PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS"

Transcrição

1 INTERNATIONAL PAPER DO BRASIL LTDA. Unidade Florestal PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as condições exigíveis para a avaliação e qualificação dos Fornecedores Críticos e Prestadores de Serviço da International Paper - Unidade Florestal, provendo informações quanto a sistemática para gestão ambiental, por meio de documentações em atendimento a legislação ambiental nacional vigente. 2. DEFINIÇÕES Para fins deste procedimento são considerados: 2.1. Fornecedores críticos: Destinadores de resíduos - são pessoas físicas / jurídicas externas que estão tratando dos resíduos provenientes das atividades florestais: Papel e papelão, metais, vidros, plásticos, toalhas industriais, lodo de fossa, lâmpadas fluorescentes, defensivos agrícolas, pilhas e baterias, lodo da caixa separadora e resíduos com óleos e graxas. Fornecedores de insumos críticos / Transportadores de produtos perigosos - são pessoas físicas/jurídicas externas que fornecem insumos críticos para as atividades florestais e contratam serviços para o transporte de produtos perigosos. Fornecedores de cascalho - são pessoas físicas / jurídicas externas que fornecem recursos naturais não renováveis, tipo cascalho, utilizados na construção do leito das estradas internas dos hortos florestais Prestadores de Serviço São pessoas físicas/jurídicas externas contratadas pela International Paper - Unidade Florestal, para a realização de atividades diversas operacionais, de 1

2 monitoramento, medição e calibração de instrumentos e que possam com suas atividades causar danos ao meio ambiente e não atender a legislação ambiental vigente e/ou requisitos normativos. 3. RESPONSABILIDADES 3.1. Departamento solicitante do Serviço Responsável por elaborar no SAP, a Requisição de Compra definindo se é de material ou Contratação do Serviço e enviar/comunicar o Departamento de Suprimentos. Entende-se como Departamento solicitante todos os Departamentos Administrativos e Operacionais da International Paper - Unidade Florestal; Após contratação do serviço, encaminhar os Prestadores de Serviço para integração, conforme procedimento (SGAF-017) Departamento de Suprimentos Responsável pela Contratação de Prestadores de Serviço e Fornecedores Críticos cujo transporte seja Inconterm CIF (Cost, Insurance and Freight) ou seja frete não contratado direto pela International Paper, para as atividades florestais, que atendam aos critérios ambientais estabelecidos no item 4, deste procedimento; Responsável por orientar os prestadores de serviço / fornecedores críticos quanto as exigências ambientais e de Saúde e Segurança do Trabalho, solicitando que consultem os Procedimentos SGAF-015: Qualificação de Terceiros e Fornecedores Críticos e o PROC-005: Qualificação em Saúde e Segurança do Trabalho para Prestadores de Serviço; Responsável por enviar ao Prestador de Serviço o Pedido de Contratação aprovado e solicitar que entrem em contato com a Célula de Gestão de Terceiros para agendar a Integração Departamento de Projetos Logísticos Responsável pela Contratação Fornecedores Criticos com frete especial somente no inconterm FOB (Free On Board) ou seja frete contratado pela International 2

3 Paper, para as atividades florestais, que atendam aos critérios ambientais estabelecidos no item 4, deste procedimento; Responsável por orientar os transportadores criticos quanto as exigências ambientais e de Saúde e Segurança do Trabalho, solicitando que consultem os Procedimentos SGAF-015: Qualificação de Terceiros e Fornecedores Críticos e o PROC-005: Qualificação em Saúde e Segurança do Trabalho para Prestadores de Serviço; Responsável por enviar ao transportador o Pedido de Contratação aprovado e solicitar que entrem em contato com o Departamento de Segurança para verificar a necessidade de Integração Prestador de Serviço / Fornecedor Crítico Responsável por avaliar suas condições para atender as exigências para a execução dos trabalhos, dentro dos padrões ambientais da International Paper. Se concordar o representante do Prestador de Serviço / Fornecedor Critico acima o Termo de Ciência e Responsabilidade contido nesse procedimento, reconhece firma e envia ao Departamento de Suprimentos. Caso a Empresa não concorde, não esta pré-qualificada para ser contratada Departamento de Sistema de Gestão Responsável pela análise critica da documentação ambiental exigida pela International Paper - Unidade Florestal; Responsável por realizar visita a Empresas Destinadoras de Resíduos para sua qualificação ambiental, antes de fechado o contrato de prestação de serviço. Devendo antes de agendar a visita, verificar com o Departamento Ambiental da Unidade Fabril da International Paper se o destinador de resíduo, passou por qualificação nos últimos 12 meses, caso tenha sido qualificado, não será necessária a visita para nova qualificação; Após análise das documentações e visita ao Fornecedor Critico, enviar comunicado formal ao Departamento de Suprimentos, emitindo parecer quanto a sua qualificação Departamento de Segurança Cadastrar os terceiros para integração, conforme procedimento (SGAF-017); 3

