6ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "6ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA DEPARTAMENTO DE FÍSICA DA TERRA E DO MEIO AMBIENTE CURSO: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I E SEMESTRE: ª LISTA DE EXERCÍCIOS - DINÂMICA Considr g=10 m/s 2 para a rsolução d todas as qustõs. 1.) Sgundo a figura abaixo, alul o ofiint d atrito ntr o bloo A a suprfíi s: a) O sistma s mov m movimnto rtilíno uniform. b) O sistma s mov om alração a. Dados: O bloo A tm massa m o bloo B massa M, om M > m. O ofiint d atrito státio inétio ntr B a suprfíi são µ µ rsptivamnt. 2.) Um lvador pod funionar omo mostra a figura abaixo. Supondo qu o pso do lvador E sja d 1000 N, o pso C 200 N o ofiint d atrito inétio (ntr o lvador a pard) sja 0,5. Prgunta-s: a) Qual o valor d força latral F qu s dv apliar ao lvador para qu l dsça om vloidad onstant? b) Qual dv sr o valor dssa força s agora o lvador ds om alração d 0,5 m/s 2. 3.) Um bloo A, d massa m=10 kg, stá sobr um arro B, o qual ds por uma rampa sm atrito, omo mostra a figura, sm qu A sorrgu sobr B. Sndo sin θ =0.6 os θ =0.80. Calul a intnsidad da força normal (N) da força d atrito, xridas plo arro sobr o bloo A.

2 4.) Na figura abaixo os bloos A B têm 100 N d pso ada um. Os ofiints d atrito státio ntr os bloos ntr o bloo B o plano inlinado são iguais. O ângulo d inlinação do plano θ =37 0. O fio qu mantém o bloo A é parallo ao plano inlinado. a) Faça um diagrama d todas as forças apliadas a ada orpo isoladamnt. Tndo o dslizamnto do bloo minnt, dtrmin (b) o ofiint d atrito státio. () o módulo da tração no fio. 5.) Uma moda é oloada sobr uma plataforma irular qu gira xutando 4 rotaçõs ompltas m 2,5 s. a) Calul o módulo da vloidad da moda supondo qu la stja situada a uma distânia d 6 m do ntro d rotação da plataforma, sm dslizar sobr a plataforma. b) Sndo a massa da moda 10 g, alul a força ntrípta qu atua sobr a moda nst instant. ) Qual é o valor da força d atrito qu atua sobr a moda nas ondiçõs do itm (a)? 6.) No sistma mostrado abaixo, o bloo A d massa m A = 25 kg d omprimnto 0,5 m, rpousa sobr um plano inlinado d 30 o m rlação à horizontal sm atrito. O bloo B d massa m B = 5 kg, oloado sobr A, é prso à pard por um fio. O ofiint d atrito inétio ntr ls é 0,1. a) Faça um diagrama d todas as forças qu atuam sobr ada orpo isoladamnt. b) Apliando-s uma força onstant d 5 N, dtrmin a vloidad do bloo A ao fim d 0,3 s.

3 7.) O orpo d massa m 2 = 10 kg sorrga sobr o plano d inlinação θ =15 o sm atrito. Os ofiints d atrito státio inétio ntr m 2 m 1 = 5 kg são µ =0,6 µ = 0,4. Considr sin θ =0,26 os θ =0,97. Supondo qu o sistma s dsloa na dirção d m 3. a) Qual é a alração máxima d m 1? b) Qual o valor máximo d m 3 quando m 1 dsloa-s, sm sorrgar, om m 2? ) S a massa m 3 é o dobro do valor nontrado no itm (b) dtrmin a alração d ada orpo a tnsão no abo. 8.) Os orpos A B têm massas m A =4 kg m B =1 kg stão sobr um plano inlinado fixo d inlinação θ =30 o. O orpo C, pndurado plo fio (inxtnsívl d massa dsprzívl), tm massa m C = 10 kg. O of. d atrito inétio ntr as suprfíis m ontato val µ =0,5. a) Coloqu na figura, todas as forças qu atuam nos orpos A, B C. b) Qual a alração do sistma? ) Qual o valor da força d ração d A sobr B? 9.) O bloo A, apoiado m uma suprfíi plana horizontal sm atrito, mov-s m movimnto d alração a, mpurrado por uma força horizontal F. O bloo A por sua vz mpurra um bloo B, omo mostra a figura, d modo qu B não aia. Suponha qu o ofiint d atrito státio ntr os bloos A B sja µ =0,40. a) Dtrmin o módulo do vtor alração a. b) Supondo qu as massas d A B sjam m A =8,0 kg m B =2,0 kg. Calul o valor da intnsidad d F. 10.) No topo d um plano inlinado d altura h xistm dois bloos. A inlinação do plano m rlação à horizontal val θ =45 o. Um dos bloos é largado no ar, sm vloidad iniial o tmpo da quda livr dst bloo é igual a t. O outro bloo é

4 largado sobr o plano, também sm vloidad iniial, lva um tmpo igual a 2t para dslizar até a bas do plano. Calul: a) a alração do bloo qu dslizou sobr o plano. b) o ofiint d atrito inétio ntr o plano o bloo. 11.) Uma massa m 1 stá sobr um plano inlinado horizontal ligado por um fio dlgado, qu passa por um suport sm atrito, a uma outra massa m 2 d 2,5 kg pndurada a 1,5 m do solo (figura abaixo). O sistma omça a s movr do rpouso a sgunda massa, m 2, bat no solo no instant t=0,82 s. O sistma é rordnado, na msma posição iniial, uma trira massa d 1,2 kg é oloada sobr o bloo massa m 1. Partindo do rpouso, o orpo d massa 2,5 kg hga ao solo m 1,3 s dpois. Dtrminar a massa m 1 o ofiint d atrito ntr m 1 o plano horizontal. 12.) O squma a sguir rprsnta um diso horizontal qu, aoplado rigidamnt a um ixo vrtial, gira uniformmnt sm sofrr rsistênia do ar. Sobr o diso stão apoiados dois bloquinhos, A B, onstituídos d matriais difrnts, qu distam do ixo d 40 m 20 m, rsptivamnt. Os bloquinhos stão na iminênia d dslizar, ntão obtnha: a) a rlação v A /v B das vloidads linars ntr A B m rlação ao ixo. b) a rlação µ A / µ B dos ofiints d atrito státio ntr os bloos A B o diso. 13.) Na figura abaixo, um trabalhador uidadoso aplia uma força F ao longo do abo d um sfrgão. O abo faz um ângulo om a vrtial, sndo µ µ os rsptivos ofiints d atrito státio inétio ntr o sfrgão o hão. Dsprz a massa do abo suponha qu toda massa m stja no sfrgão. (a) Qual o valor d F, s o sfrgão s mov plo hão om vloidad onstant? (b) Mostr qu, s θ é mnor do qu um dtrminado θ o, ntão F (ainda apliada ao longo do abo) é inapaz d movr o sfrgão. Dtrmin θ o.

5 14.) O dispositivo da figura gira m torno do ixo vrtial om a vloidad angular w. (a) Qual dv sr o valor d w para qu o fio d omprimnto l om a bolinha suspnsa d massa m faça um ângulo θ om a vrtial. (b) Qual a tnsão no fio nsta situação? 15.) Na figura abaixo, o orpo d massa m 2 = 10 kg sorrga sobr uma msa sm atrito. Os ofiints d atrito státio inétio ntr m 2 m 1 =5 kg são µ =0,6 µ =0,4. (a) Qual é a alração máxima d m1? (b) S m 3 = 30 kg, dtrminar a alração d ada orpo a tnsão na orda. 16.) Um poro, qu gosta d brinar d sorrga, ds uma rta rampa om 35 o d inlinação (figura abaixo) no dobro do tmpo qu l lvaria para dsr um sorrga liso om 35 o d inlinação. (a) Qual é o ofiint d atrito inétio ntr o poro a rampa? (b) Sndo L=0.5 m, o omprimnto do sorrgador, dtrmin o tmpo nssário para qu atinja a bas do sorrga a sua vloidad.

6 17.)Dois bloos A B, ambos d massa m, stão ligados por um fio, qu passa por uma polia d massa dsprzívl, qu gira sm atrito. O bloo A stá apoiado sobr um arrinho d massa 4 m, qu pod s dsloar sobr a suprfíi horizontal sm nontrar qualqur rsistênia. A figura a sguir mostra a situação dsrita. Quando o onjunto é librado, B ds A s dsloa om atrito onstant sobr o arrinho, alrando-o. Sndo o ofiint d atrito dinâmio ntr A o arrinho 0,20 onsidrando g=10 m/s 2. Dtrmin: (a) a alração do arrinho; (b) a alração do sistma onstituído por A B; 18.) Um orpo D om 6 kg d massa stá sobr uma suprfíi ônia ABC, sm atrito, girando m torno do ixo EE 1 om vloidad angular d 10 rv/min. Calular: a) a vloidad linar do orpo; b) a ração da suprfíi sobr o orpo; ) a tnsão no fio; d) a vloidad angular nssária para qu a ração do plano sja zro. 19.) Uma pquna bola d massa m, iniialmnt m A, dsliza sobr uma suprfíi irular ADB sm atrito. Dmonstr qu quando a bola stá no ponto C, a vloidad angular a força xrida pla suprfíi são, rsptivamnt, dadas por: ω = 2 g snα / r 1 / N = 3 m g snα [( ) ] 2

