útil do andaime? Qual a maneira correta de armazenamento e manutenção? HAMILTON: No caso do armazenamento, depende do espaço físico de cada locador. O ideal é que não seja exposto a áreas descobertas, evitando, assim, as corrosões. Em relação à manutenção, devemos nos preocupar em jatear os andaimes na devolução, retirando todas as sujeiras. E também repintar, por imersão, sempre que houver necessidade, evitando a corrosão interna do tubo. O locador precisa ter um responsável técnico para executar a manutenção correta dos seus andaimes? HAMILTON: Aconselho que um profissional seja responsável técnico pela manutenção e fabricação dos andaimes. Existe algum dado onde podemos estimar a vida útil de um andaime? HAMILTON: Não há estudos concretos sobre essa estimativa. Mas isso certamente irá variar de acordo com a manutenção, utilização e fatores climáticos onde os andaimes estarão expostos. Ainda tem muito andaime com os locadores que não atende a NR18. O custo para adequar esses andaimes é muito elevado? HAMILTON: A Andmax foi pioneira na adequação da norma. Trabalhamos com uma margem de lucro muito pequena para os componentes que adequarão os andaimes. Constantes alterações na norma regulamentadora, realizadas nos últimos anos, melhoraram a qualidade do produto e, com o envolvimento de fabricantes na discussão do tema, o resultado vem sendo bastante positivo. Para Marco José Lozilla, Gerente Comercial da Metalpama, os fabricantes de andaimes, com essas alterações, buscam alinhar o fornecimento de produtos, nos quesitos qualidade e segurança, visando uma melhoria no processo de fabricação e da matériaprima utilizada. As frequentes revisões da NR18 geram incertezas no mercado. Lozilla alerta para a necessidade de sempre se verificar a data de fabricação dos andaimes, pois ela deve estar compatível com a data das determinações da norma da época. Lozilla chama a atenção também para a importância da manutenção dos andaimes. A avaliação e verificação dos andaimes, que necessitam de reformas, deve ser feita apenas por um responsável técnico. Qualquer reparo, em uma peça já utilizada, em hipótese alguma, deve ter alterada as condições de construção da peça, prevista em norma. Não há dados concretos sobre a vida útil de um andaime, mas Lozilla estima que 60 meses, a partir da data de fabricação, é um bom parâmetro. Desde que os andaimes não tenham sofrido qualquer alteração a partir da data de sua fabricação. Qual a recomendação dos fabricantes para quem quer iniciar uma locadora ou já tem uma e quer entrar na linha de andaimes? Quais cuidados se deve ter? HAMILTON: Adquirir andaimes de empresas estabelecidas e bem conceituadas no mercado. Não comprar andaimes fora da norma, pois há o custo de adequar esses andaimes futuramente. Fazer uma boa manutenção, aumentando a vida útil desses andaimes. E, por fim, comprar os acessórios de segurança que compõem os andaimes. Marco José Lozilla, Gerente Comercial da Metalpama janeiro-fevereiro/2015 7

