VNI. Indicações. Introdução
|
|
|
- Nathalie de Figueiredo Bicalho
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 VNI Introdução O fornecimento de suporte ventilatório por pressão positiva sem tubo endotraqueal foi estudado pela primeira vez na década de 1930 e agora é conhecido como ventilação não invasiva (VNI), e pode ser usado para controlar a falha respiratória aguda e crônica. Em certas populações de pacientes, a VNI oferece os benefícios da ventilação mecânica sem os riscos associados à intubação. Todos os profissionais que prescrevem esta terapia deve estar familiarizados com os critérios de seleção do paciente, o equipamento disponível e as configurações adequadas do ventilador. No BPAP, o ventilador cicla entre uma pressão expiratória positiva (EPAP) e uma pressão inspiratória positiva nas vias aéreas (IPAP), com a diferença fornecendo suporte que aumenta o volume corrente e, assim, aumenta a ventilação. O volume corrente correlaciona-se com a diferença entre os valores inspiratório e expiratório, e também com outros fatores, como o tempo inspiratório, o esforço inspiratório do paciente e as características mecânicas das vias aéreas e dos pulmões do doente. Outro meio frequentemente utilizado é a pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). No CPAP, o ventilador fornece uma pressão contínua durante todo o ciclo respiratório. Alguns ventiladores automaticamente reduzem a pressão das vias aéreas durante a expiração para aumentar o conforto do paciente. Apesar de o CPAP não fornecer pressão adicional durante a inspiração e, portanto, não gerar o mesmo suporte à ventilação, tem alguns efeitos (como o recrutamento alveolar) que vão indiretamente melhorar a ventilação. Indicações O BPAP deve ser considerado em pacientes com dificuldade respiratória. Os sinais clínicos incluem dispneia, taquipnéia e uso de musculatura acessória. o A gasometria arterialpode revelar acidemia (ph arterial <7,35), hipercapnia (PaCO2 > 45 mm Hg), ou hipoxemia (P/F <200). Múltiplos ensaios clínicos randomizados e controlados demonstraram os benefícios do BPAP em pacientes com insuficiência respiratória hipercápnica resultante de uma exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e os benefícios tanto de BPAP quanto do CPAP em pacientes com edema pulmonar cardiogênico na ausência de choque e isquemia. O BPAP demonstrou beneficiar pacientes imunocomprometidos, febre e infiltrados pulmonares com insuficiência respiratória hipoxêmica aguda. Também foi indicado
2 para facilitar a transição de ventilação invasiva para espontânea em pacientes com DPOC. Atualmente, não há evidência para recomendar BPAP para o tratamento de exacerbações graves de asma, pneumonia, síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), insuficiência respiratória pós-operatória, falha em pacientes com ordens de não-intubação e paliação de distúrbios respiratórios em doentes terminais. Contraindicações As únicas contraindicações absolutas para BPAP e CPAP são a parada cardíaca e a parada respiratória. Contra-indicações relativas incluem desconforto da máscara que não pode ser resolvido com ajustes, um alto risco de broncoaspiração por alteração do estado mental (exceto quando o comprometimento é devido à hipercapnia), um grande volume de secreções, vômitos recorrentes e recente cirurgia de via aérea superior ou gastrointestinal superior. Equipamentos Interface A característica de definição de BPAP e CPAP é a interface entre paciente e ventilador que proporciona acesso não invasivo das vias aéreas. Na maioria dos casos, esta interface é uma máscara. Muitos tipos de máscaras estão disponíveis, mas em situações de cuidados urgentes, a oronasal é a mais comumente utilizada. Esta máscara tem uma almofada de silicone que forma um selo em torno do nariz e da boca. Se aplicado muito apertado, no entanto, a oronasal pode ser desconfortável e pode lesionar a pele do paciente. Alternativas incluem máscaras de rosto total ( totalface ), máscaras nasais e almofadas nasais. A máscara facial total engloba todo o rosto, incluindo os olhos. Não gera a mesma lesão cutânea na região do nariz, mas alguns pacientes a consideram clautrofóbica. A máscara nasal e almofadas nasais geralmente causam menos claustrofobia, mas a boca deve permanecer fechada para evitar fugas de ar. Ventiladores Ventiladores não invasivos para pacientes internados normalmente têm uma variedade de configurações de ventilação, de configurações de alarme e modos de ventilação (BPAP ou CPAP). A maioria dos ventiladores exibe informações em tempo real sobre a respiração do paciente, tanto numérica quanto gráfica, incluindo a fase do ciclo respiratório, a freqüência respiratória, o volume corrente, o volume minuto,
