Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012"

Transcrição

1 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) Elaborado Por: Ministério das Finanças Ministério da Planificação e Desenvolvimento Banco de Moçambique Maputo, Marco de

2 Estrutura da Apresentação I. Introdução II. Desempenho do Programa III. Avaliação do Desempenho das Política Macroeconómicas IV. Desempenho das Politicas Macroeconómicas Medidas de Reforma Estrutural V. Considerações Finais VI. Desafios 2

3 I. Introdução Moçambi que é membro do FMI Acordo de Facilidade de Ajustamento Estrutural (reformas económicas e formação de quadros) Inicio da recepção de assistência financeira Acordo de Facilidade de Ajustamento Estrutural Melhorado (ESAF1- política monetária e cambial) ESAF2- redução da inflação, aumento da poupança e redução da dependência externa ESAF3- processo de reformas da economia PRGF - promoção do cresciment o económico e redução dos índices da pobreza absoluta PSI criado em 2005, para assessoria, monitoria e garante de credibilidade às políticas dos Governos, sem a componente de financiamento Set/84 Jun/87-Jun/90 Jun/90-Dez/95 Jun/96-Ago/99 Jun/99 Jun/04- Ago/03 Jun/07 3

4 I. Introdução (Cont) A presente avaliação tem como objecto o segundo PSI (Junho de 2010 a Junho de 2013), que tem como objectivos: i. promover um crescimento económico robusto e mais inclusivo; ii. iii. manter a estabilidade macro-económica; capacitar o Governo para o desenho e monitoria de programas de crescimento e estabilidade macroeconómica, incluindo o respectivo pacote de reformas estruturais; e iv. reduzir a pobreza, em linha com os objectivos definidos no PARP para o período de

5 I. Introdução (Cont) Para o alcance destes objectivos foi previsto um conjunto de políticas macro-económicas visando: i. Incrementar de forma gradual e prudente o investimento público para reduzir o diferencial entre a infra-estrutura de transporte e de electricidade e contribuir para elevar o potencial de crescimento; ii. Encorajar o investimento nacional e directo estrangeiro no sector de exportação de recursos naturais; iii. Assegurar a sustentabilidade da dívida externa; iv. Conter as pressões inflacionárias; v. Criar espaço para outras fontes de financiamento, incluindo o financiamento não-concessional. 5

6 II. Desempenho do Programa i). Crescimento Económico Robusto e Inclusivo 1. Crescimento Económico Robusto Indicadores PIB Nominal (Mil Milhões de MT) PIB Nominal (Milhões de USD) Crescimento Nominal do PIB (%) Crescimento Real do PIB (%) Obj. Real. Obj. Real Obj. Real s/d s/d s/d PIB per capita (USD)

7 II. Desempenho do Programa (Cont) i). Crescimento Económico Robusto e Inclusivo 2. Crescimento Económico Inclusivo Para a promoção do crescimento económico inclusivo, foram formulados os seguintes instrumentos de política: Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA); Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário (PNISA); Plano Estratégico para a Redução da Pobreza Urbana PERPU); Estratégia de Emprego e Formação Profissional; Programa Pró-Jovem; Programa de Apoio às Iniciativas Juvenis; e Projectos do Millennium Challenge Account, com intervenções nos sectores de abastecimento de água e saneamento, reabilitação de estradas, melhoria de acesso seguro à terra, e apoio ao rendimento dos agricultores.. 7

8 ii) II. Desempenho do Programa (Cont) Estabilidade Macroeconomica 1. Inflação: A desaceleração dos preços resultou das medidas de política monetária e fiscal, e da conjuntura internacional, sendo de destacar: a relativa estabilidade do metical face ao dólar americano e ao rand; a manutenção dos preços administrados; o aumento da oferta de produtos alimentares; e a redução dos preços internacionais de mercadorias. Em 2010 assistiu-se a pressões inflacionárias devido ao aumento dos preços internacionais de alimentos e petróleo, conjugado com uma ligeira actualização do preço dos combustíveis; depreciação do metical face ao Rand e Dólar americano. Evolução da Inflação Indicadores Macroeconómic os Inflação Média Anual (%) Inflação do fim de período (%) Real Obj. Obj. Est. Obj. Est

