Comissão apresenta estratégia europeia para a energia

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1 Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Numa época em que se assiste a importantes reestruturações empresariais no sector energético a nível europeu, a Comissão Europeia estabeleceu as bases de uma Política Europeia da Energia, num livro verde que divulgou no passado dia 8 de Março. Este documento surge pouco depois da publicação das conclusões preliminares de um inquérito sectorial sobre os mercados do gás e da electricidade, que revelou a existência de graves problemas de funcionamento concorrencial e um mês depois de publicado o novo quadro jurídico relativo à organização e funcionamento dos sistemas nacionais petrolífero, do gás e da electricidade. Estratégia europeia para uma energia sustentável, competitiva e segura O Livro Verde, intitulado Estratégia europeia para uma energia sustentável, competitiva e segura, convida todos os interessados à apresentação de observações sobre seis domínios prioritários específicos que permitirão alcançar os três principais objectivos da política energética: desenvolvimento sustentável, competitividade e segurança do aprovisionamento. Esta iniciativa recebeu já o apoio da UNICE, que considera essencial uma abordagem integrada aos desafios acima referidos. O desenvolvimento de uma política europeia da energia constituirá, de acordo com este documento, um desafio a longo prazo. Exige um quadro claro mas flexível, na medida em que representará uma abordagem comum aprovada ao mais alto nível e será actualizado periodicamente. Para o efeito, a Comissão propõe que seja apresentada regularmente ao Conselho e ao Parlamento uma análise estratégica da energia da UE, cobrindo todas as questões relacionadas com a energia e identificadas no Livro Verde. Constituirá um balanço regular e um plano de acção para o Conselho Europeu e para o Parlamento, acompanhando os progressos e identificando novos desafios e respostas sobre os diferentes aspectos da política energética. Foram assim identificados seis domínios prioritários: 1. Competitividade e Mercado Interno da Energia De forma a realizar um verdadeiro mercado interno que apoie uma estratégia comum europeia a favor da energia, assegurando, simultaneamente, que todos os europeus tenham acesso à energia a preços

2 razoáveis e mantendo os níveis de emprego, o Livro Verde analisa novas medidas: - um código de rede europeu da energia, - um plano europeu de interconexões prioritárias, - um regulador europeu da energia, - novas iniciativas destinadas a garantir o estabelecimento de condições equitativas, principalmente no que se refere à separação das redes e das actividades concorrenciais. No final do próximo ano serão apresentadas propostas concretas, que permitam uma plena realização dos mercados energéticos, abertos e competitivos e baseados na concorrência entre empresas que aspirem a ser concorrentes à escala europeia e não dominantes a nível nacional. O documento defende assim que são os mercados abertos e não o proteccionismo que permitirão à Europa alcançar os seus objectivos de política energética. 2. Segurança do Aprovisionamento O segundo domínio prioritário diz respeito à segurança do aprovisionamento no mercado interno da energia, garantindo a solidariedade entre Estados-Membros. Entre as medidas possíveis propostas conta-se a criação de um Observatório Europeu do Aprovisionamento Energético e a revisão da legislação comunitária em vigor em matéria de reservas de petróleo e gás, de forma a garantir que dêem resposta a uma eventual ruptura de aprovisionamento. 3. Diversificação do cabaz energético Um cabaz energético mais sustentável, eficiente e diversificado é identificado como o terceiro domínio prioritário. A escolha, por cada Estado-Membro, do respectivo cabaz de energia é - e continuará a ser - uma questão de subsidiariedade; contudo, as escolhas feitas por um Estado- Membro exercem inevitavelmente impacto na segurança energética dos seus vizinhos e da Comunidade em geral. Tal poderia ser realizado através da análise estratégica da energia da UE, abrangendo todos os aspectos da política energética e analisando as vantagens e inconvenientes das diferentes fontes de energia, desde as renováveis até ao carvão e ao nuclear. Esta análise proporcionaria um quadro europeu claro para a tomada de decisões a nível nacional sobre o cabaz energético. Por seu turno, esta acção levaria a que fossem estabelecidos objectivos a nível comunitário sobre um cabaz energético global para a UE que garantisse a segurança do aprovisionamento mas que respeitasse a liberdade dos Estados-Membros de fazer as suas próprias escolhas em matéria de energia.

