Os alcalóides, as leucomainas e as ptomainas
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- Fábio Mendes Deluca
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1 Os alcalóides, as leucomainas e as ptomainas 177 É bom notar o seguinte: quando os cabellos tiverem sido primeiramente corados por uma outra materia que não seja o eugatol, precisa-se em primeiro logar eliminar esta substancia extranha. Para isso os cabellos são impregnados d'uma solução de meia colher de chá de permanganato de potássio em um litro d'agua. Os cabellos são uniformemente impregnados de solução. Bastam 2-3 minutos. Depois impregnam-se os cabellos com uma solução d'uma colher de sopa de bisulfito de soda e de 15 a 20 gottas de acido chlorhydrico em um litro d'agua. Este tratamento tira aos cabellos os princípios metallicos que tenham ficado de qualquer outra preparação. Em conclusão: pôde muito bem dizer-se que o eugatol, mistura de saes sodicos do acido o-aminophenolsulfurico e do acido p-aminodiphenylaminosulfurico, produz uma excellente tintura para o cabello em cujo uso não ha qualquer inconveniente sob o ponto de vista hygienico. Bibliographia sobre o eugatol ERDMANN (DR. ERNEST), p. Phenylendiamin ais Kosmetikum and Eugatol ais sein Ersatz, in Zeitsc. Augew. Chemie, xix Yahrg., 1006, Heft. 23; Das p. Phenylendiatnin und sein Ersatz ais Kosmetiaim, in Zeitse. (Est. Apoth. Verein, 1906, n.o 22. TOMASCZEWSKI und E. ERDMANN, in Mune. mediz. Wochens., n.o Os alcalóides, as leucomainas e as ptomainas ESTUDO HIST0R1C0 ( 1 J por Louis Huart I. Methodo de M. BRUYLANTS para extracção dos alcalóides Instruído por uma longa experiencia, o snr. BRUYLANTS soube habilmente tirar partido dos trabalhos dos seus antecessores, (') Ann. de Pharm. de Louvain.
2 178 Chimica toxicologica pondo em evidencia os defeitos dos processos em uso, introduzindo n'elles felizes modificações: estas importam sobretudo o modo de preparar o liquido da analyse. As vísceras são trituradas sob um leve fio d'alcool; e obtida a massa, acidula-se com acido tartrico e torna-se fluida pela addição d'alcool. Depois de ter aquecido em banho d'agua, durante 24 horas, de 50 a 60, expreme-se tanto quanto possível, e exhaure-se a materia por álcool acidificado d'acido tartarico. Depois da digestão por 24 horas e expressão, renova-se esta extracção terceira e quarta vez. Deixam-se em repouso os líquidos misturados durante 24 horas, depois lançam-se n'um filtro lavado com álcool. Destilla-se no vacuo a uma temperatura que não ultrapasse 40 a 45. O resíduo aquoso, depois de 24 horas de repouso, é desembaraçado das gorduras por filtração em papel molhado, em seguida concentrado de novo por destillação no vacuo. No decurso da concentração, precipita-se uma parte do acido tartarico por addição de tartarato neutro de potássio e separa-se o cremor de tartaro por filtração. Os líquidos aquosos e xaroposos são evaporados até consistência de extracto fluido, a uma temperatura não superior a 50 o - Este extracto é misturado com areia quartzosa pura e secca. O resíduo pulverisaclo é exhaurido a quente por álcool forte; e o novo liquido alcoolico, filtrado depois do repouso de 24 horas, é evaporado no vacuo, até á desapparição d'alcool. O extracto obtido é tratado por agua destillada. Depois de filtração, agita-se por duas vezes com petroleina, que não tira nenhum principio alcaloidico (salvo a capsicina e vestígios de piperina), mas desembaraça o licôr de quasi toda a materia gorda. Este liquido é alcalinisado pelo bicarbonato de sodio e exhaurido por quatro vezes pelo ether. Destilla-se, e o resíduo aquoso, acidulado com acido tartarico, é tratado pelos dissolventes de DRAQENDORFF. Este mesmo tratamento é egualmente effectuado em solução alcalina. Graças ás numerosas e minuciosas manipulações preliminares, dispõe-se, depois do tratamento pela petroleina, e em seguida pelo ether em grande quantidade, d'um liquido bem apropriado para poder ser submettido á acção dos dissolventes. Está, com
3 Os alcalóides, as leucomainas e as ptomainas 179 effeito, desembaraçado das matérias extranhas, das substancias gordas albuminóides, que produzem estas emulsões tão laboriosas, assignaladas no methodo de DRAQENDORFF. II. Importancia das ptomainas nas pesquisas chimico-legaes. A importancia das ptomainas nas pesquisas toxicologicas repousa sobre os factos seguintes: 1) As ptomainas são alcalóides,como o são as bases vegetaes. 2) A sua presença é constante nos productos da putrefacção, sobretudo nas vísceras conservadas desde 8 a 29 dias, a temperaturas médias. 3) Certas reacções das ptomainas apresentam uma similhança extrema com as que caracterisam alcalóides vegetaes. Por vezes, as reacções próprias de certos alcalóides (por exemplo: a nicotina e a cicutina) confundem-se, por assim dizer, com as das bases cadavéricas. 