Variáveis Complexas em Eletrostática Prof. Ricardo Luiz Viana
|
|
|
- Ana Clara Casado Almada
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física Variáveis Complexas em Eletrostática Prof. Ricardo Luiz Viana Alguns problemas bidimensionais de eletrostática podem ser resolvidos de forma simples e elegante usando variáveis complexas. Vamos começar revisando alguns conceitos básicos sobre funções analíticas e depois abordaremos a sua aplicação em eletrostática. 1 Recordação sobre funções analíticas Seja z = x+iy um número complexo e f(z) uma função também complexa. Dizemos que f(z) é analítica no ponto z 0 se a sua derivada df/dz existe em z = z 0 bem como em todos os pontos de alguma vizinhança de z 0 : ( ) df f f(z) f(z 0 ) (z 0 ) = = lim. (1) dz z z0 z=z 0 z z 0 Por exemplo, a função f(z) = z 2 = z z = x 2 +y 2 não é analítica, pois f(z) f(z 0 ) lim z z 0 z z 0 Na vizinhança de z 0 podemos escrever z = z 0 +re iθ, de forma que = lim z z0 z z z 0z 0 ) z z 0, (2) z z z0 lim z 0) = z0 z z 0 z z +z 0e 2iθ, (3) 0 logo o limite quando z z 0 existe mas depende da direção θ ao longo da qual nos aproximamos do ponto z 0. Para que f(z) fosse analítica em z 0 a sua derivada deveria ser a mesma para qualquer forma de aproximação dentro da vizinhança. Portanto, para mostramos que f(z) é analítica num ponto z 0 devemos provar que o limite quando z z 0 não depende da maneira pela qual nos aproximamos do ponto z 0. Escrevendo a função f(z) = u + iv, onde u = u(x,y) é a parte real e v = v(x,y) a parte imaginária, a derivada da função no ponto z 0 é, pela definição (1), igual a f [u(x,y) u(x 0,y 0 )]+i[v(x,y) v(x 0,y 0 )] (z 0 ) = lim. (4) x x 0,y y 0 (x x 0 )+i(y y 0 ) Vamos efetuar esta derivada de duas maneiras diferentes: (a) fixando y = y 0 e fazendo x x 0 : [u(x,y 0 ) u(x 0,y 0 )]+i[v(x,y 0 ) v(x 0,y 0 )] lim = x x 0 x x 0 1 ( ) u +i x y=y 0 ( ) v, (5) x y=y 0
2 (b) fixando x = x 0 e fazendo y y 0 : [u(x 0,y) u(x 0,y 0 )]+i[v(x 0,y) v(x 0,y 0 )] lim y y 0 i(y y 0 ) ( ) ( ) u v = i, (6) y x=x 0 y x=x 0 Se f(z) é analítica em z 0 as duas expressões anteriores deverão ter o mesmo valor, que é a derivada de f(z) neste ponto. Igualando (5) e (6) obtemos então as chamadas condições de Cauchy-Riemann u x = v y, (7) u y = v x. (8) É possível mostrar também que este resultado vale no sentido oposto: se as condições acima forem válidas, então f(z) é analítica, de modo que (7) e (8) representam condições necessárias e suficientes. Substituindo (8) em (7) temos que 2 u x + 2 u = 0, 2 y2 (9) 2 v x + 2 v = 0, 2 y2 (10) que são as equações de Laplace para as funções reais u e v (dizemos que u e v são funções harmônicas). Portanto, se f(z) é analítica, então 2 f = 0. Funções analíticas também são chamadas holomórficas. Funções inteiras são analíticas em todos os pontos do plano complexo. Funções cujas únicas singularidades são polos são ditas meromórficas. A equação de Laplace (9) sugere que podemos considerar o potencial eletrostático como a parte real de uma função complexa analítica, desde que estejamos em duas dimensões espaciais. Desta maneira mapeamos o plano euclidiano no plano complexo. Esta função, chamada potencial complexo, não precisa ser inteira: há pontos no plano complexo onde ela não é analítica, como singularidades e cortes de ramo: veremos que tais pontos podem ser associados às fontes de campo elétrico. Na sequência vamos desenvolver esta metodologia de trabalho, também empregada na hidrodinâmica (escoamentos bidimensionais irrotacionais) e na teoria da elasticidade. 2 Potencial e campo elétrico complexos Sendo z = x+iy, onde x e y são as coordenadas cartesianas, o potencial complexo é definido como a função w(z) = Φ+iΨ, (11) cuja parte real Φ(x,y) é o potencial eletrostático e Ψ(x,y) é chamada função de fluxo. As curvas Φ = const. são as equipotenciais, ao passo que as curvas Ψ = const. são as linhas de força do campo elétrico. 2
3 Figura 1: Linhas de força e equipotenciais para um campo elétrico uniforme. Supondo que o potencial complexo seja uma função analítica no plano então, das condições de Cauchy-Riemann (7)-(8), Φ x = Ψ y, (12) Φ y = Ψ x, (13) donde Φ Ψ x x Φ Ψ = Φ Ψ = 0, (14) y y ou seja, as equipotenciais e as linhas de força são ortogonais em cada ponto. O campo elétrico complexo no plano é definido como E = E x ie y = dw dz. (15) Na sequência veremos alguns exemplos de potenciais e campos elétricos complexos em configurações simples mas de interesse em eletrostática. 2.1 Campo uniforme Se E = E 0ˆx, então Φ = E 0 x = Rew, donde w(z) = E 0 z. (16) Neste caso a função de fluxo é Ψ = Imw = E 0 y. As equipotenciais são retas verticais, para as quais x = const., enquanto as linhas de força são retas horizontais (y = const.) (Fig. 1). 2.2 Linha de carga O campo elétrico gerado por uma linha infinita de cargas contendo uma carga λ por unidade de comprimento pode ser obtido diretamente a partir da Lei de Gauss: E(ρ) = 1 λ ˆρ, (17) ρ 3
4 Figura 2: Linhas de força e equipotenciais para uma linha infinita de cargas. onde usamos simetria cilíndrica. O potencial eletrostático correspondente é tal que o potencial complexo será Φ(ρ) = λ lnρ, w(z) = λ lnz (18) onde z = ρe iϕ. A função de fluxo correspondente é a parte imaginária correspondente Ψ(ρ) = λ ϕ, As equipotenciais (ρ = const.) são círculos concêntricos, enquanto as linhas de força (ϕ = const.) são semi-retas que partem da origem, com sentido divergente (para λ > 0) ou convergente (para λ < 0). 2.3 Duas linhas infinitas de carga Vamos considerar duas linhas infinitas de carga nas posições z 0 = x 0 +iy 0 e z 0 = x 0 iy 0 com cargas por unidade de comprimento dadas por λ e λ, respectivamente. O potencial do conjunto é a superposição de cada linha, w(z) = λ ln(z z 0 )+ λ ln(z +z 0 ). (19) Por simplicidade vamos considerar que y 0 = 0 e x 0 = s, de modo que as duas linhas de carga estão sobre o eixo x em posições simétricas em relação ao eixo y, de modo que (19) fornece w = λ [ ] (x s)+iy ln = λ [ ] (1 α)+itanϕ ln, (x+s)+iy (1+α)+itanϕ 4
5 Figura 3: Linhas de força do campo elétrico e equipotenciais de duas linhas de carga paralelas. onde α = s/x. Multiplicando o numerador e o denominador pelo seu complexo conjugado obtemos o potencial w = λ [ ] (1 α 2 )+tan 2 ϕ+2iαtanϕ ln (1+α) 2. (20) +tan 2 ϕ Igualando as partes real e imaginária da expressão acima obtemos o potencial e a função de fluxo: onde definimos Φ = λ ln ( a 2 +b 2), (21) 4πε 0 Ψ = λ ( ) b arctan, (22) a a = (1 α2 )+tan 2 ϕ (1+α) 2 +tan 2 ϕ, b = 2αtanϕ (1+α) 2 +tan 2 ϕ, As equipotenciais e as linhas de força correspondentes a (21) e (22), respectivamente, são mostradas na Figura 3, e compõe uma família de círculos excêntricos e mutuamente perpendiculares entre si. 2.4 Linha infinita de dipolos puntiformes No limite quando z 0 tende a zero, o potencial (19) de duas linhas infinitas e paralelas torna-se lim w(z) = λ lim [ln(z z 0 ) ln(z +z 0 )] (23) z z 0 z z0 λ (2z 0 ) dlnz dz 5 (24) = λ z 0 πε 0 z, (25)
6 Figura 4: Linhas de força do campo elétrico e equipotenciais de uma linha de dipolos puntiformes. no que corresponde fisicamente a uma linha de dipolos elétricos puntiformes. Chamando p = 2λz 0 ao momento de dipolo por unidade de comprimento o potencial será w = 1 p z. (26) Escrevendo z = ρe iϕ e igualando partes real e imaginária obtemos o potencial e a função de fluxo, respectivamente, [Fig. 4] 2.5 Linha de dipolos e campo uniforme Φ = p cosϕ ρ, (27) p sinϕ Ψ = ρ. (28) Podemos superpor os potenciais complexos dados por (16) e (26): w(z) = E 0 z + 1 ) p z = E 0 (z a2, (29) z onde fizemos p = E 0 a 2. Escrevendo z = ρe iϕ e igualando as partes real e imaginária de (29) temos: ( ) Φ(ρ,ϕ) = E 0 ρ a2 cosϕ, (30) ρ ( ) Ψ(ρ,ϕ) = E 0 ρ+ a2 sinϕ. (31) ρ As linhas de força do campo elétrico são as curvas onde ψ é constante, ou seja, são dadas pela equação ds ψ = 0. (32) 6
7 Figura 5: Lente eletrostática quadrupolar Em coordenadas polares no plano complexo essa relação implica em dρ ψ ρ +dθ1 ψ ρ ϕ = 0, donde a equação das linhas de força será, usando (30) e (31), dρ dϕ = 1 dψ/dϕ ρ dψ/dρ = /ρ) ρ+(a2 ρ (a 2 /ρ) cotϕ, e que pode ser integrada diretamente, fornecendo ( ρ ρ 2aarctan = ln sinϕ. a) 2.6 Campo quadrupolar Na física de aceleradores de partículas, lentes eletrostáticas são usadas para desviar ou focalizar feixes de partículas carregadas. Um dos tipos mais usados são lentes quadrupolares, representadas esquematicamente na Fig.5: quatro eletrodos mantidos a potenciais ±V têm uma geometria tal que as linhas de força sejam hipérboles. O potencial complexo correspondente a um campo quadrupolar é w = z 2. Separando partes real e imaginária temos Φ = x 2 y 2 (33) Ψ = 2xy. (34) donde a equação das equipotenciais é y 2 = x 2 Φ e das linhas de força do campo elétrico é y 2 = Ψ/2x. Em ambos os casos são equações de hipérboles mutuamente perpendiculares [Fig. 6]. O campo elétrico complexo é E = 2x 2iy, donde o seu módulo é E = E x + E2 y = 2 x 2 +y 2 = 2ρ. 7
8 Figura 6: Equipotenciais e linhas de força de um campo quadrupolar Observe que, como o módulo do campo aumenta linearmente com a distância ρ ao centro, uma partícula de carga e sofrerá uma força restauradora proporcional a ρ que tende a evitar a fuga da partícula. De fato, as lentes quadrupolares são bastante usadas para focalizar feixes de elétrons, como em microscópios eletrônicos e aceleradores de partículas. 2.7 Cantos e beiras O exemplo anterior pode ser generalizado para a interseção de dois planos semi-infinitos condutores carregados e aterrados, que interceptam-se na origem e fazem entre si um ângulo β. Este problema está resolvido no Jackson pelo método tradicional de separação de variáveis. O potencial complexo correspondente é w(z) = iz ν, onde ν é um expoente real, positivo ou negativo. Substituindo z = ρe iϕ e separando as partes real e imaginária obtemos Φ = ρ ν sinνϕ, (35) Ψ = ρ ν cosνϕ. (36) Impondo a condição de contorno que Φ = 0 no plano ϕ = β obtemos ν = π/β, de forma que ( ) πϕ Φ = ρ π/β sin, (37) β ( ) πϕ Ψ = ρ π/β cos. (38) β As componentes do campo elétrico compĺexo serão, assim [( ] E x = π β ρ(π/β) 1 π sin )ϕ 1, (39) β [( ] E y = π β ρ(π/β) 1 π cos )ϕ 1, (40) β Na superfície ϕ = 0 temos E x = 0 e E y = (π/β)x (π/β) 1. Se 0 < β < π/2 então o expoente de ρ é positivo, e o campo E y tende a zero à medida em que nos aproximamos da origem. De 8
9 Figura 7: Fita condutora e carregada. fato, é sabido que o campo elétrico é enfraquecido nas proximidades de cantos. Por outro lado, o campo diverge quando ρ, que não é uma situação fisicamente possível. No entanto, o problema não está exatamente na solução em si mas na premissa: planos semi-infinitos são apenas idealizações de situações reais. Uma informação interessante que podemos obter é a densidade superficial de carga, que sabemos ser proporcional à componente normal do campo em cada ponto da superfície: σ(x,y = 0) = ε 0 E y (x). (41) Se β = π temos apenas um plano condutor, na verdade, tal que ν = 1. De (35)-36) Φ = ρsinϕ = y e Ψ = ρcosϕ = x, de modo que as equipotenciais são retas y = const. e as linhas de campo retas x = const. perpendiculares ao pĺano. Já se π < β < 2π o expoente de ρ é negativo, e portanto o campo diverge quando nos aproximamos da origem. Com efeito, o campo elétrico é mais intenso nas proximidades de beiras e extremidades pontiagudas, em geral. 2.8 Superfície condutora carregada No limite β = 2π da situação anterior temos uma superfície condutora semi-infinita situada no semi-eixo real positivo. O potencial complexo, neste caso, é w = iz 1/2. Separando as partes real e imaginária de w e z obtemos tal que, eliminando Ψ, obtemos a equação das equipotenciais x = Φ 2 +Ψ 2, (42) y = 2ΦΨ, (43) x = Φ Φ 2y2, (44) que descreve uma família de parábolas horizontais parametrizadas pelo valor do potencial Φ [Fig. 7]. 9
10 Eliminando Φ obtemos a equação das curvas onde a função de fluxo Ψ é constante: y = Ψ 2 + x2 4Ψ2, (45) de modo que as linhas de força do campo elétrico também são parábolas, e que perpendiculares às equipotenciais em cada ponto. 10
Escoamento potencial
Escoamento potencial J. L. Baliño Escola Politécnica - Universidade de São Paulo Apostila de aula 2017, v.1 Escoamento potencial 1 / 26 Sumário 1 Propriedades matemáticas 2 Escoamento potencial bidimensional
Lista 2 de CF368 - Eletromagnetismo I
Lista 2 de CF368 - Eletromagnetismo I Fabio Iareke 28 de setembro de 203 Exercícios propostos pelo prof. Ricardo Luiz Viana , retirados de []. Capítulo 3 3-
Mecânica dos Fluidos II (MEMec) Aula de Resolução de Problemas n o 3
Mecânica dos Fluidos II (MEMec) Aula de Resolução de Problemas n o 3 (Método das imagens, escoamento em torno de um cilindro com circulação, transformação conforme) EXERCÍCIO 1 [Problema 6 das folhas do
FÍSICA III 1/2008 Lista de Problemas 02 Campos elétricos
FÍSICA III 1/2008 Lista de roblemas 02 Campos elétricos A C Tort 18 de Março de 2008 roblema 1 H.M. Nussenzveig: Curso de Física básica, vol. 3, Eletromagnetismo, Cap. 3, problema 4. Dois fios retilíneos
Prova: Usando as definições e propriedades de números reais, temos λz = λx + iλy e
Lista Especial de Exercícios de Física Matemática I Soluções (Número complexo, sequência de Cauchy, função exponencial e movimento hamônico simples) IFUSP - 8 de Agosto de 08 Exercício Se z x + iy, x,
Lista de Exercícios 1: Eletrostática
Lista de Exercícios 1: Eletrostática 1. Uma carga Q é distribuída uniformemente sobre um fio semicircular de raio a, que está no plano xy. Calcule a força F com que atua sobre uma carga de sinal oposto
Fundamentos da Eletrostática Aula 13 Descontinuidades no Campo Elétrico & Método das Imagens
Fundamentos da Eletrostática Aula 3 Descontinuidades no Campo Elétrico & Método das Imagens Prof. Alex G. Dias Prof. Alysson F. Ferrari Descontinuidades no campo elétrico Uma observação a ser feita uando
Física 3. Resumo e Exercícios P1
Física 3 Resumo e Exercícios P1 Resuminho Teórico e Fórmulas Parte 1 Cargas Elétricas Distribuição Contínua de Cargas 1. Linear Q = dq = λ dl 2. Superficial Q = dq = σ. da 3. Volumétrica Q = dq = ρ. dv
POTENCIAL ELÉTRICO. Prof. Bruno Farias
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA III POTENCIAL ELÉTRICO Prof. Bruno Farias Introdução Um dos objetivos da Física é determinar
Física III-A /1 Lista 3: Potencial Elétrico
Física III-A - 2018/1 Lista 3: Potencial Elétrico Prof. Marcos Menezes 1. Qual é a diferença de potencial necessária para acelerar um elétron do repouso até uma velocidade igual a 40% da velocidade da
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Primeira Prova (Diurno) Disciplina: Física III-A /2 Data: 17/09/2018
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Primeira Prova (Diurno) Disciplina: Física III-A - 2018/2 Data: 17/09/2018 Seção 1: Múltipla Escolha (7 0,8 = 5,6 pontos) 3. O campo elétrico
ANÁLISE MATEMÁTICA IV
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA 1 NÚMEROS E FUNÇÕES COMPLEXAS (1) Calcule i, i e i e represente estes números geometricamente.
Lista 1 - Métodos Matemáticos II Respostas
Lista 1 - Métodos Matemáticos II Respostas Prof. Jorge Delgado Importante: As resoluções não pretendem ser completas mas apenas uma indicação para o aluno consultar caso seja necessário, cabendo a ele
ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. Apresente e justifique todos os cálculos
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS TESTES DE RECUPERAÇÃO A - 6 DE JUNHO DE 9 - DAS H ÀS :3H Teste Apresente e justifique
Física III-A /2 Lista 1: Carga Elétrica e Campo Elétrico
Física III-A - 2018/2 Lista 1: Carga Elétrica e Campo Elétrico 1. (F) Duas partículas com cargas positivas q e 3q são fixadas nas extremidades de um bastão isolante de comprimento d. Uma terceira partícula
Física III-A /1 Lista 1: Carga Elétrica e Campo Elétrico
Física III-A - 2018/1 Lista 1: Carga Elétrica e Campo Elétrico Prof. Marcos Menezes 1. Duas partículas com cargas positivas q e 3q são fixadas nas extremidades de um bastão isolante de comprimento d. Uma
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 2012/2013
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 01/013 Cursos: 1 o Teste Versão A LEGM, LEMat, MEAer, MEAmbi, MEBiol, MEC, MEEC, MEQ) 3 de Novembro de 01, 8h Duração: 1h 30m 1. Considere a função
Aula 4. Coordenadas polares. Definição 1. Observação 1
Aula Coordenadas polares Nesta aula veremos que há outra maneira de expressar a posição de um ponto no plano, distinta da forma cartesiana Embora os sistemas cartesianos sejam muito utilizados, há curvas
Eletrostática. Antonio Carlos Siqueira de Lima. Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica
Eletrostática Antonio Carlos Siqueira de Lima Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola Politécnica Departamento de Engenharia Elétrica Agosto 2008 1 Campo Elétrico Campo Elétrico Devido a Distribuições
ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1. (1) Descreva as regiões do plano complexo definidas por z i c z, onde c é um número real não negativo.
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1 NÚMEROS COMPLEXOS E FUNÇÕES COMPLEXAS Números Complexos 1) Descreva as regiões
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho - Eletrostática Aplicação da Lei de Gauss e Lei de Gauss na Forma Diferencial (Páginas 56 a 70 no livro texto) Aplicação da Lei de Gauss: Linha Infinita de Cargas Condutores Coaxiais Lei de
Curvas Planas em Coordenadas Polares
Curvas Planas em Coordenadas Polares Sumário. Coordenadas Polares.................... Relações entre coordenadas polares e coordenadas cartesianas...................... 6. Exercícios........................
Universidade de São Paulo Eletromagnetismo ( ) Prova 1
Instituto de Física de São Carlos Universidade de São Paulo Eletromagnetismo 760001) 3 de abril de 018 Prof. D. Boito Mon.:. Carvalho 1 sem. 018: Bacharelados em Física Nome e sobrenome: n. USP: Prova
Instituto de Física UFRJ
AC TORT 1/9 1 Instituto de Física UFRJ 1 a Avaliação a Distância de Física 3A - AD1 Soluções Pólo : Nome : Segundo Semestre de 9 Data: 1 o Q o Q 3 o Q 4 o Q Nota Assinatura : Problema 1 Considere um condutor
Terceira Lista - Potencial Elétrico
Terceira Lista - Potencial Elétrico FGE211 - Física III Sumário Uma força F é conservativa se a integral de linha da força através de um caminho fechado é nula: F d r = 0 A mudança em energia potencial
NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO Prof. Dr. Helder Alves Pereira Outubro, 2017 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA III CAMPO ELÉTRICO. Prof.
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA III CAMPO ELÉTRICO Prof. Bruno Farias Campo Elétrico A força elétrica exercida por uma carga
APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA
4 APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA Gil da Costa Marques 4.1 Geometria Analítica e as Coordenadas Cartesianas 4. Superfícies 4..1 Superfícies planas 4.. Superfícies limitadas e não limitadas 4.3 Curvas
E(r) = 2. Uma carga q está distribuída uniformemente por todo um volume esférico de raio R.
1. O campo elétrico no interior de uma esfera não-condutora de raio R, com carga distribuída uniformemente em seu volume, possui direção radial e intensidade dada por E(r) = qr 4πɛ 0 R 3. Nesta equação,
AULA 03 O FLUXO ELÉTRICO. Eletromagnetismo - Instituto de Pesquisas Científicas
ELETROMAGNETISMO AULA 03 O FLUXO ELÉTRICO Vamos supor que exista certa superfície inserida em uma campo elétrico. Essa superfície possui uma área total A. Definimos o fluxo elétrico dφ através de um elemento
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho - Eletrostática Energia e Potencial Elétrico (Capítulo 4 - Páginas 75 a 84no livro texto) Energia despendida no movimento de uma carga imersa num campo Elétrico. Diferença de potencial e potencial.
Lista de Exercícios 1 Forças e Campos Elétricos
Lista de Exercícios 1 Forças e Campos Elétricos Exercícios Sugeridos (21/03/2007) A numeração corresponde ao Livros Textos A e B. A19.1 (a) Calcule o número de elétrons em um pequeno alfinete de prata
Cap. 24. Potencial Elétrico. Prof. Oscar Rodrigues dos Santos Potencial elétrico 1
Cap. 24 Potencial Elétrico Prof. Oscar Rodrigues dos Santos [email protected] Potencial elétrico 1 Energia Potencial Elétrica... O U x x f i F( x) dx F(x) x i x x f x Na Mecânica, nós definimos
Campo Elétrico [N/C] Campo produzido por uma carga pontual
Campo Elétrico Ao tentar explicar, ou entender, a interação elétrica entre duas cargas elétricas, que se manifesta através da força elétrica de atração ou repulsão, foi criado o conceito de campo elétrico,
TÓPICO. Fundamentos da Matemática II APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Gil da Costa Marques
APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA 4 Gil da Costa Marques TÓPICO Fundamentos da Matemática II 4.1 Geometria Analítica e as Coordenadas Cartesianas 4.2 Superfícies 4.2.1 Superfícies planas 4.2.2 Superfícies
Cap. 2 - Lei de Gauss
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física III 2014/2 Cap. 2 - Lei de Gauss Prof. Elvis Soares Nesse capítulo, descreveremos a Lei de Gauss e um procedimento alternativo para cálculo
Vectores e Geometria Analítica
Capítulo 1 Vectores e Geometria Analítica 1.1 Vectores em R 2 e R 3. Exercício 1.1.1 Determine um vector unitário que tenha a mesma direcção e sentido que o vector u e outro que que tenha sentido contrário
carga do fio: Q. r = r p r q figura 1
Uma carga Q está distribuída uniformemente ao longo de um fio reto de comprimento infinito. Determinar o vetor campo elétrico nos pontos situados sobre uma reta perpendicular ao fio. Dados do problema
Lei de Gauss. O produto escalar entre dois vetores a e b, escrito como a. b, é definido como
Lei de Gauss REVISÃO DE PRODUTO ESCALAR Antes de iniciarmos o estudo do nosso próximo assunto (lei de Gauss), consideramos importante uma revisão sobre o produto escalar entre dois vetores. O produto escalar
Potencial Elétrico 1
Potencial Elétrico 1 Vamos começar com uma revisão: Quando uma força atua sobre uma partícula que se move de um ponto a até um ponto b, o trabalho W realizado pela força é dado pela integral de linha:
CÁLCULO IV - MAT Calcule a integral de linha do campo vetorial f ao longo da curva que indica-se em cada um dos seguintes itens.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERIANA Instituto Latino-Americano de iências da Vida e da Natureza entro Interdisciplinar de iências da Natureza ÁLULO IV - MAT0041 1 a Lista de exercícios 1.
Lei de Gauss Φ = A (1) E da = q int
Lei de Gauss Lei de Gauss: A lei de Gauss nos diz que o fluxo total do campo elétrico através de uma superfície fechada A é proporcional à carga elétrica contida no interior do volume delimitado por essa
Apostila de Cálculo Diferencial e Integral 3 - Funções de uma Variável Complexa.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MATEMÁTICA Campus Apucarana Prof. Dr. Márcio Hiran Simões Apostila de Cálculo Diferencial e Integral 3 - Funções de uma Variável Complexa.
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 2012/2013
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 01/013 1 o Teste Versão A Cursos: LEGM, LEMat, MEAer, MEAmbi, MEBiol, MEC, MEEC, MEQ) 3 de Novembro de 01, 8h Duração: 1h 30m 1. Considere a função
Coordenadas esféricas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA Assunto: Integrais triplas. Coordenadas esféricas Palavras-caves: integrais triplas, coordenadas esféricas,cálculo de volume Coordenadas esféricas
raio do arco: a; ângulo central do arco: θ 0; carga do arco: Q.
Sea um arco de circunferência de raio a e ângulo central carregado com uma carga distribuída uniformemente ao longo do arco. Determine: a) O vetor campo elétrico nos pontos da reta que passa pelo centro
Capítulo 3 - Geometria Analítica
1. Gráficos de Equações Capítulo 3 - Geometria Analítica Conceito:O gráfico de uma equação é o conjunto de todos os pontos e somente estes pontos, cujas coordenadas satisfazem a equação. Assim, o gráfico
Transformações Conformes: 15 Aplicações
AULA Transformações Conformes: 15 Aplicações META: Aplicar transformações conformes. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Aplicar transformações conformes na determinação da distribuição
3. Achar a equação da esfera definida pelas seguintes condições: centro C( 4, 2, 3) e tangente ao plano π : x y 2z + 7 = 0.
Universidade Federal de Uerlândia Faculdade de Matemática Disciplina : Geometria Analítica (GMA00) Assunto: Superfícies, Quádricas, Curvas e Coordenadas Professor Sato 4 a Lista de exercícios. Determinar
Capítulo Equações da reta no espaço. Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
Capítulo 11 1. Equações da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que AP = t AB Fig. 1: Reta r passando por A e B. Como o ponto
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRICIDADE E MAGNESTISMO - ET72F Profª Elisabete N Moraes
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRICIDADE E MAGNESTISMO - ET7F Profª Elisabete N Moraes LEI DE GAUSS Lei de Gauss - apresentação Método alternativo
Ga no plano 1. GA no plano. Prof. Fernando Carneiro Rio de Janeiro, Outubro de u v = aa + bb.
Ga no plano 1 GA no plano Prof. Fernando Carneiro Rio de Janeiro, Outubro de 015 1 Introdução Estudaremos as retas no plano euclidiano bidimensional e uma interessante aplicação, que recebe o nome de programação
Física. Resumo Eletromagnetismo
Física Resumo Eletromagnetismo Cargas Elétricas Distribuição Contínua de Cargas 1. Linear Q = dq = λ dl 2. Superficial Q = dq = σ. da 3. Volumétrica Q = dq = ρ. dv Força Elétrica Duas formas de calcular:
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre de 2011/ o Teste - Versão A LEAN, LEIC-A, MEAer, MEEC, MEMec) 5 de Novembro de 2011, 10h,
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática (Cursos: Análise Complexa e Equações Diferenciais o Semestre de 2/22 o Teste - Versão A LEAN, LEIC-A, MEAer, MEEC, MEMec) 5 de Novembro de 2, h, Duração:
PUC-RIO CB-CTC. Não é permitido destacar folhas da prova
PUC-RIO CB-CTC FIS5 P DE ELETROMAGNETISMO 8.4. segunda-feira Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: NÃO SERÃO ACEITAS RESPOSTAS SEM JUSTIFICATIVAS E CÁLCULOS EXPLÍCITOS. Não é permitido destacar folhas da
Universidade Federal da Bahia
Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática DISCIPLINA: MATA3 - CÁLCULO B UNIDADE II - LISTA DE EXERCÍCIOS Atualiada 13.1 Coordenadas Polares [1] Dados os pontos P 1 (3, 5π 3 ), P ( 3, 33 ),
Cap. 23. Lei de Gauss. Copyright 2014 John Wiley & Sons, Inc. All rights reserved.
Cap. 23 Lei de Gauss Copyright 23-1 Fluxo Elétrico A lei de Gauss relaciona os campos elétricos nos pontos de uma superfície gaussiana (fechada) à carga total envolvida pela superfície. Superfície Gaussiana
Aula-2 O campo elétrico
Aula- O campo elétrico Curso de Física Geral III - F-38 1º semestre, 14 F38 1S14 1 O Campo Elétrico Pelo princípio da superposição, vimos que a força que um conjunto de cargas puntiformes q 1, q,..., q
FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) LEI DE GAUSS
FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) LEI DE GAUSS Carl Friedrich Gauss (1777 1855) foi um matemático, astrônomo e físico alemão que contribuiu significativamente em vários campos da ciência, incluindo a teoria dos
1 a PROVA Gabarito. Solução:
INSTITUTO DE FÍSICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO DISCIPLINA: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III FIS 123) TURMA: T02 SEMESTRE: 2 o /2012 1 a PROVA Gabarito 1. Três partículas carregadas
Lista 2 - Métodos Matemáticos II Respostas
Lista - Métodos Matemáticos II Respostas Prof. Jorge Delgado Importante: As resoluções não pretendem ser completas mas apenas uma indicação para o aluno consultar caso seja necessário, cabendo a ele fornecer
0 < c < a ; d(f 1, F 2 ) = 2c
Capítulo 14 Elipse Nosso objetivo, neste e nos próximos capítulos, é estudar a equação geral do segundo grau em duas variáveis: Ax + Bxy + Cy + Dx + Ey + F = 0, onde A 0 ou B 0 ou C 0 Para isso, deniremos,
Capítulo 19. Coordenadas polares
Capítulo 19 Coordenadas polares Neste capítulo, veremos que há outra maneira de expressar a posição de um ponto no plano, distinta da forma cartesiana. Embora os sistemas cartesianos sejam muito utilizados,
Geometria Analítica II - Aula 4 82
Geometria Analítica II - Aula 4 8 IM-UFF K. Frensel - J. Delgado Aula 5 Esferas Iniciaremos o nosso estudo sobre superfícies com a esfera, que já nos é familiar. A esfera S de centro no ponto A e raio
AULA 04 ENERGIA POTENCIAL E POTENCIAL ELÉTRICO. Eletromagnetismo - Instituto de Pesquisas Científicas
ELETROMAGNETISMO AULA 04 ENERGIA POTENCIAL E POTENCIAL ELÉTRICO Se um carga elétrica se move de um ponto à outro, qual é o trabalho realizado sobre essa carga? A noção de mudança de posição nos remete
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundamentos de Física Eletromagnetismo Volume 3 www.grupogen.com.br http://gen-io.grupogen.com.br O GEN Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, Roca, AC
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Primeira Prova (Diurno) Disciplina: Física III-A /1 Data: 24/04/2019
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Primeira Prova (Diurno) Disciplina: Física III-A - 2019/1 Data: 24/04/2019 Seção 1: Múltipla Escolha (6 0,8 = 4,8 pontos) 1. Um grão de poeira
(x, y) = 0. Análise Complexa e Equações Diferenciais 2 o Semestre 2016/ de abril de 2017, às 9:00 Teste 1 versão A
Análise Complexa e Equações Diferenciais 2 o Semestre 26/27 22 de abril de 27, às 9: Teste versão A. Considere a função definida em R 2 por em que a e b são constantes reais. MEFT, MEC, MEBiom, LEGM, LMAC,
Análise Matemática IV
. Análise Matemática IV o Exame - 9 de Janeiro de 006 LEA, LEC, LEEC, LEFT, LEN e LMAC Resolução y 4y + 4y = e t (D ) y = e t (D ) 3 y = 0 y = c e t + c te t + c 3 t e t, c, c, c 3 R. Substituindo estas
Geometria Analítica I
Geom. Analítica I Respostas do Módulo I - Aula 21 1 Geometria Analítica I 29/04/2011 Respostas dos Exercícios do Módulo I - Aula 21 Aula 21 1. a. Trata-se da hipérbole de centro na origem, semi-eixo real
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa META: Introduzir o conceito de funções holomorfas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir funções holomorfas e determinar se uma
21 e 22. Superfícies Quádricas. Sumário
21 e 22 Superfícies uádricas Sumário 21.1 Introdução....................... 2 21.2 Elipsoide........................ 3 21.3 Hiperboloide de uma Folha.............. 4 21.4 Hiperboloide de duas folhas..............
7. Potencial eletrostático
7. Potencial eletrostático Em 1989 Wolfgang Paul recebeu o prémio Nobel da física pela sua invenção da armadilha de iões que permite isolar um ião. Com essa invenção tornou-se possível estudar um átomo
Letras em Negrito representam vetores e as letras i, j, k são vetores unitários.
Lista de exercício 3 - Fluxo elétrico e Lei de Gauss Letras em Negrito representam vetores e as letras i, j, k são vetores unitários. 1. A superfície quadrada da Figura tem 3,2 mm de lado e está imersa
superfície que envolve a distribuição de cargas superfície gaussiana
Para a determinação do campo elétrico produzido por um corpo, é possível considerar um elemento de carga dq e assim calcular o campo infinitesimal de gerado. A partir desse princípio, o campo total em
Capítulo 2 Funções de uma variável complexa. A origem dos números complexos repousa na solução de equações algébricas
Capítulo 2 Funções de uma variável complexa A origem dos números complexos repousa na solução de equações algébricas para. A solução da equação de 1º. grau:, remonta ao Egito antigo. Note que com os coeficientes
Aula 5: Lei de Gauss. Referências bibliográficas: H. 25-2, 25-3, 25-4, 25-5, 25-6, 25-7 S. 23-2, 23-3, 23-4, 23-6 T. 19-2, 19-4
Universidade Federal do Paraná etor de Ciências Exatas Departamento de Física Física III Prof. Dr. Ricardo Luiz Viana Referências bibliográficas: H. 25-2, 25-3, 25-4, 25-5, 25-6, 25-7. 23-2, 23-3, 23-4,
C. -20 nc, e o da direita, com +20 nc., no ponto equidistante aos dois anéis? exercida sobre uma carga de 1,0 nc colocada no ponto equidistante?
Profa. Dra. Ignez Caracelli (DF) 30 de outubro de 2016 LISTA DE EXERCÍCIOS 2: ASSUNTOS: FORÇA DE COULOMB, CAMPO ELÉTRICO, CAMPO ELÉTRICO PRODUZIDO POR CARGA PONTUAL - DISTRIBUIÇÃO DISCRETA DE CARGAS, CAMPO
Variável Complexa
Variável Complexa 2015.2 Aula1 Utilizamos o símbolo C para denotar o plano real R 2 equipado com as seguintes operações: z 1 + z 2 = (x 1 + x 2, y 1 + y 2 ) adição z 1 z 2 = (x 1 x 2 y 1 y 2,, x 1 y 2
Segunda Lista - Lei de Gauss
Segunda Lista - Lei de Gauss FGE211 - Física III 1 Sumário O fluxo elétrico que atravessa uma superfície infinitesimal caracterizada por um vetor de área A = Aˆn é onde θ é o ângulo entre E e ˆn. Φ e =
1 Diferenciabilidade e derivadas direcionais
UFPR - Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Matemática CM048 - Cálculo II - Matemática Diurno Prof. Zeca Eidam Nosso objetivo nestas notas é provar alguns resultados
Aula Distância entre duas retas paralelas no espaço. Definição 1. Exemplo 1
Aula 1 Sejam r 1 = P 1 + t v 1 t R} e r 2 = P 2 + t v 2 t R} duas retas no espaço. Se r 1 r 2, sabemos que r 1 e r 2 são concorrentes (isto é r 1 r 2 ) ou não se intersectam. Quando a segunda possibilidade
Análise Complexa e Equações Diferenciais Guia 6 João Pedro Boavida. 19 a 28 de Outubro
19 a 28 de Outubro Nestas teóricas, estamos a falar das últimas ideias de análise complexa. Veremos algumas aplicações do teorema dos resíduos e algumas propriedades das funções holomorfas. No livro, falta-vos
! " # $ % & ' # % ( # " # ) * # +
a Aula 69 AMIV ' * + Fórmula de De Moivre Dado z = ρe e Concluímos por indução que = ρ cos θ + i sen θ C temos z = ρe ρe = ρ e z = zz = ρe ρ e = ρ e z = ρ e para qualquer n N e como ρ e ρ e = ρ e pôr n
Geometria Analítica II - Aula
Geometria Analítica II - Aula 0 94 Aula Coordenadas Cilíndricas e Esféricas Para descrever de modo mais simples algumas curvas e regiões no plano introduzimos anteriormente as coordenadas polares. No espaço
