Matemática D Intensivo V. 2
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- Vanessa Van Der Vinne Ribeiro
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1 Intensivo V. Execícios 0) Note que o lado ( ) do tetaedo é a diagonal da face do cubo de aesta, sendo assim: D 0) 0) 0) C 05) Segue que a áea da face do tetaedo é: l ( ).. Soma das aestas é dada po: S a a a cm Volume: V a 7 57 m³ Seja o númeo de aestas e F o númeo de faces. 5.F (aestas total) V 0 (aestas visiveis) Potanto, o númeo de aestas não visíveis é dado po: V Númeos de aestas.f Relação de Eule: V + F + V V 0 V Temos que o númeo de faces paa um pisma exagonal são faces. Note que o novo pisma teá um acéscimo de faces no mesmo númeo de vétices do pisma exagonal, como o númeo de vétices são, então o númeo de faces do novo polígono é + 0 faces. 0) 07) Temos 0 e F 0. Relação de Eule: V + F + V V 0 V 0) 7 Potanto, incoeto. 0. Vedadeio. F + + n + n n + n V Relação de Eulle: + + n + n n + n + (7 + n) + n + + n 0 + n 0 n n n 0. Vedadeio. F + + n + n n 0 0. Falso. Temos que:. f 5 +. f +. f5, em que f é o númeo de faces do tiângulo, f o númeo de faces do quadiláteo e f 5 o númeo de faces do pentágono. Relação de Eulle: f + f + 5f 5 (V + + n ) n + V + n + n + V n n + V n + V n + Paa n V 9, como o númeo de vétices tem que se um númeo inteio positivo, n é incoeto.
2 0. Vedadeio. Soma dos ângulos intenos de um polígono: S i 0 (n ). Pentágono: (5 )0 50 Quadiláteo: ( )0 0 Tiângulo: ( )0 0 Então a soma dos ângulos das faces é: 0n n 00 (00 + 0) 0n 00 n 00 0 n. Coeto. f + f + 5f 5 n n + 50 n n n 0) E 0. Vedadeio. Temos que (V ). Relação de Eulle: V + F (V ) + V + F V + V + F V F V. Vedadeio. (V ) 0 (V ) 0 V 0 + V V V V E 09) 0. Vedadeio. S (V ). 0 S (7 ). 0 S 5. 0 S Coeto. Númeo de aestas é dado po: + b, em que é o númeo de aestas lateais e b é o númeo de aestas da base. Note que b, então b e, potanto, o númeo total de aestas é pa. 0. Vedadeio. Temos que: (V ) V + V V + Relação de Eulle: ( + ) + + F Temos que a áea de EDC é dada po: E. C 0 cm² Segue: E C H V.. Pismas ) D C cm³ Temos que o peímeto da base p. Logo, o volume é dado po: V l V.. 5 V 9
3 ) D ) V... 9 m³ 0% do volume: 0,. 9 7, m³ figua epesenta a vista supeio da embalagem do cocolate dividida em 7 tiângulos equiláteos. 7 m 700 cm 0, m 0 cm 0, m 0 cm V cm³ , cm 0, 0 g y cm Multiplicando cuzado, temos: 9 0,. 0 y 5, y 0,. 0 9 cm³ 0 áea total T da embalagem coesponde a áea lateal com o dobo da áea da base. áea latea mede o peímeto da base multiplicado pela medida da altua do pisma, e a áea da base é 7 vezes a áea de um tiângulo equiláteo. Potanto, T + 9 0, númeo de lingotes 0,5. 0² númeo de lingotes 50 5) C Como se pode obseva na figua, o peímeto da base é igual a 70 cm. áea do tiângulo equiláteo T é dada po: T l x x x ssim: T ,7. 0² T T 955 cm² 0,095 ) C Como m² de papelão custa R$0,00, o custo da embalagem seá apoximadamente R$0,95. V x. x. x x³ x³ x³ x Logo, devemos cota. (. ) cm² paa faze a caixina., milões de latas po dia 0 latas 000 g, 0 latas x Multiplicando cuzado, temos:, 0. 0 x 0 x 0,. 0 9 gamas