4) Emfim certos alcalóides (por exemplo, a muscarina) podem ser distribuídos indifferentemente, entre as bases vegetaes, physiologicas ou pathologicas, sem que a analyse a mais minuciosa possa determinar-lhe a verdadeira origem. III. Estudo dos meios proprios para evitar os erros. A) Antes da operação. O chimico experimentado não deve desprezar nenhum meio para evitar ou eliminar as ptomainas, e, desde o primeiro momento da autopsia, deve preoccupar-se com isto. D'ahi as precauções seguintes: a) Separação absolutamente neeessaria das vísceras em cinco grupos: l. estomago e seu conteúdo; 2. intestino e seu conteúdo; 3. o figado, o sangue que d'elle provem, o baço, os rins; 4. os pulmões e o sangue; 5. urina. O exame de cada grupo deve ser feito separadamente, e objecto de um relatorio especial, de tal maneira que uma pesquisa chimico-legal comporte, em realidade, cinco analyses minuciosas. Além de razões extranhas a este assumpto, a separação em cinco grupos impõe-se pelas razões seguintes: a) /Is fermentações são differentes segundo os orgãos, cujas ptomainas serão differentes, segundo as vísceras pútridas nas quaes tiveram origem; j3) Certos venenos localisam-se mais n'uns orgãos do que
4 180 Chimica toxicolog/ca n'outros. O perito perderia, pois, a vantagem d'estas indicações se todas as vísceras estivessem misturadas. [) Se se opéra sobre todos os orgãos, as difficuldades que apresenta a purificação da base extrahida são taes que a propria estrychnina se recusa a crystallisar; 5) Emfim é uma ultima consideração d'uma importancia capital: nos intestinos, a presença das ptomainas é constante; pelo contrario, no estomago as bases cadavéricas não existem logo depois da morte. A sua apparição n'este ultimo orgão não se manifesta senão depois da desapparição da reacção acida, quer dizer, depois de bastante tempo de inhumação. Foi assim que no processo J. o estomago do cadaver d'a. A., exhumado nove dias depois da morte, apresentava ainda uma reacção ainda francamente acida ('). Também o relatorio constata a ausência de ptomainas (-). Será necessário insistir sobre todo o partido que o chimico pode tirar d'esta ausência de ptomainas no estomago acido, logo que estas bases existam regularmente nos intestinos? b) O perito deve ter sempre o cuidado de verificar a pureza absoluta dos dissolventes que tem de empregar. Estes líquidos, obtidos no commercio, encerram impurezas e nomeadamente bases pyridicas. Cada um dos dissolventes deve pois ser escrupulosamente analysado antes do uso, afim de por si mesmo não introduzir, nos orgãos suspeitos, substancias que possam dar logar a erros. B) Durante a operação. Um ponto está bem assente: é que, se certas ptomainas brutas complexas teem fornecido reacções comparaveis ás de diversos alcalóides vegetaes, não acontece o mesmo com as bases purificadas. Eis ahi uma differença capital, que se deve aproveitar. Eis como esta purificação se pôde fazer. C) Depois da operação. Supponhamos que o perito chimico retira das visceras uma substancia alcaloidica, precipitando pelo reagente de BOUCHARDAT. Admitíamos a hypothese d'um alcalóide vegetal, misturado com uma ptomaina. Verificar-se-ha a (') BRUYLANTS e DRUYTS, Annales de médecine legale, 1895, p (-) Idem, p. 127, 133.
5 181 Bibliographia Chimica sanitaria presença d'esta ultima, collocando a substancia n'um vidro de relogio e expondo-o sob uma campanula aos vapores d'acido chlorhydrico: ha a producção d'uma coloração vermelha ou vermelha violacea. Como eliminar a base cadavérica e purificar ao mesmo tempo o alcalóide vegetal? /Is ptomainas são muito oxydaveis. A evaporação decompõe-nas já e transforma-as em productos difficilmente solúveis na agua acidulada. De mais, o acido chlorhydrico fumante, que deixa os alcalóides vegetaes intactos, resinifica, pelo contrario, as ptomainas. Utilisam-se estes dados, operando como segue: A substancia é tratada pelo acido chlorhydrico fumante. Evapora-se a banhomaria, depois trata-se por agua destillada que rouba o chlorhydrato de alcalóide e deixa como residuo uma primeira parte de ptomaina resinificada. Repete-se este tratamento diversas vezes até que o alcalóide esteja bastante purificado para produzir reacções nítidas e características. M. BRUYLANTS empregou, com successo, o seguinte processo: o residuo é dissolvido na agua levemente acidulada com acido acético. OJresiduo acinzentado, lavado em agua, dá com o reagente de FRCEHDE, uma coloração cinzento-carregada. Bibliographia ADRIANO FONTES Contribuição para a hygiene do Porto; analyse sanitaria do seu abastecimento em agua potável I. Estudo dos mananciaes de Paranhos e Salgueiros. Porto, maio de 1908; 1 vol. gr. de xxi 175 p. É o titulo da these para a formatura na Escola Medica d'esta cidade, apresentada por um dos alumnos mais laureados d'ella, e levada a cabo, sob a indicação e direcção do illustre lente da mesma Escola, Prof. SOUZA JUNIOR, que é também director do Laboratorio bacteriologico d'esta cidade. Mestre e discípulo honram-se por egual com tão explendida manifestação de actividade; se o primeiro marcou com raro acerto o thema e o plano, o segundo executou-o com um cuidado, intelligencia e seriedade muito para louvar e enaltecer em trabalhos d'esta ordem. Rev. de Chim. Pura e Ap.-4.o anno n.o 5-Junho. 14
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