7 20.) No pêndulo da figura, a bola dsrv uma irunfrênia horizontal om vloidad angular d 3 rad/s. Calul a tnsão na orda o ângulo qu la faz om a vrtial para o aso m qu M = 12 kg L = 1,16 m. 21.) Um orpo uja massa é d 2 kg mov-s sobr uma suprfíi lisa horizontal sob a ação da força horizontal F = 55 + t 2 (SI). Calul a vloidad do orpo quando t = 5 s. O orpo stava m rpouso m t = ) Dtrmin a alração d m na figura, s o ofiint d atrito om o solo é µ.. Calul a força qu o solo xr no orpo. Dados: m = 2 kg; α = 37 o ; µ = 0,2; F = 15 N. 23.) Uma pdra om 0,4 kg d massa stá ligada a uma das xtrmidads d uma orda ujo omprimnto é 0,8 m. S a pdra gira a 80 rpm m movimnto irular horizontal, qual a intnsidad da força qu a orda xr na pdra? S a ruptura da orda oorr para tnsõs maiors qu 50 N, qual a maior vloidad angular possívl para a pdra? 24.) Um orpo om 45 kg d massa é lançado vrtialmnt om vloidad iniial d 60 m/s. A rsistênia do ar ao movimnto é dada por f = - 3 v/100 (SI). Calul o tmpo dorrido dsd o lançamnto até a altitud máxima. Qual a altitud máxima? 25.) Um lvador vazio, d 5000 kg, ds om alração onstant. Partindo do rpouso, l prorr 30 m durant os primiros 10 s. Calul a tnsão no abo qu puxa o lvador. 26.) Um avião puxa dois planadors, um atrás do outro. A massa d ada planador é d 1200 kg a força d atrito sobr ada planador, suposta onstant, é igual a 2000 N. A tnsão no abo qu liga o avião ao primiro planador não pod xdr 10 4 N.

8 a) S é nssária uma vloidad d 40 m/s para a dolagm, qual dv sr a xtnsão mínima da pista? b) Qual a tnsão no abo qu liga os planadors nquanto alrados para a dolagm? 27.) Considr a figura abaixo. A massa m stá apoiada sobr a msa sm atrito. Uma orda, d massa dsprzívl, liga a massa m om a massa M. Dtrmin a vloidad angular d m para qu M prmança m rpouso. 28) Um orpo d pso W rpousa m uma suprfíi inlinada omo mostra a figura. Um ixo ligado ao sistma força-o a girar m torno do ixo vrtial. Enontr as rpm para as quais a tração na orda é igual ao pso do orpo.

9 GABARITO: Mg µ sin θ 1) a) µ F mg ( M msin θ) g ( M + m) a µ F A = ; b) µ A = mg osθ mg osθ 2) a) 1600 N; b) 1480 N 3) N= 64 N fat = 48 N 4) b) 0,25 ; ) 80 N 5) a) 0,6 m/s ; b) 0,06 N; ) 0,06 N 6) b) 1,5 m/s 7) a) 3,22 m/s 2 ; b) 13 kg; ) a 1 = 1,18 m/s 2 ; a 2 = 5,9 m/s 2. 8) b)1,1 m/s 2 ; ) 14,75 N 9) a) 25 m/s 2 ; b) 250 N 10) a) 3,6 m/s 2 ; b) µ =0,5 11) m 1 = 1,22 kg µ = 0, 67 12) a) V A / V B = 2 b) µ A / µ B = 2 µ mg 13) F = θ tan 1 o = ( µ ) 14) w = g tgθ / ( d + l snθ ) snθ µ osθ 15) a) 6 m/s 2 ; b) a 1 = 4 m/s 2 a 2 = 7 m/s 2 16) a) µ = 0, 52 ; b) t=0,84 s v=1,18 m/s 17) a) 0,5 m/s 2 b) 4 m/s 2 18) 4,1 m/s ; 39 N ; 52 N ; 2,1 rad/s 19) dmonstração 20) 125,3 N ; 16,7 o 21) 158,3 m/s 22) 4,9 m/s 2 ; 11,2 N 23) 22,46 N ; 12,5 rad/s 24) 5,99 s ; 178,15 m 25) 47 kn 26) 320 m ; 5000 N 27) {(M g)/(m r)} 1/2 28) 20 rpm

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T. Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo de Madeira Torres. Ficha de Avaliação Diagnóstica de Física e Química A 2013/2014 Aluno: nº Data: Professor

Escola Secundária com 3º Ciclo de Madeira Torres. Ficha de Avaliação Diagnóstica de Física e Química A 2013/2014 Aluno: nº Data: Professor Esola Seundária om 3º Cilo de Madeira Torres. Fiha de Avaliação Diagnóstia de Físia e Químia A 203/204 Aluno: nº Data: Professor Grupo I. A figura mostra um esquema do iruito de Indianápolis, onde se realizam

Leia mais

Atrito Fixação - Básica

Atrito Fixação - Básica 1. (Pucpr 2017) Um bloco d massa stá apoiado sobr uma msa plana horizontal prso a uma corda idal. A corda passa por uma polia idal na sua xtrmidad final xist um gancho d massa dsprzívl, conform mostra

