Dinâmica do Movimento Circular

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dinâmica do Movimento Circular"

Transcrição

1 Dinâmica do Movimento Cicula Gabaito: Resposta da questão 1: [E] A fita F 1 impede que a gaota da cicunfeência extena saia pela tangente, enquanto que a fita F impede que as duas gaotas saiam pela tangente. Sendo T 1 e T as intensidades das tações nas fitas F 1 e F, espectivamente, sendo T 1 = 10 N, temos: T1 = m ω R T1 = m ω R= 10 T1 3 3 = T = T1 = ( 10) T T = m ω R + m ω R T = 3 m ω R 3 T = 180 N. Resposta da questão : Nota: o temo óbita em tono do Sol é edundante, pois a óbita já é em tono de algo. a) a foça que o satélite exece sobe a Tea é despezível. Então, a esultante centípeta sobe a Tea é a foça gavitacional que o Sol exece sobe ela, confome indica a figua. G M S MT G M S Rcent = F ST MT ω R = ω = T T 3 R R ω G M. R S = T 3 b) O peíodo de tanslação do satélite é igual ao peíodo de tanslação da Tea: 7 TA = TT = 1ano = 3,14 10 s. π 3,14 7 ωa = = ω 7 A = 10 ad/s. TA 3,14 10 c) A foça esultante gavitacional sobe o satélite é a soma vetoial das foças gavitacionais que o satélite ecebe do Sol e da Tea, confome ilusta a figua. G MS m G MT m Fes = FS F T = d ( R d) MS M F T es = Gm. ( R d) d Resposta da questão 3: a) Dados: P = 4 W; Δ t= 5 s. E= PΔt = 4 5 E= 0 J. b) Dados: m = 0, kg; R= 5cm= 5 10 m. A enegia cinética das duas esfeas é: Página 1

2 m v E= = m( ω R ) E= m ω R 1 E ω= = = 100 R m , 5 ω= 00 ad/s. c) A aceleação (a) da esfea tem duas componentes: tangencial (a T) e centípeta (a C). - Componente tangencial: ω R v = at t ω R= at t a T = = at = 0, m/s. t 5 - Componente centípeta: C ( ) 4 3 C a = ω R= = a = 10 m/s. Compaando os valoes obtidos, a componente tangencial tem intensidade despezível. Então a intensidade da esultante é igual à da componente centípeta. 3 at << a C a= ac = 10 m/s. Aplicando o Pincípio Fundamental da Dinâmica: 3 3 Fes = m a= 0, 10 = 0,4 10 F = 400 N. es a d) T α = = = 0,4 10 α = 40 ad/s. R 5 10 Resposta da questão 4: [A] Obseve na ilustação abaixo as foças execidas sobe a esfea. l/ 1 senθ= = l θ= 30 Poém, a componente Tx epesenta a esultante centípeta, logo: T y P P Tx v mg T cosθ = R = m = T CP x Rcp Ty T senθ v g cos30 v g ( 3/) = = l cos30 sen30 l ( 3/) (1/ ) 3 v = g l v = 3 g l Página

3 Resposta da questão 5: [B] Como as velocidades escalaes são iguais e constantes, de acodo com a figua e as tabelas dadas, compaando as esultantes centípetas temos: Mv 1 Mv F K FK = = R R M v 3Mv Mv F cp = F = F = 3 FK < FS < F. F R R R 6Mv Mv F S = FS = 3R R Resposta da questão 6: [B] Obseve a figua abaixo onde estão mostadas as foças que agem no piloto. Como o movimento é cicula deve have uma foça centípeta apontando paa cima. Potanto, a foça da aeonave sobe o piloto deve se maio que o peso. Resposta da questão 7: [C] Desenhando as foças que atuam na ciança, temos a foça peso e a foça de tação no fio: Veificamos que não há foça tangente a tajetóia, há apenas foças adiais, ou seja, não há aceleação tangencial, mas apenas aceleação centípeta (adial). Como a ciança está no ponto mais baixo de sua tajetóia cicula, a aceleação centípeta deve se vetical paa cima, ou seja, adial à tajetóia paa o cento da mesma. A existência da aceleação centípeta só é possível pelo fato da foça de tação no fio se maio que a foça peso (T>P), ou seja, po existi uma foça esultante (F) vetical paa cima: F = T P Página 3

