DESENCADEANDO O EMPREENDEDORISMO

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1 DESENCADEANDO O EMPREENDEDORISMO O Poder das Empresas ao Serviço dos Pobres 1 Apresentação de: Emílio Moreso Grioñ Luanda, 04 de Maio de 2005

2 INTRODUÇÃO PARTE I -Considerações Preliminares Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio; A Comissão das NU para o Sector Privado e Desenvolvimento; As Várias Contribuicões para o Presente Relatório; PARTE II A Estrutura e Mensagem do Relatório Cap I- Importância do Sector Privado no Combate à Pobreza Cap II- As Restrições Enfrentandas pelo Sector Privado Cap III- Como Potenciar o Sector Privado Cap IV- A Participação do Sector Privado no Desenvolvimeto Cap V- Recomendações PARTE III- A Relevância do Relatório para Angola 2

3 Parte I- Considerações Preliminares Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio; A Comissão das NU para o Sector Privado e Desenvolvimento; As Várias Contribuições para o Presente Relatório; 3

4 Parte II-Importância e Papel do Sector Privado na Redução da Pobreza (1) Sector Privado FORMAL No Geral de Capital Intensivo: Empresas de capitais estrangeiros; Poucas empresas de capitais nacionais; Envolvidas na exploração recursos naturais, Serviços, construção civil, telecomunicações 1-Discontinuidade Implicações: Regras Diferentes; Acesso a mercados; Educação e formação etc Sector Privado INFORMAL Principal fonte de emprego e rendimentos para Maioria das Pop. 2-Disfuncionalidades nos Mercados 4

5 Parte II-Importância e Papel do Sector Privado na Redução da Pobreza (2) 3 Dimensões Chaves ou Críticas de um Mercado 1 O espaço onde se confrontam a Oferta e a Procura PRODUTORES/CONSUMIDORES 2 3 As Instituições: Regras, Procedimentos, Regulação, Ordem, Protecção,etc. Serviços & Infraestruturas: Bens públicos e Bens Privados 5

6 Parte II-Importância e Papel do Sector Privado na Redução da Pobreza (3) A- Os Mercados e a Vida Quotidiana POBRES 1/5 População Mundial Trabalhadores Consumidores Produtores B-Taxas Diferentes de Crescimento Explicam Taxas Diferentes de Redução da Pobreza Regiões Taxas Anuais Crescimento (%) Per capita % Total de Redução Da Probreza (1990/99) Ásia do Leste e Pacífico 6,4 14,9 6 América Latina e Caribe 1,6-0,1 África Subsahariana -0,4-1,5

7 Parte II-Restrições ao Sector Privado nos PVD Percentagem do PIB (1) Actividade Informal Actividade das PME S Actividade Remanescente Países Baixa Renda Países Média Renda Países Alta Renda

8 Parte II-Restrições ao Sector Privado nos PVD (2) Crescimento do Sector Privado Pilares do Empreendedorismo (normalmente ausentes) Ambiente Uniforme de Negócios Acesso ao Capital Acesso a Tecnologia E Informação 8 Bases para o Sector Privado (normalmente fragéis) Estado de Direito Infra-estrutura Física e Social Quadro Macroeconómico Doméstico Quadro Macroeconómico Internacional

9 Parte II-Como Potenciar o Sector Privado (2) 9 Políticas Económicas Correctas Promovem Infrastructuras Físicas e Sociais Desenvolvimento das MPME s (MERCADOS) Melhor Ambiente de Negócios Estimula Sistema Financeiro Conhecimentos e Absorção Tecnologias

10 Parte II-Engajamento do Sector Privado no Desenvolvimento Económico e Social (1) Acções para o Desenvolvimento do Sector Privado Lideradas pelos Actores do Sector Privado: Empresas Organizações da Sociedade Civil Fundações Lideradas pelos Actores do Sector Público: Governos Nacionais Doadores; Agências de Desenvolvimento 10 Destinadas aos Actores do Sector Público Implantação de normas e padrões (indústria, gestão empresarial, sustentabilidade); Pressionar por mudanças nas politícas; Promover o processo participativo através do diálogo com a sociedade; Reforma das políticas; Assessoria na formulação de políticas; Financiamento e apoio técnico às reformas do sector público; Transferências financeiras através de (doacções e empréstimos) Destinadas aos Actores do Sector Privado Ligações empresariais e parcerias; Investimento, incluindo o estrangeiro directo; Assistência técnica aos empreendedores; Parcerias Público-Privadas, p.e. para o fornecimento de bens públicos; Orgãos consultivos Público-Privados; Privatizações e tercerização de serviços; Promoção de Investimentos; Prestação de serviços de apoio ao desenvolvimento empresarial; Financiamento directo;

11 Parte II-Recomendações (1) Acções Recomendadas para as Três Áreas Chaves Destinadas aos Actores do Sector Público Destinadas aos Actores do Sector Privado Lideradas pelos Actores do Sector Privado: Empresas Organizações da Sociedade Civil Fundações 3.ESFERA PRIVADA: Mobilizar Conhecimentos e Recursos Enfoque nas potencialidades do sector privado e apoio aos empreendedores e empresas. Construir ecosistemas e redes de apoio. Investir nas empresas da base da pirâmide. 11 Lideradas pelos Actores do Sector Público: 2-ESFERA PÚBLICO-PRIVADA: Parcerias e Inovação Criar maiores opções de financiamento para os empreendedores. Desenvolver lideranças e habilidades empresariais através de formação. Apoiar parcerias público-privadas para fornecimento de serviços básicos. 1-ESFERA PÚBLICA: Ambiente Governos Nacionais favorável Doadores Reformar ambiente regulatório e Agências de fortalecer Estado de Direito; Desenvolvimento Formalizar a Economia. Engajar o sector privado no processo de criação de políticas.

12 Parte III-A Relevância do Relatório para o Caso de Angola (1) Macro- Economia Quadro Legal/Inst. Sistema Fiscal Sistema Financeiro Infra- Estruturas Assist. Técnica Mercado Trabalho Outros Inflação 30%, 2004 Fraca protecção dos direitos propriedade Grande dependência do sector petrolífero Forte presença do Estado e protecção da banca pública Inadequada e muitas vezes inexistente Incipiente e em muitos casos inexistente Baixo nível de formação técnicoprofissional Cuidados de saúde incipientes Défice Fiscal 5-6% do PIB Excessivos regulamentos administrativos Elevado nível de despesas públicas Crédito enviesado para operações comerciais Serviços desregulados e fortemente subsidiados Papel confuso e fraco do INAPEM Elevados prazos de retenção Mercados desregulados Taxas de pobreza 2001= 61% 2003= 63% Sistema judicial moroso Impostos n/petrolíferos enviesados para economia formal Não existência de crédito a longo prazo Oferta muito reduzida e irregular Fraco desempenho da Administração pública Poucas e fracas instituições de formação técnico-prof. Sector informal crescente Taxas de Juro Negativas em 2004 Administração pública demasiado centralizada Fraca capacidade da administração fiscal Fraca diversidade de instrumentos financeiros Tarifas elevadas para actividades produtivas Ausência de normas, padrões e certificação Ameaçado pelo HIV/SIDA Sistema de Educação e necessidades do Sector privado 12 Petróleo e Diamantes +60% PIB Custo elevado emolumentos para registos, etc Exigencias de garantias reais e desconfiança nos empresários

13 Parte III-A Relevância do Relatório para o Caso de Angola (2) O Potencial das MPME s Concentram +50% Empresariado Nacional Grande fonte de Geração de Rendimentos& Empregos Veículo seguro de Participação Alargada na Economia Potenciam a Diversificação Económica, Dispersão Geográfica e Redução das Assimetrias entre Regiões 13 Construção do Mercado Nacional

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