Leia mais

COEFICIENTES DE ATRITO

COEFICIENTES DE ATRITO Físia Geral I EF, ESI, MAT, FQ, Q, BQ, OCE, EAm Protoolos das Aulas Prátias 003 / 004 COEFICIENTES DE ATRITO 1. Resumo Corpos de diferentes materiais são deixados, sem veloidade iniial, sobre um plano

Leia mais

Segunda Prova de Física Aluno: Número USP:

Segunda Prova de Física Aluno: Número USP: Sgunda Prova d Física 1-7600005 - 2017.1 Aluno: Númro USP: Atnção: i. Não adianta aprsntar contas sm uma discussão mínima sobr o problma. Rspostas sm justificativas não srão considradas. ii. A prova trá

Leia mais

Dinâmica Longitudinal do Veículo

Dinâmica Longitudinal do Veículo Dinâmica Longitudinal do Vículo 1. Introdução A dinâmica longitudinal do vículo aborda a aclração frnagm do vículo, movndo-s m linha rta. Srão aqui usados os sistmas d coordnadas indicados na figura 1.

Leia mais

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE Lógica Matmática Computacional - Sistma d Ponto Flutuant SISTEM DE PONTO FLUTUNTE s máquinas utilizam a sguint normalização para rprsntação dos númros: 1d dn * B ± 0d L ond 0 di (B 1), para i = 1,,, n,

Leia mais

Processo Avaliativo TRABALHO - 1º Bimestre/2017 Disciplina: Física A 2ª série EM A Data: Nome do aluno Nº Turma

Processo Avaliativo TRABALHO - 1º Bimestre/2017 Disciplina: Física A 2ª série EM A Data: Nome do aluno Nº Turma Procsso Avaliativo TRABALHO - 1º Bimstr/2017 Disciplina: Física A 2ª séri EM A Data: Nom do aluno Nº Turma Atividad Avaliativa: A atividad dv sr rspondida ENTREGUE. Todas as qustõs, dvm contr as rsoluçõs,

Leia mais

Física A 1. Na figura acima, a corda ideal suporta um homem pendurado num ponto eqüidistante dos dois apoios ( A 1

Física A 1. Na figura acima, a corda ideal suporta um homem pendurado num ponto eqüidistante dos dois apoios ( A 1 Física Vstibular Urj 98 1ª fas Qustão 16 A 1 A 2 θ Na figura acima, a corda idal suporta um homm pndurado num ponto qüidistant dos dois apoios ( A 1 A 2 ), a uma crta altura do solo, formando um ângulo

Leia mais

a) 1. b) 0. c) xnw. d) q (Espm 2014) Se a matriz 7. (Pucrs 2014) Dadas as matrizes A = [ 1 2 3] a) 18 b) 21 c) 32 d) 126 e) 720 Se a matriz M=

a) 1. b) 0. c) xnw. d) q (Espm 2014) Se a matriz 7. (Pucrs 2014) Dadas as matrizes A = [ 1 2 3] a) 18 b) 21 c) 32 d) 126 e) 720 Se a matriz M= Dtrminant. (Upg 4) Considrando as matrizs abaixo, sndo dt A = 5, dtb= dtc=, assinal o qu for orrto. x z x y x A =,B= 4 5 x+ z y C= ) x+ y+ z= 4 ) A C= 4) B C= 4 8) y = x 6) 6 4 A+ B= 6 5 T. (Uds 4) S A

Leia mais

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita:

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita: Máquinas Térmicas Para qu um dado sistma raliz um procsso cíclico no qual rtira crta quantidad d nrgia, por calor, d um rsrvatório térmico cd, por trabalho, outra quantidad d nrgia à vizinhança, são ncssários

Leia mais

1. (2,0) Um cilindro circular reto é inscrito em uma esfera de raio r. Encontre a maior área de superfície possível para esse cilindro.

1. (2,0) Um cilindro circular reto é inscrito em uma esfera de raio r. Encontre a maior área de superfície possível para esse cilindro. Gabarito da a Prova Unificada d Cálculo I- 15/, //16 1. (,) Um cilindro circular rto é inscrito m uma sfra d raio r. Encontr a maior ára d suprfíci possívl para ss cilindro. Solução: Como o cilindro rto

Leia mais

Resolução da Prova 1 de Física Teórica Turma C2 de Engenharia Civil Período

Resolução da Prova 1 de Física Teórica Turma C2 de Engenharia Civil Período Rsolução da Prova d Física Tórica Turma C2 d Engnharia Civil Príodo 2005. Problma : Qustõs Dados do problma: m = 500 kg ; v i = 4; 0 m=s ;! a = 5! g d = 2 m. Trabalho ralizado por uma força constant: W

Leia mais

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é:

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é: nrgia no MHS Para studar a nrgia mcânica do oscilador harmônico vamos tomar, como xmplo, o sistma corpo-mola. A nrgia cinética do sistma stá no corpo d massa m. A mola não tm nrgia cinética porqu é uma

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO AMONÍACO

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO AMONÍACO PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO AMONÍACO A ração d sínts do amoníao é uma ração rvrsívl. As quaçõs químias das raçõs das raçõs rvrsívis ontêm duas stas d sntidos opostos a sparar ragnts produtos d ração. Ragnts

Leia mais

ASSUNTO Nº 4 POLARIDADE INSTANTÂNEA DE TRANSFORMADORES

ASSUNTO Nº 4 POLARIDADE INSTANTÂNEA DE TRANSFORMADORES ASSUNTO Nº 4 POLARIDADE INSTANTÂNEA DE TRANSFORMADORES 17 As associaçõs d pilhas ou batrias m séri ou parallo xigm o domínio d suas rspctivas polaridads, tnsõs corrnts. ALGUMAS SITUAÇÕES CLÁSSICAS (pilhas

Leia mais

TRABALHO DA FORÇA ELÉTRICA I) RESUMO DAS PRINCIPAIS FÓRMULAS E TEORIAS: A) TABELA -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

7] As polias indicadas na figura se movimentam em rotação uniforme, ligados por um eixo fixo.

7] As polias indicadas na figura se movimentam em rotação uniforme, ligados por um eixo fixo. Colégio Militar de Juiz de Fora Lista de Exercícios C PREP Mil Prof.: Dr. Carlos Alessandro A. Silva Cinemática: Vetores, Cinemática Vetorial, Movimento Circular e Lançamento de Projéteis. Nível I 1] Dois

Leia mais

Exame de Matemática Página 1 de 6. obtém-se: 2 C.

Exame de Matemática Página 1 de 6. obtém-se: 2 C. Eam d Matmática -7 Página d 6. Simplificando a prssão 9 ( ) 6 obtém-s: 6.. O raio r = m d uma circunfrência foi aumntado m 5%. Qual foi o aumnto prcntual da ára da sgunda circunfrência m comparação com

Leia mais

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2 F128-Lista 11 1) Como parte de uma inspeção de manutenção, a turbina de um motor a jato é posta a girar de acordo com o gráfico mostrado na Fig. 15. Quantas revoluções esta turbina realizou durante o teste?

Leia mais

Taxas Relacionadas. Começaremos nossa discussão com um exemplo que descreve uma situação real.

Taxas Relacionadas. Começaremos nossa discussão com um exemplo que descreve uma situação real. 6/0/008 Fatec/Tatuí Calculo II - Taxas Relacionadas 1 Taxas Relacionadas Um problema envolvendo taxas de variação de variáveis relacionadas é chamado de problema de taxas relacionadas. Os passos a seguir

Leia mais

Adriano Pedreira Cattai

Adriano Pedreira Cattai Adriano Pdrira Cattai apcattai@ahoocombr Univrsidad Fdral da Bahia UFBA, MAT A01, 006 3 Suprfíci Cilíndrica 31 Introdução Dfinição d Suprfíci Podmos obtr suprfícis não somnt por mio d uma quação do tipo

Leia mais

a) 10 x 10 2 V b) 6 x 10 2 V c) 8 x 10 2 V d) 1,5 x 10 2 V e) 2 x 10 2 V

a) 10 x 10 2 V b) 6 x 10 2 V c) 8 x 10 2 V d) 1,5 x 10 2 V e) 2 x 10 2 V Aprimorano os Conhcimntos Eltricia Lista 4 Potncial Elétrico Enrgia Potncial Elétrica Euilíbrio Elétrico os Conutors Prof.: Célio Normano 1. (.C.SAL-BA) Num tubo TV, os létrons são aclraos m irção à tla,

Leia mais

Mecânica 2007/2008. 6ª Série

Mecânica 2007/2008. 6ª Série Mecânica 2007/2008 6ª Série Questões: 1. Suponha a=b e M>m no sistema de partículas representado na figura 6.1. Em torno de que eixo (x, y ou z) é que o momento de inércia tem o menor valor? e o maior

Leia mais

(Desconsidere a massa do fio). SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA. a) 275. b) 285. c) 295. d) 305. e) 315.

(Desconsidere a massa do fio). SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA. a) 275. b) 285. c) 295. d) 305. e) 315. SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA 1. (G1 - cftmg 01) Na figura, os blocos A e B, com massas iguais a 5 e 0 kg, respectivamente, são ligados por meio de um cordão inextensível. Desprezando-se as massas

Leia mais

Módulo III Capacitores

Módulo III Capacitores laudia gina ampos d arvalho Módulo apacitors apacitors: Dnomina-s condnsador ou capacitor ao conjunto d condutors dilétricos arrumados d tal manira qu s consiga armaznar a máxima quantidad d cargas létricas.

