Produção Integrada. Elaborado por: Aníbal Silva Nº Rodrigo Pereira Nº EST º Ano EMP

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1 PPAP Production Part Approval Process Elaborado por: Aníbal Silva Nº 5433 Rodrigo Pereira Nº 3838 EST º Ano EMP

2 ÍNDICE Introdução...5 Secção I...5 I.1 Generalidades...5 I.2 Requisitos do Processo de aprovação...6 I.2.1 LOTE DE PRODUÇÃO PARA APROVAÇÃO (SIGNIFICANT PRODUCTION RUN)... 6 I.2.2 REQUISITOS DO PPAP... 6 I Documentos de concepção... 7 I Documentos para autorização de alterações de engenharia... 7 I Aprovação de Engenharia... 8 I Design FMEA... 8 I Diagramas de Fluxo de Processo... 8 I FMEA do Processo... 8 I Resultados Dimensionais... 8 I Registos de material/resultados dos Performance Tests... 9 I Resultados dos ensaios do material... 9 I Resultados dos Ensaios de Performance I Estudos Iniciais do Processo I Generalidades I Índices de Qualidade I Critérios de aceitação para Estudos Iniciais I Processos instáveis I Processo com especificação unilateral ou Distribuição não Normal I Procedimento para situações de não satisfação dos critérios de aceitação I Análise do Sistema de Medição I Documentação dos Laboratórios Qualificados I Plano de Controlo I PSW Part Submission Warrant I Pesagem da peça I Relatório de aprovação de aparência (AAR ) I Lista de Requisitos para Material a Granel I Amostra de Peças da Produção I Amostra Padrão I Ajudas de Controlo I Requisitos específicos do cliente I.3 NOTIFICAÇÃO DO CLIENTE E REQUISITOS PARA SUBMISSÃO I.3.1 Notificação do Cliente I.3.2 Pedido de aprovação I.3.3 Situações em que a Notificação do Cliente não é necessária EST º Ano EMP

3 I.4 NÍVEIS DE APROVAÇÃO I.5 STATUS DO PROCESSO DE APROVAÇÃO I.5.1 Generalidades I.5.2 Status do cliente relativo ao PPAP I Aprovação (Full approval) I Aprovação Provisória (Interim approval) I Aprovação não aceite (rejected) I.6 MANUTENÇÃO DE REGISTOS Secção II II.1 Instruções específicas da DaimlerChrysler Corporation II.1.1 NÍVEIS DE APROVAÇÃO II.1.2 PEDIDO DE APROVAÇÃO II.1.3 AJUDAS DE CONTROLO II.1.4 REQUISITOS PARA APROVAÇÃO DE APARÊNCIA II.1.5 ALTERAÇÕES NO PRODUTO A PEDIDO DO FORNECEDOR II.1.6 APROVAÇÃO PROVISÓRIA II Interim Approval Authorizations II.1.7 Laboratórios II.2 Instruções específicas da Ford II.2.1 ACTIVIDADE DE APROVAÇÃO DE PEÇAS II.2.2 ESPECIFICAÇÃO DE ENGENHARIA (ES) II.2.3 RESTRIÇÕES À UTILIZAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS II.2.4 APROVAÇÃO PROVISÓRIA II.2.5 PLANOS DE CONTROLO II.2.6 APROVAÇÃO DE ITENS DE APARÊNCIA II.2.7 NÍVEIS DE APROVAÇÃO II.2.8 GESTÃO DAS ALTERAÇÕES II.2.9 FAMÍLIA DE PEÇAS II.2.9 REQUISITOS PARA ETIQUETAS II.2.10 RUN AT RATE II.2.11 LABORATÓRIOS II.2.12 SUPPLIER REQUEST FOR ENGINEERING APPROVAL (SREA) Alterações ao Processo II.3 Instruções específicas da General Motors II.3.1 APLICAÇÃO II.3.2 REQUISITOS PARA APROVAÇÃO DE PEÇAS II Impresso PSW (I ) II AAR Appearance Approval Report (ver I ) II Amostra do produto (ver I ) II Registos de concepção (ver I.2.2.1) EST º Ano EMP

4 II Resultados dos ensaios de Material, Desempenho e Durabilidade II Planos de Controlo (ver I ) II Estudos Iniciais do Processo (ver I.2.2.9) II.3.3 NOTIFICAÇÃO DO CLIENTE, DE ALTERAÇÕES INICIADAS PELO FORNECEDOR II.3.4 SITUAÇÕES EM QUE A NOTIFICAÇÃO DO CLIENTE NÃO É NECESSÁRIA II.3.5 NÍVEIS DE APROVAÇÃO II.3.6 STATUS DOS PEDIDOS DE APROVAÇÃO II.3.7 EMBALAGEM E ETIQUETAGEM EST º Ano EMP

5 INTRODUÇÃO OBJECTIVO O processo de aprovação de peças de produção (PPAP-Production Part Approval Process) define os requisitos genéricos para aprovação de peças, incluindo requisitos para material fornecido a granel. O PPAP tem como objectivos: - Garantir a compreensão clara e interpretação correcta dos requisitos do cliente expressos nos documentos técnicos/concepção, desenhos e/ou especificações; - Determinar o potencial do processo produtivo do fornecedor em produzir um produto consistente com os requisitos estabelecidos, durante um período de produção normal e atendendo a uma determinada cadência produtiva. APLICAÇÃO O PPAP é aplicável a fornecedores de peças/componentes para produção, de peças de reposição e de materiais a granel. No caso de fornecedores de peças por catálogo ou peças de reposição, estes devem implementar o PPAP, a menos que formalmente seja dispensados pelo cliente. Para o caso de fornecedores de material fornecido a granel, o PPAP só é aplicável quando requerido pelo cliente. O cliente pode ainda dispensar formalmente a aplicação dos requisitos do PPAP a um determinado fornecedor. SECÇÃO I I.1 GENERALIDADES Todo e qualquer fornecedor, sujeito ao PPAP, deve obter aprovação completa nas seguintes situações: - Produção de produtos ou peças/componentes novos. Ou seja, no caso de peças, materiais ou cores não fornecidas anteriormente ao cliente em causa; - Correcção de uma discrepância numa peça anteriormente submetida a aprovação; - Modificações no produto decorrentes de alterações de engenharia, de especificações ou de materiais; - Nas situações referidas no ponto I.3 (define requisitos de notificação e submissão). EST º Ano EMP

6 I.2 REQUISITOS DO PROCESSO DE APROVAÇÃO I.2.1 Lote de produção para aprovação (Significant Production Run) Os produtos/peças para aprovação devem ser produzidos em condições normais de produção, durante um período de tempo significativo. Este período de tempo deve estar compreendido no intervalo de uma a oito horas de produção e permitir produzir consecutivamente uma quantidade mínima de 300 peças, a menos que outra quantidade seja acordada e autorizada pelo cliente. Este lote deve ser produzido no local de produção/instalações produtivas, nas condições de processo normais, incluindo equipamentos produtivos, materiais, ferramentas, operadores, e meios de controlo. No caso dos processos produtivos incluírem mais do que uma linha de montagem ou células de produção, ou no caso de equipamentos que utilizem moldes de concavidade múltipla, ferramentas variadas, matrizes, etc. devem ser medidas e testadas peças de cada uma das linhas, células, concavidades ou ferramentas em número significativo. Para o caso dos materiais fornecidos a granel e caso seja requerida uma amostra para submeter a aprovação, esta deve ser representativa de um período de operação estabilizado. Note-se no entanto que, o histórico dos produtos correntes pode ser utilizado para estimar a capacidade ou desempenho inicial do processo para produtos novos similares. No caso de não haver histórico, um plano de contenção pode ser implementado até o processo produtivo demonstrar capacidade ou desempenho suficiente. I.2.2 Requisitos do PPAP O fornecedor deve cumprir com os requisitos definidos, por exemplo nos registos de concepção e nas especificações, para o caso dos fornecedores de materiais a granel. O fornecedor não deve submeter a aprovação peças, documentos e/ou registos em caso de se verificarem resultados fora de especificações. Deve investir esforços e implementar acções adequadas no sentido de corrigir o processo e cumprir os requisitos de concepção. Em caso de incapacidade de cumprimento, o fornecedor deve contactar o cliente para determinar acções correctivas adequadas. As inspecções e ensaios devem ser efectuadas por laboratórios qualificados (requisito da norma QS-9000) ou no caso de recurso a laboratórios externos estes devem estar acreditados. No caso de recurso a laboratórios externos, deve ser indicado o nome do laboratório, a data de realização dos testes, as normas utilizadas e os resultados obtidos, não sendo aceitáveis ausência de dados com comentários a avaliar a conformidade (ex: Conforme ). O fornecedor deve submeter a aprovação o relatório emitido pelo laboratório. EST º Ano EMP

7 O fornecedor deve manter os itens e registos de concepção para o nível de submissão da peça ou família de peças em questão. Estes registos devem constar do dossier de aprovação ao serem referenciados no mesmo, de modo a serem facilmente disponibilizados. O fornecedor deve obter prévia aprovação do cliente para excepções na aplicação dos requisitos do PPAP. Nem todos os itens e registos aqui mencionadas têm de ser cumpridos por todos os fornecedores (exemplo: há peças para as quais não estão definidos requisitos de aparência, logo os requisitos definidos para a aparência não são aplicáveis). Estes aspectos encontram-se definidos nos documentos de concepção ou, em caso de dúvida, deve ser contactado o representante do cliente da actividade de aprovação de peças. I Documentos de concepção 1 O fornecedor deve manter todos os documentos de concepção, incluindo desenhos, especificações, registos de medições e ensaios efectuados. Estes documentos podem existir em suporte de papel ou informático, devem em qualquer dos casos estar devidamente identificados. Para produtos de venda directa, existe apenas um documento de concepção da responsabilidade da entidade que detém a concepção do mesmo. Este documento pode referenciar outros documentos que suportam a sua concepção. Para materiais a granel, os documentos de concepção podem incluir a identificação das matérias-primas, formulações, etapas do processo e respectivos parâmetros, especificações do produto final ou critérios de aceitação. I Documentos para autorização de alterações de engenharia O fornecedor deve manter os documentos que autorizam alterações de engenharia já implementadas na peça, produto ou ferramenta mas que ainda não constem nos documentos de concepção (desenhos, especificações, etc.). 1 designado por Design Records EST º Ano EMP

8 I Aprovação de Engenharia Quando especificado nos documentos de concepção o fornecedor deve evidenciar aprovações, respeitantes ao nível de engenharia, por parte do cliente. I Design FMEA 2 No caso do fornecedor ter responsabilidade a nível da concepção e desenvolvimento, deverá desenvolver o FMEA de Produto, inclusivé para materiais a granel, quando esse é um dos requisitos definido. Para materiais a granel, o ranking para a severidade, ocorrência e detecção, podem ser utilizados para obter factores de risco diferenciados e elaborar o Design FMEA. I Diagramas de Fluxo de Processo O fornecedor deve ter Diagramas de Fluxo de Processo em formato próprio, que descrevam as etapas do processo produtivo e a sua sequência. Para materiais a granel deve existir a correspondente Descrição do Fluxo do Processo. I FMEA do Processo O fornecedor deve desenvolver o FMEA do processo. Pode ser desenvolvido um único Design FMEA ou Process FMEA para processos de produção de peças similares ou famílias de peças. Para materiais a granel, existem rankings estabelecidos para a severidade, ocorrência e detecção que deverão ser utilizados na obtenção de factores de risco diferenciados. I Resultados Dimensionais O fornecedor deve evidenciar que as verificações dimensionais requeridas nos documentos de concepção e no Plano de Controlo foram efectuadas e os resultados cumprem com os requisitos especificados. Devem existir registos correspondentes a peças de cada uma das linhas ou células de produção, cavidades de moldes de concavidades múltiplas, ferramentas, etc. Devem ser indicadas a data dos registos, o índice de alteração de engenharia e os documentos que suportem as alterações de engenharia ainda não integradas nos registos de concepção mas já implementadas. Uma das peças medidas deve ser identificada como amostra padrão 3 (ver I ). 2 FMEA Failure Mode and Effect Analysis 3 Master Sample EST º Ano EMP

9 Devem ser registadas em todos os documentos auxiliares (ex: esboços, desenhos de vistas/cortes da peça, resultados dos pontos de inspecção CMM, folhas das medições geométricas e de tolerâncias,etc.) as seguintes informações: - designação do fornecedor; - part number; - índice de alteração e data do desenho. Cópias destes documentos auxiliares devem acompanhar os resultados dimensionais. No caso de ser utilizado um comparador óptico na inspecção da peça, o traçado da mesma deve também ser incluído nestes documentos. Todas as dimensões (excepto as de referência), características e especificações, devem ser listadas em formato adequado juntamente com os registos dos resultados actuais obtidos. Os resultados Dimensionais não são aplicáveis a materiais a granel. I Registos de material/resultados dos Performance Tests O fornecedor deve manter registos do material e/ou resultados dos ensaios especificados nos documentos de concepção e no Plano de Controlo. I Resultados dos ensaios do material O fornecedor deve efectuar todos os ensaios químicos/físicos/mecânicos a todas as peças e materiais tal como definidos nos documentos de concepção e no Plano de Controlo. Os ensaios efectuados devem ser listados em formato apropriado que deve mencionar: - Índice de alteração dos documentos de concepção das peças testadas, nomeadamente o número, a data e o índice de alteração das respectivas especificações; - Data em que os ensaios foram efectuados; - Nome do subcontratante, ou quando requerido, o respectivo código definido na Customerapproved Subcontractor List; - Número de ensaios efectuados; - Resultados obtidos; - Documentos autorizando alterações de engenharia efectivadas mas não incorporadas nos registos de concepção. Para produtos cujas especificações de materiais são desenvolvidas pelo cliente e para os quais seja aplicável a lista de subcontratados aprovados, o fornecedor deve adquirir materiais ou serviços (ex: tratamento de superfície, pintura, revestimento) a subcontratados incluídos na lista. EST º Ano EMP

10 I Resultados dos Ensaios de Performance O fornecedor deve efectuar todos os ensaios de performance ou funcionais especificados para a peças ou materiail, tal como especificados nos documentos de concepção e no Plano de Controlo. O relatório de ensaio deve contemplar: - Índice de alteração dos documentos de concepção das peças testadas, nomeadamente o número, a data e o índice de alteração das respectivas especificações; - Data em que os ensaios foram efectuados; - Documentos autorizando alterações de engenharia efectivadas mas não incorporadas nos registos de concepção; - Resultados e número de ensaios efectuados. Os resultados dos ensaios devem ser listados em formato adequado. I Estudos Iniciais do Processo I Generalidades O nível do desempenho ou da capacidade do processo deve ser determinado e aceite antes das Características Especiais serem submetidas a aprovação. O fornecedor deverá efectuar a análise do Sistema de Medição de forma a determinar o efeito do erro nas medições. Há que ter em especial atenção que o objectivo deste requisito é determinar se o processo produtivo tem potencial para produzir um produto que cumpra com os requisitos do cliente. Os estudos iniciais do processo focalizam-se em variáveis e não em atributos (ex: defeitos, falhas, são atributos cuja análise é importante, mas cuja determinação da performance necessita de um número maior de dados). Os índices para estimar a capacidade ou performance do processo serão acordados entre fornecedor e cliente. O PPAP estabelece os índices Cpk e Ppk e respectivos critérios de aceitação. Outros métodos mais adaptados ao processo e produto em questão podem ser utilizados desde que previamente acordados com o fornecedor. Os estudos iniciais do processo são estudos de curto-prazo 4, pelo que não prevêem o comportamento do processo ao longo do tempo e a variação introduzida pelos operadores, equipamentos, materiais, métodos, sistema de medição e meio ambiente. Mesmos nos estudos de curto-prazo é importante a aplicação de Cartas de Controlo na recolha e análise de dados. Para as características em que são aplicáveis as Cartas de Controlo ( X, R), nos estudos de curto-prazo, devem ser considerados no mínimo 25 subgrupos contendo no mínimo 100 leituras 4 designados por Short-term studies EST º Ano EMP

11 de peças consecutivas; tendo em conta os princípios definidos para o Lote de Produção para Aprovação (Significant Production Run). Para certos processos, outros métodos analíticos (ex: Cartas Controlo Moving Range) podem ser mais adequados e permitidos, desde que previamente discutidos e aprovados pelo cliente. I Índices de Qualidade Os estudos iniciais do processo devem ser sintetizados, por índices de desempenho ou de capacidade quando estes forem passíveis de aplicação. Os estudos iniciais do processo dependem do objectivo do estudo, nomeadamente o estudo da normalidade dos dados, a definição da dimensão da amostra, a frequência de amostragem e a demonstração do controlo estatístico do processo 5. Cpk índice de capacidade para processos estáveis, o valor estimado de σ (sigma) baseia-se na ^ ^ variação dentro do subgrupo (within variation - σ = R ou σ s d = ) c Ppk índice de desempenho, o valor estimado de σ (sigma) baseia-se na variação total, ^ σ = s = n i= 1 ( x X ) i n 1 2 Estudos de curto-prazo o objectivo dos estudos iniciais de processo é conhecer a variação do processo, pelo que se existir dados de histórico suficientes para construir uma carta de controlo (no mínimo 100 pontos individuais), pode-se proceder ao cálculo do Cpk para o caso de processos estáveis, ou ao cálculo do Ppk para processos instáveis. Quando o número de dados individuais for inferior a 100 é necessário contactar o representante do cliente para ser desenvolvido um plano adequado. Para materiais a granel, se os estudos iniciais do processo forem um requisito, deverá ser acordado com o cliente as técnicas a aplicar para estimar a capacidade do processo. 2 4 I Critérios de aceitação para Estudos Iniciais O fornecedor deve utilizar para processos estáveis, os seguintes critérios de aceitação para avaliar os resultados dos estudos iniciais: Resultados 6 Critério / interpretação Valor do índice > O processo permite cumprir os requisitos do cliente; - Após aprovação, iniciar produção e aplicar o Plano de Controlo 1.33 Valor do índice O processo é aceitável, mas necessita de melhorias; - Contactar com o cliente, e rever resultados do estudo; - É necessário alterações no Plano de Controlo, se melhorias não 5 ver o Manual SPC 6 Cpk só pode ser utilizado para processos estáveis (sob controlo estatístico) EST º Ano EMP

12 forem atingidas antes de se iniciar a produção. Valor do índice < O processo não cumpre os critérios de aceitação; - Entrar em contacto com o representante do cliente para rever resultados do estudo. Estes critérios têm como pressupostos que: - a dispersão dos dados segue uma Distribuição Normal; - especificação bilateral (objectivo centrado) para a característica em questão. I Processos instáveis Um processo instável, dependendo da natureza da instabilidade, pode não conseguir cumprir com os requisitos do cliente. O fornecedor deve identificar, avaliar e se possível eliminar as causas especiais de variação. Nestes casos, o fornecedor deve notificar o cliente e submeter a aprovação um Plano de Acções Correctivas antes de efectuar o pedido de aprovação de peças ou materiais no âmbito do PPAP. Atenção que, para materiais a granel, se o histórico demonstra que os processos similares são permanentemente instáveis, um Plano de Acções Correctivas pode não garantir o controlo da situação. I Processo com especificação unilateral ou Distribuição não Normal No caso de um processo com especificação unilateral ou cuja distribuição não tenha um comportamento de uma Distribuição Normal, o fornecedor juntamente com o cliente devem determinar critérios de aceitação alternativos. Assim, pode ser necessário a transformação dos dados quando os estes não são normais; no entanto, numa primeira fase deve ser dada ênfase à análise das causas da não normalidade e desencadear acções no sentido de controlar a variação. Para materiais a granel, obtêm-se usualmente distribuições não-normais quando se elabora o histograma. Deste modo, não devem serem calculados os índices de capacidade pois a sua análise pode conduzir a conclusões incorrectas. I Procedimento para situações de não satisfação dos critérios de aceitação O fornecedor deve contactar o cliente no caso de não conseguir melhorar o processo. Se os critérios de aceitação não forem atingidos o fornecedor deve submeter à aprovação do cliente um Plano de Acções Correctivas e a alteração do Plano de Controlo. Usualmente é requerida inspecção a 100% até os índices atingirem o valor de Atenção que para materiais a granel, pode ser permitida a sua incorporação na produção mesmo não cumprindo os critérios de aceitação. A aprovação pode ser garantida desde que o EST º Ano EMP

13 fornecedor cumpra com a inspecção a 100% de acordo com o método de ensaio acordado com o cliente. Inspecção a 100% nestes casos, significa a avaliação de amostras representativas da totalidade do lote produzido, tanto para processos contínuos como para a produção por lotes. I Análise do Sistema de Medição O fornecedor deve efectuar o estudo ao seu Sistema de Medição 7 (ex: estudos R&R, bias, linearidade, estabilidade) com o objectivo de analisar a adequação dos equipamentos de medição e ensaio. Eventualmente, para materiais a granel, a Análise do Sistema de Medição pode não ser aplicável, desde que esta decisão seja aprovada pelo cliente. I Documentação dos Laboratórios Qualificados O fornecedor deve evidenciar a qualificação dos seus laboratórios, isto é, o cumprimento dos requisitos da norma QS-9000, 3ª Edição. I Plano de Controlo O fornecedor deve ter um Plano de Controlo que ilustre todo o tipo de acções de controlo sobre o processo 8. Por vezes são admissíveis os Planos de Controlo existentes, para famílias de peças similares. Alguns clientes exigem a aprovação do Plano de Controlo, isto é, a assinatura do responsável do fornecedor, antes de este ser submetido a aprovação. I PSW Part Submission Warrant Logo que todas as medições e ensaios especificados estejam concluídos, com resultados satisfatórios, o fornecedor deve preencher o PSW 9. Deve ser emitido um PSW por part number, a menos que outro acordo seja efectuado com o cliente. Se no fabrico das peças forem utilizados moldes de concavidade múltipla, mais do que uma ferramenta, ou o fabrico ocorrer em células ou linhas de produção distintas, os meios produtivos (concavidade, ferramenta, linha, célula) devem ser identificados no PSW no campo Mold/Cavity/Production Process ou em anexo. 7 ver o Manual de Análise aos Sistemas de Medição - MAS (Measurement System Analisys) 8 ver Manual Advanced Product Quality Planning and Control Plan e requisito da norma QS-9000, 3ª Edição 9 PSW - Part Submission Warrant EST º Ano EMP

14 O fornecedor deve verificar se: - todos os resultados das medições e ensaios cumprem com os requisitos especificados; - toda a documentação necessária se encontra disponível. O responsável formal junto do fornecedor deve aprovar o PSW, rubricando e identificando-se, colocando a data e contacto telefónico. Um PSW por part number pode ser utilizado para sintetizar várias alterações desde que estas estejam bem documentadas e seja submetido de acordo com a calendarização do cliente. No caso de existir em formato electrónico, o PSW pode ser submetido nesse formato desde que esteja de acordo com os requisitos do cliente. I Pesagem da peça O fornecedor deve pesar a peça antes do seu envio e registar o valor do peso em quilogramas no PSW considerando 4 casas decimais ( Kg) a não ser que haja outro acordo com o cliente. O peso medido não deve incluir nem material de embalagem, nem protecções para transporte nem acessórios para manuseamento ou montagem. Para determinar o peso da peça, o fornecedor deve considerar uma amostra de 10 peças recolhidas aleatoriamente, pesá-las individualmente, calcular o valor médio e registá-lo. No mínimo uma peça de cada cavidade, ferramenta, célula ou linha de produção deve ser pesada. Nota: Este peso é apenas utilizado para análise do peso do veículo onde a peça irá ser montada, e não tem reflexos no processo de aprovação. Para materiais fornecidos a granel este requisito não é aplicável. I Relatório de aprovação de aparência (AAR 10 ) Deve ser elaborado um relatório para aprovação da aparência (AAR) para cada peça ou séries de peças para as quais a aprovação da aparência é um requisito definido nos documentos de concepção. Após cumprir satisfatoriamente com todos os critérios especificados para a aparência, o fornecedor deve registar a informação requerida no AAR. 10 AAR Appearance Approval Report EST º Ano EMP

15 O AAR completamente preenchido e as peças devem ser enviadas ao local designado pelo cliente. O AAR (completo, peças e rubrica do cliente) devem posteriormente acompanhar o PSW no momento do pedido de aprovação final. O AAR é aplicável a requisitos de cor, textura e aparência e nem todos os clientes exigem o seu preenchimento completo. I Lista de Requisitos para Material a Granel Para materiais a granel, a aplicação dos requisitos definidos na Lista de Requisitos para Material a Granel deve ser acordada entre o cliente e o fornecedor. Em caso de aplicação, todos os requisitos devem ser cumpridos a menos que assinalados no Checklist com a abreviatura NR 11. Pode aqui também ser especificado a aplicação de requisitos adicionais. I Amostra de Peças da Produção O fornecedor deve providenciar uma amostra do produto tal como requerido pelo cliente e pelo pedido de aprovação. I Amostra Padrão O fornecedor deve reter uma amostra padrão: - durante o período de retenção dos registos de aprovação das peças; - até à produção de outra amostra padrão para aprovação, correspondente ao part number em questão; - quando, especificado nos documentos de concepção ou no Plano de Controlo, uma amostra padrão como standard ou para referência. A amostra padrão deve ser identificada e a data de aprovação do cliente deve ser aposta na mesma. O fornecedor deve manter uma amostra padrão para cada ferramenta, concavidade, célula ou linha de produção, a menos que o cliente defina outros requisitos. Quando as dimensões da peça tornam a sua retenção impraticável, os requisitos aplicáveis à retenção de amostras podem ser alterados e até mesmo dispensáveis, desde que aprovados pelo cliente. A existência de amostra padrão é importante para casos em que é difícil a reprodução da peça tal como o modelo aprovado. Para materiais a granel, quando requerida, a amostra padrão consiste em registos de produção, resultados de ensaios, e análises à composição. 11 NR Not Required EST º Ano EMP

16 I Ajudas de Controlo 12 Ajudas de Controlo para montagem do componente/peça devem ser submetidas a aprovação, pelo fornecedor, quando tal for requerido pelo cliente. A informação contida nas Ajudas de Controlo deve estar conforme com os requisitos dimensionais. Todas as alterações de engenharia devem ser registadas nas Ajudas de Controlo. I Requisitos específicos do cliente O fornecedor deve evidenciar conformidade (manter registos) com todos os requisitos especificados pelo cliente. Para materiais a granel, os requisitos específicos do cliente devem ser registados na Lista de Requisitos para Material a Granel. I.3 Notificação do Cliente e Requisitos para Submissão I.3.1 Notificação do Cliente O fornecedor deve notificar o cliente 13 em situações de alteração ao nível da concepção e ao nível do processo, tais como: 1. Utilização de métodos de construções ou materiais distintos dos utilizados na fase de aprovação; 2. Produção resultante da utilização de novas ferramentas ou de ferramentas modificadas, mas somente em situações em que as peças resultantes possam influenciar a integridade do produto final; 3. Produção resultante de retificações de ferramentas ou reorganização/rearranjos em equipamentos; Nota: As retificações de ferramentas incluem intervenções nas ferramentas e nos equipamentos produtivos que visem melhorar a performance, capacidade ou a actual função. Não confundir com as intervenções normais de manutenção que têm como objectivo a conservação das condições do processo e não a melhoria da sua performance. Os rearranjos/reorganização incluem alterações no fluxo do produto/processo ou a inclusão de novos processos. Melhorias como a instalação de protecções, de iluminação, etc. desde que não alterem o fluxo do produto/processo podem ser efectuadas sem a aprovação do cliente. 12 corresponde aos Checking Aids 13 entenda-se aqui o Responsible Customer Product Approval Activity EST º Ano EMP

17 4. Produção resultante de ferramentas e equipamentos transferidos para outro local da fábrica ou para outra fábrica; 5. Alteração de fornecedores subcontratados, de peças, de materiais e serviços (ex: tratamento de superfícies) que possam afectar os requisitos do produto do cliente ao nível da conjugação de peças, forma, função, durabilidade ou desempenho; 6. Reinício da produção de um produto, após inactividade das ferramentas por um período de tempo de 12 ou mais meses, com excepção das peças de reposição ou de peças para veículos especiais; 7. Alterações ao nível da concepção ou do processo de produção da peça, feita internamente nas instalações do fornecedor ou subcontratado, que tenham impacto no cliente ao nível de conjugação de peças, forma, função, desempenho e durabilidade do produto final; 8. No caso de materiais a granel, quando: - Houver uma nova origem e estejam definidas características especiais; - Houver alterações nos atributos de aparência e não existam especificações para a mesma; - Houver alterações ao nível da formulação; - Houver alteração dos parâmetros do processo que normalmente afectam a performance do produto. 9. Alterações nos métodos de inspecção e ensaio (novas técnicas mas sem alteração dos critérios de aceitação em que o fornecedor deve evidenciar que os novos métodos são equivalentes aos anteriormente aprovados). I.3.2 Pedido de aprovação O fornecedor, antes do primeiro envio de peças, deve submeter a aprovação as seguintes situações (a menos que derrogadas pelo cliente): 1. Novo produto ou peça, isto é, componente específico, material ou cor não fornecido anteriormente a determinado cliente; 2. Correcção de uma discrepância numa peça já aprovada, que pode estar relacionada com a performance do produto face aos requisitos do cliente, com os requisitos dimensionais e de capacidade, com itens do subcontratante ou com questões relacionadas com os ensaios e validações de engenharia. 3. Alterações de engenharia ao nível de concepção, especificações ou materiais; 4. Fazer uso de nova tecnologia de processo não aplicada anteriormente na produção do produto em causa (somente para materiais a granel). O fornecedor deve rever e actualizar todos os itens aplicáveis, contidos na pasta/ficheiro PPAP 14 de modo a reflectir o processo de produção, independentemente do cliente exigir a 14 corresponde ao dossier PPAP que contém todo o histórico da aprovação EST º Ano EMP

18 formalização do pedido de aprovação ou não. Esta pasta deve conter a derrogação por parte do cliente, o nome do representante do cliente e a respectiva data. I.3.3 Situações em que a Notificação do Cliente não é necessária A notificação do cliente e o pedido de aprovação (ex: PSW) não é necessária nas situações em que haja: 1. Alterações nos desenhos das peças produzidas internamente nas instalações do fornecedor, ou subcontratados que não tenham impacto nos documentos de concepção cedidos pelo cliente (refere-se a alterações que não afectem a montagem, a função, a durabilidade ou o desempenho); 2. Movimentações de ferramentas ou equipamentos dentro da instalação produtiva que não alterem, nem o fluxo do processo, nem os requisitos definidos no Plano de Controlo; 3. Alterações de equipamento que não alteram o fluxo do processo, a tecnologia e a metodologia envolvidas (ex: substituição do equipamento existente); 4. Substituição de meios de medida por meios equivalentes (ex: pode decorrer da calibração dos meios existentes); 5. Balanceamento da linha sem alteração do fluxo do processo (ex: eliminação de estrangulamentos); 6. Alterações que visem a redução do RPN do PFMEA (Número de Prioridade de Risco que é definido a partir da severidade, possibilidade de ocorrência e detecção de determinado defeito) sem alteração do fluxo do processo (ex: meios de controlo adicionais, aumento da dimensão da amostra e frequência de inspecção, e instalação de sistemas à prova de erro); 7. Especificamente para materiais a granel: a. Alterações do produto respeitando o DFMEA; b. Alterações do processo respeitando o PFMEA; c. Alterações que não afectem as características especiais; incluem situações de alteração da média do processo desde que esta se encontre dentro dos limites aprovados); d. Alteração da origem ou dos subcontratantes de matérias-primas para as quais não estão definidas características especiais; e. Redução das tolerâncias especificadas pelo cliente. Nota: - As alterações mencionadas acima ao nível do produto ou do processo respeitam os critérios de aceitação e parâmetros previamente aprovados; - O acompanhamento por parte do fornecedor é suficiente para garantir a melhoria da performance do produto. EST º Ano EMP

19 O fornecedor é responsável pelo acompanhamento das alterações e/ou melhorias, e por actualizar em conformidade a documentação relativa ao PPAP. O cliente deve ser notificado sempre que ocorra qualquer situação que possa afectar os requisitos de montagem, visuais, funcionamento, durabilidade e performance do produto. I.4 Níveis de aprovação Os fornecedor deve submeter a aprovação, os itens e registos requeridos pelo nível de aprovação definido pelo cliente. Os níveis de aprovação são: Nível Requisitos a submeter a aprovação Nível 1 - Garantia (PSW) - AAR, caso tenham sido definidos requisitos de aparência/aspecto visual Nível 2 - Garantia (PSW) - Amostras - Dados de suporte requeridos pelo cliente de entre os definidos no PPAP Nível 3 - Garantia (PSW) - Amostras - Todos os dados de suporte especificados no PPAP Nível 4 - Garantia (PSW) - Outros requisitos especificados pelo cliente Nível 5 - Garantia (PSW) - Amostras - Relatório completo com todos os dados de suporte definidos no PPAP para revisão nas instalações do fornecedor O nível 3 é o utilizado por defeito nos pedidos de aprovação, a menos que outro seja especificado pelo cliente. Para fornecedores de material a granel, o nível a utilizar por defeito nos pedidos de aprovação é o nível 1, a não ser que o cliente especifique outro. Nota: 1. O cliente identifica o nível de aprovação aplicável a cada fornecedor, ou considerando a combinação fornecedor/part number. Instalações distintas do cliente podem ter níveis de aprovação distintos para a mesma origem das peças (fornecedor). 2. Os impressos contidos no Manual do PPAP podem ser substituídos por formatos informáticos e enviados por fax. No entanto, este método deverá ser acordado com o representante do cliente antes do primeiro pedido de aprovação. EST º Ano EMP

20 I.5 Status do Processo de Aprovação I.5.1 Generalidades O fornecedor deve ser notificado, pelo cliente, sobre o status do processo de aprovação. Nos fornecimentos futuros, após a aprovação da peça, o fornecedor deve garantir a continuidade no cumprimento dos requisitos. I.5.2 Status do cliente relativo ao PPAP I Aprovação (Full approval) Se o cliente conceder a Full approval significa que o produto ou material cumpre, na sua totalidade, com os requisitos e especificações estabelecidos. O fornecedor fica então autorizado a fornecer produto, de acordo com o planeamento das encomendas do cliente. I Aprovação Provisória (Interim approval) Quando o cliente concede a Aprovação Provisória significa que o fornecedor fica autorizado a fornecer produtos, mas sendo-lhe limitado o período de tempo ou quantidade de fornecimentos nestas condições. No entanto, esta é concedida se o fornecedor tiver: - claramente identificadas as causa das não-conformidades; - acordado com o cliente um plano de reacção para o período em que a Aprovação Provisória é válida. Neste caso, quando as não-conformidades se encontrarem resolvidas, o fornecedor deve desencadear novamente o processo relativo ao pedido de aprovação. O material sujeito a uma Aprovação Provisória para o qual falhe o plano de reacção e expirado o tempo definido ou a quantidade acordada, será rejeitado. Não são autorizados mais envios, a menos que ocorra uma derrogação por parte do cliente. Para material a granel, o fornecedor deve utilizar o impresso Bulk Matrerial Interim Approval ou um outro equivalente. I Aprovação não aceite (rejected) A aprovação não será concedida quando as amostras de peças e a respectiva documentação não cumprem os requisitos definidos. As correcções, tanto no produto como na documentação devem ocorrer antes de estes serem submetidos a aprovação. I.6 Manutenção de registos Os registos de aprovação de peças devem ser mantidos pelo período correspondente ao tempo em que a peça está activa, majorados de mais um ano. EST º Ano EMP

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