Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um"

Transcrição

1 Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis do BNA; Minhas senhoras e meus senhores; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um balanço das actividades realizadas, bem como perspectivar as acções para o próximo ano. Ainda que de forma ténue e dispersa, a economia mundial, na generalidade, deu sinais de recuperação, sendo expectável que a taxa de crescimento se situe em torno dos 4,8%. Para a recuperação das economias mais desenvolvidas e mais atingidas pelos efeitos directos da crise económica mundial de 2007, tem sido determinante a implementação de programas de reforma fiscal e orçamental, acompanhados por intervenções relevantes de natureza monetária para estimular e proteger a actividade económica, mas mantendo controlada a inflação. Neste ano, e no caso concreto da economia angolana, um dos pontos mais altos foi o que se relacionou com o apuramento do risco soberano que mereceu uma avaliação positiva por parte das principais instituições mundiais de análise de risco. É uma notícia animadora para Angola, enquanto facilitadora das possibilidades de obtenção de financiamentos junto dos mercados internacionais de capitais em condições mais favoráveis. 1

2 O facto também de ao longo do ano, o FMI ter aprovado o desembolso da segunda e terceira tranches do financiamento ao abrigo do Acordo celebrado pelas autoridades angolanas e aquela instituição financeira internacional, marca positivamente o ano económico que agora termina. No contexto macroeconómico interno a economia angolana não se dissociou da economia mundial. O Produto Interno Bruto deverá crescer cerca de 4%, realçando-se o crescimento do sector não petrolífero que se deverá situar em torno de 5,7%. Enquanto entidade com responsabilidades na preservação do valor da moeda, o Banco Nacional de Angola tem acompanhado com atenção a evolução dos mercados monetário e cambial, particularmente nos momentos em que o aumento da liquidez na economia pode estimular uma maior instabilidade de preços. Assim, ciente dos efeitos que movimentos voláteis na taxa de câmbio exercem sobre as expectativas dos agentes económicos, e particularmente sobre a estrutura de custos da nossa economia, o Banco Nacional de Angola, não poupou esforços no sentido de prover o mercado com recursos suficientes para assegurar a oportuna cobertura e manutenção do ciclo normal de importação de bens e serviços, tendo disponibilizado à economia, via sistema bancário, cerca de USD 11,7 mil milhões, à uma taxa de câmbio média de referência que se situou ao redor dos 92,2 kwanzas por dólar americano. As Reservas Internacionais Líquidas do país comparativamente ao ano anterior cresceram em aproximadamente 27%, situando-se em cerca de Usd 15,8 mil milhões. 2

3 No domínio monetário, os meios de pagamento, até finais do terceiro trimestre, seguiram uma trajectória contraccionista, inflectindo apenas nos meses de Novembro e Dezembro, reflexo, por um lado, do impacto da crise financeira sobre a economia angolana, e por outro lado, do sentido de controlo da evolução dos efeitos combinados de política orçamental e monetária sobre o comportamento da inflação. De qualquer modo, o efeito do aumento dos preços no mercado internacional dos produtos que compõem a cesta básica nacional e a redução da subvenção aos preços dos combustíveis que teve lugar em Setembro de 2010, também influenciaram a evolução da inflação no ano. Em Novembro de 2010, a inflação acumulada nos últimos 12 meses era de 13,44%. O sistema bancário nacional não deixou de se ressentir dos efeitos de um exercício económico mais exigente e apesar do crédito concedido à economia ter evoluído em quase 29%, a qualidade da carteira não melhorou, pesando, também aqui, o efeito da regularização da dívida pública. Quanto à captação de depósitos, até finais de Novembro a taxa de crescimento no ano era de 7%. No entanto, a banca manteve-se bastante estável com um rácio médio de solvabilidade de 16,8%, e manteve-se a continuidade dos programas de expansão da rede bancária. O sistema conta já com 875 balcões e a taxa de bancarização ronda os 11% da população. 3

