DESAFIOS LOGÍSTICOS PARA O AGRONEGÓCIO
|
|
|
- Ágatha Cunha Carreira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DESAFIOS LOGÍSTICOS PARA O AGRONEGÓCIO José Vicente Caixeta Filho Professor Titular Dep. de Economia, Administ. e Sociologia ESALQ - Universidade de São Paulo [email protected] Piracicaba, 08 de dezembro de 2011
2 Agenda conceitos básicos de logística armazenagem de cargas transporte de cargas expectativas do mercado
3 LOGÍSTICA... O termo logística é derivado do grego λόγος = logos ( razão, arte de calcular ) e do francês loger ( acomodar, alojar ).
4 A LOGÍSTICA MUNDO AFORA...
5 LOGÍSTICA planejamento e operação dos sistemas físicos, informacionais e gerenciais necessários para que insumos e produtos vençam condicionantes espaciais e temporais de forma econômica Fonte: Daskin (1985)
6 PRINCIPAL IMPACTO ESPERADO A PARTIR DE UMA BOA LOGÍSTICA:
7 PRINCIPAL ESTRATÉGIA ASSOCIADA À BOA LOGÍSTICA: diluição do valor dos custos fixos (CF) Fonte: Lean Institute Brasil
8 CAMINHOS POSSÍVEIS QUE FACILITAM A DILUIÇÃO DE CUSTOS FIXOS: o economias de escala; o eficiência de processos / baixa ociosidade; o organização; o sincronia / integração das atividades.
9 PECULIARIDADES DAS CARGAS AGRÍCOLAS: o o o o o perecibilidade x altos riscos (devido a fatores de natureza biológica, climática etc.) sazonalidade da produção (e do consumo, em alguns casos) longas distâncias separando pontos de produção e de consumo baixo valor agregado mercados (altamente) concorrenciais
10 ARMAZENAGEM DE CARGAS
11 CONDIÇÕES PRECÁRIAS
12 DÉFICIT DE ARMAZENAGEM NO BRASIL % % % 80% % 40% 20 20% 0 0% (*) produção brasileira de grãos capacidade estática de armazenagem déficit/superávit Fontes: CONAB (* = estimativa); NovaAgri
13 DEFICIÊNCIA NA CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM INSTALADA NA PROPRIEDADE 60% 56% 50% 40% 30% 20% 10% 29% 9% 6% Zona Urbana Zona Rural Fazenda Portuária 0% Fonte: CONAB (dados de 2003)
14 BENEFÍCIOS DA ARMAZENAGEM Cenário Atual de Comercialização Benefícios de infra-estrutura adicional à disposição do agronegócio Preço Preço Colheita ARMAZÉNS Colheita Custos Logísticos Custos Logísticos Escoamento Concentrado Alongamento do Escoamento Fonte: NovaAgri
15 NOVAS ESTRUTURAS DE ARMAZENAGEM
16 TRANSPORTE DE CARGAS
17 COMPARAÇÃO ENTRE O CUSTO DE EXPORTAÇÃO DE SOJA DO BRASIL E DOS ESTADOS UNIDOS PARA A ALEMANHA (HAMBURGO) PAÍS REGIÃO DE ORIGEM NOROESTE RS NORTE MT SUL GO CENTRO-NORTE PR MINEAPOLIS DAVENPORT Porto de Rio Grande Porto de Paranaguá Porto de Santos Porto de Paranaguá 2007 US$/t BRASIL ESTADOS UNIDOS Total transporte 93,6 159,1 123,5 103,4 98,3 92,8 Frete rodoviário 21,8 88,1 50,5 32,4 10,1 10,1 Frete marítimo (longo curso) 71,7 71,1 73,0 71,1 58,8 58,8 Frete fluvial ,4 23,9 Valor na fazenda 267,1 233,8 268,7 281,1 274,8 285,8 Custo total 360,6 392,9 392,1 384,6 373,1 378,6 Participação do transporte no custo total 25,9 40,5 31,5 26,9 26,3 24,5 Fonte: Brazil Soybean Transportation Guide, US Department of Agriculture
18 DIMENSÃO (EM KM) DO SISTEMA VIÁRIO BRASILEIRO km Rodovias pavimentadas Ferrovias Dutovias Hidrovias 0 Fontes: ANTT; Ministério dos Transportes ; ANTAQ; Transpetro
19 CARACTERÍSTICAS DOS MODAIS DE TRANSPORTE mais flexível (porta-a-porta); custo variável alto e custo fixo baixo; não é dono nem responsável pela manutenção da rodovia custo fixo alto e custo variável baixo; grandes volumes e longas distâncias; baixa flexibilidade; é normalmente dono e responsável pela manutenção da ferrovia cargas volumosas de baixo valor agregado; baixas velocidades; longas distâncias; menor consumo de combustível; custo fixo alto; baixa flexibilidade cargas líquidas, gasosas ou minerais; grandes volumes e médias distâncias; custo fixo alto e custo variável baixo; baixa flexibilidade; responsável pela manutenção da dutovia cargas fracionadas de alto valor agregado; altas velocidades; longas distâncias; maior consumo de combustível; custos fixo e variável altos; média flexibilidade
20 COMPARAÇÃO COM AS MATRIZES DE TRANSPORTES DE DIFERENTES PAÍSES Fonte: CNT
21 LONGAS DISTÂNCIAS SENDO VENCIDAS PELO TRANSPORTE RODOVIÁRIO Produto Origem Destino Distância (km) soja Campo Novo (RS) Porto Velho (RO) milho Nova Mutum (MT) Maraú (RS) açúcar Barra do Bugres (MT) Santos (SP) arroz Bagé (RS) Ilhéus (BA) carne Itaporã (MS) Recife (PE) algodão Diamantino (MT) Natal (RN) fertilizante Paranaguá (PR) Nova Olímpia (MT) Fonte:
22 CONDIÇÕES DAS VIAS... Fonte: Pesquisa CNT de Rodovias 2011 ( km)
23 PEDÁGIOS
24 CONGESTIONAMENTO NAS ÉPOCAS DE SAFRA...
25 MUDANÇAS ESTRUTURAIS RECENTES o privatização de rodovias; o concessão da Rede Ferroviária Federal; o expansão da navegabilidade de hidrovias; o modernização do sistema portuário nacional.
26 NOVOS CORREDORES DE TRANSPORTE
27 Caracas Guri Georgetown BR-174 Paramaribo Boa Vista Caiena EUA Europa PORTOS FERROVIAS HIDROVIAS RODOVIAS ACESSOS Porto Velho Rio Branco Manaus Hidrovia do Madeira BOLÍVIA Vilhena Rio Grande ARGENTINA Itaituba BR-364/070 R. Amazonas Campo Grande PARAGUAI Hidrovia Tietê-Paraná Santarém Alta Floresta BR-163 Cuiabá Corumbá Porto Alegre URUGUAI Itaipú Florianópolis Tucuruí Marabá Macapá Aruanã Belém Estreito Miracema Uberlândia Osório Tietê Itaqui São Paulo Santos Paranaguá Petrolina Campos Pecém Belo Horizonte Sepetiba Fortaleza XINGÓ Aracaju Salvador Natal João Pessoa Recife Suape Maceió
28 NOVOS PARADIGMAS o dono da carga = dono da logística; o maior poder de barganha dos embarcadores, em relação aos transportadores; o operações de frete de retorno.
29 RR AP Misturadoras PA Santarém São Luis Minas de fosfatos AM MA PI CE RN PB PE AC Soja Area plantada Area potential RO MT Cuiabá Rondonópolis MS PR TO Luziânia GO SP L.E.Magalhães MG ES RJ Santos Paranaguá BA SE Vitória Ilhéus AL Silos atuais Novos silos Fluxo de fertilizantes RS SC Rio Grande São Francisco do Sul Fluxo da soja Fonte: Bunge
30 Fonte: POTENCIAL PARA FRETES DE RETORNO (BACK-HAULING OPERATIONS)
31 SITUAÇÃO INICIAL NOVA SITUAÇÃO Frete = R$ 55,00/t Frete = R$ 50,00/t Frete = R$ 55,00/t Frete = = R$ 65,00/t Frete = R$ 55,00/t Frete = R$ 15,00/t Ótimo de Pareto: é uma situação onde se consegue a melhoria em uma situação em detrimento de outra.
32 o o o o o o o o o EXPECTATIVAS DO MERCADO incremento do nível (qualidade) do serviço de transporte rodoviário; resgate da credibilidade das ferrovias (perdida durante o período de monopólio público); expansão das atividades hidroviárias; expansão das atividades dutoviárias (para o álcool, particularmente); aumento da capacidade e da eficiência dos terminais portuários; consolidação do modelo intermodal de transporte em áreas mais remotas (Norte e Centro-Oeste); expansão do sistema de armazenamento (inclusive para fins de regulação de estoque); organização administrativa das empresas do agronegócio abrangendo um número cada vez maior e diversificado de cargas (matérias primas e produtos); maior seriedade/profissionalismo/conscientização quando da avaliação dos impactos ambientais decorrentes de intervenções logísticas.
33 Referência citada: Daskin, M.S. Logistics: an overview of the state of the art and perspectives on future research, Transportation Research - A, v.19a, n.5/6, p , Fontes de dados utilizadas: ANTAQ - Agência Nacional de Transportes Aquaviários (antaq.gov.br) ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres (antt.gov.br) CNT Confederação Nacional do Transporte (cnt.org.br) CONAB Companhia Nacional de Abastecimento (conab.gov.br) COPERSUCAR - Cooperativa de Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo ( EPE Empresa de Pesquisa Energética (epe.gov.br) ESALQ-LOG Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (log.esalq.usp.br) LEAN INSTITUTE BRASIL (lean.org.br) Ministério dos Transportes (transportes.gov.br) NovaAgri Infra-Estrutura de Armazenagem e Escoamento Agrícola (novaagri.com.br) SIFRECA Sistema de Informações de Fretes (sifreca.esalq.usp.br) Transpetro Petrobras Transporte ( Bibliografia de apoio:
34 José Vicente Caixeta Filho Depto. de Economia, Administração e Sociologia - ESALQ/USP Av. Pádua Dias, Piracicaba - SP Tel: Fax: [email protected] Internet:
LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL BRASILEIRA
A Sustetabilidade o Campo II LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL BRASILEIRA José Vicete Caixeta Filho Professor Titular Dep. de Ecoomia, Admiist. e Sociologia ESALQ - Uiversidade de São Paulo [email protected]
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1 AC RIO BRANCO 15,00 84,98 97,73 1 AC RIO BRANCO 20,00
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 57ª PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL PNE * PROFISSIONAL JÚNIOR ANALISTA DE SISTEMAS - ÊNFASE EM DESENVOLVIMENTO EM ERP
DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA
Analista de Correios / Administrador AC / Rio Branco 123 1 123,00 Analista de Correios / Técnico em Comunicação Social Atuação: Jornalismo AC / Rio Branco 27 1 27,00 Médico do Trabalho Formação: Medicina
QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. Agosto de 2013
QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL Agosto de 2013 PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS Soja, milho e bovinos AGROPECUÁRIA AÇÚCAR E ÁLCOOL Soja, milho e bovinos Cana de açúcar MINERAÇÃO E SIDERURGIA
Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: Analista Superior I
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: AS I - Arquivista AS I Assistente Social AS I Biólogo Analista
Ferrovias. Infraestrutura no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades
Ferrovias OBJETIVOS Ferrovias Novo modelo de investimento/exploração das ferrovias Quebra do monopólio na oferta de serviços de transporte ferroviário Expansão, modernização e integração da malha ferroviária
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO
FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Conceito de Agronegócio e a atuação do Imea 2 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 2.1 Agronegócio Soja 2.2 Agronegócio Milho 2.3 Agronegócio Algodão
24º Fórum de Debates Brasilianas.org
Transportes 24º Fórum de Debates Brasilianas.org Os desafios da logística e infraestrutura Marcos regulatórios e entraves burocráticos Reginaldo Cardoso São Paulo, 30 de Maio de 2012 Deutsche Post - DHL
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES CARGO/ FORMÇÃO ÚLTIMA CLASSIFICAÇÃO CONVOCADA EDITAL 01/2011 PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 51ª
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 51ª PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 3ª PCD * PROFISSIONAL JÚNIOR ANALISTA DE SISTEMAS - ÊNFASE EM INFRAESTRUTURA RJ
As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm
ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação
Ministério dos Transportes
Ministério dos Transportes DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes Eng. Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, Dsc. Ministério dos Transportes DNIT VALEC ANTT EPL CODOMAR Ministério dos
Hidrovia Tapajós Teles Pires A hidrovia do agronegócio
Hidrovia Tapajós Teles Pires A hidrovia do agronegócio Escoamentodaproduçãoagrícoladaregiãocentro-oeste VantagensComparativasdoTransporteHidroviário EstudodeCaso Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Expectativas da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Verão 2014-2015
Expectativas da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Verão 2014-2015 PRESIDENTE: Marciano Gianerini Freire EQUIPE TÉCNICA: Coordenação: Mariana Nery Pesquisadores: Heike Duske César Melo
UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card
ITEM 1 - Município - Rio de Janeiro - RJ ANEXO II DO TERMO DE REFERÊNCIA QT Valor Unitário R$ Valor Total R$ 1 - Projeto (verba para infraestrutura e ativação local) VB 1 Software de Acesso - Licença Web
ANEXO II - PLANILHA DE FORMAÇÃO DE PREÇOS - MODELO DE PROPOSTA PROPOSTADEFORNECIMENTO
ANEXO II - PLANILHA DE FORMAÇÃO DE PREÇOS - MODELO DE PROPOSTA PROPOSTADEFORNECIMENTO Ref.:COTAÇÃO ELETRÔNICANº003/2015 ApresentamosnossapropostaparafornecimentodosItensabaixodiscriminados,conformeAnexoI
Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte
Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 6 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Modais de Transporte Característica Comparações Utilização Instrumentalização Multimodalidade e intermodalidade
Resultados da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Inverno 2014
Resultados da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Inverno 2014 EQUIPE TÉCNICA DO IPETURIS Coordenação: Mariana Nery Pesquisadores: César Melo Tamiris Martins Viviane Silva Suporte: Gerson
A A Mineração e o Novo Cenário Socioeconômico Painel 3: A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais José de Freitas Mascarenhas Vice-Presidente e Presidente do Coinfra (CNI) Belo
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
C o m p an h i a N ac io n a l d e Abastecimento D i r e t o r i a d e Opercações e A b a stecimento S u p erintedência de O p erações Comerciais G e r ên c i a d e Formação e Controle de Estoques P o
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,
64 FÓRUM DE DEBATES BRASILIANAS.ORG LOGÍSTICA E INTEGRAÇÃO TERRITORIAL NO BRASIL
64 FÓRUM DE DEBATES BRASILIANAS.ORG LOGÍSTICA E INTEGRAÇÃO TERRITORIAL NO BRASIL PALESTRA: DESAFIOS DA INFRAESTRUTURA AQUAVIÁRIA Painel - Um modelo institucional para a infraestrutura logística dentro
Plano Nacional de Logística Portuária PNLP
Programa de Investimentos, Arrendamentos e TUPs, e o Potencial do Pará como novo Corredor de Exportação LUIS CLAUDIO S. MONTENEGRO Diretor de Informações Portuárias SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA PARA O CARGO DE TÉCNICO BANCÁRIO NOVO CARREIRA ADMINISTRATIVA
Técnico Bancário Novo AC Cruzeiro do Sul 1618 CR* Técnico Bancário Novo AC Rio Branco 6648 CR * Técnico Bancário Novo AC Sena Madureira 1065 CR* Técnico Bancário Novo AL Maceió 22524 CR * Técnico Bancário
Uma proposta da ISES do Brasil
Uma proposta da ISES do Brasil INTRODUÇÃO: Aeroportos x Geração Fotovoltaica Características construtivas: praticamente horizontais, grandes áreas; Formadores de opinião e tomadores de decisão passam por
II Seminário Portos e vias navegáveis
II Seminário Portos e vias navegáveis Plano Nacional de Integração Hidroviária PNIH Adalberto Tokarski Superintendente da Navegação interior da ANTAQ Brasília, 22 de setembro de 2011 Parceiros Estratégicos
Amapá 2,1. Pará 46,2. Ceará 25,4 Pernambuco 22,3. Maranhão 17,4. Roraima 3,7. Tocantins 19,7. Rio Grande do Norte 7,5. Piauí 9,9.
INFRAESTRUTURA Valores de investimentos sugeridos pelo Plano CNT de Transporte e Logística 2014 em todos os Estados brasileiros, incluindo os diferentes modais (em R$ bilhões) Tocantins 19,7 Roraima 3,7
Seleção Territorial Enfrentamento a Violência contra Juventude Negra Classificação 2010
Posição Nome do Município Estado Região RM, RIDE ou Aglomeração Urbana 1 Salvador BA Nordeste RM Salvador 2 Maceió AL Nordeste RM Maceió 3 Rio de Janeiro RJ Sudeste RM Rio de Janeiro 4 Manaus AM Norte
ESTUDO DA CRIAÇÃO DE UMA PLATAFORMA MULTIMODAL Prof. Ph.D. Cláudio Farias Rossoni Área delimitada onde em um mesmo local se encontram disponibilizados: DUTOVIAS HIDROVIAS RODOVIAS AEROVIAS FERROVIAS Área
Visão Geral do Programa de Portos
Visão Geral do Programa de Portos São Paulo, 3 de setembro de 2013 O que é a EBP? Aporte de capital em partes iguais Um voto cada no Conselho Desenvolvimento de projetos de infraestrutura: Em parceria
Processo Brasileiro de Privatização dos Modais de Transporte
Processo Brasileiro de Privatização dos Modais de Transporte Prof. Manoel de Andrade e Silva Reis - FGV 1 Sumário Matriz Brasileira de Transportes Características do Sistema Logístico Brasileiro O Plano
Bruno Batista Diretor Executivo da CNT Brasília, Abril de 2009
Gargalos no Sistema de Transporte de Cargas no Brasil Bruno Batista Diretor Executivo da CNT Brasília, Abril de 2009 Panorama do Transporte Composição da Matriz de Transportes comparação outros países
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL DEPARTAMENTO DE ACOMPANHAMENTO DO FUNDEF PRESIDENTES DOS CONSELHOS ESTADUAIS DO FUNDEF
1. AC 2. AM JONATHAS SANTOS ALMEIDA DE CARVALHO HERALDO LUCAS MELO (068) 922-3257 / 226-4656 / 226-3939 Fax (068) 223-6421 jsantos@tre/ac.gov.br Rua Manoel Cesário, 100 Bairro Capoeira 69.000-000 Rio Branco
Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho
CAPACIDADE DOS PORTOS BRASILEIROS Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho 1 Novembro 2012 Esse estudo pretende chegar a um volume máximo de soja, milho e derivados, que pode ser exportado, por meio
MULTIMODALIDADE. Agência Nacional de Transportes Aquaviários SETOR AQUAVIÁRIO EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS
Agência Nacional de Transportes Aquaviários MULTIMODALIDADE EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS SETOR AQUAVIÁRIO SEMINÁRIO: TRANSPORTE / ENERGIA PILARES DE SUSTENTAÇÃO DA NOVA ECONOMIA Palestra do Diretor-Geral da ANTAQ,
BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t ) 450.000 120.000 400.000 100.000 350.000 80.000 300.000 250.000 60.000 200.000 150.000 40.
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 269.719,83 387.213,30 406.882,12 310.956,48 318.530,07 375.612,10 414.745,41 233.717,31 309.486,24 320.128,57 267.045,80 205.498,88
Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132
Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 132
PIC. Projeto de Incentivo à CABOTAGEM. Projeto de Incentivo à Cabotagem PIC
Projeto de Incentivo à Cabotagem PIC PORTO DE PELOTAS - RS 08/JULHO/2010 Projeto de Incentivo à CABOTAGEM LUIZ HAMILTON Coordenador Geral de Gestão da Informação do Departamento de Sistemas de Informações
PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO
AGENDA PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO O PROGRAMA PROGRAMA PARA DESENVOLVIMENTO DA CABOTAGEMNO BRASIL, COM A PARTICIPAÇÃO DOS ORGÃOS INTERVENIENTES, ATRAVÉS DE UM GRUPO
CONCESSÕES DE RODOVIAS
RODOVIAS CONCESSÕES DE RODOVIAS 1995-2002 Tarifa média ponderada R$ 10,4 1.316 km concedidos em 6 rodovias 2003-2010 Tarifa média ponderada R$ 3,8 3.305 km concedidos em 8 rodovias 2011-2014 Tarifa média
FÓRUM DE LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO PARANAENSE. Prof. Dr. José Vicente Caixeta Filho Diretor da ESALQ/USP Coordenador do Grupo ESALQ LOG
FÓRUM DE LOGÍSTICA DO AGRONEGÓCIO PARANAENSE Diretor da ESALQ/USP Coordenador do Grupo ESALQ LOG Curitiba, 21 de novembro de 2011 ESTRUTURA DESTA APRESENTAÇÃO background referencial teórico para a precificação
Logística do Agronegócio: Entraves e Potencialidades para o setor. Andréa Leda Ramos de Oliveira Pesquisadora Científica andrealeda@gmail.
Logística do Agronegócio: Entraves e Potencialidades para o setor Andréa Leda Ramos de Oliveira Pesquisadora Científica [email protected] Algumas Questões Estamos no caminho correto do desenvolvimento
Fosnor Logística Atual e Futura. Abril/2014
Fosnor Logística Atual e Futura Abril/2014 A Galvani no Brasil Mais de 75 anos de uma história de conquistas Grupo familiar, brasileiro, fundado na década de 30 em São João da Boa Vista (SP). No início,
MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015
MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove
MBA em Logística. Distribuição e Transportes DTA04 sala 22
MBA em Logística Distribuição e Transportes DTA04 sala 22 Prof. MBA em Logística Prof. Distribuição e Transportes DTA04 sala 22 NOMENCLATURA DE CARGAS Classificação de Cargas Classes de Cargas Sub-Classes
Programa de Investimentos em Logística: Rodovias, Ferrovias e Portos
Programa de Investimentos em Logística: Rodovias, Ferrovias e Portos Logística e Desenvolvimento Econômico Imperativos para o desenvolvimento acelerado e sustentável: Ampla e moderna rede de infraestrutura
INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO
Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000
5. órgãos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000
SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO
SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO (VBP) AGROPECUÁRIO Julho/2015 R$ milhões VBP PRINCIPAIS PRODUTOS AGRÍCOLAS LAVOURAS
Automotive Logistics 2014. Making the Connections. Gustavo Bonini Coordenador da Comissão de Logística ANFAVEA
Automotive Logistics 2014 Making the Connections Gustavo Bonini Coordenador da Comissão de Logística ANFAVEA Novembro/ 2014 Mapa da Indústria Catalão / Anápolis - GO Manaus - AM Horizonte - CE (Ford) Goiana
O setor aquaviário e o comércio exterior
O setor aquaviário e o comércio exterior Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB ENAEX 2011 - Encontro nacional de comércio exterior Rio de Janeiro, RJ 19 de agosto de 2011 Fernando Antonio Brito
NELSON WILIANS ADVOGADOS ASSOCIADOS
www.nwadv.com.br NELSON WILIANS ADVOGADOS ASSOCIADOS CNPJ UF Cidade CNPJ SP São Paulo 03.584.647/0001-04 PR Londrina 03.584.647/0002-87 RJ Rio de Janeiro 03.584.647/0003-68 DF Brasília 03.584.647/0004-49
Continua na Página : 2
SAO PAULO E REG. FP = 88,79 FP = 91,16 FP = 119,41 FP = 161,91 FP = 198,78 FPK = 2,85 METROPOLITANA -- -- -- FV = 0,50 FV = 0,50 FV = 0,50 FV = 0,50 FV = 0,50 FV = 0,50 (Exp) SAO PAULO E REG. FP = 23,96
UF MUNICÍPIO TIPO TELEFONE 1 TELEFONE 2 E-MAIL INSTITUCIONAL 1
AC Rio Branco Cerest Estadual (68) 3223-4266 [email protected] AL Maceió Cerest Estadual (82) 3315-2759 (82) 3315-3920 [email protected] AL Maceió Cerest Regional (82) 3315-5260 [email protected]
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA
Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente
TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS
TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Álcool Hidratado Óleo Combustível Gás Natural Veicular Internas Interesta-duais Internas Interestaduais Internas
GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES PORTO DE SANTOS A PORTA DO BRASIL. Março/2004
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES GOVERNO FEDERAL PORTO DE SANTOS A PORTA DO BRASIL Março/2004 PORTO DE SANTOS Localização dos Terminais Derivados Petróleo Autos Inflam. Papel Margem Esquerda Contêineres. Trigo
Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados da POF/IBGE
Agentes de Crédito e Grupos Solidários Segurado Segurador Agente de Seguro Segurado Segurado Definição de Microseguros Critério Renda Per Capita % Pop E 13.48 DE 34.96 83.83 1 SM 51.05 2 SM 74.82 3 SM
COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO
COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO ACRE Secretaria de Estado de Turismo e Lazer Endereço: Av. Chico Mendes, s/n - Arena da Floresta - Bairro Areal. CEP: 69.906-119 - Rio Branco - AC TEL: (68) 3901-3027/
Logística Agroindustrial alguns conceitos. Profa. Dra. Andréa Leda Ramos de Oliveira FEAGRI/UNICAMP [email protected].
Logística Agroindustrial alguns conceitos Profa. Dra. Andréa Leda Ramos de Oliveira FEAGRI/UNICAMP [email protected] POR QUE LOGÍSTICA?? Produção O Agronegócio no Brasil 1º 1º 1º 2º 2º
Inventar com a diferenca,
Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e
Lote Produzidos Cidade UF Qte faturada
Lote Produzidos Cidade UF Qte faturada 1400008703 BELEM PA 339 1400008703 BELO HORIZONTE MG 2.034 1400008703 BRASILIA DF 1.356 1400008703 CONGONHAS MG 54 1400008703 CUIABA MT 678 1400008703 GOIANIA GO
A Importância do Porto Brasileiro no Desenvolvimento da Cabotagem. Fabrízio Pierdomenico
Secretaria Especial de Portos da Presidência da República A Importância do Porto Brasileiro no Desenvolvimento da Cabotagem C- Fabrízio Pierdomenico Sub-Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário
PORTO MEARIM AESA UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA
v UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA UM PORTO É UM GRANDE PORTO QUANDO ELE OFERECE OPORTUNIDADES No litoral Maranhense, na margem leste da Baía de São
SIMPÓSIO HIDROVIAS DE MATO GROSSO 22-11-2012 CUIABÁ-MT
SIMPÓSIO HIDROVIAS DE MATO GROSSO 22-11-2012 CUIABÁ-MT SIMPÓSIO HIDROVIAS DE MATO GROSSO 22-11-2012 CUIABÁ-MT Abertura Carlos Henrique Baqueta Fávaro Pres. Aprosoja Movimento Pró Logística Hidrovias de
Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará
IPECE Informe nº 38 Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará 1. INTRODUÇÃO O Neste documento serão analisados os aspectos educacionais da capital
Logística e Escoamento da Safra
Logística e Escoamento da Safra Carlos Eduardo Tavares Economista da Superintendência de Logística Operacional da CONAB/MAPA Brasília (DF), outubro de 2015 Contextualização Monitoramento da Safra Agrícola
Origem Destino Preço Araxá Alta Floresta R$ 20,00 Araxá Aracaju R$ 20,00 Araxá Araraquara R$ 10,00 Araxá Araçatuba R$ 15,00 Araxá Altamira R$ 25,00
Origem Destino Preço Araxá Alta Floresta R$ 20,00 Araxá Aracaju R$ 20,00 Araxá Araraquara R$ 10,00 Araxá Araçatuba R$ 15,00 Araxá Altamira R$ 25,00 Araxá Araguaína R$ 20,00 Araxá Barcelos R$ 25,00 Araxá
QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. 31 de julho de 2013
QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL 31 de julho de 2013 PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS Soja, milho e bovinos AGROPECUÁRIA AÇÚCAR E ÁLCOOL Soja, milho e bovinos Cana de açúcar MINERAÇÃO E SIDERURGIA
Programa de Requalificação de UBS. Março/2015
Programa de Requalificação de UBS Março/2015 PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE UBS Instituído no ano de 2011 OBJETIVOS: Criar incentivo financeiro para as UBS Contribuir para estruturação e o fortalecimento
Intermodal 2015 CABOTAGEM NO BRASIL
Intermodal 2015 CABOTAGEM NO BRASIL São Paulo, 07 de abril de 2015 Fernando Fonseca Diretor da ANTAQ Definição legal da navegação de cabotagem BAHIA Art. 2º, IX navegação de cabotagem: a realizada entre
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps
Navegação de Cabotagem
Reunião Conjunta Câmaras Setoriais da Cadeia Produtiva de Milho e Sorgo e da Cadeia Produtiva de Aves e Suínos Identificação das formas de movimentação dos excedentes de milho no Brasil Navegação de Cabotagem
Mortos e Acidentes por Unidade Federativa
e Acidentes por Unidade Federativa - 2016 Data: 23/05/2017 FILTROS: Veículos: Todos, Caminhões, Ônibus Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Estados com maior número de mortes e acidentes - 2016 Este
Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária
Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Prevenção, controle e erradicação de doenças e pragas animais e vegetais de interesse econômico e de importância para a saúde pública. Assegurar a sanidade,
chave para a sustentabilidade do escoamento da produção agrícola
Infra-estrutura como fator chave para a sustentabilidade do escoamento da produção agrícola Ieda Kanashiro Makiya Rogério Carlos Traballi UNIP BRASIL: 10º PIB mundial (FMI, 2005) x PIB per capita abaixo
Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP
Governo do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Integração Contratual para Acesso a Mercado Rodolfo Osorio de Oliveira Coordenador
Logística e infraestrutura: entendendo e superando os desafios e as barreiras.