4 Realizar integração dos prestadores de serviço antes de iniciar os trabalhos nas áreas da Empresa Departamento de Colheita e Transporte Florestal Realizar inspeção quando da chegada de produtos classificados como perigosos nos veículos transportadores das cargas, a fim de se verificar a conformidade com o atendimento a legislação, conforme procedimento (SUP-001); Informar aos Fornecedores / Transportadores de produtos perigosos acerca do sistema de gestão ambiental florestal; Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho. Solicitar que a licença de motosserra esteja na frente de trabalho junto aos equipamentos dos terceiros; Realizar semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, das Empresas prestadoras de serviço, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão Departamento de Administração do Reflorestamento Realizar inspeção quando da chegada de produtos classificados como perigosos nos veículos transportadores das cargas, a fim de se verificar a conformidade com o atendimento a legislação, conforme procedimento (SUP-001); Informar aos Fornecedores / Transportadores de produtos perigosos acerca do sistema de gestão ambiental florestal; Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho; 4

5 Solicitar que a licença de motosserra esteja na frente de trabalho junto aos equipamentos dos terceiros; Realizar semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, das Empresas prestadoras de serviço, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento Florestal Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho; Solicitar das empresas prestadoras de serviços que faça semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão Departamento de Manutenção de Estradas Solicitar cópia da licença ambiental de funcionamento aos fornecedores de cascalho e encaminhar ao Departamento de Sistema de Gestão; Todos os funcionários devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho; Solicitar das empresas prestadoras de serviços que faça semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão. 5

6 3.11. Departamento de Planejamento e Inventario Florestal Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho; Solicitar das empresas prestadoras de serviços que faça semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão Departamento de Topografia e Geoprocessamento Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho. Solicitar das empresas prestadoras de serviços que faça semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Gestão; Departamento de Produção de mudas Informar aos Fornecedores de insumos crítico (Defensivos Agrícolas) / Transportadores de produtos perigosos acerca do sistema de gestão ambiental florestal; 6

7 Todos os terceiros devem utilizar os EPIs apropriados ao trabalho, respeitando as normas de segurança do trabalho. Solicitar das empresas prestadoras de serviços que faça semestralmente avaliação preventiva de forma amostral nos equipamentos / máquinas / veículos a diesel, por meio do acompanhamento do Check List (Anexo); Encaminhar cópia do Check List semestralmente ao Departamento de Sistema de Gestão; 4. CRITÉRIO AMBIENTAIS PARA AVALIAÇÃO DE TERCEIROS E FORNECEDORES CRÍTICOS 7

8 Legenda: ART - Anotação de Responsabilidade Técnica LCE - Laudo de Calibração de Equipamentos LPUM - Licença para Porte e Uso de Motosserra LO - Licença de Operação AUT / CRED - Autorização / Credenciamento CADRI - Certificado de Aprovação e Destinação de Resíduos Industriais Os treinamentos necessários para a realização das atividades conforme procedimento PROC-005: Qualificação em Saúde e Segurança do Trabalho para Prestadores de Serviço. 5. REGISTROS Os registros mencionados neste procedimento devem ser tratados conforme o procedimento (SGAF-004). 6. MONITORAMENTO, MEDIÇÃO E CALIBRAÇÃO DE INSTRUMENTOS Para monitoramento e medição, está descrito no procedimento (SGAF-016). 7. RELATÓRIO DE AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS Qualquer observação com potencial ou constatação contrária ao objetivo e conteúdo disposto neste procedimento, deve necessariamente desencadear um processo de análise e ajuste dentro do Sistema de Gestão Integrado através da observação dos seguintes procedimentos: Procedimento (SGAF-018) visando eliminar causas potenciais de nãoconformidades ou; Procedimento (SGAF-008) visando eliminar as causas atuais da não-conformidade e prevenir sua repetição. 8. DISPONIBILIDADE E ACESSO INTERNO À LEGISLAÇÃO APLICÁVEL O Departamento de Sistema de Gestão, mantém sob sua responsabilidade o cadastro normativo e a Análise de Documento pela Área (aplicabilidade das legislações por área), disponíveis no sistema lotus notes: Legislação Ambiental / Saúde e Segurança. Os diplomas legais na íntegra estão disponíveis na INTRANET (caminho: Jurídico / Legis Ambiental), de acordo com o procedimento SGAF-006. Os demais requisitos aplicáveis (legislações municipais e NBR`s) respectivamente estão disponíveis no Departamento de Sistema de Gestão e Acervo Técnico. Quando houver a necessidade de um parecer jurídico durante a análise da legislação, o usuário deverá solicitar à Gerência de Políticas Ambientais da Vice-Presidência Jurídica da International Paper do Brasil Ltda. 8

9 9. ANEXO 9.1. Check List 9

10 9.2. Termo de Ciência e Responsabilidade 10

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

ISO 9001 2008 FACULDADES INTEGRADAS DE TAQUARA FACCAT. Curso de Tecnólogo em Gestão da Qualidade.

ISO 9001 2008 FACULDADES INTEGRADAS DE TAQUARA FACCAT. Curso de Tecnólogo em Gestão da Qualidade. FACULDADES INTEGRADAS DE TAQUARA FACCAT Curso de Tecnólogo em Gestão da Qualidade. ISO 9001 2008 Carolina Rothe Luiz Gustavo W. Krumenauer Paulo Emílio Paulo Saldanha Relação das principais normas da Série

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...

Leia mais

Sistema de Gestão de SMS

Sistema de Gestão de SMS DESCRIÇÃO DA EMPRESA Nome SMART EXPRESS TRANSPORTES LTDA EPP CNPJ 12.103.225/0001-52 Insc.Est. 79.477.680 Atividade: transporte rodoviário de carga em geral Código: 206-2 Nº de funcionários (inclusive

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR 4.3.2 e PGR-4.3.1 e IGR-4.4.6-12.

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL

PROCEDIMENTO GERENCIAL PÁGINA: 1/10 1. OBJETIVO Descrever o procedimento para a execução de auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema de gestão da qualidade é eficaz e está em conformidade com:

Leia mais

Procedimento de Segurança para Terceiros

Procedimento de Segurança para Terceiros Página 1 de 6 1. OBJETIVO Sistematizar as atividades dos prestadores de serviços, nos aspectos que impactam na segurança do trabalho de forma a atender à legislação, assim como, preservar a integridade

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança?

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança? INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (1996), JULHO 2001 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO O CB-38, Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental, da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, decidiu criar

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO... 4 5. GERENCIAMENTO DO RISCO... 5 6. ATIVIDADES PROIBITIVAS E RESTRITIVAS... 6 7. ANÁLISE DE CRÉDITO...

Leia mais

Módulo 2. Sistemas de gestão, normas OHSAS 18001/2, benefícios, certificação, estrutura, objetivos, termos e definições da OHSAS 18001, exercícios.

Módulo 2. Sistemas de gestão, normas OHSAS 18001/2, benefícios, certificação, estrutura, objetivos, termos e definições da OHSAS 18001, exercícios. Módulo 2 Sistemas de gestão, normas OHSAS 18001/2, benefícios, certificação, estrutura, objetivos, termos e definições da OHSAS 18001, exercícios. História das normas de sistemas de gestão de saúde e segurança

Leia mais

Preparação da Auditoria da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Preparação da Auditoria da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Preparação da Auditoria da Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT O que é auditoria? Processo sistemático, independente e documentado de se obter evidências e avaliálas objetivamente para determinar

Leia mais

01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes?

