RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ

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1 INSTITUTO DE TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO Centro de Hidráulica e Hidrologia Prof. Parigot de Souza RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ RELATÓRIO TÉCNICO Nº

2 COORDENAÇÃO E EXECUÇÃO DO TRABALHO LACTEC Instituto de Tecnologia Para o Desenvolvimento COORDENAÇÃO Leonardo Pussieldi Bastos Divisão de Meio Ambiente LACTEC Curitiba, Novembro de

3 1. Monitoramento da Ictiofauna O presente relatório apresenta informações sobre as análises tróficas realizadas com os peixes coletados na fase de campo do monitoramento da ictiofauna no rio Tibagi na área de influência da UHE de Mauá fase reservatório, dados estes coligidos entre 28 de setembro e 1 de outubro de 2012, como parte integrante do Projeto Básico Ambiental. Atividades desenvolvidas Os espécimes coletados durante a fase de campo foram acondicionados em sacos plásticos, sendo então transportados para laboratório. Em laboratório, os exemplares foram transferidos para uma solução de álcool 70% e foi realizada sua quantificação e correta identificação ao menor nível taxonômico possível, inclusive por consultas on-line nos bancos de dados ictiofaunísticos do FISHBASE (www.fishbase.org) e dos Projetos PRONEX e NEODAT II (Fish Collection De cada exemplar capturado foram registradas as seguintes informações: data da coleta, ponto de amostragem, aparelho de pesca e período de captura, número do exemplar, espécie ou morfotipo, comprimento total (cm), comprimento padrão (cm), peso (g), sexo e estádio de maturação gonadal macroscópico, peso das gônadas (Figura 1). Estômagos com conteúdo foram retirados e preservados em solução de formol 4% para a análise da dieta e do espectro alimentar das espécies (Figura 2). Figura 1. Procedimentos de triagem, identificação, quantificação e biometria dos exemplares capturados durante a fase de campo realizada entre 28 de setembro e 1 de outubro de

4 Figura 2. Procedimentos de retirada dos tratos digestórios para a análise, identificação e quantificação dos conteúdos alimentares dos exemplares capturados durante a fase de campo realizada entre 28 de setembro e 1 de outubro de Estrutura trófica As categorias tróficas consideradas para o agrupamento das espécies de peixes seguem o proposto para a planície de inundação do Alto Rio Paraná: (i) herbívoros, que são peixes que se alimentam de vegetais superiores como folhas, sementes e frutos de plantas aquáticas e terrestres, além de algas filamentosas; (ii) insetívoros, que são peixes que se alimentam de insetos aquáticos e terrestres; (iii) detritívoros, que são peixes que ingerem sedimento juntamente com restos e excrementos de invertebrados; (iv) ictiófagos, também denominados de piscívoros, que são peixes que se alimentam de outros peixes e (v) onívoros, que são peixes que consomem indistintamente itens de origem animal e vegetal (Tabela 1). As análises realizadas indicam que na fase inicial da formação do reservatório as espécies insetívoras (oito espécies), detritívoras (sete espécies) e herbívoras (sete espécies) ainda constituem os grupos mais diversificados (Tabela 2), corroborando as indicações apresentadas nos relatórios anteriores (fase rio). 4

5 Tabela 1. Itens alimentares encontrados no estômago das espécies registradas nos pontos amostrais avaliados entre 28 de setembro e 1 de outubro de Espécie Apareiodon affinis Astyanax aff. fasciatus Astyanax altiparanae Astyanax cf.bockmanii Astyanax sp. Bryconamericus sp. Itens Identificados *item principal Detrito, alga filamentosa* e microcrustáceos (Copepoda). Estágios imaturos aquáticos de insetos (Diptera, Hemiptera), fragmentos de insetos*. Fragmentos de insetos*, algas filamentosas e restos vegetais*. Fragmentos de insetos* Fragmentos de insetos* Estágios imaturos aquáticos de insetos (Diptera)*, fragmentos de insetos. Habitat e microhabitat do principal item registrado Pelágico / substrato Vegetação marginal do rio (insetos), vegetação marginal Pelágico / substrato. Galeocharax knerii Fragmentos de insetos, peixes*. Pelágico Corydoras paleatus Detrito*. Bentônico. Cyphocharax sp. Algas filamentosas*, detrito. Pelágico / substrato. Eigenmania virescens Fragmentos de insetos*. Geophagus brasiliensis Detrito*. Bentônico. Hoplias aff. malabaricus Peixe*. Pelágico. Hypostomus albopunctatus Detrito*. Bentônico. Hypostomus ancistroides Detrito*. Bentônico. Hypostomus commersoni Detrito*. Bentônico. Hypostomus regani Detrito*. Bentônico. Hypostomus sp. Detrito*. Bentônico. Iheringichthys labrosus Leporellus vittatus Leporinus octofasciatus Leporinus amblyrhynchus Fragmentos de insetos*. Algas*, detrito, microcrustáceos (Copepoda). Algas*, detrito, microcrustáceos (Copepoda e Cladocera). Fragmentos de insetos*, detritos. Substrato Substrato Leporinus obtusidens Restos vegetais (superior)*. Vegetação marginal Oligosarcus paranensis Peixe*. Pelágico. Pimelodus maculatus Peixe, fragmentos de insetos*. Prochilodus lineatus Algas (diatomáceas)*, detrito. Pelágico / substrato. Rhamdia quelen Peixe*. Pelágico. Schizodon nasutus Restos vegetais (superior)*. Vegetação marginal 5

6 Tabela 2. Espécies de peixes registradas para os pontos amostrais entre 28 de setembro e 1 de outubro de 2012, agrupadas de acordo com as categorias tróficas predominantes. Categorias Espécies registradas Herbívoros Apareiodon affinis, Schizodon nasutus, Prochilodus lineatus, Leporinus obtusidens, Leporinus octofasciatus, Leporellus vittatus, Cyphocharax sp. Onívoros Insetívoros Detritívoros Ictiófagos Astyanax altiparanae Astyanax aff. fasciatus, Astyanax cf. bockmanii, Astyanax sp., Bryconamericus sp., Eigenmania virescens, Iheringichthys labrosus, Leporinus amblyrhynchus, Pimelodus maculatus. Corydoras paleatus, Geophagus brasiliensis, Hypostomus albopunctatus, Hypostomus ancistroides, Hypostomus commersoni, Hypostomus regain, Hypostomus sp. Galeocharax knerii, Hoplias aff. malabaricus, Oligosarcus paranensis, Rhamdia quelen. Considerações sobre os resultados De acordo com os resultados obtidos durante a fase de campo realizada entre 28 de setembro e 1 de outubro de 2012, as 27 espécies capturadas na fase inicial de formação do reservatório utilizam uma ampla variedade de recursos na sua alimentação, incluindo insetos alados (Diptera principalmente), estágios imaturos aquáticas de insetos (Diptera), detritos, matéria vegetal, microcrustáceos, diatomáceas, algas filamentosas e peixes. Dentre os diversos hábitos alimentares registrados durante essa fase de campo, em todo trecho estudado do rio Tibagi (incluindo a área do reservatório), foram predominantes as espécies insetívoras (oito espécies), detritívoras (sete espécies cascudos principalmente) e herbívoras (sete espécies). Algumas espécies capturadas apresentam grande plasticidade alimentar, e podem ter sucesso na colonização inicial desse reservatório, como o caso dos Astyanax. Por outro lado, é provável que a alimentação de algumas espécies seja prejudicada na área do reservatório, seja em função da escassez de recursos alóctones, seja em função da instabilidade ambiental decorrente das flutuações do nível da água que caracterizaram este período inicial do represamento. 6

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