INSTRUÇÃO DE TRABALHO
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- Alfredo Pinhal di Castro
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1 1. Título: ASPIRAÇÃO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES 2. Definição: A aspiração das vias aéreas superiores (nasofaringe, orofaríngea) consiste na retirada mecânica das secreções acumuladas que não possam ser mobilizadas de modo espontâneo pelo cliente. 3. Objetivos: Manter as vias aéreas pérvias; Promover ventilação adequada; Retirar secreções do trato respiratório; Prevenir e auxiliar no tratamento das infecções respiratórias. 4. Indicações: Tosse ineficaz, com sinais e sintomas de obstrução das vias aéreas (taquipnéia, dispnéia e uso da musculatura acessória); Sons adventícios; Presença de secreções nasais; Salivação; Secreções gástricas ou vômito na cavidade oral; Saturação de oxigênio diminuída. 4.1 Contra-indicações: Relativa Coagulopatia; Trauma de face; Parada cardiorrespiratória.
2 Absoluta Broncoconstrição; Aumento da pressão intracraniana; Sangramento nasal intenso; Fratura de base de crânio. 5. Responsáveis: Fisioterapeutas, Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem. 6. Orientações pré-procedimento: Explicar o procedimento e sua finalidade ao cliente e/ou acompanhante; Orientar o cliente que durante a aspiração poderá ocorrer desconforto respiratório adicional, mas que após o procedimento haverá melhora dos sintomas apresentados; Incentivar a tosse, se a condição do cliente permitir; Certificar-se de que o aspirador portátil encontra-se adequadamente montado para a realização do procedimento; Comunicar o médico responsável sobre qualquer alteração. 6.1 Orientações pós-procedimento: Avaliar padrão respiratório; Avaliar lesão das vias aéreas. 7. Frequência: Sempre que se julgar necessário. 8. Materiais: EPI s: Luva de procedimento, máscara e óculos de proteção; Sistema de aspiração montado e checado (vacuômetro, sistema de aspiração fechado); Cateter de aspiração de calibre adequado:
3 - Adulto: 10 a 16; - Menores que 01 ano: 06 a 08; - Infantil (24-30 kg): 10 a 14; - Neonatal: 06. SF 0,9%; Gaze estéril; Toalha. 9. Passos do Processo: Reconhecer a necessidade de aspiração; Orientar o cliente e/ou acompanhante quanto ao procedimento; Realizar a Higienização das mãos conforme IT SCIH 1; Reunir material necessário; Verificar o tipo e característica da respiração, a frequência cardíaca e os valores de saturação de oxigênio apresentados pelo cliente; Posicionar o cliente em Fowler 30º a 45º, proporcionando privacidade e segurança ao cliente; Paramentar-se com EPI s; Oferecer oxigênio suplementar se indicado e encorajar o cliente a respirar profundamente se possível; Conectar uma extremidade do tubo de conexão (sistema de aspiração) ao equipamento de sucção (aspirador ou vacuômetro), proteger e posicionar a outra extremidade próxima ao cliente; Abrir o invólucro do cateter e adaptar sua extremidade na extensão proximal do tubo de silicone, sem retirá-lo da embalagem; Calçar a luva procedimento; Remover o invólucro do cateter para que se faça uma estimativa da profundidade de sua inserção. Medir a distância do lobo da orelha até a ponta do nariz ou comissura labial do cliente (pediatria/neo);
4 Em adultos, essa distância é de aproximadamente 16 cm; Em crianças maiores, de 8 a 12 cm; Em crianças menores, de 4 a 8 cm; Retirar o oxigênio suplementar não invasivo se o paciente estiver fazendo uso; Avaliar a necessidade de instilar SF a 0,9% caso as secreções estejam espessas, para fluidificá-las e facilitar o processo de aspiração; Inserir suavemente o cateter em uma das narinas e avançar ao longo do assoalho da cavidade nasal até a região posterior da faringe, mantendo a extensão clampeado, após introdução do cateter desclampear a extensão e aplicar aspiração intermitente por cerca de 10 a 15 segundos, retirando o cateter lentamente, em movimentos circulares e ascendentes; Oferecer oxigênio, se necessário; Avaliar necessidade de repetir o procedimento de aspiração; Após aspiração deve-se lavar o cateter com SF a 0,9%, assim como limpar sua face externa com gaze embebida em solução fisiológica antes de iniciar o procedimento de aspiração oral; Inserir o cateter lateralmente à cavidade oral até que este atinja a orofaringe, mantendo a extensão clampeado, após introdução do cateter desclampear o cateter, de modo que a aspiração seja iniciada. O cateter deve ser removido gradativamente em movimentos circulares e ascendentes. Além da orofaringe, deve-se aspirar à linha gengival; Lavar a extensão do sistema de aspiração ao final com SF a 0,9%; Desprezar o cateter e proteger a extremidade do silicone; Remover as luvas; Desligar o aspirador; Certificar-se de que o cliente está confortável, e se necessário reposicioná-lo no leito; Se em uso de oxigênio suplementar, recolocar o dispositivo utilizado para oxigenoterapia; Organizar o ambiente e desprezar o material utilizado em local adequado;
5 Realizar a Higienização das mãos conforme IT SCIH 1; Comunicar anormalidades ao enfermeiro caso ocorra; Checar o procedimento na Prescrição de Enfermagem; Registrar o procedimento em documento de prontuário. 10. Considerações gerais: Na realização do procedimento de aspiração nasofaríngea, inserir o cateter durante a inspiração do cliente; No procedimento de aspiração orofaríngea, não inserir o cateter durante a deglutição; Nunca aplicar a aspiração durante a inserção do cateter; A aspiração deve ser realizada em movimentos circulares, suaves e ascendentes, evitando traumas na mucosa; Caso o cliente apresente êmese ou náusea provocada pelo procedimento, pode-se inferir que, provavelmente, o cateter foi inserido além do necessário, devendo por isso ser tracionado; Evitar introduzir profundamente a sonda de aspiração para não causar microlesões à mucosa; Oxigenar o cliente em casos de cianose intensa e/ou queda brusca da saturação de oxigênio; Checar possíveis erros na montagem do sistema de aspiração; A aspiração por mais de 15 segundos causa comprometimento cardiopulmonar, em geral, por hipoxemia ou sobrecarga vagal; Trocar o sistema de aspiração a cada 7 dias ou se atingir o nível máximo. 11. Padrões de prática: Alívio do desconforto respiratório; Cavidade oral livre de secreções; Melhora da frequência cardíaca, respiratória e da saturação de oxigênio; Ausculta pulmonar com redução dos ruídos adventícios.
6 12. Pontos Críticos/Riscos: Hipoxemia; Atelectasia; Broncoespasmo; Alterações do ritmo cardíaco; Náusea e/ou êmese; Estimulação vagal: hipotensão, bradicardia; Infecção; Lesão; Desconforto respiratório. 13. Ações Corretivas: Garantir suporte de oxigênio adequado, mantendo vias áreas pérvias; Controle rigoroso do tempo de utilização do sistema de aspiração. 14. Indicadores de qualidade: Padrão respiratório eficaz. 15. Periodicidade de Treinamento: Admissional ou sempre que necessário. 16. Registro: Checar em prescrição médica e de enfermagem; Registrar procedimento em documento de prontuário. 17. Referências: NETTINA, S.M; Prática de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, POTTER, P.A; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
7 Dados do Documento: Data: Elaboração: Jannara Cristiana da Cunha 03/2010 Katia Neuza Guedes, Camila Mendes de Almeida, Juliana Chaves 08/2013 Revisão: Fernandes, Silvia Emanoella S. M. de Souza, Leila de Assis O. Ornellas, Luzia Alves P. Gusmão Aprovação: Maria do Rosário D. M. Wanderley 08/2015
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