Possibilidades e limites da Vigilância em DANT com enfoque territorial e de redes no Município de São Paulo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Possibilidades e limites da Vigilância em DANT com enfoque territorial e de redes no Município de São Paulo"

Transcrição

1 Possibilidades e limites da Vigilância em DANT com enfoque territorial e de redes no Município de São Paulo Subgerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis CCD/COVISA

2 Equipe DANT Carmen Helena Seoane Leal Médica Cleide de Paula Assistente Social Maria Lucia Aparecida Scalco Psicóloga Noêmia Aurélia Gomes Psicóloga Renata Yuriko Yida Nutricionista Rosana Burguez Diaz Enfermeira Ruy Paulo D Elia Nunes Médico Vera Helena Lessa Villela Nutricionista

3 Sumário da apresentação Situação atual Algumas tendências temporais em DANT Situação recente das notificações do Sistemas de Informação de Violências e Acidentes - SIVVA Evolução do trabalho com Doenças Não Transmissíveis Evolução do trabalho com Acidentes e Violências Indicadores atuais Necessidades Limites Possibilidades Redes Instrumento de Monitoramento e Avaliação das Ações A de Promoção da Saúde Perspectivas Novos indicadores

4 SITUAÇÃO ATUAL Algumas tendências temporais em DANT Situação recente das notificações SIVVA Evolução do trabalho com Doenças Não Transmissíveis Evolução do trabalho com Acidentes e Violências Indicadores atuais

5 Algumas tendências temporais em DANT

6 Algumas tendências temporais em DANT

7 Algumas tendências temporais em DANT

8 Situação recente das notificações SIVVA

9

10 Indicadores atuais pactuados Prioridades Promoção da Saúde Objetivos Reduzir os níveis de sedentarismo na população Ações - Realizar ações de vigilância e prevenção das doenças e agravos não transmissíveis e de Promoção da Saúde. - Monitorar os projetos da rede nacional de promoção da saúde com o componente de atividade física implantados nos estados e municípios. - Monitorar os projetos da rede nacional de promoção da saúde com o componente de controle e prevenção ao tabagismo implantados nos estados e municípios.

11 Indicadores atuais pactuados Prioridades Objetivos Ações Elaborar a proposta de intervenção para a prevenção a violência e promoção da saúde. Atenção integral às pessoas em situação ou risco de violência Ampliar a rede de prevenção de violência e promoção à saúde em estados e municípios Ampliar a cobertura da Ficha de Notificação / Investigação de Violência Doméstica, Sexual e/ou outras violências. Monitorar os projetos selecionados na rede nacional de promoção da saúde com componente de prevenção a violência implantados nos estados e municípios. Ampliar a cobertura da Ficha de Notificação / Investigação de Violência Doméstica, Sexual e/ou outras violências. Monitorar a ocorrência de acidentes e violências notificadas.

12 Indicadores atuais (COVISA) Indicador 1 - OBJETIVO: Incentivar a integração entre a SUVIS e as unidades assistenciais, para ampliar a cobertura e análise das fichas de notificação, visando o planejamento de ações e possíveis intervenções locais. AÇÕES METAS INDICADOR FÓRMULA DE CÁLCULO FONTE Ampliar a cobertura da notificação dos casos de violênc ia nas unidades da Atenção Básica 50% das UBS /AMA notificantes Proporção de unidades de saúde (UBS/AMAs) notificantes Nº de unidades de saúde notificantes/ total de unidades X 100 COVISA / AB Indicador 2 - OBJETIVO: Reduzir a prevalência de tabagismo AÇÕES METAS INDICADOR Promover campanhas antitabagismo (Reduzir a prevalência de tabagismo em adultos) 21% de prevalência de tabagismo em adultos % de adultos fumantes - de acordo com VIGITEL/MS FÓRMULA DE CÁLCULO Nº de adultos por capital (> 18 anos ) que fumam/ População adulta (> 18 anos) de cada capital X 100 FONTE VIGITEL/MS Indicador 3 - OBJETIVO: Reduzir a prevalência de sedentarismo AÇÕES METAS INDICADOR Reduzir a prevalência de sedentarismo Prevalência de atividade física suficiente no tempo livre em adultos de 12,10 % Prevalência de atividade física suficiente no tempo livre em adultos. FÓRMULA DE CÁLCULO Número de adultos ( 18 anos) com atividade física suficiente / número de adultos ( 18 anos) residentes na respectiva cidade X 100. FONTE VIGITEL/MS