8 AÇÃO SOCIAL ALEC apoia a Fundação Fé e Alegria Fé e Alegria é um Movimento Internacional de Educação Popular Integral e Promoção Social, baseado nos valores de justiça, liberdade, participação, fraternidade, respeito à diversidade e solidariedade, dirigido à população empobrecida e excluída, para contribuir com a transformação das sociedades. O empenho de Fé e Alegria é proporcionar uma educação de qualidade para crianças, adolescentes, jovens e adultos. Para isso, instala nas áreas marginalizadas centros de educação e promoção social, que oferecem, conforme os anseios das comunidades locais, programas de educação formal, educação não-formal e educação comunitária. Fé e Alegria conta com a comunidade local para a identificação das necessidades e prioridades locais e o estabelecimento de convênios com governos municipais e estaduais, busca financiamento de pessoas, empresas e instituições, nacionais e estrangeiras. Fé e Alegria baseia-se na convicção de que a educação é um direito de todas as pessoas, sendo sempre um bem público, embora de iniciativa particular. A proposta pedagógica de Fé e Alegria centra-se na pessoa como primeira interessada e construtora do seu desenvolvimento integral. Inspira-se na Pedagogia Inaciana, tal como é apresentada pelos Jesuítas, nos aportes da Educação Popular e em outros enfoques psicopedagógicos que podem favorecer a consecução da meta proposta. Procura a formação das pessoas em todas as suas dimensões, através dos valores baseados na fé cristã. Esta impulsiona Fé e Alegria, através do diálogo ecumênico e inter-religioso, a reconhecer as sementes de verdade presentes nas diversas expressões religiosas e estabelecer com estas intercâmbio e ação conjunta. Fé e Alegria nasceu no bairro popular de Cátia, em Caracas (Venezuela), onde o jesuíta, Pe. José María Velaz (foto) e estudantes da universidade jesuíta UCAB (Universidade Católica Andrés Bello), costumavam prestar serviços de assistência social aos moradores. Indagado sobre a maior necessidade no bairro, o pedreiro Abraham Reyes logo apontou: escola para as crianças! Nove anos depois de iniciado, o movimento, patrocinado pela Companhia de Jesus, começou a ser assumido pelos jesuítas de outros países da América Latina, que passaram a motivar congregações religiosas a assumirem centros educativos nas áreas marginalizadas. No Brasil, o trabalho da instituição inicia-se a partir de uma creche em Mauá (São Paulo), criada por lideranças leigas que haviam conhecido esse trabalho na América Central. Estatísticas de Fé e Alegria Brasil, em 2014, apontam sua presença em 21 municípios de 16 estados, em benefício de cerca de 21 mil participantes, através da ação educativa e social de 618 colaboradores. Pessoa física pode realizar doações diretamente pelo site da instituição fazendo parte do programa Amigos da Educação Popular. Empresas podem apoiar o trabalho da Fundação por meio de doações, parcerias, participando do programa de voluntariado, revertendo parte de seu imposto de renda para financiamento de projetos incentivados, entre outros. Mais informações podem ser solicitadas através do ou pelo telefone janeiro-fevereiro/2015

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10 EM FOCO Andmax oferece solução para armazéns frigorificados Presente em mais uma grande obra, a empresa oferece solução com qualidade e eficiência. Atendendo empresas do setor de armazéns gerais frigorificados sem interferir na rotina de trabalho, a Andmax projetou estrutura em Andaime Multidirecional para reforço das vigas pré-moldadas que sofriam cargas excessivas Clipper C13 Norton corta asfalto e concreto Máquina compacta, econômica e ergonômica, a Clipper C13 da Norton corta concreto e asfalto a seco ou refrigerado. Seu corte preciso, reto e rápido oferece vibração reduzida graças ao seu chassi robusto. De fácil manutenção e manuseio, a remoção dos discos diamantados não oferece dificuldades aos operadores. Tem seletor manual para controle de profundidade Manipulador de 17m MT-X 1740 Estoque de máquinas e peças a pronta entrega e rede de distribuição nacional com pós-venda qualificado. Conheça o manipulador de 17m, MT-X 1740, best seller da Manitou, referência e pioneiro na venda de manipuladores telescópicos no Brasil Software de gestão empresarial PrimeStart é um software de gestão empresarial (ERP) que permite o controle de todos os processos relacionados à locação de equipamentos para construção civil, possibilitando a composição de orçamentos, controle de saída e devolução dos equipamentos, controle do faturamento, geração de relatórios e muito mais janeiro-fevereiro/2015

11 EM FOCO Software para gestão de locadoras São 23 anos de muito trabalho, transparência e comprometimento com o mercado de locação que fazem da Sisloc referência em software para gestão de locadoras Rosqueadeiras e furadeiras Na ROTHENBERGER você encontra as melhores rosqueadeiras e furadeiras com base magnética do mercado montadas e fabricadas na Europa (Alemanha e Espanha) Soluções para segmentos da construção A Terex Corporation é um fabricante global de uma ampla diversidade de equipamentos, que se concentra em entregar soluções voltadas para clientes dos segmentos de construção, infraestrutura, expedição, portos, mineração, refinaria, energia, serviços públicos e de fabricação. É detentora das marcas Genie, Powerscreen e Demag Linha de ferramentas diamantadas A linha de ferramentas diamantadas Eco Flex da Dec Superabrasivos proporciona maior rentabilidade para o locador, para o revendedor e para o usuário final, pois combina alto desempenho com baixo custo janeiro-fevereiro/

