OBJETIVO. Conhecer as formas de aquisição e perda da propriedade móvel.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OBJETIVO. Conhecer as formas de aquisição e perda da propriedade móvel."

Transcrição

1 PROPRIEDADE

2 OBJETIVO Conhecer as formas de aquisição e perda da propriedade móvel.

3 n Introdução As formas de aquisição e perda da propriedade móvel estão tratadas nos capítulos III e IV do livro do direito das coisas

4 n Introdução A aquisição da propriedade móvel pode se dar por oito modos, sendo eles: a) originários: ocupação, achado do tesouro, especificação, confusão, comistão, adjunção e pela usucapião. b) derivado: tradição

5 n Tradição É o modo mais comum de transferência de propriedade dos bens móveis. Lembrando que, no direito brasileiro, os contratos não transferem a propriedade, sendo, por si só, fonte de obrigações.

6 Art A propriedade das coisas não se transfere pelos negócios jurídicos antes da tradição.

7 n Tradição Como visto, a tradição pode se dar de três maneiras: a) Real; b) Simbólica (entrega de algo que simboliza a coisa), e c) Constituto possessório (cláusula constituti).

8 n Tradição Na tradição real, o tradente entrega a própria coisa cuja propriedade vai transferir. Se entregar algo que simboliza a coisa, será tradição simbólica

9 n Tradição Porém, se incluir no contrato uma cláusula que constitui (cláusula constituti) o adquirente na posse será o caso de Constituto possessório.

10 Art (...) Parágrafo único. Subentende-se a tradição quando o transmitente continua a possuir pelo Constituto possessório; quando cede ao adquirente o direito à restituição da coisa, que se encontra em poder de terceiro; ou quando o adquirente já está na posse da coisa, por ocasião do negócio jurídico.

11 n Tradição feita por quem não é dono Feita por quem não é proprietário, não alheia a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

12 Art Feita por quem não seja proprietário, a tradição não aliena a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

13 n Tradição nua Quando não há na tradição vontade de se alienar ou quando o ato que deu causa à tradição for nulo, não haverá justo título, motivo porque se fala em tradição nua (nuda traditio). Assim, o ato transfere apenas a posse, mas não a propriedade

14 Art (...) 2o Não transfere a propriedade a tradição, quando tiver por título um negócio jurídico nulo.

15 n Introdução A aquisição da propriedade móvel pode se dar por oito modos, sendo eles: a) originários: ocupação, achado do tesouro, especificação, confusão, comistão, adjunção e pela usucapião. b) derivado: tradição

16 n a) Ocupação Segundo MHD, a ocupação é modo de aquisição originário de coisa móvel ou semovente por excelência. A ocupação consiste no assenhoramento da coisa. Ou seja, o adquirente a toma para si, adquirindo sua propriedade.

17 Art Quem se assenhorear de coisa sem dono para logo lhe adquire a propriedade, não sendo essa ocupação defesa por lei

18 n a) Ocupação Então ocupação é apropriar-se de coisa sem dono, porque: a) nunca foi objeto de assenhoramento (res nullius) b) foi abandonada por seu proprietário (res derelicta).

19 Art Além das causas consideradas neste Código, perde-se a propriedade: (...) III - por abandono

20 n a) Ocupação Para se verificar o abandono, torna-se necessário que fique caracterizada a intenção do agente de não mais ter a coisa como sua

21 n a) Ocupação A ocupação se dá de três formas: a) ocupação propriamente dita (CC, art ); b) descoberta (CC, arts a 1.237); c) tesouro (CC, arts a 1.266)

22 n a1. Ocupação propriamente dita É a ocupação que tem por objeto os seres vivos e as coisas inanimadas Ocorre principalmente na caça e pesca, disciplinadas em legislação específica

23 n a2. Descoberta A descoberta é o achado de coisa móvel perdida pelo proprietário, com obrigação de restituí-la a seu dono ou legitimo possuidor

24 Art Quem quer que ache coisa alheia perdida há de restituí-la ao dono ou legítimo possuidor. Parágrafo único. Não o conhecendo, o descobridor fará por encontrá-lo, e, se não o encontrar, entregará a coisa achada à autoridade competente

25 Art Aquele que restituir a coisa achada, nos termos do artigo antecedente, terá direito a uma recompensa não inferior a cinco por cento do seu valor, e à indenização pelas despesas que houver feito com a conservação e transporte da coisa, se o dono não preferir abandoná-la.

26 Art (...) Parágrafo único. Na determinação do montante da recompensa, considerar-se-á o esforço desenvolvido pelo descobridor para encontrar o dono, ou o legítimo possuidor, as possibilidades que teria este de encontrar a coisa e a situação econômica de ambos.

27 CP, Art Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Na mesma pena incorre: Apropriação de coisa achada II - quem acha coisa alheia perdida e dela se apropria, total ou parcialmente, deixando de restituíla ao dono ou legítimo possuidor ou de entregá-la à autoridade competente, dentro no prazo de 15 (quinze) dias.

28 n a2. Descoberta O descobridor não adquire a propriedade do objeto achado se o dono não aparecer num prazo de 60 dias da divulgação do achado pela imprensa / da publicação do edital

29 Art Decorridos sessenta dias da divulgação da notícia pela imprensa, ou do edital, não se apresentando quem comprove a propriedade sobre a coisa, será esta vendida em hasta pública e, deduzidas do preço as despesas, mais a recompensa do descobridor, pertencerá o remanescente ao Município em cuja circunscrição se deparou o objeto perdido.