9 II. Desempenho do Programa (Cont) ii) Estabilidade Macroeconomica 2. Taxa de Cambio: A taxa de câmbio efectiva real evoluiu favoravelmente, depois de uma apreciação considerável em 2011 voltou ao nível compatível com os seus fundamentos macroeconómicos. Em 2010 a taxa de câmbio efectiva real depreciou em 7,06%, seguido de uma apreciação em 2011 em cerca de 37,5%, reflectindo a apreciação nominal do metical face as moedas dos principais parceiros comerciais. Entretanto, esta tendência foi corrigida em 2012, tendo a variação se situado em 7,96%. 9

10 II. Desempenho do Programa (Cont) iii) Capacitação Institucional No que diz respeito a capacitação institucional do Governo no desenho de programas de estabilidade macroeconómica tiveram lugar 49 acções que permitiram: O fortalecimento do quadro de formulação e implementação da política monetária, traduzindo-se na melhoria do quadro operacional de análise e previsão macroeconómica; da comunicação e transparência na tomada de decisões de política monetária; Melhoria da previsibilidade na programação dos indicadores fiscais, monitoria da gestão orçamental e na avaliação do impacto dos choques externos na implementação da política tributaria e fiscal; e Melhoria dos instrumentos de gestão de finanças públicas observando as práticas internacionais, contribuindo para maior transparência e Boa Governação. 10

11 II. Desempenho do Programa (Cont) iv) Redução da Pobreza No período, por conta das medidas de política adoptadas em linha com as metas operacionais e estruturais, registou-se: melhoria relativa das condições de vida das populações, tendo o consumo final das famílias crescido de 5,3% para 12,5% em 2010 e 2012; aumento da população com acesso a água em 79,9% de 2010 para 2012; Aumento da população com acesso a energia eléctrica de 14,9% em 2010 para 38% em Foram ainda fortificadas medidas tendentes a melhorar o impacto da carestia de vida nas populações de baixa renda, tendo sido aumentado o espaço fiscal para o programa de protecção social. 11

12 III. Desempenho das Politicas Macroeconomicas No dominio da Politica Fiscal a meta da receita foi de mil milhões de MT, tendo sido cobrados o mil milhões MT reflectindo-se num superavit de 4.4 mil milhões de Meticais; a execução da despesa nos sectores prioritários foi de 99,9% ( ,00 milhões de MT), em relação a metas do programa, ,00milhões de MT, exceptuando o ano de 2010, como resultado da crise financeira internacional. os níveis de CLG estiveram em linha com o programa, não obstante em Dezembro de 2011 e 2012 ter se situado fora das metas pelo facto de o Estado ter assumido uma divida duma empresa publica em 2011 e, em 2012 o desempenho da receita ter se situado abaixo do programado e ter se registado uma concentração do pagamento de despesas do Estado no final do ano. 12

13 III. Desempenho das Politicas Macroeconómicas (Cont) No dominio da Politica Fiscal o limite estabelecido para a contratação de empréstimos externos não-concessionais, foi revisto durante o período, e actualmente fixado em USD 1.600,00 milhões, foi observado em todo o período em análise, e o Governo ainda dispõe de uma margem de cerca de USD 471,8 por contratar até ao final do programa. 13

14 III. Desempenho das Politicas Macroeconómicas (Cont) No Domínio da Politica Monetária No que concerne às Reservas Internacionais Líquidas, todas as metas do período foram observadas, com um excesso médio de cerca de USD 184 milhões; reflectindo, entre outros factores, a entrada regular de ajuda externa, exportações e do Investimento Directo Estrangeiro e do impacto implementação do regulamento da nova Lei Cambial. O saldo da Base Monetária situou-se acima das metas definidas, excepto em Dezembro de 2011 e Junho de 2012 onde se registou cumprimentos com uma margem de milhões de Meticais e milhões de Meticais, respectivamente, devido a forte procura das Notas e Moedas em Circulação, explicada por: aumento dos activos externos líquidos acima do previsto; e programação ter sido mais conservadora. 14

