Metodologia para Desenvolvimento e Implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade em Empresas Construtoras de Pequeno e Médio Porte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metodologia para Desenvolvimento e Implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade em Empresas Construtoras de Pequeno e Médio Porte"

Transcrição

1 Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Construção Civil ISSN BT/PCC/190 Metodologia para Desenvolvimento e Implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade em Empresas Construtoras de Pequeno e Médio Porte Roberto de Souza Alex Abiko São Paulo

2 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Construção Civil Boletim Técnico - Série BT/PCC Diretor: Prof. Dr. Célio Taniguchi Vice-Diretor: Prof. Dr. Eduardo Camilher Damasceno Chefe do Departamento: Prof. Dr. Vahan Agopyan Suplente do Chefe do Departamento: Prof. Dr. Paulo Helene Conselho Editorial Prof. Dr. Alex Abiko Prof. Dr. Francisco Cardoso Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr. Prof. Dr. Orestes Marraccini Gonçalves Prof. Dr. Paulo Helene Prof. Dr. Vahan Agopyan Coordenador Técnico Prof. Dr. Alex Abiko O Boletim Técnico é uma publicação da Escola Politécnica da USP/Departamento de Engenharia de Construção Civil, fruto de pesquisas realizadas por docentes e pesquisadores desta Universidade. Este texto é um resumo da tese de doutorado de mesmo título que se encontra A disposição com os autores ou na biblioteca da Engenharia Civil.

3 SUMÁRIO 1 - APRESENTAÇÃO METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Os fundamentos da metodologia segundo uma estrutura modular voltada à auto-implantação pelas empresas Módulo 1 - Responsabilidade da alta administração Política da Qualidade Comitê da Qualidade Módulo 2 - Qualidade como satisfação total dos clientes externos e internos Ciclo da qualidade da empresa construtora Módulo 3 - Diagnóstico da empresa em relação à qualidade Módulo 4 - Plano de ação: sistema da qualidade, times da qualidade e cronograma de trabalho Definição do sistema da qualidade Times da Qualidade Módulo 5 - Padronização, documentação da qualidade, ciclo PDCA e ferramentas da qualidade para análise e melhoria de processos Padronização O ciclo PDCA e o processo de melhoria continua Módulo 6 - Qualidade no projeto Módulo 7 - Qualidade na aquisição Especificação de materiais Controle da qualidade de recebimento Operacionalização em obra Qualificação de fornecedores Módulo 8 - Qualidade no gerenciamento e execução de obras Qualidade na execução dos serviços Aplicação em obra Qualificação de fornecedores de serviços Módulo 9 - Qualidade na entrega da obra e Manual do Usuário Módulo 10 - Qualidade na assistência técnica e avaliação pós-ocupação Assistência técnica ao cliente Avaliação pós-ocupação Módulo 11 - Indicadores da qualidade e produtividade Módulo 12 - Manual da qualidade Piano da Qualidade da Obra...32

4 3 - ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Objetivos do estudo de caso Fatores estudados no grupo de empresas Metodologia de coleta de dados Conclusões do estudo de caso CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Conclusões Recomendações REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SUMÁRIO... 47

5 1 1 APRESENTAÇÃO Desde 1990, o país e o setor da construção civil têm passado por transformações aceleradas em seu cenário produtivo e econômico. São exemplos dessas transformações a abertura do mercado nacional, a criação do MERCOSUL, a privatização de empresas estatais, a concessão de serviços públicos, a nova lei de licitações, a concorrência acirrada e a redução dos preços praticados pelo mercado imobiliário e pelos contratantes de obras públicas, industriais e privadas. Delineia-se, assim, uma nova realidade que coloca desafios importantes para as empresas de construção civil, entre eles o da sua sobrevivência em um mercado cada vez mais exigente e competitivo. No campo econômico, depois de muitos anos de convivência com uma economia inflacionária, o país e as empresas começam a trabalhar em urna economia estabilizada. A organização e gestão da produção, antes relegadas a um segundo plano, pois a ênfase estava na "engenharia da ciranda financeira", passam a ter importância fundamental no controle de custos, dos desperdícios e do retrabalho dentro das empresas. Acostumadas a uma economia em que o preço do produto final era resultante da soma dos custos de produção da empresa e do lucro previamente arbitrado, as empresas iniciam urna nova formulação, em que o lucro passa a ser resultante do diferencial entre o preço praticado pelo mercado e os custos diretos e indiretos incorridos na geração do produto. A lucratividade torna-se decorrência da capacidade da empresa em racionalizar seus processos de produção, reduzir seus custos, aumentar sua produtividade e satisfazer as exigências dos clientes. Além dessas transformações no cenário econômico, existem outros fatores indutores da competitividade atuando no ambiente nacional. Os clientes privados aumentam as exigências em relação à qualidade das obras nos seus editais de concorrência e algumas empresas do Estado passam a exercer seu poder de compra, exigindo requisitos da qualidade para materiais, projetos e obras. No aspecto legal, entra em vigência o Código de Defesa do Consumidor que estabelece urna série de regras para as relações entre produtores e consumidores (BRASIL, 1990). O Código impõe sanções pesadas aos projetistas, fabricantes e construtores, no caso de o produto apresentar falhas em uso ou vícios de construção e veda à colocação no mercado de produtos e serviços em desacordo com as normas técnicas brasileiras elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. No aspecto institucional, entra em vigor o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade - PBQP, cujo objetivo é apoiar o esforço brasileiro de modernidade, através da promoção da qualidade e produtividade com vistas em aumentar a competitividade de bens e serviços produzidos no país (1990). O setor da construção civil tem participação ativa no PBQP, e várias ações setoriais são deflagradas nas áreas de normalização técnica, gestão da qualidade, certificação da qualidade e inovação tecnológica (PBQP, 1992). Destacam-se ainda, neste período, as ações das entidades de classe do setor da construção civil, que têm pautado sua atuação através de programas setoriais de melhoria da qualidade, tanto nos segmentos produtores de materiais quanto nos segmentos de empresas construtoras, com forte ênfase na conscientização setorial para a qualidade e produtividade.