4 ) 0. Cilindos 9) km cm,5 km km 0³ m km 0 9 m³ x 0 m m³ km 9 0 m³ m³ km 0 km³ Volume de óleo V,5 km. km. x 00,5x km² km³ x km 5, km,. 0 0 km x, cm,. 0 5 cm 7) cm πr. π R. R. R. 0 R 0 R 0, Razão ente o aio da taqueia contaido com a taqueia em epouso é: 0, 0, 0% Potanto, teá uma edução de 0%. 0) E cm ) D V x(0 x)( x) x(0 0x x + x²) V x(0 x + x²) x³ x² + 0x O total de cubos utilizados seá dado po:.. cubos O mínimo paa completa seá: N 5 cubos V V 0 cm Seja V 0 o volume inicial e V o volume após a submesão do objeto. V 0 πr². π². π. V πr². ( + ) π()². ( + ) π. ( + ) O volume do objeto é dado po: V V V 0 π. ( + ) π. π +. π π. π.., 50,7 5 cm³
5 ) Como a escala é :00, então cm e cm. 0. Vedadeio. V π()². 0 0π V π()². 7π ΔV 0π 7π π m³ Daí, V πr². π (00)². 900 π π m V 9. 0.,,. 0 cm³,. 0 0 V, m³ ) D ) O equilóbio idostático dos cinco pimeios cilindos ocoeá na altua média dos 5 pimeios. CDE Como essa é a altua média da válvula que liga o quinto (E) com o sexto (F) cilindo, nenum líquido escoaá paa o sexto cilindo. ) 09 Potanto, o sexto pemaneceá com dm de altua H 0 s dimensões da nova caixa são: : edução de 5% do R 0,75. m H: aumento de 0% de 0 m,0. 0 m 0. Vedadeio. πr² π()² π m² π()² 9π Δ π 9π 7π m² 0. Falso. V π². 0 0π 0. 0 m² V π². 9. π 7π 7. π 5 m ΔV V V m³ > Falso. πr. π..0 0π m² π(). 7π m² Δ 0π 7π π m² 5) E,7,7,7.,7 +,7, +,7 5, 7, 5, 0,5 V (0,5)². π. 0 0,5.,. 0 7,75 m³, logo: V T. 7,75,5 l Como o peímeto do exágono é dado po p 7, então 7 cm. Segue que: l l 5
6 ) D O volume é dada po: V π( )². π.. cm² V 570. t (t). πr² 570. t,570 t (t) 57, t (função linea) π Paa (t),57 m (altua máxima),57 57, π t,57. π,57t 57,. π t 57, t., t,5 7) C Logo, 0 t,5. V(t) 0 t Temos que o volume total do esevatóio é: V π(,5)². 5 5, 0% do V T 0,. 5,, Então:, t,. 000 t 0 t,. 00 s t s t 0 min t 7 min O volume da figua é: V π. ². 5π Como V V, temos: π. 5π 5, 7, cm 9) E V k +. b + b Temos que:. l b. l.. m³.,7 0,. 7,,55 m² Segue: V , +,., +, V,75 +, 0,75 + 5, 7,5 m³ V 7, ) D cm cm Figua cm Figua O volume da figua é: V π. ². π.
7 ) D 5 5 Volume: V πr. g ) D V π V 75 π V,5π cm³ plicando teoema de Pitágoas no Δ C. ( ) + (R ) 9 + R R + 9 R R + 0 R R Resolvendo a equação temos: Δ b ac Δ ( ).. 5 Δ 0 R b ± ( ) ± a. 0 R R + 5 ± R" R" não seve, caso contáio o aio maio é meno que o aio meno. Cálculo de g: Teoema de Tales: R g 5g 5 g 5 (x ) g 5 g 5 Vamos calcula H. g + R (teoema de Pitágoas) ) C Volume da gaafa de vino: V G π. + π.. 5 V G π + 0π V G π Volume da taça: V T π.. 9. π π O númeo de taça que uma gaafa seve é: VG π 5,5 taças V π T Potanto o númeo máximo de taças ceia que uma gaafa seve é 5. Seja, V T : volume do tonco de cone. V : volume do gelo deetido (água). Temos que: V 0,5V T 0,097π litos 0,5 V T (lito 0 cm ) 0,097π. 0 0,5 V T 97π 0,5 V T V T 97 π π 05, Como V T π ( + R + ), temos: π. (R + R. + 9) π (R + R. + 9) R + R R R 0 Resolvendo a equação, obteemos: R' R" (não seve, aio negativo) 7
