COMÉRCIO EXTERIOR E TERRITORIALIDADE ECONÔMICA DAS UNIDADES EXPORTADORAS DE GRÃOS NO MATO GROSSO DO SUL

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1 COMÉRCIO EXTERIOR E TERRITORIALIDADE ECONÔMICA DAS UNIDADES EXPORTADORAS DE GRÃOS NO MATO GROSSO DO SUL Thiago da Silva Melo 1 ; Lisandra Pereira Lamoso 2 UFGD/FCH Caixa Postal 533, Dourados MS, 1 Bolsista de Iniciação Científica da UFGD. 2 Orientadora. Doutora em Geografia Humana pela USP. Docente na Graduação e no Mestrado em Geografia da UFGD. RESUMO: As exportações de soja, realizadas sobre as decisões hegemônicas das principais empresas de comercialização mundiais, formam uma territorialidade econômica sobre o eixo das principais vias de escoamento do Mato Grosso do Sul: BR 163 e Ferrovia Ferronorte. Esta pesquisa pretende compreender o papel da competitividade e da rede urbana na dinâmica do ordenamento territorial promovido pelas unidades exportadoras de grãos, empregando os conceitos de Competitividade, Logística, Rede e Territorialidade. PALAVRAS-CHAVE: 1) comércio exterior; 2) Infraestrutura; 3) Empresas globais. INTRODUÇÃO Desde 2006 as discussões geradas pela pesquisa sobre o Uso do Território pelos Principais Grupos Exportadores de Mato Grosso do Sul têm levantado novas indagações. Este plano de trabalho é parte dessas preocupações que focam a economia de exportação no estado do Mato Grosso do Sul. Almeida (2009) apresenta uma discussão sobre os resultados da política industrial brasileira como aquela que tem premiado os grupos que comercializam a produção do agronegócio. Cinquetti (2008) aborda a participação das empresas internacionais nas exportações brasileiras e como elas têm sido determinantes nos resultados superavitários embora se concentrem em produtos de baixa intensidade tecnológica. Para compreender a questão geográfica presente na economia de exportação, buscamos a leitura de Arroyo (2003) que desvenda o comércio na escala do território nacional. Sobre a Cargill, a leitura de Toledo (2005) foi elucidativa. Motivados pelas leituras, buscamos os dados da economia exportadora para o estado de Mato Grosso do Sul. No Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) há dados por empresas desde Selecionamos os três últimos anos ímpares e

2 constatamos que há pouca variação tanto na pauta exportadora quanto nas empresas mais representativas, que são aquelas ligadas ao complexo soja (ADM, Seara Alimentos, Cargill Agrícola, Bunge Alimentos, Cooperativa Agropecuária e Agroindustrial - COOAGRI), produtos pecuários como carne bovina e couro (frigoríficos Bertin, JBS, Minerva, Independência, Margem e do couro: Bom Charque e BMZ), mineradoras (Urucum Mineração e Mineração Corumbaense Reunidas) e o recente aparecimento da exportação de açúcar e álcool (Tavares de Melo) e Celulose (VCP). (Ver Tabela 1). Tabela 1 MATO GROSSO DO SUL Participação percentual das principais empresas exportadoras no total exportado nos anos de 2009, 2007 e Empresa 2009 Empresa 2007 Empresa 2005 Bertin 11,77 ADM 11,29 Independência 15,12 ADM 11,21 Seara Alimentos 8,27 ADM 12,29 Seara Alimentos 8,47 Bunge Alimentos 7,60 Seara 10,53 Cargil Agrícola 7,49 Independência 6,76 Bunge Alimentos 7,55 JBS 4,64 Cargil Agrícola 5,31 Cargil Agrícola 5,14 Bunge Alimentos 4,54 Avipal 5,06 Bom Charque 4,44 VCP-MS Celulose 4,20 COOAGRI 4,36 Urucum Mineração 4,20 Tavares de Melo 4,01 Glencore 3,38 Margem 3,60 Urucum Mineração 3,65 BMZ Couros 3,14 Friboi 3,11 Minerva 3,56 Mineração Corumbaense 2,95 Avipal 2,66 Fonte: SECEX /MDIC Organizado por: Thiago da Silva Melo Os dados demonstram a importância e a expressão das empresas ADM, Cargil Agrícola, Bunge Alimentos e Seara Alimentos nas exportações de Mato Grosso do Sul, o que confirma dados apresentados por Cinquetti (2008), sobre o papel das multinacionais no desempenho comercial brasileiro. A partir disso, procuramos conhecer a localização das mesmas no estado. (Ver Mapa 1) Mapa 1 2