6 2 Na realidade interna das empresas e dos seus canteiros de obras ganha corpo o combate ao desperdício, bastante relevante na construção civil e oriundo de urna série de falhas que ocorrem ao longo das várias etapas do processo da construção. O diagnóstico desse conjunto de falhas atuando na empresa, no processo de produção e mesmo na fase de pós-ocupação das obras e sua conversão em custos da não qualidade, possibilitam a identificação de um enorme potencial nas empresas construtoras para a introdução de programas da qualidade visando a melhoria de produtos e processos. A motivação do presente trabalho surge dentro desse contexto de rápidas mudanças dos paradigmas do país e da construção civil, levando as empresas a uma forte pressão competitiva, no qual os programas da qualidade se apresentam como um dos instrumentos gerenciais que permitem às empresas focar sua atenção no cliente, racionalizar e padronizar seus processos, reduzir seus custos e aumentar sua competitividade. O presente trabalho tem pois como escopo: (1) A proposição de metodologia específica para desenvolvimento e implantação de sistema de gestão da qualidade, baseada nas normas ISO 9000 e nos conceitos da qualidade total, e adequada à realidade das empresas construtoras de pequeno e médio porte; (2) A descrição de estudo de caso realizado com um grupo de doze empresas para as quais foi feito o repasse da metodologia, verificando sua aplicabilidade e identificando os principais gargalos e dificuldades encontrados pelas empresas no processo de implantação do sistema de gestão da qualidade; (3) A formulação de conclusões e recomendações para aperfeiçoamento da metodologia e desenvolvimento de novos estudos e pesquisas no âmbito da gestão empresarial.

7 3 2 - METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 2.1. Os fundamentos da metodologia segundo uma estrutura modular voltada à auto-implantação pelas empresas Para se estruturar a metodologia partiu-se inicialmente dos conceitos da qualidade total e dos modelos de sistemas de gestão da qualidade contidos nas normas NBR ISO 9000 (ABNT, 1994), aplicados à realidade das empresas construtoras. Um segundo aspecto considerado foram as características específicas das pequenas e médias empresas construtoras. Dentre essas características destaca-se o reduzido número de diretores e gerentes que desenvolvem funções múltiplas na empresa, envolvendo os aspectos estratégicos, táticos e operacionais e também a pequena familiaridade dos proprietários e colaboradores das empresas com os conceitos de competitividade e gestão empresarial, qualidade, produtividade, tecnologia e gestão de pessoas. Tais aspectos colocaram ao autor o desafio de estruturar uma metodologia que propiciasse, de um lado, o repasse dos aspectos teóricos envolvidos na gestão da qualidade e os instrumentos práticos para sua efetiva implantação na realidade das empresas construtoras. De outro, o desafio colocado era o de desenvolver a metodologia e os conteúdos de seus módulos em uma linguagem, ordenação seqüencial e num prazo global de implementação, que tornasse a tarefa de concepção e implantação do sistema de gestão da qualidade viável às empresas, considerando a disponibilidade de tempo de seus diretores, gerentes e colaboradores, a capacitação de seus recursos humanos e as características de sua estrutura empresarial e de seu processo de produção. A fim de subsidiar a estruturação da metodologia, duas experiências foram analisadas: (1) a experiência do NBRI - Norwegian Building Research Institute -, instituto de pesquisas tecnológicas norueguês ligado ao setor da construção civil, que desenvolveu programa cooperativo de implantação de sistemas de gestão da qualidade para empresas construtoras (NBRI, 1989) e; (2) a experiência do SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas -, em seu projeto de qualidade total aplicado a grupos de micro e pequenas empresas de diversos setores de atuação (SEBRAE, 1993). Identificaram-se como pontos positivos da experi6ncia do NBRI: a adequação da linguagem ao setor da construção civil, a importância da estrutura modular de aplicação da metodologia, o prazo de implantação do sistema de gestão situado em torno de 24/36 meses e o monitoramento do processo de implantação junto às empresas participantes do programa, por parte dos consultores do NBRI. Identificaram-se como pontos positivos do programa do SEBRAE: a estrutura modular da metodologia, a linguagem acessível à realidade da pequena empresa e o foco na autoimplantação por parte das empresas, preparando-se pessoas das mesmas para atuar como multiplicadores e facilitadores no processo de implantação do sistema de gestão da qualidade dentro da empresa. Como pontos negativos do programa SEBRAE ressaltaram-se: o pequeno tempo disponível para repasse e implantação do sistema de gestão da qualidade, fixado em três meses e meio e a falta de um acompanhamento mais intenso do processo de implantação nas empresas por parte dos consultores do projeto.

8 Como resultado das análises dessas experiências e dos desafios colocados inicialmente, optou-se por urna metodologia com as seguintes características: 1) Metodologia com estrutura modular composta de doze módulos seqüenciais sendo os primeiros cinco voltados à apresentação dos principais conceitos e normas internacionais sobre qualidade, elaboração da Política da Qualidade, criação do Comitê da Qualidade, elaboração do Ciclo da Qualidade, realização do diagnóstico da empresa, definição do sistema de gestão da qualidade a ser alcançado, elaboração do Plano de Ação para sua implantação e treinamento dos Times da Qualidade para utilizar ferramentas de análise, melhoria e padronização dos processos empresariais que afetam a qualidade. Em seqüência a esses cinco m6dulos iniciais foram definidos outros sete módulos temáticos voltados às etapas de projeto, aquisição de materiais, gerenciamento e execução de obras, entrega da obra e elaboração do Manual do Usuário, assistência técnica pós-entrega e avaliação pós-ocupação, elaboração de um sistema de indicadores da qualidade e produtividade e elaboração do Manual da Qualidade da empresa. 2) Metodologia voltada à auto-implantação por parte das empresas, implicando capacitação e treinamento de multiplicadores e facilitadores indicados pelas empresas, com a tarefa de coordenar e gerenciar o processo de implantação interna do sistema de gestão da qualidade. O treinamento dessa equipe de multiplicadores é feito através do repasse periódico, em intervalos de trinta dias, do conteúdo dos doze módulos da metodologia. Após cada módulo, os multiplicadores recebem orientações para execução de tarefas práticas a serem implantadas na empresa durante um período estipulado. 3) Acompanhamento e avaliação periódica do processo de implantação de cada um dos módulos, por meio da verificação dos resultados obtidos pelas empresas na implantação da tarefas mensais e elaboração de recomendações de melhoria e aperfeiçoamento do processo de implantação do sistema de gestão da qualidade. Para efeito de visualização da metodologia apresenta-se na Tabela 1 a seguir os doze módulos e as respectivas tarefas de implantação. 4