15 III. Desempenho das Politicas Macroeconómicas (Cont) No Domínio das Politica Sectoriais Os resultados alcançados reflectem ainda o desempenho de outras medidas e acções sectoriais, que foram determinantes para a criação do ambiente macroeconómico e propício para a expansão da actividade produtiva no país, bem assim, para a aceleração da redução da pobreza. As medidas de reforma estrutural tiveram uma realização de 85%, sendo que algumas dentro e outras fora do prazo, as restantes correspondem a 15% e estão em curso com previsão de término no I semestre de No quadro da reforma estrutural destaque vai para: (i) Actualização da Estratégia Anti-corrupção; (ii) Adesão de Moçambique a Iniciativa de Transparência da Industria Extractiva (EITI); (iv) Aprovação do plano de acção para acelerar as reformas do clima de negócios; (v) Aprovação do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA); (v) Aprovação da Lei de Combate ao Branqueamento de Capitais; e (vi) Aprovação do Decreto do Programa de Acção Social Produtiva (PASP). 15

16 V. Consideracoes Finais A economia continua a registar um crescimento robusto num contexto de estabilidade macroeconómica, factor fundamental para a manutenção do investimento privado e prosseguimento dos esforços tendentes a reduzir os níveis de pobreza; Registaram-se progressos assinaláveis no melhoramento do quadro de formulação e implementação das políticas macroeconómicas, incluindo a introdução de novos instrumentos de gestão da divida publica e de acções de capacitação institucional nesta área: O alargamento do espaço orçamental através da contratação de créditos externos não concessionais permitiu acelerar a implantação de infraestruturas públicas de transporte e energia; Criação de maior espaço fiscal para apoiar o alargamento das redes de Protecção Social de modo a estimular o crescimento inclusivo em consonância com a estratégia de redução da pobreza (PARP) para o quadriénio

17 V. Consideracoes Finais (cont) Fortalecimento do quadro operacional de política monetária (melhoria de capacidade de previsão, aprimoramento da estratégia de comunicação das decisões de política monetária e melhoria da gestão de liquidez). Aprofundamento do Sistema Financeiro (melhoria do acompanhamento da solidez e vulnerabilidade do sistema bancário); Redução da dependência externa, em resultado do alargamento da base tributária e o consequente aumento da arrecadação interna de receitas fiscais; Maior flexibilidade do programa em relação ao anterior permitiu às autoridades a selecção de prioridades e conjugação de políticas mais apropriadas para a conjuntura económica e social; e O forte desempenho do Governo da gestão da políticas macroeconómicas durante a vigência do programa, permitiu fortalecer a imagem e credibilidade do Pais junto dos parceiros internacionais que tem contribuído para a implementação da agenda de 17 desenvolvimento do País.

18 VI. Desafios O desempenho do programa criou condições para fortalecer a imagem e credibilidade do Pais perante a comunidade internacional. Contudo, constituem principais desafios : Necessidade de dar continuidade ao processo de capacitação dos técnicos nacionais para a formulação, avaliação e monitoria de políticas macroeconómicas; Consolidacao da estabilidade macroeconómica num contexto de início de exploração de recursos naturais; Fortalecimento da coordenação das políticas fiscais, monetária e outras sectoriais; e Definição de políticas macroeconómicas que promovam um reforço do processo de inclusão económica. 18

19 Obrigada pela atenção 19

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011

ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO. 11 de Março de 2011 Ministério das Finanças e da Administração Pública ACTUALIZAÇÃO ANUAL DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: PRINCIPAIS LINHAS DE ORIENTAÇÃO 11 de Março de 2011 Enquadramento No actual quadro de incerteza

Leia mais

ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India

ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India EMITENTE DATA República da India 12 de Dezembro de 2014 RATINGS EMITENTE - MOEDA ESTRANGEIRA Médio e Longo Prazo BBB+ (BBB+,

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

Boletim Económico Angola

Boletim Económico Angola Boletim Económico Angola 1. Conjuntura: estabilidade macro económica reforçada 3º Trimestre de 2013 A informação disponível para caracterizar o desempenho da economia de Angola no 3º trimestre de 2013

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE GRÁFICOS

ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE GRÁFICOS ÍNDICE ÍNDICE DE QUADROS... ii ÍNDICE DE GRÁFICOS... ii I. INTRODUCÃO... 1 II. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO DE MÉDIO PRAZO (2012-2014)... 2 II.1. Perspectiva Macroeconómica Internacional... 2 II.2. Perspectiva

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DO ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO 2015. (Versão Preliminar)

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DO ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO 2015. (Versão Preliminar) REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DO ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO 2015 (Versão Preliminar) Maio de 2015 1 Orçamento Cidadão 2015 Visão: Assegurar a participação

Leia mais

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Boletim Mensal Situação Monetária e Cambial Estudos Económicos Agosto 2015 Índice 1. Situação Monetária... 1 1.1. Base Monetária (BM)... 1 1.2. Massa Monetária (M3)... 1 1.2.1. Crédito à Economia... 2

Leia mais

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015.

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015. CTA-CONFEDERAÇÃO DASASSOCIAÇÕES ECONÓMICAS DE MOÇAMBIQUE Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, Eduardo Sengo Julho 2015 Uma depreciação do Metical, torna os bens e serviços

Leia mais

OPÇÕES DE FINANCIAMENTO DO INVESTIMENTO PÚBLICO:

OPÇÕES DE FINANCIAMENTO DO INVESTIMENTO PÚBLICO: OPÇÕES DE FINANCIAMENTO DO INVESTIMENTO PÚBLICO: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE O PARP 2011-2014 Sofia Amarcy INTRODUÇÃO Em Moçambique o terceiro Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP) para o período

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DE PLANIFICAÇÃO E ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DE PLANIFICAÇÃO E ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS DIRECÇÃO NACIONAL DE PLANIFICAÇÃO E ORÇAMENTO ORÇAMENTO CIDADÃO 5ᵃ Edição ORÇAMENTO CIDADÃO 2016 Visão: Assegurar a participação do Cidadão em

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO S FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO ANO 2012 JANEIRO A JUNHO RELATÓRIO 1. Introdução 2. Equilíbrio Orçamental 3. Receitas do Estado 4. Financiamento

Leia mais

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social

Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Declaração tripartida de Yaoundé sobre a instituição de um Pacote de Base de Protecção Social Nós, os delegados tripartidos de 47 Estados Africanos membros da Organização Internacional do Trabalho ao Segundo

Leia mais

A relação de Angola com o FMI após seis anos do acordo Stand-By

A relação de Angola com o FMI após seis anos do acordo Stand-By nov-5 abr-6 set-6 fev-7 jul-7 dez-7 mai-8 out-8 mar-9 ago-9 jan-1 jun-1 nov-1 abr-11 set-11 fev-12 jul-12 dez-12 mai-13 out-13 mar-14 ago-14 jan-15 jun-15 nov-15 abr-16 Dep. Estudos Económicos e Financeiros

Leia mais

Workshop Mercado de Angola

Workshop Mercado de Angola Papel das Instituições Financeiras Multilaterais e dos Instrumentos Financeiros de Cooperação Bilateral Competências do Coordenação da actividade do MFAP no âmbito das relações internacionais Gestão da

Leia mais

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA MINISTRY FOR FOREIGN AFFAIRS, SWEDEN UTRIKESDEPARTEMENTET Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com Moçambique 2015-2020 MFA 103 39 Stockholm Telephone: +46 8 405 10 00, Web site:

Leia mais

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas...

ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... ÍNDICE PREFÁCIO... 2 NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... 6 ANÁLISE DE RESULTADOS Situação Global... 7 Conta Corrente...

Leia mais

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro O quadro legal das sociedades de desenvolvimento regional foi estabelecido pelo Decreto-Lei nºs 499/80, de 20 de Outubro. Desde a data da sua publicação, o sistema

Leia mais

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2016 Água e Emprego DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março foi instituído em 1992 pela Organização

Leia mais

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1

A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 A Dívida Paga-se Sempre Teodora Cardoso A DÍVIDA PAGA-SE SEMPRE 1 Teodora Cardoso As Duas Faces da Dívida Usada com moderação e sentido do risco, a dívida é um factor de desenvolvimento e promove o bem-estar.