13 Evolução do trabalho DNT Projeto CAEPS pesquisas em serviço o nas áreas das SUVIS efetuadas em parceria com universidades e professores para avaliar a efetividade das ações a de Promoção da Saúde jáj realizadas nas unidades, pactuadas com as CRS Aquisição de conhecimento na área de promoção e formação da crítica em relação às s atividades desenvolvidas. Foco no território rio e no trabalho intersetorial em redes Construção do Instrumento de Monitoramento e Avaliação da Promoção da Saúde; discussão e retomada do trabalho com propostas para avaliação do processo

14 Evolução do trabalho AV Organização da informação (acidentes e violências) em parceria com o Núcleo N de Informação COVISA Implementação da Ficha SIVVA com treinamentos para a notificação sistema web e tabnet Treinamento produtivo com diagnóstico da região baseado no SIVVA Projeto CAEPS trabalhos específicos na área Capacitação de vigilância de violência em parceria com professores do NEV-USP e Universidade Metodista Participação de grupos das 5 regiões do Município Elaboração de plano de ação a em cada uma das 26 SUVIS, a partir da base, integrando vigilância e assistência

15 NECESSIDADES Conhecimento dos perfis epidemiológicos de morbidade em nível n microrregional Encontros periódicos permanentes para elaboração/ implementação de planos regionais Dar continuidade ao processo de Empoderamento/autonomia regional e local além m de outras estratégias de Promoção da Saúde Divulgação/publica ão/publicações

16 LIMITES Promoção da Saúde não incorporada como modelo de gestão do Sistema de Saúde Dificuldades para a utilização dos recursos financeiros Dificuldades de estabelecimento de fluxos padronizados de informação e vigilância Dificuldades na construção de indicadores eficientes, eficazes e efetivos sob o ponto de vista operacional

17 POSSIBILIDADES Redes intersetoriais Instrumento de monitoramento e avaliação das Ações A de Promoção da Saúde Perspectivas Novos indicadores propostos

18 Redes intersetoriais Documentação e operacionalização das redes intersetoriais jáj existentes Qualificação das redes, voltadas para o coletivo e para a necessidades reais dos territórios rios Trabalhos em Rede como subsídios para políticas públicasp

19 Instrumento de Monitoramento da Promoção da Saúde Após s todo um processo de construção conjunta o grupo de trabalho (DANT, CEPEDOC e CNPQ) propôs a divisão do instrumento em 3 partes distintas: Monitoramento e avaliação dos processos de formação continuada dos profissionais que exercem ou vão exercer atividades relacionadas às s DANT em nível n local (educação permanente); Monitoramento das práticas realizadas nas unidades de SMS (avaliação de processo e efetividade); Avaliação de estratégias e práticas de PS das unidades de SMS no nível n local (intervenção).

20 Instrumento de Monitoramento de Promoção da Saúde CAEPS (EDUCAÇÃO PERMANENTE) INTERVENÇÃO AVALIAÇÃO Processo Efetividade Promoção Saúde Avaliação Vigilância Ações/Prátic as Promoção da Saúde Educação Mobilização Popular Advocacia Estratégias Promoção da Saúde Conhecimento Habilidades Motivação Empoderamento Estilos devida Entornos Biomédicos (físicos) Sociais Psicossociais MTPCS ATIVIDADE FÍSICA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Cultura da PAZ VIOLÊNCIA SAÚDE TABACO MENTAL ÁLCOOL TERAPIA COMUNITÁRIA SAÚDE NUTRIÇÃO Adulto/ SAÚDE do DCV(HA) Idoso DM