4 Minhas Senhoras, meus senhores, O sistema financeiro é instrumental para a sustentação de programas de desenvolvimento económico e social, e os efeitos da crise sentida à escala global deixam referências importantes também para o nosso processo de desenvolvimento: Primeiro, a sustentabilidade das economias passa pela construção de um sistema financeiro sólido, eficazmente regulado e socialmente responsável. Capaz de estimular a poupança e a afectação de recursos para a promoção de capacidades internas de produção e consequente defesa de postos de trabalho; Segundo, para suster preços na economia, não basta adoptar políticas monetárias restritivas ou disponibilizar recursos cambiais em larga escala, é crucial que se mantenha uma permanente coordenação entre a política fiscal, orçamental e monetária para que se alcance e mantenha a estabilidade nos mercados; Finalmente, é determinante o controlo da inflação para que se garanta confiança aos aforradores e aos investidores. Em última instância assegura a preservação do valor da moeda e permite a protecção da economia contra choques externos. 4

5 Assim, assegurar o ritmo de crescimento da economia com estabilidade macroeconómica, conforme determina o Plano Nacional para 2011, deve constar da acção central do Banco Nacional de Angola no ano que se avizinha. As iniciativas normativas e de política monetária tomadas no último trimestre do ano em curso pelo BNA, em que realçamos a redução da taxa de redesconto, a introdução de facilidades permanentes de liquidez, a redução progressiva da exposição cambial permitida aos bancos comerciais, a regulamentação das casas de câmbio e mais recentemente a aprovação pelo Conselho de Ministros da regulamentação das sociedades financeiras não bancárias de micro-crédito e cooperativas de crédito, vão já no sentido do alinhamento do Banco Central aos objectivos de desenvolvimento económico traçados pelo Executivo para A meta de inflação fixada em 12% para o novo exercício económico vai obrigar a esforços de todos os agentes económicos. O BNA vai prosseguir uma política monetária com sentido de rigor, procurando manter controlados os factores de expansão monetária em estreita e efectiva coordenação com o Ministério das Finanças. Esse exercício conjunto vai também procurar a manutenção da taxa de juro na economia em alinhamento com as expectativas de inflação e respeitando o propósito de dinamização do sector empresarial. 5

6 A intervenção no mercado cambial deve atender as necessidades legítimas de divisas demandadas pela economia, mas deve assegurar o crescimento e preservação das mesmas com o mesmo sentido de defesa da solvabilidade externa da economia nacional. Neste domínio, o BNA vai promover a revisão dos instrutivos de política cambial, facilitando a sua interpretação pelos agentes económicos e aprimorando os mecanismos de controlo pela autoridade cambial. No domínio da supervisão bancária há a destacar a contínua modernização dos serviços de fiscalização preventiva não presencial e acompanhamento da implementação de normas de boa governação pelos agentes financeiros licenciados pelo Banco Central. A institucionalização da Unidade de Informação Financeira, órgão do BNA vocacionado para análise, prevenção e detecção de tentativas de utilização do sistema financeiro para actos de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo consta também das acções prioritárias da governação do BNA, prevendo-se o início de funções da referida Unidade, já no primeiro trimestre de A solidez do sistema financeiro ganhará também novo impulso com a implementação do Programa de Consolidação da Banca Angolana que passará pelo reforço da estrutura de capitais dos bancos e adopção de critérios de prudência em harmonia com as melhores práticas internacionais para a indústria financeira. 6

7 Por seu lado, a defesa dos consumidores de serviços financeiros também sairá reforçada em 2011 com a institucionalização de uma unidade vocacionada à aceitação, registo e acompanhamento de reclamações. O ano de 2011 será exigente e intenso, mas contamos com o compromisso e colaboração de todos. Dar sustentabilidade à economia nacional significa manter um sistema financeiro sólido, eficiente e competitivo, engajado e comprometido com os anseios de desenvolvimento e de bem estar da sociedade como um todo. Aproveito esta ocasião para expressar votos de boas festas e de ano novo pleno de realizações pessoais e colectivas. 7

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

Excelência Sr. Presidente da Associação Angolana de Bancos, Distintos Membros dos Conselhos de Administração dos Bancos

Excelência Sr. Presidente da Associação Angolana de Bancos, Distintos Membros dos Conselhos de Administração dos Bancos Excelência Sr. Presidente da Associação Angolana de Bancos, Distintos Membros dos Conselhos de Administração dos Bancos Comerciais, Caros Convidados, Minhas senhoras e meus senhores. O evento que hoje

Leia mais

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services BANCO NACIONAL DE ANGOLA Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services Orador: Ramos da Cruz Lisboa, Centro Cultural de Belém,