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO. MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO MINISTRO, Dr. Pascoal Mocumbi, POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO OFICIAL DA PESQUISA NACIONAL DE BASE SOBRE GOVERNAÇÃO E CORRUPÇÃO Maputo, 27 de Novembro

Leia mais

O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008

O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008 O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008 Carlos Nuno Castel-Branco 1 Diferentemente do que se diz na introdução do RDM 2008, este não é o segundo, mas em vez disso é o terceiro,

Leia mais

GOVERNO. Orçamento Cidadão 2015

GOVERNO. Orçamento Cidadão 2015 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE GOVERNO Orçamento Cidadão 2015 Os recursos públicos do Estado são recursos públicos do povo e para o povo, condição que dá ao cidadão o direito de saber como

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores SUMÁRIO EXECUTIVO O Plano Estratégico da Província de Inhambane para o período 2011-2020 (PEP II) é parte integrante do processo provincial de planificação do Governo, com a finalidade de promover o desenvolvimento

Leia mais

Área 1: Reforço dos Sistemas Nacionais - Área de Gestão das Finanças Públicas

Área 1: Reforço dos Sistemas Nacionais - Área de Gestão das Finanças Públicas ANEXO III: Relatórios das Quatro Áreas Prioritárias do Apoio Geral ao Orçamento Área 1: Reforço dos Sistemas Nacionais - Área de Gestão das Finanças Públicas I. Introdução No quadro da implementação do

Leia mais

Banco Central de S. Tomé e Príncipe

Banco Central de S. Tomé e Príncipe Banco Central de S. Tomé e Príncipe CONJUNTURA MACROECONÓMICA IIIº Trimestre 2015 Disponível em: www.bcstp.st/publicações 1 ÍNDICE 1. RESUMO EXECUTIVO... 5 2. CONJUNTURA ECONÓMICA INTERNACIONAL... 6 2.1

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

República de Moçambique: Carta de Intenções, Memorando de Política Económica e Financeira e Memorando Técnico de Entendimento

República de Moçambique: Carta de Intenções, Memorando de Política Económica e Financeira e Memorando Técnico de Entendimento Fundo Monetário Internacional República de Moçambique: Carta de Intenções, Memorando de Política Económica e Financeira e Memorando Técnico de Entendimento 28 de Outubro de 2008 O documento a seguir é

Leia mais

Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas

Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas Amir Khair 1 Este trabalho avalia o impacto do crescimento do PIB sobre a dívida líquida do setor público (DLSP). Verifica como poderia estar hoje

Leia mais

MAIS E MELHOR CRÉDITO PARA AS MICROEMPRESAS E PME EM MOÇAMBIQUE

MAIS E MELHOR CRÉDITO PARA AS MICROEMPRESAS E PME EM MOÇAMBIQUE MAIS E MELHOR CRÉDITO PARA AS MICROEMPRESAS E PME EM MOÇAMBIQUE Junho de 2015 FECOP Breve Historial Surge em 2009, da vontade os Governos Português e Moçambicano fortalecerem os laços de cooperação entre

Leia mais

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ

1. SUMÁRIO EXECUTIVO 2. GERAÇÃO BIZ 1. SUMÁRIO EXECUTIVO O Programa Geração Biz (PGB) é um programa de promoção de Saúde Sexual e Reprodutiva e prevenção do HIV que teve o seu inicio em 1999, como um projectopiloto na Cidade de Maputo e

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO Comunicado de Imprensa n.º 14/110 Fundo Monetário Internacional PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA 700 19 th Street, NW 19 de Março de 2014 Washington, D.C.

Leia mais

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO PORTUGAL PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO Actualização para o período 2004-2007 Dezembro 2003 Í N D I C E I. INTRODUÇÃO...1 II. OBJECTIVOS DE POLÍTICA ECONÓMICA...2 III. ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO...3

Leia mais

Parte 4 Recursos e Serviços públicos

Parte 4 Recursos e Serviços públicos Parte 4 Recursos e Serviços públicos GOVERNAÇÃO LOCAL E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA FINANCIAR SERVIÇOS BÁSICOS. ESTUDOS DE CASO: ÁGUA E SAÚDE Introdução e resumo Descentralização e governação local têm

Leia mais

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO PORTUGAL PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO Actualização para o período 2005-2007 Dezembro 2004 Programa de Estabilidade e Crescimento 2005-2007 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO...1 II. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO...2

Leia mais

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP)

Economia Portuguesa. GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) Economia Portuguesa 2009 GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (MFAP) MFAP GPEARI Unidade de Política Económica i i Ficha Técnica Título Economia Portuguesa

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.05.2004 COM(2004)385 final 2004/0121(CNS). Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que concede uma garantia da Comunidade ao Banco Europeu de Investimento em caso

Leia mais

DESENCADEANDO O EMPREENDEDORISMO

DESENCADEANDO O EMPREENDEDORISMO DESENCADEANDO O EMPREENDEDORISMO O Poder das Empresas ao Serviço dos Pobres 1 Apresentação de: Emílio Moreso Grioñ Luanda, 04 de Maio de 2005 INTRODUÇÃO PARTE I -Considerações Preliminares Os Objectivos

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Castro

Prefeitura Municipal de Castro ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2015 (Art. 4º, 1º, inciso II do 2º da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) DEMONSTRATIVO I ANEXO DE METAS ANUAIS Em cumprimento ao disposto

Leia mais

Políticas de Investimento Público para Crescimento

Políticas de Investimento Público para Crescimento Seminário do Governo de Moçambique, em colaboração com o DFID, FMI e Banco Mundial, sobre "Desafios do Crescimento Económico e Emprego" Políticas de Investimento Público para Crescimento Carlos Nuno Castel-Branco

Leia mais

Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. Fontes Pereira de Melo, 14 10º -1050-121 Lisboa Capital Social: 118.332.445 Euros - NIPC e Mat. na C.R.C. de Lisboa sob

Leia mais

GRUPO DE AVALIAÇÃO INDEPENDENTE DOCUMENTO SOBRE A ABORDAGEM ANGOLA: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PAÍS

GRUPO DE AVALIAÇÃO INDEPENDENTE DOCUMENTO SOBRE A ABORDAGEM ANGOLA: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PAÍS GRUPO DE AVALIAÇÃO INDEPENDENTE DOCUMENTO SOBRE A ABORDAGEM ANGOLA: AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PAÍS Antecedentes do País 1. Angola fica situada no sudoeste de África e tem uma área de 1,25 milhões de

Leia mais

Fundo Monetário Internacional Washington, D.C.

Fundo Monetário Internacional Washington, D.C. 2012 Fundo Monetário Internacional Junho de 2012 Relatório do FMI n.º 12/148 (P) Moçambique: Quarta Avaliação ao Abrigo do Instrumento de Apoio à Política Económica e Pedido de Modificação de Critérios

Leia mais

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados

Leia mais

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001 Economia dos EUA e Comparação com os períodos de - e - Clara Synek* O actual período de abrandamento da economia dos EUA, iniciado em e previsto acentuar-se no decurso dos anos /9, resulta fundamentalmente

Leia mais

Síntese da Conferência

Síntese da Conferência Síntese da Conferência Sob o lema Saneamento para Todos, Responsabilidade de Todos realizou-se de 14 a 16 de Maio de 2014, a Conferência Nacional de Saneamento, no Centro de Conferências Joaquim Chissano,

Leia mais

Boletim digital do FMI: Quais são os objectivos principais do pacote de políticas acordado com Portugal?

Boletim digital do FMI: Quais são os objectivos principais do pacote de políticas acordado com Portugal? Boletim do FMI ENTREVISTA SOBRE PORTUGAL FMI delineia plano conjunto de apoio com UE para Portugal Boletim digital do FMI 6 de Maio de 2011 Café no Bairro Alto, em Lisboa. A criação de novos empregos,

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados

Leia mais

Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE

Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE Linhas Gerais do Processo de Atualização do EDIC DE CABO VERDE ATUALIZAÇÃO DO EDIC - ESTUDO DIAGNÓSTICO SOBRE A INTEGRAÇÃO DO COMÉRCIO DE CABO VERDE CONVITE / CONCURSO I. ENQUADRAMENTO Cabo Verde é beneficiário

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO S FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO ANO 2013 JANEIRO A JUNHO RELATÓRIO 1. Introdução 2. Equilíbrio Orçamental 3. Receitas do Estado 4. Financiamento

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO. sobre a avaliação das medidas adoptadas pela Lituânia e pela Roménia

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO. sobre a avaliação das medidas adoptadas pela Lituânia e pela Roménia PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 21.9.2010 COM(2010) 495 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO sobre a avaliação das medidas adoptadas pela Lituânia e pela Roménia em resposta às recomendações

Leia mais

III Congresso de Direito Fiscal

III Congresso de Direito Fiscal III Congresso de Direito Fiscal A REFORMA DO SISTEMA FISCAL ANGOLANO Rui Dinis Nascimento Advogado / Consultor Fiscal 25 e 26 de Outubro de 2012 A origem da Reforma Fiscal em Angola resulta de vários factores

Leia mais

Plano Estratégico de Educação 1999-2003

Plano Estratégico de Educação 1999-2003 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano Estratégico de Educação 1999-2003 Combater a Exclusão, Renovar a Escola MAPUTO, OUTUBRO 1998 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 1 II. ANTECEDENTES E CONTEXTO DO

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de

Leia mais

Ministério da Fazenda. Junho 20041

Ministério da Fazenda. Junho 20041 Ministério da Fazenda Junho 20041 Roteiro Os avanços do Governo Lula O Brasil está crescendo Consolidando a agenda para o crescimento 2 Os avanços do Governo Lula 3 Consolidando a estabilidade macroeconômica

Leia mais

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu Nuno Teixeira CCDR-LVT 26.Novembro.2010 A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu 1 ÍNDICE I. A coesão no espaço europeu II. O Tratado

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A

Leia mais

Technical assistance to conduct studies and works of the restructuration of Electra. Modelo de negócio proposto

Technical assistance to conduct studies and works of the restructuration of Electra. Modelo de negócio proposto www.pwc.com Technical assistance to conduct studies and works of the restructuration of Electra Ministério do Turismo, Indústria e Energia de Cabo Verde Unidade de Gestão de Projectos Especiais Modelo

Leia mais

1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA

1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA 1ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL ANGOLA Fórum de Responsabilidade Social Corporativa () das Empresas Petrolíferas em Angola 1 Objectivos da da partes interessadas da final 2 Objectivos

Leia mais

Gostaria igualmente de felicitar Sua Excelência o Embaixador William John Ashe, pela forma como conduziu os trabalhos da sessão precedente.

Gostaria igualmente de felicitar Sua Excelência o Embaixador William John Ashe, pela forma como conduziu os trabalhos da sessão precedente. Discurso de Sua Excelência Manuel Vicente, Vice-Presidente da República de Angola, na 69ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas Nova Iorque, 29 de Setembro de 2014 SENHOR PRESIDENTE, SENHOR SECRETÁRIO-GERAL,

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 NOTA de: Secretariado-Geral data: 15 de Maio de 2007 n.º doc. ant.: 9179/07 Assunto:

Leia mais

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu Os Tribunais de Contas e os desafios do futuro Vítor Caldeira Presidente do Tribunal de Contas Europeu Sessão solene comemorativa dos 160 anos do Tribunal de Contas Lisboa, 13 de Julho de 2009 ECA/09/46

Leia mais

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste. LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis

Leia mais

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE GOVERNO DA PROVÍNCIA DO NIASSA COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS O orador: Horácio Deusdado Gervásio Linaula (Director Provincial) ESTRUTURA No âmbito desta Conferência Sobre

Leia mais

Progresso PARP Perspectivas

Progresso PARP Perspectivas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DIRECÇÃO NACIONAL DE ESTUDOS E ANÁLISE DE POLÍTICAS Progresso PARP 2011-2014 Perspectivas 2013-2017 Apresentação ao Seminário Conjunto:

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

PORTUGAL2020 PROGRAMA NACIONAL DE REFORMAS. (Aprovado em Conselho de Ministros de 20 de Março de 2011)

PORTUGAL2020 PROGRAMA NACIONAL DE REFORMAS. (Aprovado em Conselho de Ministros de 20 de Março de 2011) MARÇO 2011 1 PORTUGAL2020 PROGRAMA NACIONAL DE REFORMAS (Aprovado em Conselho de Ministros de 20 de Março de 2011) 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 5 2. CENÁRIO MACRO ECONÓMICO 2.1 Cenário de médio prazo (2011-2014)

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO Maputo, Abril de 2014 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 3 II. TEMAS APRESENTADOS...