21 Perspectivas Implementação dos Núcleos N de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde Efeito multiplicador do Seminário final de Capacitação de Vigilância de Violências Efeito multiplicador dos Encontros Regionais de DANT Projeto vigilância de acidentes de trânsito

22 Indicadores propostos para Vigilância em DANT Nome abreviado e características Método de Cálculo Âmbito Fonte Parâmetro (possível meta inicial) RedeSuvisVIO É um quantificador indireto (processo), da Nº de redes que fazem Regional e Relatório Mínimo de uma rede abrangência dos trabalhos Relativos às Redes atividades intersetoriais Supervisão anual estabelecida por SUVIS em Intersetoriais que trabalham com a questão da relacionadas questão da de saúde (modelo todas as SUVIS da Região violência; identifica a distribuição espacial das violência na SUVIS/por anexo) a ser redes para futuro geoprocessamento SUVIS dentro da Região implantado RedeSuvisAF É um quantificador indireto (processo), da Nº de redes que fazem Regional e Relatório Mínimo de uma rede abrangência dos trabalhos Relativos à atividades intersetoriais Supervisão anual estabelecida por SUVIS em Promoção de Saúde em Atividade Física; relacionadas à atividade de Saúde (modelo todas as SUVIS da Região identifica a distribuição espacial das redes física na SUVIS/por SUVIS anexo) a ser para futuro geoprocessamento dentro da Região implantado

23 "Você vê coisas e diz: Por que?; mas eu sonho coisas que nunca existiram e digo: Por que não? George Bernard Shaw, ensaísta sta e dramaturgo britânico ( ) 1950)

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE SÃO PAULO A Secretaria Municipal da Saúde, gestora do Sistema Único de Saúde no Município, é responsável pela formulação e implantação de políticas, programas e projetos

Leia mais

Ministério da Saúde. Ministério da Educação. Março 2013

Ministério da Saúde. Ministério da Educação. Março 2013 Saúde Março 2013 ADESÕES SEMANA SAÚDE NA ESCOLA Guia de Sugestões de Atividades para a Semana Saúde na Escola disponível em: www.saude.gov.br/pse CRONOGRAMA 2013 Semana Saúde na Escola Adesão - 20/02

Leia mais

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAÚDE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ VOCÊ É A PEÇA PRINCIPAL PARA ENFRENTAR ESTE PROBLEMA Brasília - DF 2008

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO P.S.E. PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA.

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO P.S.E. PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO P.S.E. PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. QUIXADÁ CE Antônio Martins de Almeida Filho Secretário da Educação Selene

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE 2013 PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO PSE NO ANO DE 2013. Janeiro/2014 PREFEITURA MUNICIPAL DO SURUBIM SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA DEPARTAMENTO DE APOIO À GESTÃO PARTICPATIVA Política Nacional de Saúde Integral da População Negra Plano Operativo Brasília - DF Abril

Leia mais

Programa de Saúde na Escola e na Creche no município do Rio de Janeiro. Diretrizes Gerais. Versão Preliminar em Debate

Programa de Saúde na Escola e na Creche no município do Rio de Janeiro. Diretrizes Gerais. Versão Preliminar em Debate Programa de Saúde na Escola e na Creche no município do Rio de Janeiro Diretrizes Gerais Versão Preliminar em Debate Maio de 2009 Colegiado Intersetorial de Gestão de Saúde na Escola Grupo de trabalho

Leia mais

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal SMES Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Energética e Saúde Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011 Audiência Pública no Senado Federal CASDEP Comissão de Assuntos Sociais Premissas Se aplica

Leia mais

Programa de Atenção Integrada ao Idoso

Programa de Atenção Integrada ao Idoso Programa de Atenção Integrada ao Idoso Valéria Terra¹, Maria Carolina Carmignani¹, Tereza Barczinski² ¹ Metrus Instituto de Seguridade Social ² Programa de Estudos Avançados em Administração Hospitalar

