Visão Geral do Programa de Portos
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- Maria da Assunção de Abreu Valgueiro
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1 Visão Geral do Programa de Portos São Paulo, 3 de setembro de 2013
2 O que é a EBP? Aporte de capital em partes iguais Um voto cada no Conselho Desenvolvimento de projetos de infraestrutura: Em parceria com Governos Na forma de concessão ou PPP De interesse público e atratividade para investidores privados Com agilidade privada
3 Rodovias sendo concessionadas BR-101 BA BR-262 ES/MG BR-153 TO/GO BR-050 GO/MG BR-060 DF/GO, BR-153 GO/MG, BR-262 MG BR-163 MT BR-163 MS, BR-262 MS, BR-267 MS BR-116 MG BR-040 DF/GO/MG PAC em execução Malha Fed. Atual Oportunidades de Investimento Trechos para Concessão: 9 Lotes - 7,5 mil km Porto de Porto Santos de Paranaguá Porto de Itaqui 2 1 Porto de Vitória Porto Porto do Rio de Janeiro de Itaguaí Porto do Pecém Porto de Aratu Porto de Suape Porto de Rio Grande Infraestrutura no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades
4 Ferrovias sendo concessionadas Palmas Anápolis Uruaçu Lucas do Rio Verde Ferroanel SP Tramo Norte Ferroanel SP Tramo Sul Acesso ao Porto de Santos Açailândia Vila do Conde Anápolis Panorama Dourados Oportunidades de Investimento 10 mil km Porto de Manaus Porto de Santarém 5 Porto de Vila do Conde Porto de Itaqui Porto do Pecém Belo Horizonte Salvador Rio de Janeiro - Campos Vitória Salvador Recife Campos Corinto Uruaçu Maracajú Eng. Bley - Paranaguá São Paulo Eng. Bley Rio Grande Trechos em Estudo/Avaliação PAC em execução Malha Atual Porto de Porto Velho Maracajú Dourados 11 Eng. Bley 12 Lucas R. Verde 6 Estrela D Oeste Panorama 1 Porto de Rio Grande Porto de Marabá 10 Belo Horizonte Palmas Uruaçu Porto de Santos Porto de Paranaguá Corinto 8 Açaílândia 7 Porto de Vitória Porto do Rio de Janeiro Porto de Itaguaí 9 Porto de Aratu Porto de Ilhéus Porto de Suape Infraestrutura no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades
5 Diretrizes gerais dos estudos Planejamento sistêmico Política de longo prazo Reorganização das áreas portuárias Economia de escala Fomento da concorrência Continuidade das operações
6 Blocos de portos dos estudos Bloco 1 Bloco 2 Bloco 3 Bloco 4 Santos Paranaguá Suape Manaus Belém São Sebastião Recife Imbituba Vila do Conde Salvador Cabedelo Itaguaí Santarém Aratu Fortaleza Itajaí Outeiro Maceió Niterói Miramar Itaqui Porto Alegre Macapá Rio De Janeiro Rio Grande S. Francisco Do Sul Vitória RENAISSANCE SÃO PAULO
7 Organização da licitação em lotes 1º BLOCO 2º BLOCO Porto de Santos e Portos do Pará 31 novos contratos de arrendamento 3º BLOCO 4º BLOCO Para fins de organização, cada arrendamento recebe um código Santos: STS Exs: STS04, STS07, STS10... STS36 Pará: BEL (Belém), OUT (Outeiro), MIR (Miramar), STM (Santarém) e VDC (Vila do Conde) Exs: BEL01, OUT01, MIR01, STM01, VDC01, etc 10 lotes de licitação Garantir maior celeridade e transparência aos processos licitatórios; Permitir que terminais semelhantes e em posições competitivas análogas ou complementares sejam licitados juntos; Evitar, em alguns casos, concentrações abusivas de mercado.
8 Organização dos terminais em lotes Lote 1* Lote 2 Lote 3* Lote 4* Lote 5 Lote 6 Lote 7 Lote 8 Lote 9 Lote 10 STS07 STS08 STS04 STS11 STS10 BEL05 BEL02 VDC04 STM06 VDC12 STS36 STS13 STS22 STS20 STS15 BEL06 BEL03 STS25 OUT01 VDC06 BEL01 BEL11 BEL04 STM01 MIR01 BEL07 Granel Líquido Granel Vegetal Carga geral Contêiner Granel Mineral BEL08 BEL09 BEL10 STM04 STM05 * Possui restrição para vencer mais de um arrendamento
9 Critérios de licitação Cadeias verticalizadas ou com ambiente de competição sadio Licitação por maior capacidade de movimentação Induzir novos investimentos Terminais com característica de prestação de serviço a terceiros Licitação por menor tarifa Redução dos custos portuários Garantia de acesso isonômico aos usuários
10 Exigências contratuais Gerais: Investimentos mínimos Produtividade mínima Capacidade estática mínima Terminais licitados por capacidade de movimentação Tarifa teto se houver: Risco de prática de preços abusivos Necessidade de isonomia no atendimento Terminais licitados por menor tarifa Movimentação mínima para: Impedir ociosidade do terminal Garantir acesso para quaisquer usuários
11 Calendário para o bloco 1 SETEMBRO Encerramento da Consulta Pública 06 Previsão de análise pelo TCU SETEMBRO Previsão da publicação do Edital OUTUBRO
12 Etapas para início do arrendamento Leilão Homologação e adjudicação Apresentação do PBI pela arrendatária Comprovação do cumprimento das obrigações prévias Assinatura do contrato de arrendamento com a SEP Aprovação do PBI pela SEP Termo de aceitação provisória e permissão de uso de ativos Termo de aceitação definitiva e permissão de uso de ativos
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