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

III Fórum Banca Expansão. João Fonseca Luanda, 4 de Julho de 2013

III Fórum Banca Expansão. João Fonseca Luanda, 4 de Julho de 2013 Novo Regime Cambial para o Sector Petrolífero (NRCSP) Impacto na economia Desdolarização, desenvolvimento do mercado cambial e da economia não petrolífera. III Fórum Banca Expansão João Fonseca Luanda,

Leia mais

Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros. Lara Simone Beirão

Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros. Lara Simone Beirão Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros Lara Simone Beirão Dezembro de 2014 1 Introdução Outline 2 Carteira de Activos 3 4 Evolução do Passivo Alguns Indicadores 5 Síntese 6 Desafios do Sistema Financeiro

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças. Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco,

Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças. Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco, Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco, Exmos. Senhores Presidentes e demais membros dos Conselhos de Administração e das

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS 1. REGIME DA RESERVA FINANCEIRA A Lei n. o 8/2011 estabelece o regime jurídico da reserva financeira

Leia mais

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO Comunicado de Imprensa n.º 14/110 Fundo Monetário Internacional PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA 700 19 th Street, NW 19 de Março de 2014 Washington, D.C.

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada Angola Setembro 2009 No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada I.- Evolução recente das reservas cambiais 1. O dado mais relevante a assinalar na evolução da conjuntura económica e financeira

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO

COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO COMUNICADO ASSUNTO: MEDIDAS DE AFROUXAMENTO MONETÁRIO 1. A economia cabo-verdiana é fortemente influenciada pela dinâmica da economia internacional, mormente da Zona Euro. 2. Neste contexto, a persistente

Leia mais

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 10 de Março de 2014 001 Índice Enquadramento 2 Evolução do normativo

Leia mais

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 A Dívida Paga-se Sempre Teodora Cardoso A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 Teodora Cardoso As Duas Faces da Dívida Usada com moderação e sentido do risco, a dívida é um factor de desenvolvimento e promove o bem-estar.

Leia mais

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ASSUNTO PÁGINA EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA EM STP 1. ENQUADRAMENTO

Leia mais

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Senhora Ministra das Finanças, Senhores Representantes Diplomáticos, Senhores

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD

Leia mais

Gabinete do Governador e dos Conselhos

Gabinete do Governador e dos Conselhos Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Carlos Burgo, no acto de inauguração da nova agência do Banco Africano de Investimento no Plateau, Cidade da Praia, 5 de Fevereiro de 2010. 1 Exmo. Sr. Presidente

Leia mais

AVISO N.º 20/2012 de 12 de Abril

AVISO N.º 20/2012 de 12 de Abril AVISO N.º 20/2012 de 12 de Abril Considerando que incumbe ao Banco Nacional de Angola (BNA) definir a regulamentação aplicável às operações cambiais previstas na Lei nº 2/12, de 13 de Janeiro de 2012,

Leia mais

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 Elaborado Por: Ministério das Finanças Ministério da Planificação e Desenvolvimento Banco de Moçambique

Leia mais

Angola Boletim Económico - Junho 2009

Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola retira pé do acelerador na economia Tem sido notícia nas últimas semanas em Portugal uma mudança de clima em relação à economia angolana: de um ambiente de

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias

Politica Cambial. AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias Politica Cambial AVISO N.º 19/12 Pagamentos de Importação, Exportação e Reexportação de Mercadorias 1 AGENDA 1. AVISO N.º 19/12 PAGAMENTOS DE IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇÃO E REEXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS. 2. REGISTO

Leia mais

Desafios da Implementação dos Novos. Basileia nos PALOP s. Cidade da Praia, 2014

Desafios da Implementação dos Novos. Basileia nos PALOP s. Cidade da Praia, 2014 Desafios da Implementação dos Novos Acordos de Convergência de Capitais de Basileia nos PALOP s A experiência i do Banco de Moçambique Cidade da Praia, 2014 Estrutura da Apresentação 1. Contexto to do

Leia mais

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015.