30 Art (...) Parágrafo único. Sendo de diminuto valor, poderá o Município abandonar a coisa em favor de quem a achou.

31 n a2. Descoberta O descobridor só adquire a propriedade do objeto achado se o proprietário abandonar a coisa para se exonerar de pagar a indenização

32 n a3. Tesouro Para se falar em tesouro é preciso a presença dos seguintes requisitos: a) depósito de coisas móveis preciosas; b) não restar memória do proprietário; c) estar oculto; d) ter sido encontrado casualmente.

33 Art O depósito antigo de coisas preciosas, oculto e de cujo dono não haja memória, será dividido por igual entre o proprietário do prédio e o que achar o tesouro casualmente.

34 A quem pertence o Tesouro? a) exclusivamente ao proprietário do imóvel em que for achado: 1) se a descoberta se deu pelo próprio; 2) se descoberto por 3º incumbido de procurá-lo; 3) se descoberto por pessoa que, sem autorização, pesquisava intencionalmente a procura

35 Art O tesouro pertencerá por inteiro ao proprietário do prédio, se for achado por ele, ou em pesquisa que ordenou, ou por terceiro não autorizado.

36 A quem pertence o Tesouro? b) será dividido pelo proprietário do prédio e quem o achou: 1) se for encontrado casualmente

37 A quem pertence o Tesouro? c) e se quem achou o tesouro ficar com tudo? Se quem achou o tesouro em prédio alheio se apropriar do todo ou da parte a que o proprietário faz jus, estará praticando crime (CP, art. 169)

38 CP, Art Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Na mesma pena incorre: Apropriação de tesouro I - quem acha tesouro em prédio alheio e se apropria, no todo ou em parte, da quota a que tem direito o proprietário do prédio

39 n b) Usucapião O fundamento da usucapião de bens móveis é o mesmo que inspira a dos bens imóveis Seus conceitos são idênticos, com exceção dos prazos, que são menores

40 n b) Usucapião 1) ordinária: ocorrerá quando alguém que, com justo título e boa-fé, possuir coisa móvel como se fosse sua, de modo ininterrupto e sem oposição, durante 3 anos (CC, art )

41 Art Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente durante três anos, com justo título e boafé, adquirir-lhe-á a propriedade

42 n b) Usucapião 2) extraordinária: ela ocorrerá quando alguém possuir coisa móvel como se fosse sua, de modo ininterrupto e sem oposição, durante 5 anos (CC, art )

43 Art Se a posse da coisa móvel se prolongar por cinco anos, produzirá usucapião, independentemente de título ou boa-fé.

44 Art Aplica-se à usucapião das coisas móveis o disposto nos arts e

45 n b) Usucapião Da mesma forma que a usucapião de imóveis, o possuidor poderá somar ao seu tempo de posse o tempo de seu antecessor, desde que ambos o períodos sejam de posse mansa e pacífica.

46 ROTEIRO n Introdução n Modalidades Modos originários Modos derivados

47 n 2. Modos derivados Os modos derivados de aquisição e e perda da propriedade móvel são a: a) especificação; b) confusão, comistão e adjunção; c) tradição

48 n a) especificação: É o modo de adquirir a propriedade mediante transformação de coisa móvel em espécie nova, em virtude do trabalho ou de industria do especificador, desde que não seja possível retorno a sua forma primitiva (CC, arts a 1.271)

49 n b) confusão, comistão e adjunção: Ocorrem quando coisas que pertencem a diversas pessoas se mesclam de tal forma que seria impossível separá-las (art a 1.274)

50 n b) confusão, comistão e adjunção: Se as coisas pertencem a donos diversos e foram misturadas sem o consentimento deles, continuam a pertencer-lhes, sendo possível separar a matéria-prima sem deterioração

51 n b) confusão, comistão e adjunção: Não o sendo, ou exigindo a separação dispêndio excessivo, subsiste indiviso o todo. A espécie nova pertencerá aos donos da matéria-prima, cada qual com o seu quinhão proporcional ao valor do seu material

52 n b) confusão, comistão e adjunção: Se uma das coisas puder ser considerada principal em relação às outras, a propriedade da espécie nova será atribuída ao dono da coisa principal, tendo este, contudo, a obrigação de indenizar os outros

53 n b1. confusão: ocorre com a mistura de coisas liquidas (gasolina + álcool, etc) pertencentes a donos diversos

54 n b2. comistão: É a mescla de coisas sólidas ou secas, pertencentes a donos diversos.

55 n b3. adjunção: É a justaposição de coisas pertencentes a proprietários diversos, de tal forma que é impossível destacar a acessória da principal

56 Art As coisas pertencentes a diversos donos, confundidas, misturadas ou adjuntadas sem o consentimento deles, continuam a pertencer-lhes, sendo possível separá-las sem deterioração.

57 Art (...) 1o Não sendo possível a separação das coisas, ou exigindo dispêndio excessivo, subsiste indiviso o todo, cabendo a cada um dos donos quinhão proporcional ao valor da coisa com que entrou para a mistura ou agregado.

58 Art (...) 2o Se uma das coisas puder considerar-se principal, o dono sê-lo-á do todo, indenizando os outros.

59 Art Se a confusão, comissão ou adjunção se operou de má-fé, à outra parte caberá escolher entre adquirir a propriedade do todo, pagando o que não for seu, abatida a indenização que lhe for devida, ou renunciar ao que lhe pertencer, caso em que será indenizado.

