CONTROLO. Cap 2 Modelação de Sistemas Físicos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTROLO. Cap 2 Modelação de Sistemas Físicos"

Transcrição

1 Capítulo Modlação CONTROLO º sstr 007/008 Transparências d apoio às aulas tóricas Cap Modlação d Sistas Físicos Maria Isabl Ribiro António Pascoal Fvriro d 008 Todos os diritos rsrvados Estas notas não pod sr usadas para fins distintos daquls para qu fora laboradas (lccionação no Instituto Suprior Técnico) s autorização dos autors Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

2 Objctivos Capítulo Modlação Dfinir o qu é u odlo discutir o su uso para rspondr a prguntas sobr sistas físicos Introduzir os concitos d ntrada, saída dinâica Dar xplos d odlos d sistas físicos doínios divrsos Linarização Rfrências o o Cap. do livro d Franklin, Powl, Nai (rfrência principal) Cap. do txto d Karl Astro, Richard Murray, disponívl na Wb. Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

3 Capítulo Modlação Rvisão sobr Introdução ao Controlo Actuação Sista físico Snsorianto / Prcpção Controlo Snsorianto + Coputação + Actuação Coputação Sistas d controlo por rtroaçcão ocorr uitos doínios Objctivos do controlo Modificar o coportanto d sistas co as sguints rstriçõs: Estabilidad cadia fchada Robustz fac a incrtzas d odlização Atnuação d prturbaçõs Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

4 Modlos Capítulo Modlação Modlo rprsntação atática d u sista físico, biológico, cânico, d inforação,... U odlo fornc ua prdição d coo éo coportanto do sista O projcto d controladors para sistas físicos faz s a partir d u odlo dss sista. Os odlos não tê qu sr xactos. Modlos qu dscrva uito dtalhadant u sista pod sr coplxos Dsconhc s todos os fnónos físicos qu rgula ocoportanto do sista Na odlação faz s, uitas vzs, hipótss siplificativas A rtroacção garant robustz a incrtzas ( dtrinados liits) no odlo Os odlos usados para controlo rlaciona ntradas co saídas (vntualnt) co variávis intrnas do sista Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

5 Modlos Capítulo Modlação O odlo qu s driva dpnd da prgunta a qu s prtnd rspondr sobr o sista físico. Prguntas difrnts odlos difrnts Prguntas iguais as hipótss siplificativas difrnts odlos difrnts Ao so sista físico pod corrspondr odlos difrnts Dv sr scolhidas scalas d tpo d spaço adaptadas às qustõs a qu s prtnd rspondr Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

6 Modlo Capítulo Modlação D ntrada saída rlaciona dirctant antrada co a saída Equação difrncial Linar ou não linar Variant ou invariant no tpo Função d Transfrência Só para sistas linars invariants no tpo D stado rlaciona a ntrada, asaída variávis intrnas do sista r(t) Entrada Sista y(t) Saída Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

7 Modlação: Explos Capítulo Modlação Alguns xplos d sistas físicos Sistas cânicos Circuitos léctricos Sistas lctrocânicos Sistas téricos Sistas hidráulicos Dinâica d populaçõs... Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

8 Capítulo Modlação Sista d Controlo d Vlocidad (Cruis Control) v rf (t) + _ Controlador Motor v(t) Snsor d vlocidad Objctivo do sista d controlo Mantr constant a vlocidad do vículo Modlo do sista físico Entrada: força grada plo otor Saída: vlocidad v(t) do autoóvl v(t) Qual éo odlo atático dst sista físico qu rlaciona co v(t)? Fazndo hipótss siplificativas obt s u odlo. Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

9 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Li d Nwton (séc. XVII) F d(v)/ F soa das forças aplicadas ao corpo (N) v vctor vlocidad do corpo (/s) M assa do corpo (Kg) v onto linar Kg/s A força total aplicada a u corpo rígido é igual à drivada ord ao tpo do su onto linar Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

10 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Elntos Básicos Massa Mola X f (t) d x(t) Massa - Arazna nrgia cinética K X K K x(t) f s (t) f s (t) K x(t) Mola - Arazna nrgia potncial Kconstant da ola f s (t) força d rstituição da ola, rsultado d ua dforação (alonganto ou coprssão). Kx(t) é a força qu é ncssário xrcr para fctuar o alonganto (x(t)>0) ou a coprssão (x(t)<0). Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

11 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Elntos Básicos Atrito X (t) f d β dx(t) b b x(t) f d (t) X β dx(t) Atrito Elnto dissipador d nrgia bcoficint d atrito viscoso A força d atrito, f d (t), qu s opõ ao ovinto, é proporcional à vlocidad siplificação da ralidad é usualnt ua função não linar da vlocidad Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

12 Capítulo Modlação Sista d Controlo d Vlocidad (Cruis Control) v(t) Qual éo odlo atático dst sista físico qu rlaciona co v(t) assuindo as hipótss siplificativas? Hipótss siplificativas: Inércia rotacional das rodas é dsprzávl O atrito qu s opõ ao ovinto é proporcional à vlocidad (atrito viscoso) O autoóvl ov s no plano horizontal β Sista v (t) Força xtrna aplicada dx(t) Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

13 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Explo d ª Ord β Força xtrna aplicada Sista v (t) dx(t) Li d Nwton d x(t) forças aplicadas + fd (t) βv(t) Força xtrna Força do atrito dv(t) dv(t) Rprsntação d ntrada saída o no doínio do tpo o ntrada: o saída: v(t) o Equação difrncial linar d coficints constants d ª ord o Sista d ª ord A força d atrito opõ-s ao ovinto dv(t) + βv(t) Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

