II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

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3 Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados à escala internacional), a inflação prosseguiu a sua trajectória descendente, a moeda registou uma apreciável estabilidade e quer as contas públicas quer as contas externas registaram excedentes significativos. Naturalmente que grande parte deste êxito se deve ao comportamento do sector petrolífero, cujo produto registou um crescimento real superior a 25%, mas convirá igualmente reconhecer a dinâmica dos restantes sectores económicos de Angola, cujo crescimento global se estima em cerca de 14%. Quadro II.1.1. PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS PIB real (t.v. anual) Est. Proj Inflação (t.v. média) Massa monetária (t.v.a.) Saldo Bal. Corrente (%PIB) Saldo orçamental (%PIB) Dívida externa (%PIB) Fontes: FMI, BNA, Min. Finanças e Min. do Planeamento de Angola. Sendo a magnitude do crescimento económico o factor mais relevante ao longo de 25, igualmente o progresso em termos de redução da inflação merece ser destacado: o crescimento dos preços, que ainda em meados de 23 se expressava a três dígitos, regista actualmente uma variação anual inferior a 14% (valor de Abril 26). A presente conjuntura macroeconómica favorável não permite no entanto ignorar o facto de Angola ser ainda um país com deficientes condições de vida para a generalidade da sua população, estando as autoridades cientes do longo caminho a percorrer para se atingirem de forma sustentada patamares mais aceitáveis de desenvolvimento económico e social. Gráfico II.1.1. PIB REAL ( ) Taxa de variação anual em percentagem PIB real VAB Sector Petrolífero p Fonte: FMI Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26 Banco de Portugal 15

4 Capítulo II Angola II.1.2. Procura, Produção e Preços As mais recentes estimativas apontam para uma taxa de crescimento real do PIB em 25 no valor de 2.6%, montante claramente superior quer aos 11.2% registados em 24, quer à previsão de 13.8% que há cerca de um ano se fazia para 25. Para 26 a previsão é de 14.6%, embora este valor venha a ser possivelmente ultrapassado dado que a hipótese utilizada para o preço do petróleo é assumidamente conservadora. O sector da exploração energética terá sido predominante mas outros sectores (diamantes, construção, agricultura) terão apresentado também evoluções muito apreciáveis. A produção de petróleo atingiu em 25 os 1.4 milhões de barris por dia (um milhão em 24), estimando-se que em 27 alcance os 2. milhões de barris/dia. A nível da procura, o papel do investimento público terá ficado algo aquém das expectativas (dificuldades de execução), situação que as autoridades esperam ver superada no presente ano. O objectivo de reduzir a taxa de inflação homóloga para 15% no final de 25 não foi alcançado (somente em Março do corrente ano isso sucedeu) mas é inquestionável o largo progresso alcançado face aos níveis superiores a 4% que se registavam no início da década. Desde Setembro de 23 que a estratégia de desinflação se estrutura em torno da manutenção da estabilidade cambial. Gráfico II.1.2. INFLAÇÃO: IPC-LUANDA ( ) Taxa de variação homóloga, em percentagem O comportamento dos preços terá beneficiado também de alguma contenção das despesas públicas (componente de investimento), o que no entanto terá decorrido essencialmente das dificuldades de execução orçamental durante 25. As autoridades angolanas tencionam inverter essa situação durante o presente ano, pelo que eventualmente a trajectória descendente da inflação poderá ser difícil de manter. O objectivo para a taxa de inflação homóloga no final de 26 situa-se nos 1%. II.1.3. Contas Externas O comportamento das contas externas de Angola em 25 ficou marcado pela evolução das receitas provenientes das exportações de petróleo, as quais cresceram mais de 1 mil milhões de dólares face ao valor correspondente de 24. A evolução do saldo da balança corrente acabou sendo condicionada por dois factores contraditórios: o aumento das receitas do petróleo, por um lado, e o acréscimo nas importações de bens e serviços (e ainda dos fluxos de saída de rendimentos) por outro. 16 Banco de Portugal Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26