Leia mais

A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL

A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL Olga Lopes Salomão 1 ; Marineide de Jesus Nunes 1, Rodolfo C. Villa do Miu 1, Brigina Kemp 2, Carlos Eduardo Abrahão 2, William

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cumprimento

Leia mais

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 44 44 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO BRASIL OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE NA INFÂNCIA pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 45 45 4 " META 5 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE

Leia mais

Apresentação da Coordenação. Estadual de Alimentação e Nutrição. do Estado do Paraná

Apresentação da Coordenação. Estadual de Alimentação e Nutrição. do Estado do Paraná Apresentação da Coordenação Estadual de Alimentação e Nutrição do Estado do Paraná Apresentação da Equipe Estadual Estado: PARANÁ Coordenadora: ADRIANE LEANDRO Equipe técnica: ADRIANE LEANDRO CÉLIA RATIGUIERI

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS

QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS Denise Silveira, Anaclaudia Gastal Fassa, Maria Elizabeth Gastal Fassa, Elaine Tomasi, Luiz Augusto Facchini BLOCO A - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS DEPARTAMENTO DE VIGILLÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA-DEVE

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS DEPARTAMENTO DE VIGILLÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA-DEVE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS DEPARTAMENTO DE VIGILLÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA-DEVE DIVISÃODE VIGILÂNCIA DE DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DVDNT PLANO ESTADUAL

Leia mais

ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS

ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS PORTUGUESE (PT) ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS A Fundação Rotária atesta que: 1. Suas metas visam aumentar a eficácia na outorga de subsídios e garantir a qualidade dos projetos; 2. As declarações

Leia mais

Implementação das Notificações dos Agravos e Acidentes Relacionados à Saúde do Trabalhador da Saúde no SINAN no Município de Jaramataia - Alagoas

Implementação das Notificações dos Agravos e Acidentes Relacionados à Saúde do Trabalhador da Saúde no SINAN no Município de Jaramataia - Alagoas CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Implementação das Notificações dos Agravos e Acidentes Relacionados à Saúde do Trabalhador da Saúde no SINAN no

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE REGIÕES DE SAÚDE CRS Política de Saúde para o Idoso no Estado de São Paulo Selo Hospital Amigo do Idoso Centro de Referência do Idoso Resolução

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cultura

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

Faculdade de Saúde Pública da USP

Faculdade de Saúde Pública da USP Faculdade de Saúde Pública da USP Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria de Saúde - Coordenadoria de Vigilância à Saúde Centro de Controle de Doenças Subgerência de Doenças e Agravos não Transmissíveis

Leia mais

CONCEITOS-CHAVE. Promoção da Saúde

CONCEITOS-CHAVE. Promoção da Saúde CONCEITOS-CHAVE Promoção da Saúde Promoção da Saúde é definida como a capacitação das pessoas e comunidades para modificarem os determinantes da saúde em benefício da própria qualidade de vida, segundo

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

Modelos de Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde A EXPERIÊNCIA DE CURITIBA. 21 de junho de 2012

Modelos de Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde A EXPERIÊNCIA DE CURITIBA. 21 de junho de 2012 Modelos de Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde A EXPERIÊNCIA DE CURITIBA 21 de junho de 2012 Rede Municipal de Saúde de Curitiba População 1.751.907 hab. 138 Equipamentos de Saúde

Leia mais

POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA

POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA POLÍTICAS SOCIAIS E A ASSISTÊNCIA À SAÚDE MATERNA CONCEITO DE SAÚDE da OMS Saúde é o perfeito bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Portanto: Ter saúde é fenômeno complexo

Leia mais

ACIDENTES DE TRÂNSITO: OCORRÊNCIAS E MORTALIDADE

ACIDENTES DE TRÂNSITO: OCORRÊNCIAS E MORTALIDADE ACIDENTES DE TRÂNSITO: OCORRÊNCIAS E MORTALIDADE Monitoramento da mortalidade do município de Campinas BOLETIM DE MORTALIDADE Breve Histórico O projeto de monitoramento da mortalidade de Campinas foi iniciado