4 Resposta da questão 8: Dados: R = 0 m; M N = 60 kg; M J = 70 kg. a) Como as posições se invetem em 15 s, antes de a oda completa uma volta, esse intevalo de tempo coesponde a meio peíodo. T 15 T 30 s. = = O módulo da velocidade linea das cadeias é: πr ( 3)( 0) v = = v = 4 m/s. T 30 b) A aceleação adial é a aceleação centípeta: v 4 a R = = ar = 0,8 m/s. R 0 c) A figua ilusta a situação descita: Como se tata de movimento cicula, a esultante (R) é centípeta, ou seja, diigida paa o cento. Paa Nina: PN NN = R N NN = MN g MN a R NN = 60( 10 0,8 ) N = 55 N. N Paa José: NJ PJ = R J NJ = MJ ar + MJ g NN = 70( 10+ 0,8 ) N = 756 N. J Resposta da questão 9: a) Um copo ecebe a ação de tantas foças quantas foem as inteações que ele ealiza. No caso, o gaoto inteage apenas com a Tea, ecebendo dela a foça Peso ( P ), e com a supefície do escoegado, ecebendo desta a foça nomal( N ), como mosta o diagama. Página 4

5 b) No momento em que o gaoto pede o contato com o escoegado (ponto C), a foça Nomal se anula e a única foça atuante P exece a função de esultante sobe ele passa a se o seu pópio peso. Nesse ponto, a componente adial do peso ( y) centípeta. Necessitamos do módulo da velocidade nesse ponto C, que calculaemos pela consevação da enegia mecânica. A C m vc Emec = E mec m g R = + m g h vc = g( R h ). Aplicando a expessão da esultante centípeta e substituindo nela a expessão acima: m v m g c ( R h) FR = P cent y = m g cos θ=. R R Mas, no tiângulo OCD: h cos θ=. R Então: h m g( R h) m g = h = R h 3h = R h= R h = ( 5 ) R R 3 3 h = 3,3 m. c) Substituindo valoes na expessão deduzida no item anteio: ( ) ( ) vc = g R h vc = ,3 vc = 34 vc 5,83 m/s. Resposta da questão 10: [B] 4 6 mv /R V x15 tgα = = = = R= = 0,08m = 8cm mg Rg 15 10R x10r 80x15 R 8 8 tgα = = h= 15cm h 15 h 1 1 V = πr h = π.8.15= 30πcm Resposta da questão 11: [C] A figua mosta as foças que agem na peda imediatamente antes de o fio aebenta. No lançamento hoizontal, o tempo de queda independe da velocidade inicial, dependendo apenas da altua (h) e da intensidade do campo gavitacional local (g), como na queda live. Assim: ( ) 1 R h 4R h= gt t = t = t =. g g g Página 5

6 No eixo x o movimento é unifome, pois a velocidade hoizontal de lançamento pemanece constante. Então: 4R 4R 4R x= v t 4R = v ( 4R) = v 16R = v g g g v 4Rg. = Imediatamente antes de o fio aebenta, as foças que agem na peda são a tação e o peso, como mosta a figua, sendo a soma vetoial das duas a esultante centípeta. ( ) mv m 4Rg T+ P= R C T+ mg = T= mg T= 4mg mg R R T = 3mg. Resposta da questão 1: [A] Se não há atito, as únicas foças que agem sobe o copo são seu pópio peso ( P ), vetical paa baixo, e a nomal ( N ), pependicula à tajetóia em cada ponto. A figua abaixo ilusta essas foças em cada um dos pontos citados. Resposta da questão 13: [C] Dados: m = 500 g = 0,5 kg; R = 80 cm = 0,8 m; g = 10 m/s. Paa enconta a expessão da velocidade (v) da esfea no ponto P, apliquemos a consevação da enegia mecânica, tomando como efeencial paa enegia potencial o plano hoizontal que passa po esse ponto: E Mec Mec P E 1 P = m v m gr= v = g R. (I) A esultante centípeta no ponto P é: m v R c = N P = R. (II) Substituindo (I) em (II), vem: m ( g R) N m g = N m g = m g N = 3 m g N = 3 (0,5)(10) R N = 15 N. Página 6

7 Resposta da questão 14: [D] Confome o diagama anexo, as foças que agem no cao são o peso ( ) unifome, a esultante dessas foças é centípeta (adial), ( R C) P e a nomal( N ). Como o movimento é cicula e Rc m ac tgα = = ac = g tgα. Como α e g são constantes, a aceleação centípeta (adial, diigida paa o cento) tem P m g módulo constante. Resposta da questão 15: [D] Dados: = 0 m; v = 7 km/h = 0 m/s; m = ( ) = 860 kg e g = 10 m/s. Sendo F N a foça de eação da pista e P o peso do conjunto, analisando a figua, temos que a esultante centípeta é: m v 860 (0) R C = F N P F N = R C + P F N = + m g FN = (10) = F N = N. Resposta da questão 16: Dados: h = m; g = 9,8 m/s ; a c = 1% g = g 100 = 0,098 m/s. Um habitante (da cabeça aos pés) gia com a mesma velocidade angula (ω) da nave. pe cab A difeença ente as aceleações centípetas nos pés ( ac ) e na cabeça ( c ) Tea. a deve se igual a 1% da aceleação da gavidade na pe Paa os pés: a =ω = g; Paa a cabeça: a c =ω ( h). cab c g g +ω () = 0,098 ω = 0,049. Equacionando: pe cab g ac a c = 100 g g ω ω ( h) = ω ω +ω h= Mas ω = g 0,049 = 9,8 = = 00 m. 9,8 0,049 Página 7

8 Resposta da questão 17: [B] No ponto máximo do looping paa que o copo complete o pecuso P = m.g = m.v /R v = R.g O compimento da ampa cos60 = H/L L = 40 m A enegia gavitacional no início da ampa E g = m.g.h = 0mg 3 O tabalho do atito na ampa W = F.d = µnl = µmgl = 10mg 3 O tabalho do atito no deslocamento hoizontal W = µnd = 10mg A enegia cinética do início do looping E c = E g - W - W E c = 0 mg 3 10 mg 3 10 mg = 10 mg( 3 1) Esta enegia cinética se convete em gavitacional e cinética no alto do looping 10 mg( 3 1) = mg.r + (m/).rg 10( 3 1) = R + R/ 10( 3 1) = 5R/ R = 4.( 3 1) m Resposta da questão 18: [C] Pela consevação da enegia m.g.l = m.v / v =.g.l No ponto infeio pela análise de foças em um movimento cicula T P = m.v /L T m.g = m..g.l/l T = m.g +.m.g T = 3.m.g Resposta da questão 19: R = (L/) + d.senθ = Na figua sen30 = ,5 = = 9 m T.cosθ = M.g T.cos30 = T.0,87 = T = ,87 = N A esultante centípeta atua no plano hoizontal, logo: F centípeta = T.sen30 = ,5 = 5747 N Resposta da questão 0: [B] Resolução Um copo em MCU está sujeito a uma foça esultante denominada CENTRÍPETA que é diigida paa o cento da tajetóia. Resposta da questão 1: [D] Página 8

