Diagnóstico de gestão do conhecimento (DGC): ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagnóstico de gestão do conhecimento (DGC): ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa"

Transcrição

1 Diagnóstico de gestão do conhecimento (DGC): ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa Lucyanno Moreira Cardoso de Holanda (UTFPR) Neudi Luis Scandolara (UTFPR) Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) Resumo: O presente artigo tem como objetivo realizar um Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC), numa indústria fabricante de painéis de madeira localizada no estado do Paraná, denominada de ALFA, a partir do modelo proposto pelas autoras Bukowitz e Williams (2002). Antes da aplicação do DGC foi realizada uma pré-avaliação através das Condições Capacitadoras da Gestão do Conhecimento, adaptada de Davenport e Prusak (1998). Para consecução dos objetivos do trabalho utilizou-se como ferramenta metodológica o estudo de caso. Já a coleta das informações aconteceu através das entrevistas e posteriormente da aplicação do DGC junto ao diretor geral da indústria. O modelo proposto pelas autoras é dividido em processo tático e estratégico, e esses são compostos por sete seções, Obtenha; Utilize; Aprenda; Contribua; Avalie; Construa/Mantenha e Descarte, e para cada seção existem vinte afirmações para avaliação da organização ou setores. Os resultados apresentam que na organização estudada já existia uma infra-estrutura voltada para a GC. Além dessa constatação foi possível verificar como a GC cria valor para a organização, já que a indústria ALFA conseguiu resultados acima da média estipulada pelas autoras para todas as sete seções e obteve a média geral 82,29%. Palavras-chave: Identificação; Mensuração da Gestão do Conhecimento. 1 Introdução O atual contexto organizacional tem como principais características a mutação constante, concorrência cada vez mais acirrada e a necessidade das organizações buscarem os mecanismos e ações mais adequadas para o alcance de maior competitividade. Nesta perspectiva, o novo parâmetro para análise organizacional tem sido o conhecimento, o qual pode ser gerenciado, buscando a sua adequação para a estrutura, formas de funcionamento e as estratégias empresariais. Este estudo pautou-se em responder a seguinte problema inicial: Como diagnosticar se o conhecimento captado, criado, usado e armazenado pela organização gera aumento de seu desempenho? Para responder o problema de mensuração do conhecimento, as autoras Bukowitz e Williams, através de seus estudos e grande experiência, desenvolveram um modelo denominado Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC) que permite avaliar nos níveis tático e estratégico se o conhecimento organizacional gera ou não valor. Diante do contexto inicial, o artigo tem como objetivo realizar um Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC), numa indústria fabricante de painéis de madeira localizada no estado do Paraná, denominada de ALFA, a partir do modelo proposto pelas autoras Bukowitz e Williams (2002). Antes da aplicação do DGC foi realizada uma pré-avaliação através das 1

2 Condições Capacitadoras da Gestão do Conhecimento, adaptado de Davenport e Prusak (1998). O artigo caracteriza como de natureza aplicada, tem abordagem qualitativa e para consolidar os procedimentos técnicos foi utilizado o estudo de caso. Além desta parte inicial, são abordados no referencial teórico os principais autores e a suas abordagens sobre Gestão do Conhecimento; O Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC) e suas características. Em seguida são explicitados os procedimentos metodológicos. Após, são apresentados os resultados da pesquisa. E finalmente, são feitas as considerações finais. 2. Gestão do Conhecimento O conceito e as práticas da Gestão do Conhecimento não é algo novo, uma vez que sempre foi realizado nas empresas de maneira informal. Vale salientar ainda que dada à amplitude teórica do tema em pauta, existem variadas abordagens operacionalizadas pelos diversos autores explicitados no quadro um. AUTORES Barclay; Murray (1997) Choo (1998) Leonard-Barton (1998) Terra (2001) Nonaka; Takeuchi (1997) Wiig (2002) ABORDAGEM Definem três abordagens para a gestão do conhecimento: abordagem mecanicista (maior preocupação com o uso de ferramentas de tecnologia de informação), abordagem cultural/comportamental (concentra mais recursos na inovação e criatividade, ou seja, na criação de organizações que aprendem) e abordagem sistemática (procura mesclar as duas abordagens anteriores). Baseada na organização do conhecimento a partir do uso estratégico da informação. Propõe o ciclo que aborda o uso estratégico da informação nos processos de construção de sentido, criação de conhecimento e tomada de decisão. Através da interação dessa rede de processos, os quais estão socialmente distribuídos por muitos níveis e funções da instituição, a organização constrói significados comuns sobre sua identidade e sua atividade, gerando o conhecimento organizacional. Foco em atividades que envolvem: 1) busca de soluções criativas, de forma compartilhada; 2) implementação e integração de novas metodologias e ferramentas nos processos atuais; 3) prática de experimentos, a partir de protótipos e projetos piloto para desenvolvimento de competências; 4) importação e absorção de metodologias e tecnologias externas. Um esforço para fazer com que o conhecimento de uma organização esteja disponível para aqueles que dele necessitem dentro dela, quando isso se faça necessário, onde isso se faça necessário e na forma como se faça necessário, com o objetivo de aumentar o desempenho humano e organizacional. Baseada na transformação do conhecimento explícito em conhecimento tácito e vice-versa, a partir das práticas de: socialização (tácito p/ tácito); externalização (tácito p/ explícito); combinação (explícito p/ explícito) e internalização (explícito p/ tácito). Construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre ativos de conhecimento da organização. 2

3 Teixeira Filho (2000) O Dell e Grayson (2000) Bukowitz e Williams (2002) Uma coleção de processos que governam a criação, disseminação e utilização do conhecimento para atingir plenamente os objetivos da organização. Uma estratégia consciente de obter o conhecimento certo das pessoas certas no momento certo e de ajudar as pessoas a transformarem a informação em ação de modo que se empenhem em melhorar o desempenho da empresa. É o processo pelo qual a organização gera riqueza, a partir do seu conhecimento ou capital intelectual. As autoras desenvolveram uma metodologia que realiza um Diagnóstico da Gestão do Conhecimento (DGC) nas organizações, compreendendo o processo tático e o estratégico. QUADRO 1: Autores e abordagem sobre Gestão do Conhecimento. Fonte: Autores Como este estudo tem como objetivo realizar um Diagnóstico de Gestão do Conhecimento, optou-se pela abordagem de Bukowitz e Williams (2002). Com a aplicação do DGC é possível conseguir melhorias de desempenho na Gestão do Conhecimento, através de técnicas didáticas que permite ligar alguns conceitos e ações específicas. O próximo subtópico apresenta de forma detalhada como o DGC e seus componentes. 2.2 Diagnóstico da Gestão do Conhecimento DGC Partindo do pressuposto que o conhecimento é de difícil mensuração, Bukowitz e Williams desenvolveram um modelo, denominado de Diagnóstico da Gestão do Conhecimento, que tem como principal objetivo estruturar os processos de GC na organização ou em parte dela. Segundo Bukowitz e Williams (2002:24) a estruturação dos processos é uma maneira simplificada de pensar sobre como as organizações geram, mantêm e dispõem de uma reserva de conhecimento estrategicamente correto para criar valor. DGC é composto por dois processos, o tático e estratégico, e esses são compostos por sete seções, como demonstra a figura um. FIGURA 1: Estruturação dos Processos de Gestão do Conhecimento. Fonte: Bukowitz e Williams (2002:24). 3

4 Como explicitado anteriormente, o DGC é composto por sete seções, e para realizar o diagnóstico de cada seção, as autoras propõem um conjunto de imperativos e desafios. O próximo subtópico apresenta detalhadamente os processos tático e estratégico como seus imperativos e desafios O Processo Tático Refere-se ao conhecimento diário, e tem como objetivo responder as demandas e oportunidades de mercado. Esse processo é composto por quatro seções: obtenha, utilize, aprenda e contribua. - Seção 1: Obtenha. Tem como principal problema a grande disponibilidade de informação proporcionada pelas tecnologias, que gerou o desafio das pessoas e/ou equipes encontrar a informação correta no momento necessário, e das organizações em fornecer ferramentas para o acesso, gerenciamento e armazenagem das informações. - Seção 2: Utilize. O principal problema encontra-se na utilização de fontes tradicionais de inspiração e de pensamento criativo que podem não gerar diferencial competitivo e consequentemente não levar a produtos, processo e formas de gestão inovadoras. Diante do problema as pessoas e/ou equipes foram obrigadas a buscar constantemente fontes novas e seguras para inovar e satisfazer as necessidades dos clientes. Já as organizações tiveram como desafio proporcionarem ambientes e melhores práticas para o estímulo da criatividade e uso da informação. Seção 3: Aprenda. O problema refere-se à integração da aprendizagem com a maneira com que as pessoas trabalham. As pessoas e/os grupos tiveram que entender e aprender como algumas ações afetam os resultados no trabalho diário, para melhorar os resultados futuros. A responsabilidade das organizações para essa seção encontra-se em proporcionar um ambiente para entender os diversos estilos de aprendizagem. Seção 4: Contribua. Completa o ciclo do processo tático. Essa tem como principal problema a mentalidade das pessoas de achar que dividir conhecimento é perca de tempo e não agregar valor para quem contribuiu e sim só para quem recebe. O desafio para as pessoas e/ou grupos é de anular esse tipo de mentalidade e despertar o desejo de colaboração. As organizações têm como responsabilidade nessa seção de promover estruturas para apoiar uma cultura voltada para a colaboração de idéias. Para que as seções ampliem as contribuições para o processo tático de gestão do conhecimento é necessário observar os seguintes imperativos e desafios, conforme apresenta o quadro dois. SEÇÃO IMPERATIVOS DESAFIOS Obtenha Articulação Consciência Acesso As pessoas podem descrever as suas necessidades de informação: - Entenda e comunique o uso pretendido da informação; - Direcione as solicitações de informação adequadamente. As pessoas sabem onde encontrar as fontes do conhecimento: - Forneça indicações: catálogos, páginas amarelas e mapas; - Utilize as comunidades de prática para lançar um raio de luz sobre o conhecimento organizacional. As pessoas têm os instrumentos que necessitam para encontrar e captar a informação: 4

5 Utilize (use) Aprenda Contribua Orientação Abrangência Permeabilidade Liberdade Visibilidade Familiarização Motivação Facilitação Confiança - Equilibre as tecnologias de empurrar e de puxar ; - Envolva o usuário na criação dos instrumentos de navegação e captura. Novos papéis organizacionais sustentam os pesquisadores de informação: - Converta os bibliotecários em ciberotecários; - Criar um novo papel: o gestor de conhecimento; - Utilizar especialistas como filtros de informação; A infra-estrutura de conhecimento é abrangente e bem organizada: - Permita acesso tanto à informação gerida centralizadamente quanto à publicada individualmente; - Crie estruturas e processos que promovam a reutilização do conhecimento. As idéias fluem tanto para dentro como para fora da organização, expondo as pessoas a muitas perspectivas e possibilidades diferentes: - Formate a estrutura organizacional para melhorar as comunicações e os fluxos de conhecimento; - Planeje o ambiente físico de modo que as idéias se cruzem e se fertilizem; - Trate a informação como um recurso aberto, que flui livremente para todos os cantos da organização; - Colabore com todas as comunidades envolvidas rotineiramente. Geralmente, as pessoas estão à vontade e confiantes quanto a agir sobre idéias novas: - Valorize as contribuições de todos na organização; - Crie espaço e tempo para jogar. A ligação entre a estratégia e aprendizagem derivada das ações cotidianas é óbvia: - Retrate a complexidade dos sistemas humanos; - Envolva mente e corpo para vincular os temas leves à estratégia. O exercício de aprendizagem é um lugar comum: - Promova o principio do prazer no trabalho; - Integre os mecanismos de reflexão no hábito do trabalho; - Capte os benefícios dos erros, fracassos e discordâncias; - Cultive e arte de aprender fazendo. Os membros querem contribuir com o seu conhecimento: - Remova as barreiras do compartilhamento; - Vincule a contribuição com a oportunidade e o avanço; - Retenha benefícios dos que não contribuem; - Encontre pontos de benefícios mútuos. Os sistemas e as estruturas apóiam o processo de contribuição: - Dê tempo e espaço para que os empregados contribuam com o melhor do trabalho deles; - Crie funções de dedicação exclusiva que apóiem o processo de contribuição; - Apóie a transferência de conhecimento implícito; - Teça uma rede organizacional. A organização promove a compreensão e o respeito pelo valor do conhecimento contribuído: - Promova um contrato de reciprocidade; - Criar políticas explícitas para promover a propriedade; - Utilize a publicação individual para promover a propriedade; - Valorize os laços de confiança. QUADRO 2: Imperativos e desafios do processo tático de gestão do conhecimento. Fonte: Bukowitz e Williams (2002, p )[adaptado]. 5

6 Explicitado o processo Tático, suas seções, imperativos e desafios, o próximo subtópico abordará o processo estratégico, esse tem como objetivo alinhar a estratégia de conhecimento com a estratégia geral do negócio O Processo Estratégico O segundo processo do DGC é voltado mais para o longo prazo e tem como principal objetivo combinar o intelectual e as exigências estratégicas, além de ter uma preocupação maior com o papel de grupos e lideranças organizacionais específicas. Segundo Castro (2005:83) esse processo é uma tentativa para descrever o ciclo de vida que cerca ativos baseados no conhecimento. As seções envolvidas são: Avalie, Construa/Mantenha e Descarte. - Seção 5: Avalie. O problema principal encontra-se relacionado com a mudança de enfoque, onde os ativos intelectuais passam a ser geradores de valor para as organizações e ainda não existem medidas seguras para avaliar os intangíveis. Partindo desse contexto, o principal desafio para as pessoas e/ou grupos é tentar deixar menos complexo a forma de medição desses ativos intelectuais no processo de planejamento. Já para as organizações a maior responsabilidade é de mapear e avaliar quais desses ativos serão aproveitados para necessidades futuras. - Seção 6: Construa/Mantenha. Parte do problema que as organizações têm que manter e fazer crescer seus ativos intangíveis, mas elas sentem uma grande dificuldade mensurar a quantidade de recursos a ser investido com o retorno desses ativos. Como desafio as pessoas e/ou equipes devem buscar sempre novos experimentos com intuito de gerar um diferencial competitivo para a organização que justifique novos e sistemáticos investimentos. Já para a organização a principal responsabilidade e de desenvolver e implementar um bom plano de ação para favorecer o novo conhecimento. - Seção 7: Descarte. A maioria das organizações ainda não enxerga quando parte ou toda a base de conhecimento não fornece mais vantagem competitiva, gerando o problema a ser solucionado nessa seção. Para resolver o problema, as pessoas e/ou grupos tem como principal desafio desenvolver e utilizar algum método para analisar os custos dessa retenção de conhecimento desnecessário. A responsabilidade das organizações nessa seção é reconhecer que pode existir conhecimento desnecessário e incentivar o conhecimento novo. No intuito de ampliar as contribuições para o processo estratégico de gestão do conhecimento é necessário observar os seguintes imperativos e desafios, conforme apresenta o quadro três. SEÇÃO IMPERATIVOS DESAFIOS Avalie Perspectiva Integração Expanda a teoria da organização para capturar o impacto do conhecimento sobre o desempenho organizacional: - Identifique as novas formas de capital organizacional; - Conceba as novas tarefas de gestão. Incorpore no processo geral de gestão um novo conjunto de estruturas, processos e medidas que avaliam toda a base de recursos a partir dos quais a organização gera valor: - Visualize as estruturas que guiam as práticas de gestão do conhecimento; - Faça experiências com abordagens de avaliação e de calculo para estimar os 6

7 Construa/ Mantenha Descarte Direção Conexão Reconhecimento Reciprocidade Abstenção Conversão resultados estratégicos; - Comunique-se com os principais stakeholders. Os recursos são canalizados de maneira que reabasteçam e criem conhecimento: - Subordine a tecnologia de informação às pessoas; - Estruture posições que enfocam a atenção organizacional sobre o capital intelectual. A organização forma relacionamentos que promovem os seus objetivos de gestão do conhecimento: - Pregue a cooperação entre as divisões internas; - Forme parcerias criativas com outras organizações; - Retenha as pessoas certas. A organização vê como extrair o valor integrado no conhecimento: - Utilize o conhecimento para fortalecer o relacionamento com o cliente; - Desconsidere a organização como um todo para lançar um olhar novo nos seus detalhes. As políticas, procedimentos e normas culturais mantêm um contrato entre a organização e os seus membros: - Demonstre que a criação de valor é uma proposição consistente; - Crie espaço para que o profissional venha diretamente de corpo e alma para o trabalho. Não absorver conhecimento desnecessário: - Reconheça as formas de conhecimento que podem ser alavancadas e aquelas que são limitadas; - Encontre alternativas para o aproveitamento direto, a fim de fazer experiências com o conhecimento. O conhecimento que é um dreno de recursos é convertido em forma de valor: - Reconheça e dispense os verdadeiros drenos de recursos. QUADRO 3: Imperativos e desafios do processo estratégico de gestão do conhecimento. Fonte: Bukowitz e Williams (2002, p ) [adaptado] A partir do esclarecimento do que se trata o DGC e seus componentes (processos Tático e Estratégico, suas respectivas seções, imperativos e desafios) é possível fazer uso dessa ferramenta e identificar as áreas de Gestão do Conhecimento nas qual a organização é deficiente e após essa identificação realizar o diagnóstico. 3 Procedimentos Metodológicos Nesse capítulo são apresentados os aspectos básicos que toda pesquisa cientifica requer para poder ser operacionalizada e após seu desenvolvimento oferecer conclusões e resultados válidos para acrescentar e consolidar novos conhecimentos. O método de pesquisa utilizado busca aliar as concepções teóricas relativas ao tema e as necessidades práticas da coleta de dados. 3.1 Tipo de Estudo Partindo do objetivo geral, o estudo caracteriza como de natureza aplicada. Segundo Silva e Menezes (2001:20), esse tipo de estudo objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática dirigidos à solução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais. Já em relação à forma de abordagem, é caracterizado como uma pesquisa qualitativa. Essa 7

8 considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números (SILVA E MENEZES, 2001:20). Do ponto de vista de seus objetivos trata de uma pesquisa exploratória. Para Gil, (1999) a pesquisa exploratória tem como principal finalidade desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e idéias, com vistas na formulação de problemas mais precisos ou hipóteses pesquisáveis para estudos posteriores. Para consolidar os procedimentos técnicos foi utilizado o estudo de caso. Esse tipo de estudo é utilizado quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento (SILVA E MENEZES, 2001:20). Outras fontes de informação também foram utilizadas para compor e fundamentar ainda mais o estudo. Entre elas se encontra a pesquisa bibliográfica por fontes secundárias através da leitura de livros e documentos oficiais, e também fontes primárias através do contato direto por meio da pesquisa de campo, tabulação e análise dos dados. 3.2 Técnica de Coleta de Dados O instrumento de pesquisa utilizado foi à entrevista, esse teve como principal objetivo explicar, tirar dúvidas e obter informações importantes no momento de aplicação do DGC junto ao diretor geral da indústria ALFA. Antes da aplicação do DGC foi realizada também, junto ao diretor geral, uma pré-avaliação através das Condições Capacitadoras da Gestão do Conhecimento, adaptado de Davenport e Prusak (1998). Esse modelo é composto por nove (9) afirmações, e tem como objetivo avaliar se na organização existe uma infra-estrutura que possibilite o uso eficiente da Gestão do Conhecimento. Após a pré-avaliação, foi aplicado o Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC). Segundo Bukowitz e Williams (2002), o DGC é composto por sete seções que discute cada passo do processo de Gestão do Conhecimento. E cada uma das sete seções contém uma lista de vinte (20) afirmações que avaliaram a organização ou algum setor dela. Para cada pergunta foi adotada uma escala de avaliação (ordem crescente) onde: F A afirmação é fortemente descritiva na minha organização; M A afirmação é moderadamente descritiva na minha organização; Fr A afirmação é fracamente descritiva na minha organização. Ainda segundo as autoras é simples interpretar a pontuação dos resultados do DGC. Quanto maior o percentual obtido nas respostas, melhor o desempenho de um passo específico do processo de Gestão do Conhecimento. Para calcular cada seção e também a média das sete seções é necessário: 8

9 Para cada uma da respostas foram atribuídos scores: ( Fs =3), ( M =2) e ( Fr =1), ou seja, somam-se o total de Fs e multiplica por três; o total de Ms e multiplica por dois e o total de Fr e multiplica por 1. A pontuação máxima para cada seção é de 60 pontos (20 afirmações X 3), já a pontuação máxima possível geral é 420 (60 pontos X 7 seções). A pontuação média de desempenho da GC nas organizações estabelecida pelas autoras para cada seção é de 30 a 70%, e para todas as seções é de 55%. 4. Resultados A partir da aplicação do primeiro modelo, condições capacitadoras, foi possível identificar se existia na indústria ALFA, uma infra-estrutura voltada para a Gestão do Conhecimento. Depois de verificada a infra-estrutura, foi possível utilizar o DGC e diagnosticar quais as áreas da GC que a organização apresentava deficiência. 4.1 Condições capacitadoras da Gestão do Conhecimento O modelo das condições capacitadoras, foi adaptado de Davenport e Prusak (1998). Para os autores o sucesso da implantação da Gestão do Conhecimento depende da existência de nove fatores (cultura, infra-estrutura técnica e organizacional, apoio da alta gerência, vinculação da GC ao valor econômico, orientação para processos, clareza de visão e linguagem, elementos motivadores não-triviais, algum nível de estrutura do conhecimento, múltiplos canais para a transferência do conhecimento). O quadro quatro apresenta os resultados obtidos. CONDIÇÕES CAPACITADORAS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO 1. Existência/ausência de uma cultura voltada para o conhecimento. Fortemente Descritiva F Moderadamente Descritiva Fracamente Descritiva 9

10 2. Existência/ausência de uma infra-estrutura técnica e organizacional. 3. Existência/ausência de apoio da alta gerência. M 4. Existência/ausência de alguma vinculação da GC ao valor econômico. 5. Existência/ausência de alguma orientação para processos. F 6. Existe/ausência de clareza de visão e linguagem. F 7. Existência/ausência de alguns tipos de elementos motivadores não-triviais. 8. Existência/ausência de algum nível de estrutura do conhecimento. 9. Existência/ausência de múltiplos canais para a transferência do conhecimento. TOTAL TOTAL GERAL* (5X3) =15 (4X2) = 8 0 PORCENTAGEM (%)** F F (15/27) =55,56 M M M (8/27) =29,63 PORCENTAGEM TOTAL (%) (55, ,63) = 85,19% *( de Fs, X 3 + dos Ms X 2 + Fr X 1). **( do total geral por 27). QUADRO 4: Capacitadores da Gestão do Conhecimento. Fonte: Davenport e Prusak (1998) [adaptado] Para analisar a existência das condições capacitadoras na indústria ALFA foi adaptado nesse modelo à mesma escala e os mesmos scores do Diagnóstico de Gestão do Conhecimento. Das nove afirmações pesquisadas, cinco foram classificadas como fortemente descritiva e quatro como moderadamente descritiva, tendo como média geral de 85,19%. Diante dos resultados é possível inferir que a indústria apresenta uma infra-estrutura eficiente que dar suporte a Gestão do Conhecimento. Após comprovação do uso formal da GC foi analisado, através do DGC, se existia alguma deficiência nas suas áreas. O quadro cinco apresenta mais detalhes dos resultados obtidos. SEÇÃO PONTUAÇÃO TOTAL DA ETAPA PERCENTUAL DA ETAPA (%)* P. TÁTICO Obtenha 56 (56/60) = 93,33 Utilize 53 (53/60) = 88,33 Aprenda 53 (53/60) = 88,33 Contribua 51 (51/60) = 85 P. ESTRATÉGICO Avalie 55 (55/60) = 91,67 Construa/ Mantenha 56 (56/60) = 93,33 Descarte 51 (51/60) = 85 TOTAL TOTAL (375/420) GERAL** = 82,29% - *(Pontuação total dividido por 60). **(somatório da pontuação geral de cada seção dividido por 420). QUADRO 5: Principais resultados da aplicação do DGC na indústria ALFA. Fonte: Pesquisa de Campo O quadro cinco explicita a pontuação das sete seções e também da média geral. Para melhor entendimento desses resultados cada seção será analisada separadamente. 0 10

11 O processo Tático - Obtenha Para a seção foi obtida a média 93,33%, essa superior à estipulada (30% a 70%) pelas autoras Bukowitz e Williams (2002). Diante desses dados é possível inferir que na indústria estudada as pessoas conseguem descrever qual é a informação pretendida, utilizam fontes confiáveis e de fácil acesso, além de existir uma sólida estrutura de Tecnologia da Informação. A única limitação encontrada pelo DGC foi de não existir cargos específicos, como o de gestor do conhecimento e/ou ciberotecários. - Utilize Esta seção apresentou como resultado a média de 88,33% o que demonstra na indústria ALFA que as pessoas não só utilizam o conhecimento interno, mas estão sempre interagindo com os demais parceiros externos melhorando o fluxo das informações, estabelecendo novas perspectivas e possibilidades. - Aprenda A terceira seção obteve média de 88,33%. De acordo com o resultado é possível compreender que na indústria em estudo existe uma cultura para o aprendizado, além disso, as pessoas acham importante contribuir para o crescimento do conhecimento organizacional. A organização incentiva as técnicas do aprender fazendo e tenta captar da melhor forma erros e discordâncias. - Contribua A última seção do processo tático apresentou média de 85%. Como exposto na seção aprenda, o funcionários acham importante contribuir para o engrandecimento das bases do conhecimento organizacional. Além dessa predisposição a indústria oferece estrutura tecnológica e diferentes tipos de encontros formais. O processo Estratégico - Avalie Refere a primeira seção para avaliar o processo estratégico. A indústria ALFA obteve média de 91,67%. De acordo com informações colhidas nas entrevistas, existe uma forte avaliação dos conhecimentos (novos ou já existentes/ tático ou estratégico), esse fato acontece devido ao alto grau de competição do setor, exigindo que a indústria tenha o conhecimento certo para desenvolver novos produtos/serviços ou inovar nos seus processos e em decorrência disso conseguir manter os níveis de competitividade. - Construa Obteve média de 93,33%. Essa seção como na obtenha alcançou a média mais alta de todas as seções avaliadas. Para esse resultado é possível inferir que a organização tem conhecimento do potencial do seu capital intelectual, canalizando de maneira eficiente seus recursos para a elaboração de novos conhecimentos internos. Também foi possível identificar através da entrevista que existe um ambiente de colaboração entre fornecedores e clientes, o que gera parcerias criativas. - Descarte Alcançou média de 85%. Como já explicitado na seção avalie, os conhecimentos são periodicamente avaliados. A indústria percebe que não é a quantidade de conhecimento 11

12 disponível que gera valor, mas sim a sua qualidade e aplicabilidade. O descarte de conhecimento que não agrega valor evita decisões denominadas míopes e fazem fluir novos conhecimentos. 5. Considerações Finais A Gestão do Conhecimento apresenta-se como um novo e eficiente modelo do ponto de vista científico e empresarial, isto porque há certo consenso de que o mundo está vivendo a era do conhecimento, onde a busca incessante desse fator é imprescindível para a sobrevivência de indivíduos e organizações. Como exposto na introdução, o artigo teve como objetivo realizar um Diagnóstico de Gestão do Conhecimento (DGC), numa indústria fabricante de painéis de madeira localizada no estado do Paraná, denominada de ALFA. O modelo utilizado foi proposto pelas autoras Bukowitz e Williams (2002). Após os resultados de cada seção do DGC foi possível estabelecer a média geral, essa foi de 82,29%, (acima da média considerada ideal pelas autoras, que é de 55%). Diante desses dados é possível diagnosticar que a Gestão do Conhecimento acontece na organização tanto no processo tático quanto no estratégico. Deve-se destacar que os conceitos e modelos apresentados são de relevante importância para se entender a verdadeira natureza da gestão do conhecimento junto às organizações. No entanto, as teorizações e evidências apresentadas não têm a pretensão de ser uma teoria definitiva e sim visam estimular o debate e a crítica junto à comunidade acadêmica e empresarial. Referências BARCLAY, R. U. e MURRAY, P. What is Knowledge Management. In: A Knowledge Praxis BUKOWITZ, W.R.; WILLIAMS, R.L. Manual de Gestão do Conhecimento: Ferramentas e Técnicas que criam valor para a empresa. Tradução Carlos Alberto Silveira Netto Soares. Porto Alegre: Bookman, CASTRO, G. Gestão do Conhecimento em Bibliotecas Universitárias: Um instrumento de Diagnóstico fls. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) Programa de Pós-Graduação em Ciência da informação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis CHOO, C. W. The Knowing Organization. New York: Oxford University Press WIIG, K. M. Knowledge management has many facets Disponível em: Acesso em abr TEIXEIRA FILHO, J. Gerenciando conhecimento. Rio de Janeiro: Ed. Senac, LEONARD-BARTON, D. Nascentes do saber: criando e sustentando as fontes de inovação. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. 11ªed. Tradução Ana Beatriz Rodrigues e Prsicilla Martins Celeste. Rio de Janeiro: Campus, O Dell, C., Grayson J. C. J. Ah... se soubéssemos antes o que sabemos agora. São Paulo, Futura, TERRA, J. C. C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo: Negócio Editora, SILVA, E. L. MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 3. ed. rev. atual. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, Agradecimentos: Os autores agradecem a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES pelo financiamento da pesquisa, e ao Grupo de estudo BIOPRODUÇÃO. 12

A utilização do método de diagnóstico para a gestão do conhecimento: estudo de caso numa empresa incubada (ALFA)

A utilização do método de diagnóstico para a gestão do conhecimento: estudo de caso numa empresa incubada (ALFA) Faculdades Integradas de Itararé FAFIT-FACIC Itararé SP Brasil v. 01, n. 01, jan./jun. 2010, p. 30-43. REVISTA ELETRÔNICA FAFIT/FACIC A utilização do método de diagnóstico para a gestão do conhecimento:

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

www.jrsantiago.com.br

www.jrsantiago.com.br www.jrsantiago.com.br Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Santiago Cenário Corporativo Muitas empresas gastam parte significativa de seu tempo no planejamento e desenvolvimento de atividades,

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Dasenvolvimento de Software

Gestão do Conhecimento e Dasenvolvimento de Software Gestão do Conhecimento e Dasenvolvimento de Software Gabriel Gavasso 1 Anderson R. Yanzer Cabral 2 Resumo: Gerenciar o conhecimento nas organizações tem se tornado um grande desafio, visto a grande importância

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

As Comunidades de Prática (CoPs) ao Serviço da Organização

As Comunidades de Prática (CoPs) ao Serviço da Organização Sandra Paula da Silva Maia Pacheco de Oliveira Gestão de Pequenas e Médias Empresas As Comunidades de Prática (CoPs) ao Serviço da Organização - O Caso Siemens AG - Orientador Professor Doutor Luís Manuel

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento MBA em Administração e Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Olá! Bem-vindos à nossa terceira aula. Antes de mais nada, assista ao vídeo a seguir e conheça

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Elisabeth Gomes elisabeth.gomes@sbgc.org.br Diretora de relações com o governo - SBGC 2º Fórum de Gestão

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Principais Autores Michael Polanyi Karl M. Wiig Henry Mitzenberg Betty Ann Mackintosh Gordon Petrash Ikujiro Nonaka Hirotaka

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Algumas Instituições. World Bank. Gartner Group. Knowledge Transfer International APQC OCDE IPEA

Algumas Instituições. World Bank. Gartner Group. Knowledge Transfer International APQC OCDE IPEA Principais Autores Michael Polanyi Karl M. Wiig Henry Mitzenberg Betty Ann Mackintosh Gordon Petrash Ikujiro Nonaka Hirotaka Takeuchi J. Bair E. Stear J. Hibbard Verna Allee Ross Dawson Tom Davenport Larry

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Seminário Telecentros Brasil

Seminário Telecentros Brasil Seminário Telecentros Brasil Inclusão Digital e Sustentabilidade A Capacitação dos Operadores de Telecentros Brasília, 14 de maio de 2009 TELECENTROS DE INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS COMO VEÍCULO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr.

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. 1 UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA JSROCHA@EPS.UFSC.BR UFSC UNIVERSIDADE

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social.

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social. PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICENTRO, PROVARS: COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. RESUMO: O presente trabalho pretendeu verificar

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA

GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA GESTÃO DO CONHECIMENTO NA INDÚSTRIA QUÍMICA Maria de Fátima Soares Ribeiro Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Gestão Empresarial para a Indústria Química GETIQ pela Escola de Química da

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA. www.executivebc.com.br. 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br

EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA. www.executivebc.com.br. 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA www.executivebc.com.br 071 3341-4243 cursos@executivebc.com.br GESTÃO ESTRATÉGICA O presente documento apresenta o modelo de implantação do sistema de gestão estratégica da

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Capacitando Profissionais

Capacitando Profissionais Capacitando Profissionais 2014 Setup Treinamentos & Soluções em TI www.setuptreinamentos.com APRE SENTA ÇÃ O A atual realidade do mercado de trabalho, que cada dia intensifica a busca por mão-de-obra qualificada,

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO PARTE 9 Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO ATIVO INTANGÍVEL Ativos que não têm substância física, mas proporcionam benefícios econômicos, como: competência dos gerentes, sua experiência e conhecimento

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO PMI PULSO DA PROFISSÃO RELATÓRIO DETALHADO GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO Destaques do Estudo As organizações mais bem-sucedidas serão aquelas que encontrarão formas de se diferenciar. As organizações estão

Leia mais

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade José Renato S. Santiago Júnior Para Pensar a Respeito... A Inovação tem se tornado um dos principais fatores de geração de riqueza e valor das organizações; Atualmente

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Arquivologia:

Gestão do Conhecimento e Arquivologia: Gestão do Conhecimento e Arquivologia: entrelaçamentos e possibilidades na formação do profissional arquivista. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS Arquivologia Salvador, 2013. Apresentação

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO

TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO INTRODUÇÃO Os processos empresariais são fluxos de valor

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral da solução Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral À medida que tecnologias como nuvem, mobilidade, mídias sociais e vídeo assumem papéis

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Gestão de TI. Aula 9 - Prof. Bruno Moreno 27/06/2011

Gestão de TI. Aula 9 - Prof. Bruno Moreno 27/06/2011 Gestão de TI Aula 9 - Prof. Bruno Moreno 27/06/2011 Aula passada... CRM BI - Introdução Sistemas Interorganizacionais 17:08 2 Aula de hoje... Gestão do Conhecimento 17:08 3 85% dos ativos de conhecimento

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento Instrutora: Aneliese Nascimento O QUE É UM PROJETO? 4 Instrumento de comunicação. 4 Instrumento de intervenção em um ambiente ou situação para mudanças. 4 Instrumento para fazer algo inovador. O QUE DEVE

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

Pesquisa Etnográfica

Pesquisa Etnográfica Pesquisa Etnográfica Pesquisa etnográfica Frequentemente, as fontes de dados têm dificuldade em dar informações realmente significativas sobre a vida das pessoas. A pesquisa etnográfica é um processo pelo

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR

GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR GESTÃO DO CONHECIMENTO: PRÁTICAS QUE CRIAM VALOR Área: ADMINISTRAÇÃO Categoria: EXTENSÃO Francielle Cwikla Fundação Getulio Vargas, Rua Canafistula 96 Vila B, francwikla@gmail.com Resumo A gestão do conhecimento

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA

REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA REFERENCIAIS DE IMPLANTAÇÃO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MODELO IPEA VALIDAÇÃO DO MODELO CONCEITUAL DE GC DOS CORREIOS POR MEIO DO PROCESSO PILOTO CEP Alceu Roque Rech CORREIOS 17.06.13

Leia mais

Empreendedorismo de Negócios com Informática

Empreendedorismo de Negócios com Informática Empreendedorismo de Negócios com Informática Aula 5 Cultura Organizacional para Inovação Empreendedorismo de Negócios com Informática - Cultura Organizacional para Inovação 1 Conteúdo Intraempreendedorismo

Leia mais

A Academia está alinhada também aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros UNPSI, coordenados pelo UNEP/FI órgão da ONU dedicado às questões da

A Academia está alinhada também aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros UNPSI, coordenados pelo UNEP/FI órgão da ONU dedicado às questões da - 1 - Prêmio CNSeg 2012 Empresa: Grupo Segurador BBMAPFRE Case: Academia de Sustentabilidade BBMAPFRE Introdução A Academia de Sustentabilidade BBMAPFRE foi concebida em 2009 para disseminar o conceito

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Elton Ivan Schneider Introdução

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 Processo de Avaliação e Acompanhamento de Empreendimentos Pré-Incubados Utilizando Balanced Scorecard Perez, Celso Roberto Instituto

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO

GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO GESTÃO ESTRATÉGICA COLÉGIO SESI ENSINO MÉDIO Resumo Denis Pereira Martins 1 - SESI-PR Grupo de Trabalho Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação Básica Agência Financiadora: SESI PR O Sesi Paraná

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação RESUMO DO CAPÍTULO Este capítulo trata do processo de resolução de problemas empresariais, pensamento crítico e etapas do processo de tomada

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTE: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações.

Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações. Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira Salvador, 2013 Conhecimento Organizacional 2 A Produção

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Administração 5ª Série Administração de Recursos Humanos I A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim Ambientes e fluxos de informação: transversalidades Profa. Dra. Marta Valentim Brasília / Brasil 2013 Introdução As transformações políticas, econômicas, tecnológicas, sociais e culturais, tem impactado

Leia mais