3 4. Desenvolvimento Sustentável No seu quarto domínio de acção, a Comissão sugere uma série de medidas para dar resposta ao aquecimento global. Apresenta nomeadamente uma revisão do regime comunitário de comércio de licenças de emissão, bem como o possível conteúdo de um Plano de Acção para a eficiência energética a ser adoptado pela Comissão durante o corrente ano. Este Plano de Acção identificará as medidas necessárias para que a UE economize 20% da energia que de outra forma consumiria até Além disso, propõe que a UE prepare um novo roteiro das energias renováveis, com objectivos possíveis até 2020 e para além desta data, de forma a proporcionar um contexto estável em matéria de investimento, gerador de uma maior competitividade da energia renovável na Europa. 5. Inovação e Tecnologia As tecnologias de eficiência energética e baixa produção de carbono constituem um mercado internacional em rápido crescimento que valerá milhares de milhões de euros nos próximos anos. Um plano estratégico europeu para as tecnologias energéticas, proposto como quinto domínio do Livro Verde, garantirá que as indústrias europeias se encontrem na vanguarda mundial destas novas gerações de tecnologias e processos. 6. Política Externa Por último, o Livro Verde realça a necessidade de uma política energética externa comum. A fim de reagir aos desafios de uma procura em crescimento, de preços de energia elevados e voláteis, de um aumento da dependência das importações e das alterações climáticas, a Europa precisa de falar a uma só voz na cena internacional. Para o efeito, a Comissão propõe que a sua análise estratégica da energia: - Identifique prioridades a nível da infra-estrutura para a segurança de aprovisionamento da UE (incluindo gasodutos, oleodutos e terminais de gás natural liquefeito (GNL)) e chegue a acordo sobre acções concretas para garantir a realização de tais projectos; - Estabeleça um roteiro para o desenvolvimento de uma comunidade pan-europeia da energia com um espaço regulamentar comum; - Identifique uma nova abordagem no que se refere aos parceiros da Europa, incluindo a Rússia, o maior fornecedor de energia para a UE, que reflicta a nossa interdependência e, finalmente, - Proponha um novo mecanismo comunitário para permitir uma reacção rápida e coordenada a situações de emergência em matéria de aprovisionamento externo.

4 O Livro Verde retoma e procura assim dar resposta a algumas questões levantadas nas conclusões preliminares do Inquérito sectorial sobre os Mercados da Energia, lançado pela Comissão Europeia em Julho de Livro Verde: Estratégia europeia para uma energia sustentável, competitiva e segura Conclusões preliminares do Inquérito Sectorial sobre os Mercados da Energia A Comissão Europeia publicou, no passado dia 16 de Fevereiro, os resultados preliminares de um inquérito efectuado às empresas e clientes do sector da Energia, que identificou graves problemas no livre funcionamento dos mercados do gás e da electricidade. O relatório preliminar identificou cinco grandes domínios onde existem sérias disfunções nos mercados da Electricidade e do Gás: - A manutenção de um alto nível de concentração nos mercados grossistas, conseguido durante o período de pré-liberalização, que deixa aos operadores históricos a possibilidade de subir os preços; - A inexistência de possibilidade de escolha que é deixada aos consumidores, devido às dificuldades sentidas pelos novos fornecedores em aceder aos mercados. Uma separação insuficiente entre as actividades de infra-estrutura e de fornecimento impede que os novos operadores cheguem ao consumidor final; - A inexistência de uma concorrência transfronteiriça significativa. O relatório revela que os novos operadores no mercado do gás não conseguem obter a necessária capacidade de trânsito nos principais itinerários e que a integração do mercado da electricidade é travada pela capacidade insuficiente das interconexões e pelas reservas de capacidade a longo prazo; - A falta de transparência dos mercados da electricidade e do gás privilegia os operadores históricos e impedem que os novos operadores acedam a informação vital para se posicionarem num regime efectivo de livre concorrência. - Os preços não são, muitas vezes, fixados em condições de plena concorrência, o que provoca desconfiança junto dos consumidores de electricidade.

5 Neste contexto, o relatório revela ainda outros domínios que requerem uma análise mais aprofundada, com vista a avaliar a necessidade da adopção de medidas de combate à cartelização e abusos de posição dominante, nomeadamente: - A fixação dos preços nos mercados grossistas da electricidade, incluindo as bolsas de energia; - A avaliação concorrencial da indexação dos preços do gás / petróleo prevista em numerosos contratos; - A existência de práticas que impeçam os consumidores de mudar de fornecedor. Finalmente, identifica um conjunto de áreas em que é necessária a adopção de medidas adicionais no plano regulamentar ou em matéria de concorrência, visto que: - Existe um largo consenso sobre a necessidade de reforçar as obrigações de transparência impostas aos operadores históricos. - Tudo parece indicar que a protecção de direitos adquiridos (ou seja, direitos de utilização de capacidades decorrentes de contratos monopolistas anteriores à liberalização) constitui um importante obstáculo à entrada efectiva de concorrentes, prejudicando assim a concorrência no mercado - Foram registados alguns progressos no processo de adopção das regras comunitárias no que respeita as interconexões entre as redes nacionais, mas fica ainda muito por fazer. Os resultados do inquérito sugerem que os regimes puramente voluntários de cooperação entre autoridades reguladoras não permitem garantir a segurança dos investimentos e a protecção regulamentar necessárias para a implementação de gasodutos e de interconexões internacionais que permaneceriam abertos. - Em alguns Estados Membros, os poderes das autoridades reguladoras nacionais devem ser reforçados no domínio da vigilância das condições de acesso de terceiros aplicadas aos concorrentes e o preço desse acesso. - As disposições das Directivas Gás e Electricidade relativas à separação das actividades de infra-estruturas das restantes actividades devem ser plenamente implementadas. Caso não resultem, dessa implementação, condições equitativas de concorrência, deverá considerar-se uma separação completa das actividades de fornecimento e de distribuição das infraestrururas monopolistas. Relatório Preliminar do Inquérito Sectorial sobre os Mercados da Energia rgy/

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