O Movimento Japonês de Qualidade

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1 O Movimento Japonês de Qualidade Os primeiros esforços japoneses no sentido da criação de um padrão de qualidade na produção industrial surgiram em torno de 1910, tendo as primeiras normas sido estabelecidas no início dos anos 20. Entretanto, a qualidade japonesa permanecia baixa e a maioria dos projetos, produção e práticas de controle de qualidade aconteceram a esmo e de forma descoordenada. Foi somente após a guerra que mudanças reais aconteceram, estimuladas em grande parte por conselheiros norte-americanos. i Em certa medida, esse desenvolvimento deveu-se a um consultor americano que foi trabalhar no esforço de reconstrução do Japão, chamado W. Edwards Deming. Deming havia conhecido Walter Shewart (o criador do controle estatístico de qualidade) em 1927 enquanto trabalhava no Departamento de Agricultura em Washington (EUA) e o visitava frequentemente em sua casa em New Jersey, em fins de semana, para discutir estatística. Durante a IIGGM, Deming passou a trabalhar no esforço de guerra relacionado a questões militares e, a partir de 1942, desenvolveu um programa nacional de cursos de oito a dez dias de duração, ensinando estatística e métodos de controle estatístico de qualidade para engenheiros e gerentes de empresas que estavam suprindo material para as forças armadas. Em 1950, Deming começou a ensinar controle estatístico de qualidade para as empresas japonesas. Convenceu-as plenamente dos benefícios do controle estatístico de processos. Deming, acumulando grande experiência, foi além dos aspectos técnicos do método Shewart e começou a dar uma face mais gerencial para o movimento de qualidade japonês. É importante frisar que a má qualidade dos produtos japoneses do período pós-guerra era um grande entrave para sua competitividade. A abordagem de Deming advogava, desde os anos 50, um esforço contínuo de melhoria e redução de variabilidades. Identifica fontes primárias para melhoria de processos: eliminação de causas assinaláveis de defeitos, como projeto malfeito e trabalhadores mal treinados. Considera que inspeção ao final da linha é um processo muito caro que chega muito tarde, quando o problema já ocorreu e os custos da má qualidade já foram incorridos. Atribui a maior responsabilidade por melhoramentos de qualidade ao trabalhador e à gerência e não ao pessoal de qualidade. Também é atribuído a Deming o desenvolvimento, com base em idéia original de Shewart, da roda da qualidade, ou o ciclo PDCA (ciclo de atividades para solução de problemas: Plan, Do, Check, Act), uma ferramenta hoje largamente utilizada em esforços de melhoria de qualidade. É hoje considerado o pai do controle de qualidade no Japão. ii Além de Deming, Joseph M. Juran e Armand V. Feigenbaum participaram ativamente dos programas de desenvolvimento do padrão japonês de qualidade. 1 - A Cultura Japonesa Apesar disso, o papel desses especialistas não deve ser exagerado. Eles sozinhos não explicam a revolução da qualidade do Japão, suas idéias, embora poderosas, seriam anunciadas em qualquer outra parte com pequeno efeito. iii Para ajudar a entender esse fenômeno, outro componente do modelo deve ser analisado: a cultura japonesa. Certos elementos do sistema Toyota e modelo japonês de administração são fortemente influenciados pelos valores da cultura nacional do Japão. Combate ao desperdício e trabalho de grupo são dois desses elementos. O hábito de combater o desperdício é exemplo de traço cultural muito antigo. País pequeno, com poucos recursos naturais, o Japão estimulou em seus habitantes o espírito de economia e eficiência, a combatividade e a capacidade de corporação para sobreviver num ambiente hostil. Depois da guerra, a escassez de recursos tornou-se 1

2 dramática, provocando dificuldades que só se amenizaram com o resultado de um longo período de trabalho duro e metódico. É natural que os japoneses tivessem adotado seriamente a doutrina de aprimorar continuamente a utilização de recursos na administração de suas empresas. À eliminação do desperdício, os japoneses aliaram outro ingrediente importante do modelo de administração: o trabalho de grupo, que está enraizado em seus valores e hábitos desde tempos imemoriais. A necessidade de cooperar e o sistema feudal, que vigorou no Japão até a era Meiji, no final do século XIX, tiveram forte influência sobre a capacidade de trabalhar em grupo. Os senhores feudais tinham ao redor de si os samurais, que eram cercados pelos demais guerreiros e outros servidores. Era essencial fazer parte de um desses círculos para manter a identidade e o amor próprio. Além disso, a cultura do arroz, que requer a colaboração, a vida familiar e a própria arquitetura residencial japonesa, que dificulta o isolamento e desenvolve a sensibilidade em relação à presença alheia, são outros fatores que ajudaram a criar e fortalecer um sentido de interdependência entre pessoas. Um desdobramento importante dessa tradição é o espírito da lealdade ao grupo, que se reflete numa ética de responsabilidade social: o indivíduo acostuma-se a pensar antes nos outros que em si próprio. Outro reflexo desse traço cultural é o processo decisório, que se baseia mais no consenso que na autoridade gerencial. Um estudo procurou fazer a comparação entre a cultura japonesa e a cultura latina, no processo de negociação, em que esse aspecto foi analisado. As condições mostram que o consenso é o valor cultivado pelos japoneses, ao passo que os latinos parecem preferir os mecanismos da autoridade centrada no chefe. 2 - Cultura Organizacional As empresas japonesas motivaram muitos pesquisadores a procurar entender as razões de seu sucesso. Num estudo publicado no início dos anos 80, William Ouchi, um dos pesquisadores, identificou diversas características específicas das empresas japonesas : emprego vitalício; carreira lenta; carreira generalista; controle implícito (disciplina interior); decisão por consenso; responsabilidade coletiva; e orientação sistêmica. Para Ouchi, essas características criam um espírito de família dentro da empresa, marcado pela confiança mútua. Os empregados retribuem a segurança no emprego com lealdade, obediência e trabalho esforçado. O resultado final é maior produtividade, decorrente do sentido de autonomia e satisfação do empregado, por trabalhar dentro de um ambiente amigável. iv 3 - Sistema Toyota de Produção Na primavera de 1950, um jovem engenheiro japonês, Eiji Toyoda, saiu para uma peregrinação de três meses até a fábrica de Rouge da Ford, em Detroit. Eiji não era um engenheiro qualquer, nas habilidades e ambição. Após ter cuidadosamente estudado cada palmo de Rouge, então o maior e mais eficiente complexo fabril do mundo, Eiji escreveu para sua empresa que pensava ser possível melhorar o sistema de produção. 2

3 Mas simplesmente copiar e aperfeiçoar o modelo de Rouge revelou-se difícil. De volta a sua cidade, Nagoya, Eiji Toyoda e seu gênio de produção, Taiichi Ohno, logo chegariam à conclusão de que a produção em massa jamais funcionaria no Japão. Desse início experimental nasceu o que a Toyota veio a chamar de Sistema de Produção Toyota e, finalmente, a produção enxuta. v Alguns dos condicionantes específicos da criação de um novo modelo foram: as características do mercado interno, exigindo uma grande diversidade nos modelos ofertados e motores eficientes, do ponto de vista do consumo de combustível; o status na época da legislação e da ação dos sindicatos, que não mais permitiam que o trabalhador japonês fosse tratado como peça intercambiável, tendo-o tornado praticamente indemissível; a falta de poder econômico para compra de tecnologias ocidentais mais recentes; a ameaça de concorrência por parte dos grandes produtores nos EUA e na Europa, desejosos, por um lado, de vender seus veículos no Japão e, de outro, de impedir importações futuras. Mas as pretensões expansionistas dos estrangeiros foram contidas pelo governo japonês. Os dois princípios mais importantes do sistema Toyota são: eliminação de desperdícios e fabricação com qualidade. O princípio da eliminação de desperdícios, aplicado primeiro à fábrica, fez nascer a produção enxuta, que consiste em fabricar com o máximo de economia de recursos. O princípio da fabricação com qualidade tem por objetivo produzir virtualmente sem defeitos (na verdade, também uma forma de eliminar desperdícios). Esses dois princípios possibilitam a manufatura de produtos de alta qualidade e baixo preço. Para o bom funcionamento desses dois princípios, o sistema Toyota depende do comprometimento e envolvimento dos funcionários. Por isso, a administração participativa, que promove a participação dos funcionários no processo decisório, tornou-se o terceiro elemento importante do sistema Toyota, ao lado da fabricação com qualidade e da eliminação de desperdícios. Depois de sua visita à fábrica da Ford nos Estados Unidos, Toyoda e Ohno concluíram que o principal produto do modelo de Henry Ford era o desperdício de recursos esforço humano, materiais, espaço e tempo. Fábricas gigantescas, pilhas de materiais em estoque, grandes espaços vazios. O sistema Ford desperdiçava inclusive, e talvez principalmente, recursos humanos, por causa da especialização excessiva. Havia muita gente nas fábricas, com especialidades muito limitadas, tais como cuidar exclusivamente de planejamento e controle da produção, compras, controle da qualidade, manutenção ou limpeza. A filosofia do modelo Ford, que havia influenciado toda a indústria ocidental, consistia em dispor de recursos abundantes, de todos os tipos, para enfrentar qualquer eventualidade. Os recursos deveriam ficar em estado de prontidão, para cumprir o programa de trabalho com segurança e lidar com as emergências. Essa era a filosofia do just in case (expressão que significa por via das dúvidas ou só para garantir ). Até os anos 1980, as empresas ocidentais seguiram essa filosofia, acreditando que quanto maior, melhor. O negócio, nessa época, era ser grande. Todavia, o que para os ocidentais era precaução e abundância de recursos, parecia desperdício para os japoneses, especialmente logo depois da Segunda Guerra, quando o país enfrentava dramática escassez de recursos. Para ser eficiente e competitiva, a Toyota precisaria modificar e simplificar o sistema de Ford, tornando-o mais racional e econômico. Dessa observação, nasceu o elemento básico do sistema Toyota de produção: eliminação de desperdícios. Numa fábrica, eliminar desperdícios significa reduzir ao mínimo a atividade que não agrega valor ao produto. 3

4 Segundo os manuais da Toyota, há sete tipos principais de desperdício : Tempo perdido em conserto ou refugo. Produção além do volume necessário ou antes do momento necessário. Operações desnecessárias no processo de manufatura. Transporte. Estoque. Movimento humano. Espera. Após eliminados ou reduzidos ao mínimo indispensável os desperdícios, o que resta é atividade ou esforço para agregar valor ao produto que se destina ao cliente. Agregar valor significa realizar operações de transformação de materiais e componentes estritamente relacionadas com a elaboração do produto. Um produto fabricado ou serviço prestado sem desperdício tem o máximo de valor agregado para o cliente. Assim, a eliminação de desperdícios diminui os custos de produção, sem que o valor do produto para o cliente fique comprometido. Desperdício é o contrário de agregação de valor, uma idéia fundamental nos sistemas enxutos de produção. O sistema Toyota aplica três idéias principais para eliminar desperdícios: racionalização da força de trabalho, just in time e produção flexível. Para racionalizar a utilização da mão-de-obra a Toyota agrupou os operários em equipes, com um líder em vez de um supervisor. As equipes receberam um conjunto de tarefas de montagem e a missão de trabalhar coletivamente de modo a executá-las da melhor maneira possível. O líder deveria trabalhar junto com o grupo e coordená-lo, substituindo qualquer trabalhador que faltasse. Em seguida, esses grupos receberam tarefas simples de manutenção de seus próprios equipamentos, consertos de pequenas ferramentas e controle de qualidade. A idéia da racionalização da força de trabalho está na raiz de conceitos que viriam a ter grande importância na moderna administração: manufatura celular, autogestão e trabalho em equipe. Esses conceitos viriam a ser amplamente empregados em todos os tipos de sistema de produção. O método just in time (expressão que significa bem na hora, no momento certo ou na hora certa ) procura reduzir ao mínimo o tempo de fabricação e o volume de estoques. O principio é estabelecer um fluxo contínuo de materiais, sincronizado com a programação do processo produtivo, para minimizar a necessidade de estoques. Para isso, o fornecedor deve comprometer-se a entregar os suprimentos no momento exato. Isso levou a Toyota, bem como outras empresas que adotaram o just in time, a desenvolver as parcerias com poucos fornecedores, para fortalecer a cadeia de suprimentos. As parcerias da Toyota tornaram-se usuais na administração de empresas, substituindo a prática de contar com grande número de fornecedores para os mesmos componentes, que criava grandes problemas de coordenação e uniformidade. O sistema da produção flexível consiste em fabricar produtos, em geral em pequenos lotes, de acordo com as encomendas dos clientes. Para isso, é preciso fazer mudanças constantes nas máquinas da linha de produção. A produção flexível do sistema Toyota contrasta com a filosofia ocidental de fabricar lotes de grandes quantidades utilizando máquinas dedicadas. Ohno treinou os operários para que eles próprios (e não especialistas) fizessem as mudanças, várias vezes ao dia, dos moldes das prensas que fazem a lataria dos veículos. Já no final da década de 50, a Toyota havia conseguido fazer a mudança dos moldes das prensas em três minutos, ao passo que no resto do mundo o processo tomava um dia inteiro. O processo ficou conhecido como produção flexível. 4

5 O segundo elemento do sistema Toyota, ao lado da eliminação de desperdícios, é a fabricação com qualidade. A fabricação com qualidade tem por objetivo primordial identificar e corrigir defeitos e eliminar suas causas. É também uma forma de eliminar desperdícios, porque, quanto menor a quantidade de refugos e retrabalho, mais eficiente é o sistema produtivo. A fabricação com qualidade, por sua vez, tem três elementos : fazer certo da primeira vez, corrigir os erros em suas causas fundamentais e utilizar círculos da qualidade. A filosofia de fazer certo da primeira vez torna o trabalhador responsável pela qualidade de seu trabalho. Conseqüentemente, o controle da qualidade, feito pelos inspetores durante e o final do processo produtivo, torna-se redundante. Portanto, mais um desperdício a ser eliminado. Apesar de a Toyota utilizar esse princípio desde os anos 50, apenas nos anos 90 a indústria ocidental conseguiu eliminar os inspetores e tornar os operários responsáveis pela qualidade de seu próprio trabalho. Para corrigir os erros em suas causas fundamentais, uma providência da Toyota foi dar aos trabalhadores o poder de parar a linha de produção sempre que encontrassem um problema que não conseguissem resolver. Em segundo lugar, os trabalhadores deveriam analisar sistematicamente cada erro, perguntando sucessivamente por quê? até chegar à causa fundamental. Essa metodologia foi chamada de cinco whys (cinco por quês?). Em conseqüência, os problemas caíram dramaticamente, a ponto de a proporção de veículos fabricados em relação à produção prevista aproximar-se de 100 por cento. Os problemas foram virtualmente eliminados. Os japoneses não se limitaram a aplicar e copiar as lições dos especialistas ocidentais, mas criaram suas próprias soluções no campo da administração da qualidade. Uma destas, que despertou grande interesse em outros países, é a metodologia de trabalho dos círculos de qualidade. No formato original, o círculo da qualidade é um grupo de voluntários de um mesmo setor ou área de trabalho, que se reúnem regularmente para estudar e propor a solução de problemas que estejam comprometendo a qualidade e a eficiência dos produtos. Essa idéia disseminou-se rapidamente. Há diferentes tipos de problemas de qualidade e eficiência que podem ser atacados pelos círculos de qualidade: qualidade dos produtos, produtividade dos recursos, custos, condições do ambiente físico de trabalho, racionalização dos processos produtivos, condições e segurança do trabalho, análise de refugos e reclamações de clientes. Ao mesmo tempo, os círculos de qualidade atacam problemas do ambiente de trabalho, relacionados com a segurança, higiene, limpeza, ruído e iluminação, que freqüentemente são causadores de insatisfação e reclamações. Por causa disso, os círculos de qualidade são entendidos também como técnica de administração participativa. O objetivo imediato do círculo de qualidade de resolver problemas de qualidade e a eficiência é complementado por uma série de outros objetivos explícitos e implícitos. Por exemplo : Envolver os funcionários no processo de análise e resolução de problemas, alargando seu campo de visão, suas responsabilidades e, conseqüentemente, seu sentido de realização. Melhorar a comunicação dentro do próprio grupo de trabalho, que fica prejudicada no sistema tradicional do trabalho isolado da linha de montagem. Estimular um clima de criatividade, mentalidade da qualidade, autocontrole e prevenção de falhas. vi 5

6 Até meados dos anos 70, pouco se ouvia falar do sistema japonês no Ocidente, sendo conhecidos apenas os círculos de controle da qualidade. O modelo americano dominava a prática e o ensino da administração em todo o mundo. A única novidade estranha a esse monopólio era o sistema Volvo, de trabalho em grupo na linha de montagem. Desconhecia-se, nessa época, que os japoneses já aplicavam o mesmo princípio desde o início dos anos 50. Quando os produtos japoneses adquiriram a reputação de alta qualidade e baixo preço, e começaram a dominar os mercados em todo o mundo, seus métodos de administração começaram a tornar-se conhecidos. Quanto mais se tornava conhecido, mais o modelo japonês revelava a simplicidade de seus componentes: eficiência, qualidade e participação dos funcionários nas decisões. A receita era simples e, na verdade, era ocidental. Com o tempo, os ocidentais aprenderam a colocar em prática a versão oriental de seu próprio modelo. Nos anos 90, o modelo japonês já havia deixado de ser exclusivamente japonês, tornando-se o padrão universal das empresas que pretendem alcançar e manter a capacidade de competir em escala global. vii Bibliografia CORRÊA, H.L. Teoria Geral da Administração Abordagem Histórica da Gestão de Produção e Operações. São Paulo: Atlas, GARVIN, D.A. Gerenciando a Qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, MAXIMIANO, A.C.A. Teoria Geral da Administração da Escola Científica à Competitividade na Economia Globalizada, 2ª ed. São Paulo: Atlas, WOOMACK, J.P., JONES, D.T. e ROOS, D. A Máquina que Mudou o Mundo. Rio de Janeiro: Campus, i - Garvin, p.214. ii - Corrêa, pp. 82 e 83. iii - Garvin, p iv - Maximiano, pp.230 a 232. v - Womack, Jones e Roos, pp.37 e 38. vi - Maximiano, pp.218 a 227. vii - Maximiano, p

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