3 24 0 0"S "S "S "S "S "S "S "S MATO GROSSO DO SUL - EMPRESAS EXPORTADORAS POR FAIXA DE VALOR (US$) - jan-dez/ "W "W "W "W "W MT Sonora Pedro Gomes GO Bolivia Coxim Alcinópolis Ladário Corumbá Miranda Bodoquena Costa Rica Figueirão Rio Verde de Mato Grosso Chapadão do Sul São Gabriel do Oeste Camapuã Rio Negro Água Clara Corguinho Bandeirantes Aquidauana Rochedo Jaraguari Terenos Anastácio Dois Irmãos do Buriti Ribas do Rio Pardo CAMPO GRANDE Cassilândia Paranaíba Inocência Aparecida do Taboado Selvíria Três Lagoas MG Porto Murtinho Bonito Nioaque Sidrolândia Brasilândia Caracol P r o je ç ã o G e o g r á fic a D a tu m S A D 6 9 Bela Vista Paraguay Km Guia Lopes da Laguna Jardim Maracaju Antônio João Ponta Porã Laguna Carapã Aral Moreira Coronel Sapucaia Amambaí Rio Brilhante Douradina Nova Andradina Itaporã Angélica Dourados Deodápolis Vicentina Caarapó Juti Iguatemi Ivinhema Jateí Naviraí Itaquiraí Tacuru Paranhos Eldorado Japorã Sete Quedas Mundo Novo Taquarussu Batayporã Santa Rita do Pardo Bataguassu Anaurilândia PR SP F o n t e : I B G E, P ro d u z id o n o L a b o ra t ó rio d e G e o p ro c e s s a m e n t o - F C H / U F G D "W "W "W "W "W LEGENDA Divisa internacional Limite entre municípios Até US$ 1 milhão A D M Entre US$ 1 e 10 milhões Bunge Cargil Seara Entre US$ 10 e 50 milhões Acima de US$ 50 milhões Organização e desenho: Lisandra Lamoso A distribuição das unidades exportadoras nos remeteu à pesquisa realizada por Fortuna (2006), para o Mato Grosso, que discute as territorialidades econômicas criadas baseadas na produção agrícola e industrial tecnificada, nas quais a logística assume um papel crescente na redução de custos. Isso porque no Mato Grosso do Sul, a localização das unidades corresponde ao eixo formado pela BR 163 e a localização na porção nordeste 3

4 coincide com a Ferrovia Ferronorte, que permite a Três Lagoas assumir uma centralidade no serviço de transporte. Segundo pesquisa realizada por Giordano (1999), há uma inserção competitiva das regiões no período técnico-científico e informacional que fica bastante instigante para o nosso objeto de pesquisa. METODOLOGIA E FONTES A pesquisa foi desenvolvida no período compreendido entre agosto de 2010 e julho de 2011, nesse período, como fontes de pesquisa foram utilizadas bibliografias, como livros publicados sobre a temática e teses de mestrado e doutorado. Foram levantados dados junto ao MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), através do acesso à sua página eletrônica, realizando a análise dos dados referentes à exportação de Mato Grosso do Sul e mais especificamente os resultados obtidos pelas empresas pesquisadas, ainda, o acesso ao endereço eletrônico da ADM do Brasil, Bunge e Cargill. CARACTERIZAÇÃO E ESTRATÉGIAS DAS EMPRESAS GLOBAIS DO SETOR AGROINDUSTRIAL EM MATO GROSSO DO SUL O setor agroindustrial brasileiro e sul-matogrossense se caracterizam pela presença de poucas, porém grandes empresas multinacionais e cooperativas nacionais oriundas principalmente do Paraná que dominam esse mercado. Essas empresas buscam estratégias para ampliar seus negócios como nos aponta os autores: Diante das condicionantes desse mercado, o setor mostra-se concentrado pela presença de poucas empresas multinacionais, o ABCD da soja composto pelas ADM, Bunge, Cargill e Dreyfus e algumas cooperativas principalmente Coamo Carol e Comigo. (MARINO, SCARE e ZYLBERSTAJN, 2002 apud FAJARDO, 2007, p. 5-6). A estratégia inicial adotada pelos empreendimentos multinacionais no Brasil está na compra de empresas nacionais por esses grupos que adentram o território se apropriando de uma estrutura já existente além de diminuir a concorrência por extinguir as empresas anteriores, por isso, o mercado agroindustrial se caracteriza por ser fortemente oligopolizado. 4