5 Angola Capítulo II A prazo a evolução das importações (e do equilíbrio externo) poderá revelar-se preocupante pois a política cambial prosseguida induz uma progressiva apreciação real da moeda angolana, que poderá inibir o desenvolvimento do sector transacionável da economia. Com efeito a apreciação do kwanza faz temer que a economia angolana possa evidenciar os sintomas da dutch disease que tão frequentemente afecta as economias dos países beneficiários de recursos naturais, quando os preços internacionais dos mesmos se elevam e as políticas adoptadas não favorecem a contenção dos seus eventuais efeitos perversos. Este défice de competitividade num momento em que a economia angolana parece atravessar uma fase de take-off poderá condicionar a futura estrutura económica do país. Gráfico II.1.3. COMÉRCIO EXTERNO (2-26) Em mil milhões de USD Exportaç. petróleo Exportaç. totais Importações Saldo bal. mercadorias Gráfico II.1.4. BALANÇA DE PAGAMENTOS (2-26) Em percentagem do PIB 15 Saldo da Bal. de Mercadorias (eixo dto.) p e FMI p Balança corrente Balança global Bal. de mercadorias Para o presente ano (26) ainda se admite um crescimento das exportações (6.6 mil milhões de dólares) superior ao das importações (3.9 mil milhões), mas já um menor excedente da balança corrente, fruto de acréscimos significativos das importações de serviços e dos fluxos de saídas líquidas de rendimentos. Durante 25 a conta de capital e de operações financeiras contribuiu de forma negativa (ao contrário dos anos anteriores) para o comportamento da balança de pagamentos. O endividamento a médio e longo prazo e os fluxos de investimento directo tiveram um papel positivo (1.4 e 1.6 mil milhões de dólares, respectivamente) mas as operações de curto prazo (nas quais se incluem os erros e omissões) registaram um saldo negativo de 5.5 mil milhões. A balança global registou assim um excedente de 1.8 mil milhões de dólares, sendo a acumulação de disponibilidades líquidas sobre o exterior ainda superior, devido à contribuição do financiamento excepcional, em que se incluem a variação de atrasados e o perdão/reescalonamento da dívida. Durante 25 o volume da dívida externa angolana aumentou de 1.8 para 12.6 mil milhões de dólares. Apesar desse aumento em termos absolutos, o peso da dívida externa em relação ao produto diminuiu acentuadamente, sendo já inferior a 4% do PIB quando ainda em 22 se aproximava dos 1%. A análise efectuada pelo staff do FMI no quadro da análise da sustentabilidade da dívida revela que a posição de Angola neste domínio evoluiu muito favoravelmente e só em cenários muito extremos (nomeadamente em termos de evolução desfavorável do preço internacional do petróleo e de aumentos substanciais das despesas públicas) os rácios da dívida, quer em relação ao PIB quer do serviço da dívida face às exportações, poderão vir a assumir contornos preocupantes. O aumento do montante global da dívida em 25 decorreu basicamente do endividamento junto de bancos comerciais (nomeadamente através da obtenção de empréstimos garantidos por recei- Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26 Banco de Portugal 17

6 Capítulo II Angola tas do petróleo), já que a dívida junto de credores multilaterais e bilaterais não apresentou qualquer alteração. Gráfico II.1.5. DÍVIDA EXTERNA (2-25) Em mil milhões de USD Dívida em % do PIB (eixo dto.) 1% 8% 6% 4% 2% e % Total (incl. atrasados) Atrasados Dív. Total (em % PIB) Estas linhas de crédito comercial, obtidas normalmente junto de bancos dos principais mercados de exportação do petróleo angolano (como a China e o Brasil), estão normalmente associadas à participação de empresas destes mesmos países em significativos projectos de investimento público, nomeadamente na construção e reabilitação de infra-estruturas. Recentemente foi estabelecida por acordo entre Portugal e Angola, uma nova linha de crédito no valor de 5 milhões de euros, visando o financiamento de projectos de investimento público em Angola em que participem empresas portuguesas e angolanas. Esta nova linha vem adicionar-se a anteriores facilidades de crédito já existentes que totalizavam 4 milhões de euros. As negociações em curso e os projectos de investimento já acordados ou em análise fazem admitir que a disponibilidade destas linhas de crédito possa aumentar cerca de 16 mil milhões de dólares face aos valores actuais, o que, mesmo admitindo uma utilização somente parcial desses plafonds, poderá fazer aumentar significativamente o montante da dívida externa ao longo dos próximos anos. O montante da dívida em situação de incumprimento (atrasados) tem vindo a diminuir: enquanto que em 22 ainda representava mais de 5% da dívida externa total, actualmente, depois da negociação de vários acordos bilaterais (entre os quais um acordo com Portugal, em 24), os atrasados correspondem a pouco mais de 2% (2.7 mil milhões de dólares) da dívida pública externa angolana. O estado angolano prevê vir a alcançar a breve trecho um acordo com os credores do Clube de Paris, o qual irá permitir regularizar a situação dos atrasados e normalizar as relações com estes credores. II.1.4. Finanças Públicas Pela primeira vez ao fim de muitos anos o exercício fiscal de Angola em 25 encerrou com um saldo positivo, correspondendo a 6.8% do PIB. Curiosamente o orçamento para 25 previa o registo de um significativo défice (-8.% do PIB). Naturalmente que o principal factor explicativo desta evolução reside no comportamento das receitas fiscais provenientes do sector petrolífero, as quais registaram um aumento de 76.7% (de 5.6 para 9.9 mil milhões de dólares). As receitas provenientes da actividade de extracção de petróleo e gás correspondem actualmente a cerca de 8% das receitas totais do estado angolano. 18 Banco de Portugal Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26