Leia mais

VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica

VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica A Experiência de Curitiba na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária Sociedade Brasileira de Nefrologia Brasília, 2012

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Versão Final (Aprovada pelo Conselho Estadual de Saúde) Porto Alegre, fevereiro

Leia mais

Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde

Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde NOTA TÉCNICA 18/2014 Revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde Brasília, 28 de outubro de 2014. 1 Introdução A Política Nacional de Promoção da saúde - PNaPS foi aprovada em 2006, no conjunto de

Leia mais

Ministério da Saúde Ministério da Educação

Ministério da Saúde Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Educação Orientações sobre o Programa Saúde na Escola para a elaboração dos Projetos Locais O presente documento apresenta aos profissionais e gestores da saúde pública

Leia mais

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Módulo II - O provimento dos serviços socioassistenciais Proteção Social Especial Recife, fevereiro/2014 Conteúdo Programático

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES A PARTIR DO GRUPO DE EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA - ATENÇÃO BÁSICA Área Temática: Saúde Fabricio Boscolo Del Vecchio (Coordenador da Ação de

Leia mais

Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios. Para o ano de 2015

Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios. Para o ano de 2015 Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios Para o ano de 2015 O Plano Anual de Saúde de 2015 guarda uma característica própria: é o espelho da programação do PMS 2014/2017 aplicado

Leia mais

Programa Academia da Saúde

Programa Academia da Saúde Programa Academia da Saúde Política Nacional de Promoção da Saúde Objetivos: Promover a qualidade de vida Reduzir a vulnerabilidade e os riscos à saúde relativos aos seus determinantes e condicionantes

Leia mais

SUMÁRIO: I VIGILÂNCIA DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS: II GESTÃO:

SUMÁRIO: I VIGILÂNCIA DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS: II GESTÃO: SUMÁRIO: I VIGILÂNCIA DE ACIDENTES E VIOLÊNCIAS: 1. Implantação da Vigilância e do Sistema de Informação de Acidentes e Violências 2. Monitoramento dos Fatores de Risco e de Proteção de Acidentes e Violências

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica

Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica Gabriela Bittencourt Gonzalez Mosegui Instituto de Saúde da Comunidade ISC/UFF Adaptado de Carlos Magno C.B.Fortaleza

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na RELEMBRANDO... Perspectiva de RAS A RAS é definida como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes

Leia mais

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde-DAGVS Secretaria de Vigilância em Saúde dagvs@saude.gov.br 06/03/2012 IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO

Leia mais

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3 Plano Plurianual 2.002 2.005 Saúde Objetivo Geral Principais secretarias envolvidas: SMS A Secretaria Municipal de Saúde, cumprindo o programa do Governo da Reconstrução, implantará o SUS no município.

Leia mais

Programa de Saúde na Escola e na Creche no Município do Rio de Janeiro. Carioquinhas Saudáveis

Programa de Saúde na Escola e na Creche no Município do Rio de Janeiro. Carioquinhas Saudáveis Programa de Saúde na Escola e na Creche no Município do Rio de Janeiro Carioquinhas Saudáveis SAÚDE ESCOLAR: MODELOS E CONCEPÇÕES DE CONSTRUÇÃO DE SAUDE NA ESCOLA E NA CRECHE Higiene Escolar Medicina Escolar

Leia mais

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 CARTILHA INFORMATIVA Quais são as políticas que subsidiam o Programa Academia da Saúde? Política Nacional de Atenção Básica

Leia mais

A Educação Permanente em Saúde no Enfrentamento à Violência. na Região Sudeste da Cidade de São Paulo

A Educação Permanente em Saúde no Enfrentamento à Violência. na Região Sudeste da Cidade de São Paulo SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE SUDESTE 2 Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde A Educação Permanente em Saúde no Enfrentamento à Violência na Região

Leia mais

Determinantes do Processo Saúde-Doença. Prevalência e Fatores de Risco. Vigilância Epidemiológica

Determinantes do Processo Saúde-Doença. Prevalência e Fatores de Risco. Vigilância Epidemiológica Determinantes do Processo Saúde-Doença Prevalência e Fatores de Risco Vigilância Epidemiológica Indicadores de Saúde É o que indica, ou seja, o que reflete uma particular característica (...) revela a

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL Rosângela Vidal de Negreiros 1 ; Isaldes Stefano Vieira Ferreira 2 ; Tatianne da Costa Sabino 3 ; Cristiana Barbosa da Silva Gomes. 4 Universidade

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Dra. Patrícia

Leia mais

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP Betina Durovni Subsecretária de Atenção Primária, Vigilância e Promoção de Saúde 1 Introdução A violência contra

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação: Auxiliar

Leia mais

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE (Fonte: Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS) O planejamento é uma função estratégica de gestão assegurada pela Constituição Federal

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professora: Juliana Petrocelli Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

Proteção à saúde e vigilâncias

Proteção à saúde e vigilâncias EPIDEMIOLÓGICA Detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva. ZOONOSES Controle e prevenção de agravos transmitidos por animais. CEREST

Leia mais

Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino

Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar e Ensino A experiência do NHE do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP Curitiba, 16 de abril de 2015 Hospital das Clínicas

Leia mais

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Fonte: United Nations Department of Economic

Leia mais

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS Diagnóstico Operacionalização do Plano Estadual Contexto de vulnerabilidade 1. Relações desiguais de gênero Ações governamentais

Leia mais

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Ao Ministério da Saúde Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde E-mail: deges@saude.gov.br - prosaude@saude.gov.br CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002

Leia mais

AÇÕES DE PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Reunião Nacional 18/05/2007

AÇÕES DE PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Reunião Nacional 18/05/2007 AÇÕES DE PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Reunião Nacional 18/05/2007 Proposta do trabalho em grupo Construindo um Manual de Promoção da Alimentação Saudável em nível local Objetivos: Atualizar as ações

Leia mais

Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional

Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional I FÓRUM DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional Ações do Ministério da Saúde Brasília-DF, 17/10/06 Educação Alimentar

Leia mais

Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites

Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites Projeto RI-VIDA Rede de Integração para a Vida Projeto de prevenção de DST s, HIV/AIDS e Hepatites Apoio: Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS Secretaria de Estado da Saúde VULNERABILIDADE DA POPULAÇÃO

Leia mais

Programa de Atividade Física

Programa de Atividade Física Programa de Atividade Física ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE NA TERCEIRA IDADE OBJETIVOS: Analisar: Mudanças que ocorrem como o envelhecimento; Os desafios sócio-econômico e individual do envelhecimento em relação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE. Portaria GM/MS n. 687, 30/03/06. Ministério da Saúde

POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE. Portaria GM/MS n. 687, 30/03/06. Ministério da Saúde POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE Portaria GM/MS n. 687, 30/03/06 Ministério da Saúde Introdução Apresenta marco teórico e tecnologias 8ª Conferência Nac de Saúde / Carta de Ottawa Constituição Federal

Leia mais

Plano Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Mulher

Plano Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Mulher GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DA MULHER ANEXO 08 Plano Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Mulher Cais do Apolo, 222-4 e 5 andar - Bairro do Recife- Recife/PE - CEP: 50.030-905 secmulher@secmulher.pe.qov.br

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL PROGRAMA: 0070- Gestão do SUS do Município OBJETIVO: Gerir e controlar

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto sicaev.saude@ribeiraopreto.sp.gov.br

Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto sicaev.saude@ribeiraopreto.sp.gov.br SICAEV e UM PROJETO DE APRIMORAMENTO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO SOBRE A MORTALIDADE e NASCIDOS VIVOS Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto sicaev.saude@ribeiraopreto.sp.gov.br SICAEV é um serviço

Leia mais

UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE.

UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde Diretoria Geral de Promoção, Monitoramento e Avaliação da Situação de Saúde UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

i) APRESENTAÇÃO ------------------------------------------------- 03 ii) IMPLANTAÇÃO DO e-sus AB ------------------------------------ 04

i) APRESENTAÇÃO ------------------------------------------------- 03 ii) IMPLANTAÇÃO DO e-sus AB ------------------------------------ 04 VERSÃO 1.3.09 ÍNDICE i) APRESENTAÇÃO ------------------------------------------------- 03 ii) IMPLANTAÇÃO DO e-sus AB ------------------------------------ 04 iii) FICHA DE ATIVIDADE COLETIVA --------------------------------

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

AÇÕES DE EXTENSÃO E CUTURA 2010 UNIDADE: FOP ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO REPRESENTANTE: CLEIDE RODRIGUES

AÇÕES DE EXTENSÃO E CUTURA 2010 UNIDADE: FOP ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO REPRESENTANTE: CLEIDE RODRIGUES AÇÕES DE EXTENSÃO E CUTURA 2010 UNIDADE: FOP ÁREA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO REPRESENTANTE: CLEIDE RODRIGUES PROJETO SALA DE ESPERA Equipe de trabalho: SERVIÇO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DA FOP Cleide Rodrigues e

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual para Implantação do Programa Peso Saudável. (Versão preliminar - em fase de diagramação)

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual para Implantação do Programa Peso Saudável. (Versão preliminar - em fase de diagramação) MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual para Implantação do Programa Peso Saudável (Versão preliminar - em fase de diagramação) Brasília DF 2013 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO

Leia mais

Incluir no pagamento por performance o preenchimento da variável raça/cor.

Incluir no pagamento por performance o preenchimento da variável raça/cor. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO PRIMÁRIA E VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DE

Leia mais

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento Plano de Formação 2011 Aprovação do Conselho Directivo A intervenção integrada na Saúde Mental nos CSP 1 24 Rita Oliveira do Carmo Abordagem ao Doente

Leia mais

PPSUS SP Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde São Paulo Resultados do Edital 2013-2014

PPSUS SP Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde São Paulo Resultados do Edital 2013-2014 PPSUS SP Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde São Paulo Resultados do Edital 2013-2014 Luiza Sterman Heimann Diretora do Instituto de Saúde Sonia Isoyama Venancio Assistente de Direção do

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LESTER PEREIRA Diretor Geral WINSTON LUIZ ZOMKOWSKI Superintendente

Leia mais

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio aos Fóruns, Comitês, Associações

Leia mais

A experiência de residentes em saúde da família no enfoque integral da população adscrita ao PSF Sereno

A experiência de residentes em saúde da família no enfoque integral da população adscrita ao PSF Sereno A experiência de residentes em saúde da família no enfoque integral da população adscrita ao PSF Sereno HUGO BRAZ MARQUES JUBEMAR DE MEDEIROS JUREMA FREITAS WARDINE LUDMILA ROBERTO MORAES Introdução Em

Leia mais

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe Saúde Informa Nº 2 Distrito Sanitário Centro DSCe Agosto/211 Apresentação Esta é a segunda edição do informativo do DSCe e o dedicamos a discussão das atividades de educação permanente, ao monitoramento

Leia mais

Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs. Oficina Acesso Qualificado Atendimento Demanda Espontânea

Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs. Oficina Acesso Qualificado Atendimento Demanda Espontânea Setembro 2014 } Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs } Tema da Reunião Geral: Saúde Integral LGBTT } Convidados Palestrantes: Judit Lia Busanello (Diretora Técnica CRT Santa Cruz) 8:30

Leia mais

Situação e Desafios Atuais

Situação e Desafios Atuais DCNT NO CONTEXTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE BRASILEIRO Situação e Desafios Atuais A VIGILÂNCIA, O CONTROLE E A PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS DCNT NO CONTXTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

Seminário de Doenças Crônicas

Seminário de Doenças Crônicas Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais