PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO"

Transcrição

1 PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO Considera-se permuta toda e qualquer operação que tenha por objeto a troca de uma ou mais unidades imobiliárias, prontas ou a construir, por outra ou outras unidades imobiliárias, ainda que ocorra por parte de um dos proprietários-contratantes, o pagamento de parcela complementar, em dinheiro, normalmente denominada torna. Para esse efeito, é necessário que a escritura, quando lavrada, seja efetivamente de permuta. Não será considerada permuta a operação que envolva qualquer outro bem ou direito. UNIDADE IMOBILIÁRIA A expressão "unidade imobiliária ou unidades imobiliárias prontas ou a construir", compreende: a) o terreno adquirido para venda, com ou sem construção; b) cada lote oriundo de desmembramento de terreno; c) cada terreno decorrente de loteamento; d) cada unidade distinta resultante de incorporação imobiliária; e) o prédio construído para venda como unidade isolada ou autônoma; f) cada casa ou apartamento construído ou a construir. É necessário que a escritura, quando lavrada, seja de permuta. Não se considera permuta a operação que envolva qualquer outro bem ou direito, que não seja bem imóvel. OPERAÇÃO DE PERMUTA SEM PAGAMENTO DE TORNA No caso de permuta sem pagamento de torna, os permutantes não terão resultado a apurar, uma vez que cada pessoa jurídica atribuirá ao bem que receber o mesmo valor do bem baixado de seu patrimônio. Em maio/2004 o contribuinte "A" permutou uma casa, adquirida em janeiro/1995, declarada por R$ ,00, por um apartamento pertencente ao contribuinte "B", adquirido em agosto/2000 e por ele declarado por R$ ,00: Neste caso o Contribuinte "A" baixará de sua declaração a casa no valor de R$ ,00 e dará entrada do apartamento no valor de R$ ,00. O contribuinte "B" baixará de sua declaração o apartamento no valor de R$ ,00 e dará entrada da casa no valor de R$ ,00. EXISTÊNCIA DE TORNA

2 No caso de permuta com recebimento de torna em dinheiro, o ganho de capital será obtido da seguinte forma: 1 - o valor da torna será adicionado ao custo do imóvel dado em permuta; 2 - será efetuada a divisão do valor da torna pelo valor apurado na forma do item 1, e o resultado obtido será multiplicado por cem; 3 - o ganho de capital será obtido aplicando-se o percentual encontrado, conforme o item 2, sobre o valor da torna. Nota: observar as hipóteses de redução do ganho de capital (veja detalhes no tópico Redução do Ganho de Capital) Pessoa física permutou um imóvel por outro, nas seguintes condições: Cálculos: a) Custo do imóvel dado em permuta R$ ,00 b) Valor da torna recebida R$ ,00 c) Valor total da operação (a+b) R$ , Apuração da torna em relação ao total da operação: R$ ,00 x 100 / R$ ,00 = 20% 2 - Apuração do ganho de capital: 20% de R$ ,00 = R$ 4.000,00 Nota: observar as hipóteses de redução do ganho de capital (veja detalhes no tópico Redução do Ganho de Capital). TORNA RECEBIDA EM PARCELAS Quando a torna for contratada para pagamento a prazo, a parcela apurada pode ser tributada proporcionalmente, em cada mês, à medida em que for recebida. Veja o tópico Redução no Ganho de Capital, abaixo. REDUÇÃO DO GANHO DE CAPITAL TORNA EM BENS MÓVEIS OU DIREITOS No caso de permuta com pagamento de torna em bens móveis ou direitos (exceto dinheiro), não é aplicável o tratamento de permuta previsto no art. 121, II, do RIR/1999, devendo ser apurado normalmente o ganho de capital relativamente a cada uma das alienações. PERMUTA DE IMÓVEL RURAL

3 Nas operações de permuta de imóvel rural por outro imóvel rural, com ou sem benfeitorias, aplicam-se as normas gerais comentadas neste tópico desde que, no caso de imóvel com benfeitorias, o contribuinte não as tenha utilizado como despesa da atividade rural. ALIENAÇÃO DE BEM OBJETO DE PERMUTA - DETERMINAÇÃO DO CUSTO DE AQUISIÇÃO Considera-se custo de aquisição de imóvel adquirido por permuta com outro imóvel, o valor do imóvel dado em permuta: I - acrescido da torna paga, se for o caso; II - diminuído do valor correspondente à diferença entre a torna recebida e o ganho de capital relativo a essa torna. Base: artigo 12 da IN SRF 84/2001. Exemplo 1: Pessoa física permuta um imóvel de seu patrimônio, cujo valor na declaração de bens é de R$ ,00 por um outro imóvel e pagando uma torna de R$ ,00. Então, o custo do imóvel recebido será de R$ ,00 mais R$ ,00 = R$ ,00. Exemplo 2: Pessoa física permutou um imóvel por outro, nas seguintes condições: Cálculos: a) Custo do imóvel dado em R$ ,00 permuta b) Valor da torna recebida R$ ,00 c) Valor total da operação (a+b) R$ , Apuração da torna em relação ao total da operação: R$ ,00 x 100 / R$ ,00 = 20% 2 - Apuração do ganho de capital: 20% de R$ ,00 = R$ 4.000,00 Nota: observar as hipóteses de redução do ganho de capital (veja detalhes no tópico Redução do Ganho de Capital) 3 Custo do imóvel recebido em permuta: R$ ,00 menos R$ ,00 da torna

4 mais R$ 4.000,00 do ganho de capital igual a R$ ,00 PERMUTA DE UMA UNIDADE POR DUAS OU MAIS UNIDADES IMOBILIÁRIAS - DETERMINAÇÃO DO VALOR INDIVIDUAL Na permuta de uma unidade por duas ou mais unidades imobiliárias o permutante que as receber deve determinar o valor individual de cada unidade imobiliária proporcionalmente ao valor do imóvel dado em permuta. Base: "Perguntas e Respostas/SRF IRPF. Isso significa que a soma do valor de aquisição atribuído às unidades incorporadas ao patrimônio do permutante deverá corresponder ao valor do imóvel desincorporado. PROPORCIONALIZAÇÃO A Instrução Normativa SRF 107 de 1988 (subitem 1.8) orienta o permutante a determinar o valor individual de cada unidade proporcionalmente a um dos seguintes parâmetros, a serem utilizados na ordem indicada: a) o valor adotado como base de cálculo do imposto de transmissão incidente sobre a operação de permuta dessas duas ou mais unidades imobiliárias; b) o valor da base de cálculo do último imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ou rural lançada em relação a cada uma dessas duas ou mais unidades imobiliárias; c) o valor de mercado de cada unidade, apurado em laudo de avaliação dos imóveis. Operação de permuta sem torna, na qual "A" dê uma unidade imobiliária e receba em troca, de "B", duas unidades imobiliárias. Na pessoa "A" a unidade imobiliária desincorporada tem custo de R$ ,00. Ainda, para efeito de desdobramento do custo de aquisição dos bens incorporados ao patrimônio, serão utilizados os valores que serviram de base de cálculo do imposto de transmissão, correspondentes a: R$ ,00 para o imóvel "1" e R$ ,00 para o imóvel "2" Total de R$ ,00. Então: 1 - Valor do imóvel "1" incorporado ao patrimônio de "A": R$ ,00 : R$ ,00 x 100 = 36% R$ ,00 x 36%= R$ , Valor do imóvel "2" incorporado ao patrimônio de "A":

5 R$ ,00 : R$ ,00 x 100 = 64% R$ ,00 X 64% = R$ ,00 PAGAMENTO DO IMPOSTO O ganho de capital percebido por pessoa física em decorrência da alienação de bens e direitos de qualquer natureza está sujeito à incidência do Imposto de Renda, à alíquota de 15%. O imposto deve ser pago até o último dia útil do mês subseqüente ao da percepção dos ganhos, por meio de DARF. COMPRA E VENDA COM DAÇÃO DE UNIDADE IMOBILIÁRIA EM PAGAMENTO Às operações quitadas de compra e venda de terreno, seguidas de confissão de dívida e escritura de dação em pagamento de unidades imobiliárias construídas ou a construir, são aplicáveis os procedimentos examinados neste tópico, desde que atendidas, cumulativamente as seguintes condições: a) a alienação do terreno e o compromisso de dação em pagamento sejam levados a efeito na mesma data, mediante instrumento público; b) o terreno objeto da operação de compra e venda seja, até o final do período-base seguinte ao em que esta ocorrer, dado em hipoteca para obtenção de financiamento ou, no caso de loteamento, oferecido em garantia ao poder público. Base: item 4 da IN SRF 107/1988. Não há incidência do Imposto de Renda: NÃO-INCIDÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA I - na permuta sem torna de unidade imobiliária por unidade imobiliária, observando-se que essa exclusão se aplica (Inciso IV e 4º do art. 29 da IN SRF 84/2001): a) exclusivamente, às permutas de unidade imobiliária por unidade imobiliária; b) às operações de permuta realizadas por contrato particular, desde que a escritura pública correspondente, quando lavrada, seja de permuta; c) se ocorrer o recebimento de parcela complementar em dinheiro, deve ser apurado o ganho de capital apenas em relação a essa diferença (torna); II - às demais hipóteses de isenção, previstas na legislação, como alienação de bens e direitos de pequeno valor. Nota: observar as hipóteses de redução do ganho de capital (veja detalhes no tópico Redução do Ganho de Capital) PERMUTA DE IMÓVEIS COM PESSOA JURÍDICA À QUAL A PESSOA FÍSICA SEJA LIGADA As operações de permuta de unidades imobiliárias, realizadas entre pessoa jurídica e seu sócio, administrador ou titular, ou com o cônjuge ou parente até o terceiro grau, inclusive afim dessas pessoas

6 físicas, serão sempre realizadas tomando-se por base o valor de mercado das unidades permutadas e exigindo-se laudo de avaliação, sob pena de arbitramento do valor dos bens pela autoridade fiscal. O laudo de avaliação dos imóveis permutados deve ser feito por três peritos, ou por entidade ou empresa especializada, desvinculados dos interesses dos contratantes, com a indicação dos critérios de avaliação e dos elementos de comparação adotados e instruído com os documentos relativos aos bens avaliados. Base: subitens 1.2 e 1.3 da IN SRF 107 de EQUIPARAÇÃO DE PESSOA FÍSICA À PESSOA JURÍDICA PELA PRÁTICA DE OPERAÇÕES IMOBILIÁRIAS A pessoa física que efetuar permuta de imóveis deverá verificar as normas relativas à equiparação à pessoa jurídica pela prática de operações imobiliárias. Se configurar a equiparação, observará, no que couber, as regras específicas de tributação das operações de permuta entre pessoa jurídica e pessoa física e entre pessoas jurídicas. Maiores informações acesse o tópico Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica. REDUÇÃO NO GANHO DE CAPITAL DA PESSOA FÍSICA 1. PARA IMÓVEIS ADQUIRIDOS ATÉ Na alienação de imóvel adquirido até , poderá ser aplicado um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, determinado em função do ano de aquisição ou incorporação do imóvel, de acordo com a seguinte tabela: PERCENTUAIS DE REDUÇÃO DO GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BEM IMÓVEL Ano Aquisição Percentual de Redução Ano Aquisição Percentual de Redução % % % % % % % % % % % % % % % % % % % % Base: art. 18 da Lei 7.713/1988. O saldo do ganho de capital sujeito à tributação será igual à diferença entre o ganho total e a soma das parcelas a deduzir, resultantes da aplicação do respectivo percentual de redução.

7 Pessoa física vendeu em maio/2004 por R$ ,00 um imóvel adquirido em fevereiro/1984, sendo que o custo de aquisição (atualizado) é de R$ ,00, teremos: Valor de alienação R$ ,00 (-) Custo de aquisição R$ ,00 = Ganho de capital R$ ,00 (-) 25% de R$ ,00 (redução relativa ao ano de aquisição) R$ ,00 (=) Ganho de capital tributável R$ ,00 x Alíquota do imposto 15% = Valor do Imposto de Renda R$ ,00 CONSTRUÇÃO QUE FOI INICIADA ATÉ E CONCLUÍDA EM ANO POSTERIOR Na alienação de imóvel constituído por terreno adquirido até e de edificação, ampliação ou reforma iniciada até essa data, ainda que concluída em ano posterior, informada na declaração de bens e direitos, o percentual de redução será determinado em função do ano de aquisição do terreno e aplicado sobre todo o ganho de capital. IMÓVEL QUE TENHA SIDO PARCIALMENTE ADQUIRIDO ATÉ Na alienação em conjunto, de imóvel constituído de partes adquiridas em datas diferentes, a redução aplicar-se-á à parcela do ganho de capital que corresponder a cada parcela adquirida até 31 de dezembro de IMÓVEL ADQUIRIDO ATÉ E CONSTRUÇÃO INICIADA EM ANO POSTERIOR Na alienação de imóvel adquirido até 31 de dezembro de 1988, contendo construção, ampliação ou reforma iniciada após essa data, o percentual de redução aplica-se apenas à parcela do ganho de capital que corresponder ao terreno e às edificações existentes em 31 de dezembro de 1988, observando-se o seguinte: a) o percentual de redução correspondente a cada parte será determinado em função do ano de sua aquisição e aplicado sobre a parcela do ganho de capital a ela correspondente; b) a parcela do ganho de capital correspondente a cada parte será determinada aplicando-se sobre todo o ganho de capital o percentual resultante da relação entre o custo da parte objeto e o custo total do imóvel ou entre a área da parte objeto e a área total do imóvel. Pessoa física vendeu um imóvel em maio/2004 por R$ ,00. Os dados são os seguintes: a) o terreno foi adquirido em dezembro/1985 e o custo de aquisição (já corrigido) é de R$ ,00; b) a construção foi iniciada em janeiro/1989 e o custo de construção (já corrigido) é de R$ ,00. Vamos aos cálculos: 1 - Apuração do custo total do imóvel alienado:

8 R$ ,00 (terreno) + R$ ,00 (construção) = R$ , Apuração do ganho de capital: R$ ,00 (valor da venda) - R$ ,00 (valor do custo) = R$ , Apuração do ganho proporcional ao custo do terreno: R$ ,00 (custo do terreno) / R$ ,00 (custo total do imóvel) x R$ ,00 (ganho de capital total) = R$ , Redução do ganho de capital correspondente ao terreno, no valor de R$ ,14, mediante aplicação do percentual de redução de 20%: 20% x R$ ,14= R$ 7.027, Ganho de capital tributável: R$ ,00 - R$ 7.027,03 = R$ , Valor do Imposto de Renda: R$ R$ ,97 x 15% = R$ ,95 IMÓVEL HAVIDO POR HERANÇA ABERTA ATÉ , COM PARTILHA OCORRIDA APÓS ESSA DATA No caso de bens imóveis havidos por herança ou legado, cuja abertura da sucessão (falecimento) tenha ocorrido até 31 de dezembro de 1988, o percentual de redução será determinado tomando-se por base o ano da abertura da sucessão, mesmo que a avaliação e partilha tenha ocorrido em ano posterior. 2. FATOR DE REDUÇÃO NAS ALIENAÇÕES DE BENS IMÓVEIS DE A O artigo 37 da MP 252/2005 estipulava fator de redução nas alienações de bens imóveis. Como a MP 252 não foi votada pelo Congresso até , perdeu sua eficácia. Desta forma, para a apuração da base de cálculo do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital por ocasião da alienação, a qualquer título, de bens imóveis realizada por pessoa física residente no País, no período de a poderá ser aplicado fator de redução (FR) do ganho de capital apurado. O fator de redução será determinado pela seguinte fórmula: FR = 1 / 1,0035 m, onde "m" corresponde ao número de meses decorridos entre a data de aquisição do imóvel e a de sua alienação. Imóvel adquirido em janeiro/2005 e alienado em junho/2005. O ganho de capital apurado foi de R$ ,00.