9 5

10 Módulo 1 - Responsabilidade da alta administração Política da Qualidade Um documento, importante que deve ser elaborado pela alta administração da empresa é a Política da Qualidade. Trata-se de um documento de caráter sintético que deve refletir o compromisso da alta administração com a qualidade e servir como guia filosófico para as ações gerenciais, técnicas, operacionais e administrativas, assim como para explicitar aos clientes externos o comprometimento da empresa com a qualidade. Os seus objetivos devem ser claramente definidos e totalmente exeqüíveis. A Política da Qualidade deve tamb6m refletir a especificidade da empresa e deve ser amplamente difundida e discutida com todos os colaboradores da organização. Embora específica para cada organização é desejável que a Política da Qualidade considere: Relações com os clientes externos Relações com fornecedores Relações com clientes internos e colaboradores Conceito de competitividade Garantia da qualidade de processos e produtos Melhoria contínua da qualidade Comitê da Qualidade Um mecanismo que tem se mostrado eficiente na coordenação do processo de implantação do sistema da qualidade nas empresas é a constituição de um Comitê da Qualidade, ligado diretamente à diretoria da organização. Recomenda-se que o Comitê da Qualidade seja assim constituído: representante(s) da Diretoria; representante(s) das gerências técnicas e administrativas; representante(s) das obras; consultoria externa (se necessário). As funções básicas do Comitê da Qualidade são as seguintes: gerenciar todo o processo de concepção e implantação do sistema de gestão da qualidade coordenar a elaboração do diagnóstico da empresa em relação à qualidade, analisar seus resultados e definir as prioridades de ação; definir o, sistema da qualidade a ser implantado na empresa com base nas normas NBR ISO 9000 e o Piano de A95o para sua implementação; definir métodos de treinamento e sensibilização de funcionários e da gerência executiva para a qualidade; definir os Times da Qualidade para elaborar procedimentos padronizados no âmbito gerencial, técnico e operacional da empresa; definir a documentação da qualidade e treinar os Times da Qualidade em análise, racionalização e padronização de processos e implementação do ciclo PDCA: avaliar os resultados do trabalho dos Times da Qualidade e orientar e acompanhar o processo de implantação dos procedimentos padronizados;

11 7 criar grupos de auditoria interna do sistema da qualidade e planejar as auditorias; elaborar o Manual da Qualidade e implementá-lo em toda a empresa; avaliar os resultados obtidos com a implantação do sistema de gestão da qualidade e promover as ações corretivas necessárias ao seu aperfeiçoamento contínuo Módulo 2 - Qualidade como satisfação total dos clientes externos e internos Muitos são os conceitos da qualidade adotados na bibliografia nacional e internacional e nos trabalhos de consultoria empresarial. Alguns altamente sofisticados e de pouca aplicabilidade à realidade das empresas de construção civil. Visando uniformizar e facilitar o diálogo entre os vários intervenientes da cadeia produtiva e dos agentes da empresa que estão envolvidos no processo de implantação dos sistemas de gestão da qualidade, conceituamos a qualidade como "satisfação total dos clientes externos e internos da empresa". Embora aparentemente simples, o exercício prático e aprofundado desse conceito, tem um efeito bastante poderoso, no dia a dia empresarial Ciclo da qualidade da empresa construtora A elaboração do ciclo da qualidade da empresa permite uma clara visualização dos seus clientes externos e de suas necessidades, além de possibilitar a identificação dos processos empresariais que a partir dos clientes externos, formam a cadeia de fornecedores e clientes internos, que paulatinamente Ao agregando valor aos serviços e produtos intermediários até a entrega do produto final ao cliente. A elaboração do ciclo da qualidade da empresa deve ser de responsabilidade do Comitê da Qualidade. Os seguintes passos devem ser conduzidos para elaboração do ciclo: 1) Identificação dos segmentos de atuação da empresa: construção imobiliária, construção privada ou obras públicas, e dos respectivos grupos de clientes em cada nicho de atuação; 2) ldentificação das necessidades e exigências desses clientes em termos de qualidade do produto, prazos, pregos, condições de pagamento ou outras condições contratuais específicas, inclusive fornecimento de projetos e especificações de produtos e serviços pelos clientes; 3) Identificação dos processos seqüenciais existentes na empresa que são responsáveis pelo desenvolvimento de atividades comerciais, técnicas, administrativas e de produção que, partindo das necessidades do cliente e do contrato, recebem insumos de fornecedores externos e geram produtos e serviços intermediários para os clientes internos, até a entrega do produto final; 4) Identificação das relações fornecedor/cliente existentes entre os vários processos da empresa, permitindo a visualização clara de quais são os clientes internos de cada processo e da malha de relações dentro da empresa. Caso a empresa atue em mais de um nicho de mercado, é necessário a elaboração de tantos ciclos da qualidade quantos forem os tipos de obras e clientes externos atendidos pela empresa. Na Figura 1 é apresentado de forma ilustrativa o ciclo da qualidade para uma empresa construtora que atua no mercado imobiliário, no qual estão identificados os vários processos empresariais, seus fornecedores externos e o universo de relações fornecedor/cliente existentes entre esses processos. As relações entre fornecedor interno e cliente interno são representadas pelas setas que saem do fornecedor e chegam ao cliente. Os fornecedores externos são representados pelas setas situadas fora do circulo e que chegam a um processo específico.

12 Módulo 3 - Diagnóstico da empresa em relação à qualidade O Ciclo da Qualidade da empresa retrata a empresa como ela é no momento atual. Sua análise permite detectar as falhas e oportunidades de melhoria visando transportar a empresa para uma condição diferente da atual e igual ao que a alta administração gostaria que fosse. Essa análise pode ser feita criticamente pelos membros do Comitê da Qualidade, identificando-se que processos faltam à empresa para que ela cumpra sua função de total satisfação dos clientes internos e externos e garanta a sua competitividade. Para subsidiar essa análise, as perguntas - constantes do check-list da Tabela 2 - devem ser feitas em relação aos processos necessários à gestão da qualidade da empresa. Essa tabela considera de forma ampla os requisitos da qualidade aplicáveis a uma empresa construtora que atua nos setores imobiliário, industrial e obras públicas e se baseia nas normas NBR ISO 9000 (ABNT, 1994). O check-list deve ser utilizado da seguinte forma: para cada um dos requisitos apresentados deve ser atribuída uma nota de 1 a 5, de acordo com o nível de desempenho que caracterize a situação mais próxima da empresa, conforme os crit6rios apresentados a seguir.

13 9

14 10 De posse do Ciclo do Qualidade da empresa, o Comitê da Qualidade deve aplicar o check-list em questão e identificar em que estágio está hoje a empresa em relação aos processos necessários à implantação do sistema de gest5o da qualidade de acordo com as normas ISO Módulo 4 - Plano de ação: sistema da qualidade, times da qualidade e cronograma de trabalho A partir do Ciclo da Qualidade, do diagnóstico da empresa e da abordagem sistêmica da qualidade proposta pela normas NBR ISO 9000, é possível elaborar o Plano de Ação que consiste na definição do sistema da qualidade a ser implantado na empresa (meta), do planejamento de ações a serem implementadas pelos Times da Qualidade para equacionar cada um dos problemas detectados no diagnóstico da empresa, estabelecer procedimentos padronizados para tais processos e implementá-los, sempre com o objetivo de atingir o sistema da qualidade que a empresa deseja alcançar. A Figura 2 apresenta o desencadeamento lógico das etapas para se atingir o Plano de Ação e ilustra seu conteúdo. A responsabilidade pela elaboração do Plano de Ação é do Comitê da Qualidade que deve consolidá-lo em um documento específico.

15 Definição do sistema da qualidade A definição do sistema da qualidade a ser alcançado pela empresa é o primeiro passo a ser dado para a elaboração do Plano de Ação. A definição de tal sistema deve tomar por base dois grupos de informações: 1) o ciclo da qualidade da empresa e os resultados gerados pelo diagnóstico geral da empresa e de seus processos. Os processos faltantes ou não documentados e os problemas inerentes a cada processo são pontos que devem ser contemplados na definição do sistema da qualidade a ser alcançado pela empresa. O diagnóstico identificou problemas que tem que ser superados atrav6s da implantação do sistema de gestão da qualidade que neste momento está sendo planejado; 2) as diretrizes das normas NBR ISO 9000, considerando a abordagem sistêmica da qualidade, e sua adequação à realidade das empresas construtoras. O sistema da qualidade deve contemplar a garantia da qualidade dos vários processos identificados no ciclo da qualidade da empresa, incluindo além dos processos técnicos e das obras, os processos comerciais, administrativo-financeiros e de informática. No mínimo, o sistema da qualidade a ser alcançado deve incluir os requisitos da qualidade previstos nas normas ISO 9000, traduzidos para as empresas construtoras pelos seguintes elementos: 1. Política e Organização do Sistema da Qualidade 1) Responsabilidade da administração e Política da Qualidade 2) Documentação da qualidade e Manual da Qualidade 3) Organização e responsabilidades para operar o sistema da qualidade 4) Controle de documentos e dados 5) Controle de registros da qualidade 6) Identificação e rastreabilidade de produto 7) Controle de produto não-conforme 8) Ações corretivas e ações preventivas

16 12 9) Auditorias internas da qualidade 10) Plano da Qualidade de Obras 2. Qualidade no processo comercial 1) Análise critica de contratos 3. Qualidade em recursos humanos 1) Treinamento 2) Segurança e higiene no trabalho 4. Qualidade no projeto 1) Análise critica de projetos 2) Qualificação de fornecedores de projetos 5. Qualidade na aquisição 1) Procedimentos e especificações para compra de materiais 2) Inspeção e controle de recebimento de materiais em obra 3) Controle de produto fornecido pelo cliente 4) Manuseio e armazenamento de materiais 5) Qualificação de fornecedores de materiais 6. Qualidade no gerenciamento e execução de obras 1) Procedimento para gerenciamento de obras 2) Procedimentos para execução de serviços de obras 3) Inspeção e controle da qualidade de serviços de execução de obras 4) Manutenção de equipamentos de produção 5) Aferição e calibração de equipamentos de medição e ensaios 6) Qualificação de fornecedores de serviços 7. Qualidade na entrega da obra e do Manual do Usuário 1) Procedimento para inspeção na entrega da obra 2) Procedimento para elaboração do Manual do Usuário 8. Qualidade na fase de uso e operação 1) Procedimento para o processo de Assistência Técnica pós-entrega 2) Procedimento para a Avaliação Pós-Ocupação 9. Indicadores da Qualidade e Produtividade Times da Qualidade A fim de assegurar o desenvolvimento e a implementação do sistema de gestão da qualidade da empresa, há a necessidade de se constituir equipes de trabalho denominadas Times da Qualidade. A conceituação e as orientações específicas para se trabalhar com Times da Qualidade são dadas por SHOLTES no livro Times da Qualidade: Como Usar Equipes para Melhorar a Qualidade (1992). É função do Time da Qualidade identificar as falhas que diminuem a qualidade e a produtividade de um determinado processo e, depois, propor ações corretivas para eliminar esses bloqueios, a fim de melhorar o desempenho e, gradativamente, evitar os erros. Após essa etapa o Time da Qualidade deve elaborar procedimentos padronizados para o processo em análise, treinar os envolvidos nesse processo e acompanhar a implantação desses procedimentos, implementando as ações corretivas necessárias. Tais funções estão descritas na Figura 3.

17 Módulo 5 - Padronização, documentação da qualidade, cicio PDCA e ferramentas da qualidade para análise e melhoria de processos Padronização Uma empresa de construção pode ser vista como um conjunto, de processos conduzidos em diversos departamentos (compras, orçamento, planejamento, contratos, obras, etc.). Cada processo é cliente e fornecedor ao mesmo tempo. Os insumos recebidos Ao processados em cada departamento que lhes agrega valor e os envia ao processo seguinte, conforme ilustrado na Figura 4.

18 14 Numa empresa não padronizada, os insumos serão processados de maneira variável ao longo do tempo. Assim, o próximo processo, encarado como cliente do processo anterior, ficará ora satisfeito, ora insatisfeito com as informações e/ou produtos recebidos. O produto final sofrerá os impactos dessa variabilidade na forma de custos maiores devido ao desperdício de materiais, tempo e retrabalho. O cliente externo, por sua vez, poderá ou não ficar satisfeito. Uma contribuição significativa sobre padronização de empresas e gerenciamento da rotina do trabalho é dada por FALCONI CAMPOS quando aborda os conceitos de padronização e gerenciamento da qualidade e os passos para implementação do Controle da Qualidade Total (CAMPOS, 1992b); (CAMPOS, 1994). Nessa abordagem, o objetivo do desenvolvimento e implantação de um sistema de padronização é reduzir a variabilidade dos processos, fazendo com que os insumos sejam processados sempre da mesma maneira e o valor agregado seja sempre o mesmo, gerando, assim, a satisfação permanente do próximo processo e do cliente externo. O produto final receberá os impactos benéficos da padronização na forma de redução de custos devido à utilização racional de materiais, equipamentos e mão-de-obra, sem desperdício nem retrabalho. O controle e o aperfeiçoamento da qualidade serão possíveis, uma vez que a qualidade dos processos é mensurável e qualquer problema é facilmente detectável. A padronização também é uma forma de registrar a cultura da empresa. É necessário ainda ressaltar que a padronização não se limita apenas ao estabelecimento de padrões, mas também à sua utilização. Ela incorpora os procedimentos já existentes, as propostas de melhoria e só termina quando a execução do trabalho segundo o padrão estiver assegurada. A participação total e ativa da gerência e dos funcionários no processo de padronização e aperfeiçoamento da qualidade é absolutamente fundamental. O Comitê da Qualidade desempenha o papel de coordenação do processo, orientando os Times da Qualidade formados especificamente para tal fim. Os padrões da empresa, embora possam tratar de assuntos os mais diversos, devem ser uniformes quanto ao seu entendimento, apresentação e aplicação. Nesse sentido, alguns aspectos básicos devem ser observados: a) sempre que for redigido um padrão deve-se perguntar: quem é o usuário? A padronização é conduzida para que os padrões sejam utilizados. Sob este aspecto, sua elaboração não pode se restringir à delimitação da seqüência do trabalho, deve ir mais adiante, sendo voltada ao atendimento das necessidades do trabalho. A própria redação deve seguir o espírito de que o usuário é cliente do redator; b) sempre que for redigido um padrão deve-se perguntar: este documento está na forma mais simples possível? O padrão deve ter o menor número de palavras possível e ser colocado em forma simples, de fácil entendimento e manuseio, fácil e conveniente para duplicar. Padrões de muitas páginas que descrevem o trabalho de várias pessoas são de difícil acesso e utilização. Desta forma, uma linguagem coloquial e a colocação da idéia em forma de itens é permitida, bem como o uso de tabelas, figuras, fluxogramas ou quaisquer outros meios que auxiliem o entendimento; c) o padrão pode ser cumprido? Padrões que não equivalem à situação atual podem ser inúteis. Os padrões têm que expressar o domínio tecnológico da empresa. Nesse sentido, todo o conhecimento técnico e administrativo deve fluir para os padrões como forma de ser utilizado pelos operadores para o benefício de todos; d) o padrão, sendo a base do aperfeiçoamento, deve ser revisto periodicamente, devido à incorporação de inovações; e) indicar claramente as datas de emissão e de revisão, o período de validade e a responsabilidade pela elaboração e revisão, mantendo-se um controle de manutenção dos padr6es e do número de revisões; f) os padrões devem ter seus nomes e formas uniformizados para toda a empresa. Para uniformização do conteúdo dos padrões, pode-se adotar uma seqüência como:

19 objetivo; documentos de referência; clientes e suas necessidades; fornecedores e suas responsabilidades; procedimento descrevendo o processo que está sendo padronizado. lista de distribuição, identificando os usuários do padrão que devem receber uma cópia dos mesmos. Os padrões devem conter um título e uma numeração feitos dentro de um sistema de codificação metódico, definido pelo Comitê da Qualidade; O ciclo PDCA e o processo de melhoria continua Uma das grandes contribuições de JURAN (1988) para o movimento da qualidade foi a formulação do ciclo PDCA, que foi objeto de várias reinterpretações por parte de outros autores. CAMPOS (1994) enfatiza a necessidade de aplicação do ciclo PDCA ao gerenciamento da rotina de trabalho e HARRINGTON (1988; 1993) aborda em profundidade o aperfeiçoamento dos processos empresariais e do controle da qualidade nas empresas americanas. Nesse sentido, após a fase de elaboração dos padrões e da documentação do sistema da qualidade, a sua implantação deve ser feita de acordo com o ciclo PDCA, que é apresentado na Figura 5, instrumento valioso de controle e melhoria de processos que deve ser de domínio de todos os funcionários da empresa. 15

20 16 Após a fase de elaboração dos padrões administrativos, técnicos e operacionais da empresa (considerada como a fase do Planejamento ou Padronização), passa-se por uma etapa de educação e treinamento para aplicação desses padrões. A seguir, os processos devem ser executados de acordo com os padrões e controlados, permitindo dessa maneira a verificação dos resultados obtidos e de sua conformidade aos padrões estabelecidos. A checagem da aplicação dos padrões estabelecidos é verificada através de itens de controle da qualidade dos processos (DELLARETT1 FILHO, 1994). Em caso de identificação de não-conformidade são implementadas as ações corretivas, primeiro visando reparar a falha, e, segundo, visando identificar as causas da não-conformidade ao longo do processo e tomar medidas para evitar repeti96es. Fecha-se o ciclo PDCA retroalimentando os padrões e a documentação da qualidade, podendo ocorrer alterações e revisões nos processos padronizados. A aplicação do ciclo PDCA de forma integral, permitirá um real aproveitamento do processo, visando a redução de custos e o aumento da produtividade (CAMPOS, 1992a); (CAMPOS, 1996); (FUNDAÇÃO CHRISTIANO OTTONI, 1994) M6dulo 6 - Qualidade no projeto As soluções adotadas na etapa de projeto têm amplas repercussões em todo o processo da construção e na qualidade do produto final a ser entregue ao cliente. MELHADO (1994) discute aprofundadamente a questão da qualidade do projeto na construção e faz aplicação prática ao caso de empresas de incorporação e construção. Neste módulo da metodologia várias recomendações desse autor são consideradas. É na etapa de projeto que acontece a concepção e o desenvolvimento do produto, que devem ser baseados na identificação das necessidades dos clientes em termos de desempenho e custos e das condições de exposição a que está submetido o edifício na sua fase de uso. A qualidade da solução do projeto determinará a qualidade do produto e, consequentemente, condicionará o grau de satisfação dos usuários finais. O conceito de desempenho apresentado no capitulo 2 é um instrumento valioso para essa fase de concepção e desenvolvimento do produto. A solução de projeto adotada tem também um forte impacto no processo de produção da obra, pois define partidos, detalhes construtivos e especificações que permitem uma maior ou menor facilidade de construir e afetam os custos de construção (SOUZA et al, 1995). Um outro aspecto relativo à qualidade no projeto refere-se à qualidade da descrição da solução ou da apresentação do projeto, resultante da clareza e precisão do projeto executivo, dos memoriais de cálculo e dimensionamento e das especificações técnicas. Para assegurar a qualidade da solução do projeto e a qualidade da descrição do mesmo, é necessário controlar a qualidade do seu processo de elaboração. Para tal, é necessário que a empresa contratante do projeto estabeleça diretrizes para o desenvolvimento do projeto, garanta a coordenação e integração entre os vários projetos, exerça a análise crítica dos mesmos e controle a qualidade quando do recebimento do projeto. Os aspectos anteriormente citados estão ilustrados na Figura 6.

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE ALESSANDRA TEDORO BARBARA LIMA GABRIELA SPOLAVORI LEANDRO MARTINIANO MARCUS LOURENÇO RICARDO HISTÓRICO 1990 Mudanças no Pais e no Setor da Construção Civil - Abertura do

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO

REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO 1 REVISÃO PSQ GERENCIAMENTO 2 1. CARACTERIZAÇÃO DO SETOR 1.1. Definição do Gerenciamento A definição do gerenciamento pode ser dada sob diversos enfoques, dentre os quais destacamos o texto escrito por

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE Rev. Data. Modificações 01 14/09/2007 Manual Inicial 02 12/06/2009 Revisão Geral do Sistema de Gestão da Qualidade 03 22/10/2009 Inclusão de documento de referência no item 8. Satisfação de cliente, Alteração

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD)

Manual de Gestão da Qualidade MGQ Elaborado por: Representante da Direção (RD) 1/22 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 Vendas Gestão de Contratos Service Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO90003 Capítulo 5: CMMI Capítulo 6: PSP Capítulo

Leia mais

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE 14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade da direção

Leia mais

Construção Civil e Sustentabilidade

Construção Civil e Sustentabilidade CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 07 maio de 2014 Organização:

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade Revisão: 09 Folha: 1 de 20 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 2.1 PLANEJAMENTO E ESCOPO DO SISTEMA... 3 2.2 EXCLUSÕES... 5 2.3 CONSCIENTIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO... 5 2.3.1

Leia mais

Qualidade na cadeia produtiva da construção no Brasil Roberto de Souza Centro de Tecnologia de Edificações - CET - Brasil

Qualidade na cadeia produtiva da construção no Brasil Roberto de Souza Centro de Tecnologia de Edificações - CET - Brasil Qualidade na cadeia produtiva da construção no Brasil - 31 Qualidade na cadeia produtiva da construção no Brasil Roberto de Souza Centro de Tecnologia de Edificações - CET - Brasil 1. CARACTERÍSTICAS DO

Leia mais

ÍNDICE CAPÍTULO 1 - APRESENTAÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO 03 CAPÍTULO 2 - OBJETIVO DO MANUAL DA QUALIDADE 2.1 OBJETIVO 04

ÍNDICE CAPÍTULO 1 - APRESENTAÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO 03 CAPÍTULO 2 - OBJETIVO DO MANUAL DA QUALIDADE 2.1 OBJETIVO 04 Nível - A 1 de 27 ÍNDICE CAPÍTULO 1 - APRESENTAÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO 03 CAPÍTULO 2 - OBJETIVO DO MANUAL DA QUALIDADE 2.1 OBJETIVO 04 CAPÍTULO 3 - ESCOPO E APLICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 3.1

Leia mais

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias

A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias A importância de se formar bons auditores de qualidade Oceano Zacharias Auditar conforme a norma ISO 9001 requer, dos auditores, obter um bom entendimento do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) das empresas

Leia mais

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009.

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. Introdução Segundo as informações disponíveis no site do

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio

Leia mais

ISO 9000 para produção de SOFTWARE

ISO 9000 para produção de SOFTWARE ISO 9000 para produção de SOFTWARE A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou

Leia mais

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa 2 NBR ISO 10005:1997 1 Objetivo 1.1 Esta Norma fornece diretrizes para auxiliar os fornecedores na preparação, análise crítica, aprovação e revisão de planos da qualidade. Ela pode ser utilizada em duas

Leia mais

www.megacursos.com.br O QUE É ISO?

www.megacursos.com.br O QUE É ISO? 1 O QUE É ISO? ISO significa International Organization for Standardization (Organização Internacional de Normalização), seu objetivo é promover o desenvolvimento de normas, testes e certificação, com

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO:

Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO: Curso do Prêmio PBQP-H 2009/2010 APOIO: Objetivo do Prêmio PBQP-H 2009/2010 É um prêmio único no mundo. O objetivo geral é fazer a distinção das organizações da construção civil que elevam os patamares

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica ISSN 1984-9354 Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica Priscyla Abramowicz (LATEC/UFF) Resumo: A Indústria farmacêutica deve, por legislação,

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br N786-1 ISO CD 9001 Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento N786-1 ISO CD 9001 para treinamento - Rev0 SUMÁRIO Página Introdução 4 0.1 Generalidades 4 0.2 Abordagem

Leia mais

Uso Exclusivo em Treinamento

Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br ABNT NBR ISO 9001:2008 Uso Exclusivo em Treinamento SUMÁRIO 0. Introdução 2 0.1 Generalidades 2 0.2 Abordagem de processo 3 0.3 Relação com a norma NBR ISO 9004 5 0.4

Leia mais

Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil

Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil 9000 8000 8690 7000 6000 5000 4000 3000 4709 3948 2000 1000 29 4 0 Indústria Comércio e Serviços Agropecuária Código Nace Inválido TOTAL Fonte: Comitê

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005):

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005): Surgimento da ISO 9000 Com o final do conflito, em 1946 representantes de 25 países reuniram-se em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional, com o objetivo de "facilitar a coordenação

Leia mais

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Evandro de Paula Faria, Claudia Cristina de Andrade, Elvis Magno da Silva RESUMO O cenário competitivo exige melhoria contínua

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL Modelo da Série NBR ISO 9000 Modelo da Série NBR ISO 9000 A Garantia da Qualidade requer uma ação coordenada de todo sistema produtivo da empresa, do fornecedor de insumos de

Leia mais

ISO 9000 ISO 9001:2008

ISO 9000 ISO 9001:2008 ISO 9001:2008 QUALIDADE II ISO 9000 A ISO 9000 - Qualidade é o nome genérico utilizado pela série de normas da família 9000 (ISO) que estabelece as diretrizes para implantação de Sistemas de Gestão da

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Qual a participação da Engenharia na Incorporação imobiliária da Cyrela?

Qual a participação da Engenharia na Incorporação imobiliária da Cyrela? Qual a participação da Engenharia na Incorporação imobiliária da Cyrela? Atuação da Engenharia Cyrela AQUISIÇÃO DO TERRENO INÍCIO DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO LANÇAMENTO DO EMPREENDIMENTO INÍCIO DA OBRA

Leia mais

Entidade Setorial Nacional Mantenedora

Entidade Setorial Nacional Mantenedora Entidade Setorial Nacional Mantenedora Associação Nacional da Indústria Cerâmica ANICER Santa Luzia, 651, 12º andar Centro - Rio de Janeiro / RJ Tel/Fax: (21) 2524-0128 Site: www.anicer.com.br E-mail:

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Data Rev: MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Manual da Qualidade do Sistema de Gestão da Qualidade da Construtora Tardock Ltda. Folha: 2 de 19 I - ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO DESTE MANUAL Nome Data Assinatura

Leia mais

Manual de Garantias dos Produtos NS BRAZIL

Manual de Garantias dos Produtos NS BRAZIL Manual de Garantias dos Produtos NS BRAZIL Introdução: A ideia do lançamento do Manual de Garantias da NS Brazil, que ora apresentamos, veio da constatação de uma incômoda contradição: A inobservância

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA...

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA... MANUAL DA QUALIDADE Pág.: 1 de 21 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESCOPO E EXCLUSÕES DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 4 4.1. Requisitos

Leia mais

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios Sumário Antecedentes legais Atividades relevantes O que é o SIGAP Relevância do SIGAP para o acompanhamento de projetos Estrutura simplificada do SIGAP Principais benefícios Atividades em desenvolvimento

Leia mais

ANEXO I Planejamento e Implantação do Sistema

ANEXO I Planejamento e Implantação do Sistema Anexos ANEXO I Planejamento e Implantação do Sistema 309 Diagnóstico da Empresa para a Qualidade Identificação PLAN. 01/01 Data do Diagnóstico: Folha Nº: O presente diagnóstico deve ser aplicado aos escopos

Leia mais

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 2 Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 Para a gestão da qualidade na realização do produto a ISO 9001: 2000 estabelece requisitos de gestão que dependem da liderança da direção, do envolvimento

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano Secretaria de Política Urbana Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H,WHQVH5HTXLVLWRVGR 6LVWHPDGH4XDOLILFDomRGH(PSUHVDVGH

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

9001:2000 - EPS - UFSC)

9001:2000 - EPS - UFSC) Implantação de um sistema de gestão da qualidade conforme a norma ISO 9001:2000 numa pequena empresa de base tecnológica, estudo de caso: Solar Instrumentação, Monitoração e Controle Ltda. Gustavo Slongo

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade

Leia mais

A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS

A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS A VALIDAÇÃO DE PROJETO EM EMPRESAS CONSTRUTORAS E INCORPORADORAS Adriano Felice CAZET Engenheiro Civil, consultor de empresas Rua Tamandaí, 320/ap. 302 Santa Maria RS E-mail: technica@claro.com.br Sidnei

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade Preparando a Implantação de um Projeto Pró-Inova - InovaGusa Ana Júlia Ramos Pesquisadora em Metrologia e Qualidade e Especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade 1. Gestão Gestão Atividades coordenadas

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL SUPERIOR CARGO: Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Tecnologista Junior Padrão I (TS10) CADERNO DE

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA.

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM EMPRESA DO SEGMENTO METAL MECÂNICA. Elton Dias Paz Aluno de administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS. Elton.paz@fibria.com.br

Leia mais

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES.

FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Prof. Edson Costa Aildefonso FERRAMENTA PARA GERAÇÃO DE IDÉIAS E SOLUÇÕES. Qualquer um de nós que possua alguma experiência em trabalho de grupo sabe como é difícil desenvolver maneiras criativas para

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

Atualmente, as organizações de uma

Atualmente, as organizações de uma Uma estratégia competitiva para laboratórios de calibração e ensaios no cenário atual Conheça um modelo gerencial para laboratórios de calibração e ensaios, alinhando a qualidade necessária à realização

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução

GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução GESTÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE Introdução Considerações iniciais Qualidade: Grau de perfeição, de precisão, de conformidade a um certo padrão. É conceito multidimensional, isto é, o cliente avalia a qualidade

Leia mais

DIRETRIZES PARA O GERENCIAMENTO DA FLEXIBILIDADE DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS UM ESTUDO DE CASO

DIRETRIZES PARA O GERENCIAMENTO DA FLEXIBILIDADE DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS UM ESTUDO DE CASO DIRETRIZES PARA O GERENCIAMENTO DA FLEXIBILIDADE DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS UM ESTUDO DE CASO Patrícia Moschen (1); Roberto de Oliveira (2); Mayra Soares de Mesquita Mororó (2); Luiz Fernando Mählmann

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

MBA em Administração e Qualidade

MBA em Administração e Qualidade MBA em Administração e Qualidade Sistemas ISO 9000 e Auditorias da Qualidade Aula 5 Prof. Wanderson Stael Paris Olá! Confira no vídeo a seguir alguns temas que serão abordados nesta aula. Bons estudos!

Leia mais

A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos

A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos IETEC Instituto de Educação Tecnológica A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos Christiane Carraro Poubel Belo Horizonte, fevereiro de 2007. A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos

Leia mais

Lista de Exercícios - COBIT 5

Lista de Exercícios - COBIT 5 Lista de Exercícios - COBIT 5 1. O COBIT 5 possui: a) 3 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios b) 3 volumes, 5 habilitadores, 7 princípios c) 5 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios d) 5 volumes, 5 habilitadores,

Leia mais

Elaboração de indicadores da qualidade para a construção predial

Elaboração de indicadores da qualidade para a construção predial 1 Elaboração de indicadores da qualidade para a construção predial Marcela Quintanilha Borges da Rocha ¹ Cyro Alves Borges Junior ¹ Maria Elizabeth da Nóbrega Tavares ¹ José Glenio Medeiros de Barros ¹

Leia mais

Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3

Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 9000-3 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6: PSP Capítulo

Leia mais

ISO 9000-3 3 e ISO 9001

ISO 9000-3 3 e ISO 9001 QUALIDADE DO PROCESSO ISO 9000-3 3 e ISO 9001 Baseado no material do prof. Mario Lúcio Cortes http://www.ic.unicamp.br/~cortes/mc726/ 1 Normas da Série ISO 9000 Introdução ISO 9000 (NBR ISO 9000, versão

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Para obter a acreditação o laboratório deve implementar um sistema de gestão da qualidade com especial atenção para os aspectos da

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade -Requisitos

Sistema de Gestão da Qualidade -Requisitos MB Consultoria Av. Constantino Nery, Nº 2789, Edifício Empire Center, Sala 1005 a 1008 Manaus - Amazonas - Brasil CEP: 69050-002 Telefones: (92) 3656.2452 Fax: (92) 3656.1695 e-mail: mb@netmb.com.br Site:

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28 o. andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio

Leia mais

Requisitos para capacitação de subempreiteiros na construção civil

Requisitos para capacitação de subempreiteiros na construção civil Requisitos para capacitação de subempreiteiros na construção civil Giancarlo Azevedo de Filippi (EPUSP) giancarlo@poli.usp.br Francisco Ferreira Cardoso (EPUSP) francisco.cardoso@poli.usp.br Resumo Este

Leia mais

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA Prof. Ms. Sidney E. Santana 1. Identificando os custos da qualidade Controlar a origem das receitas, produto da venda de

Leia mais

Existem três categorias básicas de processos empresariais:

Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012

SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias. Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012 SUMÁRIO SQ/IT084 Fundamentos do Programa Setorial da Qualidade de Tintas Imobiliárias Ed01/Rev1 Fevereiro de 2012 1 Introdução 2 Documentos complementares 3 Conceituação 4 Requisitos do programa setorial

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" - 1ª Edição Versão do Modelo 1..0-01/Fev/008 - Editora INDG-Tecs - 008 WWW.MATURITYRESEARCH.COM

Leia mais

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias CONSULTORIA Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias PADRÃO DE QUALIDADE DESCRIÇÃO ISO 9001 Esse Modelo de Produto de Consultoria tem por objetivo definir e melhorar todos os processos da empresa,

Leia mais

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP.

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CQ Consultoria Cirius Quality e Treinamento 1º Edição Interpretação da NBR ISO 9001:2008 Cirius Quality Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CEP: 09980-150 i www.ciriusquality.com.br e contato@ciriusquality.com.br

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Unidade I Conceito de Qualidade Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com UNIDADE I : Conceito de Qualidade 1.1 Qualidade de processo de software 1.2 Qualidade de produto de software UNIDADE

Leia mais