14 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Explo d ª Ord β Força xtrna aplicada Sista x(t) Li d Nwton forças aplicadas d x(t) dx(t) d x(t) + fd(t) β Força xtrna Força do atrito Rprsntação d ntrada saída o no doínio do tpo o ntrada: o saída: x(t) o Equação difrncial linar d coficints constants d ª ord o Sista d ª ord A força d atrito opõ-s ao ovinto d x(t) + dx(t) β Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

15 Sistas Mcânicos d Translação Capítulo Modlação Explo d ª Ord K β dx(t) β Força xtrna aplicada Sista x(t) Kx(t) d x(t) forças aplicadas dx(t) d x(t) f (t) β Kx(t) d x(t) + β dx(t) + Kx(t) Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

16 Função d Transfrência Capítulo Modlação dv(t) + βv(t) EQUAÇÃO DIFERENCIAL Rprsntação atática do sista no doínio do tpo para ua dada ntrada a saída pod obtr s por rsolução da quação difrncial Aplicando Transforada d Laplac unilatral considrando condiçõs iniciais nulas sv (s) + βv(s) F(s) V(s) F(s) TL[v(t)] TL[] X(s) 0 x( τ) s τ d τ Transforada d Laplac unilatral V(s) F(s) s + β FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA Rprsntação atática do sista no doínio da variávl coplxa s Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

17 Função d Transfrência Capítulo Modlação r(t) SLIT y(t) FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA G(s) Y(s) R(s) c.i. 0 R(s) Quocint da transforada d Laplac do sinal d saída pla transforada d Laplac do sinal d ntrada considrando nulas as condiçõs iniciais G(s) Y(s) Para condiçõs iniciais nulas Y (s) G(s).R(s ) A função d transfrência é u concito potnt para dscrvr o coportanto d sistas do ponto d vista d ntrada/saída Para SLITs, a função d transfrência caractriza copltant o sista do ponto d vista d ntrada saída Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

18 Função d Transfrência Capítulo Modlação r(t) SLIT y(t) Obtnção da solução da quação difrncial qu éa rprsntação do coportanto d ntrada saída r(t) Rsolução da q.difrncial y(t) R(s) G(s) Y(s) R(s) G(s) c.i. 0 Y(s) TL TL - R(s) Y (s) G(s).R(s) S as condiçõs iniciais for nulas Y(s) A função d transfrência é u concito potnt para dscrvr o coportanto d sistas do ponto d vista d ntrada/saída Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

19 Capítulo Modlação Função d Transfrência Diagraa d Blocos v(t) dv(t) + βv(t) V(s) F(s) s + β F(s) s + β V(s) x(t) F(s) s + β V(s) s X(s) O so sista físico Modlos difrnts F(s) s(s + β) X(s) && x(t) + βx(t) & Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

20 Cruis Control ( plano horizontal) Capítulo Modlação v(t) Sista físico odlo do sista físico V rf (s) + _ K F(s) s + β V(s) V(s) V (s) rf? controlador Sista controlado co controlador proporcional Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

21 Sistas Mcânicos d Rotação Capítulo Modlação rotação torno d u ixo Li d Nwton Eulr d θ(t) T(t) J T soa dos binários aplicados ao sista (N ) d θ(t) vctor aclração angular a qu o corpo stá sujito (rad/s ) J onto d inércia (Kg ) (suposto constant) A soa dos binários qu actua nu corpo é igual ao produto do onto d inércia dss corpo pla sua aclração angular. Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

22 Sistas Mcânicos d Rotação Capítulo Modlação Inércia Elntos Básicos d θ(t) T(t) J ω dω J Vlocidad angular Arazna nrgia cinética rotacional Mola Rotacional (t) T s K θ(t) Mola arazna nrgia potncial rotacional K constant da ola T s (t) binário d rstituição da ola rsultado d ua dforação torno do ponto d quilíbrio. K θ(t) é o binário qu é ncssário xrcr para fctuar a rotação. Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

23 Sistas Mcânicos d Rotação Capítulo Modlação Elntos Básicos Atrito Rotacional (t) T d β ω(t) Atrito Elnto dissipador d nrgia β b coficint d atrito viscoso O binário d atrito T d (t), qu s opõ ao ovinto, é proporcional à vlocidad angular siplificação da ralidad é usualnt ua função não linar da vlocidad Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

24 Sistas cânicos d rotação Capítulo Modlação Engrnag (caixa d dsultiplicação) Roda dntada ntrada Raio - # dnts - r N Roda dntada saída Raio - # dnts - r N A vlocidad linar éigual no ponto d contacto das duas rodas a dsultiplicação angular é invrsant proporcional ao quocint do núro d dnts. r θ r θ θ θ r r N N Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

25 Sistas cânicos d rotação Capítulo Modlação Engrnag (caixa d dsultiplicação) Roda dntada ntrada Raio - # dnts - r N Roda dntada saída Raio - # dnts - r N Supondo qu a ngrnag não acuula n dissipa nrgia a ultiplicação d binário é dirctant proporcional ao quocint do núro d dnts das rodas. Rsuo T θ T θ T T θ θ N N Enrgia rotacional θ θ Τ Τ N N N N Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

26 Explo: Pêndulo Capítulo Modlação T c (t) θ L g Pêndulo Massa toda concntrada na xtridad Braço d coprinto L [] Binário aplicado T c (t) [N.] Prgunta: Coo varia o ângulo θ(t) coo função d T c (t)? Monto d inércia torno do ponto d rotação J L J θ(t) & binários aplicados L θ(t) && T (t)-g L sinθ g θ &&(t) + sinθ L c Tc (t) L Eq. Difrncial não linar Não s pod obtr dirctant a Função d Transfrência Faz s linarização g Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal θ θ gcos θ gsin θ

27 Carro co pêndulo invrtido Capítulo Modlação M b L I F x θ Massa do carro Massa do pêndulo Coficint d atrito no ovinto do carro Coprinto do pêndulo Inércia do pêndulo Força xtrna aplicada ao carro Posição do carro Ângulo do pêndulo rlativant à vrtical Prtnd s: Equaçõs da dinâica d ovinto do sista tros d x d θ Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