3 pressão inspiratória de pico e volume de vazamento de ar. As configurações disponíveis dependem do modo em uso. No modo CPAP, as configurações básicas incluem CPAP propriamente dito e Fio2. No modo BPAP, as configurações básicas incluem IPAP, EPAP e Fio2. BPAP é mais freqüentemente entregue na combinação espontânea-e-temporizada (S / T) em que as configurações incluem a mínima frequência respiratória e o tempo inspiratório (Ti). Se a freqüência respiratória do paciente for mais lenta do que a FR mínima, o ventilador dispara as respirações adicionais em intervalos regulares, entregando IPAP para a duração do Ti. Se a FR do paciente é mais rápida do que a mínima, o paciente aciona todas as respirações e o ventilador fornece IPAP sempre que a inspiração espontânea é detectada. O ventilador pode alternar entre EPAP e IPAP em resposta ao esforço respiratório espontâneo do paciente ou após um intervalo de tempo préespecificado. Procedimento Quando um paciente está em dificuldade respiratória, forneça apoio inicial e peça ajuda de um terapeuta respiratório treinado, que pode configurar o ventilador e solucionar quaisquer problemas técnicos. Se o tempo permitir, obtenha uma gasometria arterial. Descrever as características essenciais do BPAP para o paciente (fazendo isso normalmente ajuda a diminuir a ansiedade e pode melhorar a tolerância do tratamento). Para preparar o ventilador, primeiro selecione o modo. Pacientes com insuficiência respiratória hipercápnica resultante da DPOC devem receber BPAP. Pacientes com edema pulmonar cardiogênico sem choque ou isquemia podem receber CPAP ou BPAP, uma vez que ambos fornecem pressão positiva expiratória final, o que é benéfico em disfunção ventricular. Lembrando que se o paciente tiver hipercapnia, BPAP é mais apropriado. Introduza as definições iniciais. Comece com baixas pressões e ajuste as pressões para cima como necessário. Se o BPAP estiver sendo usado, defina as pressões inspiratória e expiratória (10 cm e 5 cm de água, respectivamente). Aceite as configurações para ativar o modo. Coloque a máscara sobre o paciente. Certifique-se de que as correias estão apertadas o suficiente para fixar a máscara mas sem causar desconforto desnecessário. Você deve ser capaz de colocar dois dedos facilmente entre as tiras e a cabeça do paciente. A máscara deve caber confortavelmente sobre o nariz e a boca sem estender além do queixo. Se o paciente está desconfortável, ou se notar um grande vazamento de ar, reposicione a máscara ou use uma máscara de um tamanho ou tipo diferente. Ajuste os alarmes de acordo com o cenário clínico e as configurações do ventilador. Monitorar os sintomas do paciente e sinais vitais de perto; resolver quaisquer complicações relacionadas ao ventilador, conforme necessário; ajuste o Fio2 para
4 alcançar a saturação de oxigênio desejada; gasometria arterial novamente após 30 minutos para determinar se são necessárias mais alterações nas configurações do ventilador; se houver hipercapnia persistente, aumente a ventilação minuto alterando o volume corrente ou a frequência respiratória. Lembre-se de que o volume corrente aumentará quando a diferença entre o IPAP e EPAP aumentar. Outro aspecto importante é que o aumento da FR mínima afetará a ventilação somente se a FR do paciente for mais lenta do que a FR determinada. Se houver hipoxemia persistente, aumente a fração de oxigênio inspirado ou o EPAP. Lembrando que se o EPAP for aumentado, o IPAP deve ser aumentado proporcionalmente, de modo que a quantidade de pressão proporcionada para o suporte ventilatório não mude. Complicações associadas à ventilação não invasiva Fuga de ar Certifique-se de que a máscara tem o tamanho correto e foi montada corretamente. Use uma máscara de um tamanho ou tipo diferente. Aperte as alças. Irritação ou abrasão da pele Afrouxe as alças. Use uma máscara de um tamanho ou tipo diferente. Aplique a pele artificial ou um curativo sobre a área afetada. Claustrofobia Redirecionar o paciente fazendo com que o paciente assista à televisão, falar com paciente ou ter um membro da família para falar com o mesmo Utilizar uma máscara menos invasiva (por exemplo, almofadas nasais). Considere a indução de sedação leve no paciente. Congestão nasal, dor de sinusite ou dor de ouvido Fornecer descongestionantes tópicos ou anti-histamínicos se não houver contraindicações.
5 Secura mucosa Se estiver usando uma máscara nasal, aplique uma alça de queixo para reduzir o fluxo de ar através da boca. Obstrução por muco Dê ao paciente breves intervalos de ventilação, se possível, e execute manobras que ajudarão a limpar as vias aéreas, como percussão no peito. Barotrauma pulmonar ou pneumotórax Parar a ventilação ou, no mínimo, reduzir as pressões das vias aéreas. Inserir tubo torácico, se apropriado. Se o paciente apresentar dificuldade respiratória persistente, apesar dos ajustes no ventilador ou na máscara, ou se uma contra-indicação ao BPAP se desenvolver, como vômitos, deve ser realizada intubação endotraqueal imediatamente. Em contraste, se a insuficiência reverter com BPAP, o nível de suporte ventilatório pode ser reduzido até que o paciente estar pronto para tentar respirar espontaneamente novamente.
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente. Enf.º Roberto Mendes
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente Enf.º Roberto Mendes Monitorizar CIPE Determinar: escrutinar em ocasiões repetidas ou regulares, alguém ou alguma coisa. Cada doente necessita de uma monitorização
Lígia Maria Coscrato Junqueira Silva Fisioterapeuta HBP/SP
Ventilação Não Invasiva Lígia Maria Coscrato Junqueira Silva Fisioterapeuta HBP/SP Introdução Indicações Exacerbação da IRpA com ph 45mmHg e FR>25rpm Desconforto respiratório com uso da
VENTILAÇÃO MECÂNICA. Profª Enfª Luzia Bonfim
VENTILAÇÃO MECÂNICA Profª Enfª Luzia Bonfim Assistência ventilatória: manutenção da oxigenação e ou da ventilação em pacientes, de maneira artificial até que estes estejam capacitados a assumi-la. Garante
26/04/2014. Sobre O Surgimento. O que é: Aprendizado baseado em Casos:
Sobre O Surgimento Aprendizado baseado em Casos: O que é: Não responde Possui Pulso Central Não respira Spo2: 78% Sem AO ou Fc: 134 bpm resposta ao PA: 240x120 est. De dor 01 insuflação /6s Outros: Anisocoria.
Diretrizes e melhores práticas para a Tecnologia Hi-VNI da Vapotherm. Guia de bolso pediátrico
Diretrizes e melhores práticas para a Tecnologia Hi-VNI da Vapotherm Guia de bolso pediátrico Seleção do paciente Diagnósticos SINTOMAS: DIAGNÓSTICOS: Paciente apresenta um ou mais dos seguintes sintomas:
PROTOCOLO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA (VMNI) UNIDADE DE CUIDADOS ESPECIAIS - UCE
Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS O uso da ventilação mecânica não invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente,
PROTOCOLO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA FISIOTERAPIA - CTI
Data 07/2012 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS O uso da ventilação mecânica não invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi,
Ventilação Mecânica Invasiva. Profa Ms. Cláudia Lunardi
Ventilação Mecânica Invasiva Profa Ms. Cláudia Lunardi [email protected] Histórico da Ventilação Mecânica O Dwyer Intubação traqueal em 1887 para tratamento de difteria Histórico da Ventilação Mecânica
Jose Roberto Fioretto
Jose Roberto Fioretto [email protected] Professor Adjunto-Livre Docente Disciplina de Medicina Intensiva Pediátrica Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP 1988 Ventilação Pulmonar Mecânica Objetivos Fisiológicos
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
Clínica Médica e Cirúrgica I INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA João Adriano de Barros Disciplina de Pneumologia Universidade Federal do Paraná Objetivos da Aula... Importância da IRA devido a sua alta mortalidade
4 o Simpósio de asma, DPOC e tabagismo
4 o Simpósio de asma, DPOC e tabagismo Sérgio Leite Rodrigues Universidade de Brasília 1 1 VNI na DPOC Sérgio Leite Rodrigues Universidade de Brasília 2 2 Porque, ainda, falar de VNI na DPOC? 3 88 hospitais,
VMNI na Insuficiência Respiratória Hipercápnica
VMNI na Insuficiência Respiratória Hipercápnica Ricardo Goulart Rodrigues [email protected] Ventilação não invasiva com pressão positiva Suporte ventilatório sem intubação Ventilação não invasiva com
CUIDADOS À PESSOA COM PATOLOGIA CARDÍACA SUBMETIDA A VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA (VNI) Célia Oliveira Joana Morais Mónica Morgado
CUIDADOS À PESSOA COM PATOLOGIA CARDÍACA SUBMETIDA A VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA (VNI) Célia Oliveira Joana Morais Mónica Morgado - Seleção e montagem do material e equipamento - Procedimentos de iniciação
VENTILAÇÃO MECÂNICA (RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL) Enfº Esp. Diógenes Trevizan
VENTILAÇÃO MECÂNICA (RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL) Enfº Esp. Diógenes Trevizan Ventilação mecânica Método no suporte de pacientes críticos em terapia intensiva, não constituindo, uma terapia curativa. O emprego
DISFUNÇOES RESPIRATÓRIAS
DISFUNÇOES RESPIRATÓRIAS A DPOC se caracteriza por alterações progressivas da função pulmonar, resultando em obstrução ao fluxo aéreo. É constituída pelo enfisema, bronquite e asma. ENFISEMA É uma doença
QUANDO? COMO? PORQUÊ?
Santarém: 23 de Setembro de 2016 Sílvia Alminhas VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO PRÉ-HOSPITALAR QUANDO? COMO? PORQUÊ? Quando? EDEMA AGUDO do PULMÃO em contexto Cardiogênico A Ventilação Não Invasiva (VNI) tem
PROTOCOLO DE TERAPIA COM PRESSÃO POSITIVA por máscara FISIOTERAPIA CTI
Data 07/2012 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS A utilização da pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) tem sido indicada para o tratamento de hipoxemia decorrente de alguns quadros clínicos, como por exemplo,
Medidas precoces para prevenção de lesões pulmonares nas primeiras 24 horas
Medidas precoces para prevenção de lesões pulmonares nas primeiras 24 horas Walusa Assad Gonçalves-Ferri Professora Doutora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Pesquisadora colaboradora do
DISFUNÇÃO PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
DISFUNÇÃO PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) Angélica Ferreira do Amaral Anna Gessyka Bernardo Monteiro Iraneide Araújo Silva Irismar Barros Maria Lúcia Lopes de Lima Tiago dos Santos Nascimento 1. INTRODUÇÃO
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Profª Tatiani UNISALESIANO DEFINIÇÃO É um procedimento de suporte avançado de vida que busca manter as vias aéreas do paciente permeáveis, por meio da passagem
DESMAME DIFÍCIL. Versão eletrônica atualizada em Março 2009
DESMAME DIFÍCIL Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Definição Desmame: transição da ventilação artificial para a espontânea nos pacientes que permanecem em ventilação mecânica invasiva por tempo
A importância da VNI como suporte ventilatório LUCIANA MARIA LIMA AZEVEDO 1. DAYANA PRISCILA MAIA MEJIA 2
1 A importância da VNI como suporte ventilatório LUCIANA MARIA LIMA AZEVEDO 1 [email protected] DAYANA PRISCILA MAIA MEJIA 2 PÓS-GRADUAÇÃO DE FISIOTERAPIA INTENSIVA FACULDADE FASERRA Resumo
Profª Allana dos Reis Corrêa Enfermeira SAMU BH Mestranda em Enfermagem UFMG
Gasometria Arterial Profª Allana dos Reis Corrêa Enfermeira SAMU BH Mestranda em Enfermagem UFMG Gasometria arterial Por quê a Gasometria se temos o Oxímetro de pulso e Capnógrafo? Gasometria Arterial
Retirada do Suporte Ventilatório DESMAME
Retirada do Suporte Ventilatório DESMAME Sete Estágios do Desmame Pré-desmame Preditores Extubação Reintubação Suspeita Tentativas VNI pósextubação Admissão Alta Desmame Processo gradual Deve ser iniciado
Int In e t rpre rpr t e a t ç a ã ç o ã da Prov Pr a ov de função funç Pulmonar (PFP ( )
Interpretação da Prova de função Pulmonar (PFP) Espirometria DEFINIÇÃO Spiro = respirar Metrum = medida - Medida da entrada e saída de ar dos pulmões. -registro gráfico da espirometria i espirografia -
Prof. Dr. José Roberto Fioretto UTI - Pediátrica - Botucatu - UNESP
1988 Prof. Dr. José Roberto Fioretto UTI - Pediátrica - Botucatu - UNESP Ventilação Pulmonar Mecânica Objetivos Fisiológicos Promover trocas gasosas pulmonares Aumentar volume pulmonar Reduzir trabalho
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte Passo 1 - Avaliar a criança Prevendo a parada cardiopulmonar A parada cardiopulmonar em lactentes e crianças raramente é um evento súbito!
BiLevel/Ventiladores da Série 800
1 Opção BiLevel/Ventiladores da Série 800 Introdução A opção BiLevel (Figura 1) para Ventiladores da Série 800 é um modo combinado de ventilação que reúne os atributos de respiração mandatória e espontânea.
Ventilação Não Invasiva Ventilação Mecânica Invasiva. Profª Dra. Luciana Soares Costa Santos
Ventilação Não Invasiva Ventilação Mecânica Invasiva Profª Dra. Luciana Soares Costa Santos Ventilação Não Invasiva - VNI Suporte de ventilação artificial obtida através da aplicação de pressão positiva
Princípios básicos de Reeducação Respiratória pós-avc
Teleformação em Reabilitação I Curso de E-learning Enfermeiros não especialistas CSP ULS Castelo Branco Princípios básicos de Reeducação Respiratória pós-avc Formadores Catarina Freitas Enfª Chefe do Serviço
Introdução à Ventilação Mecânica Neonatal
Introdução à Ventilação Mecânica Neonatal Marinã Ramthum do Amaral R3 UTIP Orientação: Dr Jefferson Resende UTI neonatal HRAS www.paulomargoto.com.br 30/7/2008 Introdução O uso da ventilação pulmonar mecânica
CTIP HIAE Manual de Condutas (versão 2011)
CTIP HIAE Manual de Condutas (versão 2011) VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA 1. INDICAÇÕES 2. INDICAÇÕES BASEADAS EM EVIDÊNCIAS 3. CONTRA-INDICAÇÕES 4. CRITÉRIOS PARA INTERRUPÇÃO 5. INTERFACES/APARELHOS 6. PROTOCOLO
Objetivos da Respiração. Prover oxigênio aos tecidos Remover o dióxido de carbono
Anatomia e Fisiologia pulmonar Objetivos da Respiração Prover oxigênio aos tecidos Remover o dióxido de carbono PatologiasRespiratórias Mais Comuns Patologias Respiratórias Mais Comuns Insuficiência Respiratória
A FISIOTERAPIA NOS PALIATIVOS. Jaqueline Spoldari Diniz
A FISIOTERAPIA NOS CUIDADOS PALIATIVOS Jaqueline Spoldari Diniz Ciência aplicada que tem por objeto de estudos o movimento humano em todas as suas formas de expressão e potencialidades, tanto nas alterações
Princípios da Ventilação Mecânica. Funcionamento. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional- FMUSP
Princípios da Ventilação Mecânica Princípios de Funcionamento Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional- FMUSP OBJETIVOS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA Alivio total ou
Procedimento Operacional Padrão
Procedimento Operacional Padrão Unidade de Reabilitação Manejo para Ventilação Não Invasiva (VNI) nos Atendimentos Fisioterapêuticos nas Unidades Clínicas Versão 1.0 Hospital Universitário Dr. Miguel Riet
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA. (Baseado nos consensos e diretrizes brasileiras de VM)
PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA (Baseado nos consensos e diretrizes brasileiras de VM) Karla Monique Andolfato Camille Caleffi José Mohamud Vilagra Os ventiladores mecânicos atuais se baseiam
PROTOCOLO MÉDICO VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA NO SDRA E LPA
Página: 1 de 8 1.Introdução: A SDRA (Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo) caracteriza-se por processo inflamatório que leva à quebra da barreira alvéolo-capilar com desenvolvimento de edema intersticial
Insuficiência Respiratória Aguda
Insuficiência Respiratória Aguda Dra Paula Menezes Luciano Médica Cardiologista e Intensivista Doutora pela Divisão de Emergências do Departamento de Clínica Médica da FMRP - USP Coordenadora da UTI/Urgência
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto SP Hospital da Criança e Maternidade CAPNOGRAFIA
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto SP Hospital da Criança e Maternidade CAPNOGRAFIA Camila Lima de Moura Matos R3 Cirurgia Pediátrica Trabalho apresentado à Equipe de Anestesiologia Infantil
PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PRELIMINAR
CURSOS PRÉ-CONGRESSO Ventilação mecânica invasiva no adulto: bases e aplicabilidade na prática fisioterapêutica Ventilação mecânica neonatal e pediátrica em situações especiais Reabilitação pulmonar: dos
Prof. Claudia Witzel DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC Desenvolvimento progressivo de limitação ao fluxo aéreo ( parte não reversível) É progressiva Associada a uma resposta inflamatória anormal do pulmão, a partículas
Ventilação Mecânica. Profa. Ms. Vanessa Dias
Ventilação Mecânica Profa. Ms. Vanessa Dias Objetivos da aula Descrever o tratamento de enfermagem para pacientes em ventilação mecânica; Descrever os cuidados de enfermagem para um paciente com tubo endotraqueal
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória (aula 2) AVALIAÇÃO INICIAL DA NECESSIDADE DA TERAPIA DE HB AVALIAR: Prontuário médico (HMA e HMP). Pctes c/ indicação de cirurgia abdominal alta ou torácica,
APRESENTAÇÃO DE POSTERS DIA 16/10/2015 (10:15-10:30h)
APRESENTAÇÃO DE S DIA 16/10/2015 (10:15-10:30h) 1399 EVOLUÇÃO DO PERFIL FUNCIONAL EM RELAÇÃO AO TEMPO DE INTERNAÇÃO E AO GÊNERO 1397 CORRELAÇÃO ENTRE A FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E O RISCO DE QUEDAS DE
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU INTERNAÇÃO HOSPITALAR Toda pessoa com quadro suspeito de AVE deve ser levada imediatamente ao serviço de urgência para avaliação
Embolia Pulmonar. Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência
Embolia Pulmonar Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência Embolia Pulmonar - Conceito Entre os agravos respiratórios que apresentam elevados índices de morbidade destaca-se
PARADA CARDIO- RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA
PARADA CARDIO- RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA SUPORTE DE VIDA EM PEDIATRIA CAUSAS DE PCR RN: INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA LACTENTE: DOENÇAS RESPIRATÓRIAS, OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS, SUBMERSÃO, SEPSE E DOENÇAS
VENTILAÇÃO MECÂNICA: COMO INICIAR
VENTILAÇÃO MECÂNICA: COMO INICIAR Felipe Dominguez Machado Guilherme Lemos Eder Cynthia Rocha Dullius Sérgio Baldisserotto UNITERMOS RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL; UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA; SERVIÇOS MÉDICOS
DESCRITOR: Síndrome do desconforto respiratório aguda, SDRA, SARA Página: 1/11 Revisão: agosto Emissão: setembro Indexação:
Página: 1/11 1. INTRODUÇÃO A Sindrome de Desconfoto Respiratório é frequente entre os pacientes critícos estando associada a alta morbiletalidade. Estudos recentes tem mostrado que a forma de ventilar
VPAP III ST-A. Tecnologia de Ventilação Não Invasiva da ResMed
VPAP III ST-A Tecnologia de Ventilação Não Invasiva da ResMed A ResMed compreende as rigorosas demandas de agilidade das rotinas hospitalares e o sentido de urgência no tratamento dos pacientes com VNI.
Porque terapia de aerosol?
Terapia aerosol Porque terapia de aerosol? Tipo de terapia respiratória utilizada em hospitais, em cuidados intensivos e de longo período. Provê umidificação ao trato respiratório, afim de mobilizar e
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doenças Respiratórias Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doenças Respiratórias Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - Doenças respiratórias crônicas (DRC) são doenças crônicas tanto das vias aéreas superiores como
Jose Roberto Fioretto
Jose Roberto Fioretto [email protected] Professor Adjunto-Livre Docente Disciplina de Medicina Intensiva Pediátrica Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP 1988 OXIGÊNIO Insuficiência Respiratória Aguda
Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Fisioterapia Hospitalar
1- A percussão do tórax do paciente é uma importante ferramenta na clínica fisioterapêutica. A percussão do pulmão normal emite som: a) sibílico b) maciço c) timpânico d) submaciço e) claro pulmonar 2
PRINCÍPIOS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Faculdade de Medicina-USP
PRINCÍPIOS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Faculdade de Medicina-USP HISTÓRICO Vesalius 1555 Hook 1667 Hunter 1766 O Dwyer - 1887
Características do VentPet Plus
Vent-Logos Sistemas Lógicos Ltda. www.ventlogos.com [email protected] +55 27 3225-6594 i9lab Laboratório de Inovação Tecnológica Ltda. www.i9lab.com [email protected] +55 27 3020-2539 Características
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº002 / 2009
1 PARECER COREN-SP CAT Nº002 / 2009 Assunto: Realização de intubação traqueal por enfermeiros. 1. Do fato Solicitado parecer pela diretoria do Colégio Brasileiro de Enfermagem em Emergência e Sociedade
FISIOTERAPEUTA. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO. Não deixe de preencher as informações a seguir.
Não deixe de preencher as informações a seguir. HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO - HSE SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO Prédio Sala Nome Nº de Identidade Órgão Expedidor
TRAUMA DE TÓRAX. Prof.ª Leticia Pedroso
TRAUMA DE TÓRAX Prof.ª Leticia Pedroso TRAUMA DE TÓRAX Responsáveis por 1 em cada quatro mortes de trauma. Ferimentos penetrantes de 15 a 30% requerem cirurgia. A maioria necessitam apenas de procedimentos
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC CELSON RICARDO DE SOUSA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC CELSON RICARDO DE SOUSA DEFINIÇÃO SINDROME CARACTERIZADA PELA OBSTRUÇÃO CRÔNICA DIFUSA DAS VIAS AÉREAS INFERIORES, DE CARÁTER IRREVERSIVEL, COM DESTRUÇÃO PROGRESSIVA
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência. Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan Cuidando do cliente com agravos respiratórios em urgência e emergência Introdução Em atenção às urgências, a insuficiência
Guia de ajuste do médico e do paciente para as máscaras ComfortGel Blue, ComfortGel, ComfortFusion e ComfortSelect
Guia de ajuste do médico e do paciente para as máscaras ComfortGel Blue, ComfortGel, ComfortFusion e ComfortSelect Medição da almofada Coloque o medidor sobre o nariz. O medidor está disponível tanto como
REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA.
REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU PROFESSOR: ERISONVAL SARAIVA DA SILVA ENFERMEIRO PELA FACULDADE NOVAFAPI ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA PROFESSOR DA FACULDADE ALIANÇA [email protected]
Influenza (gripe) 05/07/2013
Influenza (gripe) 05/07/2013 O que é? Doença infecciosa aguda Vírus Influenza A e B Sazonal (outono e inverno) Incubação: 1 a 4 dias Transmissibilidade: Adultos: 24h antes dos sintomas e 24h após febre
AVALIAÇÃO DA 2ª UNIDAD - P8- GRUPO B
AVALIAÇÃO DA 2ª UNIDAD - P8- GRUPO B 1 - Marque a resposta que não corresponde as muitas funções dos pulmões: a) São órgãos vitais na manutenção da homeostase orgânica b) Troca gasosa ( não é a principal
SPIRARE +METRUM = MEDIDA DA RESPIRAÇÃO
PÓS-GRADUAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA E SAÚDE OBJETIVO DA AULA FUNÇÃO PULMONAR ESPIROMETRIA e PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO (PFE) - Definir espirometria e Peak Flow ; - Identificar suas aplicações; -
DPOC. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
DPOC Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica DPOC DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) é um espectro de doenças que inclui a bronquite crônica (estreitamento das vias aéreas e paralisação da atividade
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP RESPIRAÇÃO História Clinica Identificação do paciente Anamnese
Sessão Televoter Pneumologia Como eu trato a DPOC
2012 4 de Maio Sexta-feira Sessão Televoter Pneumologia Como eu trato a DPOC Agostinho Marques Definição de DPOC GOLD 2011 A DPOC, uma doença prevenível e tratável, é caracterizada por limitação persistente
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA RICARDO LUIZ PACE JR.
FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA RICARDO LUIZ PACE JR. Esta aula foi retirada do Cap. 12 do livro: Fisiologia do Exercício Energia, Nutrição e Desempenho 5ª edição William D. McArdle Frank I. Katch Victor L. Katch
Direcção-Geral da Saúde
Assunto: Para: Orientação Técnica sobre Exacerbações da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) Todos os Médicos Nº: 34/DSCS DATA: 19/11/08 Contacto na DGS: Direcção de Serviços de Cuidados de Saúde
Programação. Sistema Respiratório e Exercício. Unidade Funcional. Sistema Respiratório: Fisiologia. Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório
Sistema Respiratório e Exercício Programação Anatomia e Fisiologia do Sistema Respiratório Volumes e Capacidades Pulmonares ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA E SAÚDE Asma BIE DPOC Aula Prática (Peak Flow) Profa.