60 Art Se da união de matérias de natureza diversa se formar espécie nova, à confusão, comissão ou adjunção aplicam-se as normas dos arts e

61 n c) tradição: É a entrega da coisa móvel ao adquirente, com a intenção de lhe transferir o domínio, em razão de título translativo de propriedade (CC, arts e 1.268)

62 n c) tradição: Pelo sistema do Código Civil brasileiro, o contrato, por si só, não transfere a propriedade, gerando apenas obrigações. A aquisição do domínio de bem móvel só ocorrerá se lhe seguir a tradição

63 n c) tradição: A tradição pode ser real, simbólica ou ficta, como já demonstrado no tópico relativo à propriedade imóvel

64 Art A propriedade das coisas não se transfere pelos negócios jurídicos antes da tradição

65 n c) tradição: Feita por quem não é proprietário, não alheia a propriedade Exceção: se a coisa foi oferecida em leilão ou estabelecimento comercial e for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, ou a qualquer pessoa, aparente se o alienante o legítimo dono

66 Art Feita por quem não seja proprietário, a tradição não aliena a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

67 Art (...) 1o Se o adquirente estiver de boa-fé e o alienante adquirir depois a propriedade, considera-se realizada a transferência desde o momento em que ocorreu a tradição. 2o Não transfere a propriedade a tradição, quando tiver por título um negócio jurídico nulo.

68 n Perda da propriedade móvel O art do Código Civil enumera alguns casos de perda da propriedade: n n n n a alienação; a renúncia, abandono, o perecimento

69 n Perda da propriedade móvel A enumeração do art é meramente exemplificativa, referindo-se à existência, no Código, de outras causas de extinção, como a usucapião e a acessão. (imóvel)

CÓDIGO CIVIL - LEI Nº

CÓDIGO CIVIL - LEI Nº CÓDIGO CIVIL - LEI Nº 10.406/2002 - Art. 1.229 151 conjunto ou separadamente, obras e serviços considerados pelo juiz de interesse social e econômico relevante. 5º - No caso do parágrafo antecedente, o

Leia mais

Direito das coisas. O direito das coisas é tratado no livro III da parte especial do código civil, dividido em duas temáticas.

Direito das coisas. O direito das coisas é tratado no livro III da parte especial do código civil, dividido em duas temáticas. OAB - EXTENSIVO Disciplina: Direito Civil Prof. Brunno Giancolli Data: 19/10/2009 Aula nº. 05 TEMAS TRATADOS EM AULA Direito Reais Direito das coisas. O direito das coisas é tratado no livro III da parte

Leia mais

Atenção: Material em fase de criação e desenvolvimento, aguarde versão final. 2. Do Direito Real de Propriedade. Direito das Coisas

Atenção: Material em fase de criação e desenvolvimento, aguarde versão final. 2. Do Direito Real de Propriedade. Direito das Coisas Atenção: Material em fase de criação e desenvolvimento, aguarde versão final. 2. Do Direito Real de Propriedade Direito das Coisas Dos princípios constitucionais Dignidade da Pessoa Humana O princípio

Leia mais

DIREITO CIVIL Espécies de Contratos

DIREITO CIVIL Espécies de Contratos DIREITO CIVIL Espécies de Contratos Espécies de Contratos a serem estudadas: 1) Compra e venda e contrato estimatório; 2) Doação; 3) Depósito; 4) Mandato; 5) Seguro; 6) Fiança; 7) Empréstimo (mútuo e comodato);

Leia mais

1. DIREITOS DAS COISAS - INTRODUÇÃO.

1. DIREITOS DAS COISAS - INTRODUÇÃO. 1. DIREITOS DAS COISAS - INTRODUÇÃO. Relação direta das pessoas com os bens, ou seja, conjunto de normas e institutos jurídicos que norteiam a superação de conflitos de interesses, relacionados, em ultima

Leia mais

Art. 1.196. Considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exercício, pleno ou não, de algum dos poderes inerentes à propriedade.

Art. 1.196. Considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exercício, pleno ou não, de algum dos poderes inerentes à propriedade. Código Civil Parte Especial - Arts. 1196 a 1296 LIVRO III Do Direito das Coisas TÍTULO I Da posse CAPÍTULO I Da Posse e sua Classificação Art. 1.196. Considera-se possuidor todo aquele que tem de fato

Leia mais

Direito de usar. Direito de gozar (jus fruendi) Direito de dispor (jus abutendi)

Direito de usar. Direito de gozar (jus fruendi) Direito de dispor (jus abutendi) DIREITO 07 A Propriedade 07.1 Introdução Noções gerais Conceito: A propriedade, palavra de origem latina (proprietas), que significa o que pertence à alguém, constitui-se juridicamente em um direito real

Leia mais

Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4. Divisível. 5 - Indivisível

Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4. Divisível. 5 - Indivisível Turma e Ano: Flex B (2013) Matéria / Aula: Direito Civil - Obrigações / Aula 09 Professor: Rafael da Mota Mendonça Conteúdo: IV - Modalidades de Obrigação. 2. Não fazer. 3. Dar Coisa Certa e Incerta. 4.

Leia mais

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE BEM IMOVEL Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Art. 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I -os direitos reais sobre imóveis e as ações

Leia mais

1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS

1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO AO DIREITO DAS COISAS Conceitos iniciais 1.1 Conceito de direito das coisas. A questão terminológica 1.2 Conceito de direitos reais. Teorias justificadoras e caracteres. Análise preliminar

Leia mais

Propriedade X Posse Propriedade é matéria de direito e posse é matéria de fato.

Propriedade X Posse Propriedade é matéria de direito e posse é matéria de fato. DIREITOS REAIS Posse = corpus = conduta de dono (art.1196 C.C. Teoria Objetiva de Ihering) Propriedade X Posse Propriedade é matéria de direito e posse é matéria de fato. Excepcionalmente um proprietário

Leia mais

Art. 243. A coisa incerta será indicada, ao menos, pelo gênero e pela quantidade.

