Simulação Empresarial em Gestão da Produção
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- Maria das Graças Rocha Mendes
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1 Simulação Empresarial em Gestão da Produção CAPÍTULO 4 O JOGO DE EMPRESAS GP-2 A dinâmica de trabalho do jogo GP-2 é apresentada nesse capítulo. Inicialmente são descritos os diferentes módulos de interface do jogo com o usuário (gestor), detalhando cada tela com suas informações de entrada e saída. Na seqüência é apresentada a dinâmica interna do jogo, onde os passos para a montagem eficiente do planejamento e controle da produção são descritos, bem como a dinâmica externa do jogo, com as etapas que devem ser seguidas durante a aplicação do GP-2 tanto pelo facilitador como pela equipe de gestores. Finalizando o capítulo, um conjunto de questões para estimular a discussão e verificar o conhecimento desenvolvido é proposto. 4.1 INTERFACE E MODELO DE SIMULAÇÃO Como descrito no capítulo 2, o jogo de empresas GP-2 simula em uma empresa de manufatura, a Cia Industrial de Móveis, as atividades de planejamento e controle de produção (PCP) a nível tático e operacional, em um sistema de produção com a lógica de programação tradicional empurrada. O planejamento tático e operacional da produção envolve decisões de médio e curto prazo. A interface do Jogo GP-2 com o usuário é feita através de onze módulos. Em um primeiro momento, pode parecer que o jogo GP-2 possui um número elevado de módulos (o GP-1 possui cinco), o que dificultaria o seu entendimento e aplicação. Mas a criação destes módulos visa representar e facilitar o processo de entendimento do fluxo de informações e materiais com os quais o PCP tático-operacional trabalha. A Figura 4.1 ilustra um esquema com o fluxo de informações e materiais dentro de um sistema produtivo tradicional.
2 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 63 Vendas Engenharia Compras Consumidor OC Fornecedores Revendedor PCP Controle Qualidade Expedição Almoxarifado MP OF Fabricação Almoxarifado WIP / PA Acompanhamento OM Estoque PA Montagem Figura 4.1 Esquema do fluxo de informações e materiais em um sistema produtivo. As caixas em destaque indicam funções que serão exploradas no jogo GP-2. Os traços cheios da Figura 4.1 representam o fluxo de materiais, enquanto os tracejados mostram o fluxo de informações. Na sequência serão descritos os onze módulos que compõem o GP MÓDULO GP-2 O módulo GP-2 é o módulo de entrada no jogo. Ele, além de ser de apresentação onde estão informações sobre o desenvolvimento do jogo, possibilita aos participantes efetuarem o cadastro de um nome para a equipe e simular as decisões tomadas. Também neste módulo, o facilitador pode acessar o módulo Parametrizar, utilizando o botão de comando correspondente, e efetuar a parametrização do jogo (o acesso pode estar restringido por uma senha). O módulo GP-2 é mostrado na Figura 4.2. Os botões na parte superior da tela, como já comentado anteriormente, são usados para fazer a alternância entre os módulos do jogo. Note que o botão cujo texto está em azul indica o módulo ativo no momento. No canto inferior direito encontram-se quatro botões de comando. O primeiro deles, Cadastro, deve ser utilizado para efetuar o cadastro de um nome para a equipe participante.
3 64 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Depois de efetuado o cadastro, o nome escolhido aparecerá na parte superior da tela do módulo GP-2. Para efetuar o cadastro poderá ser solicitada uma senha (neste caso a ser informada pelo facilitador). Uma vez efetuado o cadastro não será mais possível alterá-lo. O botão de comando Simular deve ser utilizado para atualizar o jogo, ou seja, uma vez tomadas as decisões necessárias para um dado período, utiliza-se o referido botão para simular o sistema de produção da empresa, atualizando assim os relatórios de desempenho. Quando um período for simulado, não será possível voltar para simular novamente o mesmo período. Por esta razão, sempre que se acionar Simular, uma mensagem será emitida, solicitando aos participantes que confirmem se realmente desejam tomar essas decisões para o período que será simulado. O terceiro botão, Parametrizar, possibilita o acesso aos parâmetros variáveis do jogo. Figura 4.2 Tela do módulo GP-2. O quarto e último botão de comando, Fechar, permite fechar o jogo. Antes de fechar, uma mensagem será emitida solicitando se o usuário deseja salvar as alterações feitas no jogo.
4 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 65 Como alternativa para fechar o GP-2, pode-se usar os comandos Fechar ou Sair do próprio Excel (Arquivo Fechar ou Arquivo Sair). Caso deseje-se salvar a planilha do jogo com um nome diferente de Gestão da Produção-2, deve-se utilizar o comando Salvar como do Excel (Arquivo Salvar como). O módulo Parametrizar poderá ser protegido através de senha de acesso (a ser determinada dentro do próprio módulo Parametrizar), tornando-se assim de uso exclusivo do facilitador do jogo. Para simular o jogo é necessário cadastrar um nome para equipe. Após efetuar o cadastro ou simular algum período do jogo não será mais possível alterar o cadastro. O acesso ao módulo Parametrizar só é possível antes de efetuar o cadastro e antes de iniciar a simulação do jogo. Caso queira iniciar mais de um jogo, lembre-se de salvar o arquivo antes de cadastrar a equipe MÓDULO ENGENHARIA Embora o módulo Engenharia seja o último da barra de acesso aos módulos do jogo, é conveniente fazer a sua apresentação antes dos demais, pois ele traz as informações que definem o cenário da Cia Industrial de Móveis em termos de produtos, processos, matériasprimas e custos. Uma vez entendidas, facilitam a compreensão dos demais módulos.
5 66 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 O módulo Engenharia possui seis telas. A primeira tela será apresentada por último, pois se trata da planilha de custos da empresa e ficará mais clara após o conhecimento dos produtos e do processo. A Figura 4.3 ilustra a tela da estrutura do produto cama ST. Figura 4.3 Estrutura do produto cama ST do GP-2. Como descrito no capítulo 2, a Cia Industrial de Móveis fabrica dois produtos: cama LX e ST. A estrutura do produto ST, ou seja, os componentes e as matérias-primas que são utilizados para formar o produto acabado ST, são mostrados na Figura 4.3. Conforme pode ser observado, o produto ST utiliza quatro tipos de matérias-primas (prego, tinta, parafuso e madeira), os quais são usados em diferentes etapas da fabricação. A madeira é a matériaprima utilizada para os componentes de nível mais baixo (travessa do estrado, sarrafo, travessa lateral e montante lateral). A tinta é utilizada na pintura da peseira e do montante lateral. Os pregos são usados para o estrado (submontagem das travessas do estrado e dos sarrafos) e para a lateral (submontagem do montante lateral com a travessa lateral). Finalmente, os parafusos são utilizados na montagem final da cama (montagem do estrado com a lateral e as peseiras).
6 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 67 A quantidade de cada item está referenciada a uma cama, ou seja, para a montagem de uma cama ST são necessários oito parafusos, duas laterais, um estrado e duas peseiras (uma peseira e uma cabeceira se fosse uma cama LX). A unidade da matéria-prima madeira é o metro quadrado (a madeira é recebida em chapas pré industrializadas), assim para fabricar-se um montante lateral são necessários 0,6 metros quadrados de madeira. Os parafusos são considerados em unidades, os pregos em quilogramas e a tinta em litros. Os códigos de cada item são apenas ilustrativos. A terceira tela do módulo Engenharia informa a estrutura do produto LX, o qual diferencia-se do ST simplesmente pelo fato de que, ao invés de ser formado por duas peseiras, possui uma peseira e uma cabeceira. O arranjo físico das máquinas, a quantidade delas e os lead times dos produtos finais, dos componentes e das matérias-primas são apresentados na sexta tela do módulo Engenharia, mostrada na Figura 4.4. O arranjo físico das máquinas no GP-2 segue um modelo departamental, ou seja, os equipamentos são agrupados por processo. A Cia Industrial de Móveis possui quatro departamentos: processamento (corte, furação e lixa), pintura, submontagem e montagem. Ela possui um almoxarifado de matérias-primas, que serve também para os componentes em processo (Work in Process WIP). Os produtos acabados, após a montagem final, são armazenados na expedição. A quantidade de máquinas em cada processo é informada nesta tela (Figura 4.4), sendo que para a montagem e submontagem ao invés de máquinas, tem-se estações de trabalho. Todos os setores da fábrica trabalham mediante ordens (a serem emitidas pelos gestores no módulo Ordens). Quando um setor assume uma ordem de trabalho, todas as máquinas ou estações trabalham na mesma ordem até a sua conclusão. Os lead times (tempo total para conclusão de uma ordem) de fabricação de cada item, assim como os lead times de reposição das matériasprimas, também são informados nesta sexta tela do módulo Engenharia. A Cia Industrial de Móveis possui um regime de operação do seu processo em lotes repetitivos, sendo os lead times considerados em semanas (uma semana corresponde a um período de simulação). Assim, por exemplo, o lead time da matéria-prima madeira é de dois períodos, ou seja, se
7 68 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 uma ordem de compra desta matéria-prima for colocada no período atual, a madeira estará disponível no almoxarifado para ser utilizada, no período seguinte ao próximo. Figura 4.4 Arranjo físico e lead times do jogo GP-2. Para os itens componentes a lógica é a mesma. Se uma ordem de fabricação de cabeceiras for emitida em um período n, estas cabeceiras estarão disponíveis (para a montagem das camas) no período n+1. Os componentes somente poderão ser utilizados quando estiverem no almoxarifado. Tomando o exemplo de uma ordem de submontagem de 30 estrados para o período n : para esta submontagem é necessário e obrigatório, que no inicio deste período estejam em estoque 270 sarrafos (cada estrado possui nove sarrafos Figura 4.3) e 120 travessas do estrado, ou seja, não se pode utilizar componentes que estejam sendo fabricados no próprio período da submontagem. Esta lógica é válida também para as matérias-primas e para a montagem final. Na vida real isto não acontece, pois se houver uma necessidade de emergência, os lotes são antecipados para que a produção não pare. Mas dentro da simulação esta limitação tem por objetivo criar uma situação de penalidade para um planejamento inadequado.