9 Resposta da questão : Aplicando o teoema de Pitágoas no tiângulo OxP temos: x + y = x ; de onde vem + 1 = ; que vamos chama de equação 1. No ponto P o copo está ealizando um movimento cicula onde a foça de eação da pista sobe a patícula é nula e desta foma a componente adial da foça peso seá a esultante centípeta, ou seja, P.sen α = Desta foma mgy = m.v então y = g, que vamos chama de equação. v m.v, onde sen α = y e P = mg. Da consevação da enegia mecânica ente o ponto inicial e o ponto P: m.v 0 + m.g.h = m.v 0 v 0 +.g.h = v +.g.y 3g ( v 0 + gh) + m.g.y v = v 0 + gh - gy. Substituindo esta expessão na equação 1:. Substituindo esta última expessão na equação, temos: y = x + 1 = [ 3g] ( v 0 + gh) x + 1 = ( 9g ) ( v 0 + gh) x 9g = ( v 0 + gh ) - 1 x = 9g ( v 0 + gh) 1 Resposta da questão 3: a) ac = 36m/s Ra/g = a/g = 3,6 b) Ttotal = 31,5 s. Resposta da questão 4: [E] Página 9

10 Resposta da questão 5: [A] Resposta da questão 6: [C] Resposta da questão 7: [A] O "peso" do astonauta é pecebido po ele a pati da eação nomal da estação sobe ele. Esta eação nomal, N, é a esultante mve centípeta, ou seja,, onde ve é a velocidade da estação. No momento em que o astonauta coe com velocidade v a R eação nomal sofe um aumento de 0%. Assim N'=1,N de onde vem: ( + ) m ve v R Simplificando: mve =1,. R. (ve+v) =1,.ve ==> (ve+v)=ve. v = ve. Como ve= πr P Resposta da questão 8: [E] Resposta da questão 9: [C] Resposta da questão 30: a) T = 10N 6 5 chega-se a altenativa coeta. b) ω = 4,0 ad/s Resposta da questão 31: a) Tação e peso. A tação sobe o fio no sentido do ponto fixo, enquanto que o peso é vetical paa baixo. Obseve a figua a segui b) 5N c) 1,8 J Resposta da questão 3: [A] Resposta da questão 33: [E] Página 10

11 Resposta da questão 34: a) tgα = v /Rg b) Obseve o esquema a segui: Resposta da questão 35: 4, N Resposta da questão 36: a) Sua velocidade em L tem dieção vetical, gr., sentido de baixo paa cima e módulo ( ) b) F faz 45 com a hoizontal, aponta de L paa K e tem módulo dado po mg. Página 11

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO AULA 10 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 1- INTRODUÇÃO Nesta aula estudaemos Impulso de uma foça e a Quantidade de Movimento de uma patícula. Veemos que estas gandezas são vetoiais e que possuem a mesma

Leia mais

Figura 14.0(inicio do capítulo)

Figura 14.0(inicio do capítulo) NOTA DE AULA 05 UNIVESIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPATAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Disciplina: FÍSICA GEAL E EXPEIMENTAL II (MAF 0) Coodenação: Pof. D. Elias Calixto Caijo CAPÍTULO 14 GAVITAÇÃO 1. O MUNDO

Leia mais

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força.

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força. AULA 08 TRABALHO E POTÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Uma foça ealiza tabalho quando ela tansfee enegia de um copo paa outo e quando tansfoma uma modalidade de enegia em outa. 2- TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE. Um

Leia mais

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos ísica e Química 11.º Ano Poposta de Resolução da icha N.º 3 oças e ovimentos 1. Dados: v = const a = 15,0 N R N = 6,0 N Gupo I Estando o copo em equilíbio R = 0 N ou seja: a = sen e R N = cos explicitando

Leia mais

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO AULA 6 MECÂNICA Dinâmica Atito e plano inclinado 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de

Leia mais

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO AULA 06 DINÂMICA ATRITO E LANO INCLINADO 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de foças tangentes

Leia mais

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 Mecânica Gavitação 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Conceito de campo O conceito de campo foi intoduzido, pela pimeia vez po Faaday no estudo das inteacções elécticas e magnéticas. Michael Faaday (1791-1867)