5 Essas empresas como a ADM, a Bunge e a Cargil dada a força de seu capital, passam a exercer grande influência junto ao Estado, induzindo a criação de uma série de vantagens em seu benefício. Elas atuam como tradings agrícolas, caracterizadas pelas operações comerciais que realizam principalmente para a comercialização de commodities e que passam a atuar também no setor agroindustrial. Sobre a atuação das tradings e suas diferenças perante as demais empresas Fajardo (2007) é mais elucidativo: O que distingue a ação de uma trading agrícola das demais empresas são as operações comerciais voltadas principalmente a comercialização de commodities agrícolas. Entre essas commodities o peso da comercialização da soja é evidente. E as principais tradings do mercado de soja são algumas multinacionais do agronegócio, verdadeiras empresas globais concentrando a comercialização do produto no Brasil. (FAJARDO, 2007, p. 265) Em sua atuação, se apropriam da estrutura construída para estabelecimento de fluxos e fixos, utilizando-se da infraestrutura de energia e logística oferecidas pelo Estado como estradas, ferrovias, portos, aeroportos e usinas hidrelétricas, para construir sua própria territorialidade: O território para tais empresas não passa daquele conjunto de pontos e manchas necessários para a realização de suas atividades e que lhes dá as possibilidades de competir eficazmente nos mercados internacionalizados. O uso agrícola praticado no território nacional então se submete, em grande parte, a uma lógica das empresas globais e, por conseguinte, a uma lógica global. Na medida em que tal uso é desigual, podemos também inferir que o território passa a ter um uso hierárquico e assim torna-se competitivo. (TOLEDO, 2005, p. 17) Nesse sentido, cabe destacar a atuação do Estado, subsidiando a construção e manutenção da infraestrutura que atenda os interesses das grandes empresas do setor agroindustrial como destaca Toledo (2005): A construção ou melhoramento de rodovias, estradas de ferro e hidrovias se dá em função das necessidades e intencionalidades das grandes empresas, ou seja, são constituídos para seu privilegiado. Emerge a cooperação entre empresas atuantes no mesmo setor para a concretização do imperativo da fluidez e a realização das exportações. (TOLEDO, 2005, p.127) Por isso, a utilização de fixos se torna indispensável, pois a produção no território se dá na perspectiva de uma lógica global, ou seja, a produção dos campos brasileiros 5

6 historicamente atende principalmente às necessidades de consumo de países europeus e dos Estados Unidos: O papel da agricultura tem histórica relevância econômica no Brasil. As principais atividades econômicas desenvolvidas no país desde o início da colonização estiveram ligadas a produtos agrícolas ou de caráter extrativo, como pau-brasil, cana-de-açúcar, fumo, algodão, café, borracha e cacau. Esse modelo econômico primário-exportador manteve-se durante os regimes políticos da Colônia, do Império e do início da República, baseado na geração de renda proporcionada pela exportação de produtos agrícolas para importar os bens manufaturados. (TOLEDO, 2005, p.6) exportação: Dessa forma, as estratégias das empresas também são formuladas sob essa lógica de As estratégias são formuladas de acordo com os objetivos globais das mesmas, e estes estão associados ao campo e área selecionada. No caso das multinacionais dentro do setor agroindustrial, o domínio e a integração completa da cadeia produtiva constitui uma dessas estratégias. (FAJARDO, 2007, p. 263) Siffert Filho e Faveret Filho apud Fajardo (2007, p. 263 e 264) evidenciam também estratégias aparentemente contraditórias dessas multinacionais, que buscam a industrialização de produtos que transmitam sua identidade, e ao mesmo tempo, expandem sua área de atuação para o ramo sucroalcooleiro e de fertilizantes, buscando dominar toda sua cadeia produtiva: Entre as estratégias empresariais, destacam-se a busca por especialização, centrando as atividades da empresa em seu core business, e a diversificação (estratégia antagônica à especialização), representando o ingresso em novos mercados, os quais tanto podem ser relacionados (diversificação concêntrica) ou não com as atuais atividades (diversificação conglomerada). De modo geral, as estratégias de especialização têm recebido maior atenção por parte das empresas, embora não seja desprezível o movimento de diversificação de alguns grupos. (SIFFERT FILHO e FAVERET FILHO, 1998, p. 268 apud FAJARDO, 2007, p. 263 e 264). Em Mato Grosso do Sul, a atuação das tradings se concentra na produção e exportação da soja, principalmente como commodity, ou seja, proveniente de grãos e 6

7 farelo, sua transformação em óleo ocorre em outros lugares, sendo assim, a soja exportada possui pouco valor agregado. Em nível nacional verifica-se que a soja é exportada também em sua maioria enquanto commodity, a ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), estima para o Brasil em 2011 a cifra de milhões de dólares FOB em exportação, sendo milhões de dólares provenientes da soja em grão, milhões de dólares do farelo de soja e milhões de dólares do óleo de soja. Em volume, estima-se que (mil toneladas) sejam exportadas em grão, (mil toneladas) em farelo e apenas (mil toneladas) industrializados como óleo que possui maior valor agregado em relação às duas primeiras. Com relação à possível rentabilidade por tonelada exportada, espera-se que o valor corresponda a 480 milhões de dólares/tonelada) para a soja exportada em grão, 385 milhões de dólares/tonelada para a exportação em farelo e milhão de dólar/tonelada) para o óleo de soja. Analisando-se a rentabilidade por tonelada exportada se percebe a grande diferença de preço entre a soja em grão, em farelo e o óleo industrializado, ou seja, o valor agregado ao produto exportado geralmente é baixo devido propriamente ao mercado em que está inserido: O mercado de grãos é tipicamente caracterizado como um mercado de commodities, sendo a busca pela minimização de custos a estratégia dominante. Economias de escala e capacidade de originação de grãos são as principais variáveis que proporcionam vantagens competitivas. (MARINO, SCARE; ZYLBERSZTAJN, 2002, p. 5-6). Assim, as estratégias das empresas se concentram na redução dos custos de logística como o transporte e a armazenagem dos grãos, sendo esse o principal diferencial na concorrência entre as empresas do setor, uma vez que o preço da soja é regulado internacionalmente através da bolsa de Chicago. Por isso, como já dito, as tradings em Mato Grosso do Sul se localizam às margens da BR 163 e da Ferronorte, escoando sua produção para o porto de Paranaguá por onde a soja é exportada. 7

8 Em Mato Grosso do Sul, apesar da exportação da soja enquanto commodity ainda ser predominante, o estado já vivencia certo processo de industrialização impulsionado pelo esmagamento da soja no estado. Oliveira (2003) salienta essa importância da soja esmagada (farelo e óleo) para a industrialização em Mato Grosso do Sul: A soja esmagada (farelo e óleo) tem possibilitado além da inserção do Mato Grosso do Sul no mercado mundial, aumento da arrecadação (apesar dos subsídios)- o desencadeamento da implantação de outras unidades industriais ligadas direta ou indiretamente ao consumo de seus produtos no Mato Grosso do Sul. Como efeito, tem contribuído, com maior intensidade, no processo de acumulação e reprodução do capital na região. (OLIVEIRA, 2003, p. 16) Quanto aos países de destino da soja produzida no Brasil, se localizam principalmente na União Européia, como no caso da França e da Alemanha, servindo principalmente para a alimentação dos rebanhos da pecuária intensiva, e na Ásia, a China vem se configurando como grande importadora dessa matéria-prima, utilizando-a como principal fonte de proteína na sua dieta e no abastecendo as indústrias agroalimentares. O que se verifica nos últimos anos é o aumento da demanda desses países, principalmente da China, pela soja. Nesse cenário, o estado de Mato Grosso do Sul vem aumentando significativamente suas exportações sob a liderança das empresas ADM do Brasil, Bunge e Cargil que entre 2004 e 2010 mais que quadruplicaram seus valores exportados no estado. (Ver Figura 1). Figura 1 8

9 Fonte: SECEX /MDIC Organizado por: Lisandra Lamoso e Thiago da Silva Melo Em 2004 as três tradings somavam a quantia exportada de (US$ F.O.B) correspondendo a 18,95% das exportações do estado sendo que a liderança do segmento desse mercado cabia a Cargil com (US$ F.O.B) desse valor, sendo a terceira empresa que mais exportou em Mato Grosso do Sul representando 7,79% das exportações do estado. A ADM do Brasil nesse ano exportou a quantia de (US$ FOB), sendo a quarta empresa que mais exportou no estado representando 6,85% e a Bunge que exportou (US$ FOB), sendo a oitava que mais exportou representando 4,31%. Em 2006, essas empresas exportaram (US$ FOB.) o que correspondeu a 23,55% das exportações Mato Grosso do Sul, sendo que ADM com (US$ FOB) foi a empresa que mais exportou no estado representando 8,89. Nesse período, a Bunge também ultrapassou a Cargil em valor exportado chegando a (US$ FOB) significando 8,56% das exportações. Mesmo caindo para terceiro entre as tradings a Cargil aumentou seu valor exportado para (US$ FOB) sendo 6,1% do valor exportado pelo estado. Em 2008, o total exportado por essas empresas mais que dobrou, chegou a (US$ FOB) e represetou 23,27% do que foi exportado. A ADM do Brasil se 9

10 manteve como a empresa que mais exportou em Mato Grosso do Sul com a quantia de (US$ FOB) o que representou 12,11%. A Bunge e a Cargil também aumentaram seus valores e atingiram a cifra de (US$ FOB) e (US$ FOB) representando 7,39% e 3,77% do valor exportado pelo estado, respectivamente. Em 2010, a ADM a Bunge e a Cargil exportaram (US$ FOB) representou 19,84%, à ADM correspondeu a cifra de (US$ FOB) o que significou 7,20% o que fez com que a empresa ocupasse a terceira colocação no ranking das exportadoras. A Bunge e a Cargil atingiram seus maiores valores em exportação com (US$ FOB) e (US$ FOB) respectivamente. A partir da análise dos dados apresentados na Figura 1 e dos dados obtidos podemos perceber a relevância dessas empresas e do setor agroindustrial para a pauta de exportação do Mato Grosso do Sul que em números absolutos esteve sempre em ascensão mesmo com a crise financeira mundial de Cabe destacar que 2010 houve uma grande expansão das exportações da Cargil e uma diminuição nos valores da ADM, o que demonstra o aumento da concorrência entre as tradings nos últimos anos no estado. A liderança dessas empresas na pauta de exportação não está restrita a Mato Grosso do Sul, apresentando grande relevância também em nível nacional como constatado também por Fajardo (2007): Constata-se que as maiores tradings estrangeiras que atuam no Brasil, a Bunge, a Cargill, a ADM e a Dreyfuss (Coinbra), são responsáveis pela comercialização e processamento da maior parte da produção agrícola do país, sobretudo grãos, destacam-se principalmente: a soja, o milho e cacau. (FAJARDO, 2007) Dessa forma, essas empresas passaram a ter grande importância e a exercer influência constituindo suas territorialidades formando redes de logística, armazenagem e unidades de industrialização em todo o Brasil sempre ligado a estratégias globais. Para se compreender melhor esse processo é necessária uma análise particularizada de como cada uma dessas empresas iniciam suas atividades no país e como, no decorrer do tempo, adotam suas estratégias, nesse intuito, segue-se um resumo sobre a história e atuação da ADM, da Bunge e da Cargil no Brasil e como essas empresas operam no estado de Mato Grosso do Sul: 10

11 A ADM DO BRASIL LTDA A ADM (Archer Daniels Midland) iniciou suas atividades no Brasil em 1997 já como uma das maiores processadoras e exportadoras da soja do país, após comprar várias usinas de esmagamento, silos de grãos e silos. A empresa possui funcionários no Brasil e possui, ou arrenda, vinte silos em cinco estados Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul que conta com seis. A ADM também realiza atividades para a produção de biodiesel na usina localizada em Rondonópolis-MT, utilizando óleo de soja como matéria-prima e está posicionada para atender à demanda dos fazendeiros de soja. No Mato Grosso do Sul a empresa opera nas cidades de Campo Grande, Caarapó, Maracaju, São Gabriel do Oeste e Pedro Gomes. No ano de 2009 a unidade da ADM localizada no município de Pedro Gomes passa também a exportar a produção da empresa na região, o que demonstra a intenção da mesma em expandir ainda mais suas atividades no estado. A BUNGE BRASIL S.A A Bunge está presente no Brasil desde 1905 e após 105 anos em território nacional é uma das principais empresas do agronegócio e alimentos no país e é líder na produção de grãos, no processamento de trigo e soja, na produção de fertilizantes, na fabricação de produtos alimentícios e em serviços portuários e a primeira exportadora em agronegócio do Brasil. A Bunge Brasil pertence à holding Bunge Limited, fundada em 1818, com sede em White Plains, Nova York, EUA. Com mais de funcionários localizados em mais de 30 países, no Brasil, está presente em 16 estados de todas as regiões do país, e possui hoje mais de 17 mil colaboradores e cerca de 150 unidades, entre indústrias, centros de distribuição, silos e instalações portuárias. O faturamento bruto da companhia em 2009 atingiu a cifra de R$ 27,2 bilhões. Assim como a Cargil, sua principal área de atuação é o processamento de soja e milho e na produção de óleos vegetais e margarinas, comercializando seus produtos em escala global. 11

12 A empresa detém o controle de importantes marcas de alimentos e fertilizantes como Serrana, Manah, Iap, Ouro Verde, Salada, Soya, Cyclus, Delícia, Primor e Bunge Pró. Como dito anteriormente, uma importante estratégia da empresa é a compra de outras na fase monopolista do capital, quando adquiriu diversas empresas nos ramos de alimentação, agribusiness, químico, têxtil, entre outros. No Mato Grosso do Sul a empresa opera nas cidades de Campo Grande, com capacidade para o processamento de toneladas de soja, Dourados com toneladas, Sidrolândia com toneladas, Sonora com capacidade de toneladas, Chapadão do Sul com toneladas, Maracaju com capacidade de toneladas e São Gabriel do Oeste com toneladas. (Ver Figura 2) Figura 2 Capacidade de Processamento da Bunge no Mato Grosso do Sul Dourados Campo Grande Maracaju Sonora São Gabriel do Oeste Chapadão do Sul Fonte: Bunge, 2011 Organizado por: Thiago da Silva Melo A CARGILL AGRÍCOLA S.A A Cargil está no Brasil desde 1965, atualmente, está entre as maiores indústrias de alimentos e uma das 15 maiores empresas do país, é também a principal exportadora de soja do Brasil e a maior processadora de cacau da América Latina. 12

13 Presente em 67 países a Cargil mantém aproximadamente 138 mil funcionários e em 2009 registrou US$ 116,5 bilhões em vendas e outras receitas e lucro líquido de US$ 3,3 bilhões. A empresa possui no Brasil unidades industriais, armazéns, escritórios e terminais portuários em cerca de 120 municípios, onde trabalham aproximadamente 6 mil funcionários. Em 2009, alcançou receita líquida de R$ 15,8 bilhões no país. No Mato Grosso do Sul, a empresa opera nas cidades de Dourados, Caarapó, Três Lagoas, Maracaju, Sidrolândia, Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste. Entre as tradings estudas a Cargil foi a que mais expandiu sua atuação no estado de Mato Grosso do Sul, desde 2006 a empresa passou a exportar de mais três cidades Sidrolândia, Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, além de aumentar consideravelmente a cifra exportada de Três Lagoas, sede da empresa no estado, em Porém, essa rápida espansão da empresa no estado tem produzido um ritmo cada vez mais intenso de trabalho de seus funcionários para atender às necessidades de exportação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (Contac/CUT) e os sindicatos já chegaram a denunciar a empresa no Ministério do Trabalho e da Previdência, solicitando maior fiscalização. Em 2008, trabalhadores da sala de cortes do frigorífico da Cargil na unidade de Sidrolândia entraram em greve por melhores condições de trabalho e segurança e reivindicações salariais. Para além dos números crescentes da atividade, permanecem em discussão as reivindicações trabalhistas por salários e condições de trabalho. CONSIDERAÇÕES FINAIS A dinâmica de ordenamento territorial promovida pelas unidades exportadoras de grãos está diretamente relacionada à competitividade e a rede urbana presente. As estratégias locacionais dessas empresas é parte fundamental de suas estratégias competitivas, por isso, em Mato Grosso do Sul verificamos que estão localizadas junto à BR 163 e à Ferronorte, principais corredores de exportação para o porto de Paranaguá, por onde a soja é embarcada com destino, principalmente, para a Europa e China. A localização está relacionada com os sistemas de engenharia utilizados para a exportação de sua produção, tendo o Estado um papel fundamental na manutenção dos fixos que dão suporte à territorialidade dessas empresas. 13