Leia mais

ATIVIDADES PARA SALA. Capítulo 11 FÍSICA 2. Associação de resistores Associação mista. 2? a série Ensino Médio Livro 3? B Veja a figura.

ATIVIDADES PARA SALA. Capítulo 11 FÍSICA 2. Associação de resistores Associação mista. 2? a série Ensino Médio Livro 3? B Veja a figura. soluçõs apítulo 11 ssociação d rsistors ssociação mista TVES SL 01 Vja a figura. 3 ss modo, vrifica-s qu os rsistors stão associados m parallo. Obtém-s a rsistência, qui- 5 valnt à associação dos rsistors,

Leia mais

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS APÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS As filas m intrsçõs não smaforizadas ocorrm dvido aos movimntos não prioritários. O tmpo ncssário para ralização da manobra dpnd d inúmros fators,

Leia mais

3. Geometria Analítica Plana

3. Geometria Analítica Plana MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSITICA APOSTILA DE GEOMETRIA ANALÍTICA PLANA PROF VINICIUS 3 Gomtria Analítica Plana 31 Vtors no plano Intuitivamnt,

Leia mais

Cálculo de Autovalores, Autovetores e Autoespaços Seja o operador linear tal que. Por definição,, com e. Considere o operador identidade tal que.

Cálculo de Autovalores, Autovetores e Autoespaços Seja o operador linear tal que. Por definição,, com e. Considere o operador identidade tal que. AUTOVALORES E AUTOVETORES Dfiniçõs Sja um oprador linar Um vtor, é dito autovtor, vtor próprio ou vtor caractrístico do oprador T, s xistir tal qu O scalar é dnominado autovalor, valor próprio ou valor

Leia mais

Coordenadas polares. a = d2 r dt 2. Em coordenadas cartesianas, o vetor posição é simplesmente escrito como

Coordenadas polares. a = d2 r dt 2. Em coordenadas cartesianas, o vetor posição é simplesmente escrito como Coordnadas polars Sja o vtor posição d uma partícula d massa m rprsntado por r. S a partícula s mov, ntão su vtor posição dpnd do tmpo, isto é, r = r t), ond rprsntamos a coordnada tmporal pla variávl

Leia mais

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno:

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno: Curso d Engnharia Mcânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson R Alvs Aluno: Turma: EA3N Smstr: 1 sm/2017 Data: 20/04/2017 Avaliação: 1 a Prova Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES DA

Leia mais

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno:

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno: Curso d Engnharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson Alvs Aluno: Turma: EQ2M Smstr: 2 sm/2016 Data: 25/11/2016 Avaliação: 2 a Prova Bimstral Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES

Leia mais

{ : 0. Questões de resposta de escolha múltipla. Grupo I 1. ( ) D = x f x x D. Resposta: D. lim = 3, pode-se concluir que o

{ : 0. Questões de resposta de escolha múltipla. Grupo I 1. ( ) D = x f x x D. Resposta: D. lim = 3, pode-se concluir que o Grupo I Qustõs d rsposta d scolha múltipla { : 0 f }. ( ) D = f D g f ( ) 0 [, + [. Como f tm domínio \{ 5}, é contínua f ( ) gráfico d f não admit assimptotas vrticais. 5 Rsposta: D lim =, pod-s concluir

Leia mais

INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA LIMITES E DERIVADAS MAT B Prof a Graça Luzia

INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA LIMITES E DERIVADAS MAT B Prof a Graça Luzia INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA LIMITES E DERIVADAS MAT B - 008. Prof a Graça Luzia A LISTA DE EXERCÍCIOS ) Usando a dfinição, vrifiqu s as funçõs a sguir são drivávis m 0 m

Leia mais

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO 8 Expriência n 1 Lvantamnto da Curva Caractrística da Bomba Cntrífuga Radial HERO 1. Objtivo: A prsnt xpriência tm por objtivo a familiarização do aluno com o lvantamnto d uma CCB (Curva Caractrística

Leia mais

INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 195 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Atualizada em A LISTA DE EXERCÍCIOS

INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 195 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Atualizada em A LISTA DE EXERCÍCIOS INSTITUTO DE MATEMÁTICA DA UFBA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 9 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Atualizada m 00. A LISTA DE EXERCÍCIOS Drivadas d Funçõs Compostas 0. Para cada uma das funçõs sguints,

Leia mais

Derivada Escola Naval

Derivada Escola Naval Drivada Escola Naval EN A drivada f () da função f () = l og é: l n (B) 0 l n (E) / l n EN S tm-s qu: f () = s s 0 s < < 0 s < I - f () só não é drivávl para =, = 0 = II - f () só não é contínua para =

Leia mais

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos

Módulo II Resistores, Capacitores e Circuitos Módulo laudia gina ampos d arvalho Módulo sistors, apacitors ircuitos sistência Elétrica () sistors: sistor é o condutor qu transforma nrgia létrica m calor. omo o rsistor é um condutor d létrons, xistm