8 ) C Teoema de Tales: x y D y E x Deseno x C x... 9 Logo o aio (R') do novo cículo é dado po: R" 9 + plicando teoema de Pitágoas no Δ C. 0 + x x 00 x x cm Logo o aio do cículo fomado pela água é + cm. Teoema de Pitágoas no Δ DEC. 0 + y y 00 y y cm Logo, o aio maio (R) é dado po: + + cm Volume do tonco V T π (R + R. + ) V T π ( +. + ) V T π cm³ Volume do tonco fomado pela água. V π ( +. + ) V π cm³ Potanto, V T V ltenativa Falsa. V t V t t π t π s. ltenativa Vedadeia. 5) Volume do novo cone: V N π ( +. + ) V N 5π cm ltenativa Vedadeia. Volume do cone V π. 0 0 π 90% do volume equivale a: 0,9. 0 π Áea cicula supeio do queijo é: π π π Temos que a áea do seto cicula é dada po: S πrα 0, então πr α π 0 R α 0 α 0 α 5
9 ) 7) D V V g 5 k O O R p π π π π 9 cm Geatiz: g cm plicando teoema de Pitágoas no Δ VO, temos: (5) Volume do cone: V π R. V π 9. V π. V.. π V π cm Áea total do cone: T l + b l πrg π π b πr π. 9 π Logo, T 5 π + π T π cm² π V cubo π. No tiângulo VO, temos: + R. + R 9 + R R R R. R cm π. (acionalização) π π cm V cone maio π R π. π π. cm 9 9 Po semelança, temos: π π 9 7 π 9. π 7 7 9
10 Logo, 9) E ) 0 k cm F 5 cone equiláteo tiângulo equiláteo C 5 l (acionalização). Como o volume máximo é 7π cm, temos que: V π. D No tiângulo GF temos que (tiângulo pitagóico). quantidade de papel gasta é dada po: l + b + onde l é a áea do tapézio e b e áea dos quadados meno e maio epectivamente. Segue, l ( ) cm b. cm. cm 50) E Potanto, a quantidade total gasta é: cm² y E V π. 7 π 7 cm 5 5 Potanto x cm V π. V π. 5 V. 5π V 5., V 7, Potanto, o volume do cone de evolução é 7. 0
11 5) 5) V C g H O 0, Coeto. Po semelança: x,5 x 0 x 5 O lado da secção tansvesal é: 5 l x. 5 Logo, a áea é dada po: cm 0. Coeto. V b. V. 0. V cm 0. Coeto. V tonco k ( +. b + b) 0. Coeto. Volume do tonco: π ( +. 0,5 + (0,5) V V π ( + + 0,5) V 0,5π V 0,5., V. 97 cm³ 0. Incoeto. No tiângulo C, temos: g + (,5) g +,5 g,5 g, 5, Áea do tonco: l πg (R + ) l,.,( + 0,5) l,59 cm 0. Coeto. 0 cm³,5 V tonco ( ) V tonco (00 + 0, 5 + 5) V tonco 50 cm³ 0,5 Segue, que a azão ente o volume do tonco do volume da piâmide é: Vtonco V Coeto. b Coeto. Calculado o ítem 0. Po semelança: ( 0,5),5
12 ,5,5 5,,5 5) D V Logo, o volume do tonco de cone com a metade da altua do funil é dado po: V π (,5 +,5 0,5 + (0,5) ) V π.,75 V,.,75 V 7,5 cm 0. Incoeto. 0 cm. 0,5 Po semelança: + 0,5 0,5,5 5, Logo, H + + cm. Incoeto. maio π π 05, 05, meno l l Q 0 a F Temos que Δ OV Δ VQS, então: l l l l Po semelança: b, onde b e são áeas da base meno e maio espectivamente. b 0 b 00 b 5 cm Volume do tonco da piâmide: V tonco V tonco ( ) V tonco 50 cm Volume da piâmide meno: V M cm Logo, o volume da egião acuada é dada po: V V tonco V M cm O R C S D 5) C Seja k altua do tonco da piâmide pocuada. V k ( +. + ) 5 k ( + + ) 5 7 k. 5 k. 7 5 k 5 7 5
13 Po semelança: H k + k k 5 Potanto, H + k H ) V π ( +. + ) V π( + + ) V 0π cm 5) Volume do tonco: V T π (R + R + ) Volume do cone: R Segue, V T V c V c V T V c π (R + R + ) R² + R + R² + R + 0 R² + R 0 R + R² 0 π V c π.
14 57) E V g G E 5 F 0 R R G g 5 nalizando Δ V, temos: V E 5 g F G 0 Δ C Δ EFC, temos: 5 G 5 g g g g g g g + 0 g 0 cm Logo, G cm Potanto, 0 cm e R 0 cm 5 5) E Seja o aio da esfea. Volume da esfea inicial: V i π Se aumentamos o aio em 0% obteemos um novo aio R,. Novo volume da esfea: V f πr V f π(, ) V f,7. π Logo, Vf 7., π., 7 Vi. π. ssim, a pocentagem do novo volume em elação ao volume inicial é de 7,%. Potanto novo volume teve um aumento de 7,%.
15 59) D Volume da esfea: V E. π. V E.. V E 5 cm Volume do cubo V c cm Volume do pota-jóia V V c V E V V 7 cm Temos que d m V, então: 0,5 m 7 m 7. 0,5 m, Potanto a massa é apoximadamente g. 0) 0. Coeto. Supefície da esfea: S π S π cm Áea do cubo: cm Segue, S 0. Incoeto. π π R R O. π. R π π. R π R R R 0. Incoeto. Seja a aesta do cubo. Sabemos que o diâmeto da esfea é igual a diagonal do cubo, sendo assim: a a. a (acionalização) plicando teoema de pitágoas no Δ O, temos: R Coeto. esta do cubo inscito (a i ) a i cm (calculado o item 0) Volume: a i cm esta do cubo cicunscito (a c ) a c R a c. a c cm 5
16 ) Volume: V c cm Segue, que a azão é dada po: Vc Vi Vc V i ( ) ( ) Vc V i. Coeto. V π V 5 π cm. C Temos que: Vc VE Vcone H H } R H R H. ( ). (acionalização) 0. Incoeto. V c V cone π. π. H c. c. c c c (acionalização) c Como >, temos que > c. 0. Coeto. V cone V E π. H πr. H R. R R R (extaindo a aiz quadada em ambos os lados) R 0. Incoeto. V c V E π. c π R. c R (i) Do item 0, temos: c c (acionalização) c. Como R, temos que c R Substituindo a equação acima em (i), obtemos:. R. R 9 R. R R R 0. Incoeto.
17 Áea da base do cilindo b π c Áea da supefície da esfea E πr (i) Do item 0, temos a seguinte igualdade. c (elevando ambos os lados ao quadado) c 9.. c.. R c.. R R. c (ii) Substituindo (ii) em (i), teemos: c E π E π c E b. Coeto. C ) D me. ye + my c c ycm Como d E d c, temos me mc VE Vc me mc 5 π π5. 0 me mc π 5 π 5 me mc () i m c m (ii) E Substituindo (ii) em (i), obteemos: me me. 5 yem me +. me y CM ) E R 5 g 5 R O R (item 0) 5 plicando teoena de Pitágoas no Δ C, temos: g ( 5) + ( 5) g g 5 g 5 g 5 Áea da secção πr π π No tiângulo O, temos: R + (teoema de Pitágoas) R + R 9 + R 5 R 5 7
18 ) Volume da esfea: V π. 5 V π. 5 V 500 π cm³ 0. Incoeto. Quanto maio a cicunfeência, meno o ângulo (latitude) fomado ente a lina do equado e o segmento fomado ente o cento da tea e um ponto qualque da cicunfeência. 0. Incoeto. Caso contáio estava andando sobe a tea paalelamente à lina do equado. 0. Coeto. áea da água é dada po 0,7. T 0,7. π(00) km² 0. Incoeto. d πr πr² d π(00) d πkm N ) Como R, temos C p π R C p πr Segue, C R π C C p Áea da cúpula: R π c c πr c π(5) c π. 5 c 50π c 50., c 95 Custo da estauação: C C,. 0 eais C, milões de eais 7) C S O 5) D. Coeto. Os paalelos de maio aio é a lina do equado e potanto altenativa coeta. Compimento do meidiano C M πr C M πr Temos que: C C C M C R π Compimento do paalelo: C p πr No tiângulo O, temos: cm
19 ) C V E. (,) V E,07 cm³ R 0. Incoeto. πr. (,)², cm² Volume da egião (R) pocuada é dada pela difeença do volume da semi-esfea (V E ) pelo volume do cone (V c ). Volume da semi-esfea πr R R V π π E. V E π π cm 70) D 0. Coeto. V V c V E V 7,., 07 V 7, 5, V, cm³. Incoeto. l πr. l..,. 5, l 9,5 cm a Volume do cone: V c πr. V c π. a V c π cm³ a a Logo, V V E Vc π cm³ 9) 9, cm 0. Coeto. V c πr. V c (,). 5, V c 7, cm³ 0. Incoeto. V E πr V E. (,) plicando teoema de Pitágoas no tiângulo acuado, temos: a + a a + a. a + a 9 a a a a m 9
20 7) a Volume da esfea V E πr.., V E,0 cm³ Volume ente os sólidos V V c V E V,0 V 0,9 cm 0,9. 0 l a Volume do cubo V c ³ cm³ a Fazendo lito 0, 09 97, Potanto, podemos ence 9 peças. 7) D V V C H C F a figua O figua Vamos calcula a altua do tetaedo. H a. ( da altua do tiângulo equiláteo) a 9 + H (teoema de Pitágoas) H H F O 0