14 BIBLIOGRAFIA ANÁLISE: Comércio Exterior. São Paulo: Análise Editorial, n. 14, Anual. ARROYO, Mônica. O comércio internacional na definição dos usos do território brasileiro: fragmentação e vulnerabilidade territorial. In: Anais do VI Encontro Nacional da ANPEGE, 2005, Fortaleza (CE). VI Encontro Nacional da ANPEGE - Comunicações científicas e coordenadas, CASTILLO, Ricardo. Tecnologias da informação e os novos fundamentos do espaço geográfico IN DOWBOR, L. et. al. Desafios da comunicação. Petrópolis : Vozes, CINQUETTI, Carlos. Empresas multinacionais e desempenho comercial do Brasil: uma revisão da literatura. Economia e Sociedade. Campinas, v. 17, n. 3 (34), p , dez CONTEL, Fábio Bertioli. Os sistemas de movimento do território brasileiro In SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, CORRÊA, Roberto Lobato. Interações espaciais. In: CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA,R. L. Explorações geográficas. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, DIAS, Leila Christina. Os sentidos da rede: notas para discussão. In: DIAS, L. C; SILVEIRA, R. L. L da. Redes, sociedades e territórios. Santa Cruz do Sul : EDUNISC, p FAJARDO, Sérgio. Estratégias e territorialidades na ação das cooperativas agropecuárias e empresas globais do setor agroindustrial no Paraná. Tese (Doutorado). Unesp, Presidente Prudente, FORTUNA, Denizart da Silva. Circulação e territorialidade econômica: (re)ordenamento territorial no eixo médio mato-grossense da BR Tese (Doutorado em Geografia).Departamento de Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, FREDERICO, Samuel. modernização da agricultura e dispersão do meio técnico: o surgimento de cidades funcionais ao campo nos fronts agrícolas. In: XIX ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA, 19., 2009, São Paulo. XIX ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA. São Paulo: Universidade de São Paulo, v. 1, p GARDIN, Cleonice. Mato Grosso do Sul: Considerações sobre política de transporte e projetos de integração continental. In: LAMOSO, Lisandra (org.). Transportes e politicas públicas em mato Grosso do Sul. Dourados : UFGD, p GIORDANO, Samuel Ribeiro. Competitividade regional e globalização. Tese (Doutorado em Geografia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo,

15 LAMOSO, Lisandra Pereira. Um ensaio sobre as dinâmicas produtivas no Mato Grosso do Sul. CD Rom Anais do XVI Encontro Sul-mato-grossense de geógrafos e IV Encontro Regional de Geografia. Dourados: Universidade Federal da Grande Dourados, OLIVEIRA, Tito Carlos Machado. Agroindústria e reprodução do espaço. Tese (Doutorado em Geografia) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, PAZ, Patrícia Pogliesi. A inserção das exportações de carne bovina sul-mato-grossense no mercado internacional. Dourados: UFGD, p. PORTER, Michael. A vantagem competitiva das nações. Rio de Janeiro : Campus, QUEIROZ, Paulo R. Cimó. Articulações econômicas e vias de comunicação do antigo sul de Mato Grosso (séculos XIX e XX). In: LAMOSO, Lisandra Pereira. (Org.). Transportes e políticas públicas em Mato Grosso do Sul. 1 ed. Dourados: Editora da UFGD, 2008a, v., p QUEIROZ, Paulo R. Cimó. O desafio do espaço platino às tendências de integração do antigo sul de Mato Grosso ao mercado nacional brasileiro: um hiato em dois tempos. História Econômica & História de Empresas, v. XI.1, p , 2008b. RAFFESTIN, Claude. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, SANTOS, Milton. Técnica, espaço e tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: Território e Sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, SAQUET, Marcos Aurelio. Abordagens e concepções de território. São Paulo: Expressão Popular, SILVEIRA, Márcio Rogério. As cinco revoluções e evoluções logísticas e seus impactos sobre o território brasileiro. In SILVEIRA, Márcio Rogério et. al. Questões nacionais e regionais do território brasileiro. São Paulo : Expressão Popular, p TOLEDO, Marcio Roberto. Circuitos espaciais da soja, da laranja e do cacau no Brasil: uma nota sobre o papel da Cargill no uso corporativo do território brasileiro. Dissertação (Mestrado em Geografia). Instituto de Geociência. Unicamp, Campinas, Sites consultados 15

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