Variável Complexa
|
|
|
- Alexandra Vilarinho Mirandela
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Variável Complexa
2 Aula1 Utilizamos o símbolo C para denotar o plano real R 2 equipado com as seguintes operações: z 1 + z 2 = (x 1 + x 2, y 1 + y 2 ) adição z 1 z 2 = (x 1 x 2 y 1 y 2,, x 1 y 2 + x 2 y 1 ) multiplicação para z i = (x i, y i ) C, i = 1, 2. Temos C, o conjunto dos números complexos, satisfaz as as seguintes propriedades as quais o qualificam como um corpo: 1. Comutatividade: z 1 + z 2 = z 2 + z 1 e z 1 z 2 = z 2 z 1 z 1, z 2 C; 2. Associatividade z 1 +(z 2 +z 3 ) = (z 1 +z 2 )+z 3 e z 1 (z 2 z 3 ) = (z 1 z 2 ) z 3, z 1, z 2, z 3 C; 3. (Neutro aditivo) 0 = (0, 0) satisfaz 0 + z = z, z C; 4. (Identidade multiplicativa ) 1 = (1, 0) satisfaz 1ż = z, z C; 5. (Simétrico aditivo) para cada z = (x, y) C, existe z = ( x, y) satisfaz z + ( z) = 0; 6. (Inverso multiplicativo) para cada z = (x, y) C diferente de zero, existe 1 z = ( x x 2 + y, y 2 x 2 + y ) satisfaz z 1 2 z = 1; 7. Distributividade: z 1 (z 2 + z 3 ) = z 1 z 2 + z 1 z 3 z 1, z 2, z 3 C. Denotando x = (x, 0), vemos que o corpo dos números reais R (ou seja, o conjuntos dos números reais equipado com suas operações usuais de adição e multiplicação) pode ser visto como um subcorpo de C. Denotando i = (0, 1), todo número complexo z tem uma única representação da forma z = x + iy com x, y R. Salvo menção em contrário, quando denotarmos um número complexo z por z = x + iy, estaremos supondo que x, y R. Dizemos que x é a parte real de z (x = re(z)) e y é a parte imaginária de z (y = im(z)). Veja que o número complexo i tem seu quadrado i i igual a -1, isto é, a equação X = 0, possui uma solução complexa. Abaixo, mostramos que toda equação do segundo grau (com coeficientes reais) possui solução complexa. De fato, considere a seguinte equação do segundo grau ax 2 + bx + c = 0 a, b, c R e a 0. 1
3 Se o discriminante D = b 2 4ac for não-negativo, sabemos que a eq. acima possui raiz real; então é bastante estudarmos o caso D < 0. Desta forma, temos que b + i D e b i D 2a 2a são raízes da eq. acima. Em momento oportuno, mostraremos um fato muito mais geral, a saber: Toda equação polinomial com coeficientes complexos possui uma solução complexa. Mais notações. Dado um número complexo z = x+iy, z = x iy é chamado de o conjugado de z e o número real z = x 2 + y 2 é chamado de o módulo de z. Facilmente, verifica-se que: zz = z Dados z, w C com w 0 o quociente de z por w é o número complexo z w = z i. Escreva o quociente na forma x + iy. w 2 + 3i 2. Veja que z + w = z + w e z w = z w z, w C. Daí, mostre que um número complexo z é raiz de uma equação polinomial com coeficientes reais se, e somente se, seu conjugado z é raiz da mesma equação. Representação Polar. Dado z C diferente de zero, podemos escrever z = r(cos(θ) + isen(θ)) em que r > 0 e θ R é o ângulo que o vet0r z (z visto como elemento de R 2 ) faz com o eixo-x. Vemos que r está bem definido, pois r = z, todavia, θ está bem definido somente a menos de soma por elementos da forma 2jπ com j Z. O conjunto de ângulos θ que satisfazem z = z (cos(θ) + isen(θ)) é denotado por arg(z) (argumento de z). Exemplos. arg(i) = π 2 + 2jπ; j Z e arg(1 + i) = π 4 + 2jπ; j Z. Proposição. Vale a seguinte equação: arg(zw) = arg(z) + arg(w) z, w C. Em particular, se z = r(cos(θ) + isen(θ)), então z n = r n (cos(nθ) + isen(nθ)) n N. Demonstração. Fazer. Como apicação da proposição acima, descrevemos abaixo todas as raízes da equação Z n = z, onde z 0 = r 0 (cos(θ 0 ) + isen(θ 0 )). 2
4 Com efeito, temos que z = r(cos(θ) + isen(θ)) satisfaz z n = z 0 se, e somente se, r = n r 0 e (cos(θ 0 ) + isen(θ 0 )) = (cos(nθ) + isen(nθ)), ou seja, θ = θ 0 + 2jπ com j Z. Daí n z j = n r 0 (cos( θ 0 + 2jπ n são todas as raízes da eq. Z n = z 0. ) + isen( θ 0 + 2jπ )); j = 0, 1,..., n 1 n Lista de Exercícios Exercícios das pag. 13,14 e 15 Livro Cálculo em uma variável complexa. Márcio G. Soares 2. Mostre que z 1, z 2, z 3 C são colineares se, e somente se, o quociente z 2 z 1 z 3 z 1 é um número real. 3
5 Aula2 Notação. Dados z 0 C e r > 0, o disco de centro z 0 e raio r abaixo será denotado por D(z 0, r). {z z z 0 < r} Como no Cálculo de Funções de Várias Variáveis (no caso, duas variáveis), dizemos que: um subconjunto A C é aberto, quando cada ponto de A é centro de um disco inteiramente contido em A; a fronteira de um subconjunto L C é formado pelos pontos p C com a seguinte propriedade: todo disco centrado em p intersecta L e seu complementar. Utilizamos notação L para designar a fronteira de L; um subconjunto F C é dito fechado, quando F contém a sua fronteira; um ponto z 0 C é dito um ponto de acumulação de um subconjunto M C se: todo disco centrado em z 0 contém infinitos pontos de M. (Fazer muitos exemplos em sala!) Definição. Sejam D C e z 0 um ponto de acumulação de D (z 0 não necessariamente pertencente a D). Seja f : D C uma função. Dizemos que w 0 C é limite de f em z 0 se: Dado ɛ > 0, existe δ > 0 tal que 0 z D(z 0, ɛ) A f(z) D(w 0, δ). Nesse caso, denotamos lim z z0 f(z) = w 0. Exemplos. Seja f(z) = z a função identidade. Então lim z z0 f(z) = z 0 para todo z 0 C. Seja g(z) = z a função conjugado. z 0 C. Então lim z z0 f(z) = z 0 para todo Sejam f, g : D C e z 0 ponto de acumulação de D. Se f é limitada e o limite de g em z 0 vale 0, então o limite da função produto f(z)g(z) em z 0 também vale 0. (Fazer alguns exemplos concretos). 4
6 Obs. Sejam D C, f : D C uma função. Considere as funções u, v : D R definidas por u(z) = re[f(z)] e v(z) = im[f(z)]. Então, para todo z 0 um ponto de acumulação de D: lim f(z) = w 0 se, e somente se lim u(z) = re(w 0 ) e lim v(z) = im(w 0 ). z z 0 z z0 z z0 Propriedades aritméticas de limte. Sejam f, g : D C e z 0 ponto de acumulação de D. Suponha que Então 1. lim z z0 f(z) + g(z) = w 1 + w 2 ; 2. lim z z0 f(z)g(z) = w 1 w 2 ; f(z) 3. lim z z0 g(z) = w 1 se w 2 0. w 2 lim f(z) = w 1 e lim g(z) = w 2. z z 0 z z0 Decorre das propriedades acima que: Se f, g : D C é uma função polinomial (ou mesmo uma função racional) e z 0 ponto de acumulação de D que pertence a D, então lim z z0 f(z) = f(z 0 ). Definição. Uma função f : D C C é dita contínua em um ponto z 0 D se o limite de f em z 0 vale f(z 0 ). Quando f é conínua em todos os pontos de seu domínio, dizemos apenas que f é contínua. Exemplos. Vimos acima que funções racionais são funções contínuas. f(z) = z é uma função contínua. f(z) = z é uma função contínua. Soma, produto e quociente (quando bem definido) de funções contínuas são funções contínuas. (Fazer exemplos concretos) Composição de funções contínua ainda é uma função contínua. (Fazer exemplo concreto) 5
7 Definição. Sejam A C um aberto e z 0 A.Se o limite abaixo existe f(z) f(z 0 ) lim z z 0 z z 0 então dizemos que f tem derivada em z 0 e denotamos o tal limite por f (z 0 ) (a derivada de f em z 0 ). Quando a função f é derivável em todos os pontos de seu domínio, dizemos que f é holomorfa. Exemplos. A função identidade f(z) = z é holomorfa e sua derivada em qualquer ponto vale 1. Toda função constante é holomorfa e sua derivada em qualquer ponto vale 0. A função conjugado g(z) = z 0 não tem derivada em nenhum ponto z 0 C. Seja f(z) = z n. Então f (z) = nz n 1. Soma, produto e quociente (quando bem definido) de funções holomorfas são funções holomorfas. além disso, valem as seguintes regras aritméticas (f + g) (z) = f (z) + g (z) e (fg) (z) = f (z)g(z) + f(z)g (z) e ( f g ) (z) = f (z)g(z) f(z)g (z). (Fazer exemplos concretos) [f(z)] 2 Como conseqência do item acima, funções polinomiais (mais geralmente, funções racionais) são holomorfas. Composição de funções holomorfas ainda é uma função holomorfa. (Fazer exemplo concreto) Lista de Exercícios Prove todas as afirmações feitas na Aula Exercícios 01 da pag. 31 e 01,02,04 e 20 das pag. 55, 57 e 58 Livro Cálculo em uma variável complexa. Márcio G. Soares 6
8 Aula3 Notação. Dados z 0 C e r > 0, o disco de centro z 0 e raio r abaixo será denotado por D(z 0, r). {z z z 0 < r} Uma vez escrevendo números complexos z da seguinte forma: z = x + iy, para cada função complexa f(z), temos duas funções reais de duas variáveis u(x, y) e v(x, y) obtidas da equação f(z) = u(z)+iv(z), isto é, u(z) é a parte real de f(z) e v(z) é a parte imaginária. Dessa forma, é fácil verificar que f(z) é contínua em um ponto z 0 = x 0 + iy 0 se, e somente se, u(x, y) e v(x, y) são contínuas no ponto (x 0, y 0 ). Equações de Cauchy-Riemann Se f(z) é uma função complexa que tem derivada no ponto z 0 = x 0 + iy 0, então u(x, y) e v(x, y) (como definidas acima) são funções reais que possuem derivadas parciais no ponto (x 0, y 0 ) satisfazendo as Equações de Cauchy- Riemann abaixo Demonstração. Fazer. u x (x 0, y 0 ) = v y (x 0, y 0 ) u y (x 0, y 0 ) = v x (x 0, y 0 ) Como consequência da prova, verifica-se, também, que f (z 0 ) = u x (x 0, y 0 ) i u y (x 0, y 0 ). Como aplicação do resultado acima, por exemplo, verificamos imediatamente que a função f(z) = z não possui derivada em ponto algum. De fato, nesse caso, u(x, y) = x e v(x, y) = y, portanto u x (x 0, y 0 ) = 1 e v y (x 0, y 0 ) = 1 para todo z 0 = x 0 + iy 0. O exemplo a seguir mostra que não há uma recíproca imediata do resultado acima, isto é, não podemos dizer em geral que as Equações de Cachy- Riemann satisfeitas para as funções u(x, y) e v(x, y) garantem que que a função complexa f(z) tem derivada. De fato, Considere a função complexa f(z) que vale 0 nos pontos z fora dos eixos real e imaginário e vale 1 caso 7
9 contrário. Temos que as funções u(x, y) e v(x, y) são constantes iguais a 1, logo satisfazem as Eq. de Cauchy-Riemann. Por outro lado, a função f(z) não é contínua no ponto z 0 = 0, daí f(z) não tem derivada em z 0 = 0. De fato, há uma recíproca para o resutado acima, ao adicionarmos que as funções u(x, y) e v(x, y) são contínuas numa vizinhança do ponto (x 0, y 0 ). Isto é, vale o seguinte. Se u(x, y) e v(x, y) são contínuas numa vizinhança do ponto (x 0, y 0 ) s as Eq. de Cauchy-Riemann abaixo são satisfeitas, em todo ponto (x, y) dessa vizinhança u x u y v (x, y) = (x, y) y (x, y) = v (x, y) x então a função complexa f(z) tem derivada no ponto z 0. Demonstração. Fazer. A função exponencial Para z = x + iy, definimos exp(z) = e x (cos(y) + isen(y)). exp : C C, assim definida, é uma função complexa que possui derivada em todo ponto. De fato, fazendo exp(z) = u(z) + iv(z), temos u(x, y) = e x cos(y) e v(x, y) = e x sen(y). Essas funções reais possuem derivadas parciais contínuas e que satisfazem as condições de Cauchy-Riemann em todo ponto: e u x (x, y) = ex cos(y) u y (x, y) = es en(y) v x (x, y) = ex sen(y) y y (x, y) = ec os(y). Em particular, exp (z) = exp(z) para todo z C. algumas propriedades da função exponencial Abaixo, seguem 8
10 exp(z + w) = exp(z) exp(w); exp(z) = exp(z); A imagem da função exponencial é C \ {0}; A função exponencial envia retas horizontais em semirretas (abertas) partindo de 0; A função exponencial envia retas verticais em círculos centrados em 0. Lista de Exercícios Uma função complexa é dita inteira quando tem derivada em todos os pontos do plano complexo C. Um ponto z 0 C é dito uma singularidade de uma função complexa f(z) se existe um disco D(z 0, ɛ) tal que f(z) tem derivada em todo ponto do disco, exceto em z Exercícios de 01 até 20, pp. 55, 56, 57 Livro Cálculo em uma variável complexa. Márcio G. Soares 9
11 Logaritmo e Potências arbitrárias Ver seções 6 e 7 do livro texto Aula4 Lista de Exercícios Exercícios de 22 a 27 p. 57 Livro Cálculo em uma variável complexa. Márcio G. Soares 10
12 Sequências e Séries Aula 5 Estas notas estão fortemente baseadas no mateiral de apoio sobre sequências e séries de números reais (publicado na webpage do curso) Sequências. Dizemos que uma sequência de números complexos (z n ) converge para a C, ou a C é limite de (sz n ), se para cada ɛ > 0 existe n 0 N tal que z n a < ɛ para todo n > n 0. Notação. Utilizaremos as seguintes notações z n a para dizer que (z n ) converge para a e lim s n = a para dizer que a é limite de (s n ). Obs. 1. Seja (z n ) uma seq. de números complexos. Se (s n ) converge para a e para b, então a = b. 2. Seja (z n ) uma seq. de números complexos. Sejam x n e y n parte real e imaginária de z n respectivamente. Então, z n a se, e somente se, x n x e y n y em que x é a parte real e y é a parte imaginária de a. 3. Toda seq. de números complexos convergente é limitada Seja (z n ) n N uma seq. de números complexos. Seja N = {n 1,..., n k,...} subconjunto de N com n 1 < n 2 <... < n k < n K+1 <... Uma subseqüência de (s n ) com índices em N é, por definição, uma seq (t k ) k N tal que t k = s nk para cada k N. Proposição.Sejam (z n ) uma seq. de números complexos e a C. Então, z n a se, e somente se, toda subseq. de (z n ) converge para a. Bolzano-Weierstrass. Toda seq. limitada de números complexos possui uma subseq. convergente. Propriedades aritméticas. Se z n a e w n b, então 11
13 (a) z n ± w n a ± b; (b) z n w n ab; (c) zn w n a b se b 0. Uma seq. de números complexos (z n ) é dita uma sequência de Cauchy se Proposição. Seja (z n ) uma seq. de números complexos. Então, (z n )é convergente se, e somente se, satisfaz o seguinte Critério de Cauchy: para cada ɛ > 0 existe p N tal que z n z m < ɛ para quaisquer m, n p. Séries. Seja (z n ) uma seq. de números complexos. À expressão formal k=0 z k chamaremos de série (de n-ésimo termo z n ) e diremos que a série k=0 z k converge para um número complexo z se a seq. de somas parciais (S n ) definida por S n = n k=0 z k converge para z. Nesse caso, denotamos z = z k, ou ainda, z = z 0 + +z n +. Obs. A série de número complexos k=0 z k converge se, e somente se, a séries de números reais k=0 Re(z k) e k=0 Im(z k). Neste caso, z k = k=0 k=0 k=0 Re(z k ) + i Im(z k ). k=0 Proposição. Se a série k=0 z k converge, então z k 0. Série Geométrica. Se z C tem módulo menor do que 1, então 1 1 z = 1 + z + z2 + + z n +. Além disso, se z 1, então a s erie k=0 zk não converge. Dizemos que uma série de números complexos k=0 z k é absolutamente convergente quando a série de núremos reais k=0 z k. Proposição. Se z k é absolutamente convergente, então k=1 z k é convergente. k=1 A respeito da recíproca do resultado acima, o seguinte exemplo testefica a não veracidade dessa afirmação. 12
14 Exemplo. A série ( 1) k 1 k é convergente. k=1 Teste da razão. Seja (z k ) uma seq. de números complexos. Se existem um número real 0 a < 1 e um inteiro positivo k 0 tais que a k+1 < a para todo a k k k 0 suficientemente grande, então a série z k é convergente. k=0 Exemplo. k=0 k k é convergente. Teste da raiz. Seja (z k ) uma seq. de números complexos. Se existem um número real 0 a < 1 e um intiero positivo k 0 tais que k z k < a para todo k k 0, então a série z k é convergente. k=0 Exemplo. A série ( ) log(k) k é convergente. k=1 k Lista de Exercícios Exercícios de 01 a 09 pp. 86,87 e Exercício 16 p. 88 Livro Cálculo em uma variável complexa. Márcio G. Soares 13
Variável Complexa
Variável Complexa 2017.2 Aula1 Utilizamos o símbolo C para denotar o plano real R 2 equipado com as seguintes operações: z 1 + z 2 = (x 1 + x 2, y 1 + y 2 ) adição z 1 z 2 = (x 1 x 2 y 1 y 2,, x 1 y 2
Notas Sobre Sequências e Séries Alexandre Fernandes
Notas Sobre Sequências e Séries 2015 Alexandre Fernandes Limite de seqüências Definição. Uma seq. (s n ) converge para a R, ou a R é limite de (s n ), se para cada ɛ > 0 existe n 0 N tal que s n a < ɛ
1 Números Complexos e Plano Complexo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Centro de Ciências Físicas e Matemáticas Departamento de Matemática SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA TURMA 09-1 MTM5327 Variável Complexa 0549 Professor Lista de Exercícios
Prova: Usando as definições e propriedades de números reais, temos λz = λx + iλy e
Lista Especial de Exercícios de Física Matemática I Soluções (Número complexo, sequência de Cauchy, função exponencial e movimento hamônico simples) IFUSP - 8 de Agosto de 08 Exercício Se z x + iy, x,
Capítulo 1 Como motivação para a construção dos números complexos aconselha-se o visionamento do quinto do capítulo do documentário Dimensions, disponível em http://www.dimensions-math.org/ Slides de apoio
Cálculo Diferencial e Integral Química Notas de Aula
Cálculo Diferencial e Integral Química Notas de Aula João Roberto Gerônimo 1 1 Professor Associado do Departamento de Matemática da UEM. E-mail: [email protected]. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Esta notas de aula
Apostila de Cálculo Diferencial e Integral 3 - Funções de uma Variável Complexa.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MATEMÁTICA Campus Apucarana Prof. Dr. Márcio Hiran Simões Apostila de Cálculo Diferencial e Integral 3 - Funções de uma Variável Complexa.
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa
Mais Alguns Aspectos da Derivação Complexa META: Introduzir o conceito de funções holomorfas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir funções holomorfas e determinar se uma
CÁLCULO I. 1 Número Reais. Objetivos da Aula
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida EMENTA: Conceitos introdutórios de limite, limites trigonométricos, funções contínuas, derivada e aplicações. Noções introdutórias sobre a integral
Lista 1 - Métodos Matemáticos II Respostas
Lista 1 - Métodos Matemáticos II Respostas Prof. Jorge Delgado Importante: As resoluções não pretendem ser completas mas apenas uma indicação para o aluno consultar caso seja necessário, cabendo a ele
NÚMEROS COMPLEXOS CAPÍTULO
NÚMEROS COMPLEXOS CAPÍTULO 1 Neste capítulo, exploramos as estruturas algébrica e geométrica do sistema dos números complexos, para o que supomos conhecidas várias propriedades correspondentes dos números
Convergência, séries de potência e funções analíticas
Convergência, séries de potência e funções analíticas Roberto Imbuzeiro Oliveira March 13, 2015 1 Algumas palavras sobre convergência em C Tudo o que descreveremos aqui é análogo ao que se define e prova
Fichas de Análise Matemática III
Fichas de Análise Matemática III Fernando Lobo Pereira, João Borges de Sousa Depto de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Instituto de Sistemas
Números Complexos. Cálculo Diferencial e Integral III WELLINGTON JOSÉ CORRÊA. Campo Mourão, Paraná. Brasil. Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná ampus ampo Mourão Números omplexos álculo Diferencial e Integral III WELLINGTON JOSÉ ORRÊA ampo Mourão, Paraná Brasil Sumário Wellington
1 Números Complexos. Seja R o conjunto dos Reais. Consideremos o produto cartesiano R R = R 2 tal que:
Números Complexos e Polinômios Prof. Gustavo Sarturi [!] Esse documento está sob constantes atualizações, qualquer erro de ortografia, cálculo, favor comunicar. Última atualização: 01/11/2018. 1 Números
Convergência, séries de potência e funções analíticas
Convergência, séries de potência e funções analíticas Roberto Imbuzeiro Oliveira March 16, 2011 1 Algumas palavras sobre convergência em C Tudo o que descreveremos aqui é análogo ao que se define e prova
Complementos sobre Números Complexos
Complementos sobre Números Complexos Ementa 1 Introdução Estrutura Algébrica e Completude 1 O Corpo dos números complexos Notações 3 Interpretação Geométrica e Completude de C 4 Forma Polar de um Número
Funções analíticas LISTA DE EXERCÍCIOS
LISTA DE EXERCÍCIOS Funções analíticas. Suponha que f : Ω C é C-diferenciável. Denote por r (Ω) o conjunto { z; z Ω}. Mostre que g : r (Ω) C dada por g (z) := f ( z) é ainda C-diferenciável. Recíproca?
TURMA:12.ºA/12.ºB. O que é o i? Resposta: A raiz imaginária da unidade negativa. (Leibniz)
GUIA DE ESTUDO NÚMEROS COMPLEXOS TURMA:12.ºA/12.ºB 2017/2018 (ABRIL/MAIO) Números Complexos O que é o i? Resposta: A raiz imaginária da unidade negativa. (Leibniz) A famosa igualdade de Euler i e 10 A
Funções Elementares do Cálculo Complexos 1
Funções Elementares do Cálculo Complexos 1 META: Definir algumas funções elementares no campo dos complexos. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir algumas funções elementares
ANÁLISE MATEMÁTICA 3 NÚMEROS COMPLEXOS
ANÁLISE MATEMÁTICA 3 NÚMEROS COMPLEXOS APÊNDICE Maria do Rosário de Pinho e Maria Margarida Ferreira Setembro 1998 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Electrotécnica
ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. Apresente e justifique todos os cálculos
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS TESTES DE RECUPERAÇÃO A - 6 DE JUNHO DE 9 - DAS H ÀS :3H Teste Apresente e justifique
NÚMEROS COMPLEXOS CAPÍTULO
NÚMEROS COMPLEXOS CAPÍTULO 1 Neste capítulo, exploramos as estruturas algébrica e geométrica do sistema dos números complexos, para o que supomos conhecidas várias propriedades correspondentes dos números
Notas breves sobre números complexos e aplicações
Notas breves sobre números complexos e aplicações Complementos de Análise Matemática - ESI DMat - Universidade do Minho Dezembro de 2005 1 Definição O conjunto dos números complexos, denotado por C, pode-se
Curso de Matemática Aplicada.
Aula 1 p.1/25 Curso de Matemática Aplicada. Margarete Oliveira Domingues PGMET/INPE Sistema de números reais e complexos Aula 1 p.2/25 Aula 1 p.3/25 Conjuntos Conjunto, classe e coleção de objetos possuindo
MAT Cálculo Avançado - Notas de Aula
bola fechada de centro a e raio r: B r [a] = {p X d(p, a) r} MAT5711 - Cálculo Avançado - Notas de Aula 2 de março de 2010 1 ESPAÇOS MÉTRICOS Definição 11 Um espaço métrico é um par (X, d), onde X é um
Material Teórico - Módulo de Potenciação e Dízimas Periódicas. Números Irracionais e Reais. Oitavo Ano. Prof. Ulisses Lima Parente
Material Teórico - Módulo de Potenciação e Dízimas Periódicas Números Irracionais e Reais Oitavo Ano Prof. Ulisses Lima Parente 1 Os números irracionais Ao longo deste módulo, vimos que a representação
Slides de apoio: Fundamentos
Pré-Cálculo ECT2101 Slides de apoio: Fundamentos Prof. Ronaldo Carlotto Batista 23 de fevereiro de 2017 Conjuntos Um conjunto é coleção de objetos, chamados de elememtos do conjunto. Nomeraremos conjuntos
Curso: MAT 221- CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV Professor Oswaldo Rio Branco de Oliveira Período: Segundo Semestre de 2008
Curso: MAT 22- CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV Professor Oswaldo Rio Branco de Oliveira Período: Segundo Semestre de 2008 APRESENTAÇÃO Um objetivo do curso: Um estudo da exponenciação, subdividido nos
Material Teórico - Módulo de Potenciação e Dízimas Periódicas. Números Irracionais e Reais. Oitavo Ano
Material Teórico - Módulo de Potenciação e Dízimas Periódicas Números Irracionais e Reais Oitavo Ano Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Os números irracionais Ao longo
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre de 2011/ o Teste - Versão A LEAN, LEIC-A, MEAer, MEEC, MEMec) 5 de Novembro de 2011, 10h,
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática (Cursos: Análise Complexa e Equações Diferenciais o Semestre de 2/22 o Teste - Versão A LEAN, LEIC-A, MEAer, MEEC, MEMec) 5 de Novembro de 2, h, Duração:
Introdução à Linguagem da Topologia
Introdução à Linguagem da Topologia Corpos Define-se corpo por um conjunto K, munido de duas operações básicas chamadas de adição e multiplicação. São os axiomas do corpo: Axiomas da Adição Associatividade:
Conjunto dos Números Complexos
Conjunto dos Unidade Imaginária Seja a equação: x + 0 Como sabemos, no domínio dos números reais, esta equação não possui solução, criou-se então um número cujo quadrado é. Esse número, representado pela
Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 5 27 de agosto de Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 5 27 de agosto de 200 Aula 5 Pré-Cálculo Expansões decimais: exemplo Números reais numericamente
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 2012/2013
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 01/013 Cursos: 1 o Teste Versão A LEGM, LEMat, MEAer, MEAmbi, MEBiol, MEC, MEEC, MEQ) 3 de Novembro de 01, 8h Duração: 1h 30m 1. Considere a função
Funções do Plano Complexo(MAT162) Notas de Aulas Prof Carlos Alberto S Soares
Funções do Plano Complexo(MAT62) Notas de Aulas 2-209 Prof Carlos Alberto S Soares O Plano Complexo Considerando a nossa definição de número complexo, é claro que existe uma correspondênca biunívoca entre
Limites de Funções. Bases Matemáticas. 2 o quadrimestre de o quadrimestre de / 57
2 o quadrimestre de 2017 2 o quadrimestre de 2017 1 / Visão Geral 1 Limites Finitos Limite para x ± 2 Limites infinitos Limite no ponto Limite para x ± 3 Continuidade Definição e exemplos Resultados importantes
MATEMÁTICA I FUNÇÕES. Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari
MATEMÁTICA I FUNÇÕES Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari [email protected] Conteúdo Função Variáveis Traçando Gráficos Domínio e Imagem Família de Funções Funções Polinomiais Funções Exponenciais
ANÁLISE MATEMÁTICA IV
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA 1 NÚMEROS E FUNÇÕES COMPLEXAS (1) Calcule i, i e i e represente estes números geometricamente.
Espaços Euclidianos. Espaços R n. O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais:
Espaços Euclidianos Espaços R n O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais: R n = {(x 1,..., x n ) : x 1,..., x n R}. R 1 é simplesmente o conjunto R dos números
NOTAÇÕES. Obs.: São cartesianos ortogonais os sistemas de coordenadas considerados
ITA006 NOTAÇÕES : conjunto dos números complexos : conjunto dos números racionais i: unidade imaginária; i z = x+ iy, x, y = 1 : conjunto dos números reais : conjunto dos números inteiros = {0, 1,, 3,...
Introdução: Um pouco de História
Números Complexos Introdução: Um pouco de História Houve um momento na História da Matemática em que a necessidade de expressar a raiz de um número negativo se tornou fundamental. Em equações quadráticas
ANÉIS. Professora: Elisandra Bär de Figueiredo
Professora: Elisandra Bär de Figueiredo ANÉIS DEFINIÇÃO 1 Um sistema matemático (A,, ) constituído de um conjunto não vazio A e duas leis de composição interna sobre A, uma adição: (x, y) x y e uma multiplicação
ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1. (1) Descreva as regiões do plano complexo definidas por z i c z, onde c é um número real não negativo.
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1 NÚMEROS COMPLEXOS E FUNÇÕES COMPLEXAS Números Complexos 1) Descreva as regiões
Introdução: A necessidade de ampliação dos conjuntos Numéricos. Considere incialmente o conjunto dos números naturais :
Introdução: A necessidade de ampliação dos conjuntos Numéricos Considere incialmente o conjunto dos números naturais : Neste conjunto podemos resolver uma infinidade de equações do tipo A solução pertence
Análise I. Notas de Aula 1. Alex Farah Pereira de Novembro de 2017
Análise I Notas de Aula 1 Alex Farah Pereira 2 3 22 de Novembro de 2017 1 Turma de Matemática. 2 Departamento de Análise-IME-UFF 3 http://alexfarah.weebly.com ii Conteúdo 1 Conjuntos 1 1.1 Números Naturais........................
Convergência de Séries de Números Complexos
Convergência de Séries de Números Complexos META: Apresentar o conceito de convergência de séries de números complexos. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir convergência
Séries de Laurent e Teoremas de Cauchy
Séries de Laurent e Teoremas de Cauchy Roberto Imbuzeiro Oliveira 3 de Abril de 20 A maior parte destas notas tem como refererência o livro de David Ullrich, Complex Made Simple. Preliminares sobre séries
AULA 1: PRÉ-CÁLCULO E FUNÇÕES
MATEMÁTICA I AULA 1: PRÉ-CÁLCULO E FUNÇÕES Prof. Dr. Nelson J. Peruzzi Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari Parte 1 Conjuntos numéricos A reta real Intervalos Numéricos Valor absoluto de um número
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão Lista 1. Números Naturais
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão 01 Lista 1 Números Naturais 1. Demonstre por indução as seguintes fórmulas: (a) (b) n (j 1) = n (soma dos n primeiros ímpares).
MATEMÁTICA I. Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari
MATEMÁTICA I Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari [email protected] www.fcav.unesp.br/amanda MATEMÁTICA I AULA 1: PRÉ-CÁLCULO Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari CONJUNTOS NUMÉRICOS
Prova Extramuro BOA PROVA! Respostas da Parte II
Prova Extramuro Nome: Identidade (Passaporte): Assinatura: Instruções (i) O tempo destinado a esta prova é de 5 horas. (ii) 25 porcento da pontuação total é da parte I (Perguntas dissertativas). BOA PROVA!
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Simplificando as expressões de z 1 e z, temos que: Como i 19 i + i i, vem
Limites de Funções de Variáveis Complexas
Limites de Funções de Variáveis Complexas AULA 2 META: Introduzir o conceito de limite de funções de variáveis complexas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir limites de
META: Introduzir o conceito de derivada de funções de variáveis complexas.
AULA 3 META: Introduzir o conceito de derivada de funções de variáveis complexas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir derivada de funções de variáveis complexas e determinar
A = B, isto é, todo elemento de A é também um elemento de B e todo elemento de B é também um elemento de A, ou usando o item anterior, A B e B A.
Capítulo 1 Números Reais 1.1 Conjuntos Numéricos Um conjunto é uma coleção de elementos. A relação básica entre um objeto e o conjunto é a relação de pertinência: quando um objeto x é um dos elementos
Produtos de potências racionais. números primos.
MATEMÁTICA UNIVERSITÁRIA n o 4 Dezembro/2006 pp. 23 3 Produtos de potências racionais de números primos Mário B. Matos e Mário C. Matos INTRODUÇÃO Um dos conceitos mais simples é o de número natural e
Análise Complexa e Equações Diferenciais 2 ō Semestre 2009/2010
Análise Complexa e Equações Diferenciais ō Semestre 9/ ō Teste - Versão A (Cursos: Todos) 4 de Abril de, h Duração: h 3m. Seja u(x,y) = xe x cos(y) e x y sen(y)+β(x), em que β : R R é uma função de classe
Capítulo 2 Funções de uma variável complexa. A origem dos números complexos repousa na solução de equações algébricas
Capítulo 2 Funções de uma variável complexa A origem dos números complexos repousa na solução de equações algébricas para. A solução da equação de 1º. grau:, remonta ao Egito antigo. Note que com os coeficientes
PROVAS DE ANÁLISE COMPLEXA
PROVAS DE ANÁLISE COMPLEXA PROFESSOR RICARDO SA EARP () Seja Ω um domínio do plano complexo. Sejam f e g funções holomorfas em Ω. Assuma que g nunca se anule em Ω e que f(z) ( ) R, para todo z Ω. g(z)
Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Matemática
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas - CCE Departamento de Matemática Notas de Aulas Disciplina:MAT 206 - Fundamentos de Matemática II Simone Maria de Moraes Viçosa Minas
A origem de i ao quadrado igual a -1
A origem de i ao quadrado igual a -1 No estudo dos números complexos deparamo-nos com a seguinte igualdade: i 2 = 1. A justificativa para essa igualdade está geralmente associada à resolução de equações
Resumo Elementos de Análise Infinitésimal I
Apêndice B Os números naturais Resumo Elementos de Análise Infinitésimal I Axiomática de Peano Axioma 1 : 1 N. Axioma 2 : Se N, então + 1 N. Axioma 3 : 1 não é sucessor de nenhum N. Axioma 4 : Se + 1 =
Ana Carolina Boero. Página: Sala Bloco A - Campus Santo André
Funções de uma variável real a valores reais E-mail: [email protected] Página: http://professor.ufabc.edu.br/~ana.boero Sala 512-2 - Bloco A - Campus Santo André Funções de uma variável real a valores
Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Matemática
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas - CCE Departamento de Matemática Notas de Aulas Disciplina:MAT 206 - Fundamentos de Matemática II Simone Maria de Moraes Viçosa Minas
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados às Notas de aula: Ciências dos Alimentos
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados às Notas de aula: Ciências dos Alimentos 1 Conjuntos Um conjunto está bem caracterizado quando podemos estabelecer com certeza se um elemento pertence ou não
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Analisando cada uma das afirmações temos (A) z z = z z é uma afirmação verdadeira
UFRJ - Instituto de Matemática
UFRJ - Instituto de Matemática Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática www.pg.im.ufrj.br/pemat Mestrado em Ensino de Matemática Seleção 9 Etapa Questão. Determine se as afirmações abaio são verdadeiras
Aula 6 Forma trigonométrica ou polar e forma exponencial de um número complexo
Aula 6 Forma trigonométrica ou polar e forma exponencial de um número complexo MÓDULO - AULA 6 Autores: Celso Costa e Roberto Geraldo Tavares Arnaut Objetivos 1 Entender a forma trigonométrica e exponencial
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Escrevendo i na f.t. temos i i = ρe iα, onde: ρ = i i = + ) = tg α = = ; como
Números Reais. Jairo Menezes e Souza 19/09/2013 UFG/CAC
UFG/CAC 19/09/2013 Iniciamos com o conjunto dos números naturais N = {0, 1, 2, 3, 4, 5,...} Iniciamos com o conjunto dos números naturais N = {0, 1, 2, 3, 4, 5,...} Chamamos de Z o conjunto dos números
NÚMEROS COMPLEXOS
NÚMEROS COMPLEXOS - 016 1. (EFOMM 016) O número complexo, z z (cos θ i sen θ), sendo i a unidade imaginária e 0 θ π, que satisfaz a inequação z i e que possui o menor argumento θ, é a) b) c) d) 5 5 z i
Bases Matemáticas. Aula 4 Conjuntos Numéricos. Rodrigo Hausen. v /9
Bases Matemáticas Aula 4 Conjuntos Numéricos Rodrigo Hausen v. 2016-6-10 1/9 Números Naturais, Inteiros e Racionais naturais: inteiros: racionais: N = {0, 1, 2,...} Z = {... 2, 1, 0, 1, 2,...} { } p Q
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios. Escrevendo i na f.t. temos i i = ρ cis α, onde: ρ = i i = + ) = tg α = = ;
1 Limites e Conjuntos Abertos
1 Limites e Conjuntos Abertos 1.1 Sequências de números reais Definição. Uma sequência de números reais é uma associação de um número real a cada número natural. Exemplos: 1. {1,2,3,4,...} 2. {1,1/2,1/3,1/4,...}
Curso Satélite de. Matemática. Sessão n.º 1. Universidade Portucalense
Curso Satélite de Matemática Sessão n.º 1 Universidade Portucalense Conceitos Algébricos Propriedades das operações de números reais Considerem-se três números reais quaisquer, a, b e c. 1. A adição de
Unidade 5 - Subespaços vetoriais. A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa. 10 de agosto de 2013
MA33 - Introdução à Álgebra Linear Unidade 5 - Subespaços vetoriais A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa PROFMAT - SBM 10 de agosto de 2013 Às vezes, é necessário detectar, dentro
Análise Complexa e Equações Diferenciais Guia 3 João Pedro Boavida. 21 a 28 de Setembro
2 de Setembro de 211 21 a 28 de Setembro A secção Números complexos e matrizes 2 2 indica algumas das conclusões da discussão no final do guia 1 As secções Derivação em C e Integração em C resumem algumas
Lista 1. 9 Se 0 < x < y e n N então 0 < x n < y n.
UFPR - Universidade Federal do Paraná Departamento de Matemática CM095 - Análise I Prof. José Carlos Eidam Lista 1 Em toda a lista, K denota um corpo ordenado qualquer. Corpos ordenados 1. Verifique as
Propriedades das Funções Contínuas e Limites Laterais Aula 12
Propriedades das Funções Contínuas e Limites Laterais Aula 12 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 27 de Março de 2014 Primeiro Semestre de 2014 Turma 2014106 -
Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 6 29 de março de Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense
Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 6 29 de março de 2010 Aula 6 Pré-Cálculo 1 Implicações e teoria dos conjuntos f (x) =g(x) u(x)
Preparar o Exame Matemática A
07. { {. 07. Como o polinómio tem coeficientes reais e é uma das suas raízes, então também é raiz de. Recorrendo à regra de Ruffini vem,. Utilizando a fórmula resolvente na equação, vem: ssim, as restantes
Capítulo 1. f : A B. elementos A com elementos de B ilustradas nos seguintes diagramas.
Capítulo 1 Funções Sejam A e B conjuntos não vazios. Uma função com domínio A e contradomínio B é uma regra f que a cada elemento em A associa um único elemento em B. A notação usual para uma função f
Isometrias no plano euclidiano.
Isometrias no plano euclidiano. 1 O E n é o espaço afim euclidiano n-dimensional e é constituído pelo R n como R-espaço n-dimensional munido do produto interno ( ) ( ) x,..., x, y,..., y = x y +... + x
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - DCET
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - DCET INTRODUÇÃO AO CÁLCULO FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA ELEMENTAR I NÚMEROS COMPLEXOS 1. Representar geometricamente
Capítulo 1 Números Reais
Departamento de Matemática Disciplina MAT154 - Cálculo 1 Capítulo 1 Números Reais Conjuntos Numéricos Conjunto dos naturais: N = {1,, 3, 4,... } Conjunto dos inteiros: Z = {..., 3,, 1, 0, 1,, 3,... } {
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Simplificando as expressões de z 1 e z, temos que: Como i 19 i + i i, vem
DE MATEMÁTICA I. Prof. ADRIANO CATTAI. Corpos Numéricos (Atualizada em 8 de março de 2016)
ac COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA I Prof. ADRIANO CATTAI Corpos Numéricos (Atualizada em 8 de março de 2016) NOME: DATA: / / Não há ciência que fale das harmonias da natureza com mais clareza do que a matemática
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 2012/2013
Análise Complexa e Equações Diferenciais 1 o Semestre 01/013 1 o Teste Versão A Cursos: LEGM, LEMat, MEAer, MEAmbi, MEBiol, MEC, MEEC, MEQ) 3 de Novembro de 01, 8h Duração: 1h 30m 1. Considere a função
ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza ÁLGEBRA LINEAR I - MAT32 12 a Lista de exercícios
Lista de Exercícios da Primeira Semana Análise Real
Lista de Exercícios da Primeira Semana Análise Real Nesta lista, a n, b n, c n serão sempre sequências de números reais.. Mostre que todo conjunto ordenado com a propriedade do supremo possui a propriedade
Lista 2 - Métodos Matemáticos II Respostas
Lista - Métodos Matemáticos II Respostas Prof. Jorge Delgado Importante: As resoluções não pretendem ser completas mas apenas uma indicação para o aluno consultar caso seja necessário, cabendo a ele fornecer
INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS
1 INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS Gil da Costa Marques 1.1 Introdução 1.2 Conceitos básicos 1.3 Subconjuntos e intervalos 1.4 O conjunto dos números reais 1.4.1 A relação de ordem em 1.5 Intervalos 1.5.1
INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS1
INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS1 TÓPICO Gil da Costa Marques 1.1 Elementos da Teoria dos Conjuntos 1.2 Introdução 1.3 Conceitos Básicos 1.4 Subconjuntos e Intervalos 1.5 Conjuntos Numéricos 1.5.1 O Conjunto
1º S I M U L A D O - ITA IME - M A T E M Á T I C A
Professor: Judson Santos / Luciano Santos Aluno(a): nº Data: / /0 º S I M U L A D O - ITA IME - M A T E M Á T I C A - 0 0) Seja N o conjunto dos inteiros positivos. Dados os conjuntos A = {p N; p é primo}