28 Carro co pêndulo invrtido Capítulo Modlação Soa das forças no rfrncial horizontal associado ao carro M && x + bx& + N F Soa das forças no pêndulo na dircção horizontal N x & + Lθcosθ && Lθ N força d racção (dsconhcida) aplicada plo pêndulo & sinθ (M+ )x && + bx& + Lθcosθ && Lθ& sinθ F Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

29 Carro co pêndulo invrtido Capítulo Modlação Soa das forças prpndiculars ao pêndulo Psinθ + Ncosθ gsinθ Lθ& + xcosθ & Soa dos ontos torno do cntróid do pêndulo PLsinθ NLcosθ Iθ& (I+ L )θ& + glsinθ Lxcosθ & & Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

30 Carro co pêndulo invrtido Capítulo Modlação (M+ )x && + bx& + Lθcosθ && Lθ& (I+ L )θ& + glsinθ & Lxcosθ & sinθ F Sista d quaçõs difrnciais não linars Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

31 Sistas Elctrocânicos Capítulo Modlação Motor d corrnt contínua Parâtros caractrísticos: R a rsistência Oh L a indutância Hnry a tnsão d ntrada no circuito da aradura Volt i a corrnt no circuito da aradura Apr v b força contra lctrootriz Volt T binário disponívl no vio do otor Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

32 Motor d corrnt contínua Capítulo Modlação O rotor gira nu capo agnético Equação do circuito da aradura di a R aia + La + vb(t) a dθ (t) v b Kb K ω (t) Força contra-lctrootriz b tnsão aos trinais da rsistncia quda d tnsão na bobina Forca contra lctrootriz tnsão d ntrada no stator Ra Ia(s) + LasIa(s) + Vb (s) E a (s) E a (s) + _ R a + L a s I a (s) Θ (s) V b (s) sk b Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

33 Motor d corrnt contínua Capítulo Modlação Binario acssívl no vio do otor T K t I a T (s) K I (s) I (s) (proporcional a i a ; K t K b ) t a a T (s) K t E a (s) + _ R a + L a s I a (s) K t T (s) Q (s) V b (s) sk b (Ra + Las)T (s) + KbsΘ(s) E K t a (s) tros T tro θ Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

34 Motor d corrnt contínua Capítulo Modlação Equação do ROTOR Ω ( s) TL[ ω(t)] J sω(s) + βω(s) T (s) (J s + βs)θ(s) T (s) E a (s) + _ R a + L a s I a (s) K t T (s) s(sj + β ) Q (s) V b (s) sk b Por rduçõs sucssivas do diagraa d blocos, obtnha a função d transfrência do otor. Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

35 Motor d corrnt contínua Capítulo Modlação (Ra + Las)T (s) + KbsΘ(s) E K t a (s) (J s + βs)θ(s) T (s) (Ra + Las)(Js + βs) Θ(s) + KbsΘ(s) E K t S L a pudr sr dsprzada ( coparação co R a ) a (s) R a (Js + β) + Kb sθ(s) E K t Θ E a (s) (s) K s(s + a) a (s) Θ E (s) (s) K t/(r (β J Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal a s[s + Função d TRANSFERÊNCIA da fora a J ) K tk + R a b )]

36 Controlo d posição d u otor d corrnt contínua Capítulo Modlação Θ E a (s) (s) K s(s + a) Ε a (s) Ω (s) K (s + a) s Θ (s) Dinâica da vlocidad angular Sista d controlo d posição angular do otor Intgrador (posicao angular é o intgral da vlocidad angular. Pólo zro!) R(s) + _ K Ε a (s) K s + a s Θ (s) Θ(s) G(s) R(s) s KK + sa + KK Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

37 Capítulo Modlação Dinâica d condução d u robot óvl Y W rodas otoras θ(t) y(t) {R} Prgunta: Coo varia no tpo a posição (x,y) orintação θ do vículo função das vlocidads linars das duas rodas? {W} x(t) X W rodas otoras trasiras rodas diantiras não otorizadas x(t) & y(t) & θ(t) & v v v d d d (t) + v (t) + v (t) v L (t) cos( θ(t)) (t) sin( θ(t)) (t) v d (t) vlocidad linar da roda dirita v (t) vlocidad linar da roda squrda L distância ntr rodas Sista d 3 quaçõs difrnciais não linars Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

38 Capítulo Modlação Dinâica d condução d u robot óvl Y W rodas otoras θ(t) y(t) {R} Controlo: Qu valors dv tr v (t) v d (t) para qu o vículo siga u dtrinado cainho? v x(t) & v y(t) & v θ(t) & d d d (t) + v (t) + v (t) v L (t) cos( θ(t)) (t) sin( θ(t)) (t) Coordnadas do cainho a sguir {W} Controlador x(t) É co bas nst odlo do sista físico (é u odlo siplificado) qu s projcta o controlador v v d X W (x,y,θ) Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

39 Linarização Capítulo Modlação Sista não linar Aproxiação linar Explo: carro a alta vlocidad v(t) Força xtrna aplicada β Vlocidad lvada Força d atrito: tro linar + tro quadrático f d (t) β v(t) β v(t) β v(t) βv(t) dv(t) Sista não linar Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

40 Linarização: Explo Capítulo Modlação Condição d quilíbrio Sista não linar Aproxiação linar torno d ua situação d quilíbrio O qu é ua situação d quilíbrio? S osista stivr nua situação d quilíbrio não houvr nnhua prturbação, l anté s indfinidant nssa situação O sista stá nua situação d quilíbrio quando ua força xtrna iguala a força d atrito β v(t) β v(t) dv(t) dinâica não linar Caractrização do quilíbrio v(t) ct v dv(t) 0 f βv βv f β v + β v Os pars (v, f ) qu satisfaz sta rlação são pontos d quilíbrio do sista Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal 0