12 EM FOCO Energia segura Com amplas possibilidades de uso graças a sua mobilidade e robustez, o gerador Emit E9500G-E é excelente opção como fonte standby ou para locação. À gasolina e com start elétrico, entrega até 7,5 kva, monofásica, em 110 ou 220v. Tem proteção contra sobrecarga e falta de óleo Lavadora e secadora de pisos Kärcher BD530 Adaptável a qualquer superfície, a lavadora e secadora de pisos BD530 Kärcher executa estas atividades em uma única operação de maneira automática. Seu poderoso sistema de sucção de água suja possibilita a limpeza de áreas movimentadas sem isolar o perímetro ou bloquear a circulação de pessoas Equipamentos para o mercado de locação A Kawashima possui diversos equipamentos para o mercado de locação. São várias linhas de equipamentos com qualidade e preços competitivos, além de revendedores e assistência técnica em todo o Brasil Novo fabricante de andaimes A Metalpama é uma indústria metalúrgica que há mais de 40 anos atua no mercado interno e externo da construção civil. Reconhecida como uma das mais importantes fabricantes de carrinhos de mão e betoneiras para concreto, agora produz também andaimes tubulares e seus acessórios janeiro-fevereiro/2015

13 EM FOCO Andaimes, elevadores, escoramentos e formas Fundada em 1983, a Metax é especializada em engenharia de acesso e segurança, fornecendo equipamentos para a construção civil e para a montagem e manutenção industrial: andaimes (tubular, fachadeiro, multidirecional, tubo equipado) elevadores, escoramentos e formas. Segue a NR18 e possui certificação ISO 9001: Solução em geração de energia No setor de grupos geradores, a Pramac distribui mais de 1,3 milhão de kvas ao mercado com grupos de 1 a kvas, propondo assim soluções para cada tipo de demanda, como energia de emergência, energia para profissionais e energia para atividades recreativas, entre outras situações / Cortadora de fios ideal para demolição A Tyrolit prioriza, em sua linha de produtos para construção, cortadora de fios, ideal para trabalhos de demolição e desobstrução de grandes estruturas de concreto reforçado. Tem duas possibilidades de acionamento: hidráulica e elétrica, excelente mobilidade e é fabricada em abrasivo de diamante Venda e locação de equipamento A Topac Comércio de Equipamentos Industriais atua no mercado de aluguel e venda de equipamentos, atendendo com preços e condições especiais, locadoras de todo o Brasil. São Paulo Praia Grande Goiânia janeiro-fevereiro/

14 GESTÃO Nove dúvidas sobre o INSS que tiram o sono de empreendedores O assunto deve ter passado pela sua cabeça nos últimos anos - como será minha aposentadoria se não pago o INSS? Você até foi atrás de informação, mas, a cada palpite de colegas, horas amargadas em uma fila ou uma explicação dada de má vontade por um funcionário da Previdência, deixava para lá. Matar um leão por dia ocupa tempo demais na vida de um pequeno empresário. Mas, agora, perto da meia idade, não dá mais para jogar as dúvidas para debaixo do tapete. É hora de decidir. Vale a pena retomar as contribuições? Ainda tenho algum direito? A Previdência vai quebrar antes que eu consiga os benefícios? Vários mitos e muita complexidade complicam o acesso a informações básicas da previdência social e atrapalham a decisão de quem deixou um emprego para empreender e desistiu de contribuir para o INSS. É verdade que, há alguns anos, o sistema de previdência social funcionava como um buraco negro, amedrontador e inacessível para quem não tinha carteira assinada ou não era funcionário público. Hoje, os dados de todos os contribuintes estão registrados; o acesso, automatizado, e o atendimento, organizado. Não está perfeito, mas representa um avanço considerável. Deixar de pagar a própria previdência social é uma realidade comum entre os pequenos empresários. E não acontece apenas por falta de dinheiro. Mesmo que você já tenha ou pretenda ter algum tipo de reserva para financiar sua aposentadoria - com previdência privada, imóveis, fundos, ações ou aplicações no Tesouro Direto - as contribuições ao INSS devem ser vistas como a base da sua cesta de investimentos. O especialista em previdência Newton Conde, diretor da Conde Consultoria Atuarial e professor da Fipecafi-FEA/USP, esclarece as dúvidas mais frequentes para quem vive este dilema. 14 janeiro-fevereiro/2015

15 GESTÃO Compensa contar com o INSS nos meus planos de aposentadoria, mesmo estando tanto tempo sem pagar as contribuições? O que significa perder a condição de segurado? Os especialistas em aposentadoria e finanças pessoais asseguram que sim. A renda proporcionada pela Previdência Social, embora seja insuficiente, garante um valor básico e vitalício para quem deixou de trabalhar e também ajuda a compor uma renda maior, caso você consiga fazer outros investimentos. Além disso, dá direito a outros benefícios que não dependem da idade e costumam ser subestimados pelos empreendedores. Um deles é a pensão por morte, estendida ao cônjuge viúvo ou aos herdeiros menores de idade. Não há no mercado nenhum plano de seguro tão completo e acessível quanto o da Previdência Social. Quando interrompe a contribuição, você perde o direito aos outros benefícios concedidos pelo INSS: auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, salário-maternidade, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, recursos essenciais para enfrentar situações que podem levar a baques financeiros. Ao contrário da aposentadoria, eles podem ser acionados em qualquer período da vida e fazem muita diferença, especialmente para quem trabalha como empresário ou autônomo. Em que situação eu perco o direito aos outros benefícios de segurado? Como recupero a condição de segurado? Quais os passos para retomar as contribuições e ser considerado de novo um segurado do INSS? Há duas situações. Se tiver feito menos de 120 pagamentos, perde os benefícios depois de um ano sem contribuir. Se tiver feito mais de 120 pagamentos, o prazo se estende para dois anos. A previdência concede esta vantagem para que a pessoa tenha tempo de conseguir outro emprego ou condições financeiras para voltar a pagar. Passado o prazo, o direito aos benefícios é suspenso. Assim que retomar o pagamento das contribuições como empregado ou como contribuinte individual você volta à condição de segurado. Mas precisará cumprir diferentes prazos de carência, entre 12 e 36 meses, para ter direito a cada um dos benefícios. Um dos mais importantes para um empreendedor, o auxílio-doença, exige 12 meses de pagamento. Agende uma consulta em um posto de atendimento do INSS pelo telefone 135 ou pela internet. A data marcada pode demorar algumas semanas. Com a senha recebida, compareça ao posto de atendimento. A instituição exige a presença do interessado para dar as informações. Se eu interromper as contribuições e perder a condição de segurado, perco também o que já paguei ao INSS? Consigo me aposentar por idade automaticamente? Não, o que já foi pago, seja como empregado ou como autônomo, sempre fará parte do seu fundo de contribuição na Previdência. Mas se tiver feito menos de 180 contribuições (correspondente a 15 anos), precisará retomar os pagamentos até atingir este prazo mínimo de carência para que tenha o direito de receber a aposentadoria. Se já tiver completado 180 contribuições, mesmo que esteja há anos sem pagar, poderá se aposentar por idade, que é de 60 anos para mulheres e 65 para homens, sem precisar recuperar a condição de segurado. Para saber os detalhes destes procedimentos consulte o portal do INSS. Não consegue. Você precisará combinar a idade mínima (60 anos para mulheres e 65 para homens) com a exigência de período mínimo de contribuições ou 180 meses. Isto vale independentemente do valor da sua contribuição. Lembre-se que vale a regra: quanto maior o valor da contribuição, maior o valor do benefício; idem para o tempo de contribuição. Terei que pagar os atrasados dos anos em que não contribuí? É vantajoso? Há risco de o INSS quebrar e eu perder o capital que já paguei de contribuição? O INSS permite apenas a recuperação das contribuições dos últimos cinco anos e, mesmo assim, após analisar cada caso. Mas os especialistas em previdência não recomendam pagar os atrasados. Além dos pesados encargos de juros e multas, não valem para cobrir o período de carência necessário para os outros benefícios. É melhor retomar a contagem de tempo a partir do pagamento das parcelas atuais e retardar o pedido do benefício. Embora ainda tenha que arcar com um déficit bilionário, herdado do passado, o INSS conta hoje com mecanismos de proteção e organização que conferem mais segurança e transparência ao sistema. Dificilmente vai quebrar, embora seja impossível oferecer garantia de 100% em um horizonte de longo prazo. No entanto, mudanças para adequar o modelo à evolução da sociedade, como o aumento da expectativa de vida, ocorrerão com certeza, com diferentes impactos para quem contribui. Um exemplo é a modificação anunciada no fim do ano prevendo novas regras para a concessão do auxílio-doença e pensão por morte. janeiro-fevereiro/