9 Número de meses decorridos de janeiro a junho/2005 = 5 meses. FR = 1 / 1,0035 ^ 5 FR = 1 / 1, FR = 0, Ganho de capital, após aplicação do fator de redução: R$ ,00 x 0, = R$ 9.826,82. Imóveis Adquiridos até Na hipótese de imóveis adquiridos até 31 de dezembro de 1995, o fator de redução será aplicado a partir de 1 o de janeiro de Pode ser aplicada cumulativamente a redução do ganho de capital, para imóveis adquiridos até , em percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, determinado em função do ano de aquisição ou incorporação do imóvel, de acordo com a tabela prevista no art. 18 da Lei 7.713/1988 (vide item 1 deste tópico). Base: artigo 37 da MP 252/ FATOR DE REDUÇÃO - ALIENAÇÕES DE BENS IMÓVEIS A PARTIR DE Para a apuração da base de cálculo do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital por ocasião da alienação, a qualquer título, de bens imóveis realizada por pessoa física residente no País, a partir de , serão aplicados fatores de redução (FR1 e FR2) do ganho de capital apurado. A base de cálculo do imposto corresponderá à multiplicação do ganho de capital pelos fatores de redução, que serão determinados pelas seguintes fórmulas: I - FR1 = 1/1,0060 m1, onde "m1" corresponde ao número de meses-calendário ou fração decorridos entre a data de aquisição do imóvel e o mês de novembro/2005, inclusive na hipótese de a alienação ocorrer no referido mês; II - FR2 = 1/1,0035 m2, onde "m2" corresponde ao número de meses-calendário ou fração decorridos entre dezembro/2005 ou o mês da aquisição do imóvel, se posterior, e o de sua alienação. Imóvel vendido por pessoa física, no valor de R$ ,00, em 05/02/2006. O custo de aquisição do imóvel é de R$ ,00, na data de 09/01/2000. Então teremos: Fator de Redução = FR1 x FR2 FR1 = 1/1,0060 m1

10 M1 = número de meses-calendário ou fração decorridos entre a data de aquisição do imóvel (janeiro/2000) e o mês de novembro/2005: Anos 2000 a 2004 = 12 meses (a fração de janeiro/2000 é considerada 1 mês, para fins de cálculo) x 5 anos = 60 meses Ano 2005 = 11 meses (janeiro a novembro) Total de meses até novembro/2005 = = 71 meses FR1 = 1/1,0060^71 = 1/1, = 0, FR2 = 1/1,0035 m2 M2 = número de meses-calendário ou fração decorridos entre dezembro/2005 ou o mês da aquisição do imóvel, se posterior, e o de sua alienação. Total de meses de dezembro/2005 a fevereiro/2006 = 3 meses (a fração de fevereiro/2006 é considerada 1 mês, para fins de cálculo). FR2 = 1/1,0035^3 = 1/ 1, = 0, Fator de Redução = FR1 x FR 2 = 0, x 0, = 0,64713 Ganho de Capital = Valor de Alienação Valor do Custo Ganho de Capital = R$ ,00 R$ ,00 = R$ ,00 Ganho de Capital Tributável = R$ ,00 x Fator de Redução = R$ ,00 x 0,64713 = R$ ,18. Imóveis Adquiridos até Na hipótese de imóveis adquiridos até 31 de dezembro de 1995, o fator de redução 1/1,0060 m1 será aplicado a partir de 1 o de janeiro de Pode ser aplicada cumulativamente a redução do ganho de capital, para imóveis adquiridos até , em percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, determinado em função do ano de aquisição ou incorporação do imóvel, de acordo com a tabela prevista no art. 18 da Lei 7.713/1988 (vide item 1 deste tópico). Base: artigo 40 da Lei / ALIENAÇÃO DE IMÓVEL CONSTITUÍDO POR TERRENO Na alienação de imóvel constituído por terreno adquirido até 31 de dezembro de 1995 e de edificação, ampliação ou reforma iniciada até essa data, ainda que concluída em ano posterior, informada na Declaração de Ajuste Anual, os fatores de redução são determinados em função do ano de aquisição do terreno e aplicado sobre todo o ganho de capital ( 6º do art. 3 da IN SRF 599/2005).

11

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS Nesta edição, a Asscontas traz esclarecimentos acerca do cálculo e da incidência do Imposto de Renda sobre o ganho de capital auferido

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 599, de 28 de dezembro de 2005 DOU de 30.12.2005 Dispõe sobre os arts. 38, 39 e 40 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, relativamente ao Imposto de Renda incidente sobre

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 2.271, DE 2015 (Do Sr. Carlos Manato)

PROJETO DE LEI N.º 2.271, DE 2015 (Do Sr. Carlos Manato) *C0054703A* C0054703A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 2.271, DE 2015 (Do Sr. Carlos Manato) Dispõe sobre a possibilidade de correção do valor de imóvel para fins de atualização patrimonial e de

Leia mais

GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA)

GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA) GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE IMÓVEL (POR PESSOA FÍSICA) A legislação brasileira prevê alguns benefícios na alienação de imóveis por pessoas físicas residentes no país. Os não-residentes não possuem

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

Tributação do lucro imobiliário na alienação de imóvel

Tributação do lucro imobiliário na alienação de imóvel Tributação do lucro imobiliário na alienação de imóvel João dos Santos * 1. Os imóveis de propriedade das pessoas físicas são registrados e mantidos na declaração de bens que integra a declaração de ajuste

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 60 - Data 20 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF ALIENAÇÃO DE IMÓVEIS

Leia mais

Coordenação Geral de Tributação

Coordenação Geral de Tributação Fl. 12 Fls. 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 2 Data 14 de janeiro de 2014 Origem DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA DE SÃO PAULO DERAT. ASSUNTO:

Leia mais

Pessoa Física Ganho de Capital Apuração e Recolhimento do Imposto de Renda

Pessoa Física Ganho de Capital Apuração e Recolhimento do Imposto de Renda Pessoa Física Ganho de Capital Apuração e Recolhimento do Imposto de Renda SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceito de Ganho de Capital 3. Contribuintes 3.1. Residentes ou domiciliados no exterior que aliena

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 3. PLANEJAMENTO FISCAL

Marcos Puglisi de Assumpção 3. PLANEJAMENTO FISCAL Marcos Puglisi de Assumpção 3. 2011 Planejar é antecipar. Existem determinadas situações particulares onde é possível utilizarse do planejamento fiscal visando economia de impostos. Essas situações estão

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 31 - Data 30 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF Ementa: ALIENAÇÃO DE

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

IV - Bens e direitos que devem ser declarados

IV - Bens e direitos que devem ser declarados IV - Bens e direitos que devem ser declarados Regra geral, devem ser relacionados nessa ficha da Declaração a totalidade dos bens e direitos que, no Brasil ou no exterior, constituam, em 31 de dezembro

Leia mais

CIRCULAR Medida Provisória 252/05

CIRCULAR Medida Provisória 252/05 CIRCULAR Medida Provisória 252/05 A Medida Provisória 252/05, publicada no Diário Oficial em 16 de junho de 2005, instituiu regimes especiais de tributação, alterou parte da legislação de Imposto de Renda,

Leia mais

Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital

Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital Formas de Redução e Isenção da Obrigação Tributária gerada pelo ganho de capital com a venda de imóveis. Lucas Calafiori Catharino de Assis Conceito de Tributo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83. INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83. Altera normas para a apuração e tributação do lucro nas atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis estabelecidas pela Instrução

Leia mais

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês;

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês; Créditos Dos valores de Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins apurados, a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos, calculados mediante a aplicação das alíquotas

Leia mais

Entidades de Incorporação Imobiliária. ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias.

Entidades de Incorporação Imobiliária. ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias. Entidades de Incorporação Imobiliária ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias Agenda Atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis 1.Formação

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo

Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo Roberto Haddad Ajuste a Valor Presente (AVP) Ativo decorrente de operações de longo prazo (Art. 3º) Os valores decorrentes do ajuste a valor presente, do

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fl. 23 Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 10 - Data 5 de junho de 2014 Origem DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PRESIDENTE PRUDENTE (DRF/PPE) ASSUNTO: IMPOSTO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Compra e Venda, Incorporação, Loteamento e Construção para Venda de Imóveis Aspectos Contábeis e Tributários Sergio Renato

Leia mais

Manual para preenchimento da Guia de ITBI Lei Municipal 3.398, de 22 de fevereiro de 1.989 e alterações, Decreto 069 de 03 de março de 1989

Manual para preenchimento da Guia de ITBI Lei Municipal 3.398, de 22 de fevereiro de 1.989 e alterações, Decreto 069 de 03 de março de 1989 Manual para preenchimento da Guia de ITBI Lei Municipal 3.398, de 22 de fevereiro de 1.989 e alterações, Decreto 069 de 03 de março de 1989 C:\SiteMogi_2009\Manual para preenchimento da Guia2.doc 1 Instruções

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO LUCRO PRESUMIDO 1. PESSOAS JURÍDICAS QUE PODEM OPTAR A partir do ano-calendário de 2003, poderão optar pelo lucro presumido as pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas ao lucro real, e tenham auferido,

Leia mais

Administrar uso do FGTS no consórcio de imóvel

Administrar uso do FGTS no consórcio de imóvel Administrar uso do FGTS no consórcio de imóvel Quais são as possibilidades de uso do FGTS no consórcio? Oferta de lance em consórcio de imóvel residencial O consorciado poderá utilizar até 100% do saldo

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 325 - Data 17 de novembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF PESSOA FÍSICA EQUIPARADA

Leia mais

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD ÍNDICE O que é o FUMCAD 2 Conceito e Natureza Jurídica 2 Doações 3 Dedução das Doações Realizadas no Próprio Exercício Financeiro 4 Passo a Passo para a Doação 5 Principais

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos IRRF de Locador Residente no Exterior

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos IRRF de Locador Residente no Exterior IRRF de 23/07/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 5 3.1 Incidência do Imposto de Renda Sobre Locação de Imóveis... 5 3.2

Leia mais

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95

Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Dispõe sobre os procedimentos de acompanhamento, controle e avaliação a serem adotados na utilização dos benefícios fiscais instituídos pela Lei n

Leia mais

Prefeitura Municipal De Belém Gabinete do Prefeito

Prefeitura Municipal De Belém Gabinete do Prefeito LEI N.º 7.934, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 Dispõe sobre alterações na legislação tributária municipal e dá outras providências. seguinte lei: A Câmara Municipal de Belém estatui e eu sanciono a Art. 1 o

Leia mais

A lei de incentivos fiscais de Campinas

A lei de incentivos fiscais de Campinas A lei de incentivos fiscais de Campinas Lei 12.802/06 com as alterações formuladas na Lei 12.653/06: A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Campinas, sanciono e promulgo a seguinte lei:

Leia mais

Cota única e 1ª parcela 11-05-2015. 2ª parcela 10-06-2015. 3ª parcela 10-07-2015. 4ª parcela 10-08-2015. 5ª parcela 10-09-2015. 6ª parcela 13-10-2015

Cota única e 1ª parcela 11-05-2015. 2ª parcela 10-06-2015. 3ª parcela 10-07-2015. 4ª parcela 10-08-2015. 5ª parcela 10-09-2015. 6ª parcela 13-10-2015 INFORMAÇÕES REFERENTE AO LANÇAMENTO DO IPTU 2015. O lançamento e forma de pagamento do IPTU do ano de 2015, foi regulamentado pelo Decreto nº 5.714/2015 Para fins de lançamento do Imposto Predial e Territorial

Leia mais

Holding. Aspectos Tributários

Holding. Aspectos Tributários Holding Aspectos Tributários Holding Holding Pura O Objeto da Holding Pura é basicamente a participação no capital de outras sociedades. Dessa forma, a fonte de receitas desta serão os dividendos das empresas

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar) PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar) Regulamenta o inciso VII do art. 153 da Constituição Federal, para dispor sobre a tributação de grandes fortunas O CONGRESSSO NACIONAL decreta: Art.

Leia mais

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 NOVO TRATAMENTO DO ÁGIO/DESÁGIO ARTIGO 20 O CONTRIBUINTE QUE AVALIAR INVESTIMENTO PELO VALOR DE PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEVERÁ,

Leia mais

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas Tributação em bases universais: pessoas jurídicas A MP 627, na linha adotada pelo STF na ADI 2.588, previu a tributação automática no Brasil somente dos lucros auferidos no exterior por controladas ou

Leia mais

Declaração de Espólio

Declaração de Espólio SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Conceito de Espólio 3. Declarações de Espólio 3.1. Declaração inicial 3.2. Declarações intermediárias 3.3. Declaração final 4. Declaração de Bens 5. Prazo para Apresentação

Leia mais

LEI Nº 5.196. Disciplina a cobrança do IPTU, estimula a criação de loteamentos, e dá outras providências.

LEI Nº 5.196. Disciplina a cobrança do IPTU, estimula a criação de loteamentos, e dá outras providências. LEI Nº 5.196 Disciplina a cobrança do IPTU, estimula a criação de loteamentos, e dá outras providências. O POVO DE PELOTAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, POR SEU PREFEITO, FAZ SABER QUE SUA CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) BONIFICAÇÕES CONDICIONADAS AO VOLUME DE COMPRAS ESTÃO SUJEITAS AO PIS/COFINS.... 2 B) CORRETORAS DE SEGUROS ESTÃO SUJEITAS À APURAÇÃO DE PIS/COFINS

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

REGULAMENTO PROMOÇÃO ISENÇÃO DE CONDOMÍNIO, IPTU E ESCRITURA GRÁTIS

REGULAMENTO PROMOÇÃO ISENÇÃO DE CONDOMÍNIO, IPTU E ESCRITURA GRÁTIS REGULAMENTO PROMOÇÃO ISENÇÃO DE CONDOMÍNIO, IPTU E ESCRITURA GRÁTIS Promoção a ser realizada por GUARENAS INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob nº

Leia mais

Coordenação Geral de Tributação COORDENAÇÃO GERAL DE FISCALIZAÇÃO (COFIS)

Coordenação Geral de Tributação COORDENAÇÃO GERAL DE FISCALIZAÇÃO (COFIS) Fl. 15 Fls. 1 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 5 Data 15 de fevereiro de 2013 Origem COORDENAÇÃO GERAL DE FISCALIZAÇÃO (COFIS) Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física

Leia mais

DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. Estabelece o Calendário Fiscal de Arrecadação dos Tributos Municipais, o valor da Unidade Financeira Municipal (UFM) e os preços do metro quadrado de terrenos

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

12 PLANILHAS DE CUSTO E DIFERIMENTO PARA EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL.

12 PLANILHAS DE CUSTO E DIFERIMENTO PARA EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL. 12 PLANILHAS DE CUSTO E DIFERIMENTO PARA EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL. I Introdução 1 Comentários Gerais As planilhas a seguir descritas foram desenvolvidas com base na legislação aplicável às empresas

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 Pagamento do Imposto 001 Como e quando deve ser pago o imposto apurado pela pessoa jurídica? 1) Para as pessoas jurídicas que optarem pela apuração trimestral do imposto

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA

IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO DE RENDA IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IMPOSTO l ELEMENTOS DO IMPOSTO: INCIDÊNCIA FATO GERADOR PERÍODO DE APURAÇÃO BASE DE CÁLCULO ALÍQUOTA INCIDÊNCIA l IRPF - É o imposto que incide sobre o produto

Leia mais

Obrigatoriedade na declaração

Obrigatoriedade na declaração A declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2010 aparece com algumas novidades, especialmente em relação aos parâmetros que definem a obrigatoriedade da apresentação, o que deverá fazer com que diminua,

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ ATIVO IMOBILIZADO Considerações Gerais Sumário 1. Conceito 2. Classificação Contábil Das Contas do Ativo Imobilizado 3. Imobilizado em Operação 3.1 - Terrenos 3.2 - Edificações 3.3 - Instalações 3.4 -

Leia mais

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de:

Art. 2º Fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta da venda, no mercado interno, de: Nº 240, quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 1 ISSN 1677-7042 87 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 977, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a suspensão da exigibilidade

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Quais são os limites de rendimentos que obrigam (pessoa física) a apresentação da Declaração de Ajuste Anual relativa ao ano-calendário de 2014, exercício de 2015? A

Leia mais

Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica

Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capítulo III - Equiparações da Pessoa Física 2014 Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica 001 Quais as hipóteses em que a pessoa física é equiparada à pessoa jurídica?

Leia mais

DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE?

DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? 1. O que são os FUNDOS DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE? São recursos públicos mantidos em contas bancárias específicas. Essas contas têm a finalidade de receber repasses orçamentários e depósitos

Leia mais

PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO

PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO PLANEJAMENTO PATRIMONIAL, FAMILIAR E SUCESSÓRIO CLIENT ALERT DEZEMBRO/2015 GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SANCIONA AS NOVAS REGRAS REFERENTES AO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS E DOAÇÃO

Leia mais

A seguir segue a configuração no CONSISANET da geração do DARF de uma empresa por lucro presumido:

A seguir segue a configuração no CONSISANET da geração do DARF de uma empresa por lucro presumido: GERAÇÃO DE DARF COM DEDUÇÃO PIS\COFINS\IRPJ\CSLL IRPJ. VENDA DE VEÍCULOS USADOS Nas operações de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, inclusive quando recebidos como parte do pagamento do

Leia mais

CONQUIST Assessoria em Concursos Públicos Ltda. GANHO DE CAPITAL. I.R.P.F. 2008 Imposto de Renda Pessoa Física

CONQUIST Assessoria em Concursos Públicos Ltda. GANHO DE CAPITAL. I.R.P.F. 2008 Imposto de Renda Pessoa Física CONQUIST Assessoria em Concursos Públicos Ltda. GANHO DE CAPITAL I.R.P.F. 2008 Imposto de Renda Pessoa Física Índice Página 1 GANHO DE CAPITAL 1.1 Definição de Ganho de Capital 04 1.2 Operações sujeitas

Leia mais

ITCMD para AFR/SP PARTE 2

ITCMD para AFR/SP PARTE 2 "Aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. William Shakespeare ITCMD para AFR/SP PARTE 2 D) Das Isenções As isenções estão previstas no art. 6º da Lei 10705/2000

Leia mais

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Criada pela Lei Complementar nº 70/91, esta contribuição sofreu importantes alterações a partir da competência fevereiro de 1999,

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por ANA CAROLINA BRANDÃO SALGADO.

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por ANA CAROLINA BRANDÃO SALGADO. Processo nº. : 10480.004079/2001-35 Recurso nº. : 142.400 Matéria : IRPF - Ex(s): 1998 Recorrente : ANA CAROLINA BRANDÃO SALGADO Recorrida : 1ª TURMA/DRJ em RECIFE - PE Sessão de : 10 DE AGOSTO DE 2005

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Incidência de Imposto de Renda sobre juros e multas geradas por atraso no pagamento de aluguel e

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Incidência de Imposto de Renda sobre juros e multas geradas por atraso no pagamento de aluguel e Incidência de Imposto de Renda sobre juros e multas geradas por atraso no pagamento de e descontos concedidos no recebimento antecipado. 22/06/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas

Leia mais

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011 TRIBUTAÇÃO Atualizado em 12/2011 1 Tributação dos Fundos de Investimento Instruções Normativas SRF nº 487 (30/12/04) e nº 489 (07/01/05) Lei nº 11.033/04 2 Base de Incidência de IR Base de incidência:

Leia mais

A THOMSON COMPANY. INCENTIVOS FISCAIS Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente

A THOMSON COMPANY. INCENTIVOS FISCAIS Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente A THOMSON COMPANY INCENTIVOS FISCAIS Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente INCENTIVOS FISCAIS Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente Direitos autorais cedidos

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come-Cotas Aplicações Financeiras

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come-Cotas Aplicações Financeiras Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come- 20/08/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Portaria MF 264/1999...

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE 1 SIMPLES NITERÓI. Lei nº 2115 de 22 de dezembro 2003. A Câmara Municipal de Niterói decreta e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído, na forma

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 Perguntas e Respostas 1. QUAL CONDIÇÃO TORNA A PESSOA FÍSICA OBRIGADA A APRESENTAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA? Está obrigado a apresentar a declaração,

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012. Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012. Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capítulo XIV - Lucro Arbitrado 2013 001 O que é lucro arbitrado? O arbitramento de lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do imposto de renda utilizada pela

Leia mais

DO REPES. Dos Benefícios do REPES

DO REPES. Dos Benefícios do REPES DECRETO Nº 5.712, DE 2 DE MARÇO DE 2006 Regulamenta o Regime Especial de Tributação para a Plataforma de Exportação de Serviços de Tecnologia da Informação - REPES, instituído pelos arts. 1º a 11 da Lei

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987

DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987 Dispõe sobre a atualização monetária de débitos fiscais e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF

Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF Os contratos de mútuo, comumente realizados entre pessoas físicas e jurídicas, serão tributados, na fonte, pelo Imposto de Renda e pelo Imposto sobre

Leia mais

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região

Objetivo. Conteúdo. Imposto de Renda Pessoa Física. Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Imposto de Renda Pessoa Física Rendimentos recebidos acumuladamente Palestra TRT 6ª Região Alexandre de Moraes Rego AFRFB DRF Recife Objetivo Divulgação da nova sistemática de tributação do Imposto de

Leia mais

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4

Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 MANUAL DE BENEFÍCIOS FISCAIS DOAÇÕES EFETUADAS À FFM São Paulo SP 2014 Índice Introdução... 3 Certificações da FFM... 4 1. Doações a Entidades sem Fins Lucrativos... 5 1.1. Imposto de Renda e Contribuições

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR Muito embora não seja uma novidade, já que a maioria das pessoas estejam obrigadas a entregar a Declaração de Imposto de Renda, trazemos aqui alguns

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013.

PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013. PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013. Publicado no DOM n 1.528, de 14.06.2013 Dispõe sobre procedimentos para solicitações referentes ao Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU,

Leia mais

CIRCULAR N 2.722 DECIDIU:

CIRCULAR N 2.722 DECIDIU: CIRCULAR N 2.722 Estabelece condições para remessa de juros a titular, sócios ou acionistas estrangeiros, a título de remuneração do capital próprio, calculado sobre as contas do patrimônio líquido, bem

Leia mais

CIRCULAR Nº 2824. Documento normativo revogado pela Circular 3386, de 16/11/2008.

CIRCULAR Nº 2824. Documento normativo revogado pela Circular 3386, de 16/11/2008. CIRCULAR Nº 2824 Documento normativo revogado pela Circular 3386, de 16/11/2008. Altera procedimentos para reavaliação de imóveis de uso próprio por parte de instituições financeiras, demais instituições

Leia mais

TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS

TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS TABELA II ATOS DO OFICIAL DO REGISTRO DE IMÓVEIS 1 - Registro, por todos os atos: I - com valor, inclusive certidão: de acordo com o ANEXO 3; II - sem valor (pactos antenupciais, citação, etc.): R$ 21,70

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Altera a legislação tributária federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA

REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA 1 REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA PARA SE FALAR EM REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA (INCORPORAÇÃO, FUSÃO OU CISÃO DE SODIEDADES) EXISTE A NECESSIDADE DE TER UM PERFEITO ENTENDIMENTO DO CONCEITO DE COMO SE DESDOBRA A

Leia mais

DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013. DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013. Estabelece o Calendário Fiscal de Arrecadação dos Tributos Municipais para o exercício de 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições

Leia mais

COMPRA SEGURA LUA NOVA

COMPRA SEGURA LUA NOVA COMPRA SEGURA LUA NOVA ALGUMAS COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE COMPRAR UM IMÓVEL SELECIONANDO UM IMÓVEL É importante levar em consideração alguns pontos na hora da escolha do seu imóvel. O primeiro,

Leia mais

Os honorários serão sempre pagos pelo vendedor; Nas locações, os honorários previstos acima serão pagos 50% pelo locador e 50% pelo locatário.

Os honorários serão sempre pagos pelo vendedor; Nas locações, os honorários previstos acima serão pagos 50% pelo locador e 50% pelo locatário. TABELA DE HONORÁRIOS TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS LITORAL NORTE a) Intermediação de Lotes 10% b) Intermediação de Casas e Apartamentos 8% c) Intermediação na Locação por Temporada 20% Os honorários serão

Leia mais

Lucro Presumido. Compensação da Cofins com a CSL

Lucro Presumido. Compensação da Cofins com a CSL Lucro Presumido Manifesto pelo Lucro Presumido: Esta opção é formalizada no decorrer do ano- calendário, se manifesta com o recolhimento no mês de abril, correspondente ao primeiro trimestre. A opção do

Leia mais

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LUCRO PRESUMIDO (COM RESTRIÇÕES) LUCRO REAL SIMPLES NACIONAL (COM RESTRIÇÕES) LEI nº 9.716/98 Artigo 5º As pessoas jurídicas que tenham como objeto

Leia mais

CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE SER RENDA;

CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE SER RENDA; DOS IMPOSTOS (CONTINUAÇÃO) IMPOSTO SOBRE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA ENCONTRA-SE PREVISTO NO ARTIGO 153, INCISO III, DA C.F.. CONCEITO DE RENDA DO PONTO DE VISTA JURÍDICO-TRIBUTÁRIO, PRESSUPÕE

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

FINVEST - FUNDO NACIONAL PARA INVESTIMENTOS REGULAMENTO. 2. Para efeito deste regulamento consideram-se investimentos:

FINVEST - FUNDO NACIONAL PARA INVESTIMENTOS REGULAMENTO. 2. Para efeito deste regulamento consideram-se investimentos: 1 FINVEST - FUNDO NACIONAL PARA INVESTIMENTOS REGULAMENTO OBJETIVO 1. O Fundo FINVEST, objetiva o suprimento parcial de recursos a FUNDO PERDIDO, conforme definido no presente regulamento, nos casos de

Leia mais