Leia mais

Angola Boletim Económico - Junho 2009

Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola retira pé do acelerador na economia Tem sido notícia nas últimas semanas em Portugal uma mudança de clima em relação à economia angolana: de um ambiente de

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

ANEXO VI: Relatórios dos Grupos de Trabalho

ANEXO VI: Relatórios dos Grupos de Trabalho ANEXO VI: Relatórios dos Grupos de Trabalho Índice 1. Relatórios do Grupo do Pilar Macroeconomia e Pobreza... 2 1.1 Relatório do GdT Crecimento e Estabilidade Macroeconómica:... 2 1.2. Relatório do GdT

Leia mais

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS 1. REGIME DA RESERVA FINANCEIRA A Lei n. o 8/2011 estabelece o regime jurídico da reserva financeira

Leia mais

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos;

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos; 1. Medida 3.5.: Apoio ao Desenvolvimento do Sistema Ambiental e do Ordenamento 2. Descrição Esta medida contempla o apoio aos investimentos a realizar nos domínios do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento

Leia mais

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas II Situação Económico-Financeira Balanço e Contas Esta parte do Relatório respeita à situação económico-financeira da Instituição, através da publicação dos respectivos Balanço e Contas e do Relatório

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Vice - Presidência do Governo Gabinete do Vice-Presidente Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente Senhora e Senhores Membros do Governo Permitam-me que, pela primeira vez que tenho a honra de intervir nesta Assembleia,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Denise Magalhães Projecto STEP em Moçambique Maputo, 12 de Maio de 2010 1 Elementos chave na definição de um Programa Nacional

Leia mais

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Fundação Getúlio Vargas 11º Fórum de Economia Ministro Guido Mantega Brasília, 15 de setembro de 2014 1 Por que fazer ajustes macroeconômicos? 1. Desequilíbrios

Leia mais

REGRAS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA REACTIVA. APIGCEE Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Consumidores de Energia Eléctrica

REGRAS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA REACTIVA. APIGCEE Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Consumidores de Energia Eléctrica SEMINÁRIO ERSE, 5 de Fevereiro de 2009 REGRAS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA REACTIVA APIGCEE Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Baptista Pereira 1 A APIGCEE, abrange sectores-chave da indústria portuguesa

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

6º Fórum Mundial da Água

6º Fórum Mundial da Água 6º Fórum Mundial da Água A gestão integrada de recursos hídricos e de águas residuais em São Tomé e Príncipe como suporte da segurança alimentar, energética e ambiental Eng.ª Lígia Barros Directora Geral

Leia mais

Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento

Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento Espaço Fiscal e a Extensão da Protecção Social: Lições de Países em Desenvolvimento Nuno Cunha, Coordenador dos Programas de Protecção Social da OIT em Moçambique 20 de Junho 2012 Centro de Conferências

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

As instituições de auditoria chinesas no desenvolvimento da auditoria de resultados

As instituições de auditoria chinesas no desenvolvimento da auditoria de resultados Comunicação da cerimónia de abertura (Bao Guoming, Directora do Departamento de Auditoria do Sector Público Administrativo do Gabinete Nacional de Auditoria da China) As instituições de auditoria chinesas

Leia mais

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Clara Synek * Resumo O aumento da incerteza relativo às perspectivas económicas, do mercado de trabalho,

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Revista Economica e Financeira

Revista Economica e Financeira 02 Revista Economica e Financeira 1. Os Parceiros Económicos Regionais de Macau 2. A Economia de Macau 3. Instituições Financeiras de Macau Relatório Anual 2014 1. OS PARCEIROS ECONÓMICOS REGIONAIS DE

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Crescimento da dívida desde o fim dos anos 90

Crescimento da dívida desde o fim dos anos 90 Justiça na economia Crescimento da dívida desde o fim dos anos 90 Em % do PIB 140% 120% 100% 80% 60% 40% 20% 0% 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Crescimento

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP,

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, III Conferência Anual da RELOP Sessão de Abertura Vítor Santos, Presidente da RELOP Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, Caro Dr. Nelson Hubner, Director Geral da ANEEL, Estimados colegas reguladores,

Leia mais