7 Angola Capítulo II Quadro II.1.2. EXECUÇÃO ORÇAMENTAL Em percentagem do PIB Receitas totais d.q.: Receitas petrolíferas Despesas totais Despesas correntes d.q.: Pessoal Bens e serviços Juros Desp. de investimento Saldo (base compromissos) Fonte: FMI e Min. Finanças de Angola Est. Proj Para o elevado valor do saldo em 25 contribuíram também as dificuldades na implementação de projectos de investimento público, o que se traduz no facto do orçamento de 25 ter previstas despesas de investimento no montante de 11.7% do PIB, quando na realidade elas se quedaram pelos 4.7%. O governo angolano tenciona no presente ano compensar esse desvio e por isso as despesas de investimento orçamentadas para 26 voltam a apresentar o valor de 11.6%. Gráfico II.1.6. FINANÇAS PÚBLICAS (2-26) Saldo orçamental em % do PIB e 26p Fonte: BNA e Min. Planeamento de Angola Gráfico II.1.7. ESTRUTURA DAS DESPESAS PÚBLICAS (2-26) Em percentagem do PIB Transferências Investimento Juros Bens e Serv. Pessoal e 26p Fonte: BNA e Min. Planeamento de Angola Dado que as perspectivas para os anos mais próximos apontam para a manutenção de preços elevados do petróleo e para o continuado acréscimo da produção, Angola poderá eventualmente vir a concretizar o seu plano de obras públicas (centrado nas infra-estruturas de transportes, saúde e educação) e mesmo assim continuar a registar excedentes orçamentais. Ao contrário do que sucede noutros países produtores de recursos naturais, não está ainda prevista em Angola a criação de um fundo de petróleo, que vise assegurar a equidade inter-geracional na distribuição dos benefícios desses recursos. As autoridades angolanas expressaram no entanto a sua intenção de criarem junto do Banco Nacional de Angola uma conta especial, para onde seria canalizada uma parcela dos seus excedentes orçamentais. As enormes carências em termos de infra-estruturas, decorrentes de décadas de conflito armado, justificam de alguma forma a concentração temporal do investimento público. No entanto, a prazo, a criação dum fundo seria aconselhável, não só com o objectivo de acumular activos financeiros para o futuro, quando a exploração dos recursos energéticos entrar em curva descendente, mas Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26 Banco de Portugal 19

8 Capítulo II Angola também para imunizar as contas públicas (e o equilíbrio macroeconómico) das oscilações do preço internacional do petróleo. Por outro lado, tem havido algum esforço por parte das autoridades angolanas no sentido de minimizar as consequências menos positivas decorrentes da ambiguidade do papel desempenhado por empresas públicas (como sucede com a Sonangol ou com a Endiama) que desempenham simultaneamente o papel de entidades de regulação da actividade do sector e de operadoras desse mesmo sector. A Sonangol intervém também directamente na gestão da política de subsídios ao consumo interno dos derivados do petróleo. Dado o diferencial entre o preço internacional desses produtos e o seu preço interno, estes subsídios representam uma parcela cada vez mais substancial das transferências orçamentais (superior a 6% do PIB em 25). II.1.5. Situação Monetária e Cambial Desde meados de 23 que vem sendo prosseguida uma política monetária e cambial que visa essencialmente reduzir os níveis de inflação em Angola, condição fundamental para a criação de uma envolvente macroeconómica estável e por conseguinte para a manutenção do crescimento e desenvolvimento económico. Na implementação dessa política assume especial relevo a venda de divisas por parte do banco central como meio de absorção da liquidez. Este objectivo é complementado pela venda de títulos do banco central e de obrigações governamentais. As receitas do petróleo vêm gerando uma ampla disponibilidade de divisas o que tem permitido ao banco central manter o valor cambial do kwanza (o qual registou em 25 uma apreciação nominal contra o dólar e o euro) e simultaneamente aumentar o seu stock de reservas cambiais. Gráfico II.1.8. Gráfico II.1.9. MASSA MONETÁRIA, CRÉDITO E DLX (22-26) TAXAS DE JURO ( ) Taxas de variação anual (em %) Taxas anuais, em percentagem Massa Monetária Crédito Sector Privado Disp. líquidas s/ exterior Tít. Banco Central (91 dias) Crédito (6 meses) Depósitos (3 meses) 12 DLX (eixo dto.) p e FMI Ao contrário do que se verificava até 23, o crédito líquido do sector bancário ao governo é actualmente negativo (cerca de 89 mil milhões de kwanzas / 1.1 mil milhões de USD), o que igualmente contribui para a dinâmica desinflaccionista. As taxas de juro da moeda local apresentaram em 25 uma trajectória marcadamente descendente, reflectindo a redução da inflação e a maior confiança na moeda local. As taxas de remuneração dos títulos do banco central e das aplicações em depósitos de curta duração são já inferiores à inflação verificada, enquanto as taxas de juro real das operações activas (crédito) se mantém claramente positivas, o que não impediu que o crédito ao sector privado tivesse registado um notável crescimento ao longo de 25 (cerca de 57%). 2 Banco de Portugal Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26

9 Angola Capítulo II A maior estabilidade da moeda local tem progressivamente contribuído para um menor nível de dolarização da economia: os depósitos em moeda local que no início de 23 representavam somente 15% do volume total, correspondem actualmente a mais de 34% dos depósitos totais. Apesar desta evolução globalmente positiva no domínio dos agregados monetários, o crescimento da massa monetária continua a ser demasiado elevado: cerca de 6% em Dezembro de 25, tendo mesmo acelerado face ao ano anterior. As razões para este crescimento prendem-se não só com a já referida evolução do crédito mas igualmente com a evolução das disponibilidades líquidas sobre o exterior que durante 25 aumentaram 75.5% (as do banco central) e 23% (as dos bancos comerciais). Para o presente ano de 26 prevê-se que esse crescimento das DLX seja ainda mais acentuado, embora em simultâneo se acredite que a massa monetária possa desacelerar, fruto de idêntico comportamento do crédito. Essa desaceleração do crescimento monetário poderá ser um factor importante para que a meta de 1% para a inflação no final de 26 seja alcançada. Também no domínio cambial o ano de 25 ficou marcado pela diferença face aos padrões anteriores: o kwanza registou uma apreciação nominal, quer face ao euro (16.7%), quer em relação ao dólar (5.7%). Gráfico II.1.1. TAXAS DE CÂMBIO (22-26) Taxas médias mensais Kwanza / USD Kwanza / EUR Gráfico II ÍNDICES DE TAXAS DE CÂMBIO EFECTIVA (22-26) Índices - base: 22, médias mensais 15 Índice nominal (eixo esq.) Índice real (eixo direito) Depreciação: - ; Apreciação: e cálculos do BP 9 Dado que a inflação em Angola, apesar da sua trajectória descendente nos últimos três anos, ainda é manifestamente mais elevada do que nos seus parceiros comerciais, esta apreciação nominal induziu uma marcada apreciação em termos reais da moeda angolana. Na primeira metade de 26 o kwanza tem-se mantido bastante estável face ao dólar (e portanto apresentando uma ligeira depreciação face ao euro), pelo que, caso se mantenha a redução dos diferenciais de inflação, a presente dinâmica de apreciação real tenderá a atenuar-se. Evolução das Economias dos PALOP e de Timor-Leste 25/26 Banco de Portugal 21

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