Itens para serem observados
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- Teresa Sousa do Amaral
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1 AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Itens para serem observados durante a avaliação Tempo: não deve ser rápida e nem demorada Objetiva Não finaliza no primeiro contato com o paciente ANAMNESE Proporcionar bem-estar e segurança ao paciente Linguagem simples e de fácil compreensão para o paciente Perguntas giram, inicialmente, em torno da queixa principal Diagnóstico já estabelecido não elimina a anamnese Adriana e Cibelle 1
2 Componentes da anamnese História Clinica Exame do paciente (exame físico) História Clinica 1) Identificação do paciente *2) História da Moléstia oéstaatual (HMA) 3) História Médica Pregressa 4) História Familiar História da Moléstia Atual Principais sintomas - descrição dos sintomas - localização - intensidade - fatores que agravam ou aliviam - sintomas associados Adriana e Cibelle 2
3 História da Moléstia Atual tempo do problema da queixa principal freqüência internações prévias e a última? hora (do dia ou da noite) de piora comparação entre a queixa (atual e anterior) cuidados que toma com a doença diagnóstico (asma, DPOC, BQE, TB, fibrose, neo) outras doenças associadas = HAS, DM, ICO, ICC, osteoporose. Sintomas tosse = seca/produtiva dispnéia = repouso ou pequenos/médios/grandes esforços tente quantificar dor torácica = tipo, local e intensidade IVAS = repetição/congestão nasal sistêmicos = inapetência/dor muscular/insônia Tosse ineficaz ou eficaz = deglutida/expectorada quantidade = pequena/média/grande ou 1+/4+, 2+/4+, 3+/4+, 4+/4+ viscosidade = fluída ou espessa cor = esbranquiçada (broncoespasmo), amarelada(inflamação crônica-bronquite), esverdeada (infecção), rósea (EAP) secreção = mucóide, purulenta, hemoptoica Adriana e Cibelle 3
4 DOR TORÁCICA Dor pleural Dor mediastínica Dor de parede torácica Dor retroesternal Dor pleural súbita, forte, pontada, ventilatório dependente pleurite, derrame pleural, NEO, pneumonias ocorre predominantemente nas regiões laterais do tórax dor diminui quando o pulmão acometido é contido/apoiado Dor mediastínica dor que aperta o peito, seguido de dispnéia = sufoco IAM, angina pectoris, pericardite, aneurisma aórtico, embolia pulmonar, dor esofageana Adriana e Cibelle 4
5 Dor de parede torácica Mais freqüentemente, de origem muscular aumento do trabalho respiratório + tosse + fraqueza muscular + ansiedade Escoliose, cifose doenças unilaterais, associadas a desvios de coluna (TB) pneumonias, estados gripais (dor ao esforço) pneumopatias crônica Exame do Paciente (físico) Inspeção = visualiza Palpação = examina Ausculta pulmonar Percussão = exame específico Inspeção Uso de musculatura acessória Conformação de caixa torácica Tipo de Respiração Presença de cianose Baqueteamento dos dedos Adriana e Cibelle 5
6 Inspeção Física edema de membros cicatrizes cirúrgicas estado nutricional alteração temperatura alteração trofismo, postural presença de drenos e cateteres escaras pele Tiragem Uso de musculatura acessória Qual(is) músculos Tiragem (costal e fúrcula) presente quando há deficiência ventilatória Adriana e Cibelle 6
7 Conformação caixa torácica Normolíneo = 90 Longilíneo < 90 Brevilíneo > 90 Ângulo de Charpy Conformação caixa torácica normolíneo, longilíneo, brevilíneo Tórax em tonel = DPOC e asma aumento do diâmetro antero-posterior costelas horizontalizadas aumento espaço intercostal hipercifose torácica Adriana e Cibelle 7
8 TÓRAX EM PEITO DE POMBO protusão do osso esterno crianças com broncoespasmos constantes PECTUS ESCAVATUM congênito, pouco associado a doença pulmonar Tratamento cirúrgico = estético Tipo de Respiração apical ou torácica alta mista Mulheres = predominância apical (?) Homens = mista Pneumopatas = padrão apical, com uso importante de musculatura acessória Paradoxal = movimento invertido insuficiência respiratória Padrão Respiratório/Ritmo eupneico=16-20, 1 ano = 20-40, 3 anos = taquipneico bradipneico taquidispneico avaliar a freqüência respiratória (1 min.) Adriana e Cibelle 8
9 FATORES INFLUENCIAM A FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA FR = lesão SNC, ansiedade, hipoxemia, dor, gravidez: 1º trimestre 15% a FR e depois 75% FR = lesão SNC, miastenia gravis, overdose de narcóticos e obesidade Cianose coloração azulada da pele mucosa bucal ou extremidade digital (unha) baixa oxigenação do sangue arterial baqueteamento digital Baqueteamento dos dedos Adriana e Cibelle 9
10 FC PA Sinais Vitais SpO 2 Temperatura Ausculta Pulmonar Critérios: resp. oral, tórax desnudo Requer: ambiente silencioso e posicionamento adequado do pcte e do FT Posicionamento adequado do esteto Ausculta Pulmonar Adriana e Cibelle 10
11 Ausculta Pulmonar Ausculta Pulmonar Sons: murmúrio vesicular normal, MV+ ou MV ou MV abolido (atelectasia, broncoespasmo, tampão muco, neo brônquio fonte) Estertores crepitantes (EC) = EAP, DP, secreção, fibrose intersticial, pneumonia roncos = secreção sibilos=secreção, broncoespasmo Adriana e Cibelle 11
12 Adriana e Cibelle 12
13 Adriana e Cibelle 13
14 Expansibilidade Torácica Alteração nas doenças obstrutivas e restritiva Assimétrica = alt. unilaterais -TB, pneumotórax, neo, drenos, pneumectomias, atelectasias cirtometria (axial,xifóide,rebordo costal) Adriana e Cibelle 14
15 Percussão Digital realizada nos espaços intercostais Percussão Digital realizada nos espaços intercostais normal Timpânico: excesso de ar hiperinsuflação, pneumotórax Macicez: condensações pulmonares, pneumonia, massas tumorais Adriana e Cibelle 15
16 Frêmito Torácico vibração voz através tórax: 33 Normal Aumentado: densidade Diminuído: ar Frêmito Torácico Adriana e Cibelle 16
17 Adriana e Cibelle 17
18 Adriana e Cibelle 18
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