OBJETIVO. Conhecer as formas de aquisição e perda da propriedade móvel.

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1 PROPRIEDADE

2 OBJETIVO Conhecer as formas de aquisição e perda da propriedade móvel.

3 n Introdução As formas de aquisição e perda da propriedade móvel estão tratadas nos capítulos III e IV do livro do direito das coisas

4 n Introdução A aquisição da propriedade móvel pode se dar por oito modos, sendo eles: a) originários: ocupação, achado do tesouro, especificação, confusão, comistão, adjunção e pela usucapião. b) derivado: tradição

5 n Tradição É o modo mais comum de transferência de propriedade dos bens móveis. Lembrando que, no direito brasileiro, os contratos não transferem a propriedade, sendo, por si só, fonte de obrigações.

6 Art A propriedade das coisas não se transfere pelos negócios jurídicos antes da tradição.

7 n Tradição Como visto, a tradição pode se dar de três maneiras: a) Real; b) Simbólica (entrega de algo que simboliza a coisa), e c) Constituto possessório (cláusula constituti).

8 n Tradição Na tradição real, o tradente entrega a própria coisa cuja propriedade vai transferir. Se entregar algo que simboliza a coisa, será tradição simbólica

9 n Tradição Porém, se incluir no contrato uma cláusula que constitui (cláusula constituti) o adquirente na posse será o caso de Constituto possessório.

10 Art (...) Parágrafo único. Subentende-se a tradição quando o transmitente continua a possuir pelo Constituto possessório; quando cede ao adquirente o direito à restituição da coisa, que se encontra em poder de terceiro; ou quando o adquirente já está na posse da coisa, por ocasião do negócio jurídico.

11 n Tradição feita por quem não é dono Feita por quem não é proprietário, não alheia a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

12 Art Feita por quem não seja proprietário, a tradição não aliena a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

13 n Tradição nua Quando não há na tradição vontade de se alienar ou quando o ato que deu causa à tradição for nulo, não haverá justo título, motivo porque se fala em tradição nua (nuda traditio). Assim, o ato transfere apenas a posse, mas não a propriedade

14 Art (...) 2o Não transfere a propriedade a tradição, quando tiver por título um negócio jurídico nulo.

15 n Introdução A aquisição da propriedade móvel pode se dar por oito modos, sendo eles: a) originários: ocupação, achado do tesouro, especificação, confusão, comistão, adjunção e pela usucapião. b) derivado: tradição

16 n a) Ocupação Segundo MHD, a ocupação é modo de aquisição originário de coisa móvel ou semovente por excelência. A ocupação consiste no assenhoramento da coisa. Ou seja, o adquirente a toma para si, adquirindo sua propriedade.

17 Art Quem se assenhorear de coisa sem dono para logo lhe adquire a propriedade, não sendo essa ocupação defesa por lei

18 n a) Ocupação Então ocupação é apropriar-se de coisa sem dono, porque: a) nunca foi objeto de assenhoramento (res nullius) b) foi abandonada por seu proprietário (res derelicta).

19 Art Além das causas consideradas neste Código, perde-se a propriedade: (...) III - por abandono

20 n a) Ocupação Para se verificar o abandono, torna-se necessário que fique caracterizada a intenção do agente de não mais ter a coisa como sua

21 n a) Ocupação A ocupação se dá de três formas: a) ocupação propriamente dita (CC, art ); b) descoberta (CC, arts a 1.237); c) tesouro (CC, arts a 1.266)

22 n a1. Ocupação propriamente dita É a ocupação que tem por objeto os seres vivos e as coisas inanimadas Ocorre principalmente na caça e pesca, disciplinadas em legislação específica

23 n a2. Descoberta A descoberta é o achado de coisa móvel perdida pelo proprietário, com obrigação de restituí-la a seu dono ou legitimo possuidor

24 Art Quem quer que ache coisa alheia perdida há de restituí-la ao dono ou legítimo possuidor. Parágrafo único. Não o conhecendo, o descobridor fará por encontrá-lo, e, se não o encontrar, entregará a coisa achada à autoridade competente

25 Art Aquele que restituir a coisa achada, nos termos do artigo antecedente, terá direito a uma recompensa não inferior a cinco por cento do seu valor, e à indenização pelas despesas que houver feito com a conservação e transporte da coisa, se o dono não preferir abandoná-la.

26 Art (...) Parágrafo único. Na determinação do montante da recompensa, considerar-se-á o esforço desenvolvido pelo descobridor para encontrar o dono, ou o legítimo possuidor, as possibilidades que teria este de encontrar a coisa e a situação econômica de ambos.

27 CP, Art Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Na mesma pena incorre: Apropriação de coisa achada II - quem acha coisa alheia perdida e dela se apropria, total ou parcialmente, deixando de restituíla ao dono ou legítimo possuidor ou de entregá-la à autoridade competente, dentro no prazo de 15 (quinze) dias.

28 n a2. Descoberta O descobridor não adquire a propriedade do objeto achado se o dono não aparecer num prazo de 60 dias da divulgação do achado pela imprensa / da publicação do edital

29 Art Decorridos sessenta dias da divulgação da notícia pela imprensa, ou do edital, não se apresentando quem comprove a propriedade sobre a coisa, será esta vendida em hasta pública e, deduzidas do preço as despesas, mais a recompensa do descobridor, pertencerá o remanescente ao Município em cuja circunscrição se deparou o objeto perdido.

30 Art (...) Parágrafo único. Sendo de diminuto valor, poderá o Município abandonar a coisa em favor de quem a achou.

31 n a2. Descoberta O descobridor só adquire a propriedade do objeto achado se o proprietário abandonar a coisa para se exonerar de pagar a indenização

32 n a3. Tesouro Para se falar em tesouro é preciso a presença dos seguintes requisitos: a) depósito de coisas móveis preciosas; b) não restar memória do proprietário; c) estar oculto; d) ter sido encontrado casualmente.

33 Art O depósito antigo de coisas preciosas, oculto e de cujo dono não haja memória, será dividido por igual entre o proprietário do prédio e o que achar o tesouro casualmente.

34 A quem pertence o Tesouro? a) exclusivamente ao proprietário do imóvel em que for achado: 1) se a descoberta se deu pelo próprio; 2) se descoberto por 3º incumbido de procurá-lo; 3) se descoberto por pessoa que, sem autorização, pesquisava intencionalmente a procura

35 Art O tesouro pertencerá por inteiro ao proprietário do prédio, se for achado por ele, ou em pesquisa que ordenou, ou por terceiro não autorizado.

36 A quem pertence o Tesouro? b) será dividido pelo proprietário do prédio e quem o achou: 1) se for encontrado casualmente

37 A quem pertence o Tesouro? c) e se quem achou o tesouro ficar com tudo? Se quem achou o tesouro em prédio alheio se apropriar do todo ou da parte a que o proprietário faz jus, estará praticando crime (CP, art. 169)

38 CP, Art Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito ou força da natureza: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Na mesma pena incorre: Apropriação de tesouro I - quem acha tesouro em prédio alheio e se apropria, no todo ou em parte, da quota a que tem direito o proprietário do prédio

39 n b) Usucapião O fundamento da usucapião de bens móveis é o mesmo que inspira a dos bens imóveis Seus conceitos são idênticos, com exceção dos prazos, que são menores

40 n b) Usucapião 1) ordinária: ocorrerá quando alguém que, com justo título e boa-fé, possuir coisa móvel como se fosse sua, de modo ininterrupto e sem oposição, durante 3 anos (CC, art )

41 Art Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente durante três anos, com justo título e boafé, adquirir-lhe-á a propriedade

42 n b) Usucapião 2) extraordinária: ela ocorrerá quando alguém possuir coisa móvel como se fosse sua, de modo ininterrupto e sem oposição, durante 5 anos (CC, art )

43 Art Se a posse da coisa móvel se prolongar por cinco anos, produzirá usucapião, independentemente de título ou boa-fé.

44 Art Aplica-se à usucapião das coisas móveis o disposto nos arts e

45 n b) Usucapião Da mesma forma que a usucapião de imóveis, o possuidor poderá somar ao seu tempo de posse o tempo de seu antecessor, desde que ambos o períodos sejam de posse mansa e pacífica.

46 ROTEIRO n Introdução n Modalidades Modos originários Modos derivados

47 n 2. Modos derivados Os modos derivados de aquisição e e perda da propriedade móvel são a: a) especificação; b) confusão, comistão e adjunção; c) tradição

48 n a) especificação: É o modo de adquirir a propriedade mediante transformação de coisa móvel em espécie nova, em virtude do trabalho ou de industria do especificador, desde que não seja possível retorno a sua forma primitiva (CC, arts a 1.271)

49 n b) confusão, comistão e adjunção: Ocorrem quando coisas que pertencem a diversas pessoas se mesclam de tal forma que seria impossível separá-las (art a 1.274)

50 n b) confusão, comistão e adjunção: Se as coisas pertencem a donos diversos e foram misturadas sem o consentimento deles, continuam a pertencer-lhes, sendo possível separar a matéria-prima sem deterioração

51 n b) confusão, comistão e adjunção: Não o sendo, ou exigindo a separação dispêndio excessivo, subsiste indiviso o todo. A espécie nova pertencerá aos donos da matéria-prima, cada qual com o seu quinhão proporcional ao valor do seu material

52 n b) confusão, comistão e adjunção: Se uma das coisas puder ser considerada principal em relação às outras, a propriedade da espécie nova será atribuída ao dono da coisa principal, tendo este, contudo, a obrigação de indenizar os outros

53 n b1. confusão: ocorre com a mistura de coisas liquidas (gasolina + álcool, etc) pertencentes a donos diversos

54 n b2. comistão: É a mescla de coisas sólidas ou secas, pertencentes a donos diversos.

55 n b3. adjunção: É a justaposição de coisas pertencentes a proprietários diversos, de tal forma que é impossível destacar a acessória da principal

56 Art As coisas pertencentes a diversos donos, confundidas, misturadas ou adjuntadas sem o consentimento deles, continuam a pertencer-lhes, sendo possível separá-las sem deterioração.

57 Art (...) 1o Não sendo possível a separação das coisas, ou exigindo dispêndio excessivo, subsiste indiviso o todo, cabendo a cada um dos donos quinhão proporcional ao valor da coisa com que entrou para a mistura ou agregado.

58 Art (...) 2o Se uma das coisas puder considerar-se principal, o dono sê-lo-á do todo, indenizando os outros.

59 Art Se a confusão, comissão ou adjunção se operou de má-fé, à outra parte caberá escolher entre adquirir a propriedade do todo, pagando o que não for seu, abatida a indenização que lhe for devida, ou renunciar ao que lhe pertencer, caso em que será indenizado.

60 Art Se da união de matérias de natureza diversa se formar espécie nova, à confusão, comissão ou adjunção aplicam-se as normas dos arts e

61 n c) tradição: É a entrega da coisa móvel ao adquirente, com a intenção de lhe transferir o domínio, em razão de título translativo de propriedade (CC, arts e 1.268)

62 n c) tradição: Pelo sistema do Código Civil brasileiro, o contrato, por si só, não transfere a propriedade, gerando apenas obrigações. A aquisição do domínio de bem móvel só ocorrerá se lhe seguir a tradição

63 n c) tradição: A tradição pode ser real, simbólica ou ficta, como já demonstrado no tópico relativo à propriedade imóvel

64 Art A propriedade das coisas não se transfere pelos negócios jurídicos antes da tradição

65 n c) tradição: Feita por quem não é proprietário, não alheia a propriedade Exceção: se a coisa foi oferecida em leilão ou estabelecimento comercial e for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, ou a qualquer pessoa, aparente se o alienante o legítimo dono

66 Art Feita por quem não seja proprietário, a tradição não aliena a propriedade, exceto se a coisa, oferecida ao público, em leilão ou estabelecimento comercial, for transferida em circunstâncias tais que, ao adquirente de boa-fé, como a qualquer pessoa, o alienante se afigurar dono.

67 Art (...) 1o Se o adquirente estiver de boa-fé e o alienante adquirir depois a propriedade, considera-se realizada a transferência desde o momento em que ocorreu a tradição. 2o Não transfere a propriedade a tradição, quando tiver por título um negócio jurídico nulo.

68 n Perda da propriedade móvel O art do Código Civil enumera alguns casos de perda da propriedade: n n n n a alienação; a renúncia, abandono, o perecimento

69 n Perda da propriedade móvel A enumeração do art é meramente exemplificativa, referindo-se à existência, no Código, de outras causas de extinção, como a usucapião e a acessão. (imóvel)

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