Código de Hamurabi (2150 a.c)
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- Daniel de Sá de Carvalho
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1 Profª Esp. Mônica Suely G. de Araujo Código de Hamurabi (2150 a.c) Se um construtor negociasse um imóvel que não fosse sólido o suficiente para atender a sua finalidade e desabasse, o construtor seria imolado, ou seja, sacrificado. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 2 1
2 Eras da Qualidade Processos Pólitico-histórico Desenvolvimento Tecnológico Evoluções Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 3 Eras da qualidade Era da Inspeção Era do Controle Estatístico Era da Garantia da qualidade Era da Gestão da qualidade total Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 4 2
3 Era da Inspeção - características Artesãos responsáveis pelo projeto, produção e consequentemente pela qualidade doproduto; Intenso contato entre o produtor e o consumidor; Avaliação de produtos bons e defeituosos no final do processo produtivo. Ênfase da inspeção ao final do processo; Ausência de estrutura organizacional formal para as questões daqualidade; Introdução ao uso dos conceitos estatísticos surgindo os departamentos de inspeção. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 5 Era da inspeção Ênfase na detecção de problemas e não na prevenção. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 6 3
4 Era do controle estatístico Evolução da aplicabilidade da estatística nas empresas; Término da inspeção 100%, ou seja, as inspeções passaram a ser feitas por amostragem; Inspetor da qualidade com dedicação exclusiva e integral; A qualidade passa a ser vista como uma responsabilidade gerencial e não apenas técnica. Delegando aos gerentes autonomia para solucionar os problemas ; O foco ainda continua na separação de produtos bons dos defeituosos. Atividades centradas na inspeção e na correção; Identificação de fontes de variabilidade. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 7 Era do controle estatístico Controle da qualidade por meio de métodos estatísticos, com ênfase na redução da variabilidade. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 8 4
5 Era da garantia da qualidade Intensificação da concorrência; Efetivo envolvimento da gerência, porém ainda moderado por parte dos níveis gerenciais mais elevados; Preocupação da qualidade ao longo da cadeia de suprimentos; Ênfase para a prevenção de erros e defeitos e não apenas as medidas corretivas; Relevância e direcionamento para as teorias de custos da qualidade, controle da qualidade, técnicas de confiabilidade e programa zero defeito. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 9 Era da garantia da qualidade Ênfase para prevenção e envolvimento das pessoas para solucionar os problemas. Visão holística e sistêmica. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 10 5
6 Era da Gestão da Qualidade Total Participação de todos, transcendendo a atividade e o setor de produção; Sua aplicação dá-se em todos os aspectos do negócio. Envolve processos e funções; A satisfação do cliente é essencial e prioritária; Identificação minuciosa das necessidades dos clientes e sua transformação em especificações claras e bem definidas de projeto e produção; Intenso envolvimento da alta administração nas questões daqualidade; Integração da gestão da qualidade à gestão estratégica da empresa. Extrapola a organização e passa a considerar seus concorrentes Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 11 Era da gestão da qualidade total Avaliação do cenário externo e práticas internas para melhoria da qualidade. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 12 6
7 Evolução das eras da qualidade Abordagem preventiva e sistêmica 1950 aos dias atuais Abordagem corretiva e localizada Fim do século XVIII a 1950 Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 13 O que é qualidade? E por que é fundamental às organizações? Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 14 7
8 Conceitos A totalidade das características de um produto ou serviço relacionados com sua habilidade em satisfazer uma determinada necessidade. No que diz respeito à qualidade dos produtos manufaturados, ela é determinada principalmente pela qualidade do projeto e pela qualidade da fabricação. ( O Glossário da Organização Européia para o Controle de Qualidade,1981) Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 15 Gurus da qualidade William Edwards Deming Joseph M. Juran Philip B. Crosby Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 16 8
9 Gurus da qualidade Armand V. Feigenbaum Kaoru Ishikawa Genichi Tabuchi Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 17 Gurus da qualidade Shigeo Shingo Walter A. Shewhart Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 18 9
10 William Edwards Deming ( ) Melhoria de processos (Estados Unidos) Conceito de melhoria de projetos, produtos e vendas (Japão) 14 Pontos para melhoria Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil Pontos de Deming Criar constância de propósitos Adotar a filosofia da qualidade Acabar com a inspeção em massa Acabar com a escolha de material para produção adotando apenas uma política com base no preço Melhorar constante produtos e serviços Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 20 10
11 14 Pontos de Deming Instituir a capacitação através de treinamento Instituir a liderança Afastar o medo Romper as barreiras internas Eliminar as exortações Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil Pontos de Deming Eliminar as cotas númericas Remover barreiras ao orgulho da mão-de-obra Instituir um programa de educação Agir para transformar Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 22 11
12 Joseph M. Juran Adequação ao uso Produto (bem ou serviço) refere-se ao output de um processo e é necessário encontrar o equilíbrio entre as características positivas do produto e a não existência de deficiências no produto. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 23 Trilogia da qualidade Planejamento da qualidade Controle da qualidade Melhoria da Qualidade Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 24 12
13 Philip B. Crosby Zero Defeito Vai muito além da perfeição do produto, significa que todos os funcionários da organização estão comprometidos em produzir com perfeição desde o primeiro processo, ou seja, é uma meta a ser incessantemente perseguida, pois produtos perfeitos podem ser conseguidos. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 25 Os quatro absolutos (Crosby, 1980) A prevenção deve ser uma conduta generalizada; Usar a metodologia dos custos da qualidade como ferramenta degestão; O padrão zero defeito deve ser a filosofia de trabalho; A conformidade com as especificações deve ser a linguagem padronizada em relação ao nível de qualidade quese pretende obter. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 26 13
14 Os seis C (Crosby, 1980) Compreensão do que significa qualidade; Compromisso daalta administração, que deverá definir a política dequalidade; Competência, que é o resultado de um plano de formação e implantação sistemática da qualidade; Comunicação para que todos na organização adquiram a cultura da qualidade; Correção com base na prevenção e desempenho; Continuidade, através do processo de melhoria da qualidade; Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 27 Armand Feigenbaum Qualidade é a composição total das características de marketing, projeto, produção e manutenção dos bens e serviços, através dos quais os produtos atenderão às expectativas do cliente.. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 28 14
15 Sistema- estrutura e procedimentos, gerenciais e técnicos Engenharia do Produto Instalação serviços pós-venda Compras Expedição Engenharia de Manuten ção Inspeção e Testes Supervisão da manufatura Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 29 Kaoru Ishikawa Qualidade é satisfazer radicalmente ao cliente, para ser agressivamente competitivo. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 30 15
16 Ferramentas 09/05/2017 Contribuições Formulação do Controle da Qualidade por toda a empresa Ferramentas e técnicas de análise e solução de problemas Gerenciamento da rotina Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 31 Ferramentas da Qualidade Análise de Pareto Diagrama de Ishikawa Histograma Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 32 16
17 Ferramentas 09/05/2017 Ferramentas da Qualidade Folhas de Controle Diagramas de escada Gráficos de Controle e Fluxos de Controle Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 33 Realidade do Setor de Construção Civil Empresas com resultados de perdas extremamente baixos X Alto nível de perdas, que correm o risco de não estarem no mercado num futuro próximo Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 34 17
18 Perdas Físicas (diferença entre a quantidade de material previsto em orçamento e de fato usado na obra) 15% Tubos de PVC e eletrodutos 27 % Condutores 30% Gesso 44 % Areia 56% Cimento Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 35 Conseqüências Acréscimo da mão-de-obra; Demanda adicional de recursos físicos do meio ambiente; Necessidade de manter estoques maiores que os desejáveis; Geração de lixo e baixa qualidade da obra. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 36 18
19 Perdas Financeiras (custo de construção) 33% 3% a 8% Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 37 Pressões no segmento construtivo e ao longo da cadeia produtiva Melhoria da qualidade por parte dos consumidores finais e do público Código de Defesa do Consumidor Governo com sua capacidade de compra Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 38 19
20 Principais dificuldades do Setor de Construção Civil Variabilidade Tecnológica onde existem processos produtivos dos mais tradicionais aos mais modernos; Aspectos econômicos (desaquecimento da economia); Uso intensivo de mão-de-obra. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 39 Medidas implementadas Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade Habitat (PBQP-H) 1998 Objetivo Primordial (elevar os padrões) Qualidade Produtividade Implantação Modernização Tecnológica Gerencial Contribuir para ampliação e acesso à moradia para a população de menor renda Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 40 20
21 Ações Estruturais para a Qualidade As ações estruturais têm como objetivo introduzir na organização a moldura e a postura necessária para o adequado fluxo e eficácia dos processos. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 41 Programas Setoriais de Qualidade de Materiais (PSQs) (Índice de conformidade) Cimento portland - 99,02% Cal hidratada - 84,10% Barras e fios de aço para armaduras de concreto - 98,50 Tubos e conexões de PVC - 97,30% Aparelhos economizadores de água- 90% Louças sanitárias - 74% Blocos de concreto estrutural 70% Telhas de aço % Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 42 21
22 Ações Comportamentais para a Qualidade Buscam o comprometimento dos colaboradores diante das causas e objetivos definidos pela organização e prepara-los para o processo de mudanças, capacitandoos com uma visão empreendedora. Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 43 Norteadores Culturais Objetivos Organizacionais Expectativas e Metas Individuais Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 44 22
23 Qualidade de Vida (QVT) Motivação Esforço Desempenho Recompensas Satisfação Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 45 O empreendedorismo e os Processos de Melhoria da Qualidade Como? Zona de Empreendedorismo Zona de Conforto Zona de Mudança Grau de Empreendedorismo Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 46 23
24 Ações Operacionais para a Qualidade Ferramentas Análise Estatísticas Programas e Métodos da Qualidade Gestão da Qualidade e de Suprimentos na Construção Civil 47 24
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