41 Linarização: xplo Capítulo Modlação Estudo do coportanto do sista torno d ua situação d quilíbrio (v, f ) v(t) v + f + δv(t) δ Incrntos pqunos torno do quilíbrio dv(t) β v(t) βv(t) d(v + δv(t)) (f + δ) β(v + δv(t)) β(v + δv(t)) V ct. dδv(t) (f linar linar??? + δ) β (v + δv(t)) β???? Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

42 Linarização: xplo Capítulo Modlação v(t) (v + δv(t))??? v Apr. séri d Taylor torno do ponto d quilíbrio dsprzando os tros não linars (ord suprior àª) v v Apr. séri d Taylor df f(x) f(x0 ) + dx x x 0 (x x 0 ) + d f dx x x 0 (x x 0 ) +... v(t) v + v δv(t) Dsprzando tros d ord suprior É válido para incrntos pqunos dδv(t) (f + δ) β(v + δv(t)) β(v + v δv(t)) Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

43 Linarização: xplo Capítulo Modlação dδv(t) (f + δ) β(v + δv(t)) β(v + f β v + β v Condição d quilíbrio v δv(t)) dδv(t) δ βδv(t) β v δv(t) dδv(t) + (β + βv ) δv(t) δ Eq. difrncial linar δv(s) δf(s) [s + (β + β v )] Função d transfrência Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

44 Linarização: xplo Capítulo Modlação Sista não linar v(t) dv(t) + β v(t) + β v(t) δ Sista Linarizado δv(t) dδv(t) + (β + β v ) δv(t) δ Rlaciona incrntos na saída co incrntos na ntrada Os incrntos são torno d u dtrinado ponto d quilíbrio (v,f ) A localização do pólo dpnd da vlocidad d opração v δv(s) δf(s) [s + (β + β v )] Função d transfrência Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

45 Pêndulo: Linarização Capítulo Modlação T c (t) L g θ &&(t) + sinθ L Tc (t) L θ g Não linar dvido ao tro sinθ θ 0, T c 0 Ponto d quilíbrio do sista Para θ pqunos (pqunas prturbaçõs torno do ponto d quilíbrio) sinθ θ Modlo linar qu dscrv o coportanto do sista, as só para θ pqunos g θ &&(t) + θ L Tc (t) L Controlo ºs 007/008 Isabl Ribiro, António Pascoal

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO 8 Expriência n 1 Lvantamnto da Curva Caractrística da Bomba Cntrífuga Radial HERO 1. Objtivo: A prsnt xpriência tm por objtivo a familiarização do aluno com o lvantamnto d uma CCB (Curva Caractrística

Leia mais

Modelagem de Sistemas Dinâmicos. Eduardo Camponogara

Modelagem de Sistemas Dinâmicos. Eduardo Camponogara Equações Diferenciais Ordinárias Modelagem de Sistemas Dinâmicos Eduardo Camponogara Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina DAS-5103: Cálculo Numérico para Controle

Leia mais

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS APÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS As filas m intrsçõs não smaforizadas ocorrm dvido aos movimntos não prioritários. O tmpo ncssário para ralização da manobra dpnd d inúmros fators,

Leia mais

Físico-Química Experimental II Bacharelado em Química Engenharia Química

Físico-Química Experimental II Bacharelado em Química Engenharia Química Físico-Quíica Exprintal II Bacharlado Quíica Engnharia Quíica Prof. Dr. Srgio Pilling Prática 7 Dtrinação da condutividad d ltrólitos forts fracos da constant d dissociação d ácidos fracos (x. ácido acético)

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

CONTROLO MEEC. Cap 2 Modelação de Sistemas Físicos. 1º semestre 2015/2016. Transparências de apoio às aulas teóricas. Isabel Ribeiro António Pascoal

CONTROLO MEEC. Cap 2 Modelação de Sistemas Físicos. 1º semestre 2015/2016. Transparências de apoio às aulas teóricas. Isabel Ribeiro António Pascoal Cpítulo - Modlção CONTROLO MEEC º sstr 05/06 Trnsprêncis d poio às uls tórics Cp Modlção d Sists Físicos Isbl Ribiro António Pscol Todos os diritos rsrvdos Ests nots não pod sr usds pr fins disqntos dquls

Leia mais

Vibrações Mecânicas. Vibração Livre Sistemas com 1 GL. Ramiro Brito Willmersdorf [email protected]

Vibrações Mecânicas. Vibração Livre Sistemas com 1 GL. Ramiro Brito Willmersdorf ramiro@willmersdorf.net Vibrações Mecânicas Vibração Livre Sistemas com 1 GL Ramiro Brito Willmersdorf [email protected] Departamento de Engenharia Mecânica Universidade Federal de Pernambuco 2015.1 Introdução Modelo 1

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

Dinâmica Longitudinal do Veículo

Dinâmica Longitudinal do Veículo Dinâmica Longitudinal do Vículo 1. Introdução A dinâmica longitudinal do vículo aborda a aclração frnagm do vículo, movndo-s m linha rta. Srão aqui usados os sistmas d coordnadas indicados na figura 1.

Leia mais

Análise de Sistemas em Tempo Contínuo usando a Transformada de Laplace

Análise de Sistemas em Tempo Contínuo usando a Transformada de Laplace Análise de Sistemas em Tempo Contínuo usando a Transformada de Laplace Edmar José do Nascimento (Análise de Sinais e Sistemas) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Vrsão prliinar 8 d junho d 4 Notas d Aula d ísica 6. OSCILAÇÕES... O OVIENTO HARÔNICO SIPLES - HS... HS - A vlocidad... 4 HS - A aclração... 4 HS - A LEI DA ORÇA... 5 HS - CONSIDERAÇÕES SOBRE ENERGIA...

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias

Equações Diferenciais Ordinárias Capítulo 8 Equações Diferenciais Ordinárias Vários modelos utilizados nas ciências naturais e exatas envolvem equações diferenciais. Essas equações descrevem a relação entre uma função, o seu argumento

Leia mais

CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - "STRAIN GAGES" Exemplo: extensômetro Huggenberger

CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - STRAIN GAGES Exemplo: extensômetro Huggenberger CAP. 3 - EXTENSÔMETOS - "STAIN GAGES" 3. - Extensômetros Mecânicos Exemplo: extensômetro Huggenberger Baseia-se na multiplicação do deslocamento através de mecanismos de alavancas. Da figura: l' = (w /

Leia mais

MODELO CINEMÁTICO DE UM ROBÔ MÓVEL

MODELO CINEMÁTICO DE UM ROBÔ MÓVEL MODELO CINEMÁTICO DE UM ROBÔ MÓVEL y r v ω r E v E y ω E v D b ω D r D θ x x (x,y) = Posição do referencial fixo no robô em relação ao referencial fixo no espaço de trabalho. θ = Ângulo de orientação do

Leia mais

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE Lógica Matmática Computacional - Sistma d Ponto Flutuant SISTEM DE PONTO FLUTUNTE s máquinas utilizam a sguint normalização para rprsntação dos númros: 1d dn * B ± 0d L ond 0 di (B 1), para i = 1,,, n,

Leia mais

Fichas de sistemas de partículas

Fichas de sistemas de partículas Capítulo 3 Fichas de sistemas de partículas 1. (Alonso, pg 247) Um tubo de secção transversal a lança um fluxo de gás contra uma parede com uma velocidade v muito maior que a agitação térmica das moléculas.

Leia mais

F 105 Física da Fala e da Audição

F 105 Física da Fala e da Audição F 105 Física da Fala e da Audição Prof. Dr. Marcelo Knobel Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) Universidade Estadual de Capinas (UNICAMP) [email protected] Vibrações e Ondas Variações teporais

Leia mais

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema Força cntral 3 O problma das forças cntrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA Uma força cntralé uma força (atrativa ou rpulsiva) cuja magnitud dpnd somnt da distância rdo objto à origm é dirigida ao longo

Leia mais

COLEÇÃO DARLAN MOUTINHO VOL. 04 RESOLUÇÕES. com. e voce

COLEÇÃO DARLAN MOUTINHO VOL. 04 RESOLUÇÕES. com. e voce COLEÇÃO DARLAN MOUTINHO VOL. 04 RESOLUÇÕES voc o c voc RESOLUÇÃO voc A1 [A] valors ínio áxio igual a -1 1. Portanto, b =. Coo o valor édio a dfasag são nulos a = 0 k = 0. T-s a sguint função: Os valors

Leia mais

Análise Numérica de uma Antena UWB Monopolo Planar com Cortes nos Cantos

Análise Numérica de uma Antena UWB Monopolo Planar com Cortes nos Cantos XXV SMPÓSO BRASLERO DE TELECOMUCAÇÕES - SBrT 8-5 DE SETEMBRO DE 8 RO DE AERO R Anális uérica d ua Antna UWB Monopolo Planar co Corts nos Cantos Karlo Q. da Costa Victor A. Ditriv Rsuo Est trabalho aprsnta

Leia mais

5 de Fevereiro de 2011

5 de Fevereiro de 2011 wwq ELECTRÓNICA E INSTRUMENTAÇÃO º Exae 010/011 Mestrado Integrado e Engenharia Mecânica Licenciatura e Engenharia e Arquitectura Naval 5 de Fevereiro de 011 Instruções: 1. A prova te a duração de 3h00

Leia mais

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T. Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos

Leia mais

Resumo. Sistemas e Sinais Definição de Sinais e de Sistemas (2) Definição de Sistemas. Esta Aula

Resumo. Sistemas e Sinais Definição de Sinais e de Sistemas (2) Definição de Sistemas. Esta Aula Resumo Sistemas e Sinais Definição de Sinais e de Sistemas (2) [email protected] Instituto Superior Técnico Definição de sistemas. Espaço de funções. Equações diferenciais e às diferenças. Sistemas com e

Leia mais

CAPÍTULO 11 CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA

CAPÍTULO 11 CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA APÍTUO 11 UTOS DE OENTE ATENADA 11.1- UM GEADO DE A Φ dt onsidere ua espira girando e u capo agnético confore a figura: -O fluxo agnético será: -onde: Φ Onde: epresentação: NBA OSΘ -ogo a fe induzida na

Leia mais

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída.

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída. Prof. Celso Módulo 0 83 SISTEMAS DE CONTOLE DE POSIÇÃO Objetivo: converter u coando de posição de entrada e ua resposta de posição de saída. Aplicações: - antenas - braços robóticos - acionadores de disco

Leia mais

Capítulo 15. Oscilações

Capítulo 15. Oscilações Capítulo 5 Oscilaçõs O Movinto Harônico Sipls MHS O Sista Massa-Mola Enrgia no Movinto Harônico Sipls O Pêndulo Sipls O Pndulo Físico O Monto d nércia O tora dos Eios Parallos O Movinto Circular Unifor

Leia mais

Capacidade em Rotundas. Métodos e Problemas

Capacidade em Rotundas. Métodos e Problemas Métodos Problmas Basado numa ompilação fita plos alunos Elisu Vinagr nº 37872 João Costa nº 37893 Susana Figuira nº 46088 IST/ Liniaturas m Engª Civil & Trritório - Mstrado m Transports - Gstão d Tráfgo

Leia mais

Coordenadas polares. a = d2 r dt 2. Em coordenadas cartesianas, o vetor posição é simplesmente escrito como

Coordenadas polares. a = d2 r dt 2. Em coordenadas cartesianas, o vetor posição é simplesmente escrito como Coordnadas polars Sja o vtor posição d uma partícula d massa m rprsntado por r. S a partícula s mov, ntão su vtor posição dpnd do tmpo, isto é, r = r t), ond rprsntamos a coordnada tmporal pla variávl

Leia mais

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é:

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é: nrgia no MHS Para studar a nrgia mcânica do oscilador harmônico vamos tomar, como xmplo, o sistma corpo-mola. A nrgia cinética do sistma stá no corpo d massa m. A mola não tm nrgia cinética porqu é uma

Leia mais

Representação de Números no Computador e Erros

Representação de Números no Computador e Erros Rprsntação d Númros no Computador Erros Anális Numérica Patrícia Ribiro Artur igul Cruz Escola Suprior d Tcnologia Instituto Politécnico d Stúbal 2015/2016 1 1 vrsão 23 d Fvriro d 2017 Contúdo 1 Introdução...................................

Leia mais

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. [email protected]

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE Glauco José Rodrigus d Azvdo 1, João Zangrandi Filho 1 Univrsidad Fdral d Itajubá/Mcânica, Av. BPS, 1303 Itajubá-MG,

Leia mais

Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Controlo 2005/2006. Controlo de velocidade de um motor D.C.

Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Controlo 2005/2006. Controlo de velocidade de um motor D.C. Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Controlo 2005/2006 Controlo de velocidade de um motor D.C. Elaborado por E. Morgado 1 e F. M. Garcia 2 Reformulado

Leia mais

Óptica Geométrica: Óptica de raios com matrizes

Óptica Geométrica: Óptica de raios com matrizes Óptica 0/007 UFRJ - IF Prof. Paulo H. S. Ribeiro Óptica Geométrica: Óptica de raios com matrizes Aula 4 Adriano Henrique de Oliveira Aragão Sumário Ótica Geométrica: postulados Princípio de Fermat A equação

Leia mais

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos.

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos. DETERMNAÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL DO PERÍODO DO PÊNDULO SMPLES Doutor m Ciências plo FUSP Profssor do CEFET-SP Est trabalho aprsnta uma rvisão do problma do pêndulo simpls com a dmonstração da quação do príodo

Leia mais

Atrito Estático. de deslizamento. Ela é devida à interacção entre as partículas dos dois corpos em contacto.

Atrito Estático. de deslizamento. Ela é devida à interacção entre as partículas dos dois corpos em contacto. Atrito Estático Introdução Tórica Smpr qu dois corpos stão m contacto como, por xmplo, um livro m cima d uma msa, xist uma força qu s opõ ao movimnto rlativo dos dois corpos. Suponha qu mpurra um bloco

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE 2ª ORDEM

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE 2ª ORDEM Caítulo II EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ª ORDEM Caítulo II Equaçõs Difrnciais Linars d ª Ordm Caítulo II Até agora já conhcmos uma séri d quaçõs difrnciais linars d rimira ordm Dfinirmos considrarmos

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

Para estudar o atrito estático seco, considere-se um bloco apoiado sobre uma prancha, ambos de madeira, e um referencial fixo na prancha.

Para estudar o atrito estático seco, considere-se um bloco apoiado sobre uma prancha, ambos de madeira, e um referencial fixo na prancha. Forças d Atrito Sco Exist forças d atrito ntr duas suprfícis contato quando xist ovinto rlativo ntr las (atrito cinético) ou quando não xist ovinto, as tndência d ovinto rlativo ntr las (atrito stático).

Leia mais

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno:

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno: Curso d Engnharia Mcânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson R Alvs Aluno: Turma: EA3N Smstr: 1 sm/2017 Data: 20/04/2017 Avaliação: 1 a Prova Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES DA

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Gabarito dos Exames para o 1º e 2º Anos 1ª QUESTÃO Movimento Retilíneo Uniforme Em um MRU a posição s(t) do móvel é dada por s(t) = s 0 + vt, onde s 0 é a posição

Leia mais

Resolução da Prova 1 de Física Teórica Turma C2 de Engenharia Civil Período

Resolução da Prova 1 de Física Teórica Turma C2 de Engenharia Civil Período Rsolução da Prova d Física Tórica Turma C2 d Engnharia Civil Príodo 2005. Problma : Qustõs Dados do problma: m = 500 kg ; v i = 4; 0 m=s ;! a = 5! g d = 2 m. Trabalho ralizado por uma força constant: W

Leia mais

Curso: Engenharia Industrial Elétrica. Análise de variáveis Complexas MAT 216 Turma: 01

Curso: Engenharia Industrial Elétrica. Análise de variáveis Complexas MAT 216 Turma: 01 urso: Egharia Idustrial Elétrica Aális d variávis omplas MAT 6 Profssora: Edmary S B Araújo Turma: Lista d Provas Rspodu Jsus: Em vrdad, m vrdad t digo: qum ão ascr da água do Espírito ão pod trar o rio

Leia mais

Determinação da carga específica do electrão, e/m

Determinação da carga específica do electrão, e/m Dtrinação da carga spcífica do lctrão, / Dpartanto d Física da FCTUC Coibra 003 Dtrinação da carga spcífica do lctrão, / 1. Objctivo i) studar o ovinto d partículas carrgadas (lctrõs) sob a acção d u capo

Leia mais

Modelização de pequenos robots autónomos: um exemplo

Modelização de pequenos robots autónomos: um exemplo REVISTA D DETUA, VL., Nº 1, SETEMBR 1997 133 Modlização d pqunos robots autónoos: u xplo Luís Alida Rsuo - Nos últios dois anos a Univrsidad d Aviro stv prsnt no aponato Intrnacional d Robótica Móvl ralizado

Leia mais

Figura 2.1: Carro-mola

Figura 2.1: Carro-mola Capítulo 2 EDO de Segunda Ordem com Coeficientes Constantes 2.1 Introdução - O Problema Carro-Mola Considere um carro de massa m preso a uma parede por uma mola e imerso em um fluido. Colocase o carro

Leia mais

Figura 11.1: Solenóides concatenados

Figura 11.1: Solenóides concatenados Capítulo 11 Lei da Indução Com as experiências de Oersted, viu-se que correntes elétricas geram campos magnéticos. Ficou então a seguinte dúvida: Pode o campo magnético gerar corrente? Michael Faraday

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais

MÁQUINAS SÍNCRONAS PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DAS MÁQUINAS ELÉTRICAS. Princípio de Funcionamento Aplicado ao Motor Elétrico

MÁQUINAS SÍNCRONAS PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DAS MÁQUINAS ELÉTRICAS. Princípio de Funcionamento Aplicado ao Motor Elétrico PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DAS MÁQUINAS ELÉTRICAS MÁQUINAS SÍNCRONAS Princípio d indução aplicado ao grador d tnsão Princípio d Funcionamnto Aplicado ao Motor Elétrico Princípio d Funcionamnto Aplicado

Leia mais

Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente

Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente MA211 - Cálculo II Marcos Eduardo Valle Departamento de Matemática Aplicada Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Universidade Estadual

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Eletrônica Departamento de Sistemas e Controle

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Eletrônica Departamento de Sistemas e Controle Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Eletrônica Departamento de Sistemas e ontrole EES-5/ ELE/AES Engenharia de ontrole LAB : rojeto e Simulação de ontrolador com ealimentação de

Leia mais

Dinâmica do movimento de Rotação

Dinâmica do movimento de Rotação Dinâmica do movimento de Rotação Disciplina: Mecânica Básica Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: O que significa o torque produzido por uma força;

Leia mais

6ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA

6ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA DEPARTAMENTO DE FÍSICA DA TERRA E DO MEIO AMBIENTE CURSO: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I E SEMESTRE: 2008.1 6ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA Considr g=10

Leia mais

B. A. Angelico, P. R. Scalassara, A. N. Vargas, UTFPR, Brasil

B. A. Angelico, P. R. Scalassara, A. N. Vargas, UTFPR, Brasil Função de Transferência Relação Entrada-Saída Desejamos obter a expressão M(s) = Y(s) R(s) Para obter essa expressão, devemos realizar uma analise de algebra de blocos. Perceba que a relação entre o sinal

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.3. Taxas d Câmbio ominais Rais 6.4. O Princípio da Paridad dos Podrs d Compra Burda & Wyplosz,

Leia mais

Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua

Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua Há várias maneiras para se controlar a velocidade de motores de corrente contínua. A modulação por largura de pulso ( PWM pulse width modulation )

Leia mais

ESCOLA DE ENGEHARIA DE SÃO CARLOS - USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA MATERIAL COMPLEMENTAR

ESCOLA DE ENGEHARIA DE SÃO CARLOS - USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA MATERIAL COMPLEMENTAR ESCOLA DE ENGEHARIA DE SÃO CARLOS - USP KELEN CRISTIANE TEIXEIRA VIVALDINI MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA MATERIAL COMPLEMENTAR SÃO CARLOS 2009 LISTA DE FIGURAS FIGURA 01: Motor de corrente contínua...4 FIGURA

Leia mais

Instituto de Física da Universidade de São Paulo

Instituto de Física da Universidade de São Paulo Instituto d Física da Univrsidad d São Paulo Física para Engnharia II - 096 Solução da Lista d xrcícios - 0 Monitor: Danil Câara d Souza (Quando ncssário utiliz g = 0 /s. Na figura abaixo, ostraos duas

Leia mais

Problemas sobre Sistemas Não Lineares

Problemas sobre Sistemas Não Lineares Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Controlo em Espaço de Estados Problemas sobre Sistemas Não Lineares Organizada por J. Miranda Lemos 0 J. M. Lemos IST P. (Construção do

Leia mais

Aula 8 Controladores do tipo Proporcional, Integral e Diferencial

Aula 8 Controladores do tipo Proporcional, Integral e Diferencial Aula 8 Controladores do tipo Proporcional, Integral e Diferencial Introdução Estrutura do Controlador PID Efeito da Ação Proporcional Efeito da Ação Integral Efeito da Ação Derivativa Sintonia de Controladores

Leia mais

Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade

Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade Baseado no trabalho Controlo de Velocidade de um motor DC de E. Morgado, F. Garcia e J. Gaspar João Miguel Raposo Sanches 1 o

Leia mais

AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU

AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU ANEXO II Coficint d Condutibilidad Térmica In-Situ AII. ANEXO II COEFICIENTE DE CONDUTIBILIDADE TÉRMICA IN-SITU AII.1. JUSTIFICAÇÃO O conhcimnto da rsistência térmica ral dos componnts da nvolvnt do difício

Leia mais

UniposRio - FÍSICA. Leia atentamente as oito (8) questões e responda nas folhas de respostas fornecidas.

UniposRio - FÍSICA. Leia atentamente as oito (8) questões e responda nas folhas de respostas fornecidas. UniposRio - FÍSICA Exame Unificado de Acesso às Pós-Graduações em Física do Rio de Janeiro 9 de novembro de 00 Nome (legível): Assinatura: Leia atentamente as oito (8) questões e responda nas folhas de

Leia mais

Root Locus (Método do Lugar das Raízes)

Root Locus (Método do Lugar das Raízes) Root Locus (Método do Lugar das Raízes) Ambos a estabilidade e o comportamento da resposta transitória em um sistema de controle em malha fechada estão diretamente relacionadas com a localização das raízes

Leia mais

RAIOS E FRENTES DE ONDA

RAIOS E FRENTES DE ONDA RAIOS E FRENTES DE ONDA 17. 1, ONDAS SONORAS ONDAS SONORAS SÃO ONDAS DE PRESSÃO 1 ONDAS SONORAS s Onda sonora harmônica progressiva Deslocamento das partículas do ar: s (x,t) s( x, t) = s cos( kx ωt) m

Leia mais

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno:

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno: Curso d Engnharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson Alvs Aluno: Turma: EQ2M Smstr: 2 sm/2016 Data: 25/11/2016 Avaliação: 2 a Prova Bimstral Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES

Leia mais

Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes

Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes Pêndulo Simples 6.1 Introdução: Capítulo 6 Um pêndulo simples se define como uma massa m suspensa por um fio inextensível, de comprimento com massa desprezível em relação ao valor de m. Se a massa se desloca

Leia mais

EA616 - Análise Linear de Sistemas Aula 28 - Estabilidade do Estado

EA616 - Análise Linear de Sistemas Aula 28 - Estabilidade do Estado Aula 28 EA616 - Análise Linear de Sistemas Aula 28 - Estabilidade do Estado Prof. Ricardo C.L.F. Oliveira Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Universidade Estadual de Campinas 2 o Semestre

Leia mais

B. A. Angelico, P. R. Scalassara, A. N. Vargas, UTFPR, Brasil

B. A. Angelico, P. R. Scalassara, A. N. Vargas, UTFPR, Brasil Função de Transferência Relação Entrada-Saída Desejamos obter a expressão M(s) = Y(s) R(s) Para obter essa expressão, devemos realizar uma analise de algebra de blocos. Perceba que a relação entre o sinal

Leia mais

Equações Diferenciais

Equações Diferenciais Equações Diferenciais EQUAÇÕES DIFERENCIAS Em qualquer processo natural, as variáveis envolvidas e suas taxas de variação estão interligadas com uma ou outras por meio de princípios básicos científicos

Leia mais

Introdução ao Estudo de Sistemas Dinâmicos

Introdução ao Estudo de Sistemas Dinâmicos Introdução ao Estudo de Sistemas Dinâmicos 1 01 Introdução ao Estudo de Sistemas Dinâmicos O estudo de sistemas dinâmicos envolve a modelagem matemática, a análise e a simulação de sistemas físicos de

Leia mais

Análise Numérica pelo Método dos Momentos (MoM) de uma Antena Monopolo Planar com Quatros Espiras Parasitas

Análise Numérica pelo Método dos Momentos (MoM) de uma Antena Monopolo Planar com Quatros Espiras Parasitas Anális Nuérica plo Método dos Montos (MoM) d ua Antna Monopolo Planar co Quatros Espiras Parasitas Karlo Q. da Costa Univrsidad Fdral do Pará - Faculdad d Engnharia d Tucuruí 68464-000 Tucuruí PA E-ail:

Leia mais

FÍSICA 3. k = 1/4πε 0 = 9,0 10 9 N.m 2 /c 2 1 atm = 1,0 x 10 5 N/m 2 tan 17 = 0,30. a (m/s 2 ) 30 20 10 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0.

FÍSICA 3. k = 1/4πε 0 = 9,0 10 9 N.m 2 /c 2 1 atm = 1,0 x 10 5 N/m 2 tan 17 = 0,30. a (m/s 2 ) 30 20 10 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0. FÍSIC 3 Valores de algumas grandezas físicas celeração da gravidade: 1 m/s Carga do elétron: 1,6 x 1-19 C Constante de Planck: 6,6 x 1-34 J Velocidade da luz: 3 x 1 8 m/s k = 1/4πε = 9, 1 9 N.m /c 1 atm

Leia mais

APOSTILA DE FUNDAMENTOS DA TERMODINÂMICA. Depto. de Engenharia Mecânica Universidade de Taubaté UNITAU Prof. Dr. Fernando Porto

APOSTILA DE FUNDAMENTOS DA TERMODINÂMICA. Depto. de Engenharia Mecânica Universidade de Taubaté UNITAU Prof. Dr. Fernando Porto APOSTILA DE FUNDAMENTOS DA TERMODINÂMICA Dpto d Engnharia Mcânica Unirsidad d Taubaté UNITAU Prof Dr Frnando Porto Pouco, poré b fito Carl Fridrich Gauss Dus stá co aquls qu prsra Alcorão capítulo VIII

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Departamento de Matemática

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Departamento de Matemática Univrsidad Fdral do Rio d Janiro Instituto d Matmática Dpartamnto d Matmática Gabarito da Prova Final d Cálculo Difrncial Intgral II - 07-I (MAC 8 - IQN+IFN+Mto, 6/06/07 Qustão : (.5 pontos Rsolva { xy.

Leia mais

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO ERROS ESTACIONÁRIOS Control Mlh Abrt Fhd Constnts d rro Tios d sistms Erros unitários Exmlo Control m mlh brt Ação bási, sm rlimntção A ntrd do ontroldor é um sinl d rrêni A síd do ontroldor é o sinl d

Leia mais

Introdução às equações diferenciais

Introdução às equações diferenciais Introdução às equações diferenciais Professor Leonardo Crochik Notas de aula 1 O que é 1. é uma equação:... =... 2. a incógnita não é um número x R, mas uma função x(t) : R R 3. na equação estão presentes,

Leia mais

Prof. Graça. Circuitos elétricos CC

Prof. Graça. Circuitos elétricos CC 01 Prof. Graça Circuitos elétricos CC Circuitos elétricos de CC Conteúdo Circuitos Equivalentes Princípio da Superposição Elementos Lineares egras de Kirchoff Divisor de tensão Circuito de várias malhas

Leia mais

Análise de Erro Estacionário

Análise de Erro Estacionário Análise de Erro Estacionário Sistema de controle pode apresentar erro estacionário devido a certos tipos de entrada. Um sistema pode não apresentar erro estacionário a uma determinada entrada, mas apresentar

Leia mais