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015. CTA-CONFEDERAÇÃO DASASSOCIAÇÕES ECONÓMICAS DE MOÇAMBIQUE Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, Eduardo Sengo Julho 2015 Uma depreciação do Metical, torna os bens e serviços

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE

FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE FLUTUAÇÕES CAMBIAIS RECENTES EM MOÇAMBIQUE D E T E R M I N A N T E S, I M PA C TOS E I M P L I C A Ç Õ E S D E P O L Í T I C A E D UARDO N E VES J OÃO Quais são os determinantes das taxas de câmbio? Os

Leia mais

Boletim Económico - 3º Trimestre de 2010

Boletim Económico - 3º Trimestre de 2010 Economia Angolana Boletim Económico - 3º Trimestre de 2010 I. Nota Prévia Nesta edição do Boletim Económico do BAIE foi decidido inserir, para além da habitual informação e comentário sobre a evolução

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Boletim Económico Angola

Boletim Económico Angola Boletim Económico Angola 1. Conjuntura: estabilidade macro económica reforçada 3º Trimestre de 2013 A informação disponível para caracterizar o desempenho da economia de Angola no 3º trimestre de 2013

Leia mais

Exmos. Senhores Administradores do Banco de Cabo Verde, Exma. Senhora Auditora Geral do Mercado de Valores Mobiliários, ~ ~BCV

Exmos. Senhores Administradores do Banco de Cabo Verde, Exma. Senhora Auditora Geral do Mercado de Valores Mobiliários, ~ ~BCV 1 Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Carlos Burgo, no 13 Encontro de Juristas dos Bancos Centrais da CPLP - 23 de Setembro de 2010 ~ ~3--BCV 2 Exmos. Senhores Administradores do Banco de Cabo

Leia mais

3.2 Companhias de seguros

3.2 Companhias de seguros Desenvolvimento de produtos e serviços Tendo em conta o elevado grau de concorrência dos serviços bancários, os bancos têm vindo a prestar uma vasta gama de produtos e serviços financeiros, por um lado

Leia mais

INSTRUTIVO Nº 01/2011. de 12 de Abril de 2011 ASSUNTO: POLÍTICA CAMBIAL COMPRA E VENDA DE MOEDA ESTRANGEIRA

INSTRUTIVO Nº 01/2011. de 12 de Abril de 2011 ASSUNTO: POLÍTICA CAMBIAL COMPRA E VENDA DE MOEDA ESTRANGEIRA INSTRUTIVO Nº 01/2011 de 12 de Abril de 2011 ASSUNTO: POLÍTICA CAMBIAL COMPRA E VENDA DE MOEDA ESTRANGEIRA Havendo a necessidade de se ajustar os procedimentos de realização das sessões de compra e venda

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 2009 Resultados para Portugal I. Apreciação Geral De acordo com os resultados do inquérito realizado em Janeiro de 2009, os cinco grupos bancários

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015)

Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015) Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015) Exmo. Senhor Secretário para a Economia e Finanças,

Leia mais

Focus on Mozambique. Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique

Focus on Mozambique. Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique Focus on Mozambique Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique CORPORATE GOVERNANCE NA GESTÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Enfrentando a Crise Financeira Internacional: O Papel da Boa Governação Corporativa

Leia mais

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 1 Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 2 Taxas Bilaterais Taxas Efectivas 3 4 Bilateral Nominal and Real Exchange Rates: Rand/Meticais

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

Organização do Mercado de Capitais Português

Organização do Mercado de Capitais Português Instituto Superior de Economia e Gestão Organização do Mercado de Capitais Português Docente: Discentes : Prof. Dra. Raquel Gaspar Inês Santos João Encarnação Raquel Dias Ricardo Andrade Temas a abordar

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

Linhas Gerais de Orientação Estratégica 2016-2018 Programa de Ação e Orçamento para 2016

Linhas Gerais de Orientação Estratégica 2016-2018 Programa de Ação e Orçamento para 2016 Linhas Gerais de Orientação Estratégica 2016-2018 Programa de Ação e Orçamento para 2016 dezembro de 2015 2015-11-25 Pág. 1 I. Introdução II. Plano Estratégico - Linhas Gerais de Orientação Estratégica

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços...

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... BANCOS MÚLTIPLOS LISTA DE TABELAS Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... RESUMO Neste trabalho serão apresentadas as principais características e serviços disponibilizados pelos

Leia mais

IMPERATIVIDADE DA ESTERILIZAÇÃO DOS INFLUXOS DE MOEDA ESTRANGEIRA DO SECTOR PETROLÍFERO PARA A ESTABILIDADE MACROECONÓMICA EM ANGOLA

IMPERATIVIDADE DA ESTERILIZAÇÃO DOS INFLUXOS DE MOEDA ESTRANGEIRA DO SECTOR PETROLÍFERO PARA A ESTABILIDADE MACROECONÓMICA EM ANGOLA República de Angola Ministério das Finanças IMPERATIVIDADE DA ESTERILIZAÇÃO DOS INFLUXOS DE MOEDA ESTRANGEIRA DO SECTOR PETROLÍFERO PARA A ESTABILIDADE MACROECONÓMICA EM ANGOLA I. Introdução 1. Actualmente,

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC 27.03.12 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62

Leia mais

Mensagem do Presidente

Mensagem do Presidente devem tomar atenção e enfrentá-las. No ano transacto, a AMCM cumpriu as suas atribuições, tendo continuado a apoiar o funcionamento e o desenvolvimento das instituições financeiras, assegurou a estabilidade

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Outubro de 2013 RESULTADOS PARA PORTUGAL

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Outubro de 2013 RESULTADOS PARA PORTUGAL INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Outubro de 3 RESULTADOS PARA PORTUGAL I. Apreciação Geral De um modo geral, os critérios de concessão de crédito e as condições aplicadas aos empréstimos

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos Transparência para a sociedade istema de Informações de Crédito

Leia mais

Discurso do Sr. Governador do BCV, Dr. Carlos Burgo, no acto de abertura do Seminário sobre Bureau de Informação de Crédito

Discurso do Sr. Governador do BCV, Dr. Carlos Burgo, no acto de abertura do Seminário sobre Bureau de Informação de Crédito Discurso do Sr. Governador do BCV, Dr. Carlos Burgo, no acto de abertura do Seminário sobre Bureau de Informação de Crédito Câmara do Comércio, Industria e Serviços de Sotavento Praia, 16 de Julho de 2009

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.

Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev. Apresentação de Teresa Ter-Minassian na conferencia IDEFF: Portugal 2011: Coming to the bottom or going to the bottom? Lisboa, Jan.31-Fev.1, 2011 Estrutura da apresentação Antecedentes Principais características

Leia mais

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE 64 CAPA ENTREVISTA AMÍLCAR SILVA, PRESIDENTE, E NÍRIA ORAMALU, COORDENADORA DO NÚCLEO DE ESTUDOS E ESTATÍSTICAS DA ABANC O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE Na sede da Associação Angolana

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

AS RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL ANGOLA E A ESTRATÉGIA DO BANCO BIC PORTUGUÊS*

AS RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL ANGOLA E A ESTRATÉGIA DO BANCO BIC PORTUGUÊS* ASRELAÇÕESECONÓMICASPORTUGAL ANGOLA I. ACRISEFINANCEIRAEAECONOMIAMUNDIAL EAESTRATÉGIADOBANCOBICPORTUGUÊS* Acrisecomeçounosistemafinanceiroejáatingiuaeconomiareal.O Creditcrunch estáaprovocara contracçãodoprodutonaseconomiasocidentais,reduzindoaprocuranosmercadoseaumentandoo

Leia mais

Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco. Central do Brasil, na Comissão Mista de Orçamento do. Congresso Nacional

Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco. Central do Brasil, na Comissão Mista de Orçamento do. Congresso Nacional Brasília, 18 de setembro de 2013. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional Exmas. Sras. Senadoras e Deputadas

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS. Prof. Rodrigo O. Barbati

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS. Prof. Rodrigo O. Barbati CONHECIMENTOS BANCÁRIOS Prof. Rodrigo O. Barbati AULA 01 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional Subsistema normativo Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional (SFN) pode ser entendido

Leia mais

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945 Evolução do SFN MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Profa. Dra. Andréa Paula Segatto-Mendes apsm@ufpr.br 1. Primeiro Período: 1808-1914 Abertura dos portos - acordos comerciais diretos Criação do Banco do

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE

ACORDO DE COOPERAÇÃO CAMBIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE Decreto n.º 24/98 Acordo de Cooperação Cambial entre a República Portuguesa e a República de Cabo Verde e o Protocolo para o Estabelecimento da Comissão do Acordo de Cooperação Cambial Nos termos da alínea

Leia mais

RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO

RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO 2013 MARÇO DE 2014 2 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 1. RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO... 3 2. RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE MERCADO... 4 3. CONCENTRAÇÃO DE RISCO

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA Banco de Portugal, 11 de Julho de 2013 Solange Lisboa Ramos Gabinete de Apoio ao Consumidor do Banco

Leia mais

Cocktail de Primavera - 2010. Discurso do Presidente do Conselho de Administração

Cocktail de Primavera - 2010. Discurso do Presidente do Conselho de Administração Cocktail de Primavera - 2010 Discurso do Presidente do Conselho de Administração Exmo. Senhor Secretário para a Economia e Finanças, Dr. Francis Tam, Exmo. Senhor Director-geral Assistente do Departamento

Leia mais

Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na

Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na Discurso do Governador do Banco de Cabo Verde, Doutor João Serra, na Conferência Internacional Novas Abordagens da Regulação e da Supervisão na Mitigação de Riscos, no Salão de Banquetes da Assembleia

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

Angola Breve Caracterização. Julho 2007

Angola Breve Caracterização. Julho 2007 Breve Caracterização Julho 2007 I. Actividade e Preços. Após o final da guerra civil em 2002, e num contexto de relativa estabilidade política, tornou-se numa das economias de mais elevado crescimento

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2014 RESULTADOS PARA PORTUGAL

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2014 RESULTADOS PARA PORTUGAL INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 4 RESULTADOS PARA PORTUGAL I. Apreciação Geral De um modo geral, no último trimestre de 3, os critérios e condições de aprovação de crédito a

Leia mais

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 1 / 1 A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 ... os recursos petrolíferos devem ser alocados à constituição de reservas financeiras do Estado que possam ser utilizadas, de forma igualitária e equitativa,

Leia mais

SEMINÁRIO: EMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS A CRISE DO SISTEMA BANCÁRIO E OS NOVOS DESENVOLVIMENTOS EM CABO VERDE; OS ANTEPROJETOS DE LEI DE BASES DO

SEMINÁRIO: EMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS A CRISE DO SISTEMA BANCÁRIO E OS NOVOS DESENVOLVIMENTOS EM CABO VERDE; OS ANTEPROJETOS DE LEI DE BASES DO SEMINÁRIO: EMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS E OFERTAS PÚBLICAS EM TEMPOS DE CRISE A CRISE DO SISTEMA BANCÁRIO E OS NOVOS DESENVOLVIMENTOS EM CABO VERDE; OS ANTEPROJETOS DE LEI DE BASES DO SISTEMA FINANCEIRO

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA INTERVENÇÃO DE SUA EXCIA, MINISTRA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, PROFª. DOUTORA, MARIA CÂNDIDA PEREIRA, DURANTE A SESSÃO DE ABERTURA DO WORKSHOP SOBRE

Leia mais

Sistema Financeiro Nacional 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Conceito 3.2 Subsistema de Supervisão 3.3 Subsistema Operativo 6/7/2006 2 3.1 - Conceito de Sistema Financeiro Conjunto de instituições financeiras

Leia mais

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 2 RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 ASPECTOS MAIS RELEVANTES: SIGNIFICATIVO CRESCIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNADAMENTE A CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa

Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa Antônio Gustavo Matos do Vale Diretor de Liquidações e Desestatização 4 de outubro de 2010 1 Evolução recente da economia brasileira O momento

Leia mais

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 AGENDA 2 I. CONSIDERAÇÕES GERAIS II. PRINCIPAIS INSTRUMENTOS LEGAIS E CONTRATUAIS III. REGULAÇÃO DO SECTOR PETROLÍFERO

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril. Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril

Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril. Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril O quadro jurídico-legal Geral das Instituições Financeiras, aprovado pela Lei n.º 13/05, de

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I Das disposições gerais ARTIGO 1 (Denominação, natureza jurídica e finalidade) O Centro de Biotecnologia,

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola República de Angola 1 FORUM DE NEGOCIOS ANGOLA - ARGENTINA Córdoba, 20 de Mayo de 2010 santprata@hotmail.com 2 Slide 2/2 Quadro Legal sobre o Investimento Garantias ao Investidor Incentivos ao Investimento

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil

A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil 1 A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil Guido Mantega Outubro de 2008 1 2 Gravidade da Crise Crise mais forte desde 1929 Crise mais grave do que as ocorridas nos anos 1990 (crise de US$ bilhões

Leia mais

RELATÓRIO TESE CENTRAL

RELATÓRIO TESE CENTRAL RELATÓRIO Da audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos, de Assuntos Sociais, de Acompanhamento da Crise Financeira e Empregabilidade e de Serviços de Infraestrutura, realizada no

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais