CARTILHA FERRAMENTAS DE GESTÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTILHA FERRAMENTAS DE GESTÃO"

Transcrição

1 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO NEP -MA - NÚCLEO DA EXCELÊNCIA PÚBLICA NO MARANHÃO - O Núcleo do Programa GESPÚBLICA no Maranhão foi homologado pela Resolução 02, de 27 de março de 2006, do MPOG A ADESÃO - Podem aderir ao GESPÚBLICA - Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização as organizações públicas brasileiras, ou suas unidades, dos níveis federal, estadual e municipal, dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A formalização da adesão ao Programa deverá ser feita por meio do Termo de Compromisso da Organização Adesa, firmado pelo dirigente maior da organização e enviado ao Núcleo Estadual do Programa. As organizações que pertencem a uma região, cuja coordenação do Programa está delegada a um núcleo, deverão ligar-se diretamente a esse núcleo. CARTILHA FERRAMENTAS DE GESTÃO SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE - O DECRETO Nº DE 23 DE FEVEREIRO DE 2005, que instituiu o GESPÚBLICA - Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização estabeleceu em seu artigo 11, que a participação nas atividades do Comitê Gestor, das comissões e dos grupos de trabalho do programa será considerada serviço público relevante, não remunerado. CONTATO - Endereço: Avenida Senador Vitorino Freire, 29 - Sala Edifício Cesário - Anel Viário - São Luís - Maranhão - CEP FONE Equipe Responsável pela Pesquisa, Elaboração e Diagramação da cartilha: Bruno Saulnier de Pierrelevée Vilaça Leidismar Fernandes Nalasco Rosa Graça Lima Barreto Domingues

2 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. Os Conceitos da Qualidade. 2. Ferramentas para identificação da cauda de raiz dos problemas: PDCA Brain Storming ou Tempestade de Ideias; Diagrama de Ishikawa (também conhecido por Diagrama de Causa-Efeito); A Árvore dos Porquês (ou técnica de why-why); Diagrama de Pareto; Cartas e gráficos de Controle; Fluxograma Histograma Diagrama de Dispersão 3. Ferramentas para soluções e gerenciamento da qualidade 5W2H BASICO Diagrama de Afinidades Diagrama de Relações Diagrama de setas Diagrama em Matriz de priorização Técnicas de Priorização Diagrama PDPC Diagrama da Rede de Atividades As ferramentas da qualidade são técnicas utilizadas nos processos de Gestão da Qualidade que permitem análises de fatos e tomada de decisão com base em dados, dando a certeza de que a decisão é realmente a mais indicada. Pretende-se apresentar metodologias que se baseiam na integração de técnicas e ferramentas que contribuem para análises apropriadas identificando o caminho correto para a resolução efetiva dos problemas, com intuito de auxiliar na tomada de decisão baseada em fatos; e, na melhoria contínua dos processos e os respectivos resultados.

3 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO ) conformidade com as exigências dos clientes 4) adequação ao uso 5) serviço eficiente, eficaz e com efetividade A definição de qualidade adotada pela Sociedade Americana para o Controle da Qualidade (ASQC - American Society for Quality Control) também implica num grau ou nível de atendimento "Qualidade é definida como a totalidade de características e atributos de um produto ou serviço que possuem a habilidade de satisfazer uma certa necessidade. Ferramentas de Gestão - São instrumentos metodológicos da Prática Administrativa, que têm como objetivo atingir a eficiência e/ou eficácia na realização de uma determinada Tarefa ou Processo. CONCEITOS IMPORTANTES CONCEITOS DE QUALIDADE Qualidade O termo vem do latim qualitate. Qualidade relacionada aos serviços e/ou produtos de uma organização pública - o termo geralmente significa excelência do serviço e/ou produto. Qualidade - Grau de satisfação dos requisitos relativos a um conjunto de características inerentes ao Produto. Outros significados para a qualidade: 1) fazer certo á primeira vez 2) relação custo/benefício O que são as ferramentas da qualidade - são técnicas utilizadas com o objetivo de analisar, definir, mensurar e propor soluções para os problemas de gerenciamento organizacional. OBJETIVOS: Tomada de decisões baseada em Fatos Estímulo à participação de todos os colaboradores Valorização e estímulo ao trabalho em equipe Valorização e reconhecimento da capacidade intelectual Foco na busca e na eliminação da causa dos problemas TIPOS DE FERRAMENTAS: Diagnóstico dos Problemas: Ferramentas Básicas Planejamento da Qualidade: Ferramentas Gerenciais

4 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO PDCA I - DIAGNÓSTICO DOS PROBLEMAS: FERRAMENTAS BÁSICAS 1. PDCA 2. Brain Storming ou Tempestade de Ideias; 3. Diagrama de Ishikawa (também conhecido por Diagrama de Causa-Efeito); 4. A Árvore dos Porquês (ou técnica de why-why); 5. Diagrama de Pareto; 6. Cartas e gráficos de Controle; 7. Fluxograma 8. Histograma 9. Diagrama de Dispersão O Ciclo de Deming (Plan-Do-Check-Act) é uma ferramenta de inquestionável utilidade no domínio da Gestão da Qualidade. Planejar (Plan): analisar as causas dos problemas e definir os programas de ações corretivas e preventivas para fazer face aos problemas detectados; Fazer (Do): implementar as ações planeadas modificando o processos;

5 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Verificar (Check): medir o impacto comprovando a eficácia do plano de acordo com os objetivos definidos e com as medidas dos indicadores obtidas; Agir (Act): melhorar, alterando o plano de ação, até se alcançar os objetivos. BRAINSTORMING O que é Ferramenta utilizada para fazer planejamento e melhoria de processos. Use para Planejamento e implantação de processos, inclusive melhorias e/ou correções. A aplicação do Ciclo de Deming pressupõe a utilização de diversas ferramentas tais como as Ferramentas para identificação da cauda de raiz dos problemas: Brain Storming ou Tempestade de Ideias; Diagrama de Causa-Efeito (também conhecido por Diagrama de Ishikawa); A Árvore dos Porquês (ou técnica de why-why); Diagrama de Pareto; Cartas e gráficos de Controle; Fluxograma Histograma Diagrama de Dispersão O que é? - O Brainstorming é uma técnica de geração de idéias em grupo que envolve a contribuição espontânea de todos os participantes. Soluções criativas e inovadoras para os problemas. Origem: Foi originalmente desenvolvida por Osborn, em Em Inglês, quer dizer tempestade cerebral.

6 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Quem o utiliza? A aplicação do Brainstorming pode ser utilizada por todos os colaboradores. uma atmosfera mais relaxada, mas também há o risco de dominação pelos participantes mais extrovertidos. Quando? O Brainstorming é usado para gerar um grande número de idéias em curto período de tempo. Pode ser aplicado em qualquer etapa do processo de solução de problemas, assegurando qualidade nas decisões tomadas pelo grupo, devido ao maior comprometimento com a busca de soluções. Por quê? Focaliza a atenção do usuário no aspecto mais importante do problema. Exercita o raciocínio para englobar vários ângulos de uma situação ou de sua melhoria. Serve com lubrificante num processo de solução de problemas, especialmente se: 1. as causas do problema são difíceis de identificar; 2. a direção a seguir ou opções para a solução do problema não são aparentes. Regras do Brainstorming 1. Enfatizar a quantidade e não a qualidade das idéias; 2. Evitar críticas, avaliações ou julgamentos sobre as idéias; 3. Apresentar as idéias tais como elas surgem na cabeça, sem rodeios, elaborações ou maiores considerações. Não deve haver medo de dizer bobagem. As idéias consideradas loucas podem oferecer conexões para outras mais criativas; 4. Estimular todas as idéias, por mais malucas que possam parecer; 5. Pegar carona nas idéias dos outros, criando a partir delas; 6. Escrever as palavras do participante. Não interpretá-las. Tipos de Brainstorming estruturado: Nessa forma, todas as pessoas do grupo devem dar uma idéia a cada rodada ou passar até que chegue sua próxima vez. Isso geralmente obriga até mesmo o tímido a participar, mas pode também criar certa pressão sobre a pessoa. não-estruturado: Nessa forma, os membros do grupo simplesmente dão as idéias conforme elas surgem em suas mentes. Isso tende a criar

7 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO (Espinha de Peixe ou Diagrama de Ishikawa) opiniões de engenheiros de uma fábrica quando estes discutem problemas de qualidade. Use Para: Visualizar, em conjunto, as causas principais e secundárias de um problema. Ampliar a visão das possíveis causas de um problema, enriquecendo a sua análise e a identificação de soluções. Analisar processos em busca de melhorias. Como Construir: Estabeleça claramente o problema (efeito) a ser analisado. Desenhe uma seta horizontal apontando para a direita e escreva o problema no interior de um retângulo localizado na ponta da seta. Como elaborar: O procedimento para a construção de um diagrama causa efeito: O que é: O Diagrama de Causa e Efeito (ou Espinha de peixe) é uma técnica largamente utilizada, que mostra a relação entre um efeito e as possíveis causas que podem estar contribuindo para que ele ocorra. Origem: Construído com a aparência de uma espinha de peixe, essa ferramenta foi aplicada, pela primeira vez, em 1953, no Japão, pelo professor da Universidade de Tóquio, Kaoru Ishikawa, para sintetizar as Faça um brainstorming (veja na página 01 deste Guia) para identificar o maior número possível de causas que possam estar contribuindo para gerar o problema, perguntando Por que isto está acontecendo?. Agrupe as causas em categorias. Uma forma muita utilizada de agrupamento é o 4M: Máquina, Mão-de-obra, Método e Materiais (mas você poderá agrupar como achar melhor).

8 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Elaborar o diagrama: as causas principais são ligadas diretamente à linha horizontal, as causas secundárias são ligadas diretamente às causas principais e assim sucessivamente; A ÁRVORE DOS PORQUÊS Elaborar um plano de análise das causas: com o intuito de verificar quais são as causas mais influentes no processo, estabelece-se um plano de coleta e análise de dados Exemplo de um diagrama espinha de peixe de um sistema de Máquina de Reciclagem O que é: Trata-se do Método dos 5 Por quês?, que através de perguntas encadeadas sobre os efeitos, motivos e causas dos problemas nos levam às causas fundamentais que devem ser atacadas, evitando que se fique, como muitas vezes é usual, agindo apenas sobre os sintomas dos problemas e não em sua solução e bloqueio. Esta técnica consiste em colocar um conjunto de questões aos problemas e possíveis soluções. Considera-se que a causa de raiz foi encontrada

9 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO quando deixa de ser possível encontrar respostas para as questões que se colocam. Listar os meios para se atingir o objetivo: coletar idéias para alcançar os objetivos. Tal como na técnica do Brainstorming, também na Árvore dos Porquês existe um facilitador (alguém que coordena o processo) gere a intervenção das diferentes partes interessadas. 1) Quando deixa de ser possível encontrar outra causa para explicar uma cadeia de acontecimentos, quando deixa de ser possível encontrar respostas para as perguntas porquê? ; 2) O facilitador deve questionar sobre a existência de outra causa do problema e começa uma nova cadeia de acontecimentos. Algumas notas sobre o Facilitador: A função do Facilitador é de apoiar o líder e o restante da equipe no sentido de se conseguir o eficiente funcionamento do grupo. Este papel exige o conhecimento das ferramentas que podem ser úteis para os processos a melhorar e a colaboração com a equipe de modo a proporcionar uma boa comunicação durante as reuniões. O Facilitador deve, ainda, possuir os conhecimentos necessários para identificar problemas quando surjam e assegurar que todos os membros da equipe cumpram o código da conduta. Selecionar os meios e tarefas: analisar cada idéia definida anteriormente e avaliar as viabilidades de execução. Organizar os meios e tarefas selecionados: identificar a ordem de colocação dos meios e tarefas selecionados no diagrama. Segundo MOU[93], parte-se da pergunta: "Para atingir o objetivo básico, quais são os meios e tarefas mais necessários?" As respostas à esta pergunta formam o segundo nível do diagrama. O terceiro nível é encontrado fazendo-se a mesma pergunta ao segundo nível, e assim por diante. Confirmar a ordem dos procedimentos: verificar se a ordem estabelecida corresponde às reais relações de causa e efeito entre cada objetivo e meio. A metodologia de confecção é a seguinte: Definir o objetivo principal: estabelecer com simplicidade e clareza o objetivo básico.

10 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO DIAGRAMA DE PARETO Procedimento para a construção dum diagrama de Pareto: Selecionar as categorias lógicas; Reunir os dados; Ordenar os dados segundo a ordem da maior a menor categoria; Totalizar os dados para todas as categorias; Calcular a percentagem de total que cada categoria representa; Nº de horas extras O diagrama de Pareto permite separar os problemas em poucos vitais e muitos triviais, facilitando a identificação dos aspectos prioritários aos quais devem incidir os esforços de melhoria. Trata-se duma ferramenta de análise de dados que se apresenta em gráficos de barras A elaboração de uma análise de Pareto segue as seguintes fases, segundo CAM[92]: verticais. Após a construção do diagrama de Pareto é comum considerar-se que as causas a atacar são aquelas que contribuem, em conjunto, para cerca de 80% do problema. Identificação do problema: definir qual o problema que será abordado, quais os dados que serão coletados e como será feita a coleta.

11 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Estratificação: buscar as diferentes causas que contribuem para o aparecimento do problema, CARTAS E GRÁFICOS DE CONTROLE Coleta de dados: registrar a freqüência de cada uma das causas levantadas. Priorização: construir o gráfico de Pareto (causas X freqüência), este gráfico representará as causas que mais contribuem para o problema e que devem ser priorizadas; Desdobramento: as causas priorizadas: podem ser novamente desdobradas pela mesma metodologia conforme a necessidade de uma análise mais apurada. Este processo pode ser repetido inúmeras vezes. Estabelecimento de metas: com os dados da análise definem-se metas para a resolução dos problemas atacando-se sempre as causas priorizadas em cada desdobramento. Os gráficos de tendências são instrumentos estatísticos extremamente simples, utilizados para monitorar um sistema, a fim de se observar ao longo do tempo, a existência de alterações em seu comportamento. Os pontos são marcados no gráfico à medida que estejam disponíveis, e apresentados por meio de retas, barras ou círculos. É comum sua utilização para o acompanhamento da produtividade ou desempenho de diversas atividades, por exemplo, quantidade de relatórios corretos entregues pontualmente, contas pagas na data certa, número de peças refugadas diariamente, etc. O Gráfico de Controle é usado com os seguintes propósitos: 1. Diagnóstico = avaliar a estabilidade do processo;

12 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Controle = determinar quando um processo necessita ser ajustado e quando necessita ser mantido como está; 3. Confirmação = confirmar a melhoria de um processo FLUXOGRAMA GRÁFICO DE CONTROLE: Cada um dos tipos de gráfico de controle seguem um procedimento específico e fórmulas diferentes são utilizadas. A essência da construção destes gráficos é: Coletar os dados e com eles calcular: a média, a amplitude, os limites de controle superior e inferior. Marcar os pontos e traçar os limites no gráfico. Fazer análise do comportamento dos pontos em relação aos limites traçados. O que é - Representação gráfica da seqüência de atividades de um processo. Além da seqüência das atividades, o fluxograma mostra o que é realizado em cada etapa, os materiais ou serviços que entram e saem do processo, as decisões que devem ser tomadas e as pessoas envolvidas (cadeia cliente/fornecedor). O fluxograma torna mais fácil a análise de um processo à identificação: das entradas e de seus fornecedores;

13 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO das saídas e de seus clientes; de pontos críticos do processo. Símbolos O fluxograma utiliza um conjunto de símbolos para representar as etapas do processo, as pessoas ou os setores envolvidos, a seqüência das operações e a circulação dos dados e dos documentos. Os símbolos mais comumente utilizados são os seguintes: Operação: Indica uma etapa do processo. A etapa e quem a executa são registrados no interior do retângulo. Decisão: Indica o ponto em que a decisão deve ser tomada. A questão é escrita dentro do losango, duas setas, saindo do losango mostram a direção do processo em função da resposta (geralmente as respostas são SIM e NÃO). Sentido do fluxo: Indica o sentido e a seqüência das etapas do processo. Limites: Indica o início e o fim do processo. pessoas envolvidas no mesmo processo; Disseminar informações sobre o processo. Como usar: Defina o processo a ser desenhado. Escolha um processo que crie o produto ou o serviço mais importante, do ponto de vista do cliente. Elabore um macrofluxo do processo, identificando os seus grandes blocos de atividades. Monte, para a elaboração do fluxograma, um grupo, composto pelas pessoas envolvidas nas atividades do processo. Detalhe as etapas do processo e descreva as atividades e os produtos ou os serviços que compõem cada uma delas. Identifique os responsáveis pela realização de cada atividade identificada. Cheque se o fluxograma desenhado corresponde à forma como o processo é executado e faça correções, se necessário. Use para - Entender um processo e identificar oportunidades de melhoria (situação atual); Desenhar um novo processo, já incorporando as melhorias (situação desejada); Facilitara comunicação entre as

14 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO HISTOGRAMA Determinar os limites das classes. Esta definição deve ser feita de forma tal que o maior e o menor valor sejam contemplados pelas classes. Isto deve ser feito pelo método de tentativa e erro, primeiro determina-se o limite inferior (que deve ser igual ou menor que o menor valor observado), a este valor é acrescido o tamanho do intervalo formando assim a primeira classe e assim por diante até que a última classe seja formada e esta contenha o maior valor observado. Um histograma é construído através das etapas: Coletar os valores dos dados. Listar os dados. Calcular a amplitude (R). Obtenha o maior e o menor dos valores listados e calcule R, onde R=(maior valor) - (menor valor). Determinar o intervalo de classe. O intervalo de classe é determinado de forma que a amplitude calculada seja dividida em intervalos de mesmo tamanho, Isto é obtido dividindo-se a amplitude R por 1, 2 ou 5 (ou múltiplos destes valores, como 10, 20 ou 50) de forma a obter de 5 à 20 intervalos de classe de igual tamanho. Calcular o ponto médio da classe (PM). O PM é calculado usando a seguinte fórmula: PM= (Soma dos limites superior e inferior da classe)/2. *Preparar a tabela de freqüência. Preparar uma tabela que contenha as classes representadas por seus limites superior e inferior, o valor médio de cada classe, e o número de dados que pertencem aquela classe que é chamada freqüência (f). Construir o histograma. No eixo horizontal são indicadas as classes, formando retângulos cujos limites serão os limites superior e inferior das classes, no eixo vertical são indicadas as freqüências que delimitam a altura de cada retângulo (classe).

15 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO DIAGRAMA DE DISPERSÃO II - FERRAMENTAS PARA SOLUÇÕES E GERENCIAMENTO DA QUALIDADE A confecção de um diagrama de dispersão é muito simples: Coletar os dados. Listar os dados aos pares (x,y), sendo que x e y pertencem cada um a um dos grupos de estudo. Designar os eixos x e y. 1. 5W-2H 2. Diagrama de Afinidade 3. Diagrama de Relações 4. Diagrama de setas 5. Diagrama em Matriz de priorização 6. Diagrama PDPC 7. Diagrama da Rede de Atividades 8. Benchmarking Adequação da escala. Com os valores máximos e mínimos de cada um dos grupos define-se a escala, de modo que cada um dos eixos tenha aproximadamente o mesmo comprimento. Marcar os pares de dados e analisar o formato das nuvens formadas para descobrir o tipo e a intensidade da relação.

16 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Ferramentas Gerenciais constitui-se em um processo de 3 fases: FERRAMENTA GERENCIAL E SUA FINALIDADE FASES FERRAMENTAS 1ª fase: identificação do 1. diagrama de afinidades problema 2. diagrama de relações 2ª fase: determinação das 1. diagrama em árvore ações e recursos 2. diagrama em matriz 3. técnicas de priorização/técnicas de redução 3ª fase: estabelecimento de 1. diagrama pdpc processos planos contingenciais e cronograma 2. decision program chart -árvore de decisão 3. diagrama da rede de atividades/ diagrama de flechas O Uso contínuo e sistemático das ferramentas gerenciais permite a análise dos fatos e auxilia na tomada de decisão baseada em dados, dando a certeza de que a decisão tomada foi a mais indicada para a resolução do problema. FERRAMENTAS Diagrama de Afinidade Diagrama de Relações Diagrama em Árvore Diagrama em Matriz Técnicas de Priorização PDPC Process Decision Program Chart - Árvore de Decisão Diagrama da Rede de Atividades/ de flechas FINALIDADES Sintetizar, classificar, estruturar idéias pouco definidas Descobrir e analisar inter relações de causa e efeito Detalhar, desdobrar situações e ações desde o geral até o particular Correlacionar de forma lógica para estudar, avaliar e decidir Direcionar, estreitar e focalizar análises e tomada de decisões Identificar, avaliar e planejar alternativas de atuação Gerenciar prazos, prioridades e administrar recursos

17 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO FERRAMENTA 5W 2H DIAGRAMA DE AFINIDADE: Utilizada para auxiliar no planejamento das ações através do quadro chamado 5W 2H. É uma ferramenta utilizada para planejar a implementação de uma solução, sendo elaborado em resposta as questões a seguir: O QUE: ( WHAT) Qual ação vai ser desenvolvida? QUANDO: ( WHEN) Quando a ação será realizada? POR QUE: (WHY) Por que foi definida esta solução (resultado esperado)? ONDE: (WHERE) Onde a ação será desenvolvida (abrangência)? COMO: ( HOW) Como a ação vai ser implementada (passos da ação)? QUEM: (WHO) Quem será o responsável pela sua implantação? QUANTO: (HOW MUCH) Quanto será gasto? O procedimento para a confecção do diagrama de atividades segue os seguintes passos: Definir o tema: estabelecer em termos amplos, o objeto de estudo. Coleta dos dados lingüísticas ou verbais: coletar fatos, opiniões ou pensamentos, que sejam objetivos e relacionados

18 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO com o tema proposto. Há várias formas de coletar estes dados, por exemplo, através de entrevistas, brainstorming, observações, pesquisas etc. DIAGRAMA DE RELAÇÕES Registro dos dados em cartões: cada dado coletado deve ser registrado em um cartão individual. Agrupar os cartões relacionados: misturar todos os cartões e em seguida reagrupá-los por afinidades e relações naturais. Rotular as cartelas: cada grupo formado recebe um rótulo indicando sua afinidade, este rótulo é chamado de ficha afim. Nesta etapa todos os cartões são revisados para confirmar sua participação em um determinado grupo. Confeccionar o diagrama de afinidades: com os cartões devidamente agrupados e rotulados é formado um quadro geral com o tema principal e os diversos grupos, pode-se usar setas ou outro tipo de símbolos para indicar inter-relações entre os grupos. Quando se requer o envolvimento de diversas pessoas de diferentes departamentos para a construção de uma solução consensual.(ou pessoas que nunca tenham efetivamente trabalhado juntas anteriormente). A idéia básica desta ferramenta segue as etapas: Determinar o problema: expressar o problema de forma clara. Coletar os dados verbais: procurar causas possíveis do problema, através de brainstorming, análise, utilização de ferramentas como análise de Pareto e diagrama de lshikawa.

19 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Confeccionar o diagrama de relações: espalhar todas as fichas e definir as causas de primeira ordem, que são as causas que possuem uma maior relação com o problema. A partir destas causas encontrar as causas que influenciam as causas de primeira ordem, e fazendo um relacionamento causa-efeito (considerandose as fichas que já estão no diagrama como efeitos, quais as suas causas?) distribuir todas as fichas no diagrama e indicar os relacionamentos com setas. DIAGRAMA DE SETAS Revisão do diagrama: avaliar os relacionamentos propostos no diagrama comprovando cada relação com a pergunta "por que?" feita a partir do problema principal seguindo-se todas as linhas do diagrama. A idéia básica deste diagrama está representada na seqüência: Elaborar a listagem das tarefas necessárias: Listar as tarefas, bem como previsão de tempo para executar a tarefa e prérequisito para a execução, Anotar as tarefas em fichas: confeccionar as fichas atividades, traçando uma linha horizontal no meio da ficha, na parte superior coloca-se a atividade, a parte inferior é reservada ao tempo necessário para executar a tarefa.

20 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Relacionar as fichas de tarefas: dispor as fichas de maneira que as tarefas fiquem em seqüência de execução, pode haver atividades que são realizadas ao mesmo tempo, estas ficarão dispostas em paralelo. DIAGRAMA MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO Formar o diagrama: posicionar as fichas no diagrama conforme definido no item anterior, colocar as setas de indicação, bem como a ordem de execução das atividades e por último colocar o tempo previsto para cada atividade na parte inferior da ficha. Devem ser seguidas as seguintes etapas para a construção de uma matriz de priorização segundo o método de critérios: Estabelecer os critérios de seleção: criar uma lista de critérios que serão utilizados para priorização dos dados, Priorizar os critérios: estabelecer os graus de importância de cada critério. Pontuar as opções segundo cada critério: colocar os critérios em uma coluna e os dados a serem analisados em uma linha e fazer o julgamento de cada dado segundo os critérios. Calcular as pontuações totais: multiplica-se o peso de prioridade dos critérios pelo valor que cada dado recebeu segundo cada critério.

21 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Matriz de Priorização de alguns requisitos de qualidade. Indicar a existência ou não do relacionamento entre os dados e se existir verificar o grau deste relacionamento: nos pontos de interseção de linhas e colunas são colocados símbolos que identificam a existência de um relacionamento, bem como do grau de intensidade deste relacionamento. Por exemplo, na matriz acima os símbolos utilizados têm o valor correspondente indicado. TÉCNICAS MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO: Os passos para a utilização do diagrama de matriz são: Determinar os fatos e fenômenos a serem analisados: definir que tipo de análise está se querendo e escolher o grupo de dados que precisam ser analisados. Escolher o formato do gráfico de matriz: esta escolha depende fundamentalmente da quantidade de grupos que se pretende analisar. Determinar a disposição dos dados no diagrama: distribuir os itens que serão analisados em linhas e colunas.

22 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO MATRIZ GUT A tendência é o potencial de crescimento do problema, avaliação da tendência de crescimento, redução ou desaparecimento do problema. A pontuação de 1 a 5, para cada dimensão da Matriz GUT, permite classificar em ordem decrescente de pontos os problemas a serem atacados em melhorias de processo. Analisar = nesta fase, serão buscadas as causas fundamentais de cada problema listado no Brainstorming. Os participantes da primeira etapa e da segunda etapa voltam a se reunirem para tratar das causas (ou porquês) de cada problema. A gravidade é o impacto do problema sobre coisas, pessoas, resultados, processos ou organizações e efeitos que surgirão a longo prazo, caso o problema não seja resolvido. A urgência é a relação com o tempo disponível ou necessário para resolver o problema.

23 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO DIAGRAMA PDPC - CARTA PROGRAMA DE PROCESSO DE DECISÃO O que é: Essa ferramenta é usada para planejar cada possível seqüência / encadeamento de eventos que precisam ocorrer quando o problema ou objetivo a ser atingido não é familiar ou plenamente conhecido. FINALIDADE Identificar, a priori, todas as variações e incertezas inerentes ao meio ambiente que possam afetar a busca / o caminho em direção aos objetivos e metas; O Diagrama PDPC procura não apenas antecipar possíveis desvios de rota, mas também desenvolver medidas alternativas que : Previnam a ocorrência de desvios; Atuem satisfatoriamente caso ocorram desvios de rota; Desenvolver planos de contingências / planos alternativos para lidar com as incertezas. Recomenda-se para a construção do PDPC o acompanhamentos das seguintes etapas: Levantamento dos caminhos possíveis: primeiro é necessário definir os pontos de partida e de chegada, com estas informações traçar possíveis fluxos contendo atividades básicas de maneira a chegar no ponto desejado.

24 FERRAMENTAS DE GESTÃO - VERSÃO 1 ANO Levantamento das possíveis dificuldades: de acordo com as atividades propostas nos diversos caminhos, levantar possíveis problemas, dificuldades e preocupações que possam surgir, com o objetivo de prevenir resultados indesejáveis. DIAGRAMA DA REDE DE ATIVIDADES Avaliação dos problemas: nesta etapa são avaliadas as probabilidades de que cada um dos problemas possa ocorrer, bem como, seu efeito e influência sobre os resultados. Levantamento de alternativas: tentar propor alternativas que neutralizem os problemas. Priorização dos caminhos: os caminhos mais eficientes que levarem ao resultado desejado com uma maior contabilidade e com os recursos disponíveis são selecionados. Estabelecimento de uma data para revisão: conscientes das mudanças constantes nos objetivos e da diversidade das situações são estabelecidas datas para reavaliação periódica dos caminhos. Para que serve: Planejar a distribuição mais adequada das atividades ao longo do tempo tendo em vista a execução de qualquer atividade/tarefa complexa e seus respectivos desdobramentos. Como se faz: Projeta-se a duração estimada para completar a atividade e os tempos de início e fim de cada tarefa (com suas respectivas folgas) que garantam a aderência/cumprimento do prazo. Essa ferramenta é utilizada quando a atividade/tarefa enfocada é familiar, bem como o tempo de duração de cada tarefa é relativamente bem conhecido.

MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE MANUAL DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Í N D I C E Assunto pág. Brainstorming 01 4Q1POC 03 Diagrama de Causa e Efeito 04 Fluxograma 07 Gráficos 10 Lista de Verificação Simples 15 Lista de Verificação de Freqüencia

Leia mais

As ferramentas da QUALIDADE

As ferramentas da QUALIDADE As ferramentas da QUALIDADE Aprendendo a aplicar para solucionar problemas EXPEDIENTE Textos: EPSE Editora e Paulo César Jatobá Edição: Hayrton Rodrigues do Prado Filho Designer gráfico: Adilson Aparecido

Leia mais

APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS DA GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS DA GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS DA GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Herlander MATA-LIMA Professor Auxiliar, DME/UMa Web: http://dme.uma.pt/hlima ATENÇÃO Qualquer referência a este documento

Leia mais

Sistema de Gestão pela Qualidade Total

Sistema de Gestão pela Qualidade Total Sistema de Gestão pela Qualidade Total Ferramentas de Controle da Qualidade Brainstorming Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Controle Márcia Elisa Garcia de Grandi megrandi@usp.br Rosa Maria Fischi

Leia mais

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO Construção Civil e Arquitetura Industria: Museus: Serviços: Saúde: Varejo: ENL Escola de Novos Líderes - 1.500 coordenadores Formação de Monitores - 1000 profissionais

Leia mais

Núcleo Estadual GesPública RS

Núcleo Estadual GesPública RS Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Núcleo Estadual GesPública RS Contexto do GESPÚBLICA no MINISTÉRIO Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão G E S P Ú B L I C A Conselho

Leia mais

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES.

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Prof. Edson Costa Aildefonso FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Qualquer um de nós que possua alguma experiência em trabalho de grupo sabe como é difícil desenvolver maneiras criativas para

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO Auxiliam no: controle dos processos; identificação os problemas ou desvios; objetivo de avaliar e analisar; Facilitando a tomada de decisão. Coleta de dados confiáveis: a ferramenta

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS Priscila Pasti Barbosa 1, Sheila Luz 2, Fernando Cesar Penteado 3, Generoso De Angelis Neto 4, Carlos

Leia mais

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011

Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011 Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 6/4/211 PRODUTIVIDADE O que é o melhoria contínua? Quando se tem o Gerenciamento da Rotina implantado temos a melhoria tipo escada sempre melhorando o resultado

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Gestão de processos e Qualidade

Gestão de processos e Qualidade Gestão de processos e Qualidade Seção 3 Carvalho Avisos N O S S O A C O R D O HORÁRIO INTERVALOS CELULAR AVALIAÇÃO CONVERSAS PARALELAS DÚVIDAS SONO Conceito de Processos; Visão Geral O Processo como base

Leia mais

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda para Coleções Biológicas Paulo Holanda 2º Encontro de Coleções Biológicas da Fiocruz Rio de Janeiro, 2015 Contexto observação dos desafios vivenciados por coleções biológicas na última década; a importância

Leia mais

POLÍTICA. Localizador Revisão Folha:

POLÍTICA. Localizador Revisão Folha: 1/13 1. INTRODUÇÃO Esta norma tem por finalidade descrever os deveres do EPG para o cumprimento de seu trabalho diário dentro dos objetivos da Instituição. 2. OBJETIVO Estabelecer as regras para a realização

Leia mais

Gestão baseada em Processos

Gestão baseada em Processos Gestão baseada em Processos Gestão baseada em Processos GESTÃO BASEADA EM PROCESSOS Todo o trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo. Não existe um produto ou serviço oferecido

Leia mais

5W: 2H: 5W2H: Exemplo: A equipe do projeto X está dividindo as tarefas a serem cumpridas:

5W: 2H: 5W2H: Exemplo: A equipe do projeto X está dividindo as tarefas a serem cumpridas: GUIA DA QUALIDADE Sumário: Este Guia foi elaborado pela equipe de qualidade para fornecer um apoio instrucional a quem quer que precise de informações baseadas nas ferramentas de uso empresarial descritas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES Sara Freire Dias Facesm/Fapemig Edmar Oliveira Duarte Facesm Elvis Magno da Silva

Leia mais

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos.

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. João Antonio Soares Vieira (joaoantonioep@gmail.com/ UEPA) Janine Campos Botelho

Leia mais

Ferramenta de Gerenciamento

Ferramenta de Gerenciamento Ferramenta de Gerenciamento Yuri Franklin 1 Luis Fernando Nuss 2 yuri.fr@uol.com.br luisnuss@hotmail.com 1 Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), Faculdade de Engenharia de Resende - Resende, RJ, Brasil

Leia mais

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br Ferramentas da Qualidade Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br ABORDAGENS DA QUALIDADE ABORDAGENS DA QUALIDADE Desde que a Qualidade se tornou um atributo do processo produtivo, ela vem sendo

Leia mais

Aula 3 Fase de Iniciação de projetos

Aula 3 Fase de Iniciação de projetos Aula 3 Fase de Iniciação de projetos Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula são, basicamente, apresentar as atividades que constituem a fase inicial dos projetos. Alem disso, vamos discorrer sobre

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer ADMINISTRAÇÃO Gestão de Inovação e Ativos Intangíveis Profº Douglas Murilo Siqueira MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II OBJETIVO INTRODUÇÃO Procurar compreender os fundamentos e as práticas dos modelos de decisão

Leia mais

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE Fernanda Aparecida de SOUZA 1 RGM: 079195 Juliana Regina de ALMEIDA 1 RGM: 079247 Mary Ellen dos Santos MOREIRA 1 RGM: 079248 Renato Francisco Saldanha SILVA

Leia mais

Gerenciamento do dia a dia

Gerenciamento do dia a dia CICLO DO PDCA Gerenciamento do dia a dia O Gerenciamento tem como premissa contribuir para melhorar cada vez mais os processos, permitindo que as lideranças e as equipes de trabalho realizem uma análise

Leia mais

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores Apresentação A Rede de Nacional de Consultores "ad hoc" do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública se constitui elemento de suma importância

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade de Projetos. Parte 07. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza

Gerenciamento da Qualidade de Projetos. Parte 07. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza Gerenciamento da Qualidade de Projetos Parte 07 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração: Engenharia e Gerenciamento

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - ADMINISTRAÇÃO QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - ADMINISTRAÇÃO QUESTÕES QUESTÕES 01) A Administração recebeu influência da Filosofia e diversos filósofos gregos contribuíram para a Teoria da Administração. A forma democrática de administrar os negócios públicos é discutida

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO Autora: LUCIANA DE BARROS ARAÚJO 1 Professor Orientador: LUIZ CLAUDIO DE F. PIMENTA 2 RESUMO O mercado atual está cada vez mais exigente com

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Exercícios gerais com questões de concursos anteriores

Gerenciamento de Projetos Exercícios gerais com questões de concursos anteriores Gerenciamento de Projetos Exercícios gerais com questões de concursos anteriores Programa 1. Conceitos básicos do PMBOK. 2. Gerenciamento do ciclo de vida do sistema: determinação dos requisitos, projeto

Leia mais

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO Este artigo tem como finalidade abordar a importância das ferramentas

Leia mais

Analista de Negócio e Processos

Analista de Negócio e Processos Analista de Negócio e : Competências (Conhecimento, Habilidade e Atitude) Negociar Saber negociar Facilitar Ser um facilitador nato Analisar Comunicar Saber se comunicar com facilidade Solucionar Ter capacidade

Leia mais

ANEXO A FERRAMENTAS DA QUALIDADE

ANEXO A FERRAMENTAS DA QUALIDADE ANEXO A FERRAMENTAS DA QUALIDADE Página A1 de A27 A. AS FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE As ferramentas irão nos ajudar a estabelecer melhorias de qualidades entre as quais destacamos as Ferramentas básicas

Leia mais

Organograma, funcionograma, fluxograma

Organograma, funcionograma, fluxograma CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BARRA MANSA CURSO DE NUTRIÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO AULA 28 Profa. M.Sc Vanessa Vasconcelos Fonseca Mestre em Ciência de Alimentos Especialista MBA

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O PMBOK E A ISO-31000

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O PMBOK E A ISO-31000 GERENCIAMENTO DE RISCOS EM PROJETOS: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O E A -31000 Maildo Barros da Silva 1 e Fco.Rodrigo P. Cavalcanti 2 1 Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Fortaleza-CE, Brasil phone: +55(85) 96193248,

Leia mais

MISSÃO ORGANIZACIONAL A MISSÃO É A RAZÃO DE SER DE UMA ORGANIZAÇÃO, IDENTIFICANDO O FOCO FUNDAMENTAL DE SUA ATIVIDADE.

MISSÃO ORGANIZACIONAL A MISSÃO É A RAZÃO DE SER DE UMA ORGANIZAÇÃO, IDENTIFICANDO O FOCO FUNDAMENTAL DE SUA ATIVIDADE. A TRÍADE Missão MISSÃO ORGANIZACIONAL A MISSÃO É A RAZÃO DE SER DE UMA ORGANIZAÇÃO, IDENTIFICANDO O FOCO FUNDAMENTAL DE SUA ATIVIDADE. MISSÃO ORGANIZACIONAL Assim como O REGISTRO DE NASCIMENTO nos identifica

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Leia mais

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho.

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. AULA 07 - ATPS Prof. Leonardo Ferreira 1 A Estrutura Funcional X Horizontal Visão

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM O USO DO CICLO PDCA E DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Sandro Cantidio da Silva 1. Resumo. Abstract. 1. Fundamentação teórica

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM O USO DO CICLO PDCA E DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE. Sandro Cantidio da Silva 1. Resumo. Abstract. 1. Fundamentação teórica SOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM O USO DO CICLO PDCA E DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Sandro Cantidio da Silva 1 Este trabalho técnico foi preparado como estudo de viabilidade de implantação de produção enxuta em

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA.

A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA. ISSN 1984-9354 A REDUÇÃO DE PROBLEMAS DE QUALIDADE ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CICLO PDCA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA COSMÉTICA. Luis Felipe Vieira Gonçalves (LATEC/UFF) Resumo Este artigo tem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES CURITIBA 2014 MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos. Parte 10. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza

Gerenciamento de Riscos em Projetos. Parte 10. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza Gerenciamento de Riscos em Projetos Parte 10 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração: Engenharia e Gerenciamento

Leia mais

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade Gestão da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de Controle Ciclo PDCA 1 Brainstorming Brainstorming

Leia mais

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 2.1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 Fundamentos de Risco e Retorno Se todos soubessem com antecedência qual seria o preço futuro de uma ação, o investimento

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

Distribuição de Freqüência

Distribuição de Freqüência Distribuição de Freqüência Representação do conjunto de dados Distribuições de freqüência Freqüência relativa Freqüência acumulada Representação Gráfica Histogramas Organização dos dados Os métodos utilizados

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão. Manual de Análise e Melhoria de Processos

Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão. Manual de Análise e Melhoria de Processos Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Modernização da Gestão Manual de Análise e Melhoria de Processos A melhor forma de entender um arquétipo (processo) é diagramar sua própria

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: GESTÃO DE PROJETOS Aula N : 10 Tema: Gerenciamento

Leia mais

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade Norma ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade Sistemas da Qualidade e Qualidade Ambiental ISO 9000 e ISO 14000 Prof. M. Sc. Helcio Suguiyama 1- Foco no cliente 2- Liderança 3- Envolvimento das Pessoas 4- Abordagem

Leia mais

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Evandro de Paula Faria, Claudia Cristina de Andrade, Elvis Magno da Silva RESUMO O cenário competitivo exige melhoria contínua

Leia mais

Módulo 2. 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios

Módulo 2. 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios Módulo 2 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios 2ª. Ferramenta: Diagrama de Ishikawa Finalidade: Explorar e indicar todas as causas possíveis

Leia mais

FERRAMENTAS E MÉTODOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: INSTRUMENTOS PARA A COMPETITIVIDADE

FERRAMENTAS E MÉTODOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: INSTRUMENTOS PARA A COMPETITIVIDADE FERRAMENTAS E MÉTODOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: INSTRUMENTOS PARA A COMPETITIVIDADE Marlette Cassia Oliveira Ferreira marlettecassia@gmail.com FATEC São Sebastião Janaína de Souza Gimenez FAESO Janaina de

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

Módulo III Ferramentas da Qualidade. Prof. Dr. Jacinto Ponte

Módulo III Ferramentas da Qualidade. Prof. Dr. Jacinto Ponte Módulo III Ferramentas da Qualidade Prof. Dr. Jacinto Ponte 2 Apresentação Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará (1981), mestrado em Engenharia Civil pela Universidade

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002 1 ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração Florianópolis, 2002 2 RESUMO No presente artigo enfatiza-se as principais ferramentas

Leia mais

Exercícios de Gestão de Processos

Exercícios de Gestão de Processos Exercícios de Gestão de Processos Agente de Administração 1) Uma organização formal, também conhecida como tradicional, compõe-se de camadas hierárquicas, enfatizando: a) o meio ambiente. b) os funcionários.

Leia mais

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva Gestão da Qualidade Ferramentas da Qualidade: É identificar e eliminar falhas no processo de produção levará uma empresa a conseguir vantagem competitiva em custos e resultados de qualidade. Para a Qualidade,

Leia mais

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr CONCEITOS PLANEJAMENTO OPERACIONAL Para realizar objetivos, é preciso definir quais atividades devem ser executadas e quais recursos são necessários para a execução das atividades. O processo de definir

Leia mais

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009.

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. Introdução Segundo as informações disponíveis no site do

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Introdução Sistemas de Gestão da Qualidade Ações Gerenciais

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

9 RECURSOS HUMANOS 10 COMUNICAÇÕES

9 RECURSOS HUMANOS 10 COMUNICAÇÕES 10 COMUNICAÇÕES O gerenciamento das comunicações do projeto é a área de conhecimento que emprega os processos necessários para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação

Leia mais

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias Auditar conforme a norma ISO 9001 requer, dos auditores, obter um bom entendimento do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) das empresas

Leia mais

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Diana Michele Pilz (FAHOR) dp000682@fahor.com.br Beatriz Simone Dockhorn (FAHOR) bd000684@fahor.com.br Eliane

Leia mais

Professor Jorge Lheureux. Sistemas orgânicos e mecanicistas. Exercícios de Administração Pública. Processo Organizacional

Professor Jorge Lheureux. Sistemas orgânicos e mecanicistas. Exercícios de Administração Pública. Processo Organizacional Exercícios de Administração Pública Processo Organizacional 1 - (Esaf) Relacione as colunas a seguir e identifique qual das opções melhor representa a seqüência de definições da segunda coluna. I Organização

Leia mais

MASP. Metodologia de Análise e Solução de Problemas

MASP. Metodologia de Análise e Solução de Problemas MASP Metodologia de Análise e Solução de Problemas 1 MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Elaborado por: Felipe Morais Menezes Porto Alegre 2013 2 Sumário 1 QUALIDADE... 5 2 O CICLO PDCA...

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

Química. Qualidade Total

Química. Qualidade Total Química Qualidade Total Guarulhos 2012 Günter Wilhelm Uhlmann CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conceitos Básicos - Qualidade - Produtividade - Competitividade Qualidade evolução histórica Gestão da Qualidade Total

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL

PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL Importância PDCA Diretriz para a organização; Aproveitamento de novos espaços e layout; Redução e controle de riscos; Gerenciamento dos recursos com maior eficiência,

Leia mais

SGD. Sistema de Gestão do Desempenho Sistema Eletrobras. Versão Final

SGD. Sistema de Gestão do Desempenho Sistema Eletrobras. Versão Final SGD Sistema de Gestão do Desempenho Sistema Eletrobras Versão Final 2 APROVAÇÕES Resolução da Diretoria Executiva da Eletrobras DEE - 508/09, de 10.06.2009. Deliberação do Conselho de Administração da

Leia mais

UBQ União Brasileira para Qualidade

UBQ União Brasileira para Qualidade UBQ União Brasileira para Qualidade Quem somos A UBQ é uma entidade civil, para fins não econômicos, que trabalha para difundir os conceitos e as práticas da Qualidade com o objetivo de ajudar as organizações

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1.

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. GRECO, ROSANGELA MARIA 2 Objetivo

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIO Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

Estudo de Modelos de Diagnóstico em Empresas quanto à Gestão da Inovação Tecnológica

Estudo de Modelos de Diagnóstico em Empresas quanto à Gestão da Inovação Tecnológica Estudo de Modelos de Diagnóstico em Empresas quanto à Gestão da Inovação Tecnológica Leonardo Pinheiro Morel (FEG-UNESP) pro04096@feg.unesp.br Prof. Dr. Ubirajara Rocha Ferreira (FEG-UNESP) ferreiur@feg.unesp.br

Leia mais

CAPÍTULO I NOÇÕES BÁSICAS DE ADMINISTRAÇÃO...

CAPÍTULO I NOÇÕES BÁSICAS DE ADMINISTRAÇÃO... Sumário Sumário CAPÍTULO I NOÇÕES BÁSICAS DE ADMINISTRAÇÃO... 15 1. Conceitos Básicos... 15 1.1. O que é Administração?... 15 1.2. O que é Administração Pública?... 16 1.3. O que são as organizações?...

Leia mais

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos I (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos I (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Título da apresentação Curso Gestão de Projetos I (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Prof. Instrutor Elton Siqueira (a) (Arial Moura preto) CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS I

Leia mais

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas

Sumário. Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas Sumário Capítulo 1: Evolução das Teorias Administrativas 1.1. A Administração Científica 1.2. A Teoria Clássica 1.3. Teoria das Relações Humanas 1.4. Burocracia 1.5. Teoria Estruturalista 1.6. Teoria dos

Leia mais

2ª edição 2015. Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia

2ª edição 2015. Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia 2ª edição 2015 Manual das Reuniões de Acompanhamento da Estratégia ÍNDICE INTRODUÇÃO...03 ROTINA DE MONITORAMENTO...05 ANÁLISE CRÍTICA, PLANO DE AÇÃO E CONTRAMEDIDAS...09 REGISTROS DE PLANOS DE AÇÃO NO

Leia mais

Trata-se do processo de análise da sequência de atividades e seus atributos, tais como duração, recursos e restrições;

Trata-se do processo de análise da sequência de atividades e seus atributos, tais como duração, recursos e restrições; Aula 12 1 2 Trata-se do processo de análise da sequência de atividades e seus atributos, tais como duração, recursos e restrições; Vantagem: o principal benefício é a geração de um modelo com previsão

Leia mais

MACROPROCESSOS É um conjunto de processos que correspondem a uma função da organização.

MACROPROCESSOS É um conjunto de processos que correspondem a uma função da organização. GESTÃO POR PROCESSOS Prof. WAGNER RABELLO JR PROCESSO Conjunto de recursos e atividades interrelacionadas que transforma insumos (entradas) em serviços ou produtos (saídas); GESTÃO DE PROCESSO OU GESTÃO

Leia mais

Análise e Melhoria de Processos Metodologia MASP. Módulo4 Aplicação das Etapas Finais da MASP

Análise e Melhoria de Processos Metodologia MASP. Módulo4 Aplicação das Etapas Finais da MASP Análise e Melhoria de Processos Metodologia MASP Módulo4 Aplicação das Etapas Finais da MASP Brasília 2015 Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento

Leia mais

QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA AS INSTITUIÇÕES

QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA AS INSTITUIÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CENTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MBA EM GESTÃO DA QUALIDADE ELISANGELA ELIAS FERNANDES QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA

Leia mais