RELATÓRIO. DIRETORIA ADMINISTRATIVA e

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO. DIRETORIA ADMINISTRATIVA e"

Transcrição

1 RELATÓRIO DIRETORIA ADMINISTRATIVA e FINANCEIRA do HC/UFG Gestão 2006/2009

2 REITOR Prof. Dr. Edward Madureira Brasil Diretor Geral Prof. Ms. José Garcia Neto Diretor Técnica Prof. Luiz Arantes Resende Diretora Administrativa e Financeira Cont./Adm. Cleusa de Queiroz Machado Diretora de Gestão de Pessoas Enf. Alexandrina Maria Nogueira Guerra Adorno Diretora de Enfermagem Enf. Maria Alice Coelho Missão Promover assistência humanizada e de excelência a saúde do cidadão integrando-se as políticas públicas de saúde, servindo de campo moderno e dinâmico para ensino pesquisa e extensão. Visão Ser reconhecido como Hospital de referência no atendimento integral à saúde com excelência tecnológica e humana.

3 RELATORIO DE GESTÃO DIRETORIA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA - DAF HC/UFG 2006/ APRESENTAÇÃO 4 2. ORGANOGRAMA 6 3. ATIVIDADES REALIZADAS Suprimentos Manutenção Informática Segurança Serviços terceirizados Financeira Outros serviços Rede Universitária de Tele Medicina Gerência de Risco da Rede Sentinela Centro de Referencia em Oftalmologia Produção mais Limpa INVESTIMENTOS Principais Equipamentos Adquiridos Principais Obras Realizadas CAPACITAÇÃO / HUMANNIZAÇÃO DIFICULDADES ENCONTRADAS CONSIDERAÇÕES FINAIS ANEXOS 24

4 1. APRESENTAÇÃO Dizem que é no momento de CRISE que encontramos as saídas para vencer as dificuldades. Temos vivido por mais de 20 anos, uma crise econômicoadministrativa constante nos hospitais universitários: organismos responsáveis pela formação de profissionais da saúde, prestador de assistência preventiva e curativa de referência e o mais rico instrumento para o desenvolvimento da pesquisa. As incertezas de recursos para a manutenção e crescimento dos hospitais, a falta de concursos públicos, para a reposição o aumento do quadro de pessoal e a falta de recursos específicos para capacitação de profissionais levam-nos a trabalharmos sem obedecermos a um planejamento, sem determinação clara de objetivos e metas a serem alcançadas. Por isso é necessário aos administradores, principalmente das áreas internas do hospital, garantir informações adequadas, em tempo real, a fim de permitir aos gestores buscarem maior eficiência e eficácia na prestação de serviços à comunidade. Este Relatório de Gestão demonstra as atividades realizadas no período de 2006 a 2010, através do reconhecimento de processos e padronização de fluxos de trabalho. Com este objetivo buscamos: Garantir a informatização em todos os setores administrativos, principalmente faturamento e área de suprimentos como primeira etapa para redução dos desperdícios; Revitalizar o setor de manutenção com várias ações, dentre elas a estruturação da engenharia clínica e elétrica na busca de padronização de serviços e equipamentos; Na parte financeira, o foco em contratos, a fim de eliminar a perda de prazos e construir melhores cláusulas de negociação; A profissionalização da terceirização de serviços para reduzir custos, ter melhor resolutividade e maior agilidade na prestação de serviços, observando a qualidade dos mesmos; 4

5 Criar indicadores gerenciais que possam retratar a situação de determinada área, como por exemplo, o tempo de atendimento de um pedido de compra; Instituir a controladoria a fim de observarmos principalmente os problemas internos, funcionando como um despertador de soluções simples para problemas complicados. Na maioria das vezes os macros problemas têm sua origem em pequenas deficiências de trabalhos. A administração de um hospital público é um constante desafio que nos leva a uma dinâmica de agilidade, onde o fazer muito com pouco é sempre a nossa ferramenta de trabalho, procurando uma auto-motivação nos resultados que é o atendimento ao paciente e a formação de profissionais de saúde. A integração e o apoio de instâncias superiores como Procuradoria Jurídica da Universidade, Pró Reitoria de Administração e Finanças e suas unidades de trabalho foram fundamentais para a administração, mas o compartilhamento do compromisso das equipes internas, enfermagem, técnicos e outros aliados a confiança e apoio da diretoria geral, bem como a autonomia proporcionada pelo diretor para que as ações fossem executadas, são a causa principal do sucesso da equipe. Agradecemos a toda equipe de trabalho que se transforma a cada dia em uma corrente de elos fortes e resistentes. DAF 5

6 2. ORGANOGRAMA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SEÇÃO DE PLANEJAMENTO E COMPRAS SECRETARIA COORDENAÇÃO DE SUPRIMENTOS *COORDENAÇÃO DE INFORMÁTICA SEÇÃO DE DIST. CONTROLE DE ESTOQUE E ARMAZENAMENTO SEÇÃO DE PADRONIZAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE PROJETO SENTINELA DIRETORIA ADMINISTRATIVA / FINANCEIRA CONTROLE INTERNO SECRETARIA DE COMISSÕES ASSESSORIAS COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA CEROF COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CLÍNICA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA HOSPITALAR COORDENAÇÃO FINANCEIRA *COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA SEÇÃO DE PROCESSAMENTO DE ROUPAS SEÇÃO DE RECEPÇÃO E SEGURANÇA SEÇÃO DE HIGIENIZAÇÃO SEÇÃO DE TRANSPORTE SEÇÃO DE PLANEJAMENTO E CUSTO SEÇÃO FINANCEIRA SEÇÃO DE FATURAMENTO * a serem implementadas 6

7 3. ATIVIDADES REALIZADAS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 3.1 SUPRIMENTOS A necessidade de controle de materiais, desde a sua aquisição, estoque e dispensação, gerou a necessidade da construção de software moderno com acessibilidade para inclusões e exclusões de atividades necessárias ao trabalho, realizados por uma equipe própria do hospital, proporcionando rapidez com um custo baixo, ainda a necessidade da definição de fluxos e padronização de trabalho. Estas ações foram realizadas com a criação do programa de informática SAMNET ( Sistema de Administração de Materiais), programa que proporcionou confiança e rapidez no trabalho, hoje exemplo para vários hospitais e para o próprio departamento de materiais da Universidade, sendo implantado também na Faculdade de Odontologia. Para isso o Serviço de suprimentos passou por uma reestruturação onde foram revistos todas as etapas do processo, desde a elaboração dos procedimentos de requisição e aquisição de material até a sua baixa em razão do consumo ou descarte. A implantação dos procedimentos operacionais padrão POPs proporcionam a oportunidade de avaliação das etapas das rotinas e fluxos de serviços. Atendendo as definições do governo federal para as licitações, foi implantado definitivamente as aquisições via Portal de Compras do Governo Federal, através do COMPRASNET, trazendo maior transparência, e condições da realização das compras, com competitividade de preços e maior qualidade. Isto pode ser demonstrado no quadro abaixo. Onde os pedidos de adesões as Atas de Registro de Preço do HC, demonstram a eficácia e eficiência do trabalho da equipe. 7

8 QUADRO DE PRODUÇÃO Números de itens do almoxarifado: Materiais Medicamentos SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL * Pregões eletrônicos Cotações eletrônicas Cartas convite Solicitações de compras Requisições Notas fiscais registradas Adesão de registro de preços concedidos a outros órgãos públicos Fonte: Coordenação de Suprimentos HC/UFG 3.2 MANUTENÇÃO Os Serviços de manutenção predial e de máquinas do hospital são realizados por uma equipe interna e empresa terceirizada para a disponibilização de pessoal. Este serviço passou por uma reengenharia, sistematizando os serviços, investindo em reforma de espaço físico e aquisição de ferramentas, mantendo estoque de materiais de trabalho e informatizando o atendimento. No ano de 2009 foram atendidas solicitações de serviços. Várias outras ações possibilitaram um índice maior de resolução dos problemas. Porém, as dificuldades continuam pela falta de recursos financeiros, o que daria condições de manter um estoque de material, principalmente de peças para máquinas (da lavanderia, autoclaves) e instalações elétricas. As deficiências continuam com a escassez de mão de obra e recursos para capacitação dos funcionários. 8

9 Um gerador de economia, na área de manutenção foi a aquisição de uma placa de interface, que transforma as ligações de fixo para celular, (celular para celular) reduzindo assim o custo da ligação em 58%. Também a mudança de contrato com a Brasil Telecom, onde obtivemos tarifas mais acessíveis e ampliação da central telefônica. Investiu-se também na estruturação da engenharia elétrica, com um engenheiro eletricista e uma parceria com a Faculdade de engenharia da UFG. A adequação do sistema de energia com efetivação da nova subestação, possibilitará a aquisição de um novo transformador, um gerador e adequação de quadros e fiações elétricas, hoje dentro das novas normas e legislações a fim de manter a segurança do hospital. Gerador Antes Depois O sucesso na realização dos serviços de manutenção do HC, através das engenharias, hospitalar, clínica elétrica, civil e outros serviços se deve principalmente à possibilidade de agilidade de recursos através da FUNDAHC Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas, parceria importante nesta construção que não podemos dispensar, e a integração com os serviços de compras e licitações, na descrição dos serviços, escolha do fornecedor e acompanhamentos dos contratos. 9

10 Com o parque tecnológico, de aproximadamente de equipamentos é imperioso a estruturação de um serviço que dê suporte e confiança aos profissionais de saúde no momento do atendimento direto ao paciente. Este é o principal objetivo da equipe de engenharia clínica, hoje composta por um engenheiro clínico e técnicos formados, principalmente pela CEFET. Outra atividade que se destaca neste serviço, entre muitas ali realizadas, é a procura de padronização dos equipamentos. A descrição e a escolha dos equipamentos dentro das normas legais são fundamentais para o sucesso da realização de uma compra, prevendo os treinamentos para o uso e a manutenção preventiva. 3.3 INFORMATIZAÇÃO Entendendo que não é mais possível administrar um hospital sem levar em consideração a urgência e exatidão das informações necessárias para tomada de decisões mais rápidas e eficazes que os tempos atuais impõem, a DAF, apesar da escassez de recursos financeiros e das dificuldades para contratação de pessoal, na gestão 2006/2009 concentrou esforços na empreitada de modernizar e atualizar sua infraestrutura, investindo em pessoal, equipamentos e desenvolvimento de novos sistemas. Um dos primeiros e importantes passos foi a reestruturação da rede que se encontrava com equipamentos antigos e danificados, com racks despadronizados, tubulações inadequadas, causando transtornos e interrupção de diversos serviços, principalmente no SAMIS (Serviço Médico e Informação em Saúde) e Faturamento, devido a sobrecarga da rede. Com a reestruturação foi possível redimensionar e distribuir os pontos de rede, tornando o tráfego de informações mais ágil e seguro. 10

11 RACK do laboratório Clínico ANTES DEPOIS. Foram realizadas adequações nos sistemas de marcação de consulta e de faturamento para atender as necessidades da regulação. Outra grande conquista para o hospital foi à troca do servidor ABC BULL (servidor que mantinha um programa de informática adquirido em 1992, do hospital de Clinicas de Porto Alegre, sem nenhuma atualização que funcionava no hospital até 2007) se encontrava obsoleto, sem condições de manutenção e com ameaça constante de pane definitiva. Porém, para desativá-lo não bastava somente adquirir outro servidor, e sim o desenvolvimento de um novo sistema, com uma linguagem atual. Assim, após várias discussões, pesquisas e visitas a outros Hospitais, a equipe da Seção de Informática, com o apoio da Administração do Hospital e da UFG, assumiu o desafio do desenvolvimento do Sistema de Administração de Materiais (SAMNET), implementando as melhorias necessárias para maior controle de materiais. Em fevereiro de 2007 os dados do BULL foram migrados para o atual servidor, e o novo sistema SAMNET começou a ser utilizado pelos usuários, possibilitando assim a desativação do BULL. Outra realização importante do setor de informativa foi a realização da Primeira Semana de Informática, com objetivo de conscientizar os usuários quanto à utilização adequada dos equipamentos. 11

12 QUADRO DE ORDENS DE SERVIÇOS Ordens de Serviços Atendidas: Setor de Hardware Setor de Suporte Número de pontos de rede Número de computadores Número de impressoras Fonte: Seção de Informática HC/UFG 3.4 SEGURANÇA Houve a terceirização dos serviços, que como toda terceirização, tem os prós e os contras. A maior vantagem é ter o funcionário treinado para execução dos serviços. A desvantagem é a convivência com vários vínculos empregatícios, as ações trabalhistas devido a solidariedade do convênio, rodízio de pessoal e número insuficiente devido ao custo financeiro. A retirada dos policiais militares do HC em 2007 proporcionou um enfraquecimento da segurança, gerando um aumento considerável do custo por ter que aumentar o número de seguranças armados, o que não deixa de ser um risco devido a vários tipos de cliente que o hospital trabalha. Hoje circulam pelo HC aproximadamente pessoas por dia, entre pacientes, funcionários, visitantes e fornecedores. A maior dificuldade não é a falta de funcionários, mas administrar a diversificação dos vários vínculos existentes e carga horária diferenciada. Teríamos a necessidade 12

13 da unificação dos vínculos dos seguranças, recepcionistas para atender toda a demanda bem como a fiscalização de saídas e entradas, (temos 15 acessos à área interna do HC) de pessoas, veículos, equipamentos e materiais. 3.5 SERVIÇOS TERCEIRIZADOS A terceirização tornou-se a única opção para o funcionamento de alguns serviços do hospital, em virtude da extinção de cargos para realização de concursos. Com esta opção, além de substituir alguns funcionários, esperamos a redução de custos, melhor resolutividade e maior agilidade na prestação de serviço, portanto, devemos escolher as empresas especializadas cujo negocio é a atividade que se busca terceirizar. Não esquecendo que para isto o planejamento dos serviços e sua fiscalização são essenciais. Nos serviços de Processamento de Roupas que é terceirizado, a maior dificuldade é a falta de enxoval completo, onde deveríamos ter 04 enxovais, proporcionando 04 trocas, temos duas. No serviço de Higienização a estrutura antiga, as manutenções prediais constantes não proporcionam um serviço de excelente qualidade. A segurança com a contaminação, através da higienização, limpezas de caixas d água, calhas etc., tem sido o alvo do serviço de limpeza. QUADROS DE ALGUNS INDICADORES DE SERVIÇOS 2008/dia 2009/dia Roupas processadas kg kg Km rodados 190 km 220 km Refeições Fornecidas un un Limpeza executada m² m² Fonte: Seção de Planejamento e Custo HC/UFG 13

14 3.6 FINANCEIRA A grande dificuldade de Recursos financeiros torna a gestão financeira do hospital, uma espectadora dos acontecimentos, ficando engessada quanto às suas possibilidades de orçamentar as unidades de serviço, o que é um sonho e uma esperança a fim de impulsionar a gestão participativa. Em relação ao orçamento, tivemos duas ações importantes a partir do governo Federal. O convênio para a CONTRATUALIZAÇÃO dos serviços prestados ao SUS Sistema Único de Saúde, proporcionando ao hospital um trabalho por metas e tendo um diferencial por ser hospital-escola, e a implementação da UNIDADE ORÇAMENTÁRIA DESCENTRALIZADA da Universidade. O que proporcionara para o futuro maior autonomia sobre o orçamento. Á descentralização foi completa inclusive com o pagamento de pessoal, ficando apenas a confecção da folha pela UFG, só não assumida ainda pelo HC por falta de infraestrutura, funcionários, equipamentos e estrutura física. Foi implantado pelo Ministério da Educação (MEC) o SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS intitulado SIMEC, onde são sistematizadas diversas informações que permitem o monitoramento físico e financeiro e a avaliação das ações desenvolvidas na área da educação, com o objetivo de auxiliar as unidades em suas dificuldades de planejamento e finanças. Integra-se a este sistema o PROGRAMA NACIONAL DE REESTRUTURAÇÃO DOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS FEDERAIS - REHUF, destinado à revitalização dos HUs, investindo em reformas e ampliações, modernização das tecnologias, capacitação e adequação de pessoal. Estas ações proporcionarão um avanço dos setores financeiros: contabilidade, planejamento, faturamento, pagamento, onde foram criados 14

15 setores de controle, como contratos e o serviço de controle interno, já aprovado pelo diretor geral e nos momentos finais de estruturação. QUADRO DE PRODUÇÃO Produção Nota de Empenho Ordens Bancárias DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) GPS (Guia de Previdência Social) Fonte: Seção Financeira HC/UFG Contratos de serviços Contratos de compra de mat/méd Fonte: Seção Financeira HC/UFG Procedimentos faturados Consultas Internações Cirúrgias Exames Fonte: Seção Financeira HC/UFG 3.7 OUTRAS ATIVIDADES Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) É uma iniciativa do Governo Federal, que tem como objetivos centrais aprimorar a infra-estrutura de comunicação para telessaúde, presente nos hospitais universitários, criar formalmente Núcleos de telemedicina e 15

16 telessaúde e promover a integração dos projetos existentes nesta área. Foi investido em equipamentos e reforma, na sala destinada ao projeto, pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP) um montande de R$ ,18 e investido em móveis com recursos do HC um montante de R$ ,50 A RUTE contribui tanto para a melhoria na qualificação dos profissionais, através do desenvolvimento de inovações na área de educação em saúde, quanto no atendimento aos pacientes, através de diagnósticos à distância e pedidos de segunda opinião. A infraestrutura fornecida pela RUTE também tem impacto na pesquisa colaborativa entre seus participantes e parceiros, contribuindo na melhoria na qualidade dos processos de diagnóstico e no estudo de formas de avaliação do atendimento médico Gerência De Risco Da Rede Sentinela A Rede Sentinela (Projeto Hospitais Sentinela) foi uma estratégia adotada pela ANVISA em parceria com os serviços de saúde brasileiros (hospitais universitários de ensino de alta complexidade e hospitais especializados) para obter informação sobre o desempenho e segurança de Produtos de Saúde e fomentar ao mesmo tempo o uso racional de medicamentos e tecnologias em saúde. A Rede Brasileira de Hospitais Sentinela é composta de 241 instituições, entre eles o Hospital das Clínicas/UFG, sensibilizados para a notificação de eventos adversos e queixas técnicas, relacionados a produtos para a saúde e capacitados para o gerenciamento de tecnologias e controle de riscos em saúde Centro de Referência Em Oftalmologia CEROF O CEROF é um serviço do Hospital das Clínicas, também vinculado ao departamento de cirurgia da Faculdade de Medicina da UFG. Com atendimento médio de consultas mensais e 690 cirurgias. 16

17 Se destaca pela suas parcerias com as Secretaras Estaduais e Municipais de Saúde, na promoção de campanhas e mutirões, para a realização de consultas e cirurgias. Realiza em média 12 transplantes de córnea ao mês. Possui uma gerência administrativa descentralizada, mas os recursos orçamentários e financeiros ainda estão centralizados no HC Produção mais Limpa É o desenvolvimento de projetos para aplicação de estratégia econômica, ambiental e tecnológica integrada aos processos e produtos, a fim de aumentar a eficiência no uso das matérias primas, água e energia, observando a não geração, minimização ou reciclagem de resíduos gerados, com benefícios ambientais e econômicos para os processos produtivos. O núcleo de Goiás é formado por FIEG, SENAI, IEL, Sebrae, UFG e Secretarias do Meio Ambiente de Goiás, onde a UFG escolheu para primeira avaliação os serviços de processamento de roupas do HC, ou seja, o setor de lavanderia. 4. INVESTIMENTOS: Apesar da escassez de recursos, com verbas interministeriais e outros convênios, o HC conseguiu investir no período de 2006/2009 um montante de R$ ,00 em obras e equipamentos, sendo 71% desse montante provenientes de convênios interministeriais, emendas parlamentares, e 29% provenientes de recursos próprios do HC. 17

18 4.1 Principais Equipamentos adquiridos 23 Máquinas de Hemodiálise ,00 Arco Cirúrgico ,00 Tubo Angiografia ,00 5 Carros de Emergência ,00 Aparelho de Anestesia com ventilador , estantes de aço ,98 2 Aparelho de Raio-x móvel ,00 10 Monitores Cardíacos, 2 monitores, 1 nobreak ,00 Aparelho de Anestesia ,00 2 Carrinhos para anestesia ,00 Vácuo Clínico Duplex ,00 Monitores Multiparamétrico ,00 Micromanipulador ,00 Bisturi Eletrônico ,00 Computadores Completos ,86 16 Condicionadores de Ar, Banco Giratório ,00 Camara Frigorífica Para Cadáver ,00 TOTAL , Principais Obras Realizadas Construção edificio de internação (2ª etapa) ,27 Construção Centro de Pesquisa Clínica ,71 Construção Dermatologia 2ª Etapa ,34 Reforma Farmácia ,27 Reforma do Serupe 1ª Etapa ,94 Estacionamento ,00 Reforma Cl. Médica 2ª Etapa ,67 Reforma da Clínica Ortopédica (2ª etapa) ,00 Reforma enfermarias Pronto Socorro ,82 Reforma Cl. Médica 3ª Etapa ,40 Reforma da Clínica Ortopédica (1ª etapa) ,09 Abrigo Resíduos ,75 Reforma das Rampas e Escadas ,45 Ampliação da Endoscopia ,45 Cabeamento Estruturado CEROF ,73 Passarelas ,07 Reforma Telhado HC ,93 TOTAL ,89 18

19 5. CAPACITAÇÃO E HUMANIZAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL A DAF tem-se preocupado com a capacitação e humanização do seu quadro de pessoal, como o objetivo de tornar o funcionário apto e conhecedor das tarefas e leis que regem as funções por eles desempenhadas, além de estimular ao ver o resultado alcançado, o qual gradativamente tem-se observado no conjunto do desenvolvimento das atividades. É de fundamental importância reconhecer e estimular as iniciativas de humanização, valorizar os profissionais competentes e compromissados com a instituição. Neste processo a DAF tem promovido a Semana Administrativa, com diversas atividades que abrangem o conhecimento, conscientização e interação, como também realização de festas juninas que além de interagir, reúne todo o pessoal a desenvolver atividades em grupo o que é muito significativo. Além dessas atividades tem promovido reuniões mensais com as equipes que compõem a DAF. Festa Junina Principais cursos promovidos pela DAF: Elaboração de editais para aquisição no setor público; Gestão de Contratos e Suprimentos; Gestão de Materiais; 19

20 Cursos de atualização de metodologia de Processamento de Roupas e Higienização Hospitalar; Software de Gerenciamento de Site (Oracle, PHP, THIS; Metodologia de faturamento, atualização de tabela do SUS; Curso de Introdução a Normativa nº 02/2008 Pregoeiros Curso de Formação de Pregoeiro Manutenção em bisturis da Deltronix; Contratação de Obras e serviços de engenharia pela administração pública aspectos técnicos e jurídicos; Higienização e Desinfecção Hospitalar; Seminário - SP Terceirização de Serviços Públicos pela Administração seminário DF - Aspectos Polêmicos das licitações Públicas; Seminários DF Práticas inovadoras de Gestão dos Hospitais Universitários Federais do MEC; II Congresso Brasileiro de Hospitais Universitários e de Ensino; Palestras - Princípios da Licitação e a atuação do Agente Público e Elaboração de Editais e Contratos (realizada por procuradores da UFG) III Congresso de Pregoeiros em Foz de Iguaçu PR Visitas a diversos Hospitais Universitários. 6. DIFICULDADES ENCONTRADAS Escassez de funcionários qualificados para exercerem atividades profissionais, tais como: contadores, administradores, engenheiros, analistas de sistemas e técnicos administrativos. Falta de planejamento integrado, deixando claro para a comunidade as metas e objetivos a serem alcançados; Falta de conscientização da comunidade para o desperdício e segurança; 20

21 Falta de comunicação estruturada, tanto de meio físico como a organização das informações a serem repassadas; Falta de um setor de guarda pertences de funcionários e pacientes, propiciando que os referidos levem para clínicas e salas de trabalho objetos e materiais que possam ser confundidos com os do HC. Fazendo com que no momento da saída do trabalho ou da alta do paciente, tais materiais sejam levados por engano. Falta de orçamento suficiente para manutenção, como demonstra quadros em anexos. Gastamos hoje 42% dos recursos destinados a manutenção com terceirização de serviços e pessoal. Falta de um sistema de segurança eficaz, que contemple meios de comunicação e visualização como rádios, câmaras etc. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS Assim como a contratualização se tornou um instrumento gerencial introduzido na Administração Pública, que foi iniciado em 1980, outros passos se concretizam no novo modelo de gerenciamento, buscando concessão e autonomia gerencial e a redução do controle hierárquico. Um hospital de ensino de grande porte como o HC, deve ser palco de procedimentos de alta complexidade, transplantes, cirurgias cardíacas, neurológicas etc... Para isto a renovação do parque tecnológico, aquisição de materiais de qualidade com pronta entrega, manutenção da estrutura física, reposição de pessoal devem ser contempladas com o PLANO DE REESTRUTURAÇÃO DOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIO - REHUF cuja portaria com as primeiras diretrizes foi assinada no dia 27 de janeiro de A definição dos mantenedores dos hospitais, Ministério da Educação e Saúde faz com que tenhamos a certeza do envio de recursos financeiros. Um novo projeto também fruto deste entendimento é o projeto de uniformização das informações, através de um programa de informática único, baseado no hospital de Porto Alegre, onde o Ministério da Educação deve arcar com 21

22 todo o custo de implantação do programa, como projetos, treinamento e equipamento necessários. Bem como a reforma da estrutura física. Este projeto proporcionará aos hospitais um prontuário eletrônico único e uniforme com outros hospitais de ensino, pessoas. visando ainda um prontuário nacional de todas as Um Plano de Gestão ambiental onde será contemplado um plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde descrevendo todas as ações relativo ao manejo de resíduos sólidos, implementado com bases científicas e técnicas normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar, aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro de forma eficiente, visando a proteção dos trabalhadores, a prevenção da saúde, dos recursos naturais e do meio ambiente. Plano de Gerenciamento de Tecnologias em Saúde em Estabelecimentos de Saúde, cuja resolução RDC nº 2 de 25 de janeiro de Uma ferramenta de gestão cuja finalidade é auxiliar os gestores a usar tecnologias que assegurem o tratamento eficiente e seguro aos pacientes, com um custo acessível. A padronização de rotinas técnicas e normas proporcionarão a possibilidade de aquisição de equipamentos de primeira linha com um custo de manutenção baixo mantendo as vidas úteis dos mesmos. Dentro das atividades internas, teremos como metas: qualificação e satisfação dos funcionários; a padronização de fluxos de serviços buscando um sistema gerencial de maior confiabilidade; implantação de um núcleo de gerenciamento de resíduos, a fim de realizar um programa interno educativo de forma continuada, sobre educação ambiental, padronização da coleta e separação dos resíduos hospitalares com destinação final segura, preservando a saúde do trabalhador; e implantar a primeira etapa da ACREDITAÇÃO HOSPITALAR, na busca de métodos de avaliação e estímulos para a os 22

23 qualidade dos serviços prestados inovando e adequando instalações para novos equipamentos/tecnologia. Estamos vendo a implantação de todas estas ações e a vontade do governo em dar melhores condições de gerenciamento aos diretores de hospitais universitários. Esperamos que estes objetivos sejam realmente atingidos, o que diminuirá sensivelmente o stress dos funcionários administrativos ligados diretamente a execução dos trabalhos, bem como estas metas possam ser medidas e que sejam contempladas os que puderem alcançá-las. 23

Gestão da manutenção hospitalar

Gestão da manutenção hospitalar Gestão da manutenção hospitalar Rômulo Lessa Aragão (HGF) romulolessa@gmail.com João Luis Pianco de Oliveira (UFC) jotaehli@gmail.com Resumo O artigo trata de um plano de melhorias desenvolvido no Hospital

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS

1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS 1. AÇÕES S E S 1.1. Quadro de Ações Estratégicas e Metas para 2013 AÇÃO Criar filial da EBSERH ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Registrar nos órgãos federais, estaduais e municipais Delegar competências e definir

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO

PPA 2012-2015 PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 1043 - PROGRAMA ESCOLA DO LEGISLATIVO 100 - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS O Programa Escola do Legislativo tem como objetivo principal oferecer suporte conceitual de natureza técnico-científica

Leia mais

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo Conhecendo o Grupo 18 COLÉGIOS - PR / SC / RJ / SP/ RS 1 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - HUSF FUNCLAR FUNDAÇÃO CLARA DE ASSIS UNIFAG UNIDADE DE PESQUISA

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

Objetivo Principal. Objetivos Secundários

Objetivo Principal. Objetivos Secundários Objetivo Principal O Personal Med Hospitalar foi resultado de um longo esforço de O&M em hospitais de vários portes e regiões do Brasil. O sistema foi concebido a partir do detalhamento de 176 processos

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES Jurema da Silva Herbas Palomo Diretora Coordenação de Enfermagem Instituto do Coração HC / FMUSP Enfermeiro Gestor Compete a responsabilidade da n Definição

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ MISSÃO: Garantir prestação jurisdicional rápida, acessível e efetiva no âmbito da sua competência. DESCRIÇÃO DA MISSÃO: A Justiça Federal no Paraná existe para garantir direitos

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º 806/2007. (publicada no DOE nº 236, de 13 de dezembro de 2007) Dispõe sobre o Programa de Gerenciamento

Leia mais

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS

12.1 AÇÕES E INDICAÇÕES DE PROJETOS 43 Considerando os Objetivos Estratégicos, Indicadores e Metas, foram elaboradas para cada Objetivo, as Ações e indicados Projetos com uma concepção corporativa. O Plano Operacional possui um caráter sistêmico,

Leia mais

Instituto Sócrates Guanaes

Instituto Sócrates Guanaes Instituto Sócrates Guanaes Instituição de direito privado sem fins lucrativos; Fundado em 13 de julho de 2000; Qualificado como Organização Social; Reconhecido como instituição de utilidade pública municipal

Leia mais

Objetivos do Compromisso Bahia

Objetivos do Compromisso Bahia Objetivos do Compromisso Bahia Geral Conferir qualidade ao gasto público estadual Específicos Desenvolver uma cultura de responsabilização dos servidores em relação à gestão pública Dotar o governo de

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel 1 Missão Prover soluções de TI, com qualidade, à comunidade da UFPel. 2 Visão Ser referência em governança de TI para a comunidade da UFPel até 2015.

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

CARTA DE APRESENTAÇÃO

CARTA DE APRESENTAÇÃO 2 CARTA DE APRESENTAÇÃO Todos nós idealizamos planos, projetos, mudanças e perspectivas de novas realizações. Para atingirmos esses objetivos precisamos constituir nossas ações com persistência, entusiasmo

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos DOC MQB -02 MQB.pdf 1/5 Cargo: Assistente de Laboratório 1. Planejar o trabalho de apoio do laboratório: Interpretar ordens de serviços programadas, programar o suprimento de materiais, as etapas de trabalho,

Leia mais

03 eixos de atuação: ENSINO PESQUISA - EXTENSÃO

03 eixos de atuação: ENSINO PESQUISA - EXTENSÃO A Universidade de Cruz Alta, possui uma área construída de 35.785,92m² em seu Campus Universitário, abrigando, nesse espaço, 26 cursos de graduação, cursos de especialização e mestrado, 119 laboratórios,

Leia mais

Prof. Dr. Targino de Araújo Filho Reitor

Prof. Dr. Targino de Araújo Filho Reitor UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS Gabinete do Reitor Via Washington Luís, km 235 Caixa Postal 676 13565-905 São Carlos SP - Brasil Fones: (16) 3351-8101/3351-8102 Fax: (16) 3361-4846/3361-2081 E-mail:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Autores: Raphaella Rodrigues de Oliveira Gerente de Hotelaria; Rafael Saad Coordenador Administrativo.

Leia mais

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição

www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Conheça o software de gestão ideal para a sua instituição Transforme sua instituição em uma empresa altamente eficaz. Só mesmo quem administra uma instituição sabe como

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

CONTROLE DA GESTÃO HOSPITALAR: UMA RESPOSTA À SOCIEDADE. GIL PINTO LOJA NETO AUDITOR GERAL EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES - MEC

CONTROLE DA GESTÃO HOSPITALAR: UMA RESPOSTA À SOCIEDADE. GIL PINTO LOJA NETO AUDITOR GERAL EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES - MEC CONTROLE DA GESTÃO HOSPITALAR: UMA RESPOSTA À SOCIEDADE. GIL PINTO LOJA NETO AUDITOR GERAL EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES - MEC SUMÁRIO O ESTADO BRASILEIRO E AS ESTATAIS; A EBSERH: CARACTERIZAÇÃO,

Leia mais

Missão Institucional

Missão Institucional Missão Institucional Prestar assistência de excelência e referência com responsabilidade social, formar recursos humanos e gerar conhecimento, atuando decisivamente na transformação de realidades e no

Leia mais

Reportagem Gestão de Resíduos

Reportagem Gestão de Resíduos 22 Reportagem Gestão de Resíduos Conexão 32 Setembro/Outubro 2010 23 Enfermagem na gestão de resíduos Uma das etapas mais complexas da segurança e da limpeza hospitalar está relacionada à gestão dos Resíduos

Leia mais

São Paulo, 28 de janeiro de 2013 Caros Docentes, Funcionários e Alunos,

São Paulo, 28 de janeiro de 2013 Caros Docentes, Funcionários e Alunos, São Paulo, 28 de janeiro de 2013 Caros Docentes, Funcionários e Alunos, A Direção da EACH completa mais um ano de gestão, período de intensa atividade acadêmica e administrativa na Escola, o que demandou

Leia mais

DEMONSTRATIVO FÍSICO FINANCEIRO

DEMONSTRATIVO FÍSICO FINANCEIRO SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDEN - SEPLAN DEMONSTRATIVO FÍSICO FINANCEIRO PROGRAMA : 008 - POLÍTICAS DE ADMINISTR E REFORMA DO ESTADO Objetivo : Dinamizar a gestão pública, aprimorando a máquina administrativa,

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

SiMec Sistema Integrado de Monitoramento do Ministério da Educação

SiMec Sistema Integrado de Monitoramento do Ministério da Educação SiMec Sistema Integrado de Monitoramento do Ministério da Educação O SiMec é uma ferramenta gerencial cuja função é instrumentalizar o processo de planejamento, auxiliar as equipes executoras de Programas

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Agência Nacional de Vigilância Sanitária Segurança da Informação (Gerenciamento de Acesso a Sistemas de Informação) Projeto a ser desenvolvido no âmbito da Gerência de Sistemas/GGTIN Brasília, junho de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA

Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA ANEXO DO EDITAL Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA Outubro - 2012 Anexo III MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS DE REFERÊNCIA INTRODUÇÃO O presente ANEXO tem como

Leia mais

RESUMO DOS PROGRAMAS POR TIPO

RESUMO DOS PROGRAMAS POR TIPO Tipo: 1 - Finalístico Programa: 5140 - ESPAÇO ABERTO Objetivo: PROMOVER A INTEGRAÇÃO ENTRE O PODER PÚBLICO MUNICIPAL E OS MUNÍCIPES EM CONJUNTO COM OS DEMAIS ORGÃOS QUE COMPÕE A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL.

Leia mais

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. Monitoramento das Ações Estratégicas do Ministério da Educação

1ª Jornada Internacional da Gestão Pública. Monitoramento das Ações Estratégicas do Ministério da Educação 1ª Jornada Internacional da Gestão Pública Monitoramento das Ações Estratégicas do Ministério da Educação Brasília, 12 de março de 2013 da Educação Contexto do Ministério Ministério da Educação 7 Secretarias

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS OBJETIVO DA SOLUÇÃO GERCLIM WEB A solução GERCLIM WEB tem por objetivo tornar as rotinas administrativas e profissionais de sua clínica,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 052/2011, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 052/2011, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Secretaria Geral RESOLUÇÃO Nº 052/2011, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho

Leia mais

"Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES

Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade? Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES "Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES AGENDA Programação do Evento - Histórico do Centro Integrado de Atenção a

Leia mais

SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA

SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA A EMPRESA A Lexsom é uma empresa especializada em soluções de informática com atuação no mercado nacional desde 1989, tem como principal foco o desenvolvimento integrado

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

01. Câmara Municipal. 02. Secretaria Municipal de Governo. 03. Gabinete do Vice-Prefeito. 04. Procuradoria Geral do Município

01. Câmara Municipal. 02. Secretaria Municipal de Governo. 03. Gabinete do Vice-Prefeito. 04. Procuradoria Geral do Município Estrutura Administrativa e Principais 01. Câmara Municipal - Lei Orgânica do Município de Teresina, de 05 de abril de 1991. - Votar o Orçamento Anual e o Plano Plurianual, bem como autorizar abertura de

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAUDE 2014 PROGRAMA: 06 Administração Governamental. Objetivo: Promover ações indispensáveis ao funcionamento administrativo e operacional

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS 1 - Apoiar a construção coletiva e implementação do Plano Realizar a Conferência com uma ampla participação da comunidade Sugerir propostas não contempladas na proposta do Plano Conferência Municipal de

Leia mais

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale 1.1 Histórico da Prática Eficaz Por meio do Departamento

Leia mais

IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DO SiGH NO NÚCLEO DE HEMOTERAPIA DE RESENDE

IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DO SiGH NO NÚCLEO DE HEMOTERAPIA DE RESENDE SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DO SiGH NO NÚCLEO DE HEMOTERAPIA DE RESENDE RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar a possibilidade de informatização

Leia mais

Manutenção de Ambientes de Saúde

Manutenção de Ambientes de Saúde Manutenção de Ambientes de Saúde Investir para gastar menos no ambiente de saúde Remendar, improvisar, dar um jeitinho, deixar para o último minuto. Nada disso funciona em ambientes de saúde. Essas soluções

Leia mais

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 51 Pagamento da participação da patrocinadora

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA. ANEXO ÚNICO DO ATO PGJ n 056/2010

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA. ANEXO ÚNICO DO ATO PGJ n 056/2010 PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ANEXO ÚNICO DO ATO PGJ n 056/2010 SUPERINTENDÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO: Indicador: Percentual de órgãos com estrutura de equipamentos adequada. Meta: 79, 24% Melhorar a estrutura

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

SIG Sistema Integrado de Gestão. SIPAC -Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos

SIG Sistema Integrado de Gestão. SIPAC -Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos SIG Sistema Integrado de Gestão SIPAC -Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos Agenda Contextualização Visão Geral dos seguintes sistemas: SIPAA, SGPP, SIGRH, SIGADMIN, SIGED. Conceitos

Leia mais

Câmpus FLORIANÓPOLIS. 12 23,08% Discentes (alunos) 10 19,23% Comunidade 0 0,00%

Câmpus FLORIANÓPOLIS. 12 23,08% Discentes (alunos) 10 19,23% Comunidade 0 0,00% Diagnóstico Planejamento PDI 2014-2018 Período de respostas: 05/09/13 a 18/09/13 Questionários Respondidos 52 Docentes 30 57,69% Técnicos-Administrativos 12 23,08% Discentes (alunos) 10 19,23% Comunidade

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e da moralidade, com que se pratica do

Leia mais

DO PROGRAMA. www.ecolmeia.org.br

DO PROGRAMA. www.ecolmeia.org.br PROGRAMA DO PROGRAMA O Programa ECO RECICLA é uma iniciativa da OSCIP Ecolmeia em parceria com Cooperativas de Reciclagem, seus cooperados, o Primeiro e o Segundo Setor da Sociedade. Tem como objetivo

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS Mais de uma década de experiência e evolução é o que dá ao sistema uma vasta gama de funcionalidades. Esse conhecimento que faz total diferença para sua empresa. xp+

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Apresentação do Serviço de Outsourcing de Impressão IMPRIMA COM ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE!

Apresentação do Serviço de Outsourcing de Impressão IMPRIMA COM ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE! Apresentação do Serviço de Outsourcing de Impressão IMPRIMA COM ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE! A EMPRESA A Fast Solution é uma empresa especializada em desenvolver soluções integradas em sistemas de impressão,

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS AÇÕES EM 2014 E PROPOSTAS PARA 2015 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO-PROAD. Realizado. Realizado. Realizado.

AVALIAÇÃO DAS AÇÕES EM 2014 E PROPOSTAS PARA 2015 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO-PROAD. Realizado. Realizado. Realizado. PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO-PROAD, DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO-DA, DEPARTAMENTO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO- DEMAP, DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E FINANÇAS-DECOFIN, PREFEITURA DO CAMPUS ITAPERI, COORDENADORIA

Leia mais

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS

TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS TRANSFORME INFORMAÇÕES EM RESULTADOS Hoje, mais do que nunca, o conhecimento é o maior diferencial de uma organização, mas somente quando administrado e integrado com eficácia. Para melhor atender os seus

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Novo Sistema de Gestão do IFAM

Novo Sistema de Gestão do IFAM Novo Sistema de Gestão do IFAM Os módulos serão implantados atendendo aos critérios: Sistema/Módulo Entrega Prazo de Entrega Módulo Administrativo Integração SIAFI Módulo de Recursos Humanos Protocolo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

F r a n c h i s i n g

F r a n c h i s i n g F r a n c h i s i n g F r a n c h i s i n g www.ambientec.com franchising@ambientec.com Fone: 41 3352 5352 Franchising Com 20 anos de experiência na prestação de consultoria e serviços de Engenharia de

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania A União dos Vereadores do Estado de São Paulo UVESP, desde 1977 (há 38 anos) promove parceria com o Poder Legislativo para torná-lo cada vez mais forte, através de várias ações de capacitação e auxílio

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC - SUMÁRIO EXECUTIVO - CONSULTORES: César Augusto Tejera De Ré Fernando Bins Luce Luiz Antonio Slongo A FORMULAÇÃO DO PE DO GHC Entrevistas dos consultores com dirigentes

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Erenilda Custódio dos Santos Amaral Salvador Objetivo; Motivação; Proposta; AGENDA O que se entende nesta proposta como Política de Gestão Documental;

Leia mais

PREFEITURA DE XINGUARA

PREFEITURA DE XINGUARA 50/000-20 Anexo IV - Programas, Metas e Ações - (PPA Inicial) Página de 5 Programa: 000 AÇÃO LEGISLATIVA Manutenção da CMX através do apoio financeiro às atividades legislativas, custeio de despesas administrativas,

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais O Modelo de Gestão FHEMIG e a Prestação de Contas ao Paciente: a implantação do sistema de custos hospitalares e o uso da informação de custos como ferramenta gerencial da transparência do gasto público

Leia mais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais

Márcia Mascarenhas Alemão Gerência Observatório de Custos/ Diretoria de Desenvolvimento Estratégico Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais O Modelo de Gestão FHEMIG e a Prestação de Contas ao Paciente: a implantação do sistema de custos hospitalares e o uso da informação de custos como ferramenta gerencial da transparência do gasto público

Leia mais

Manual de Logística ISGH

Manual de Logística ISGH Manual de Logística ISGH Página 1 ELABORAÇÃO Juniana Torres Costa Gerente do Núcleo de Logística ISGH FORMATAÇÃO Comunicação Visual ISGH DATA Novembro de 2014 Manual de Logística ISGH Página 2 SUMÁRIO

Leia mais

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental.

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental. Programa 0390 Metrologia, Qualidade e Avaliação da Conformidade Numero de Ações 13 Ações Orçamentárias 09HB Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência

Leia mais

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Tecnologia da Informação CAASP DIS Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Introdução...03 Projetos e Fatos Relevantes 2008...03 Raio X de Investimentos e Custos...10 Considerações

Leia mais

ANEXO I Descrição dos Cargos

ANEXO I Descrição dos Cargos ANEXO I Descrição dos Cargos DESCRIÇÃO: 1. - Auxiliar de Enfermagem: Prestar cuidados diretos de enfermagem ao paciente, por delegação e sob a supervisão do enfermeiro e do médico. Administrar medicação

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 DIRETORIA EXECUTIVA/SECRETARIA EXECUTIVA Anexo 6 EIXOS DE ATUAÇÃO Representação Política Desenvolvimento Regional Assessoria Técnica Capacitação Processos Internos

Leia mais

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Missão Formar recursos humanos, gerar conhecimentos e prestar assistência de qualidade na área da saúde à comunidade da região.

Leia mais