01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes? Questionário de auto-avaliação Nível 1 MÓDULO 1 - ADMINISTRAÇÃO 01. A empresa e todos os seus funcionários têm a preocupação de atender as necessidades e expectativas dos clientes? 02. A empresa tem definidos

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Saada Chequer Fernandez

Saada Chequer Fernandez Saada Chequer Fernandez Analista de Gestão em Saúde Coordenação da Qualidade CIQ/Direh/FIOCRUZ Gerenciamento da Qualidade em Laboratório de Anatomia Patológica VI Congresso Regional de Histotecnologia

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS

Leia mais

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

CAU/SP. Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo

CAU/SP. Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo CAU/SP Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo Estudo para implantação do SGA, PE e A3P Sistema de Gestão Ambiental do CAU/SP Programa de Ecoeficiência do CAU/SP Agenda Ambiental na Administração

Leia mais

DIRETRIZ ORGANIZACIONAL

DIRETRIZ ORGANIZACIONAL TÍTULO: REQUISITOS DE MEIO AMBIENTE, SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS Área Responsável: Gerência Geral de Meio Ambiente Saúde e Segurança 1. OBJETIVO Este procedimento tem como

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

TRANSQUALIT. Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas Agentes de Carga Aérea

TRANSQUALIT. Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas Agentes de Carga Aérea TRANSQUALIT Sistema de Gestão da Qualificação para Empresas de Transporte de Cargas Agentes de Carga Aérea Sumário Prefácio 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Definições 4 Sistema de qualificação 5 Responsabilidade

Leia mais

Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos e Impactos Ambientais PÁGINA: 1/18 1 OBJETIVO Estabelecer e garantir uma sistemática para identificar, avaliar e gerenciar os aspectos e impactos ambientais das atividades, produtos ou serviços, da empresa x que possam ser

Leia mais

A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004. Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos.

A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004. Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos. A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004 Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos.br 1 LIVRO: Gestão de Resíduos em Universidades 1. Como foi

Leia mais

Anexo 7 Requisitos para prestadores de serviços

Anexo 7 Requisitos para prestadores de serviços Para execução dos serviços o contratado deve enviar a documentação abaixo conforme a atividade que será desenvolvida. Para outras atividades que não constam na lista, o contratado deve enviar os documentos

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE 118 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 Programa de Sustentabilidade nas Unidades de Saúde O Programa de Sustentabilidade promove

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para controlar todos os equipamentos e instrumentos do Laboratório do Grupo Santa Helena garantindo suas inspeções, manutenções e calibrações de forma a mantê-los

Leia mais

Impresso em 27/08/2015 12:17:14 (Sem título)

Impresso em 27/08/2015 12:17:14 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Leonardo Camargo/BRA/VERITAS em 07/08/2013 Verificado por Sidney Santos em 09/12/2013 Aprovado por Sergio Suzuki/BRA/VERITAS em 09/12/2013 ÁREA LNS Tipo Instrução Administrativa

Leia mais

ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL. 1.0 18/08/09 Ajuste de layout para adequação no sistema eletrônico.

ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL. 1.0 18/08/09 Ajuste de layout para adequação no sistema eletrônico. CONTROLE DE REVISÃO Código do Documento: Nome do Documento: ULC/0417 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Responsável pela Elaboração: Gerente de Segurança e Meio NE/SE Responsável

Leia mais

Ficha Cadastral de Fornecedores

Ficha Cadastral de Fornecedores de Fornecedores Informações Jurídicas Razão Social: CNPJ: Nome Fantasia: Responsáveis legais: CPF: Responsável técnico: Nº Documento: Órgão emissor: CNES: ANS: Endereço Completo: Fone/Fax: e-mail vendas:

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANUAL DA QUALIDADE DE DOALPLASTIC INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA. MATRIZ: AVENIDA DIRCEU DIAS CARNEIRO, 151 DISTRITO INDUSTRIAL II - CEP 13457-198 SANTA BÁRBARA D' OESTE - SP - BRASIL FILIAL: AVENIDA MAESTRO

Leia mais

Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014

Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014 Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014 1. Marcos legais no município 2. Resoluções Conselho Nacional do Meio Ambiente 3. Classificação dos resíduos de construção civil 4. Plano Integrado de Gerenciamento de

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

Correspondência entre OHSAS 18001, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000

Correspondência entre OHSAS 18001, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000 Anexo A (informativo) Correspondência entre, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000 Tabela A.1 - Correspondência entre, ISO 14001:1996 e ISO 9001:1994 Seção Seção ISO 14001:1996 Seção ISO 9001:1994

