LEVANTAMENTO HISTÓRICO AVALIATIVO DA BACIA DO RIO URUGUAI MÉDIO

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1 LEVANTAMENTO HISTÓRICO AVALIATIVO DA BACIA DO RIO URUGUAI MÉDIO Bolina, V. A. (1) ; Pessano, E. F. C. (1) ; Gralha, T. S. (1) ; Querol, M. V. (1) (1) Universidade Federal do Pampa - Unipampa /Núcleo de Pesquisas Ictiológicas, Limnológicas e de Aquicultura, Pampa - RS. RESUMO A bacia do rio Uruguai se apresenta com um dos principais sistemas hidrográficos do Sul do Brasil, participando de questões sociais, econômicas e ambientais que sustentam diversas populações a partir do fornecimento de água, alimento e outros recursos naturais. Contudo, inúmeras mudanças consideráveis foram observadas neste ambiente no decorrer de vários anos, especialmente no que concerne a aspectos da legislação, conservação, pesca, e exploração no rio Uruguai médio, caracterizado como o rio principal da Bacia. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi de analisar e observar aspectos e fatos históricos desde o ano de 1980 até o ano de 2013, pela melhor possibilidade de localização de materiais e registros, projetando panoramas para possíveis transformações dos danos sofridos e a conservação das melhorias até então implantadas. Os dados obtidos demonstram que a realidade apresentada no rio Uruguai na época de 1980 é drasticamente diferente da atual, consequência dos fortes impactos ambientais sofridos pelo corpo d água em toda a sua extensão, tanto na diversidade de animais, quanto referente à flora local e qualidade da água.

2 Palavras-chave: Pampa, Ambiente, Pesca. INTRODUÇÃO Durante muitos séculos, o homem foi bastante submisso à natureza, desfrutando dos bens por ela proporcionados. A partir de muito cedo, iniciou a agressão do homem ao seu habitat (MOTA; BRAICK, 2005), agressão esta que não se deteve apenas ao seu meio de vida, mas também de outros organismos, aquáticos e semiaquáticos, por exemplo. Bacias hidrográficas são um dos componentes ambientais mais afetados pelo homem. Alterações ocorridas nestas podem ser avaliadas através do monitoramento da qualidade da água (MERTEN; MINELLA, 2002). Desde a década de 1980, diversas alterações, marcaram e expuseram a bacia do rio Uruguai a um destaque no meio social, chamando a atenção das comunidades próximas às diferenças que começavam a surgir a partir de então, tanto nas características ambientais com a destruição das várzeas e vegetação local quanto na legislação e aplicabilidade das leis. Entretanto, algumas ferramentas voltadas a minimização desta problemática foram elaboradas, como a proibição de certos apetrechos para a pesca (ACCUDAM, 1994), e também a captura de determinadas espécies consideradas ameaçadas na região (CONSEMMA, 2002), sendo que estes fatos, destacam-se como os principais acontecimentos no tempo decorrido. Da mesma forma, a implantação de espécies 2

3 exóticas, como a Carpa Húngara (Cyprinus carpio), também fazem parte desta contextualização, já que podem acarretar graves efeitos sobre a biota nativa (QUEROL et al., 2005). Dados históricos servem como panoramas de observação da antiga situação da bacia, e uma expectativa futura, já que o homem, precursor de diversas destas mudanças, é produto do processo evolutivo e de um contexto cultural historicamente estabelecido, com comportamentos adaptativos, que os levam ao relacionamento social e ao contato com os elementos no meio ambiente (NEIMAN, 2009), e as consequentes alterações que tal fato pode acarretar. O objetivo do trabalho foi analisar e observar aspectos e fatos históricos e ambientais desde o ano de 1980 até o ano de 2013, projetando panoramas e mensurando os impactos causados pelo homem durante o intervalo temporal, para possíveis transformações dos danos sofridos e conservação das melhorias até agora implantadas. Da mesma forma, projeta-se um encaminhamento dos pareceres avaliativos aos órgãos ambientais competentes. MATERIAL E MÉTODOS Por meio de documentos, pareceres técnicos, ofícios, jornais, revistas e artigos que tratem da história do local desde 1980, se pretendeu 3

4 estabelecer qualitativamente e quantitativamente as mudanças ocorridas, observando as leis e determinações vigentes, aliado ao cumprimento ou não das exigências legais. A pesquisa de campo foi feita entre fevereiro a agosto de 2013 em museus, bibliotecas, jornais, emissoras de televisão e rádios. Dentre estes, podem ser citados o acervo histórico do Centro Cultural Dr. Pedro Marini, Museu do Rio Uruguai, Museu Raul Vurlod Pont, Biblioteca Municipal Luiz Guilherme do Prado Veppo, Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Campus Uruguaiana - PUCRS e Jornal Correio do Povo, além de cópias das legislações, que também foram analisadas. Órgãos como a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA em Uruguaiana, Conselho Municipal de Meio Ambiente - CONSEMMA, Secretaria de Meio Ambiente de Uruguaiana SEMA, também foram envolvidos no processo de pesquisa. Primeiramente foram analisados todos os acontecimentos relevantes desde 1980, catalogados e armazenados em arquivo. Posteriormente os dados coletados foram confrontados, com o intuito de estabelecer relações entre os documentos históricos e as modificações ambientais. Em cada uma destas relações, foram destacados aspectos da 4

5 conservação da bacia, para análise e comparação nas diferentes escalas temporais. O método de pesquisa se dividiu entre análise bibliográfica das legislações, e artigos publicados em periódicos, assim como questionário com questões alternativas e dissertativas aplicado a moradores ribeirinhos, pescadores, profissionais do meio-ambiente e produtores rurais sobre seu conhecimento quanto a conservação do rio, qualidade da água, principal agente poluidor da bacia, quantidade de espécies, entre outros. A entrevista com os pescadores e ribeirinhos também aconteceu no mês de agosto, tendo indivíduos com idade superior aos 38 anos como questionados. A idade dos mesmos se explica pela possibilidade de conhecimento da situação desde a data pré-dispostas no trabalho. As revisões bibliográficas aconteceram entre fevereiro e junho de 2013 e a análise do material entre abril e agosto. RESULTADOS E DISCUSSÃO Legislações diferentes são as principais responsáveis pelas mudanças na diversidade dos animais na bacia, onde em uma margem a pesca de dourado é proibida (Brasil) e na outra é livre (Argentina) (ACUDAMM, 1994). Porém, diferentes formas de combater o abuso ao meio-ambiente são anualmente desempenhadas por órgãos comunitários, secretarias e conselhos de meio ambiente, que realizam discussões em prol de uma 5

6 legislação mais severa. A tenuidade das aplicações das leis é traduzida em qualquer observação leiga às margens do rio Uruguai médio, seja detectando a precariedade de matas ciliares, o excesso de esgoto doméstico, industrial e de lavouras nas barragens adjacentes à bacia, que despejam materiais sem controle. O Primeiro Seminário Internacional Sobre o Meio Ambiente, Pesca e Turismo que aconteceu em 1994, idealizado pela Associação Civil Comunitária Uruguaianense de Defesa ao Meio Ambiente (ACCUDAM), discutiu assuntos como a proibição da pesca e da utilização de determinados apetrechos para o fim. A realidade apresentada no rio Uruguai na época continua semelhante a atual, com o forte impacto ambiental sofrido em toda a extensão do rio, tanto no número de edificações construídas inibindo o crescimento de uma área de preservação, quanto na diversidade íctica; Ao decorrer do tempo, diversos acontecimentos foram registrados no local, como a mortalidade repentina de peixes registrada em periódicos locais e aparecimento de mexilhões dourados (Limnoperma fortunei) (BOLINA, 2012). Como resposta dos questionários, em alguns fatores, as quatro classes de entrevistados entraram em concordância, onde acreditam que a vegetação ciliar diminuiu nos últimos 33 anos (Figura 1) e, apenas profissionais do meio-ambiente afirmam haver uma preservação da 6

7 mata ciliar em algum ponto do rio, praticada tanto por ONGs quanto por alunos de escolas públicas. A grande maioria dos entrevistados enumerou dourado (Salminus brasiliensis), piava (Leporinus obtusidens), surubim (Pseudoplatystoma sp.), traíra (Hoplias malabaricus), lambari (Astyanax sp.), pintado (Pimelodus maculatus), pati (Luciopimelodus pati) e cascudo (Hypostomus commersoni), de 1 a 8, respectivamente, quando questionados sobre a ocorrência de peixes na década de 1980 (Figura 2). A média manteve-se semelhante na Figura 3, diferenciando-se apenas pelo maior número de relatos de incidência para piavas do que dourados. Os resultados dos questionários apontam a diversidade íctica como um dos fatores mais divergentes entre os entrevistados (Figura 4). A grande maioria dos pescadores atribui a falta de peixes no rio aos agrotóxicos despejados nos adjacentes das bacias pelas lavouras, além da das bombas de sucção, enquanto grande parte dos profissionais do meio-ambiente acusam os pescadores de serem responsáveis pela falta de pescado no rio (pesca predatória). 7

8 Os produtores rurais, por sua vez, afirmam que as hidrelétricas são responsáveis pela escassez de animais (Figura 5). O aumento do período de secas e cheias também foi percebido por todas as classes de entrevistados (Figuras 6 e 7). As hidrelétricas foram apontadas por profissionais do meio-ambiente, pescadores e produtores como grandes causadoras da diminuição de pescado do rio, porém há muita 8

9 divergência quando o assunto é o maior agente poluidor da bacia (Figura 8). As mudanças acontecem, e apenas uma pequena porcentagem local da população percebe que algo está errado. No momento das entrevistas, várias foram as escusas para certos questionamentos e falta de conhecimento sobre certos assuntos. 9

10 Cada classe defende claramente seu ponto de vista. Tal fato pode ser notado em questionamentos sobre a diminuição de animais no rio (Figura 4) e atividade com maior potencial de poluição (Figura 8). A falta de fiscalização também é algo considerável, levando em conta que, segundo os próprios pescadores, o dourado (Salminus brasiliensis), assim como o surubim (Pseudoplatystoma sp.), animais presentes no livro vermelho de espécies ameaçadas de extinção (DUTRA, 2002), estão entre os mais capturados atualmente. Quando questionados sobre o conhecimento a respeito das leis, os extrativistas afirmam não poder perder a oportunidade, já que, caso não capture o animal, outro o fará. CONCLUSÃO Com fiscalizações extremamente brandas, percebe-se o grande acúmulo de lixo doméstico na orla do rio, despejado diariamente em grande quantidade, algo não relatado por moradores ribeirinhos entrevistados, com vivência no local desde a data base de pesquisas para o artigo. As várzeas também foram praticamente extintas, tendo como comparação fotografias dos anos Mesmo com a pesca proibida de determinadas espécies, pescadores utilizam redes normalmente, em contrariedade com a ação civil pública nº /RS de 2009, onde se tentou estabelecer uma 10

11 quantidade limite de rede por pescador profissional e limite nas dimensões da malha. A fiscalização, mesmo assim, de nada adiantará enquanto a legislação argentina da pesca for de encontro com a brasileira. Mesmo diante de diferentes percepções dos entrevistados, há uma grande divergência no ponto de vista de cada classe entrevistada quando se trata de causas e prejuízos, podendo até ser atribuída a interesses paralelos. REFERÊNCIAS ACCUDAM, Associação Civil Comunitária Uruguaianense de Defesa ao Meio Ambiente. In: Seminário Internacional sobre meio ambiente, pesca e turismo. Pareceres Técnicos. Uruguaiana, BOLINA, V. A. Mexilhões-dourados. A nova ameaça ao rio Uruguai. Jornal Diário da Fronteira. Uruguaiana, p. 7, 30 jan. de CONSEMMA, Conselho Municipal de Meio Ambiente. Contextualização em desfavor do uso do apetrecho (rede) na bacia do rio Uruguai, Uruguaiana RS. Parecer técnico. Uruguaiana, DUTRA, O. [Decreto] 10 de junho 2002, Porto Alegre. DECRETO nº Lista das Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Sul. MERTEN, G. H. & MINELLA, J. P. Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. Porto Alegre, v.3, n.4, out/dez, MOTA, M. B. & BRAICK, P. R. História das Cavernas ao Terceiro Milênio. Vol I. 1ª edição, Editora Moderna. São Paulo, NEIMAN, Z. Aspectos da Ecologia Comportamental e da Sociologia Ambiental para a compreensão da relação ser humano e natureza. Revista Holos Environment. V.9 n.2, P

12 QUEROL; M.V.M.; QUEROL; E.; PESSANO, E.F.C & AZEVEDO, C.L. Ocorrência Da Carpa Húngara, Cyprinus Carpio (Linnaeus, 1758) e Disseminação Parasitária, no Arroio Felizardo, Bacia Do Médio Rio Uruguai, Uruguaiana, RS, Brasil. Biodiversidade Pampeana, PUCRS, Uruguaiana,

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