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia

PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 2013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia C. Gouveia PROVA DE MATEMÁTICA APLICADA VESTIBULAR 013 - FGV CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Profa. Maria Antônia C. Gouvia 1. A Editora Progrsso dcidiu promovr o lançamnto do livro Dscobrindo o Pantanal m uma Fira Intrnacional

Leia mais

FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA

FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL COMPLEXA Ettor A. d Barros 1. INTRODUÇÃO Sja s um númro complxo qualqur prtncnt a um conjunto S d númros complxos. Dizmos qu s é uma variávl complxa. S, para cada valor d s, o valor

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdad d Economia, Administração Contabilidad d Ribirão Prto Dpartamnto d Economia Nom: Númro: REC200 MICROECONOMIA II PRIMEIRA PROVA (20) () Para cada uma das funçõs d produção

Leia mais

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES - - EC - LB - CIRCÚIO INEGRDORE E DIFERENCIDORE Prof: MIMO RGENO CONIDERÇÕE EÓRIC INICII: Imaginmos um circuito composto por uma séri R-C, alimntado por uma tnsão do tipo:. H(t), ainda considrmos qu no

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Departamento de Matemática

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática Departamento de Matemática Univrsidad Fdral do Rio d Janiro Instituto d Matmática Dpartamnto d Matmática Gabarito da Prova Final d Cálculo Difrncial Intgral II - 07-I (MAC 8 - IQN+IFN+Mto, 6/06/07 Qustão : (.5 pontos Rsolva { xy.

Leia mais

Prova Escrita de Matemática A 12. o Ano de Escolaridade Prova 635/Versões 1 e 2

Prova Escrita de Matemática A 12. o Ano de Escolaridade Prova 635/Versões 1 e 2 Eam Nacional d 0 (. a fas) Prova Escrita d Matmática. o no d Escolaridad Prova 3/Vrsõs GRUPO I Itns Vrsão Vrsão. (C) (). () (C) 3. () (C). (D) (). (C) (). () () 7. () (D) 8. (C) (D) Justificaçõs:. P( )

Leia mais

Capítulo 4 Trabalho e Energia

Capítulo 4 Trabalho e Energia Capítulo 4 Trabalho e Energia Este tema é, sem dúvidas, um dos mais importantes na Física. Na realidade, nos estudos mais avançados da Física, todo ou quase todos os problemas podem ser resolvidos através

Leia mais

LISTA UERJ 1ª FASE LEIS DE NEWTON

LISTA UERJ 1ª FASE LEIS DE NEWTON 1. (Uerj 2013) Um bloco de madeira encontra-se em equilíbrio sobre um plano inclinado de 45º em relação ao solo. A intensidade da força que o bloco exerce perpendicularmente ao plano inclinado é igual

Leia mais

Física. Plano Inclinado. Questão 01 - (UNITAU SP/2015)

Física. Plano Inclinado. Questão 01 - (UNITAU SP/2015) Questão 01 - (UNITAU SP/2015) No sistema mecânico abaixo, os dois blocos estão inicialmente em repouso. Os blocos são, então, abandonados e caem até atingir o solo. Despreze qualquer forma de atrito e

Leia mais

Trabalho. a) F; b) peso c) força normal; d) força de atrito; e) resultante das forças.

Trabalho. a) F; b) peso c) força normal; d) força de atrito; e) resultante das forças. Trabalho 1- Um corpo de massa igual 20Kg deslocava-se para a direita sobre um plano horizontal rugoso. Sobre o corpo é, então, aplicada uma força F, horizontal, constante de módulo igual a 100N. O módulo

Leia mais

Lista de Exercícios - Unidade 9 A segunda lei de Newton e a eterna queda da Lua

Lista de Exercícios - Unidade 9 A segunda lei de Newton e a eterna queda da Lua Lista de Exercícios - Unidade 9 A segunda lei de Newton e a eterna queda da Lua Segunda Lei de Newton 1. (G1 - UTFPR 01) Associe a Coluna I (Afirmação) com a Coluna II (Lei Física). Coluna I Afirmação

Leia mais

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE SOLUÇÕES TAMPÃO

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO TITULAÇÕES ÁCIDO-BASE SOLUÇÕES TAMPÃO REAÇÕE DE NEUTRALIZAÇÃO Uma ração d nutralização ocorr ntr um ácido uma bas qu s nutralizam mutuamnt. Esta ração obdc normalmnt ao sguint squma: Ácido + Bas al + Água O sal formado nstas raçõs dtrmina

Leia mais

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema Força cntral 3 O problma das forças cntrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA Uma força cntralé uma força (atrativa ou rpulsiva) cuja magnitud dpnd somnt da distância rdo objto à origm é dirigida ao longo

Leia mais

Torção Deformação por torção de um eixo circular

Torção Deformação por torção de um eixo circular Torção Deformação por torção de um eixo irular Torque é um momento que tende a torer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o omprimento e o raio do eixo permaneerão

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek. Roteiro e Lista de Recuperação de Física

Centro Educacional Juscelino Kubitschek. Roteiro e Lista de Recuperação de Física Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: ( ) Fundamental (x ) Médio SÉRIE: 1º TURMA: TURNO: DISCIPLINA: FÍSICA PROFESSOR: Equipe de Física Roteiro e Lista de Recuperação de

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FÍSICA FÍSICA III (FIM230) /1 GABARITO DA PROVA FINAL UNIFICADA DATA: 03/07/2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FÍSICA FÍSICA III (FIM230) /1 GABARITO DA PROVA FINAL UNIFICADA DATA: 03/07/2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FÍSICA FÍSICA III (FIM230) - 2009/1 GABARITO DA PROVA FINAL UNIFICADA DATA: 03/07/2009 PROBLEMA 1 (Cilindros coaxiais) [ 2,5 ponto(s)] Um cilindro condutor

Leia mais

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II MÁXIMOS E MÍNIMOS DE FUNÇÕES DE DUAS VARIÁVEIS. Figura 1: Pontos de máximo e mínimo

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II MÁXIMOS E MÍNIMOS DE FUNÇÕES DE DUAS VARIÁVEIS. Figura 1: Pontos de máximo e mínimo Introdução S CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II MÁXIMOS E MÍNIMOS DE FUNÇÕES DE DUAS VARIÁVEIS é uma unção d duas variávis ntão dizmos qu 1 a b é no máimo igual a a Gomtricamnt o gráico d tm um máimo quando:

Leia mais

Mecânica e FÍSICA Ondas

Mecânica e FÍSICA Ondas Mecânica e FÍSICA Ondas Energia e Trabalho; Princípios de conservação; Uma bala de massa m = 0.500 kg, viajando com velocidade 100 m/s atinge e fica incrustada num bloco de um pêndulo de massa M = 9.50

Leia mais

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. [email protected]

AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE. azevedoglauco@unifei.edu.br AUTO CENTRAGEM DA PLACA DE RETENÇÃO DE UMA MÁQUINA DE PISTÕES AXIAIS TIPO SWASHPLATE Glauco José Rodrigus d Azvdo 1, João Zangrandi Filho 1 Univrsidad Fdral d Itajubá/Mcânica, Av. BPS, 1303 Itajubá-MG,

Leia mais

5.10 EXERCÍCIO pg. 215

5.10 EXERCÍCIO pg. 215 EXERCÍCIO pg Em cada um dos sguints casos, vriicar s o Torma do Valor Médio s aplica Em caso airmativo, achar um númro c m (a, b, tal qu (c ( a - ( a b - a a ( ; a,b A unção ( é contínua m [,] A unção

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

FUNÇÃO REAL DE UMA VARIÁVEL REAL

FUNÇÃO REAL DE UMA VARIÁVEL REAL Hwltt-Packard FUNÇÃO REAL DE UMA VARIÁVEL REAL Aulas 01 a 05 Elson Rodrigus, Gabril Carvalho Paulo Luiz Ano: 2016 Sumário INTRODUÇÃO AO PLANO CARTESIANO 2 PRODUTO CARTESIANO 2 Númro d lmntos d 2 Rprsntaçõs

Leia mais

Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 2015-II. Aula 8 A Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Roteiro

Teoria dos Jogos. Prof. Maurício Bugarin Eco/UnB 2015-II. Aula 8 A Teoria dos Jogos Maurício Bugarin. Roteiro Toria dos Joos Prof. auríio Buarin o/unb -II otiro Capítulo : Joos dinâmios om informação omplta. Joos Dinâmios om Informação Complta Prfita. Joos Dinâmios om Informação Complta mas imprfita Informação

Leia mais

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho

Leia mais

UFPB CCEN DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA CÁLCULO DIFERENCIAL I 5 a LISTA DE EXERCÍCIOS PERÍODO

UFPB CCEN DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA CÁLCULO DIFERENCIAL I 5 a LISTA DE EXERCÍCIOS PERÍODO UFPB CCEN DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA CÁLCULO DIFERENCIAL I 5 a LISTA DE EXERCÍCIOS PERÍODO 0 Nos rcícios a) ), ncontr a drivada da função dada, usando a dfinição a) f ( ) + b) f ( ) c) f ( ) 5 d) f ( )

Leia mais

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m?

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m? 1 - Dadas as medidas da bicicleta abaixo: a) Sabendo que um ciclista pedala com velocidade constante de tal forma que o pedal dá duas voltas em um segundo. Qual a velocidade linear, em km/h da bicicleta?

Leia mais

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física PROF.: MIRANDA 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA Física Aplicada Física 01. Uma mola possui constante elástica de 500 N/m. Ao aplicarmos sobre esta uma força de 125 Newtons, qual será a deformação da mola?

Leia mais