P2 VATSIM rating. Portugal vacc

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P2 VATSIM rating. Portugal vacc"

Transcrição

1 P2 VATSIM rating Portugal vacc Maio 2012

2 Índice Objectivo... 3 Exame P Definições... 4 Instrumentos e medidas... 4 Forças... 4 Dispositivos... 5 Movimentos... 5 Planeamento... 6 Considerações... 6

3 Objectivo O exame para rating P2 da VATSIM pode ser efectuado em simultâneo com o rating I3 do Portugal vacc. O piloto deverá escolher um dos seguintes aviões: - Boeing 737/47/57/67/77 - Airbus A318/19/20/30/40 - Outro, que seja aprovado pelo examinador O vôo terá a duração mínima de 30 minutos com ATC presente. O piloto deverá estar preparado para, em qualquer instante, deixar de voar em piloto automático e voar manualmete, de acordo com instruções do controlador. Serão avaliados pontos tais como: Lift, drag, weight, thrust Combustível e sua distribuição Pitch, roll e yaw Correcta velocidade para cada fase do vôo (taxi, descolagem, subida, cruzeiro, descida e aterragem) Capacidade do piloto ligar os sistemas a partir de um avião completamente desligado Utilização de flaps, slats, spoliers e airbrakes Utilização do trem de aterragem Correcta interpretação dos instrumentos de altitude, velocidade, horizonte artificial, pranchamento, velocidade vertical, bússola O piloto deverá conseguir manter a altitude, rumo e velocidade sem recurso a auto-throttle nem a piloto automático. A tolerância para cada um destes parâmetros é a seguinte: Altitude +/- 100 pés Heading +/- 10 graus Velocidade indicada +/- 10 nós O piloto deverá planear a quantidade de combustível apropriada para o vôo em questão. Deverá também compreender outros parâmetros de performance como weight & balance, rate de subida/descida, altitude e velocidade apropriada de cruzeiro. Como forma de observação, o examinador deverá aceder remotamente ao cockpit do piloto através de um processo de visualização remoto tal como: - Teamviewer (preferencial) - SAGtv Exame P2 Para o exame online o piloto deverá: Enviar plano de vôo que inclua os valores de combustível e duração de vôo de acordo com o planeado Planear pesos apropriados tendo em conta o piloto, o examinador e os passageiros/carga Planear combustível que inclua a possibilidade de divergir para um aeroporto a 50nm e aterragem com combustível de reserva Operar o avião de acordo com os parâmetros apropriados para o avião em questão, de acordo com cada fase do vôo Compreender e seguir todas as instruções do controlador

4 Definições Instrumentos e medidas Altimeter instrumento usado para medir a altitude do avião acima do nível médio do mar. A unidade convencionada utilizada é feet (pés). Airspeed velocidade relativa ao ar. Pode ser IAS (indicated airspeed), CAS (calibrated airspeed), TAS (true airspeed), mach speed (velocidade relativa à velocidade do som), GS (ground speed). Artificial horizon o horizonte artificial é um instrumento que indica ao piloto a orientação do avião relativa ao solo. Mostra se o avião está com o nariz para cima ou para baixo (pitch), voltado para a esquerda ou direita (banking). Contribui, assim à noção de estado do avião (situational awareness). Turn and balance indicator instrumento que permite mostrar a quantidade de banking que um avião está a efectuar, ou seja, o pranchamento das asas. Sempre que o avião não estiver nivelado, o seu rumo irá mudar com maior ou menor intensidade, visível neste instrumento. Vertical speed indicator instrumento que indica se o avião está a subir, descer ou nivelado. O rate de subida/descida é apresentado em ft/min (pés por minuto). Directional gyro também conhecido por heading indicator, indica ao piloto o rumo do avião. Outside air temperature (OAT) valor de temperatura do ar à volta do avião sem envolver a passagem do avião nesse ar. Pitot tubo instalado no avião que permite calcular a velocidade do avião, pela passagem de ar dentro do tubo. Pelo facto do avião voar a grande altitude com baixas temperaturas, este tubo pode correr o risco de congelar passando a apresentar valores irreais. Assim, deverá estar aquecido (pitot heat) de forma a fornecer um valor de velocidade real. Forças Thrust força aerodinâmica produzida por uma turbina ou motor. Quando uma certa quantidade de massa é expelida ou acelerada numa direcção, a terceira lei de Newton prevê o surgimento de uma força de reacção na mesma direcção e sentido oposto. A propulsão é a força que permite que o avião progrida em rota. Lift para fazer um avião voar, deve ser gerada uma força para compensar o seu peso. Esta força é chamada sustentação e é gerada pelo movimento do avião através do ar. A sustentação é uma força aerodinâmica, perpendicular à direcção do vento, mantendo o avião no ar, sem descer. Drag à medida que o avião se move através do ar, há uma outra força aerodinâmica presente. O ar resiste ao movimento do avião e esta força de resistência é denominada arrasto (ou atrito). Tal como a sustentação, há muitos factores que afectam a magnitude da força de arrasto, como a forma do avião, a viscosidade do ar e a velocidade. O sentido da força de arrasto é sempre oposto ao sentido do vôo e o arrasto actua através do centro de pressão. Weight o peso é uma força que é sempre dirigida para o centro da terra: trata-se da força da gravidade. A magnitude desta força depende de todas as partes do avião, incluindo a quantidade de combustível e toda a carga (pessoas, bagagens, etc.). O peso é gerado por todo o avião mas podemos simplesmente imaginá-la como se actuasse num único ponto, chamado centro de gravidade. Em vôo, o avião gira sobre o centro de gravidade. Durante um vôo, o peso do avião muda constantemente à medida que o avião consome combustível. A distribuição do peso e do centro de gravidade pode também mudar e, por isso, o piloto deve constantemente ajustar os

5 controles ou transferir o combustível entre os depósitos para manter o avião equilibrado, algo que nos aviões mais modernos é feito automaticamente. Dispositivos Flaps dispositivos sustentadores que consistem de abas ou superfícies articuladas, existentes na parte posterior das asas de um avião. Quando estendidos aumentam a sustentação e o arrasto ou resistência ao avanço de uma asa, pela mudança da curvatura do seu perfil e do aumento de sua área. São essenciais nas fases de descolagem e aterragem para dar maior estabilidade ao avião. Spoiler dispositivo colocados sobre as asas. São chamados de speedbrake quando têm a função de quebrar a sustentação da asa e podem ser utilizadas em duas situações: * em vôo, quando não são abertos totalmente (<100%) com o objectivo de reduzir a velocidade e/ou altitude, mais rapidamente * na aterragem, onde é accionado totalmente (100%) após o avião tocar na pista, para quebrar rapidamente a sustentação da aeronave, fazendo com que ela não suba de novo e perca velocidade. Usado dessa forma, o spoiler ainda apresenta uma vantagem adicional: pode criar uma força de sustentação no sentido inverso, isto é, uma força de sustentação negativa, criando uma força vertical, de cima para baixo, aumentando o atrito com o solo, facilitando a redução de velocidade. Elevator montados perto do estabilizador horizontal de cada lado da cauda do avião, movem-se para cima ou baixo em simultâneo. Quando o stick é puxado para trás, os elevators sobem, fazendo com que o nariz do avião levante. Assim, é gerado mais sustenção e arrasto. Este componente é responsável pela subida/descida do avião. Rudder montado perto do estabilizador vertical, quando o piloto actua no pedal esquerdo, o rudder responde permitindo ao avião girar para a esquerda. O objectivo deste dispositivo é o de manobrar o avião na fase de taxi e enquanto o avião rola na pista, mantendo-o no alinhamento desejado. No ar é usado para permitir compensar que o nariz gire de acordo com o movimento pretendido. Ainda é utilizado para compensar o desvio causado por ventos cruzados na fase final de aproximação a uma pista. Aileron são montados perto dos bordos de cada asa e movem-se em direcções opostas. Quando o piloto move o stick para a esquerda, o aileron sobe na asa esquerda e desce na asa direita. Um aileron levantado reduz a sustentação nessa asa enquanto que um aileron baixado gera sustentação. Assim, o avião irá voltar pela esquerda. O recentramento do aileron mantém o avião no ângulo em que está a voltar até que movimentos opostos façam com que volte a voar nivelado. Movimentos Pitch movimento vertical do avião, permitindo que este suba ou desça (elevating). Roll movimento de rotação do avião, permitindo que este volte pela esquerda ou pela direita (banking). Yaw movimento horizontal do avião considerando que está nivelado. No caso de vento cruzado, moderado a forte, o avião tende a estar com o nariz desalinhado com a pista sendo necessário compensar este movimento (heading).

6 Planeamento O piloto deverá planear diversos parâmetros de vôo. Um deles é o combustível. O combustível total deverá ser composto por: - combustível para taxi ( kgs tipicamente) - combustivel do vôo em si (número de horas de vôo * gasto típico de combustível por hora do avião). Este parâmetro deverá incluir uma SID e suas restrições de altitude, subida, cruzeiro, e descida para o IAF (initial approach fix) para a pista menos favorável - combustível de contingência (combustível para cobrir eventuais desvios de rota ou falhas operacionais. Deverá ser sempre pelo menos 5% do valor anterior - combustível para alternante (quantidade necessária para voar para o aeródromo alternante) - combustível de reserva (quantidade necessária para 30 minutos de espera/holding 1500ft acima do nível do aeródromo) - combustível extra (para cobrir situações de icing, consumo de APU entre outros) Exemplos de sites auxiliares no planeamento de combustível. Outro parâmetro a planear será a rota. Dado que o vôo parte sempre de Lisboa mas com destino a definir pelo ATC, antes de iniciar o vôo, o piloto receberá a indicação de qual o aeroporto de destino e deve enviar nessa altura o plano de vôo com a rota apropriada e nível de vôo. Considerações O piloto deve reservar duas horas para todo o processo de avaliação. Esta duração inclui tempo para preparação e planeamento do vôo, vôo propriamente dito e análise pós-vôo (debriefing).

1 06 Com o and n os o d e Voo o, o, Voo o o em C ur u v r a Prof. Diego Pablo

1 06 Com o and n os o d e Voo o, o, Voo o o em C ur u v r a Prof. Diego Pablo 1 06 Comandos de Voo, Voo em Curva Prof. Diego Pablo 2 Comandos de Voo Eixo Vertical Centro de Gravidade Os movimentos do avião se dão em torno de eixos imaginários, que se cruzam no Centro de Gravidade

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION. DIVISÃO BRASILEIRA Departamento de Treinamento

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION. DIVISÃO BRASILEIRA Departamento de Treinamento DIVISÃO BRASILEIRA Departamento de Treinamento TD-002/09 CÁLCULOS DE NAVEGAÇÃO 2009 Página: 002/017 1 INTRODUÇÃO Este documento tem o objetivo de explanar sobre os cálculos que envolvem o planejamento

Leia mais

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação?

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação? O que é a aerodinâmica? Aerodinâmica é o estudo do ar em movimento e das forças que actuam em superfícies sólidas, chamadas asas, que se movem no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis",

Leia mais

Extradorso. Intradorso. Corda

Extradorso. Intradorso. Corda AERODINÂMICA Parapente SUMÁRIO Nomenclatura do perfil Sustentação Nomenclatura e estrutura da asa Forças que actuam na asa Controlo da asa Performance Envelope de Voo O PERFIL e a ASA 4 GEOMETRIA DO PERFIL

Leia mais

ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO

ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO ATERRAGENS E DESCOLAGENS: O FACTOR HUMANO Panorâmica da Apresentação 1. Introdução 2. Estabilidade Direccional no Solo e Considerações Aerodinâmicas a Baixas Altitudes Estabilidade Direccional Efeito Solo

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

SEGURANCA AERONAUTICA

SEGURANCA AERONAUTICA SEGURANCA AERONAUTICA Nº 101 2007-10-19 Meu Caro, Hoje vamos abordar um acidente, não com uma personalidade importante da Aviação, mas, sim, com um piloto muito pouco experiente. Para tal, vamo-nos servir,

Leia mais

Regras de voo visual nocturno (VFR Nocturno)

Regras de voo visual nocturno (VFR Nocturno) CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 218423502 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA, 4 19/02 TELEX 12120 - AERCIV P 1749-034 LISBOA

Leia mais

Manual de Voo VFR. Virtual Varig Brasil

Manual de Voo VFR. Virtual Varig Brasil Manual de Voo VFR Virtual Varig Brasil Setembro 2010 REGRAS DE VÔO Regras de vôo visual(vfr) -Visual Flight Rules(VFR). -São regras que evitam a colisão de aeronaves com obstáculos ou com outras aeronaves

Leia mais

WIND SHEAR. Não -Convectivos

WIND SHEAR. Não -Convectivos WIND SHEAR Windshear ou Tesoura de Vento, como também e' conhecido no Brasil, é um fenômeno meteorológico que sempre existiu na natureza, mas que só recentemente vem atraindo a atenção do homem. Isto porque,

Leia mais

Considerações Gerais

Considerações Gerais Considerações Gerais Aviões de transporte comercial são desenhados especificamente para o transporte de passageiros e carga de um aeroporto para outro. Por outro lado, aviões militares como caças e bombardeiros

Leia mais

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves Curso n 4 Aeronaves Aeronaves são quaisquer máquinas capazes de sustentar vôo, e a grande maioria deles também são capazes de alçar vôo por meios próprios. Índice 1 Classificação o Mais leve do que o ar

Leia mais

1 07 Com o put u a t dor o r d e V oo o Prof. Diego Pablo

1 07 Com o put u a t dor o r d e V oo o Prof. Diego Pablo 1 07 Prof. Diego Pablo 2 Também conhecido como E6B, o é uma ferramenta usada para diversos cálculos e conversões O é capaz de calcular: Multiplicações Divisões Proporções Regra de Três Componentes de Vento

Leia mais

FORMAÇÃO DE GELO EM AERONAVES

FORMAÇÃO DE GELO EM AERONAVES FORMAÇÃO DE GELO EM A formação de gelo afeta uma aeronave tanto interna quanto externamente. A acumulação de gelo ocorre nas superfícies expostas do avião, aumentando o seu peso e a sua resistência ao

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

AERONAVES E SUAS PARTES

AERONAVES E SUAS PARTES AERONAVES E SUAS PARTES Definição de Avião Um avião é definido como uma aeronave de asa fixa mais pesada que o ar, movida por propulsão mecânica, que é mantido em condição de vôo devido à reação dinâmica

Leia mais

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar?

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar? A Ciência da Mecânica Washington Braga, Professor Associado 13/ Ano II Departamento de Engenharia Mecânica - PUC - Rio Título: Avião Voa? Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado

Leia mais

F3CN PROGRAMA A 1/27

F3CN PROGRAMA A 1/27 F3CN PROGRAMA A 1/27 PROGRAMA DE MANOBRAS A -A1:Triângulo Vertical com pirueta de 360º -A2:Oito horizontal com nariz para dentro (nose in) cauda para dentro (tail in) -A3:Rectângulo vertical 1 -A4:Dois

Leia mais

De uma maneira fácil e simplificada, um planador é uma aeronave sem uma. força motriz, equivalente a um avião sem motor. Embora as linhas gerais,

De uma maneira fácil e simplificada, um planador é uma aeronave sem uma. força motriz, equivalente a um avião sem motor. Embora as linhas gerais, De uma maneira fácil e simplificada, um planador é uma aeronave sem uma força motriz, equivalente a um avião sem motor. Embora as linhas gerais, aerodinâmica e maneira de pilotagem que se aplicam aos aviões

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave Tópicos Abordados Fundamentos Básicos Sobre o Funcionamento de uma Aeronave. Superfícies de Controle.

Leia mais

CX012V CX010 MANUAL DE HELICÓPTERO

CX012V CX010 MANUAL DE HELICÓPTERO MANUAL DE INSTRUÇÕES CX012V MANUAL DE HELICÓPTERO C/ VÍDEO CX010 MANUAL DE HELICÓPTERO 3. 5- CANAIS R/ C +14 SEM PRECAUÇÕES Especificações: Peso: 656 g Total Comprimento: 72 Cm Tamanho Helicóptero: 72

Leia mais

Deriva Horizontal e sua parte móvel (PROFUNDOR)...Deriva Vertical e sua parte móvel (LEME)...O corpo (FUZELAGEM ou CHARUTO)

Deriva Horizontal e sua parte móvel (PROFUNDOR)...Deriva Vertical e sua parte móvel (LEME)...O corpo (FUZELAGEM ou CHARUTO) Este manual serve para qualquer avião da Artal. Terá apenas algumas mudanças como posição do profundor do Stick Onda que será fixo na parte de baixo do charuto. Outra mudança também é na posição dos servos,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA. Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA. Porto Alegre, 11 de junho de 2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA. Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA. Porto Alegre, 11 de junho de 2007. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DE SUL TRABALHO DE FÍSICA Por que o avião voa? JEFERSON WOHANKA Porto Alegre, 11 de junho de 2007. ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 AS FORÇAS QUE ATUAM SOBRE O AVIÃO...4 COMO É

Leia mais

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho

Leia mais

1 08 Esta t bil i i l d i ade L o L n o g n it i u t d u in i a n l, l, La L te t ra r l l e Di D r i e r cio i n o a n l Prof.

1 08 Esta t bil i i l d i ade L o L n o g n it i u t d u in i a n l, l, La L te t ra r l l e Di D r i e r cio i n o a n l Prof. 1 08 Estabilidade Longitudinal, Lateral e Direcional Prof. Diego Pablo 2 Equilíbrio Estabilidade Longitudinal Estável Tende a voltar ao equilibrio espontâneamente Instável Se tirado do estado inicial tende

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III Questões COVEST Física Mecânica Prof. Rogério Porto Assunto: Cinemática em uma Dimensão III 1. Um atleta salta por cima do obstáculo na figura e seu centro de gravidade atinge a altura de 2,2 m. Atrás

Leia mais

Arco DME. Arco DME. Departamento de Treinamento TAMv - 2009 -

Arco DME. Arco DME. Departamento de Treinamento TAMv - 2009 - Arco DME 1 Índice Objetivo 3 Introdução 4 Interpretação do Procedimento 5 Etapas do Procedimento 5 Como calcular os Lead Points 6 Como manter o perfil do Arco DME 6 Exemplo Prático 8 Briefing da lição:

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE EIXO GIROSCÓPIO DO TARÔ ZYX 3

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE EIXO GIROSCÓPIO DO TARÔ ZYX 3 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE EIXO GIROSCÓPIO DO TARÔ ZYX 3 O sistema de giroscópio 3 eixos flybarless multi-funcional ZYX alto desempenho feito por TAROT é o sistema de flybarless mais leve. É compatível com

Leia mais

Directrizes para o exame de condução de automóveis ligeiros de. transmissão automática

Directrizes para o exame de condução de automóveis ligeiros de. transmissão automática Directrizes para o exame de condução de automóveis ligeiros de transmissão automática 1. Prova no parque de manobras (1) Antes de iniciar a marcha Antes de ligar o motor, o candidato deve verificar se

Leia mais

Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR

Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR International Virtual Aviation Organization Divisão Brasil da IVAO Departamento de Eventos Guia de relatórios de pernas dos tours da IVAO-BR (para pilotos) BR-EAC Brasil, 02 de maio de 2014. - 1 - Índice

Leia mais

Mais aplicações das Leis de Newton

Mais aplicações das Leis de Newton Mais aplicações das Leis de Newton Disciplina: Física Geral I Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: A natureza dos diversos tipos de força de atrito

Leia mais

STRATOMASTER FLIGHT CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES

STRATOMASTER FLIGHT CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES DIMENSÕES: 224 x 64 mm. Profundidade no painel 65 mm (incluindo conectores e cabeamento). Corte no painel 204x54 mm. Peso 450 g. ALTÍMETRO: 0-40.000ft (12.195 mts.) com 7,5 ft

Leia mais

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 218423502 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA 25/03 TELEX 12120 - AERCIV P 1749-034 LISBOA

Leia mais

7] As polias indicadas na figura se movimentam em rotação uniforme, ligados por um eixo fixo.

7] As polias indicadas na figura se movimentam em rotação uniforme, ligados por um eixo fixo. Colégio Militar de Juiz de Fora Lista de Exercícios C PREP Mil Prof.: Dr. Carlos Alessandro A. Silva Cinemática: Vetores, Cinemática Vetorial, Movimento Circular e Lançamento de Projéteis. Nível I 1] Dois

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Ministério dos Transportes Instituto Nacional de Aviação Civil INAVIC Normativo Técnico 16 Requisitos para o Despacho de Voo Página 1/11 Índice Parte A: Generalidades..3 16.001 Aplicações.3 16.003 Definições..3

Leia mais

Requisitos para o Despacho de Voo

Requisitos para o Despacho de Voo Normativo Técnico 16 Requisitos para o Despacho de Voo PARTE A: GENERALIDADES... 3 16.001 APLICAÇÕES... 3 16.003 DEFINIÇÕES... 3 16.005 SIGLAS/ACRÓNIMOS... 3 PARTE B: CONTROLO OPERACIONAL... 4 16.010 CONTROLO

Leia mais

Manual Do Usuário ( v1.2 ) Dji Phantom 3 Professional

Manual Do Usuário ( v1.2 ) Dji Phantom 3 Professional Manual Do Usuário ( v1.2 ) Dji Phantom 3 Professional Preparando a Aeronave Removendo a trava do gimbal Remova a trava do gimbal deslizando ela para a direita ( olhando a aeronave de frente ), como mostra

Leia mais

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Definições e Conceitos AERÓDROMO: Área definida sobre a terra ou água destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves; AERÓDROMO CONTROLADO: Aeródromo

Leia mais

SPOT BATTERY EXCHANGER

SPOT BATTERY EXCHANGER SPOT BATTERY ECHANGER SBE PICKER V1.0 V1.0 Manual de Instruções SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Sociedade Unipessoal, Lda. Rua D. Luís de Noronha 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel / Fax.

Leia mais

Índice. 02- Tomando como modelo equipamentos existentes para o desenho 3D

Índice. 02- Tomando como modelo equipamentos existentes para o desenho 3D Índice 01- Introdução ao projeto de um drone movido a ar comprimido com motor elétrico Tipos de drones existentes atualmente Meu projeto, uma iniciativa diferente Comparações dos drones existentes com

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA Ê Destina-se a todos níveis de piloto LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA O voo livre, depende literalmente das condições meteorológicas. Saber avaliar correctamente as mesmas, é fundamental para voar

Leia mais

Mecânica 2007/2008. 6ª Série

Mecânica 2007/2008. 6ª Série Mecânica 2007/2008 6ª Série Questões: 1. Suponha a=b e M>m no sistema de partículas representado na figura 6.1. Em torno de que eixo (x, y ou z) é que o momento de inércia tem o menor valor? e o maior

Leia mais

Variadores e redutores de velocidade e manutenção de engrenagens

Variadores e redutores de velocidade e manutenção de engrenagens Variadores e redutores de velocidade e manutenção de engrenagens A UU L AL A Um conjunto de engrenagens cônicas pertencente a uma máquina começou a apresentar ruídos estranhos. O operador da máquina ficou

Leia mais

Mecânica 2007/2008. 3ª Série

Mecânica 2007/2008. 3ª Série Mecânica 2007/2008 3ª Série Questões: 1. Se o ouro fosse vendido a peso, preferia comprá-lo na serra da Estrela ou em Lisboa? Se fosse vendido pela massa em qual das duas localidades preferia comprá-lo?

Leia mais

Sustentação e momento de picada de uma aeronave

Sustentação e momento de picada de uma aeronave de uma aeronave João Oliveira ACMAA, DEM, Instituto Superior Técnico, MEAero (Versão de 24 de Setembro de 2011) Asa + fuselagem + Estabilizador Asa em voo: há equilíbrio o equilíbrio não é estável Necessário

Leia mais

Requisitos para Transporte de Passageiros

Requisitos para Transporte de Passageiros Normativo Técnico 13 Requisitos para Transporte de Passageiros PARTE A: GENERALIDADES... 4 13.001 APLICABILIDADE... 4 13.003 DEFINIÇÕES... 4 13.005 SIGLAS E ACRÓNIMOS... 4 13.007 TRANSPORTE DE PESSOAS

Leia mais

Dimensionamento Inicial

Dimensionamento Inicial Dimensionamento Inicial O dimensionamento inicial é o processo pelo qual se determina o peso de descolagem e a quantidade de combustível necessários para que um conceito de aeronave execute a sua missão;

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 C6-0090/2006 2000/0069(COD) PT 16/03/2006 Posição comum Posição comum adoptada pelo Conselho em 9 de Março de 2006 tendo em vista a aprovação do Regulamento

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

SIMULAÇÃO DE INCIDENTES EM VOO SIV NIVEL 1. 27 a 29 DE MAIO

SIMULAÇÃO DE INCIDENTES EM VOO SIV NIVEL 1. 27 a 29 DE MAIO FICHA DE ACTIVIDADE ÉPOCA 2011 SIMULAÇÃO DE INCIDENTES EM VOO SIV NIVEL 1 27 a 29 DE MAIO 1 - Descrição e Objetivos da Atividade: Com esta formação pretende-se melhorar o relacionamento do piloto com a

Leia mais

Forças Aplicadas no Avião. Forças Aplicadas no Avião

Forças Aplicadas no Avião. Forças Aplicadas no Avião 7631 º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Forças no Avião em Voo linha de referência do avião L α T α T γ vento relativo horizontal L Sustentação (força aerodinâmica) D Arrasto (força aerodinâmica)

Leia mais

Os mecanismos da circulação oceânica: acção do vento força de Coriolis e camada de Ekman. Correntes de inércia.

Os mecanismos da circulação oceânica: acção do vento força de Coriolis e camada de Ekman. Correntes de inércia. Os mecanismos da circulação oceânica: acção do vento força de Coriolis e camada de Ekman. Correntes de inércia. OS MECANISMOS DA CIRCULAÇÃO OCEÂNICA A acção do vento nas águas superficiais Quando o vento

Leia mais

TRANSIÇÃO PARA O. Adaptação: Ernesto Klotzel 48 FLAP INTERNACIONAL 49 FLAP INTERNACIONAL

TRANSIÇÃO PARA O. Adaptação: Ernesto Klotzel 48 FLAP INTERNACIONAL 49 FLAP INTERNACIONAL TRANSIÇÃO PARA O Da hélice para o turbofan, os cuidados que devem ser observados por pilotos que estão migrando de tipo de equipamento. Os conceitos mudam radicalmente e a transição exige um bom treinamento

Leia mais

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011

Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011 Federação Portuguesa de Voo Livre Exame Nacional Nível 3 - Parapente 1 de Abril 2011 1. Aerodinâmica: a) O ângulo de ataque é o ângulo formado entre a corda e a linha de trajectória do fluxo de ar. b)

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Tópicos Abordados Relatório de Projeto. Técnicas de Estruturação para uma boa Avaliação. Elaboração do Relatório

Leia mais

Autorizações para a prática de trabalho aéreo em avião

Autorizações para a prática de trabalho aéreo em avião CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA? PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL TELEFONE 8423500 INFORMAÇÃO AERONÁUTICA AFTN - LPPTYAYI AEROPORTO DA PORTELA 15/98 TELEX 12120 - AERCIV P 1700 LISBOA 01

Leia mais

ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi

ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi HISTÓRICO AEROPORTOS 1. PRINCÍPIOS GERAIS: Cinco Liberdades do Ar: 1. Uma aeronave tem direito de sobrevoar um outro país, sem pousar, contanto que o país

Leia mais

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 1. A peça fundida tem massa de 3,00 Mg. Suspensa em uma posição vertical e inicialmente em repouso, recebe uma velocidade escalar para cima de 200 mm/s em 0,300 s utilizando

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS PESADAS 2 DESCRIÇÃO A movimentação de cargas pesadas, compreende as operações de elevação, transporte e descarga de objectos,

Leia mais

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T3 Física Experimental I - 2007/08 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA 1. Objectivo Verificar a conservação da energia mecânica de

Leia mais

Organizações de Manutenção Aprovadas

Organizações de Manutenção Aprovadas Normativo Técnico 5 Organizações de Manutenção Aprovadas PARTE A: GENERALIDADES... 3 5.001 APLICABILIDADE... 3 5.003 DEFINIÇÕES... 3 5.005 SIGLAS/ACRÓNIMOS... 5 PARTE B: CERTIFICADO AMO... 5 5.010 APLICABILIDADE...

Leia mais

Problemas de Mecânica e Ondas 5

Problemas de Mecânica e Ondas 5 Problemas de Mecânica e Ondas 5 P 5.1. Um automóvel com uma massa total de 1000kg (incluindo ocupantes) desloca-se com uma velocidade (módulo) de 90km/h. a) Suponha que o carro sofre uma travagem que reduz

Leia mais

www.academiadoar.com.br tel.:11 2414-3014 CURSO DE COMISSÁRIOS DE VOO

www.academiadoar.com.br tel.:11 2414-3014 CURSO DE COMISSÁRIOS DE VOO www.academiadoar.com.br tel.:11 2414-3014 CURSO DE COMISSÁRIOS DE VOO www.academiadoar.com.br tel.:11 2414-3014 CONHECIMENTOS GERAIS DE AERONAVES CGA Aerodinâmica Ciência que estuda as forças produzidas

Leia mais

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2 OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força?

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força? Aula 04: Leis de Newton e Gravitação Tópico 02: Segunda Lei de Newton Como você acaba de ver no Tópico 1, a Primeira Lei de Newton ou Princípio da Inércia diz que todo corpo livre da ação de forças ou

Leia mais

1) Calcular, em m/s, a velocidade de um móvel que percorre 14,4Km em 3min. a) ( ) 70m/s b) ( ) 80 m/s c) ( ) 90m/s d) ( ) 60m/s

1) Calcular, em m/s, a velocidade de um móvel que percorre 14,4Km em 3min. a) ( ) 70m/s b) ( ) 80 m/s c) ( ) 90m/s d) ( ) 60m/s SIMULADO DE FÍSICA ENSINO MÉDIO 1) Calcular, em m/s, a velocidade de um móvel que percorre 14,4Km em 3min. a) ( ) 70m/s b) ( ) 80 m/s c) ( ) 90m/s d) ( ) 60m/s 2) Um avião voa com velocidade constante

Leia mais

Física e Química A. Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina

Física e Química A. Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina Física e Química A Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina Ano lectivo de 2009/2010 Índice Sumário 3 I Relatório 1.1. Objectivos.. 4 1.2. Planeamento 5 1.3. Execução. 6 1.4. Resultados

Leia mais

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera Questão 1 Na figura abaixo, vê-se um trecho de uma linha de produção de esferas. Para testar a resistência das esferas a impacto, são impulsionadas a partir de uma esteira rolante, com velocidade horizontal

Leia mais

Curso n 13. Aterragem

Curso n 13. Aterragem Curso n 13 Aterragem Todos os pilotos do mundo sabem aterrar, aquilo vai de ele, então porque fazer uma página sobre a aterragem? Quem não se sentiu dizernumbrado e incomodado, na hora de uma aterragem

Leia mais

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE PESQUISAS E DESENVOLVIMENTO CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL

MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE PESQUISAS E DESENVOLVIMENTO CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE PESQUISAS E DESENVOLVIMENTO CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL +-------------------+ ESPECIFICAÇÃO DE AERONAVE Nº EA-7501 EA-7501-04 Detentor do CHT: Folha 1 INDÚSTRIA

Leia mais

Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON

Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON Aluno (a): N Série: 1º Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 Disciplina: FÍSICA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON 01. Explique a função do cinto de segurança de um carro, utilizando o

Leia mais

Cap. 06 - Instrumentos de Bordo e Proteção contra Fogo

Cap. 06 - Instrumentos de Bordo e Proteção contra Fogo Cap. 06 - Instrumentos de Bordo e Proteção contra Fogo INSTRUMENTOS Os instrumentos servem para controlar o vôo, o funcionamento do motor e demais sistemas da aeronave. Eles são classificados em 4 grupos

Leia mais

Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies

Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies Página 1 de 6 Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies ALTERAÇÃO (ÕES) À ÚLTIMA VERSÃO Pág. 3 RESPONSÁVEIS PELO DOCUMENTO Nome Função Rubrica/Data Elaborado por Isabel Costa

Leia mais

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia Manual de Fraseologia 1 Neste tutorial você aprenderá a realizar comunicação com os órgãos de controle de tráfego aéreo. Introdução Após ter realizado seu planejamento de voo e envio do mesmo seguirá com

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

Energia Cinética e Trabalho

Energia Cinética e Trabalho Energia Cinética e Trabalho Disciplina: Física Geral I Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: O que significa uma força realizar um trabalho sobre

Leia mais

SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV)

SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV) SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA CURSO DE ENSAIOS EM VOO (CEV) 1) As vezes, um fator de conversão pode ser deduzido mediante o conhecimento de uma constante em dois sistemas diferentes. O peso de um pé cúbico

Leia mais

Infinity singles. MGL Avionics - Infinity Singles

Infinity singles. MGL Avionics - Infinity Singles Infinity singles Estes equipamentos foram desenvolvidos com funções integradas em pequenas unidades 2¼, para que possam ser utilizadas como complemento em aeronaves que já possuam instrumentos instalados

Leia mais

Termos Náuticos Básicos

Termos Náuticos Básicos Termos Náuticos Básicos Adriças: Cabos usados para levantar ou içar as velas Alheta: Parte da embarcação entre o Través e a Popa Amantilho: Cabo preso ao topo do mastro, que suporta a retranca prevenindo

Leia mais

10-7 INFORMAÇÕES GERAIS

10-7 INFORMAÇÕES GERAIS 10-7 INFORMAÇÕES GERAIS OPERAÇÃO EXCLUSIVA DO COMANDANTE Em caso de incapacidade do Comandante em vôo com destino ao SBRJ, este deverá ser desviado para SBGL ou outro alternado disponível. A operação no

Leia mais

Capítulo 8. Conservação do momento. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação:

Capítulo 8. Conservação do momento. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação: Capítulo 8 Conservação do momento Recursos com copyright incluídos nesta apresentação: Até agora consideramos o movimento de uma única partícula submetida à ação de uma força resultante. Esta descrição

Leia mais

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2 F128-Lista 11 1) Como parte de uma inspeção de manutenção, a turbina de um motor a jato é posta a girar de acordo com o gráfico mostrado na Fig. 15. Quantas revoluções esta turbina realizou durante o teste?

Leia mais

-----> V = 73,3V. Portanto: V2 = 73,3V e V1 = 146,6V, com isso somente L1 brilhará acima do normal e provavelmente queimará.

-----> V = 73,3V. Portanto: V2 = 73,3V e V1 = 146,6V, com isso somente L1 brilhará acima do normal e provavelmente queimará. TC 3 UECE 01 FASE POF.: Célio Normando Conteúdo: Lâmpadas Incandescentes 1. A lâmpada incandescente é um dispositivo elétrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica. Uma

Leia mais

TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2. Aula 1.

TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2. Aula 1. TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2 Aula 1 www.aerocurso.com TEORIA DE VÔO E AERODINÂMICA 2 5 VÔO RETO E NIVELADO. Para se voar reto e nivelado em alta velocidade, deverá ser mantido um ângulo de ataque

Leia mais

MOVIMENTADOR PARA PORTAS DE ENROLAR

MOVIMENTADOR PARA PORTAS DE ENROLAR MOVIMENTADOR PARA PORTAS DE ENROLAR www.mastertec.ind.br 1 ÍNDICE 1. Recursos:... 3 2. Condições de funcionamento:... 3 3. Características técnicas:... 3 4. Características construtivas:... 3 5. Diagrama

Leia mais

E-BOOK 15 DICAS PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL

E-BOOK 15 DICAS PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL E-BOOK 15 DICAS PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL Veja 15 dicas para economizar combustível no carro Da maneira de dirigir à escolha da gasolina, saiba o que pode trazer economia de consumo. Não existe mágica.

Leia mais

O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros.

O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros. por Jerry Gibbs Revista Soaring - Julho 1980 Tradução e adaptação: Antonio Milan O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros. Era uma

Leia mais

COMO FUNCIONA UM AVIÃO

COMO FUNCIONA UM AVIÃO Maj Av Mario Cesar Berto Centro Técnico Aeroespacial - CTA Instituto de Aeronáutica e Espaço - IAE Divisão de Ensaios em Vôo - AEV berto@iae.cta.br COMO FUNCIONA UM AVIÃO Resumo. O sonho de voar acompanha

Leia mais

9) (UFMG/Adap.) Nesta figura, está representado um bloco de peso 20 N sendo pressionado contra a parede por uma força F.

9) (UFMG/Adap.) Nesta figura, está representado um bloco de peso 20 N sendo pressionado contra a parede por uma força F. Exercícios - Aula 6 8) (UFMG) Considere as seguintes situações: I) Um carro, subindo uma rua de forte declive, em movimento retilíneo uniforme. II) Um carro, percorrendo uma praça circular, com movimento

Leia mais

Rotação de Espelhos Planos

Rotação de Espelhos Planos Rotação de Espelhos Planos Introdução Um assunto que costuma aparecer em provas, isoladamente ou como parte de um exercício envolvendo outros tópicos, é a rotação de espelhos planos. Neste artigo, exploraremos

Leia mais

Características de um fluido

Características de um fluido FLUIDOS - Propriedades Características de um fluido Gases e liquídos podem ambos ser considerados fluidos. Há certas características partilhadas por todos os fluidos que podem usar-se para distinguir liquidos

Leia mais

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1 1ª AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL CORRETOR 1 01 02 03 04 05 06 07 08 Reservado à CCV Universidade Federal do Ceará Coordenadoria de Concursos - CCV Comissão do Vestibular Reservado à CCV 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA

Leia mais