Logística e infraestrutura: entendendo e superando os desafios e as barreiras. Câncer Por que o Brasil tem vocação agrícola? Capricórnio Zona quente ou Intertropical Quatro fatores são fundamentais para
Página 1 de 8 IPI - Jurisdição - Regiões fiscais 18 de Maio de 2012 Em face da publicação da Portaria MF nº 203/2012 - DOU 1 de 17.05.2012, este procedimento foi atualizado (novas disposições - tópico
o papel das florestas nas propriedades agrícolas
Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima o papel das florestas nas propriedades agrícolas prof. gerd sparovek usp.esalq contato [email protected] Perguntas
5º ENCONTRO DA NACIONAL DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO - ReNOP
5º ENCONTRO DA NACIONAL DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO - ReNOP Histórico Criada através da Lei 8.029 de 12 de abril de 1990; Fusão de 3 empresas. CONAB CIBRAZEM CFP COBAL Criação da Superintendência Criada
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO UF MUNICÍPIO CARGO AC RIO BRANCO Análise de Sistemas / Suporte à
Reunião APIMEC - 3T15 [email protected] +55 11 3279-3279
Reunião APIMEC - 3T15 [email protected] +55 11 3279-3279 Ressalvas sobre considerações futuras As afirmações contidas neste documento quanto a perspectivas de negócios para a Santos Brasil Participações
DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br
DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BREVE HISTÓRICO SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS O SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS (SGP) É UM CONJUNTO
Visão dos armadores sobre potencial, investimentos e obstáculos no corredor Centro Norte SINDARPA
Visão dos armadores sobre potencial, investimentos e obstáculos no corredor Centro Norte SINDARPA SINDARPA INSTITUCIONAL O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação
A logística de transportes e telecomunicações no noroeste do Mato Grosso: entrave ao desenvolvimento ou oportunidade de negócios.
A logística de transportes e telecomunicações no noroeste do Mato Grosso: entrave ao desenvolvimento ou oportunidade de negócios. III SASEL SIMPÓSIO DE ADMINISTRAÇÃO Professora Ma. Terezinha Márcia de
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2014 RELAÇÃO DE CANDIDATOS POR VAGA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2014 RELAÇÃO DE CANDIDATOS POR VAGA Cargo Pólo Trabalho Vagas Candidatos Candidato/Vaga
Infraestrutura: situação atual e investimentos t planejados. Setembro 2011 Paulo Fleury
Infraestrutura: situação atual e investimentos t planejados Setembro 2011 Paulo Fleury Agenda Infraestrutura Logística Brasileira PAC: Investimentos e Desempenho PAC: Investimentos e Desempenho Necessidade
AUTOMOTIVE LOGISTICS 2013 GUSTAVO BONINI
AUTOMOTIVE LOGISTICS 2013 GUSTAVO BONINI AGENDA 1. Logistica Integrada e Competitiva 2. Comissão de Logística ANFAVEA 2.1. Lei dos Portos 2.2. Investe SP AGENDA 1. Logistica Integrada e Competitiva 2.
Injetoras Sopradoras. Máquinas para. plástico Romi
Máquinas para plástico Romi Unidades fabris da ROMI em Santa Bárbara d Oeste - SP INOVAÇÃO + QUALIDADE ROMI: Desde 1930 produzindo tecnologia. Desde a sua fundação, a companhia é reconhecida pelo foco