21 Na figua, temos que Δ VO Δ VC, então: 7) E Potanto, o volume do cilindo é: V π. V π. 9 V π cm³ a) () Logo, o volume do pisma é: V. V. V 9 dm b) Obsevando que se tata de um cilindo de aio da base dm e altua (x) seu volume é π dm quando: π. (x) π (x) x 5x + x 0 Como x é uma solução da equação, pelo método do algaismo de iot Ruffini: 5 0 7) E 75) D x O x V P 0 potema PM da base dessa piâmide, em centímetos, mede: 0. 5 potema VM da base dessa piâmide mede, em centímetos: + 5 Da semelança ente os tiângulos TOV e PMV, temos: OT VO PM VM ssim, sendo x o aio da esfea, em centímeto, temos: x x 5 x 0 x 0 Vista supeio dos sólidos x 5 T M ssim, x 5x + x 0 (x )(x x + ) 0 Resolvendo a equação x x + 0 obtemos as aizes x e x. l l Logo, os possíveis valoes de x paa quais o volume do cilindo é π dm são dm e dm. l
22 . l l l Áea da base b l b ( ). b b Volume do pisma V b. V. V. 7) a) 50 cm³ 77) b) ( apótema) a) Cálculo do aio da bola π π 575 V bolas π π V bolas O volume não ocupado pelas bolas é igual a: cm b) V V bolas l. π π. 0. Coeto. R a 0. 0 a a 7) Diâmeto da esfea: D R a D D D D. 0 0 D 0. 0 m 0. Incoeto. a. b sen α sen(09, 5 ). 0. 0,9 0, m² 0. Eo no enunciado que é de quimica. 0. Eo no enunciado.. Eo no enunciado. D 5 x S E T No tiângulo Δ DE, temos: 5 + x (teoema de Pitágoas) 5 x 5 x x x 9 Áea do tabalo S + T S 9. 5 m T. 9. m Segue, m Potanto, seá captado. litos de água e assim, 9 litos. C
23 79) C 5 0) Faces pentagonais: Faces exagonais:0 esta:. f f onde f 5, f são os númeos de lados do pentágono e exágono espectivamente Relação de Eule: V + F + V V 9 V 0 Potanto, o númeo de átomo de cabono é 0.
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lectomagnetismo e Óptica LTI+L 1ºSem 1 13/14 Pof. J. C. Fenandes http://eo-lec lec-tagus.ist.utl.pt/ lectostática 1.4 Teoema de Gauss (cálculo de Campos). ρ dv = O integal da densidade de caga dá a caga
MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO
1 MTEMÁTIC 3 SÉRIE - E. MÉDIO Pof. Rogéio Rodigues ELEMENTOS PRIMITIVOS / ÂNGULOS NOME :... NÚMERO :... TURM :... 2 I) ELEMENTOS PRIMITIVOS ÂNGULOS Os elementos pimitivos da Geometia são O Ponto, eta e
1ª Ficha Global de Física 12º ano
1ª Ficha Global de Física 1º ano Duação: 10 minutos Toleância: não há. Todos os cálculos devem se apesentados de modo clao e sucinto Note: 1º - as figuas não estão desenhadas a escala; º - o enunciado
Fazer: 2, 4, 6, 9, 12, 16, 18, 29, 33 e 35. y 60º. a) do ângulo de 27º 31 é. Geometria plana PARFOR
Geometia plana PRFOR Faze: 2, 4, 6, 9, 12, 16, 18, 29, 33 e 35. 1. Calcule o valo de e obevando a figua abaio: a) b) 3 15º 60º 5 15º 4 + 5º 2. Calcule a medida de na eguinte figua: a) b) 3 5º 3 + 20º +
Resolução da Prova de Raciocínio Lógico
ESAF/ANA/2009 da Pova de Raciocínio Lógico (Refeência: Pova Objetiva 1 comum a todos os cagos). Opus Pi. Rio de Janeio, maço de 2009. Opus Pi. [email protected] 1 21 Um io pincipal tem, ao passa em deteminado
QUESTÃO 01 01) ) ) ) ) 175 RESOLUÇÃO:
QUESTÃO A AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA DA UNIDADE II- COLÉGIO ANCHIETA-BA ELABOAÇÃO: POF. ADIANO CAIBÉ e WALTE POTO. POFA, MAIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Sejm ABC e ADE dois tiângulos etângulos conguentes, com AB
singular GEOMETRIA ANALÍTICA 2º E.M. Tarde Colégio Técnico Noturno Profª Liana (Lista de exercícios elaborada pelo professor DANRLEY)
1 singula GEOMETRIA ANALÍTICA 2º E.M. Tade Colégio Técnico Notuno Pofª Liana (Lista de eecícios elaboada pelo pofesso DANRLEY) SISTEMA CARTESIANO ORTOGONAL 2 1) Indique a que quadante petence cada ponto:
CAPÍTULO 7: CAPILARIDADE
LCE000 Física do Ambiente Agícola CAPÍTULO 7: CAPILARIDADE inteface líquido-gás M M 4 esfea de ação molecula M 3 Ao colocamos uma das extemidades de um tubo capila de vido dento de um ecipiente com água,
Dinâmica do Movimento Circular
Dinâmica do Movimento Cicula Gabaito: Resposta da questão 1: [E] A fita F 1 impede que a gaota da cicunfeência extena saia pela tangente, enquanto que a fita F impede que as duas gaotas saiam pela tangente.
( ) 10 2 = = 505. = n3 + n P1 - MA Questão 1. Considere a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo:
P1 - MA 1-011 Questão 1 Considee a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo: a 1 = 1 a = + 3 a 3 = + 5 + 6 a = 7 + 8 + 9 + 10 (05) (a) O temo a 10 é a soma de 10 inteios consecutivos Qual é o
VETORES GRANDEZAS VETORIAIS
VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma
Matemática. Atividades. complementares. FUNDAMENTAL 8-º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 8. uso escolar. Venda proibida.
8 ENSINO FUNMENTL 8-º ano Matemática tividade complementae Ete mateial é um complemento da oba Matemática 8 Paa Vive Junto. Repodução pemitida omente paa uo ecola. Venda poibida. Samuel aal apítulo 6 Ete
O Paradoxo de Bertrand para um Experimento Probabilístico Geométrico
O Paadoxo de etand paa um Expeimento Pobabilístico Geomético maildo de Vicente 1 1 Colegiado do Cuso de Matemática Cento de Ciências Exatas e Tecnológicas da Univesidade Estadual do Oeste do Paaná Caixa
20 Exercícios Revisão
0 Execícios Revisão Nome Nº 1ª séie Física Beth/Reinaldo Data / / T cte. G. M. m F v a cp v G. M T.. v R Tea = 6,4 x 10 6 m M Tea = 6,0 x 10 4 kg G = 6,7 x 10 11 N.m /kg g = 10 m/s P = m.g M = F. d m d
ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade:
ESCOAMENTO POTENCIAL Escoamento de fluido não viso, Equação de Eule: DV ρ ρg gad P Dt Escoamento de fluido incompessível cte Equação da continuidade: divv Escoamento Iotacional ot V V Se o escoamento fo
Resoluções de Exercícios
esluções de ecícis TTI III apítul 0 neciments Gemétics aacteísticas das iguas Geméticas lanas, sições de etas n lan; imetias de iguas lanas; nguência e emelança de Tiânguls; Teema de Tales; elações éticas
Prof.Silveira Jr CAMPO ELÉTRICO
Pof.Silveia J CAMPO ELÉTRICO 1. (Fuvest 017) A deteminação da massa da molécula de insulina é pate do estudo de sua estutua. Paa medi essa massa, as moléculas de insulina são peviamente ionizadas, adquiindo,
Conteúdos Exame Final e Avaliação Especial 2016
Componente Cuicula: Matemática Séie/Ano: 8º ANO Tuma: 18B, 18C e 18D Pofeoa: Liiane Mulick Betoluci Conteúdo Eame Final e Avaliação Epecial 16 1. Geometia. Monômio e Polinômio 3. Fatoação Algébica 4. Façõe
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 08/03/14 PROFESSOR: MALTEZ
RSOLUÇÃO VLIÇÃO MTMÁTI o NO O NSINO MÉIO T: 08/03/14 PROFSSOR: MLTZ QUSTÃO 01 Na figua, a eta e ão pependiculae e a eta m e n ão paalela. m 0º n ntão a medida do ângulo, em gau, é igual a: 0º m alteno
3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra
3. Potencial gavitacional na supefície da Tea Deive a expessão U(h) = mgh paa o potencial gavitacional na supefície da Tea. Solução: A pati da lei de Newton usando a expansão de Taylo: U( ) = GMm, U( +
MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE
AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma
Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica
ap014 - ampo magnético geado po coente elética 14.1 NTRODUÇÃO S.J.Toise Até agoa os fenômenos eléticos e magnéticos foam apesentados como fatos isolados. Veemos a pati de agoa que os mesmos fazem pate
UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 REFERÊNCIA DE CORREÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA. e uma das raízes é x = 1
UFJF ONURSO VESTIULR REFERÊNI DE ORREÇÃO D PROV DE MTEMÁTI 4 Questão Seja P( = ax + bx + cx + dx + e um polinômio com coeficientes eais em que b = e uma das aízes é x = Sabe-se que a < b < c < d < e fomam
S C S B S P. Resposta: B. Resolução. (x + y + z) 2 = x 2 + y 2 + z (xy + xz + yz) temos. (x + y + z) 2 = (x + y + z) 2 = 18
MATEMÁTICA A pavimentação indicada na fotogafia possui simetia otacional de 90 e é fomada po quadados, cículos e figuas com a foma. Em elação ao desenho feito sobe a fotogafia, sabe-se que A,, C e D são
Energia no movimento de uma carga em campo elétrico
O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.
n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss
Fundamentos de Fisica Clasica Pof icado Lei de Gauss A Lei de Gauss utiliza o conceito de linhas de foça paa calcula o campo elético onde existe um alto gau de simetia Po exemplo: caga elética pontual,
Renato Frade Eliane Scheid Gazire
APÊNDICE A CADENO DE ATIVIDADES PONTIFÍCIA UNIVESIDADE CATÓLICA DE MINAS GEAIS Mestado em Ensino de Ciências e Matemática COMPOSIÇÃO E/OU DECOMPOSIÇÃO DE FIGUAS PLANAS NO ENSINO MÉDIO: VAN HIELE, UMA OPÇÃO
Gabarito Final com Distribuição dos Pontos - Questão 1. (1 ponto) Assim, Logo,. Daí,. (2 pontos) Portanto, Agora, como é uma P.G. com e razão, temos:
PROCESSO SELETIVO 009- Gabarito Final com Distribuição dos Pontos - Questão 1 A) De acordo com o enunciado, temos a P.A. 4. Assim, de razão r= e soma igual a () Logo,. () Daí,. Portanto, ( pontos) Agora,
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ
ESOLUÇÃO DA AALIAÇÃO DE MATEMÁTICA o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 0/08/ POFESSO: MALTEZ QUESTÃO 0 A secção tansvesal de um cilindo cicula eto é um quadado com áea de m. O volume desse cilindo, em m, é: A
Seção 24: Laplaciano em Coordenadas Esféricas
Seção 4: Laplaciano em Coodenadas Esféicas Paa o leito inteessado, na pimeia seção deduimos a expessão do laplaciano em coodenadas esféicas. O leito ue estive disposto a aceita sem demonstação pode dietamente
Geometria Espacial 01 Prof. Valdir
Geometi Espcil 01 Pof. ldi I. PLIES 1. EFINIÇÃ São sólidos eométicos com fces plns e polionis.. elção de Eule + F + : númeo de vétices F: númeo de fces : númeo de ests Eemplo: N fiu seui, obseve elção:
IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO
AULA 10 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 1- INTRODUÇÃO Nesta aula estudaemos Impulso de uma foça e a Quantidade de Movimento de uma patícula. Veemos que estas gandezas são vetoiais e que possuem a mesma
Pof. Pauo Cesa Costa 01. (ENEM) O goveno cedeu teenos paa que famíias constuíssem suas esidências com a condição de que no mínimo 9% da áea do teeno fosse mantida como áea de pesevação ambienta. Ao ecebe
TUKEY Para obtenção da d.m.s. pelo Teste de TUKEY, basta calcular:
Compaação de Médias Quando a análise de vaiância de um expeimento nos mosta que as médias dos tatamentos avaliados não são estatisticamente iguais, passamos a ejeita a hipótese da nulidade h=0, e aceitamos
Aula 2 de Fenômemo de transporte II. Cálculo de condução Parede Plana Parede Cilíndrica Parede esférica
Aula 2 de Fenômemo de tanspote II Cálculo de condução Paede Plana Paede Cilíndica Paede esféica Cálculo de condução Vamos estuda e desenvolve as equações da condução em nível básico paa egime pemanente,
. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E
7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas
Todos os exercícios sugeridos nesta apostila se referem ao volume 3. MATEMÁTICA III 1 GEOM. ANALÍTICA ESTUDO DO PONTO
INTRODUÇÃO... NOÇÕES BÁSICAS... POSIÇÃO DE UM PONTO EM RELAÇÃO AO SISTEMA...4 DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS...6 RAZÃO DE SECÇÃO... 5 DIVISÃO DE UM SEGMENTO NUMA RAZÃO DADA... 6 PONTO MÉDIO DE UM SEGMENTO...
GABARITO. 2 Matemática D 06) 11 = = = 01. Correto. Do enunciado temos que: h = 4r. Portanto, V cilindro. Portanto, por Pitágoras:
Mtemáti D Extensivo V. 8 Exeíios 0) ) 96 dm b) ) (x) p x : () 5. + 8. 6 dm Potnto: V b... 6 96 dm b) Os vloes de x devem stisfze s seguintes equções. Sendo V. b. então π.. (x 5x + 8x) 6π dm Potnto x 5x
EXERCÍCIOS DE REVISÃO MATEMÁTICA II CONTEÚDO: ÂNGULOS 3 a SÉRIE ENSINO MÉDIO
EXERÍIS E REVISÃ MTEMÁTI II NTEÚ: ÂNGULS 3 a SÉRIE ENSIN MÉI ======================================================================= 1) ois ângulos consecutivos Ô e Ô são tais que a medida do pimeio ecede
E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força
Campo Elético DISCIPLINA: Física NOE: N O : TURA: PROFESSOR: Glênon Duta DATA: Campo elético NOTA: É a egião do espaço em ue uma foça elética pode sugi em uma caga elética. Toda caga elética cia em tono
Figura 14.0(inicio do capítulo)
NOTA DE AULA 05 UNIVESIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPATAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Disciplina: FÍSICA GEAL E EXPEIMENTAL II (MAF 0) Coodenação: Pof. D. Elias Calixto Caijo CAPÍTULO 14 GAVITAÇÃO 1. O MUNDO
Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas
Geodésicas 151 ANEXO A Geodésicas na vizinhança de um buaco nego de Schwazschild A.1 Geodésicas adiais nulas No caso do movimento adial de um fotão os integais δ (expessão 1.11) e L (expessão 1.9) são
Movimento unidimensional com aceleração constante
Movimento unidimensional com aceleação constante Movimento Unifomemente Vaiado Pof. Luís C. Pena MOVIMENTO VARIADO Os movimentos que conhecemos da vida diáia não são unifomes. As velocidades dos móveis
Aula 31 Área de Superfícies - parte II
MÓDULO - UL 1 ula 1 Áea de Supefícies - pate II Objetivos Defini sólidos de evolução. Detemina áeas de algumas supefícies de evolução. Intodução Considee um plano e uma linha simples L contida nesse plano.
Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.
NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As
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Aula 35-icunfeência 1) icunfeência (definição) 2)Equação eduzida 3) Equação geal 4) Posições elativas 5) Resolução de execícios 1) icunfeência definição. A cicunfeência é o luga geomético definido como:
CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO
Capítulo 4 - Cinemática Invesa de Posição 4 CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO 4.1 INTRODUÇÃO No capítulo anteio foi visto como detemina a posição e a oientação do ógão teminal em temos das vaiáveis
CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO
Lui Fancisco da Cu Depatamento de Matemática Unesp/Bauu CAPÍTULO VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO Vetoes no plano O plano geomético, também chamado de R, simbolicamente escevemos: R RR {(,), e R}, é o conunto
DESENHO GEOMÉTRICO INSTRUCIONAIS DE MATEMÁTICA
DESENHO GEOMÉTRIO INSTRUIONIS DE MTEMÁTI ONTEXTULIZÇÃO D DISILIN: O seu sucesso na disciplina de desenho geomético está inteiamente ligado ao conhecimento que você tive de Geometia. lao que você pode taça
A lei de Newton da gravitação é comumente expressa pela relação: F =
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O sofrimento é passageiro. Desistir é pra sempre! Gravitação
O sofimento é passageio. Desisti é pa sempe! Gavitação 1. (Upe 015) A figua a segui ilusta dois satélites, 1 e, que obitam um planeta de massa M em tajetóias ciculaes e concênticas, de aios 1 e, espectivamente.
FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I
FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça
Lista de exercícios de Geometria Espacial 2017 Prof. Diego. Assunto 1 Geometria Espacial de Posição
Assunto 1 Geometria Espacial de Posição (01). Considere um plano a e um ponto P qualquer no espaço. Se por P traçarmos a reta perpendicular a a, a intersecção dessa reta com a é um ponto chamado projeção
Campo Gravítico da Terra
Campo Gavítico da Tea 3. otencial Gavítico O campo gavítico é um campo vectoial (gandeza com 3 componentes) Seá mais fácil tabalha com uma gandeza escala, que assume apenas um valo em cada ponto Seá possível
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07 4.4 Mais da geometia analítica de etas e planos Equações da eta na foma simética Lembemos que uma eta, no planos casos acima, a foma simética é um caso paticula da equação na eta na foma geal ou no
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Campo Magnético produzido por Bobinas Helmholtz
defi depatamento de física Laboatóios de Física www.defi.isep.ipp.pt Campo Magnético poduzido po Bobinas Helmholtz Instituto Supeio de Engenhaia do Poto- Depatamento de Física ua D. António Benadino de
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA
CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC CDERNO DE QUESTÕES 2008 1 a QUESTÃO Valo: 1,0 Uma bóia náutica é constituída de um copo cilíndico vazado, com seção tansvesal de áea e massa m, e de um tonco
SISTEMA DE COORDENADAS
ELETROMAGNETISMO I 1 0 ANÁLISE VETORIAL Este capítulo ofeece uma ecapitulação aos conhecimentos de álgeba vetoial, já vistos em outos cusos. Estando po isto numeado com o eo, não fa pate de fato dos nossos
7º ANO DESEMPENHOS FUNDAMENTAIS A EVIDENCIAR
EBIAH 7º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO DESEMPENHOS FUNDAMENTAIS A EVIDENCIAR IDENTIFICAR/DESIGNAR: O aluno deve utiliza coetamente a designação efeida, sabendo defini o conceito apesentado como se indica
GEOMETRIA DINÂMICA E O ESTUDO DE TANGENTES AO CÍRCULO
GEMETRIA DINÂMICA E ESTUD DE TANGENTES A CÍRCUL Luiz Calos Guimaães, Elizabeth Belfot e Leo Akio Yokoyama Instituto de Matemática UFRJ [email protected], [email protected], [email protected] INTRDUÇÃ: CÍRCULS,