8 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 69 A quinta tela do módulo Engenharia traz informações sobre o roteiro de fabricação do produto cama LX. O roteiro de fabricação é uma matriz entre os diversos componentes do produto final e os tempos de processamento (Tp) de cada um destes componentes nas diversas etapas do processo. A Figura 4.5 ilustra a tela do roteiro de fabricação da cama LX. Figura 4.5 Roteiro de fabricação do produto LX. Observando-se a Figura 4.5, nota-se que alguns componentes não passam por todas as etapas de processamento. O sarrafo do estrado, por exemplo, é cortado e em seguida vai diretamente para a lixa (não precisa ser furado). Uma vez lixado, não passa pela pintura, indo direto para o almoxarifado de WIP, onde ficará aguardando uma ordem de submontagem de estrado, para ser retirado para o setor de submontagem. Os tempos informados (Tp) são em minutos por unidade (tempo de processamento de um item em uma dada estação ou máquina). O roteiro de fabricação da cama ST é apresentado na quarta tela do módulo Engenharia, nos mesmos padrões descritos acima.
9 70 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Finalizando as informações do módulo Engenharia, a Figura 4.6 apresenta a primeira tela deste módulo, que informa os dados de custos da Cia Industrial de Móveis. Figura 4.6 Planilha de custos do GP-2. As informações de custos, em unidades monetárias (UM), disponibilizadas na planilha de custos (Figura 4.6) são as seguintes: Matéria-Prima: custo de cada uma das quatro matérias-primas utilizadas pela Cia Industrial de Móveis no processo de fabricação das camas; Emissão de Ordens: cada vez que uma ordem de compra de matéria-prima é emitida, um custo fixo por ordem é gerado (administração, material de expediente, conferência no recebimento, etc.);
10 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 71 Hora Máquina: custo decorrente da operação das máquinas ou estações de trabalho. Neste custo está incluso a energia consumida, a depreciação real da máquina, os gastos com manutenção e a mão de obra direta; Hora Máquina-HE: custo gerado pela utilização das máquinas ou estações de trabalho em horas extras para completar uma dada programação da produção; Custo Fixo: custo fixo da empresa no período (semana) em regime de trabalho normal, o qual incorpora a mão de obra indireta, parte da energia e despesas gerais; Custo Fixo HE: custo fixo gerado pelo trabalho em horas extras; Falta de PA: a não entrega de produtos acabados (cama LX ou ST) que são vendidos antecipadamente (demanda confirmada) gera uma penalidade por não cumprimento do prazo de entrega. A questão da demanda confirmada será melhor explicada nos módulos PMP e Relatórios. Taxa de Estocagem: todos os itens componentes, assim como produtos acabados e matérias-primas, que são mantidos em estoque no período, geram custos de armazenagem. A taxa de armazenagem é um valor monetário que indica o custo de se manter um dado item em estoque por um período; Falta de MP: caso ocorra falta de matéria-prima durante o período, a simulação não é interrompida, ou seja, a empresa não pára, ocorrendo apenas um ressuprimento de emergência, o qual evidentemente é mais caro do que as entregas programadas normais. As etapas de montagem e submontagem trabalham exclusivamente a partir de produtos em estoque. Assim, por exemplo, para montar uma cama ST em um dado
11 72 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 período é necessário que no início deste período estejam EM ESTOQUE duas peseiras, um estrado e duas laterais. Esta é a mesma lógica para o mercado, ou seja, só serão vendidos os produtos concluídos no período anterior ao atual, sendo que a produção de camas de um dado período somente entra para vendas no período seguinte. Esta característica decorre do fato de que o depósito e a fábrica não então juntos, sendo que uma vez por semana (final do período) os produtos acabados do período são deslocados da fábrica para o depósito, a fim de serem comercializados no período seguinte. A falta de matéria-prima durante a simulação da produção não interrompe a produção, mas esta falta, seja ela na quantidade que for, acarretará custos extras à empresa. A reposição da falta de matéria-prima é automática, atendendo a necessidade de produção, ficando o estoque com quantidade zero ao final do período. Os tempos de processamento informados no roteiro de fabricação são médios e ideais. Em função da produtividade de cada máquina (módulo Parametrizar), eles podem variar para mais ou para menos MÓDULO PARAMETRIZAR Este módulo é de acesso restrito ao animador do jogo, via senha de acesso. Se não for definida uma senha de acesso para este módulo ele ficará com acesso livre. Dentre os parâmetros considerados no jogo, alguns deles são ajustáveis e outros são fixos. Os ajustáveis aparecem no módulo Parametrizar para a escolha de seus valores, e no módulo Parâmetros para visualização destes valores por todos os participantes do jogo. O módulo Parametrizar do GP-2 é ilustrado na Figura 4.7.
12 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 73 Figura 4.7 Módulo Parametrizar do jogo GP-2. Os parâmetros que podem ser ajustados no jogo GP-2 são os seguintes: Demanda Total: é a demanda que será gerada no jogo, depende das seguintes variáveis: limite máximo de demanda (maior valor de demanda a ser atingido), limite mínimo de demanda (menor valor de demanda a ser gerado) e o comportamento da demanda ao longo dos períodos simulados (sazonal, tendência linear ou uniforme). Os limites máximo e mínimo de demanda estão relacionados diretamente com a distribuição de demanda utilizada em seu comportamento. Uma vez escolhida a função demanda, através dos botões de opções (Figura 4.7), pode-se definir os limites máximos e mínimos desta função, respeitando-se os limites preestabelecidos do jogo. Os limites predefinidos do jogo podem ser visualizados colocando-se o ponteiro do mouse sobre os textos das funções demanda (sazonalidade, tendência linear ou uniforme). A Tabela 4.1 ilustra os limites predefinidos do GP-2.
13 74 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Tabela 4.1 Limites de demanda no GP-2. Função Demanda Limites Sazonal Vmax + Vmin < 1200 Vmax Vmin < 300 Vmax Vmin > 150 Vmin > 300 Tendência Linear Vmax + Vmin < 1200 Vmax Vmin < 250 Vmax Vmin > 100 Vmin > 300 Uniforme Vmax + Vmin < 1200 Vmax Vmin < 60 Vmax Vmin > 20 Vmin > 300 Sendo: Vmax: valor máximo de demanda de camas (ST ou LX) em unidades, a ser definido pelo facilitador do jogo; Vmin: valor mínimo de demanda de camas (ST ou LX) em unidades, a ser definido pelo facilitador do jogo; Demanda Confirmada: é a parte da demanda total pelos produtos ST e LX que será confirmada de antemão, ou seja, o departamento de Vendas (módulo Relatórios) informa ao PCP (módulo PMP) a quantidade de produtos que já foram vendidos para os próximos períodos. A demanda confirmada é ajustada em termos de porcentagem da demanda total. Durante a simulação o sistema interno do jogo escolherá demandas confirmadas entre os limites mínimos e máximos de demanda confirmada estabelecidos no módulo Parametrizar. Os limites predefinidos para a demanda confirmada, tanto para camas ST como LX, são dois: (1) a demanda confirmada deve possuir uma variação entre zero e 90% da demanda total e (2) a diferença entre o limite máximo e mínimo de demanda confirmada deve ser menor ou igual a 20% da demanda total;
14 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 75 Preço de venda: é a definição do preço, entre 70 e 105 UM, que será praticado na venda dos produtos no decorrer da simulação. Este preço permanecerá inalterado durante toda a simulação. A restrição do jogo, para dar maior consistência aos resultados, é que o preço da cama LX deve sempre maior que o preço da ST ; TM: é o tempo de movimentação, em horas, dos itens entre as etapas do processo, que pode ser parametrizado entre zero e uma hora. No GP-2 o lote de transferência de itens entre setores é diferente do lote de fabricação, isto é, a medida em que os componentes são produzidos em uma etapa do processo, vão sendo liberados para a etapa seguinte, com uma defasagem de tempo (TM). Essa transferência não vale para os setores de submontagem e montagem, que exigem a estocagem prévia dos componentes que serão montados; Produtividade: indica a produtividade média das máquinas durante a simulação. Para uma produtividade de 100%, os tempos de processamento dos itens seriam os ideais definidos no roteiro de fabricação do módulo Engenharia. A produtividade de cada estação de trabalho pode ser ajustada entre 85 % e 110%. Esta produtividade possui uma variação uniforme, a ser gerada pelo sistema interno do jogo a cada rodada de simulação, definida pelo parâmetro a seguir; Variação: a variação indica o intervalo em que poderá variar a produtividade das máquinas. Por exemplo, uma produtividade das máquinas de corte de 98% com uma variação de 5%, indica que a simulação poderá gerar uma produtividade para as máquinas de corte entre 93% e 103% (se a produtividade gerada pela simulação for maior que 100% os tempos de processamento serão menores que os indicados no roteiro de fabricação). O limite de ajuste para a Variação é entre zero e 10%. Senhas Opcionais: conforme pode ser visto na Figura 4.7 existem dois campos para preenchimento de senhas, que são opcionais. O primeiro campo permite criar uma senha de acesso ao Cadastro. Como o preenchimento de um cadastro é condição necessária para iniciar-se a simulação, a criação desta senha é uma chave para controlar o inicio da
15 76 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 simulação pelas diversas equipes participantes (sincronizar atividades). A criação da senha parâmetros possibilita restringir o acesso ao módulo Parametrizar (recomendável). Eventos não Controláveis: são eventos que ocorrem no jogo simulando a aleatoriedade da vida real, como por exemplo, uma parada inesperada de uma máquina. São cinco os possíveis eventos não controláveis que ocorrem no jogo: (1) O fornecedor de prego/tinta/parafuso Fornecedor 1, atrasa suas entregas, não cumprindo as entregas programadas. (2) O fornecedor de madeira Fornecedor 2, atrasa suas entregas, não cumprindo as entregas programadas. (3) Um setor da fábrica deixa de operar por determinado período. (4) A demanda por produtos ST sofre uma retração/elevação em um dado período. (5) A demanda por produtos LX sofre uma retração/elevação em um dado período. A parametrização dos eventos não controláveis consiste em determinar um intervalo de períodos para que eles ocorram e a sua intensidade (variação). A variação é uma porcentagem da situação normal de cada evento. Assim um evento não controlável processo com variação de 25%, Pmin (período mínimo para sua ocorrência) 14 e Pmáx (período máximo para a sua ocorrência) 17, se comportará da seguinte maneira: um dado período, entre os períodos 14 e 17, terá o seu tempo de processo de fabricação reduzido em 25% (a empresa não teria 40 horas normais disponíveis, mas sim 30). O campo Pdet (período onde o evento ocorrerá) será preenchido pelo sistema de simulação, quando o primeiro período do jogo for simulado. A Tabela 4.2 ilustra os limites de parametrização dos eventos não controláveis que devem ser obedecidos ao se preencher esses campos no módulo Parametrizar. Eventos não Limites Controláveis Vmax (%) Vmin (%) Pmax Pmin Fornecedor Fornecedor Processo Demanda ST Demanda LX Tabela 4.2 Limites predefinidos dos eventos não controláveis no GP-2. Nota-se na Tabela 4.2 que os limites de variação (Vmáx e Vmin) para os eventos Fornecedor 1, Fornecedor 2 e Processo, são valores que variam de zero a 50% da situação normal,
16 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 77 representando apenas redução de eficiência. Por outro lado os eventos Demanda ST e Demanda LX podem variar de 50% a 50%, indicando que pode ocorrer tanto retração como elevação de demanda. O jogo GP-2 apresenta um cenário padrão, predefinido, para as variáveis aqui apresentadas. Para definir estes valores padrões basta acionar o botão de comando Padrão na parte inferior da tela do módulo Parametrizar (Figura 4.7). Uma vez efetuada a parametrização do jogo pode-se fechar este módulo e retornar ao jogo, utilizando para tanto o botão de comando Fechar. Caso não seja respeitado algum dos limites predefinidos do jogo, será emitida uma mensagem de erro ao tentar fechar o módulo Parametrizar. Não será possível sair enquanto o erro não for eliminado. É importante lembrar que todos os valores parametrizados serão informados no módulo Parâmetros (com exceção das senhas de acesso), mas apenas para visualização, não podendo ser alterados. Se você escolher senhas e esquecê-las, não será mais possível acessar os módulos protegidos (lembre-se da diferenciação entre maiúsculas e minúsculas). Em função da parametrização, os resultados da simulação serão alterados. É importante verificar a consistência dos valores escolhidos, efetuando-se algumas rodadas completas de simulação, antes de aplicar o jogo. Na dúvida use os padrões que já foram testados. Todos os valores monetários que aparecem no jogo são expressos em unidades monetárias (UM) MÓDULO PARÂMETROS
17 78 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 O módulo Parâmetros é um módulo informativo que traz as mesmas informações contidas no módulo Parametrizar, com a diferença que aqui os valores não podem ser alterados. A tela do módulo Parâmetros é mostrada na Figura 4.8. É importante observar que neste módulo não aparece a função demanda escolhida (sazonalidade, tendência linear ou uniforme) no módulo Parametrizar, para cada produto acabado. Esta identificação cabe aos participantes através da análise do histórico da demanda (módulo Demanda). Os campos Pdet (períodos em que irão ocorrer os eventos não controláveis) também são ocultos, sendo mostrado apenas o intervalo no qual tais eventos ocorrerão (entre Pmin e Pmax). Figura 4.8 Tela do módulo Parâmetros no GP MÓDULO DEMANDA Neste módulo serão feitas as previsões de demanda. Duas técnicas quantitativas para previsão de demanda são disponibilizadas no jogo GP-2: média exponencial móvel e tendência linear. A teoria correspondente encontra-se no capítulo 3 do livro texto de PCP, Manual de
18 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 79 Planejamento e Controle da Produção. A previsão de demanda é importante para auxiliar o Plano-mestre de Produção (PMP). No módulo Demanda aparece também o histórico da demanda nos últimos doze períodos, conforme pode ser visto na Figura 4.9. Observando-se esta figura, nota-se que o campo período atual indica 13. Isto se deve ao fato de que o jogo começa no período 13, ou seja, a fábrica está em operação, com estoques (componentes, produtos acabados e matérias-primas), ordens em processo, histórico de demanda e demanda confirmada. Figura 4.9 Tela do módulo Demanda no GP-2. Os gestores assumem o processo de tomada de decisão a partir do inicio do período 13 e o jogo termina no período 24 (serão simuladas doze semanas, totalizando um trimestre de produção). O histórico da demanda sempre indicará os valores referentes aos doze últimos períodos. Por exemplo, quando o jogo estiver no período 15, o histórico será do período três ao quatorze. A demanda futura seguirá a função demanda do histórico (sazonalidade, tendência linear ou uniforme).
19 80 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Os dois métodos para auxiliar na previsão de demanda são modelos matemáticos que estimam a demanda futura levando em consideração os valores passados. A média exponencial móvel fornecerá uma previsão de demanda para o próximo período, já com a tendência linear é possível fazer uma estimativa de demanda para os próximos sete períodos. Na média exponencial móvel o peso de cada observação decresce no tempo em progressão geométrica. Na sua forma mais simples de apresentação, cada nova previsão é obtida com base na previsão anterior, acrescida do erro cometido na previsão anterior, corrigido por um coeficiente de ponderação. A equação 4.1 apresenta esta situação. P t = P t-1 + CP. ( D t-1 - P t-1 ) (4.1) Onde: P t = previsão para o período t; P t-1 = previsão para o período t - 1; CP= coeficiente de ponderação; D t-1 = demanda do período t -1. A decisão a ser tomada para obter-se a previsão de demanda, utilizando o modelo da média exponencial móvel, é a escolha do valor do coeficiente de ponderação (CP), que pode variar entre 0 e 1. O erro de cada previsão é a diferença entre o valor previsto e o valor real, e o seu valor acumulado deve tender a zero, pois espera-se que o modelo de previsão gere, aleatoriamente, valores maiores e menores dos reais, devendo assim anular o somatório dos erros. Considerando que os erros gerados na média exponencial seguem uma distribuição normal, é possível monitorar o desempenho do modelo através de um gráfico de controle, ou seja, o
20 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 81 maior erro gerado na previsão não deve ser maior que três desvios padrões. No GP-2 tem-se este monitoramento, conforme pode ser observado na Figura 4.9. No exemplo dado, para a cama ST, com um coeficiente de ponderação de 0,3 a previsão através da média exponencial móvel é de 549 camas para o próximo período. O valor do campo Erro Máx., que indica o valor absoluto máximo de erro que foi gerado com este coeficiente, é de 32,56. Por outro lado, o valor de três desvios padrões de erros é de 31,22. Conclui-se então que o modelo está fora do esperado, pois o valor do erro foi maior que o máximo aceitável. Logo, deve-se mudar o valor do coeficiente de ponderação, a fim de que o valor do erro máximo seja menor do que o limite de três desvios padrões. Já para a previsão da cama LX (Figura 4.9) nota-se que o modelo está dentro da faixa aceitável de erro. O segundo método para previsão de demanda disponibilizado no GP-2 é a tendência linear. No cálculo da estimativa da tendência é usada uma equação que descreve o movimento gradual da demanda ao longo do tempo. O histórico dos dados passados permite a identificação desta equação. As tendências podem possuir uma equação linear ou não linear (parabólica, exponencial, logarítmica, etc). Devido à facilidade de manuseio e maior aplicabilidade, será usada no GP-2 a tendência linear. Uma equação linear possui o formato conforme a equação 4.2. Y = a + b. X (4.2) Onde: Y = previsão de demanda para o período X; a = ordenada à origem, ou intercepção no eixo dos Y; b = coeficiente angular; X = período para a previsão.