EXAMES COMPLEMENTARES GASOMETRIA GASOMETRIA ARTERIAL EQUILÍBRIO ÁCIDO - BÁSICO EQUILÍBRIO ÁCIDO - BÁSICO
GASOMETRIA ARTERIAL EXAMES COMPLEMENTARES GASOMETRIA A gasometria arterial é um exame invasivo que mede as concentrações de oxigênio, a ventilação e o estado ácido-básico. Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle
TREINAMENTO TEÓRICO CURSO: PRIMEIROS SOCORROS - BÁSICO (40 HORAS)
UNIDADE: 10 PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA - PCR TREINAMENTO TEÓRICO CURSO: PRIMEIROS SOCORROS - BÁSICO (40 HORAS) MODALIDADE: ONLINE 10.0 Introdução O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação
INTUBAÇÃO TRAQUEAL. Profª Enfª Luzia Bonfim
INTUBAÇÃO TRAQUEAL Profª Enfª Luzia Bonfim Intubação traqueal consiste na introdução de um tubo na luz da traquéia. Pode ser realizada através das narinas (via nasotraqueal), boca (via orotraqueal) ou
VMNI no pós operatório e em procedimentos
VMNI no pós operatório e em procedimentos Ricardo Goulart Rodrigues [email protected] Cenário Atual Cada ano são realizadas aprox. 234 milhões de cirurgias com anestesia geral ou raqui. Complicações pulmonares
SUPORTE VENTILATÓRIO NO PACIENTE NEUROMUSCULAR. Versão eletrônica atualizada em Março 2009
SUPORTE VENTILATÓRIO NO PACIENTE NEUROMUSCULAR Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Definição Representa um grande grupo de afecções que comprometem a unidade motora, ou seja, o corpo celular do
Tema: BIPAP em paciente portador de Esclerose Lateral Amiotrófica
Nota Técnica 56/2014 Solicitante: WELLINGTON REIS BRAZ Juiz de Direito Data: 30/03/2014 Medicamento Material x Procedimento Cobertura Número do processo: 0362.14.003108-3 Tema: BIPAP em paciente portador
Uso da VNI no desmame
Uso da VNI no desmame Pedro Caruso UTI Respiratória da HC da FMUSP UTI do Hospital A C Camargo Roteiro da aula 1. Fases do desmame 2. Fases do desmame em que VNI foi testada 3. Epidemiologia do uso de
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
1. Título: ASPIRAÇÃO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES 2. Definição: A aspiração das vias aéreas superiores (nasofaringe, orofaríngea) consiste na retirada mecânica das secreções acumuladas que não possam ser
Ventilação Não Invasiva Uma prática fundamentada em evidência científica
Ventilação Não Invasiva Uma prática fundamentada em evidência científica por Pedro Serra Pinto - Quinta-feira, Dezembro 26, 2013 http://www.nursing.pt/ventilacao-nao-invasiva-uma-pratica-fundamentada-em-evidencia-cientifica/
DISPNÉIA José Américo de Sousa Júnior
DISPNÉIA José Américo de Sousa Júnior DEFINIÇÃO Dispnéia é definida como uma percepção anormalmente desconfortável da respiração Não consigo puxar ar suficiente, O ar não vai até lá embaixo, Estou sufocando,
PAC Pneumonia Adquirida na Comunidade
PAC Pneumonia Adquirida na Comunidade Definição O diagnóstico baseia-se na presença de sintomas de doença aguda do trato respiratório inferior: tosse e um mais dos seguintes sintomas expectoração, falta
Fisiologia Respiratória
Fisiologia Respiratória Via Aérea Alta Faringe Orofaringe Nasofaringe Laringofaringe Via aérea Baixa Traquéia Brônquios Bronquíolos Alvéolos pulmonares Via Aérea Baixa A traquéia se bifurca dando origem
QUESTÃO 32. A) movimentação ativa de extremidades. COMENTÁRO: LETRA A
QUESTÃO 32. Nas unidades de terapia intensiva (UTI), é comum os pacientes permanecerem restritos ao leito, ocasionando inatividade, imobilidade e prejuízo da funcionalidade. Nesse sentido, a mobilização
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória 1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiorrespiratório Egan. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. (Seção 3, caps.7 e 8) WEST, J.B. Fisiologia respiratória
12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é:
Regras Básicas de Primeiros Socorros Análise Primária Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle Frente ao acidente, não se desespere. Não movimente o paciente, salvo quando for absolutamente necessário. Use barreiras:
BÁSICO EM VENTILAÇÃO MECÂNICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO PROF. SERGIO CORREA DE GODOI
BÁSICO EM VENTILAÇÃO MECÂNICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO PROF. SERGIO CORREA DE GODOI introdução Assistência ventilatória pode ser entendida como a manutenção da oxigenação e/ou da ventilação dos pacientes
PROVA Fisioterapia. Nome: Data: 12/07/2016
Nome: Data: 12/07/2016 01. Primigesta, 30 anos, 38 semanas de gestação, com presença edema em MMII, PA: 180x130 mmhg, presença de proteína na urina, apresenta queixa de cefaleia, e visão turva, não apresenta
REANIMAÇÃO DO RN 34 SEMANAS EM SALA DE PARTO - Direitos autorais SBP PRÉ E PÓS-TESTE. Local (Hospital e cidade)
PRÉ E PÓS-TESTE Data / / PRÉ-TESTE PÓS-TESTE Curso Médico Curso Profissional de Saúde Local (Hospital e cidade) Nome do aluno 01. Quais situações abaixo indicam maior possibilidade de o recém-nascido (RN)