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de eecícios 1 9 1. As cagas q 1 = q = µc na Fig. 1a estão fias e sepaadas po d = 1,5m. (a) Qual é a foça elética que age sobe q 1? (b) Colocando-se uma teceia caga

Leia mais

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma

Leia mais

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra 3. Potencial gavitacional na supefície da Tea Deive a expessão U(h) = mgh paa o potencial gavitacional na supefície da Tea. Solução: A pati da lei de Newton usando a expansão de Taylo: U( ) = GMm, U( +

Leia mais

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular*

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular* 48 APOSTILA AGA0501 - Física da Tea e do Univeso 1º semeste de 014 Pofa. Jane Gegoio-Hetem CAPÍTULO 4 Movimento Cicula* 4.1 O movimento cicula unifome 4. Mudança paa coodenadas polaes 4.3 Pojeções do movimento

Leia mais

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos.

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos. DA TEA À LUA INTEAÇÃO ENTE COPOS Uma inteação ente dois copos significa uma ação ecípoca ente os mesmos. As inteações, em Física, são taduzidas pelas foças que atuam ente os copos. Estas foças podem se

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

a) Qual é a energia potencial gravitacional, em relação à superfície da água, de um piloto de 60kg, quando elevado a 10 metros de altura?

a) Qual é a energia potencial gravitacional, em relação à superfície da água, de um piloto de 60kg, quando elevado a 10 metros de altura? 1. (Espcex (Aan) 17) U cubo de assa 4 kg está inicialente e epouso sobe u plano hoizontal se atito. Duante 3 s, aplica-se sobe o cubo ua foça constante, hoizontal e pependicula no cento de ua de suas faces,

Leia mais

1ª Ficha Global de Física 12º ano

1ª Ficha Global de Física 12º ano 1ª Ficha Global de Física 1º ano Duação: 10 minutos Toleância: não há. Todos os cálculos devem se apesentados de modo clao e sucinto Note: 1º - as figuas não estão desenhadas a escala; º - o enunciado

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da Tea 3. otencial Gavítico O campo gavítico é um campo vectoial (gandeza com 3 componentes) Seá mais fácil tabalha com uma gandeza escala, que assume apenas um valo em cada ponto Seá possível

Leia mais

20 Exercícios Revisão

20 Exercícios Revisão 0 Execícios Revisão Nome Nº 1ª séie Física Beth/Reinaldo Data / / T cte. G. M. m F v a cp v G. M T.. v R Tea = 6,4 x 10 6 m M Tea = 6,0 x 10 4 kg G = 6,7 x 10 11 N.m /kg g = 10 m/s P = m.g M = F. d m d

Leia mais

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força Campo Elético DISCIPLINA: Física NOE: N O : TURA: PROFESSOR: Glênon Duta DATA: Campo elético NOTA: É a egião do espaço em ue uma foça elética pode sugi em uma caga elética. Toda caga elética cia em tono

Leia mais

- Física e Segurança no Trânsito -

- Física e Segurança no Trânsito - - Física e Seguança no Tânsito - - COLISÕES E MOMENTUM LINEAR - COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES O QUE É MELHOR: - Se atopelado

Leia mais

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm)

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm) INTRODUÇÃO À FÍSICA tuma MAN / pofa Mata F Baoso EXERCÍCIOS Eecício Esceva as coodenadas catesianas de cada um dos pontos indicados na figua abaio Eemplo: A=(,) (cm) F E B A - O (cm) - D C - - Eecício

Leia mais

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.

Leia mais

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia)

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia) Univesidade de Évoa Depatamento de Física Ficha de eecícios paa Física I (Biologia) 4- SISTEMA DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE ROTAÇÃO A- Sistema de patículas 1. O objecto epesentado na figua 1 é feito de

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disciplina de Física e Química A 11º ano de escolaidade Componente de Física Componente de Física 1..8 Movimento de queda, na vetical, com efeito da esistência do a apeciável É um facto que nem sempe se

Leia mais

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como Solução da questão de Mecânica uântica Mestado a) A enegia potencial em função da posição pode se epesentada gaficamente como V(x) I II III L x paa x < (egião I) V (x) = paa < x < L (egião II) paa x >

Leia mais

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas. NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As

Leia mais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça

Leia mais

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO PROCESSO SELETIVO TURM DE 03 FSE PROV DE FÍSIC E SEU ENSINO Cao pofesso, caa pofessoa esta pova tem 3 (tês) questões, com valoes difeentes indicados nas pópias questões. pimeia questão é objetiva, e as

Leia mais

Ensino Médio. Nota. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018. Lista 3 Potencial Elétrico

Ensino Médio. Nota. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018. Lista 3 Potencial Elétrico Ensino Médio Pofesso: Vilson Mendes Disciplina: Física I Aluno(a): Nº. Séie: 3ª Tuma: Data: / /2018 Lista 3 Potencial Elético N2 Nota 1. Em um campo elético, há um ponto P cujo potencial elético vale VP

Leia mais

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico Teo. 5 - Tabalho da foça eletostática - potencial elético 5.1 Intodução S.J.Toise Suponhamos que uma patícula qualque se desloque desde um ponto até em ponto sob a ação de uma foça. Paa medi a ação dessa

Leia mais

QUESTÕES. Prof. Edson Osni Ramos v 10. Questão 1 - (BP )

QUESTÕES. Prof. Edson Osni Ramos v 10. Questão 1 - (BP ) C U R S O GABARITO - EXTENSIVO - ABRIL - 005 Questão 1 - (BP - 005) QUESTÕES Pof. Edson Osni Ramos 01. Está coeta. Obseve a figua acima. 0. Está coeta. Se Jadel consegui salta impimindo uma velocidade

Leia mais

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios MECÂNICA DO MEIO CONTÍNUO Execícios Mecânica dos Fluidos 1 Considee um fluido ideal em epouso num campo gavítico constante, g = g abendo que p( z = 0 ) = p a, detemine a distibuição das pessões nos casos

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 9 1. Uma placa condutoa uadada fina cujo lado mede 5, cm enconta-se no plano xy. Uma caga de 4, 1 8 C é colocada na placa. Enconte (a) a densidade de

Leia mais

TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.

TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr. CAPÍTULO 4 Equilíbio MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Texas Tech Univesity de Copos Rígidos 2010 The McGaw-Hill Companies,

Leia mais

TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.

TICA. Rígidos MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr. CAPÍTULO 4 Equilíbio MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Texas Tech Univesity de Copos Rígidos 2010 The McGaw-Hill Companies,

Leia mais

Prof.Silveira Jr CAMPO ELÉTRICO

Prof.Silveira Jr CAMPO ELÉTRICO Pof.Silveia J CAMPO ELÉTRICO 1. (Fuvest 017) A deteminação da massa da molécula de insulina é pate do estudo de sua estutua. Paa medi essa massa, as moléculas de insulina são peviamente ionizadas, adquiindo,

Leia mais

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear).

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear). TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linea). Cao Aluno: Este texto de evisão apesenta um dos conceitos mais impotantes da física, o conceito de quantidade de movimento. Adotamos

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues ula 5 Veto Posição, plicações do Poduto Escala Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos bodados Nesta ula Vetoes Posição. Veto Foça Oientado ao Longo de

Leia mais

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss Univesidade Fedeal do Paaná eto de Ciências xatas Depatamento de Física Física III Pof. D. Ricado Luiz Viana Refeências bibliogáficas: H. 25-7, 25-9, 25-1, 25-11. 2-5 T. 19- Aula 6: Aplicações da Lei de

Leia mais

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F LIST 03 LTROSTÁTIC PROSSOR MÁRCIO 01 (URJ) Duas patículas eleticamente caegadas estão sepaadas po uma distância. O gáfico que melho expessa a vaiação do módulo da foça eletostática ente elas, em função

Leia mais

Física Geral I - F Aula 13 Conservação do Momento Angular e Rolamento. 2 0 semestre, 2010

Física Geral I - F Aula 13 Conservação do Momento Angular e Rolamento. 2 0 semestre, 2010 Físca Geal - F -18 Aula 13 Consevação do Momento Angula e Rolamento 0 semeste, 010 Consevação do momento angula No sstema homem - haltees só há foças ntenas e, potanto: f f z constante ) ( f f Com a apoxmação

Leia mais

setor 1214 Aulas 35 e 36

setor 1214 Aulas 35 e 36 seto 114 1140509 1140509-SP Aulas 35 e 36 LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO O oviento de u copo lançado hoizontalente no vácuo (ou e cicunstâncias tais que a esistência do a possa se despezada) é a coposição

Leia mais

( z) Fluido Perfeito/Ideal Força Exercida por um Escoamento Plano em Torno de um Sólido Escoamento em torno de um cilindro circular com circulação Γ

( z) Fluido Perfeito/Ideal Força Exercida por um Escoamento Plano em Torno de um Sólido Escoamento em torno de um cilindro circular com circulação Γ Aeodinâmica I Fluido Pefeito/Ideal Foça Execida po um Escoamento Plano em Tono de um Sólido Escoamento em tono de um cilindo cicula com ciculação Γ - Potencial complexo W V - Velocidade complexa dw Mestado

Leia mais

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma:

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: PUC-RIO CB-CTC P2 DE ELETROMAGNETISMO 16.05.11 segunda-feia GABARITO Nome : Assinatua: Matícula: Tuma: NÃO SERÃO ACEITAS RESPOSTAS SEM JUSTIFICATIVAS E CÁLCULOS EXPLÍCITOS. Não é pemitido destaca folhas

Leia mais

Matemática do Ensino Médio vol.2

Matemática do Ensino Médio vol.2 Matemática do Ensino Médio vol.2 Cap.11 Soluções 1) a) = 10 1, = 9m = 9000 litos. b) A áea do fundo é 10 = 0m 2 e a áea das paedes é (10 + + 10 + ) 1, = 51,2m 2. Como a áea que seá ladilhada é 0 + 51,2

Leia mais

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 014.2

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II 014.2 CÁLCULO IFERENCIAL E INTEGRAL II Obsevações: ) Todos os eecícios popostos devem se esolvidos e entegue no dia de feveeio de 5 Integais uplas Integais uplas Seja z f( uma função definida em uma egião do

Leia mais

TICA MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr.

TICA MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA. Nona Edição CAPÍTULO. Ferdinand P. Beer E. Russell Johnston, Jr. CAPÍTULO 2 Está MECÂNICA VETORIAL PARA ENGENHEIROS: ESTÁTICA TICA Fedinand P. Bee E. Russell Johnston, J. Notas de Aula: J. Walt Ole Teas Tech Univesit das Patículas Conteúdo Intodução Resultante de Duas

Leia mais

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas Geodésicas 151 ANEXO A Geodésicas na vizinhança de um buaco nego de Schwazschild A.1 Geodésicas adiais nulas No caso do movimento adial de um fotão os integais δ (expessão 1.11) e L (expessão 1.9) são

Leia mais

Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Introdução às Equações de Lagrange

Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Introdução às Equações de Lagrange Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Intodução às Equações de Lagange PTC 347 Páticas de Pojeto de Sistemas de Contole º semeste de 7 Buno Angélico Laboatóio de Automação e Contole Depatamento de

Leia mais

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r.

carga da esfera: Q densidade volumétrica de carga: ρ = r. Detemine o módulo do campo elético em todo o espaço geado po uma esfea maciça caegada com uma caga Q distibuída com uma densidade volumética de caga dada po ρ =, onde α é uma constante ue tona a expessão

Leia mais

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria E APÊNDICE Revisão de Tigonometia FUNÇÕES E IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS ÂNGULOS Os ângulos em um plano podem se geados pela otação de um aio (semi-eta) em tono de sua etemidade. A posição inicial do aio

Leia mais