16 ENTREVISTA Em entrevista ao Rental News, o presidente da ALEC, Fernando Forjaz, faz um balanço sobre o mercado no ano passado e fala sobre as perspectivas para Analisa também o impacto da Operação Lava-Jato no setor da construção civil e nas locadoras. Forjaz explica, ainda, o objetivo da ALEC ao realizar, neste ano, oito edições do ALUGAR Regional em cidades do interior de São Paulo. Qual sua avaliação sobre o mercado de Rental em 2014? O mercado de locação de equipamentos da linha leve teve crescimento em Até o mês de setembro, as projeções indicavam que teríamos um bom resultado. Porém, com os acontecimentos do último trimestre, ocorreu um esfriamento da atividade da construção civil. Várias construtoras suspenderam seus lançamentos, aguardando o anúncio das novas regras determinadas pela equipe econômica de Você está começando a segunda metade do seu mandato. Como avalia o desempenho até agora e o que espera para esta fase? Conseguimos, neste primeiro ano, dar um grande impulso na penetração da ALEC no mercado da construção civil. Batemos nosso recorde em horas de treinamento para os locadores associados e também nas participações em reuniões com entidades de classe de nosso segmento. O objetivo destes encontros é aumentar a profissionalização do rental no Brasil. Foram 109 reuniões, 44 feiras e eventos da construção civil, além de 22 cursos de aperfeiçoamento para 260 colaboradores de locadoras associadas. 16 janeiro-fevereiro/2015

17 ENTREVISTA Quais as perspectivas do setor para 2015? Iniciamos 2015 com aumento no número de consultas e com faturamento muito próximo à média de Isto significa que o mercado está reagindo antes do que todos esperavam. Sabemos que o segmento da construção civil tem várias divisões. Na divisão de obras prediais, os negócios estão indo bem. Na divisão de obras de infraestrutura, a reação ainda não começou, em função de algumas empreiteiras estarem se reorganizando, vendendo ativos e captando recursos. Esta mudança deve provocar um atraso na retomada deste segmento, o que poderá comprometer os resultados das locadoras que atendem as grandes empreiteiras. Por outro lado, as subempreiteiras, que estavam trabalhando terceirizadas, deverão representar a oportunidade de crescimento do número de clientes, pois as obras e contratos em andamento precisam ter continuidade. O escândalo da Operação Lava-Jato afetou grandes construtoras. Isto interferiu no mercado de locação de equipamentos leves? A Operação Lava-Jato paralisou as atividades das construtoras envolvidas e, diretamente, afetou as locadoras que realizavam o atendimento destas empresas. Novas informações são publicadas quase que diariamente e não sabemos o que está por vir. O que temos certeza é que o Brasil precisa que as obras, executadas por estas empresas, continuem avançando. Há muitos fornecedores de matérias-primas, como agregados, aço, tintas, materiais de acabamentos, locadores de equipamentos da linha leve e da linha pesada, onde a sobrevivência das empresas, caso esta paralização se prolongue, está comprometida. Nós, empresários da locação de equipamentos, temos um ônus elevado para a manutenção de nossos ativos e das estruturas de apoio. E não podemos ser prejudicados. Em 2015 estão previstas oito edições do ALUGAR Regional. Qual é o objetivo de realizar estes eventos fora da cidade de São Paulo? O objetivo do ALUGAR Regional é levar aos locadores de equipamentos das regiões do Estado de São Paulo as informações necessárias para que todas as empresas possam acelerar seu crescimento, conhecer as novas normas de segurança, saber como um departamento jurídico pode colaborar para a redução dos problemas e estreitar o relacionamento entre as empresas, possibilitando uma maior organização da região e melhores resultados. A FELOC Expo Rental será aberta também às construtoras e empreiteiras. Qual a finalidade de atingir estes públicos-alvo? Construtoras prediais e empreiteiras representam mais de 70% do faturamento das locadoras associadas da ALEC. Estamos profissionalmente conectados a estes segmentos. Hoje, as empresas procuram aumentar a produtividade. E para que isto seja alcançado, é de extrema importância que locadoras, construtoras e empreiteiras estejam mais próximas. As novas normas de segurança, aplicadas nos canteiros de obras, visam uma grande redução dos acidentes. Na FELOC Expo Rental, apresentaremos a mais avançada tecnologia em equipamentos e soluções para a construção civil. É um evento ímpar que ocorre no Brasil. E o Interior do Estado de São Paulo terá a oportunidade de manter contato com os melhores fabricantes de equipamentos. Estão planejados Workshops para mestres-de-obras, a serem realizados nas edições do ALU- GAR Regional. Qual é o objetivo destes eventos? Os mestres-de-obras são os nossos grandes parceiros, pois estão na linha de frente das obras, conduzindo as equipes. São os grandes responsáveis pelo cumprimento dos prazos e, no ALUGAR Regional, poderão aprimorar seus conhecimentos sobre como devem utilizar e escolher os equipamentos em função das tarefas a serem realizadas. Qual é a previsão para o Sindileq-SP estar em funcionamento e qual a sua importância para o mercado? O Sindileq-SP está com o processo em andamento. Sua fundação foi um marco para o segmento de locação de equipamentos leves. Com a homologação do Sindileq-SP, nosso segmento terá uma entidade que defenderá nossos interesses em prol do crescimento e da profissionalização. Na sua visão, o que falta para a ALEC crescer e se fortalecer no mercado? A ALEC é uma entidade que vai completar 24 anos de atividades voltadas para o segmento de locação de equipamentos. Em todas as gestões, desde a sua fundação, os ex-presidentes e diretores setoriais desempenharam um trabalho importante que colocou a ALEC na atual posição do mercado. Com o aumento do número de locadoras, a expansão da atividade de locação de equipamentos e o crescimento do mercado imobiliário em todo o país, são de extrema importância o engajamento e a união de todos os diretores e locadores de equipamentos para que a ALEC se fortaleça em todas as regiões. Os locadores não podem se lembrar da Associação somente quando estão com um grande problema, que é o que normalmente ocorre. Isto ocorreu recentemente com a obrigatoriedade do cumprimento das normas NR12, NR18 e NR35. Locadores, que foram autuados, recorreram à ALEC para encontrar uma solução. Uma grande campanha deve ser realizada para que a ALEC tenha em seu quadro de associados um maior número de empresas locadoras. Quanto maior for a união, melhores serão os resultados. janeiro-fevereiro/

18 MATÉRIA TÉCNICA 18 janeiro-fevereiro/2015

19 MATÉRIA TÉCNICA Prazo para elevadores de obras adequarem-se à NR18 termina em maio O Transporte Vertical nos canteiros de obras é indispensável no planejamento operacional das construtoras. Nas últimas décadas houve um aumento exponencial na altura das edificações e o tema tornou-se um fator crítico para o alcance das metas de produtividade e cumprimento dos cronogramas de execução das etapas de obra. Analisando a evolução dos elevadores de obras, até o início da década de 90, a maioria não era equipada com freios de emergência e não havia, ainda, a exigência de uma barreira de segurança em cada pavimento, impedindo o acesso direto à torre dos elevadores. Com o aquecimento da construção civil, houve um crescimento acentuado no número de instalações de elevadores de obras e, com isso, um aumento no número de acidentes durante a instalação e uso destes equipamentos. Foi necessária uma ampla discussão para aperfeiçoamento do sistema de elevadores tracionados por meio de cabo de aço. A portaria nº 04, publicada em julho de 1995, agregou medidas de segurança, tornando indispensável o uso de freios com acionamentos automáticos de emergência na motorização e cabine, além do uso de barreiras de proteção em cada pavimento (cancelas). Até os anos 2000, várias melhorias foram implementadas, principalmente no sistema de automação, como as cancelas com dispositivos elétricos de destrave; os quadros de comando, que possibilitam a operação interna e externamente à cabine; o nivelamento da cabine em cada pavimento e limitadores de início e fim de curso, entre outros. Porém, com o crescimento mais acentuado da construção civil e o aumento do parque instalado de máquinas, a partir de 2003, o número de acidentes voltou a crescer durante a instalação, manutenção e uso destes equipamentos. Como principais fatores, destacam-se a ausência de mão-de-obra especializada e de uma norma técnica específica para orientar, direcionar e regulamentar a instalação e uso destes equipamentos. janeiro-fevereiro/

20 MATÉRIA TÉCNICA Em 2004 criou-se um grupo de trabalho no CPR (Comitê Permanente Regional) para promover alterações nas normas vigentes e instalar dispositivos nos elevadores de obras para melhorar sua segurança. Foram oito anos de trabalho intenso até haver um consenso democrático com relação às alterações que seriam publicadas através da portaria 224, em maio de Nesta portaria, entre as principais alterações, destacamse a necessidade de chaves de segurança de ruptura positiva, monitorando portas/cancelas, impedindo a partida do equipamento caso estas estejam abertas e o sistema de célula de carga, que impede a movimentação da cabine quando excedida a capacidade máxima de carga. Em agosto de 2011, através da portaria 254, novas exigências foram incorporadas à NR18, melhorando ainda mais a automação e interface de segurança destes equipamentos. Em paralelo à NR18, outro grupo de trabalho reuniu-se na ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), sob o comando de um responsável da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), com o intuito de elaborar uma norma que pudesse orientar na fabricação, instalação e manutenção de elevadores de obras. Esta norma serviria, também, como base técnica de apoio para as orientações contidas na NR18. Na portaria 644, publicada em maio de 2013, o Ministério do Trabalho declarou a proibição do uso de elevadores tracionados por meio de um cabo de aço, tornando necessário que este esteja adequado e atendendo à Norma NBR 16200:2013. Porém, oferecendo um prazo para uso ou adequação até o mês de maio de 2015, data limite em que será terminantemente proibido o uso destes elevadores nos canteiros de obras. Com isso, fabricantes, locadores e construtoras buscam atender, até o mês de maio de 2015, os dispositivos destacados em normas, como já mencionados anteriormente, seja na adequação da frota de máquinas existentes ou, ainda, na compra de novos equipamentos normatizados. Em maio de 2013 foi publicada a ABNT NBR 16200:2013, especializada em fornecer requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores de canteiros de obras com cabine guiada verticalmente. Como principais itens, podemos citar a evolução da automação do sistema, em que o quadro de comando passou a ser gerenciado por um inversor de frequência; o implemento das chaves de segurança, com ruptura positiva e monitoramento; a célula de carga e, principalmente, a reengenharia implantada no projeto original dos elevadores tracionados por meio de cabo de aço, com destaque para o uso de dois cabos de tração. Essas mudanças afetariam sua descontinuidade, colocando em evidência o seu sucessor o sistema de elevadores tracionados através de pinhão e cremalheira. Entre as dificuldades mais mencionadas pelas empresas do setor aparecem a perda financeira, gerada pelo sucateamento do parque de máquinas existente e o alto custo e investimento para adequação ou aquisição dos equipamentos normatizados, sendo que não houve, por parte do governo, qualquer incentivo ou financiamento com taxas subsidiadas. Outro ponto é que a redação das normas ainda deixam dúvidas de interpretação, podendo elevar o nível de exigência, dependendo da região ou estado brasileiro. Renato Nunes Caetano Diretor de Estruturas Tubulares da ALEC Gerente Filial da MECAN 20 janeiro-fevereiro/2015

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