Art. 243. A coisa incerta será indicada, ao menos, pelo gênero e pela quantidade. Código Civil Parte Especial - Arts. 233 a 303 PARTE ESPECIAL LIVRO I DO DIREITO DAS OBRIGAÇÕES TÍTULO I DAS MODALIDADES DAS OBRIGAÇÕES CAPÍTULO I DAS OBRIGAÇÕES DE DAR Seção I Das Obrigações de Dar Coisa

Leia mais

AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE MÓVEL

AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE MÓVEL AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE MÓVEL Aquisição da propriedade móvel FORMAS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE MÓVEL ORIGINÁRIAS DERIVADAS OCUPAÇÃO E ACHADO DE TESOURO USUCAPIÃO ESPECIFICAÇÃO CONFUSÃO COMISTÃO ADJUNÇÃO

Leia mais

1.Considerações sobre o tema.

1.Considerações sobre o tema. Propriedade 1.Considerações sobre o tema. A propriedade é o direito real de maior conteúdo e o mais amplo. Todos os outros têm abrangência mais restrita. Consiste em um direito acerca do qual seu titular

Leia mais

DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL MINAS GERAIS. PROVA OBEJTIVA COMENTADA (Data: 27/11/2011) DIREITO CIVIL PROF. BRUNO ZAMPIER

DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL MINAS GERAIS. PROVA OBEJTIVA COMENTADA (Data: 27/11/2011) DIREITO CIVIL PROF. BRUNO ZAMPIER DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL MINAS GERAIS PROVA OBEJTIVA COMENTADA (Data: 27/11/2011) DIREITO CIVIL PROF. BRUNO ZAMPIER 01. Considerando-se às obrigações de dar coisa certa, é INCORRETO afirmar que a) se

Leia mais

Prof. Gustavo Eidt. www.facebook.com/gustavoeidt gustavoeidt@yahoo.com.br

Prof. Gustavo Eidt. www.facebook.com/gustavoeidt gustavoeidt@yahoo.com.br Prof. Gustavo Eidt www.facebook.com/gustavoeidt gustavoeidt@yahoo.com.br DOS BENS Conceito: bens são as coisas materiais ou imateriais, úteis aos homens e de expressão econômica, suscetíveis de apropriação.

Leia mais

DO DEPÓSITO. O depósito, no direito brasileiro, tem por objeto coisa móvel, não se admitindo o depósito de imóveis. VOLUNTÁRIO NECESSÁRIO

DO DEPÓSITO. O depósito, no direito brasileiro, tem por objeto coisa móvel, não se admitindo o depósito de imóveis. VOLUNTÁRIO NECESSÁRIO DAS VÁRIAS ESPÉCIES DE CONTRATO DO DEPÓSITO O depósito é o contrato pelo qual uma pessoa - depositário - recebe, para guardar, um objeto móvel alheio, com a obrigação de restituí-lo quando o depositante

Leia mais

CONTRATOS (COMPRA E VENDA)

CONTRATOS (COMPRA E VENDA) CONTRATOS (COMPRA E VENDA) Professor Dicler COMPRA E VENDA Contrato de compra e venda é aquele pelo qual um dos contratantes t t se obriga bi a transferir o domínio de certa coisa, e, o outro, a pagar-lhe

Leia mais

Modos de Aquisição da Propriedade Móvel: Abordagem Didática do Assunto

Modos de Aquisição da Propriedade Móvel: Abordagem Didática do Assunto Modos de Aquisição da Propriedade Móvel: Abordagem Didática do Assunto Tauã Lima Verdan 1 Resumo: Ao examinar os modos de aquisição de propriedade móvel, impende ter em mente as ponderações concernentes

Leia mais

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação

EXERCÍCIO 1. EXERCÍCIO 1 Continuação Direito Civil Contratos Aula 1 Exercícios Professora Consuelo Huebra EXERCÍCIO 1 Assinale a opção correta com relação aos contratos. a) O contrato preliminar gera uma obrigação de fazer, no entanto não

Leia mais

TÍTULO V Dos Contratos em Geral. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Seção I Preliminares

TÍTULO V Dos Contratos em Geral. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Seção I Preliminares TÍTULO V Dos Contratos em Geral CAPÍTULO I Disposições Gerais Seção I Preliminares Art. 421. A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato. Art. 422. Os contratantes

Leia mais

DIREITO CIVIL IV Professor Vilmar Material inspirado na obra do professor Rafael de Menezes. Aquisição e Perda da Posse AQUISIÇÃO DA POSSE

DIREITO CIVIL IV Professor Vilmar Material inspirado na obra do professor Rafael de Menezes. Aquisição e Perda da Posse AQUISIÇÃO DA POSSE DIREITO CIVIL IV Professor Vilmar Material inspirado na obra do professor Rafael de Menezes. Aquisição e Perda da Posse AQUISIÇÃO DA POSSE O legislador brasileiro adotou a teoria objetiva da posse de Ihering.

Leia mais

Prof a.: Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL III CONTRATOS Turmas: 5º DIV e 5º DIN Data: 24/09/10. Aula 09

Prof a.: Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL III CONTRATOS Turmas: 5º DIV e 5º DIN Data: 24/09/10. Aula 09 CURSO DE DIREITO - 2º SEMESTRE/2010 1 Prof a.: Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL III CONTRATOS Turmas: 5º DIV e 5º DIN Data: 24/09/10 Aula 09 DIREITO DOS CONTRATOS II - TEORIA GERAL DO DIREITO DOS

Leia mais

O ITBI e a Transmissão de Posse

O ITBI e a Transmissão de Posse O ITBI e a Transmissão de Posse Introdução Compete aos Municípios instituir imposto sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física,

Leia mais

TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002

TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002 TABELA DE CORRESPONDÊNCIA CÓDIGO CIVIL/1916 E CÓDIGO CIVIL/2002 PARTE GERAL DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. 1º............. sem correspondência LIVRO I DAS PESSOAS TÍTULO I DA DIVISÃO DAS PESSOAS DAS PESSOAS

Leia mais

Usufruto e direitos reais de garantia

Usufruto e direitos reais de garantia Usufruto e direitos reais de garantia Usufruto O usufruto pode recair sobre todo o patrimônio do nu-proprietário ou sobre alguns bens, móveis ou imóveis, e abrange não apenas os bens em si mesmos, mas

Leia mais

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos.

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos. Lei do Condomínio 10.406/2002 CAPÍTULO VII Do Condomínio Edilício Seção I Disposições Gerais Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum

Leia mais

A previsibilidade legal da evicção consiste numa garantia de segurança do adquirente.

A previsibilidade legal da evicção consiste numa garantia de segurança do adquirente. 12 - EVICÇÃO O termo evicção traduz idéia de perda, ser vencido, perder e ocorre quando o adquirente de um bem perde a posse e a propriedade do mesmo em virtude de ato judicial ou administrativo que reconhece

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES 2007/1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação ORGANIZAÇÃO BÁSICA DAS DISCIPLINAS CURRICULARES Disciplina: DIREITO CIVIL V Curso: DIREITO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito 111111111111111111111111111111111111111

Leia mais

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO: MÚTUO E COMODATO

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO: MÚTUO E COMODATO CONTRATO DE EMPRÉSTIMO: MÚTUO E COMODATO Autor: Graciel Marques Tarão 1. Conceito Contrato de empréstimo é o contrato pelo qual uma das partes entrega um bem à outra, para ser devolvido em espécie ou gênero.

Leia mais

Direito das Coisas I - Posse e Propriedade

Direito das Coisas I - Posse e Propriedade 2.9 Aquisição da posse 2.9.1 Teorias explicativas A aquisição envolve exatamente os aspectos de a pessoa chegar ao bem e de exercer um poder de dominação sobre o mesmo. Para a teoria subjetiva, a aquisição

Leia mais

1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade

1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade CURSO EXTENSIVO FINAL DE SEMANA OAB 2012.2 Disciplina DIREITO CIVIL Aula 07 EMENTA DA AULA 1. Direito das coisas 2. Posse 3. Classificação da Posse 4. Ações ou Interdito possessórios 5. Propriedade GUIA

Leia mais

DO CONCEITO DE USUCAPIÃO

DO CONCEITO DE USUCAPIÃO DO CONCEITO DE USUCAPIÃO Conceito: Usucapião é modo de aquisição da propriedade (ou outro direito real), que se dá pela posse continuada, durante lapso temporal, atendidos os requisitos de lei. LOCALIZAÇÃO

Leia mais

GABARITO DIREITOS REAIS Professora Priscila

GABARITO DIREITOS REAIS Professora Priscila GABARITO DIREITOS REAIS Professora Priscila 01) Assertiva falsa de acordo com o 2º do art. 1420 do CC: Art. 1.420. Só aquele que pode alienar poderá empenhar, hipotecar ou dar em anticrese; só os bens

Leia mais

índice SISTEMÁTICO Apresentação...

índice SISTEMÁTICO Apresentação... índice SISTEMÁTICO Apresentação....................................... XI Capítulo I - Os Direitos Reais... I. Observações introdutórias: os direitos reais ou direito das coisas..... I 2. Âmbito......

Leia mais

Estabelecimento Empresarial

Estabelecimento Empresarial Estabelecimento Empresarial É a base física da empresa, que consagra um conjunto de bens corpóreos e incorpóreos, constituindo uma universalidade que pode ser objeto de negócios jurídicos. É todo o complexo

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

CONDOMÍNIO. Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com

CONDOMÍNIO. Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com CONDOMÍNIO Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com CONDOMÍNIO Conceito: é a sujeição de uma coisa, divisível ou indivisível, à propriedade simultânea e concorrente de mais de uma pessoa. No condomínio

Leia mais

PATRIMÔNIO E INVENTÁRIO

PATRIMÔNIO E INVENTÁRIO PATRIMÔNIO E INVENTÁRIO Contador José Carlos Garcia de Mello MELLO 1 Controle Patrimonial MELLO 2 PATRIMÔNIO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Conceito Patrimônio Público, segundo Heilio Kohama, "compreende o conjunto

Leia mais

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI

AULA 12. Produtos e Serviços Financeiros VI AULA 12 Produtos e Serviços Financeiros VI Operações Acessórias e Serviços As operações acessórias e serviços são operações de caráter complementar, vinculadas ao atendimento de particulares, do governo,

Leia mais

DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I

DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Direito das Coisas; Introdução; Conceito e Distinção entre Direitos Reais e Pessoais; Conteúdo; Regime Constitucional dos Direitos

Leia mais

EMPRÉSTIMO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 579 a 592 do CC. 2. Conceito de empréstimo

EMPRÉSTIMO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 579 a 592 do CC. 2. Conceito de empréstimo 1. Referência legal do assunto Arts. 579 a 592 do CC. 2. Conceito de empréstimo EMPRÉSTIMO Negócio jurídico pelo qual uma pessoa entrega uma coisa a outra, de forma gratuita, obrigando-se esta a devolver

Leia mais

Direito Civil III Contratos

Direito Civil III Contratos Direito Civil III Contratos Compra e Venda Art. 481 a 532 Prof. Andrei Brettas Grunwald 2011.1 1 Conceito Artigo 481 Pelo contrato de compra e venda, um dos contratantes se obriga a transferir o domínio

Leia mais

DEPÓSITO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 627 a 652 do CC. 2. Conceito de depósito

DEPÓSITO. 1. Referência legal do assunto. Arts. 627 a 652 do CC. 2. Conceito de depósito 1. Referência legal do assunto Arts. 627 a 652 do CC. 2. Conceito de depósito DEPÓSITO O contrato de depósito importa na guarda temporária de um bem móvel pelo depositário até o momento em que o depositante

Leia mais

- Direito do promitente. - Concessão de uso especial para fins de moradia - Concessão de direito real de uso

- Direito do promitente. - Concessão de uso especial para fins de moradia - Concessão de direito real de uso Direitos Reais Rol taxativo previsto no artigo 1225 Direitos reais de gozo ou fruição - Propriedade - - - - - - - - - - - - único sobre coisa PRÓPRIA - Superfície - Servidões - Usufruto - Uso - Habitação

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO NOÇÕES BÁSICAS SOBRE USUCAPIÃO Esp. Andrea M. L. Pasold O (ou A, como preferem muitos doutrinadores a também o novo código civil) usucapião é também chamado de prescrição aquisitiva, por ser um direito

Leia mais

O CABIMENTO DE EMBARGOS DE TERCEIROS NA PROMESSA COMPRA E VENDA DESPROVIDA DE REGISTRO CIVIL.

O CABIMENTO DE EMBARGOS DE TERCEIROS NA PROMESSA COMPRA E VENDA DESPROVIDA DE REGISTRO CIVIL. UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CURSO DE DIREITO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA O CABIMENTO DE EMBARGOS DE TERCEIROS NA PROMESSA COMPRA E VENDA DESPROVIDA DE REGISTRO CIVIL.

Leia mais

Direitos Reais De Garantia - introdução

Direitos Reais De Garantia - introdução Direitos Reais De Garantia - introdução Desde a Lei das XII Tábuas, o devedor respondia por suas dívidas com o próprio corpo ao credor (submetendo-se à escravidão, etc.) Com a evolução do direito, e, na

Leia mais

Outubro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes

Outubro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes Contrato de Compra e Venda Outubro/2010 Prof a. Esp. Helisia Góes Definição: é a troca de uma coisa por dinheiro (VENOSA). É o negócio jurídico bilateral pelo qual uma das partes (vendedora) se obriga

Leia mais

CONTRATO DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS QUADRO RESUMO

CONTRATO DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS QUADRO RESUMO CONTRATO DE ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMÓVEIS QUADRO RESUMO CONTRATADA/ADMINISTRADORA: HB IMOBILIÁRIA LTDA., estabelecida na Avenida Hermes Fontes, nº 1950, Luzia, Aracaju, Sergipe, CEP: 49045-760, inscrita

Leia mais

LEI Nº 111/88. O PREFEITO MUNICIPAL DE COLÍDER. Faz saber que a Câmara Municipal decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 111/88. O PREFEITO MUNICIPAL DE COLÍDER. Faz saber que a Câmara Municipal decretou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 111/88. INSTITUI O IMPOSTO SOBRE TRANSMISÃO, INTER-VIVOS, DE BENS IMÓVEIS E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS ITBI. O PREFEITO MUNICIPAL DE COLÍDER. Faz saber que a Câmara Municipal decretou e eu sanciono

Leia mais

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR ATUALIZAÇÃO 9 De 1.11.2014 a 30.11.2014 VADE MECUM LEGISLAÇÃO 2014 CÓDIGO CIVIL PÁGINA LEGISLAÇÃO ARTIGO CONTEÚDO 215 Lei 10.406/2002 Arts. 1.367 e 1.368-B Art. 1.367. A propriedade fiduciária em garantia

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

Dos contratos em geral

Dos contratos em geral Dos contratos em geral Disposições gerais As Disposições Gerais, constantes no Título V (dos Contratos em Geral) do Código Civil brasileiro (CC) consistem em cláusulas gerais aplicáveis a todo tipo de

Leia mais

DOS FATOS JURÍDICOS. FATO JURÍDICO = é todo acontecimento da vida relevante para o direito, mesmo que seja fato ilícito.

DOS FATOS JURÍDICOS. FATO JURÍDICO = é todo acontecimento da vida relevante para o direito, mesmo que seja fato ilícito. DOS FATOS JURÍDICOS CICLO VITAL: O direito nasce, desenvolve-se e extingue-se. Essas fases ou os chamados momentos decorrem de fatos, denominados de fatos jurídicos, exatamente por produzirem efeitos jurídicos.

Leia mais

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS Art. 2º da Lei 11.795/08: Consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida

Leia mais

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático www.finaccount.com Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Aquisição de bens imóveis O processo de aquisição de bens imóveis em Angola

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Formas de aquisição da propriedade imóvel Alexandre Ferreira Classificação: Adquire-se a propriedade de forma originária e derivada: Originária Quando desvinculada de qualquer relação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DEÍ BRASÍLIA - UniCEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS. 1. Aquisição de Direitos

CENTRO UNIVERSITÁRIO DEÍ BRASÍLIA - UniCEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS. 1. Aquisição de Direitos CENTRO UNIVERSITÁRIO DEÍ BRASÍLIA - UniCEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS Disciplina: DIREITO CIVIL FATOS JURÍDICOS - 3º SEMESTRE Profª: ANA CLÁUDIA A. MOREIRA BITTAR DE DIREITOS AQUISIÇÃO,

Leia mais

CAPÍTULO II Da Aquisição da Propriedade Imóvel. Seção I Da Usucapião

CAPÍTULO II Da Aquisição da Propriedade Imóvel. Seção I Da Usucapião Art. 1.229. A propriedade do solo abrange a do espaço aéreo e subsolo correspondentes, em altura e profundidade úteis ao seu exercício, não podendo o proprietário opor-se a atividades que sejam realizadas,

Leia mais

Turma e Ano: Turma Regular Master A. Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19. Professor: Rafael da Mota Mendonça

Turma e Ano: Turma Regular Master A. Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19. Professor: Rafael da Mota Mendonça Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva DIREITO DAS COISAS (continuação) (III) Propriedade

Leia mais

Destaca-se que as obrigações jurídicas, objeto do presente estudo, apresentam 3 elementos principais: sujeito, objeto e o vínculo jurídico.

Destaca-se que as obrigações jurídicas, objeto do presente estudo, apresentam 3 elementos principais: sujeito, objeto e o vínculo jurídico. 7. OBRIGAÇÕES A palavra obrigação pode assumir vários significados dependendo do contexto que estiver se referindo. Dessa forma, em sentido amplo, a obrigação é um dever, que pode estar ligado a uma acepção

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Compra e venda com reserva de domínio Raquel Abdo El Assad * Através da compra e venda com reserva de domínio, não se transfere a plena propriedade da coisa ao comprador, pois ao

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 496, DE 19 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre o limite de endividamento de Municípios em operações de crédito destinadas

Leia mais

RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014.

RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014. RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014. O Presidente do Colegiado de Desenvolvimento de Pessoas em exercício do Instituto Federal de Santa Catarina, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

Legislação Territorial Constituição Federal de 1988. Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro

Legislação Territorial Constituição Federal de 1988. Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro Legislação Territorial Constituição Federal de 1988 Camila Cavichiolo Helton Douglas Kravicz Luiz Guilherme do Nascimento Rodrigues Samara Pinheiro 01. Como a propriedade é tratada pela constituição brasileira?

Leia mais

INFORMATIVO. num. num. nossos clientes. Trataremos da penhora judicial de bens do devedor. Prezado leitor,

INFORMATIVO. num. num. nossos clientes. Trataremos da penhora judicial de bens do devedor. Prezado leitor, BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 8 05 / 2014 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013 INFORMATIVO num Editorial - 8ª Edição Prezado leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz Advogados,

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 7741

Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 7741 Diário da República, 1.ª série N.º 178 11 de setembro de 2015 7741 6.3 Contabilização de uma alteração no estatuto de uma entidade de investimento 46 Quanto uma entidade deixar de ser uma entidade de investimento,

Leia mais

12.6.9 Servidão administrativa, requisição e ocupação provisória, 275

12.6.9 Servidão administrativa, requisição e ocupação provisória, 275 1 O universo dos direitos reais, 1 1.1 Relação das pessoas com as coisas, 1 1.2 Direitos reais e direitos pessoais, 4 1.3 Divagações doutrinárias acerca da natureza dos direitos reais, 11 1.4 Situações

Leia mais

Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS JURÍDICOS -

Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS JURÍDICOS - Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Civil (Parte Geral) / Aula 11 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: Fatos Jurídicos: Negócio Jurídico - Classificação; Interpretação; Preservação. - FATOS

Leia mais

Usucapião e suas Modalidades

Usucapião e suas Modalidades Direitos Reais Usucapião e suas Modalidades 51 DÉBORA MARIA BARBOSA SARMENTO 1 CONCEITO Conceitua-se usucapião como modo de aquisição da propriedade de bens móveis ou imóveis pelo exercício da posse, nos

Leia mais

24/09/2010 (Assessoria empresarial) CONTRATO DE TRANSPORTE

24/09/2010 (Assessoria empresarial) CONTRATO DE TRANSPORTE 24/09/2010 (Assessoria empresarial) CONTRATO DE TRANSPORTE Contrato de transporte, segundo estabelece o artigo 730 do Código Civil, pode ser conceituado como aquele em que alguém se obriga, mediante retribuição,

Leia mais

Lição 5. Formação dos Contratos

Lição 5. Formação dos Contratos Lição 5. Formação dos Contratos Seção II Da Formação dos Contratos Art. 427. A proposta de contrato obriga o proponente, se o contrário não resultar dos termos dela, da natureza do negócio, ou das circunstâncias

Leia mais

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior

OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior OAB 1ª Fase Direito Civil Responsabilidade Civil Duarte Júnior 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. RESPONSABILIDADE CIVIL É A OBRIGAÇÃO QUE INCUMBE A ALGUÉM DE

Leia mais

EDITAL DE ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS LEILÃO PÚBLICO N 01/2013

EDITAL DE ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS LEILÃO PÚBLICO N 01/2013 EDITAL DE ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS LEILÃO PÚBLICO N 01/2013 1. INTRODUÇÃO 1.1 A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SEÇÃO MINAS GERAIS, por seu Presidente, DR. LUÍS CLÁUDIO DA SILVA CHAVES, para conhecimento

Leia mais

Título: VÍCIO REDIBITÓRIO E EVICÇÃO COMO GARANTIAS DO ADQUIRENTE NAS RELAÇÕES CONTRATUAIS REGULAMENTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002

Título: VÍCIO REDIBITÓRIO E EVICÇÃO COMO GARANTIAS DO ADQUIRENTE NAS RELAÇÕES CONTRATUAIS REGULAMENTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002 Título: VÍCIO REDIBITÓRIO E EVICÇÃO COMO GARANTIAS DO ADQUIRENTE NAS RELAÇÕES CONTRATUAIS REGULAMENTADAS PELO CÓDIGO CIVIL DE 2002 Davi Souza de Paula Pinto 1 SUMÁRIO: INTRODUÇÃO; 1.0 NOÇÕES PRELIMINARES;

Leia mais

O que é ativo Intangível

O que é ativo Intangível O que é ativo Intangível Bens Intangíveis são aqueles bens que não podem ser tocados ou vistos, porque são incorpóreos (não tem corpo), ou seja, ativo intangível poderia ser definido, em termos práticos,

Leia mais

AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA

AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA AULA 5 SOCIEDADE LIMITADA Introdução A sociedade decorre de um contrato entre pessoas que contribuem com bens e serviços para o exercício de determinada atividade visando a partilha de resultados. A Sociedade

Leia mais

TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO

TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO TÍTULO II DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO FURTO Furto Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. 1º - A pena aumenta-se

Leia mais

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO

COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Ficha Informativa 1 Janeiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc COMÉRCIO ELECTRÓNICO ELECTRÓNICO Compras na Internet:

Leia mais

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL 1. Atividade Empresarial ( art. 966 e ss do CC) Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER Nº 14.357. Senhora Procuradora-Geral:

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER Nº 14.357. Senhora Procuradora-Geral: PARECER Nº 14.357 Condomínio. Venda da coisa comum. Preferência do condômino. Será alienada em leilão a coisa comum indivisível ou que, pela divisão, se tornar imprópria ao seu destino, verificada previamente

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Contratos Mercantis Prof.: Alexandre Gialluca Data: 19/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Contratos Mercantis Prof.: Alexandre Gialluca Data: 19/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Alienação fiduciária 1.1) Alienação fiduciária de bens móveis (Dec-Lei 911/69) Na doutrina há quem diga que se trata de contrato acessório e a quem diga que se trata de contrato incidental. Na

Leia mais

EDITAL DE LEILÃO 001/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM JESUS GO.

EDITAL DE LEILÃO 001/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM JESUS GO. EDITAL DE LEILÃO 001/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM JESUS GO. O MUNICÍPIO DE BOM JESUS, Estado de Goiás, pessoa jurídica de direito público interno, com sede administrativa situada na Praça Sebastião

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos Órgãos Setoriais

Leia mais

Direito Civil III Contratos

Direito Civil III Contratos Direito Civil III Contratos Evicção Prof. Andrei Brettas Grunwald 2011.1 1 Código Civil Artigo 447. Nos contratos onerosos, o alienante responde pela evicção. Subsiste esta garantia ainda que a aquisição

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

CONTRATO ADESÃO DE COMPRA E VENDA COM RENDA RESOLÚVEL

CONTRATO ADESÃO DE COMPRA E VENDA COM RENDA RESOLÚVEL NIF:540121346 CONTRATO Nº/carmelo- S/N/ JF2015 CONTRATO ADESÃO DE COMPRA E VENDA COM RENDA RESOLÚVEL (Artigos nºs 1307º e 409º nº 1 do C.C.) Entre: Jefran-Engenharia e Construção Civil, Lda, com sede em

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA 1 REGULAMENTA O FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ALTO BELA VISTA GERAINVEST, REVOGA DECRETO 1883 E DA OUTRAS PROVIDENCIAS O Prefeito Municipal de Alto Bela Vista, Estado de Santa Catarina, no uso

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009.

ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009. ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009. Dispõe sobre o procedimento a ser adotado para a formalização e controle dos processos de parcelamentos de arrematação ocorrida nas hastas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL

ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL Art. 1142, CC Considera-se estabelecimento todo complexo de bens organizados, para exercicio da empresa, por empresário ou por sociedade empresária. - Trata-se de ELEMENTO ESSENCIAL

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 31 - Data 30 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF Ementa: ALIENAÇÃO DE

Leia mais

Direito de Propriedade

Direito de Propriedade Direitos Reais Direito de Propriedade 75 LUIZ FERNANDO DE ANDRADE PINTO 1 O direito de propriedade possui uma noção jurídica complexa e dinâmica, que flutua no tempo de acordo com as realizações políticas,

Leia mais

DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS 1 Rosivaldo Russo

DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS 1 Rosivaldo Russo DIREITO CIVIL DIREITO DAS COISAS 1 Rosivaldo Russo DIREITO DAS COISAS 1196 a 1510 CLASSIFICAÇÃO DOS DIREITOS a) Pessoais: Relações entre pessoas, abrangendo o sujeito ativo, o passivo e a prestação que

Leia mais

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos Art. 1.314. Cada condômino pode usar da coisa conforme sua destinação, sobre ela

Leia mais

1. DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS.

1. DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS. 1. DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS. O proprietário reúne sobre si os atributos de usar, gozar, dispor e reaver a coisa. Alguns entendem que esse direito é ilimitado, em virtude da possibilidade de

Leia mais

Estado do Amazonas Prefeitura Municipal de Benjamin Constant Gabinete da Prefeita Fls.1/10

Estado do Amazonas Prefeitura Municipal de Benjamin Constant Gabinete da Prefeita Fls.1/10 CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL URBANO Contrato de Locação de Imóvel nº 001/2014 Processo nº 001/2014 CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL URBANO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE BENJAMIN CONSTANT/AM, E À EMPRESA

Leia mais

É aquela em que há multiplicidade de devedores, sendo que cada devedor responde pela dívida toda como se fosse devedor único.

É aquela em que há multiplicidade de devedores, sendo que cada devedor responde pela dívida toda como se fosse devedor único. SOLIDARIEDADE PASSIVA É aquela em que há multiplicidade de devedores, sendo que cada devedor responde pela dívida toda como se fosse devedor único. Decorre da lei (art.154, 828,II) ou da vontade das partes.

Leia mais

DA EVICÇÃO Rosinete Cavalcante da costa

DA EVICÇÃO Rosinete Cavalcante da costa DA EVICÇÃO Rosinete Cavalcante da costa Mestre em Direito: Relações Privadas e Constituição (FDC) Professora da Faculdade de Ensino Superior de Linhares (FACELI) Professora da Faculdade Batista de Vitória-ES

Leia mais