21 82 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Em função do histórico da demanda o sistema calcula uma equação genérica de tendência linear. Os participantes fornecem o período para o qual deseja-se obter a previsão (X) e o sistema calcula a previsão de demanda para os períodos solicitados (Y). Como pode ser visto na Figura 4.9, é possivel solicitar a previsão de demanda para até sete períodos futuros. Os valores das previsões de demanda, calculados pela média exponencial móvel e tendência linear, devem servir como apoio para a decisão da previsão de demanda da empresa, a qual deverá ser feita pelos gestores no módulo PMP; Em função dos parâmetros escolhidos, a demanda futura poderá conter sazonalidade, que, diferentemente da tendência linear ou uniforme, não é coberta pelos dois métodos de previsão oferecidos pelo GP MÓDULO PMP Neste módulo será feito o Plano-mestre de Produção (PMP) para cada um dos dois produtos (cama LX e ST). O módulo PMP é composto por uma tela ilustrada na Figura No lado direito da tela são mostrados os valores de previsão de demanda (calculados no módulo Demanda), que servem como referência para elaboração do PMP. Visando facilitar o tratamento de informações e, na grande maioria dos casos, informatizar o sistema de cálculo das operações referentes à elaboração do PMP, utiliza-se para tanto um arquivo com as informações detalhadas por item planejado. Este arquivo, em forma de tabela, é representado no GP-2 conforme pode ser visto no lado esquerdo da tela da Figura No exemplo mostrado o PMP para a cama ST está elaborado e para cama LX em aberto. Na primeira linha da tabela os gestores devem informar a previsão de demanda para os sete próximos períodos (a duração do jogo é de 12 períodos e o horizonte de planejamento escolhido para o jogo foi de sete períodos, atualizados conforme o desenvolvimento da simulação). A segunda linha do PMP traz os valores de demanda confirmada, ou seja, os
22 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 83 produtos que já estão vendidos e devem ser entregues nos períodos informados (esse valor é calculado pelo sistema). Na terceira linha estão representados os recebimentos programados, isto é, as quantidades do produto que já foram programadas anteriormente e que estão previstas para darem entrada dentro do planejamento do PMP. Neste exemplo (Figura 4.10), um lote de 360 unidades de camas ST e outro de 375 de camas LX deverão ser concluídos no final do período 12, e dar entrada nos estoques no início do período 13, ficando disponíveis para entrega. Figura 4.10 Plano-mestre de Produção no GP-2. A quarta linha mostra os estoques disponíveis e projetados. Para a cama ST o primeiro dado de 270 unidades refere-se ao estoque disponível no final do período 12. No primeiro período (13) iniciou-se com 270 unidades, há um recebimento programado de 360 unidades e a previsão de demanda é de 510 camas ST (das quais 359 já foram vendidas demanda confirmada), o que deixa um saldo de 120 unidades disponíveis no final do período 13. No período 14 inicia-se com estas 120 unidades em estoque e com uma necessidade de 510 (demanda prevista). Neste caso o estoque projetado ficaria negativo. Logo, surge a
23 84 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 necessidade de produção de um lote, de pelo menos 420 unidades, sendo 390 destas para cobrir a diferença entre os 120 disponíveis e os 510 necessários. As outras 30 unidades são para o estoque de segurança (Qs), que aparece na tabela do PMP (Figura 4.10) como uma opção de escolha para o gestor. O cálculo para os demais períodos segue a mesma metodologia que está descrita no capítulo 4 do livro texto Manual de Planejamento e Controle da Produção. Finalmente, a quinta linha apresenta as quantidades planejadas para a produção, ou seja, o PMP dos produtos, que servirão de ponto de partida para a programação da produção. No exemplo da Figura 4.10 (cama ST) o estoque mínimo escolhido foi de 30 unidades. A decisão de manter ou não estoques de segurança cabe aos gestores, e vai depender da política de estoques a ser adotada, uma vez que estes visam amortecer os erros de previsão e nivelar o ritmo de produção. Conforme pode ser observado na Figura 4.10, o campo Plano-mestre (quinta linha do PMP) para o período atual (13 neste caso) aparece bloqueado ( - ). Isto quer dizer que não é possível estabelecer uma necessidade de montagem de camas para o período atual, uma vez que a montagem das camas possui um lead time de um período (módulo Engenharia) e para tanto uma ordem de montagem deveria ser emitida no período anterior. Como não é possível voltar no tempo para emitir tal ordem, o campo aparece bloqueado. Resumindo esta questão: sempre no período atual do jogo as necessidades do mercado (demanda) devem ser supridas pelos produtos em estoque e pelos recebimentos programados MÓDULO MRP A lógica do cálculo das necessidades dos materiais (MRP) será usada no jogo GP-2 para o controle de estoques da matéria-prima madeira e dos produtos em processo (partes do produto final que já estão prontas mas ainda não foram usadas. Por exemplo o estrado da cama é um produto em processo). O modelo de controle de estoques pela lógica do MRP considera a dependência da demanda que existe entre os itens componentes de produtos acabados. Assim, partindo-se das
24 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 85 quantidades de produtos acabados a serem produzidos período a período, determinadas no PMP, pode-se calcular as necessidades dos demais itens dependentes, de acordo com a estrutura do produto, começando pelos componentes de nível superior até chegar-se às matérias-primas. A teoria da dinâmica dos sistemas de programação baseados no MRP está detalhada no capítulo 5 do livro texto Manual de Planejamento e Controle da Produção. A Figura 4.11 ilustra a primeira tela do módulo MRP, o qual é formado por seis telas no total. Como pode-se observar na Figura 4.11, para obter-se uma cama LX são necessárias uma cabeceira, duas laterais, uma peseira e um estrado. Para formar duas laterais são necessárias duas travessas laterais e dois montantes laterais. Já o estrado é composto por nove sarrafos e quatro travessas estrado. Partindo-se da quantidade de produtos acabados pode-se calcular as necessidades das partes componentes deste produto. Observando ainda a Figura 4.11, nota-se que a matérias-primas apareceriam na estrutura do produto logo abaixo dos níveis mais baixos (cabeceira, peseira, travessa lateral, montante lateral, sarrafo estrado e travessa estrado). No caso do jogo GP-2 apenas a matéria-prima madeira será controlada por esta lógica (última tela do módulo MRP). Assim como o PMP é representado por um registro, o controle de estoques pela lógica MRP também utiliza uma tabela semelhante para facilitar o tratamento das informações. O módulo MRP é formado por estes arquivos ou tabelas, sendo um para cada item componente dos produtos acabados, um para cada produto acabado e mais um arquivo para a matéria-prima madeira, totalizando 11 arquivos. Cada tela do módulo MRP é formada por dois arquivos, compondo com isto seis telas. A tela que contém os arquivos dos produtos acabados é visualizada na Figura Na parte superior do arquivo aparecem o nome do item, o seu código, o tamanho do lote de reposição (Q), que no GP-2 poderá ser de dois tipos: (1) lote fixo, onde sempre que ocorre uma necessidade de reposição, a quantidade do lote é fixa (válido para o montante lateral e travessa lateral); (2) lote livre, onde a reposição pode ser feita na quantidade da necessidade (adotado para os produtos finais, cabeceira, peseira, estrado, lateral, sarrafo, travessa do estrado e madeira).
25 86 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Figura 4.11 Primeira tela do módulo MRP no GP-2. Ainda na parte superior do arquivo aparece o estoque de segurança (Qs), que é o zero relativo dentro da lógica MRP, ou seja, quando for atingido seu valor será planejada uma reposição do item. Como este é o arquivo do produto acabado, o estoque de segurança já foi definido no PMP, e aparece aqui como informação. Fechando a parte superior do arquivo aparece o lead time, isto é, o tempo necessário para reposição do item. A primeira linha de valores do arquivo MRP indica os períodos que o MRP vai considerar para o planejamento. No jogo são sete períodos, que são atualizados no tempo à medida que o jogo avança. A segunda linha de valores indica as necessidades brutas, que são as quantidades que representam a utilização futura ou demanda do item em questão, durante cada período, sem considerar os estoques. No caso do produto acabado as necessidades brutas são os valores de previsão de demanda do PMP, que foram estipulados no módulo PMP. A terceira linha mostra os recebimentos programados, que são ordens já liberadas em períodos anteriores com previsão de entrada conforme o lead time. No exemplo da Figura 4.11 espera-
26 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 87 se receber um lote de 375 unidades de camas LX e 360 de camas ST no período 13. Na quarta linha são informados os estoques projetados, disponíveis ao final de cada período. São calculados pela soma dos estoques anteriores com os recebimentos programados menos as necessidades brutas. As necessidades líquidas, que são quantidades do item que devem ser programadas para atender um determinado PMP, aparecem na quinta linha. A primeira necessidade líquida surge no período em que o valor dos estoques projetados ficar negativo, ou, quando atingir o valor do estoque de segurança. A partir deste ponto as necessidades líquidas serão as faltas de estoques projetados. Finalmente na sexta linha aparece a liberação de ordens, que são ordens planejadas a serem liberadas no início de cada período, conforme necessidade. Para a cama ST, do arquivo da Figura 4.11, uma ordem de 420 unidades será liberada no período 13 para atender uma necessidade líquida de 420 unidades do período 14 (visto que o lead time é de um período). A liberação de ordens é apenas um planejamento das liberações, e as ordens não serão emitidas até que o período em que os valores se encontram chegue. Este planejamento de ordens é repassado ao módulo Ordens, para o seqüenciamento e emissão. Uma vez calculada as necessidades dos produtos acabados, passa-se a calcular as necessidades dos itens que se encontram logo abaixo na estrutura destes produtos. Como exemplo, a lateral da cama e o estrado aparecem logo abaixo do produto acabado, sendo este item mostrado no arquivo do MRP, conforme a Figura Observando a Figura 4.12, nota-se que a necessidade bruta de laterais do período 13 (840 unidades) é originada da soma da liberação de ordens (Figura 4.11) de camas ST e LX do período 13, multiplicado por dois (duas laterais por cama). Observe que no exemplo (Figura 4.11) o arquivo das camas LX não foi preenchido. A partir desta necessidade bruta serão planejadas as liberações de ordens, conforme visto anteriormente. O valor do estoque de segurança, que para os produtos acabados vem do módulo PMP, para os demais itens deve ser preenchido pelos gestores.
27 88 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Figura 4.12 Arquivo MRP para a lateral da cama. Faz-se este planejamento para todos os itens que compõem os produtos acabados até se chegar na matéria-prima madeira, devendo-se atualizá-lo a cada rodada do jogo conforme os resultados (produção e vendas). É importante observar que os gestores, a partir do PMP, executam o planejamento das necessidades dos materiais preenchendo somente os campos de liberação planejada de ordens e estoques de segurança (campos em cor verde), sendo os demais preenchidos pelo sistema. O lote de reposição para o montante de lateral e para a travessa lateral é do tipo fixo, isto é, somente poderá ser solicitado em múltiplos do tamanho do lote padrão (informado no campo quantidade do lote no arquivo MRP de cada componente). Neste sentido, por exemplo, se o montante lateral possuir uma quantidade do lote
28 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 89 predefinida de 1500 unidades, os lotes de reposição deste item somente poderão ser múltiplos deste valor (1500, 3000, 4500, etc.). Se for escolhido um lote não múltiplo, a quantidade será automaticamente corrigida no módulo Ordens. Quando ocorre uma necessidade líquida no período atual, em função dos lead times serem de um período, acarretaria emitir uma ordem no período anterior, o que já é passado na vida da Cia Industrial de Móveis. Logo, toda vez que surgir uma necessidade líquida para o período atual, todo planejamento deve ser revisto em função de não haver tempo hábil para executá-la, e se esta necessidade não for eliminada, os itens de nível superior que geraram esta necessidade não serão atendidos MÓDULO PP O módulo PP (de Ponto de Pedido) possibilita aos gestores realizarem o controle de estoques de três das quatro matérias-primas envolvidas no jogo: prego, tinta e parafuso. Estas matérias-primas terão controle de estoque pela técnica do ponto de pedido. A quarta matériaprima, madeira, será controloda via lógica MRP, como já citado anteriormente. A teoria sobre o modelo de reposição por Ponto de Pedido é apresentada no capítulo 5 do livro texto Manual de Planejamentoe Controle da Produção. O modelo de ponto de pedido para controle de estoques consiste em determinar uma quantidade de itens em estoque, chamada de ponto de pedido ou de reposição, que, quando atingida, dá início ao processo de reposição do item (ordem de compra). A quantidade de estoque mantida pode ser separada em duas partes: uma que atende à demanda do item até ser atingido o ponto de pedido e outra que deve ser suficiente para atender à demanda do item durante o seu tempo de ressuprimento (ou lead time de reposição), mais um nível de estoque de segurança ou reserva, que serve para absorver as variações aleatórias de demanda e/ou variações no próprio tempo de ressuprimento. A equação 4.3 define o valor do ponto de pedido. PP = d. t + Qs (4.3)
29 90 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Onde: PP= Ponto de Pedido; Qs= Estoque de segurança (estoque mínimo); T= Tempo de ressuprimento; d= Demanda por unidade de tempo. No jogo GP-2 os gestores terão opção de definir livremente a quantidade do estoque de segurança, mas contarão com um sistema de apoio à decisão que calcula um valor de estoque de segurança, conforme um nível de serviço escolhido pelo participante. A Figura 4.13 mostra a tela do módulo PP onde será feito o controle de estoques (tinta, prego e parafuso) via ponto de pedido. No alto a esquerda da tela são informadas as necessidades de matéria-prima para cada tipo de produto, empregada para o cálculo da demanda na fórmula do ponto de pedido. Abaixo são informados os estoques de segurança (Qs) das matérias-primas, calculados pelo sistema em função do nível de segurança (80, 85, 90, 95 e 99,99%) escolhido pelo gestor. No lado superior direito da tela encontra-se a demanda média histórica por período das camas e o respectivo desvio padrão usado no cálculo do Qs. Abaixo aparece a demanda média de matérias-primas decorrente da demanda média de produtos acabados. Finalmente no canto inferior direito aparece o quadro do ponto de pedido com o estoque de segurança (a ser definido pelo gestor), o tempo de ressuprimento (fixado em uma semana ou período do jogo), e o valor do ponto de pedido calculado pelo sistema. Em síntese, neste módulo a decisão dos gestores (campos em verde) recai sobre o valor do estoque de segurança que deseja-se ter para cada item. Por exemplo, o sistema calcula para a matéria-prima prego (Figura 4.13), que tem uma demanda média por período de 268 kg (570 camas ST mais 501 camas LX vezes 0,25 kg/cama), e um estoque de segurança escolhido
30 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 91 como 25 unidades (seguiu-se a sugestão do nível de serviço de 90%), um valor para o ponto de pedido de 293 kg (268 vezes 1 mais 25). Figura 4.13 Tela do módulo PP no GP-2. Os valores do ponto de pedido de cada matéria-prima serão informados no módulo Ordens, onde em uma comparação com os valores de estoque dísponíveis, o gestor emitirá ou não uma ordem de compra. Caso os campos de estoque de segurança, dentro do módulo PP, apresentem a indicação #VALOR, será necessário sair do jogo, abrir a pasta meu computador, em seguida painel de controle e finalmente configurações
31 92 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 regionais, escolher a guia número e alterar o símbolo decimal de ponto (.) para vírgula (,) e o símbolo de agrupamento de dígitos de vírgula (,) para ponto (.) MÓDULO ORDENS Antes de chegar no módulo Ordens os gestores calcularam as previsões de demanda (módulo Demanda), elaboraram o PMP em função das previsões obtidas (módulo PMP) e planejaram a necessidade de materiais através do ponto de pedido (módulo PP) e da lógica do MRP (módulo MRP). Agora, no módulo Ordens, serão emitidas as ordens de compra para as matérias-primas e seqüenciadas as ordens de fabricação, submontagem e montagem. A Figura 4.14 ilustra a tela do módulo Ordens. O capítulo 6 do livro texto Manual de Planejamentoe Controle da Produção aborda a questão de emissão e seqüenciamento de ordens. Figura 4.14 Módulo Ordens do GP-2. As informações e decisões dentro do módulo Ordens são as seguintes:
32 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 93 Ordens de Fabricação: possuem dois campos distintos (quantidade e prioridade). O campo quantidade informa as ordens de fabricação estipuladas no módulo MRP para o período em questão. Os campos prioridades serão utilizados para determinar o seqüenciamento das ordens, isto é, a sequência com que as ordens darão entrada no processo de fabricação. No exemplo da Figura 4.14, a ordem de fabricação das cabeceiras recebeu prioridade "1", os montantes laterais "2", chegando até as travessas do estrado com prioridade "6". Esta será a sequência de processamento das ordens quando da simulação da fábrica. Um lote de 564 cabeceiras será o primeiro a ser fabricado, depois serão feitos 2400 montantes laterais, e assim por diante, finalizando a fabricação com um lote de 3218 travessas do estrado. A forma como as ordens são sequenciadas define o tempo de processamento total das ordens, sendo que este tempo não deve ultrapassar o tempo previsto de trabalho em um período (40 horas com a possibilidade de mais 10 horas extras), sob risco de não atender o planejamento de produção do período. Duas ordens não podem receber a mesma prioridade e uma ordem nula deve receber também prioridade zero. A questão de seqüenciamento será melhor discutida no módulo Gantt. Ordens de montagem e submontagem: seguem o mesmo princípio das ordens de fabricação, com a diferença de serem processadas nas estações de montagem e submontagem respectivamente. Lead Time Processo de Fabricação: o sistema GP-2 calcula o tempo de processamento e o lead time para a conclusão das ordens de fabrição. Este cálculo é realizado em função da quantidade programada de fabricação de cada item, do tempo de processamento de cada item em uma estação de trabaho (roteiro de fabricação módulo Engenharia), e do seqüenciamento estipulado. O campo tempo de proc. indica o tempo de processamento em horas consumido por uma estação de trabalho para cumprir um determinado conjunto de ordens (itens que por ela passam), sem considerar os tempos de fila que são dispendidos em função do seqüenciamento. Já o campo lead time informa o tempo total (tempo produtivo mais tempo de fila) que uma estação levará para cumprir todas as ordens programadas que por ela passarem em um dado período. Estes valores são importantes pois irão compor os custos de máquinas (módulo Engenharia) e serão mais detalhados dentro do módulo Relatórios.
33 94 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Ordens de Compra: nestes campos serão emitidas as ordens de compra para três matériasprimas: prego, tinta e parafuso (a madeira tem sua emissão via MRP). A primeira linha (Figura 4.14) traz os valores do ponto de pedido para cada matéria-prima (estipulado dentro do módulo PP). A segunda linha informa o estoque previsto de matéria-prima para o final do período em questão, ou seja, já descontando-se o consumo previsto para o período atual (como o lead time destas matérias-primas é de um período, necessita-se saber qual será o estoque para o próximo período, para decidir uma compra no atual). A terceira linha informa o valor da demanda média de cada componente nos últimos doze períodos. Este valor pode ajudar a decidir o tamanho do lote de compra. Finalmente na quarta linha os participantes emitirão as ordens de compra. Conforme pode ser visto na Figura 4.14, as matérias-primas tinta e parafuso apresentam estoques projetados para o final do período 13 inferiores ao ponto de pedido, logo é necessário emitir ordens de compra para estas matérias-primas. Por outro lado, a matéria-prima prego possui um estoque projetado maior que o seu ponto de pedido, não sendo necessário então emitir uma ordem de compra nesse momento. A decisão final sobre a emissão ou não de ordens de compra cabe aos gestores, em função da política de estoques a ser adotada. Quando um item não for fabricado em um dado período, isto é, possuir o campo quantidade zero, deverá obrigatoriamente receber prioridade zero. O campo ordem de compra da madeira, dentro do módulo Ordens, aparece apenas como informação, pois a emissão da ordem ocorreu no módulo MRP. Caso não sejam respeitadas as regras de sequenciamento (módulo Gantt), o campo prioridades apresentará a mensagem erro impossibilitando a simulação MÓDULO GANTT O módulo Gantt é um módulo de apoio às decisões de seqüenciamento das ordens de fabricação. Ele possui três telas: (1) Gantt gráfico; (2) Gantt numérico e (3) Carregamento. A
34 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 95 tela Gantt gráfico é um instrumento de visualização para a programação da produção, auxiliando na análise de diferentes alternativas de seqüenciamento, como pode ser visto na Figura Em função das ordens emitidas no módulo MRP e do seqüenciamento (prioridades atribuídas) no módulo Ordens, é possível visualizar nessa tela os tempos de conclusão destas ordens. No lado direito da tela aparecem as ordens na seqüência determinada no módulo Ordens. O primeiro item ociosidade indicará os momentos em que as estações estarão ociosas. No eixo Y do gráfico estão indicados os recursos e no eixo X o tempo em horas no qual as ordens serão concluídas. Observando-se a Figura 4.15 nota-se que a primeira estação a concluir as ordens será a furação (com um lead time de 22 horas) e a última a lixa (com um lead time em torno de 34 horas). Este cálculo de horas é feito tomando-se como zero o início do período (segunda-feira de manhã) e assumindo que é possível trabalhar cinco dias de oito horas (40 horas normais) com mais 10 horas extras, perfazendo um tempo total disponível de 50 horas. Figura 4.15 Tela Gantt Gráfico no GP-2.
35 96 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Quando uma estação de trabalho assume uma ordem, todas as máquinas desta estação trabalham na mesma ordem. Na medida em que os componentes são processados em uma estação, eles são liberados para a estação seguinte, que, se não estiver ocupada, passa a trabalhar nos componentes vindos da estação precedente, seguindo uma lógica de programação para trás (o trabalho é iniciado no último momento possível sem que ele tenha atraso). Em decorrência disto, duas estações podem trabalhar em paralelo num mesmo item (por exemplo cabeceiras podem estar sendo cortadas no setor de Corte e algumas delas já estarem sendo furadas na Furação). Entre uma estação e outra existe uma defasagem de tempo (TM), conforme exposto no módulo Parametrizar. A visualização precisa dos tempos de operação (linha tempo de processo) e conclusão (linha conclusão do lote) de cada ordem pode ser feita na segunda tela do módulo Ordens, chamada de Gantt Numérico, conforme apresentado na Figura Figura 4.16 Tela Gantt Numérico no GP-2.
36 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 97 As ordens são mostradas na tela Gantt Numérico na seqüência determinada no módulo Ordens. Assim, a cabeceira que recebeu prioridade 1 (será a primeira ordem a ser processada) tem um tempo previsto de processo do lote de 3,53 horas na estação de Corte, seguido de 3,13 horas na Furação, 1,68 horas na lixa e, finalmente, 3,42 horas na pintura, indo então para o almoxarifado de peças em processo. Estes tempos, calculados em cima do tamanho do lote, do tempo padrão de operação e do número de máquinas por estação (módulo Engenharia), são previsões, pois os tempos reais serão função da produtividade de cada estação (módulo Parametrizar) e somente serão efetivados no momento da simulação. A segunda linha, ainda para a cabeceira, indica o horário de conclusão da ordem, lembrando que o sistema considera um contínuo de zero a cinqüenta horas disponíveis de operação. Na estação de Corte o tempo de conclusão do lote (3,53 horas) é o mesmo do tempo de processamento (3,53 horas), pois esta é a primeira ordem do período na primeira estação de trabalho. Já na estação Furação a conclusão do lote (3,63 horas) ocorreu meia hora mais tarde que o tempo de processamento (3,13 horas). Isto se deve ao fato de que as cabeceiras para serem furadas devem primeiro ser cortadas, e como regra do jogo (módulo Parametrizar) a liberação de peças de uma estação para outra possui um tempo de movimentação entre estações (TM) de 0,5 horas. Este TM (em horas) é ajustado no módulo Parametrizar e indicado na tela Gantt Numérico (Figura 4.16). Para as demais ordens é usado o mesmo procedimento para calcular o tempo de processo e conclusão do lote. Ao final da tela Gantt Numérico as informações são consolidadas por estação e no campo tempos totais são informados: Tempo ocioso: tempo em que as estações ficaram paradas aguardando a chegada dos materiais; Tempo em operação: tempo efetivamente trabalhado; Lead Time Total: soma do tempo ocioso mais o tempo trabalhado.
37 98 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 As duas formas do Gráfico de Gantt (Gantt Gráfico e Gantt Numérico) desenvolvidas, permitem uma análise da eficiência do seqüenciamento escolhido apenas para o período em questão. Como o planejamento efetuado no módulo MRP é para os próximos sete períodos, pode ocorrer uma programação futura de produção que extrapole o limite de capacidade de produção da Cia Industrial de Móveis. Neste sentido, a terceira tela do módulo Gantt (Carregamento) aborda de forma simplificada o percentual de carregamento futuro da fábrica em cima das possíveis ordens planejadas no módulo MRP, como pode ser visto na Figura Figura 4.17 Tela Carregamento do GP-2. O carregamento das estações de trabalho pode ser definido como a carga de trabalho alocada à estação (quantidade das ordens vezes os seus respectivos tempo de processamento dividido pelo número de máquinas da estação) dividido pelo tempo total disponível para trabalhar. No caso do GP-2, o cálculo é feito em termos percentuais em relação a 40 horas normais de trabalho, isto é, se uma estação possui um carregamento previsto de 110%, isto indica que ela deverá trabalhar 44 horas para poder cumprir a programação da produção. Como o objetivo é
38 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 99 fornecer uma visão de médio prazo, é importante lembrar que no carregamento não está sendo considerado o seqüenciamento, ou seja, as ordens são somadas considerando-se que não existem filas. Neste sentido o carregamento é apenas um instrumento de apoio para balancear a produção entre os períodos. Como pode ser observado na Figura 4.17 a estação submontagem possui um carregamento de 102,08 % para o período 15, isto quer dizer que a Cia Industrial de Móveis terá que trabalhar em hora extra para cumprir a programação da produção. Uma alternativa para resolver esta questão, caso a empresa não deseje trabalhar em horas extras, seria um remanejamento prévio de ordens futuras (via módulo MRP) para os períodos onde há um carregamento menor MÓDULO RELATÓRIOS O módulo Relatórios informa o desempenho da empresa em termos de vendas, produção e custos envolvidos nesta produção a partir de cinco relatórios (Vendas, Produção, Processo, Financeiro e Banco de Dados). Os valores indicados nos relatórios referem-se ao desempenho da empresa no período anterior ao atual. O módulo Relatórios deve servir como apoio ao processo de tomada de decisões para o período atual, uma vez que traz informações dos resultados da empresa no período anterior, em termos de mercado, produção e finanças. A tela Vendas (Figura 4.18) do módulo Relatórios informa aos participantes os resultados das vendas ocorridas no período anterior ao atual. Como já comentado anteriormente, a decisão sobre a quantidade de produtos a ser vendida, bem como o preço praticado, não são decisões efetuadas pelos gestores, mas sim pelo sistema de simulação do jogo. As informações disponíveis na tela Vendas são as seguintes: Demanda Confirmada: quantidade de produtos que foram vendidos antecipamente e devem ser entregues no período em questão (caso contrário será gerada uma multa por não entrega);
39 100 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Demanda Total: procura total pelos produtos da empresa no período, incluindo a demanda confirmada para o período, gerada pelo sistema interno do GP-2 com base na curva de demanda parametrizada; Figura 4.18 Tela Vendas do módulo Relatórios no GP-2. Vendas: quantidade de produtos que foram vendidos e entregues pela Cia Industrial de Móveis no período; Preço Unitário: valor monetário de venda de cada produto; Quantidades Acumuladas: valores acumulados ao longo da simulação para as váriaveis acima citadas; Falta de PA: caso ocorra um não atendimento da demanda confirmada a Cia Industrial de Móveis terá um custo extra devido a esta não entrega (módulo Engenharia). Neste campo
40 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 101 são acumulados os valores em unidades das não entregas ao longo da simulação para o cálculo dos custos de falta de produto acabado. A segunda tela do módulo Relatórios (Figura 4.19), chamada Produção, refere-se ao relatório de produção. Neste relatório são disponibilizadas as seguintes informações: Figura 4.19 Tela Produção do módulo Relatórios do GP-2. Tax. ocup.: refere-se a taxa de ocupação ou porcentagem de tempo, em relação a uma carga de trabalho de 40 horas, que as estações efetivamente trabalharam; Lead Time: tempo total que cada estação levou para concluir as ordens que estavam alocadas a ela (tempo em operação mais tempo ocioso). Se a taxa de ocupação (em valores decimais) multiplicada por 40 (ela é referenciada a 40 horas de trabalho) corresponde ao Lead Time, então não houve ociosidade na estação. Para efeito de custos
41 102 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 de máquinas (módulo Engenharia) será considerado no GP-2 como tempo de máquina o lead time e não somente o tempo de operação das mesmas; Produção:quantidade de cada item que foi produzida no período anterior ao atual e que está disponível em estoque para o período atual; Est. médio: quantidade média de cada item mantida em estoque durante o período anterior ao atual. Calculado pela soma do estoque inicial com o estoque final, ambos do período anterior, divido por dois. Em função destes valores será calculado o custo de armazenagem. Estoque Final: quantidade de cada item em estoque no final do período anterior ao atual. Este valor é calculado pela soma do estoque inicial do período anterior com a produção do período anterior, menos o consumo do período anterior. Prod. média: estes valores somente serão informados aos gestores quando o jogo atingir o último período, quando então o sistema calcula a produção média de cada item nos onze períodos simulados anteriormente (entre o período 13 e 23). Como regra do jogo, no período 24 a produção da Cia Industrial de Móveis não poderá ser inferior à 70 % da média de produção dos onze períodos anteriores. Esta regra visa evitar decisões do tipo fechar a fábrica, ou seja, não produzir nada no último período e apenas consumir os estoques, a fim de melhorar o desempenho financeiro momentaneo da empresa. A terceira tela do módulo Relatórios (Figura 4.20), chamada Processo, informa aos gestores a existência de ordens nas filas nas máquinas ao final do período simulado, ou seja, se todas as ordens emitidas foram processadas. Esta é uma informação importante para avaliar o desempenho da programação da produção. No exemplo da Figura 4.20, 15 travessas do estrado ficaram na fila da etapa de Pintura, assim como 170 sarrafos não passaram pela Lixa. Esta falta de tempo para terminar todas as ordens pode ter ocorrido por um mal seqüenciamento das ordens, ou por problemas ocorridos no sistema produtivo, como por exemplo parada de máquinas para manutenção corretiva (evento não controlável módulo
42 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 103 Parametrizar). Não se pode fazer mais nada com uma produção que não ocorreu, mas os gestores podem necessitar alterar o planejamento de liberação de ordens no módulo MRP, em função das mudanças nas entregas programadas (redução nas entregas dos itens que não foram totalmente concluídos). Figura 4.20 Tela Processo do módulo Relatórios do GP-2. Além da informação das ordens não completadas, estão disponíveis nesta tela na coluna Desempenho as informações sobre o desempenho das variáveis que podem sofrer os eventos não controláveis. Quando um evento não controlável ocorrer, os gestores serão informados nesta tela, sendo que um valor diferente de 100% na variável correspondente indica a ocorrência de um evento não controlável. A quarta tela do módulo Relatórios refere-se ao relatório financeiro da empresa no período (Figura 4.21). São geradas três informações básicas: os custos de produção que a empresa teve no período, as receitas obtidas pelas vendas e o lucro gerado pela diferença entre receitas e custos (derivando daí o Indice de Desempenho Acumulado). Não é objetivo do jogo
43 104 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 explorar a administração financeira da empresa, mas sim representar os custos envolvidos diretamente na produção e que afetam o desempenho financeiro de uma empresa. Neste sentido as informações que aparecem nesta tela são: Figura 4.21 Tela Financeiro do módulo Relatórios do GP-2. MP: são os custos das matérias-primas (os valores unitários são informados no módulo Engenharia) que foram utilizadas para realizar a produção do período. Estes valores correspondem ao custo das quantidades de matérias-primas consumidas no período para efetuar a produção e não ao custo das compras de matérias-primas; Máquinas: são os custos gerados pela utilização das máquinas em horas normais de trabalho. Estes custos envolvem operários, energia consumida, manutenção e depreciação da máquina. São obtidos pela multiplicação do Lead Time de horas normais das estações pelo número de máquinas das estações e pelo custo horário de uma máquina em turno normal;
44 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 105 Máquinas-HE: são os custos das máquinas que eventualmente trabalharam em horas extras durante o período. Eles são calculados pela multiplicação do Lead Time das horas extras das estações pelo número de máquinas das estações e pelo custo horário de uma máquina em hora extra. Fixo: é o custo permanente da empresa, trabalhando em horas normais, independente da sua produção. Envolve os custos indiretos de fabricação (funcionários da manutenção e PCP, materias de limpeza, aluguel, etc.). Se a empresa trabalhar em hora extra terá a componente de custo fixo em hora extra agregada ao valor (módulo Engenharia); Ordens: é o custo de emissão das ordens de compra (módulo Engenharia). Refere-se ao material gasto para gerar a ordem, funcionários envolvidos, contato com fornecedores, conferência, etc. Falta MP: é o custo decorrente da falta de matérias-primas durante o período, isto é, originado pela compra emergencial de matérias-primas (módulo Engenharia); Falta PA: é o custo originado pela não entrega da demanda confirmada, ou seja, multa por não entregar produtos previamente vendidos; Estocagem: é o custo para manter os itens em estoque. É obtido pela multiplicação do estoque médio (tela Produção) pela taxa de estocagem (módulo Engenharia). A taxa de estocagem agrupa os custos de manutenção dos estoques, como seguro, energia elétrica, mão de obra e custo do capital investido; Total Geral: soma de todos os custos anteriores. A medida que o jogo avança este custo é acumulado ao longo dos períodos (Acumulado). Vendas: é a receita de vendas da empresa, obtida diretamente pela multiplicação das quantidades vendidas de cada cama pelos preços parametrizados. A medida que o jogo avança esta receita é acumulada ao longo dos períodos (Acumulado).
45 106 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Lucro no Período: a diferença entre a receita total de vendas e o custo total geral de produção gera o lucro do período. A medida que o jogo avança este lucro é acumulado ao longo dos períodos (Acumulado). ID Acumulado: é o índice de desempenho. Ele é calculado pela divisão das receitas acumuladas pelos custos acumulados. Como a demanda para cada equipe pode variar dentro dos limites preestabelecidos, cada equipe terá valores diferentes de demanda ao final da simulação. Com isto a avaliação de desempenho no jogo, somente pelo lucro, fica comprometida para efeito de comparações entre as equipes. O índice de desempenho procura medir a produtividade da empresa, relacionando quanto se gastou para produzir determinada receita (isolando assim a situação de maior ou menor demanda entre as equipes). Como o objetivo maior do jogo é criar um ambiente vivencial entre os participantes para a aprendizagem das ferramentas de PCP, o índice obtido é apenas um referencial para estimular o debate sobre as decisões tomadas, pois a discussão sobre os meios empregados é mais importante que os números finais. A última tela do módulo Relatórios é a denominada Banco de Dados. Como o próprio nome diz, realiza a função de armazenar os valores dos relatórios ao longo dos períodos simulados, uma vez que estes são atualizados a cada período. O banco de dados é útil para a realização da análise do desempenho da empresa ao final da simulação, bem como durante a mesma para avaliar os resultados das ações. A Figura 4.22 ilustra uma tela de um banco de dados de um jogo com três períodos simulados.
46 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 107 Figura 4.22 Tela Banco de Dados do módulo Relatórios do GP-2. O campo período no módulo Relatórios, indicará sempre o período n-1, enquanto o período atual do jogo é n (demais módulos descritos antes do módulo Relatórios). Isto deve-se ao fato de que os relatórios gerais da empresa sempre serão referidos ao período anterior ao atual, pois trata-se dos resultados da empresa no período anterior. Poderá acontecer durante a simulação a ocorrência de estoques de produtos acabados ao final de um dado período e neste mesmo período a demanda não ser totalmente atendida. Isto poderá ocorrer, como já colocado anteriormente, devido ao fato de que os produtos acabados apenas estarão disponíveis para venda no período seguinte ao que foram produzidos, ou seja, a produção e as vendas estão defasadas em um período.
47 108 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo DINÂMICA DE APLICAÇÃO DO GP-2 Conforme descrito no GP-1, a experiência desenvolvida com a aplicação dos jogos de PCP nos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia de Produção da UFSC mostrou que é relevante manter uma certa dinâmica de procedimentos para que os alunos entendam melhor os preceitos que estão por trás da ferramenta de ensino jogos empresariais. A dinâmica de aplicação do GP-2 está apresentada na Figura 4.23, e seus passos serão expostos a seguir. Entendimento da Teoria: a primeira etapa na dinâmica de aplicação do GP-2 consiste em entender a teoria relacionada com o planejamento da produção de médio e curto prazo, em um sistema produtivo convencional (empurrado). Recomenda-se que o facilitador estimule a leitura dos capítulos três, quatro, cinco e seis do livro texto: Manual de Planejamento e Controle da Produção. Entendimento do GP-2: uma vez consolidada a teoria relacionada com o GP-2, o segundo passo consiste em entender a dinâmica do próprio jogo, com suas variáveis, telas de entrada e formas de execução. Para isto, o facilitador deve promover a leitura desse quarto capítulo e do capítulo dois, bem como a discussão destes entre os alunos, podendo recorrer as perguntas sugeridas ao final desse quarto capítulo. Obtenção do GP-2: discutida a teoria e a dinâmica do jogo, o próximo passo consiste em fornecer o software do GP-2 para os alunos. Ele é encontrado no CD Gestão da Produção no sub diretório GP_2. O facilitador deve ressaltar aos alunos que, caso eles não disponham do CD, mantenham uma cópia do original para as novas alternativas de simulação. Cadastramento da Equipe: de posse do software do GP-2 deve-se proceder a escolha das equipes e de um nome para cada equipe a ser definido no cadastro do GP-2. A divisão das equipes fica a critério dos alunos e do facilitador. Como o jogo necessita de um ambiente computacional, a quantidade de equipes fica condicionada ao número de máquinas disponíveis, sendo recomendável de dois a quatro participantes por equipe.
48 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 109 Análise da Empresa: antes de se iniciar o processo de tomada de decisões, o facilitador deve estimular os grupos a analisar e discutir o cenário apresentado para a empresa virtual do GP-2 no tocante a estruturas de custo, processos de fabricação, gestão de estoques, características de demanda, entre outras, de forma a facilitar a tomada de decisões para elaboração do PMP e sua correspondente programação de ordens. Previsão da Demanda: o primeiro passo para a montagem do PMP consiste em fazer uma previsão da demanda para os períodos futuros. Os dois métodos quantitativos de previsão de demanda disponibilizados no jogo podem ajudar na elaboração da estimativa de demanda futura, ressaltando que são ferramentas matemáticas que consideram apenas as demandas passadas como base para demandas futuras, sem considerar as contingências que o cenário do jogo pode apresentar (como eventos não controláveis de demanda, função demanda parametrizada pelo facilitador, etc.). Como cada alternativa de demanda exigirá uma diferente estratégia de produção, o facilitador pode optar por dividir os grupos em três blocos de estratégias, ou, para turmas menores, fazer com que cada grupo simule estratégias diferentes para os três tipos de demanda. Elaborar o Plano-mestre de Produção: com a previsão da demanda definida, o grupo deve montar seu PMP em cima da estratégia pretendida e registrá-lo no módulo PMP. Elaborar o Planejamento das Necessidades de Materiais: uma vez estabelecido o PMP faz-se necessário planejar os itens (madeira, itens componentes e produtos acabados) para atender ao referido PMP. Este planejamento dos materiais será feito no módulo MRP. Estabelecer Seqüenciamento: uma vez rodado o módulo MRP, a seqüência que definirá as prioridades das ordens de fabricação, montagem e submontagem para cada período deve ser definida no módulo Ordens.
49 110 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Início Onde Encontrar Entendimento da Teoria Livro Texto Entendimento do GP - 2 Capítulos 2 e 4 Obtenção do GP - 2 CD Gestão da Produção Cadastramento da Equipe Módulo GP - 2 Análise da Empresa (custos, c apacidade, demanda, etc.) Módulos Engenharia e Parâmetros Previsão da Demanda Módulo Demanda Elaborar/Adequar o Plano - mestre d e Produção (PMP) Módulo PMP Elabo rar/adequar o Planejamento das Necessidades de Materiais (MRP) Módulo MRP Estabelecer Seq üenciamento Módulo Ordens 1 2 3
50 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção NÃO Seqüenciamento satisfatório? SIM Módulo Gantt Determinar Ponto de Pedido das matérias-primas Prego, Tinta e Parafuso Módulo PP Emitir Ordens de Compras Módulo Ordens Simulação do Período Módulo GP-2 Análise dos Resultados Módulo Relatórios Último Período? NÃO SIM Preparar Apresentação Capítulo 6 Fim Figura 4.23 Fluxo de atividades para a simulação do GP-2.
51 112 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 Analisar Carregamento: nesse ponto deve-se recorrer ao módulo Gantt para analisar o carregamento dos recursos da fábrica frente ao seqüenciamento estabelecido para as ordens de fabricação, submontagem e montagem. Caso a seqüência escolhida seja viável, segue-se em frente. Caso a seqüência escolhida apresente problemas de carregamento deve-se retornar ao módulo Ordens para a escolha de uma nova seqüência, ou ao módulo MRP para o replanejamento de ordens emitidas, ou até ao módulo PMP para definição de um novo patamar de demanda a ser atendida. Determinar Ponto de Pedido das matérias-primas: como três das quatro matérias primas (prego, tinta e parafuso) possuem um controle indireto das suas quantidades em estoque via ponto de pedido, uma vez dimensionado corretamente o carregamento da fábrica é necessário antes de emitir as ordens restantes determinar o ponto de pedido destas três matérias-primas no módulo PP. Emitir Ordens de Compras: finalizando o processo de decisões no GP-2 deve-se retornar ao módulo Ordens para emitir as ordens restantes das matérias-primas controladas pelo sistema de ponto de pedido. Simulação do Período: feita a previsão de demanda, elaborado o PMP, desenvolvido o MRP para atender este plano, e seqüenciada e emitida as ordens, a equipe deverá retornar ao módulo GP-2 e autorizar a simulação do período em questão. Nesta ocasião as ordens de fabricação, submontagem e montagem serão executadas, as ordens de compra enviadas aos fornecedores e a demanda por camas efetivada, atualizando os relatórios do período em que se está. Análise dos Resultados: uma vez simulado o período em questão, a equipe deverá ir até o módulo Relatórios para analisar o desempenho físico e financeiro da empresa. Não sendo este o último período, a equipe retorna para ao passo de previsão da demanda para iniciar nova rodada de planejamento e excussão do plano de produção. Sendo este o décimo segundo período simulado, o jogo se encerra.
52 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção 113 Preparação da Apresentação: encerrado o jogo, as equipes devem preparar uma apresentação explicando as decisões tomadas e os resultados obtidos. No capítulo 6 deste livro será fornecido um roteiro para esta apresentação. O facilitador deve estimular as equipes a agirem como se estivessem apresentando os resultados de seu planejamento à diretoria da Cia Industrial de Móveis. 4.3 QUESTÕES PARA DISCUSSÃO No sentido de avaliar se os gestores fizeram uma leitura detalhada desse capítulo, é sugerido abaixo um conjunto de questões relacionadas com a dinâmica do GP-2, que o facilitador pode colocar aos alunos em sala de aula. 1. Qual a diferença básica entre o GP-1 e o GP-2? 2. Como funciona o sistema de ajuda on-line no GP-2? 3. Quantos sarrafos são necessários para compor um estrado? 4. Em qual módulo do GP-2 são informados os consumos padrões de matérias-primas? 5. Qual é tempo total de simulação, em períodos, para o GP-2 e quantos dias de trabalho possui um período? 6. Qual é a alternativa produtiva para aumentar a capacidade de produção da Cia Industrial de Móveis no GP-2? 7. Na montagem de 10 estrados são utilizados quantos parafusos? 8. Qual a diferença entre demanda confirmada e vendas do período no GP-2?
53 114 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo 4 9. Se o estoque inicial do período 15 é de 430 camas LX e no período 15 são produzidas 480 camas LX, sabendo-se ainda que a demanda neste período 15 foi de 550 camas LX, pergunta-se: qual será a quantidade vendida de camas LX no período 15? 10. Qual é o significado do termo Tp que aparece em algumas telas do módulo Engenharia? 11. Em que situação a Cia Industrial de Móveis pode trabalhar em horas extras no GP-2? 12. Caso ocorra uma falta de alguma das matérias-primas utilizadas pela Cia Industrial de Móveis no GP-2 o que ocorre com a produção? Por que? 13. O que é um evento não controlável no GP-2? 14. Quais são os métodos quantitativos disponíveis no GP-2 para previsão da demanda futura? 15. Por que no módulo PMP, na linha Plano-mestre, o campo do período atual aparece travado no GP-2? 16. A quantidade calculada como ponto de pedido para uma determinada matéria-prima é a quantidade da ordem de compra a ser emitida para esta matéria-prima? Por que? 17. Supondo uma necessidade líquida de X camas no período 16, em que período seriam emitidas (considerando o tempo mínimo necessário) as ordens de fabricação dos sarrafos a serem usados nestas camas? 18. Em função dos lead times apresentados, e considerando-se uma entrega de camas no período 13, em que período foram emitidas (considerando o tempo mínimo necessário) as ordens de compra de madeira para a fabricação destas camas?
54 Capítulo 4 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Supondo uma necessidade montagem de 80 camas ST e 70 camas LX, quais seriam as necessidades brutas de cabeceiras e peseiras? 20. Considere a produção abaixo: Item Produção cama ST 45 cama LX 35 cabeceira 40 peseira 70 lateral da cama 100 estrado 80 travessa lateral 120 montante lateral 200 sarrafo 450 Qual foi o consumo de madeira, tinta, prego e parafuso para esta produção? 21. Considerando-se as seguintes ordens de fabricação: Ordem Quantidade Mont. Lateral 30 Sarrafo 40 Peseira 25 Calcule o tempo total de máquina para processar estas ordens na estação de furação, considerando os tempos de processamento e quantidades de máquinas conforme indicado no módulo Engenharia. 22. Considere as seguintes ordens de fabricação para o período 14:
55 116 Simulação Empresarial em Gestão da Produção Capítulo camas ST prioridade camas LX prioridade 2 Dados de estoques ao final do período 13: Estrados: 2320 unidades Laterais: 1960 unidades Cabeceiras: 2420 unidades Peseiras: 2680 unidades Tomando-se como base os tempos padrões de montagem das camas e a estrutura dos produtos, quantas camas (ST e LX) podem ser montadas no período 14.
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