SUP E RINT E NDÊ NCIA DE VIG IL ÂNCIA E M SAÚDE

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1 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Vigilância Epidemiológica Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Av. 136, s/nº, Qd.F44, Lt 22 a 24, Edf. César Sebba, Setor Sul, Goiânia-GO Check List para Preparação de Vigilância de Surto de Doenças de Transmissão Alimentar - DTA, Doenças Diarreicas Agudas - DDA e Cólera Gestão Plano Municipal elaborado por todas as áreas envolvidas (Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental, Atenção Básica, Laboratório e Assistência de média e alta complexidade); Plano Municipal apresentado e aprovado no Conselho Municipal; Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental, Atenção Básica, Laboratório de referência municipal estruturados para investigação de surto de DTA e DDA e caso de cólera; Núcleo de Vigilância Epidemiológica Municipal NVEM estruturado de acordo com Portaria nº 439/2001/SES-GO e Portaria nº111/2005/ses-go; Número de profissionais de acordo com o necessário em todas as áreas envolvidas; Equipe técnica multissetorial (Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental, Atenção Básica, Laboratório de referência municipal) capacitada e disponível para investigação imediata de surtos de DTA e DDA e caso de cólera inclusive nos finais de semana e feriados; Escala de sobreaviso e plantão das principais áreas envolvidas definida e divulgada para as unidades de saúde com os telefones de contatos disponíveis de todos os técnicos por área, inclusive nos feriados e finais de semana; Transporte para a equipe, em veículo oficial e adequado disponível em tempo oportuno inclusive nos finais de semana e feriados; Computadores, internet, impressoras, equipamentos para áudio e/ou videoconferência em perfeito estado de uso e conservação disponíveis, inclusive nos finais de semana e feriados; Linhas telefônicas e s exclusivos para comunicação a disposição das áreas responsáveis pela investigação inclusive nos finais de semana e feriados; 1

2 Insumos de rotina e estratégicos necessários e em número suficiente para as atividades de vigilância em saúde; Insumos de laboratório necessários e em número suficiente para as coletas de amostras (kit de coleta) clínicas e bromatológica, inclusive nos finais de semana e feriados; Insumos de laboratório necessários e em número suficiente para as coletas de amostras (kit de coleta) de água nas áreas de risco para cólera; Insumos de rotina e estratégicos necessários para o tratamento e diagnóstico de cólera e em número suficiente para todas as unidades de saúde; Material educativo elaborado; Material para capacitação de profissional em todas as áreas: Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Ambiental e Assistência ao paciente com cólera; Responsável pela coordenação e execução do trabalho de educação em saúde definido; Responsável pela coordenação e execução do trabalho de divulgação da situação de saúde; Porta voz para entrevistas e divulgação da avaliação da situação de saúde (quem falará com a imprensa) definido. Comunicação Estratégias definidas para divulgação das informações e dados; Forma definida para divulgação dos trabalhos e das informações junto com a educação em saúde: onde terá divulgação, qual o tipo e quantitativo de material educativo a ser elaborado; Contatos com mídias estabelecidos. Educação em Saúde Levantamento dos locais para a distribuição de material educativo definido; Forma definida para divulgação dos trabalhos e das informações junto com a comunicação: onde terá divulgação, qual o tipo e quantitativo de material educativo a ser elaborado; Profissionais responsáveis por realizar paletras na comunidade. 2

3 Vigilância Epidemiológica Técnicos do NVEM capacitados em VE de surtos de DTA, DDA, cólera e análise de dados; Técnicos do NVEM capacitados para operacionalização dos sistemas de informação - Sinan; Sistema de Informação (SINAN) implantado e atualizado; Núcleo Municipal de Vigilância Epidemiológica com conhecimento das áreas e população de risco para cólera; Monitoramento das Doenças Diarreicas Agudas - MDDA realizado de forma adequada, contínua e oportuna através do Sistema de Vigilância Epidemiológico das DDD (Sivep); Fluxo de informação e notificação imediata dos casos suspeitos e confirmados definido: notificação por telefone (qual número?), recolhimento das fichas de notificação nas Unidades de saúde (qual a periodicidade?, quem recolhe?); Fichas de Investigação Individual de Cólera e Ficha de Investigação de Surto disponíveis em todas as Unidades de Saúde e de fácil acesso para os técnicos das unidades; Todas as Unidades de Saúde com os fluxos de informação e notificação de casos suspeitos e/ou confirmados definidos em local de fácil acesso; Computadores, internet, impressoras, equipamentos para áudio e/ou videoconferência em perfeito estado de uso e conservação disponíveis nos finais de semana e feriados; Linha telefônica e s exclusivos para comunicação de eventos de notificação imediata disponíveis nos finais de semana e feriados; Laboratório Fluxo de coleta de amostras de alimentos e água, inclusive nos finais de semana e feriados, definido e divulgado para as unidades de saúde; Fluxo de coleta de amostras clínicas, inclusive nos finais de semana e feriados, definido e divulgado para as unidades de saúde; 3

4 Pessoa responsável pela coleta de amostras de alimentos e água definida, com contato acessível (telefone) e com disponibilidade de regime de plantão, inclusive nos finais de semana e feriados; Pessoa responsável pela coleta de amostras clínicas definida, com contato acessível (telefone) e com disponibilidade de regime de plantão, inclusive nos finais de semana e feriados; Pessoa (as) responsável (is) pelo armazenamento e transporte de amostras definida com contato acessível (telefone) e com disponibilidade de regime de plantão, inclusive nos finais de semana e feriados; Fluxo de coleta e envio de amostras para exames laboratoriais divulgados nas Unidades de Saúde de referência; Local para armazenamento das amostras coletadas definido, inclusive nos finais de semana e feriados; Fluxo de envio das amostras coletadas para o Lacen definido, inclusive nos finais de semana e feriados: quem leva e carro. Vigilância Sanitária e Ambiental Levantamento das áreas de risco no município; Levantamento das condições higiênico-sanitárias das Unidades de Saúde que atendem casos de diarreia para adequação às normas de biossegurança; Levantamento das condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos comerciais de alimentos para adoção das medidas cabíveis; Monitoramento Ambiental sistemático e periódico realizado; Hipoclorito de sódio 2,5% disponível e em quantidade suficiente para suprir a demanda; Fluxo de informação e denúncia definido: notificação por telefone (qual?); Pessoa responsável pela coleta de amostras de alimentos e água definida, com contato acessível (telefone) e com disponibilidade de regime de plantão, inclusive nos finais de semana e feriados; Linha telefônica e s exclusivos para comunicação de eventos de notificação imediata disponíveis nos finais de semana e feriados; 4

5 Assistência e Atendimento ao paciente Fluxo de atendimento do (s) paciente (s) definido: Qual (is) unidade (s) na atenção básica vai (vão) atender as pessoas; Qual (is) Unidade (s) de Urgência e Emergência vai (vão) receber as pessoas; Em qual (is) Unidade (s) as pessoas serão internadas; Local de triagem/isolamento para caso suspeito e confirmado definido; Rede de referência para atendimento das emergências e casos graves (hospitais, laboratórios, gestores, instituições envolvidas e preparadas) definidos e divulgados para a população; Escala de serviço definida com previsão de aumento de profissional de acordo com aumento de demanda; Transporte de emergência pré e intra-hospitalar planejado e definido; Hospitais Privados, Militares, Planos de Saúde com papel definido: internar? Porta de entrada para urgência? Profissionais cientes dos fluxos de notificação e das ações frente a casos suspeitos e/ou confirmados de DTA, DDA e cólera; Fichas de Investigação Individual de Cólera e Ficha de Investigação de Surto disponíveis em todas as Unidades de Saúde e de fácil acesso para os técnicos das unidades; Pessoa responsável pela coleta de amostras clínicas definida nas unidades de saúde; Insumos de rotina e estratégicos necessários para o tratamento da cólera (sais de reidratação oral, solução fisiológica endovenosa, EPI, roupas de camas, etc) em número suficiente para todas as unidades de saúde; Rede de esgotamento sanitário, destino adequado dos resíduos sólidos e de águas residuais de acordo com normas de Vigilância Sanitária e Ambiental; Técnicos capacitados em biossegurança e precauções entéricas e manejo do paciente com cólera. Goiânia, 01 de outubro de

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