Raiva humana VS Componente Epidemiológico

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1 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal Subsecretaria de Vigilância à Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica Gerência de Vigilância Epidemiológica e Imunização Núcleo de Controle de Doenças Imunopreveníveis e Agudas Raiva humana VS Componente Epidemiológico 2014 Maristela R L Alves Com adaptações de apresentações anteriores das Áreas Técnicas da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e do Ministério da Saúde

2 Distrito Federal

3 Sobre o Distrito Federal, 2013 População estimada: Regiões Administrativas: 30 Regionais de Saúde: 15 Rede de serviços de saúde: Hospitais públicos e privados, UPAS, UBS, Outras Salas de vacina: Hospitais (17), CS (68), PS (12) Dados populacionais: CODEPLAN, 2013

4 Rede de Serviços de Saúde do Distrito Federal

5 Controle da Raiva no Distrito Federal Início: aproximadamente em 1966 e consolidação em 1979 com a criação do Instituto de Saúde do Distrito Federal Gerência de Zoonoses Atualmente sob a responsabilidade da SVS: DIVAL (Vigilância Ambiental) - reservatório DIVEP (Vigilância Epidemiológica) - profilaxia da raiva humana Interfaces: serviços de atenção à saúde, LACEN-SVS

6 Notificação e Investigação da Raiva Humana PORTARIA Nº 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011: Lista de Notificação Compulsória Imediata Atendimento antirrábico - Ficha VE-7

7 Ações de Vigilância da Raiva no Distrito Federal Observar as áreas de risco para raiva (Ambiental e Epidemiológica) Observar a ocorrência de raiva animal, com o intuito de prevenção da raiva em humanos (Ambiental) Participar da investigação dos casos suspeitos de raiva humana e animal e sua provável fonte de infecção (Ambiental e Epidemiológica) Participar das ações de bloqueio de foco frente à suspeita de raiva (Ambiental) Normatizar as condutas de atendimento anti-rábico humano e garantir a assistência e realização do esquema profilático da raiva, em tempo oportuno (Epidemiológica) Suprir a rede do SUS com imunobiológicos (vacina anti-rábica humana e canina, soro heterólogo e imunoglobulina) e medicamentos específicos para tratamento da raiva (Epidemiológica) Propor e avaliar as medidas de prevenção e controle (Ambiental e Epidemiológica)

8 Área de risco para raiva Ocorrência de casos de raiva humana e animal No mundo No Brasil Na Região Centro-oeste No Distrito Federal

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11 Tabela 1 - Casos confirmados de raiva humana. Brasil, Região Centro-Oeste e Distrito Federal, 2000 a Fonte: SVS/MS. Dados atualizados em outubro de Ano Brasil Região CO D. Federal * Total

12 Situação da Raiva no Distrito Federal 1978 um caso humano registrado (autóctone) NGS masculino, 10 anos, estudante, residente no Gama, atendido no HRG. Agressão: mordedura profunda em MI, em 07/09/78, cão desconhecido. Conduta: antitetânica, benzetacil, sutura do ferimento. Não há relato de indicação de tratamento profilático anti-rábico. Início dos sintomas: 10/12/78. Óbito: 20/12/78. Diagnóstico: laboratorial.

13 Raiva Humana Casos Importados assistidos no Distrito Federal 12 casos de raiva humana provenientes de outros estados. Desses 08 não procuraram atendimento após a agressão ou não tiveram a profilaxia antirrábica prescrita. O último caso atendido no Distrito Federal foi em 2008.

14 Situação da Raiva Animal no Distrito Federal 2004 a casos de raiva em animais de produção (transmissão por morcego hematófago) nas áreas rurais do Distrito Federal e 07 morcegos não hematófagos positivos Desde a década de 90 diagnóstico de raiva em morcegos não hematófagos positivos nas áreas urbanas (vigilância passiva) O último caso de raiva canina registrado no Distrito Federal ocorreu no ano de 2000, e por felino, em Entretanto, há no Distrito Federal a circulação viral em quirópteros e animais de produção. Área Técnica responsável pela Vigilância da Raiva Animal na Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses GEVAZ/ DIVAL/ SVS/ SES/ GDF

15 Raiva humana VS - componente epidemiológico Definição de caso - Notificação e Investigação de casos Adesão ao protocolo para o diagnóstico clínico / laboratorial e diferencial Adesão ao protocolo para tratamento geral e específico serviço de referência Adesão ao protocolo de medidas preventivas atendimentos anti-rábicos Profilaxia pós-exposição Profilaxia pré-exposição Profilaxia de re-exposição Informação, educação e comunicação

16 Raiva Humana - atendimento anti-rábico Facilitar o acesso da população de risco ao serviço de saúde Fomentar o conhecimento da equipe de saúde sobre a doença e as medidas de prevenção ( Informação, Educação, Comunicação) Reduzir o abandono do tratamento profilático (Vigilância) Evitar a prescrição incorreta do tratamento profilático (Assistência)

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18 Raiva Humana Reservatórios: Mamíferos Principais transmissores Cão, gato morcego animais silvestres (raposas, macaco, guaxinin, roedor e outros) animais de produção (bovinos, equinos, ovinos) Exceções coelho (Oryctolagus curriculus) ratazana de esgoto (Rattus novegicus) rato de telhado (Rattus rattus) camundongo (Mus musculus) cobaia ou porquinho-da-índia (Cavea Porcellus) Hamster (Mesocricetus aurotus)

19 Profilaxia da Raiva humana, Distrito Federal, 2011 a 2013 Humana Profilaxia da Raiva * Nº Nº Nº Total de Pessoas Atendidas a) Por agressão a. 1 Agressão por Cão a. 2 Agressão por Gato a. 3 Agressão por Morcego b) Para tratamento pré-exposição Total de Pessoas Tratadas com Vacina No. de abandonos de tratamentos Proporção de abandonos 6,1 5,7 5,3 Nº de Animais Agressores Observados Fonte: fichas VE-7 / NCDIA / GVEI / DIVEP *Dados parciais

20 Principais animais envolvidos com agressão Distrito Federal, 2013 Grupos de animais Frequência * Caninos Felinos Subtotal Quirópteros 91 Subtotal 91 Total Fonte: VE-7 / NCDIA / GVEI / DIVEP *Dados parciais

21 Outros Animais agressores Distrito Federal, 2013 Silvestres *Frequência Produção *Frequência Anta 1 Bovino 7 Capivara 4 Caprino 1 Gambá (4)/Saruê (5) 9 Equino 9 Javali 6 Suíno 25 Leão 1 Lobo Guará 2 Macaco / Mico 46 Quati 7 Rato 19 Tamanduá 1 Veado 1 Total 97 Total 42 Fonte: VE-7 / NCDIA / GVEI / DIVEP *Dados parciais

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26 Equipe Central da Vigilância Epidemiológica: Ana Luiza, Maristela, Rosa Maria, Rose, Suênia, Suzana etereza Cristina. Equipes Regionais e Equipes Locais Obrigada!

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