Leia mais

LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ARTIGO 13 -ORIGEM RSU(domiciliares e de limpeza pública) Comerciais e Prestadores de Serviços Serviços Públicos de Saneamento Básico Industriais

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS TRANSQUALIT Transqualit GRIS GERENCIAMENTO DE RISCOS INTRODUÇÃO Organizações de todos os tipos estão cada vez mais preocupadas em atingir e demonstrar um desempenho em termos de gerenciamento dos riscos

Leia mais

GRUPO STARSEG GRUPO STARSEG. Assessoria e Consultoria em Segurança, Saúde e Meio Ambiente

GRUPO STARSEG GRUPO STARSEG. Assessoria e Consultoria em Segurança, Saúde e Meio Ambiente GRUPO STARSEG GRUPO STARSEG Assessoria e Consultoria em Segurança, Saúde e Meio Ambiente Rua Reverendo Martin Luther King, 161 Santo André - SP C.N.P.J: 05.667.311/0001-22 Tel: (011) 3461-8013 WWW.GRUPOSTARSEG.COM.BR

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

CHECK LIST - LEVANTAMENTO DE CAMPO. Prestadores de Serviços

CHECK LIST - LEVANTAMENTO DE CAMPO. Prestadores de Serviços CHECK LIST LEVANTAMENTO DE CAMPO Prestadores de Serviços Data: 01) Informações sobre cada serviço prestado no gerenciamento de resíduos sólidos: Coleta Domiciliar Multirões Coleta da Capina Coleta Manual

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA 1 PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA SALVADOR BA FEVEREIRO - 2012 1. INTRODUÇÃO 2 O presente Programa de Coleta Seletiva trata dos resíduos gerados pela Companhia, tendo sua elaboração e implementação

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES

N REQUISITOS OBSERVAÇÕES N REQUISITOS OBSERVAÇÕES 01 02 03 04 05 06 07 A - MANUTENÇÃO E SUPORTE A empresa fornece produto de software com Verificar se a empresa fornece manual do produto (instalação), documentação de suporte ao

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para remanejamento de carros oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ).

Estabelecer critérios e procedimentos para remanejamento de carros oficiais do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ). Proposto por: Chefe de Serviço de Cadastro e Documentação da Frota (SEFRO) REMANEJAMENTO DE CARROS OFICIAIS Analisado por: Diretor do Departamento de Transportes (DETRA) Aprovado por: Diretor-Geral da

Leia mais

XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Agosto 2006. Terceirização. Controle da Qualidade

XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Agosto 2006. Terceirização. Controle da Qualidade XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Agosto 2006 Terceirização Controle da Qualidade Mario Sant Anna Jr. DEFINIÇÃO DE TERCEIRIZAÇÃO Terceirização: transferência

Leia mais

ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS.

ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS. ESTE DOCUMENTO É UMA TRADUÇÃO LIVRE. EM CASO DE DIVERGÊNCIA, PREVELECE A INFORMAÇÃO ESPECÍFICA CONTIDA NO EDITAL ORIGINAL EM INGLÊS. Seção 3a: Cronograma de Requisitos e Especificações Técnicas CONDIÇÕES

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) Ao longo dos últimos anos, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini vem trabalhando com a Certificação ISO 14000 e, com o atual processo de

Leia mais

ELABORAR PROJETO DO PLANO PLURIANUAL 1 OBJETIVO

ELABORAR PROJETO DO PLANO PLURIANUAL 1 OBJETIVO Proposto por: Diretor da Divisão de Gestão Orçamentária (DIGOR) Analisado por: Diretor do Departamento de Planejamento e Orçamento (DEPLO) Aprovado por: Diretor da Diretoria-Geral de Planejamento, Coordenação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA 1 Conteúdo Introdução... 3 Objetivo... 3 Esclarecimentos... 3 O que é considerado garantia... 4 O que são considerados itens de manutenção... 4 O que são considerados materiais

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Documento norteador para a habilitação de laboratórios Tipo I e Tipo II pela Qualificação Nacional em Citopatologia QualiCito. Qual a Portaria que institui a Qualificação

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014.

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. Estabelece os critérios e as diretrizes que deverão ser considerados para execução das auditorias ambientais, no Estado do Rio Grande do Sul. O DIRETOR PRESIDENTE da FUNDAÇÃO

Leia mais

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 Dispõe sobre a destinação de Lâmpadas inservíveis, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências O CONSELHO NACIONAL DO MEIO

Leia mais

ISO IEC. Normas Regionais MERCOSUL CEN COPANT. Normas Nacionais ABNT, BSI, AFNOR, DIN, JISE. Normas internas das empresas

ISO IEC. Normas Regionais MERCOSUL CEN COPANT. Normas Nacionais ABNT, BSI, AFNOR, DIN, JISE. Normas internas das empresas Aula 03 : Norma NBR ISO 9001 Ghislaine Miranda Bonduelle NORMALIZAÇÃO DA QUALIDADE ISO IEC Internacional Normas Regionais MERCOSUL CEN COPANT Regional Normas Nacionais ABNT, BSI, AFNOR, DIN, JISE Nacional

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PARTE I INTRODUÇÃO AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Módulo 01: Generalidades (10 horas). o Sistema de Gestão: o que é e quais os benefícios? o Qualidade o Ambiental o Saúde e Segurança no Trabalho o Sistema

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada Proposto por: Serviço de Cadastro e Documentação da Frota (SEFRO) Analisado por: Departamento de Transportes (DETRA) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Logística (DGLOG) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Documento que aponta e descreve ações a relativas ao manejo dos resíduos sólidos, s observadas suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PARTE 1 ESTRUTURA DO SGI Módulo SGI-1.0 - Introdução (04 horas) Apresentação da metodologia do Programa de Formação Manual do Aluno Critérios de aprovação e reposição de módulos Uso da plataforma do Ambiente

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES 21/11/28 Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 21/11/28 Emissão Inicial RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO: (ÁREA) FUNÇÃO/INICIAIS: R SO / VC RESPONSÁVEL PELA DISTRIBUIÇÃO : (ÁREA)

Leia mais

Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA).

Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA). Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA). Programas de Certificação Ambiental HOJE EM DIA as empresas estão VIVNCIANDO um ambiente de incertezas e sofrem pressões constantes

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ANEXO IV REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO Nº 022/2013 ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE Nº 001/2013 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a Contratação de empresa

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA.

Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA. Revisão maio 2015 Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA. NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 1 Nível Ingresso Documentos que deverão ser apresentados

Leia mais

SUPRIMENTOS - FORNECEDORES

SUPRIMENTOS - FORNECEDORES SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. ÂMBITO... 2 3. CONCEITOS... 2 4. NORMAS E LEGISLAÇÕES APLICÁVEIS... 3 5. INSTRUÇÕES GERAIS... 3 6. PROCEDIMENTOS... 4 7. NATUREZA DAS ALTERAÇÕES... 7 8. ANEXOS... 7 Elaboração:

Leia mais

Principais Normas da Série 9000

Principais Normas da Série 9000 NBR ISO 9001 e as Auditorias da Qualidade Profa Dra. Rejane Tubino SATC 2013 1 Principais Normas da Série 9000 ISO 9000 Conceitos e Definições CERTIFICAÇÃO ISO 9001 Gestão da Qualidade (Requisitos) PAR

Leia mais

Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF)

Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF) PROCEDIMENTO SL - 002 Página 1 de 6 EDIÇÃO 11/12 Título: Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF) Rev.: 00 Data: 11/12 Emitido Por Verificado Verificado Aprovado Nome Marcos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO 1 ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO 2 INTRODUÇÃO A cada dia que passa, cresce a pressão pela liberação para uso de novas tecnologias disponibilizadas pela área de TI, sob o argumento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sessão de 30/10/2014, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 19, Inciso XVII do

Leia mais

Manutenir os equipamentos de informática do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJERJ) que não pertencem a contrato de garantia.

Manutenir os equipamentos de informática do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJERJ) que não pertencem a contrato de garantia. Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor Geral da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Maio de 2003 CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Dia 12/05/2003 Certificação e homologação de produtos, serviços e empresas do setor aeroespacial,com enfoque na qualidade Dia 13/05/2003 ISO 9001:2000 Mapeamento

Leia mais

Guia de Mobilização - Vale

Guia de Mobilização - Vale Guia de Mobilização - Vale 2ª Edição Nov/2015 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. MACRO FLUXO DO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO... 3 3.1. CERTIFICAÇÃO... 3 3.2. CONTRATAÇÃO... 4 3.3. MOBILIZAÇÃO...

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais