O Desempenho Industrial: Sem Forças Para Crescer

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Desempenho Industrial: Sem Forças Para Crescer"

Transcrição

1 O Desempenho Industrial: Sem Forças Para Crescer Maio de 2002

2 O Desempenho Industrial: Sem Forças Para Crescer Investimentos: em compasso de espera Crédito: travado Mercado consumidor interno: fraco Exportações: em declínio Esse é o resumo dos determinantes da estagnação atual da indústria Os dados divulgados pelo IBGE para a produção física industrial de março de 2002 não deixam margem a dúvidas: todos os fatores de dinamismo para o crescimento industrial estão ausentes na economia brasileira hoje. A produção industrial brasileira crescia desde novembro de, após a continuada queda motivada pela crise de energia, pela gangorra do dólar e pela elevação das taxas de juros em. O processo era lento, tanto que não se chegou a recuperar os níveis de produção anteriores ao início da retração de. Em março, a produção industrial voltou a acusar declínio: caiu 0,8% com relação ao mês anterior. Com relação a março de, a queda foi de 3,8% e no acumulado do primeiro trimestre de 2002 com relação a, foi de 2,2%. Produção Física Industrial - Com Ajuste Sazonal (número-índice: base média 1991 = ) Esses resultados retratam não apenas um tropeço no lento processo de recuperação, mas, sobretudo, refletem a falta de dinamismo da economia industrial no corrente ano. 1

3 Os dados abaixo ajudam a entender o que está ocorrendo no setor industrial. Indicadores Conjunturais da Indústria - Março/2002 Segmentos Variação (%) Mês/Mês* Mensal Acumulado No Ano 12 meses Bens de Capital -3,9-5,4-1,8 7,2 Bens Intermediários -1,6-3,2-2,2-2,1 Bens de Consumo -1,1-5,3-2,3-0,3 Duráveis 1,0-10,4-8,5-5,9 Semiduráveis e não Duráveis -1,9-3,6-0,4 1,3 Indústria Geral -0,8-3,8-2,2-0,7 Fonte: Ibge/Dpe/Departamento de Indústria (*) Com ajuste sazonal Bens de Capital Após um longo período de encolhimento (1995/99), a reativação do setor veio com a mudança da política cambial de A substituição de importações e a demanda originada da substituição energética e da agricultura foram os responsáveis pelo forte crescimento em e pela pequena recuperação do seu crescimento entre fins de e fevereiro de O relativo compasso de espera dos investimentos nesse início de ano deve persistir devido à instabilidade financeira e as oscilações das expectativas relacionadas às eleições presidenciais. Por isso, a indústria de bens de capital não repetirá em 2002 o excepcional desempenho de (crescimento de 12,7%), podendo ter crescimento negativo. Bens Duráveis de Consumo Segmento que mais cresceu com a estabilização da economia a partir de 1994, foi também o que mais sofreu o impacto da retração de 1997/1999 e da crise de energia e do aumento das taxas de juros em. Mesmo com o fim do racionamento, a recuperação dos últimos meses tem sido limitada devido à manutenção das altas taxas de juros e da elevada inadimplência no crédito. A projeção dos últimos resultados desse segmento indica um crescimento próximo a zero em A redução da taxa de juros e a reativação do crédito podem alterar essa projeção. Bens Duráveis de Consumo Não Duráveis A longa estagnação desse segmento deve ser sublinhada. A estagnação se seguiu a uma (breve) ativação após a estabilização e perdura até os dias de hoje. Sem forças para crescer devido à queda do rendimento real (de quase 10% nos últimos três anos) e do desemprego, a produção do segmento acumulou seguidas quedas nos últimos anos (1998/, crescendo pouco em 1,8%) e se for mantida a tendência atual terá crescimento zero em

4 Investimentos em compasso de espera, crédito travado e mercado consumidor interno fraco, eis o resumo da ópera. Com as exportações em queda, sequer o mercado externo serve como atenuante. Diante do quadro atual, a projeção é de um crescimento da produção industrial de apenas 1,6% em 2002, crescimento esse puxado pela indústria extrativa. A projeção para a indústria de transformação é de queda de 0,6%. Alguma melhora é esperada para o segundo semestre quando taxas expressivas de crescimento poderão ser registradas devido à comparação com a base de referência, ou seja, o segundo semestre de, período em que o nível de produção foi baixo. Esse quadro pode ser alterado? No presente contexto, a única via é a redução da taxa de juros para destravar o crédito e, assim, parcialmente, reativar o mercado de consumo. Teria de ser uma redução expressiva como 2 pontos percentuais na taxa básica em até julho, o que esbarra nas dificuldades do quadro de instabilidade financeira do momento e no comportamento dos dirigentes do Banco Central, que mesmo em situações mais favoráveis das expectativas, relutam em reduzir os juros para a ativação da produção. Produção Física - Tendência (média de 1999=) mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Bens Duráveis de Consumo Tendência - Ind. Bens Não Duráveis de Consumo Tendência - Ind. Bens de Capital 3

5 Anexo Tendência 1 Produção Física - Indústria Geral - Tendência e Índice (média de 1999=) mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Transformação IndGeral Produção Física - Indústria de Tranformação - Tendência e Índice (média de 1999=) mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Transformação IndTransf 1 Tendência é estimada pelo filtro de Kalman; metodologia desenvolvida por Andrew C. Harvey. 4

6 Produção Física - Indústria de Bens de Capital - Tendência e Índice (média de 1999=) mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Bens de Capital IndBK Produção Física - Indústria de Bens Intermediários - Tendência e Índice (média de 1999=) 70 mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Bens Intermediários IndInter 5

7 Produção Física - Indústria de Bens de Consumo Duráveis - Tendência e Índice (média de 1999=) mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Bens Duráveis de Consumo IndBCD Produção Física - Indústria de Bens de Consumo Não Duráveis - Tendência e Índice (média de 1999=) 70 mar/ mar/91 mar/92 mar/93 mar/94 mar/95 mar/96 mar/97 mar/98 mar/99 mar/00 mar/01 mar/02 Tendência - Ind. Bens Não Duráveis de Consumo IndBCnD 6

8 Dados e Projeções Produção Física - Indústria Geral - Variação em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior - % , ,3 6 6,1 4, ,0 1, ,0-0,1-1,5-1,8-1,2-1, ,1-3,8-8 jan/01 fev/01 mar/01 abr/01 mai/01 jun/01 jul/01 ago/01 set/01 out/01 nov/01 dez/01 jan/02 fev/02 mar/02-6,6 Produção Física - Indústria - Variação Anual - % 8,0 6,0 6,6 6,1 4,0 3,9 3,6 2,0 1,8 1,7 1,7 1,1 1,5 1,2 0,0-0,7-2,0-2,0-1,6-4, ,3 Geral Transformação 7

9 Produção Física - Indústria - Variação Anual Média no Período 1995/ % 8,7 1,8 2,3 2,6 1,0 0,6 0,9 Geral Extrativa Transformação Capital Intermediário Durável Não Durável Evolução da Produção Industrial - Classes e Categoria de Uso Classe Categoria de Uso Geral Extrativa Transformação Capital Intermediário Consumo Durável Não Durável Variação em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior jan/01 12,0 12,9 11,9 30,5 9,4 10,9 21,2 8,3 fev/01 2,0 12,7 0,8 9,7 2,2-2,8 3,8-4,7 mar/01 8,3 5,8 8,5 24,1 6,3 6,7 22,6 2,4 abr/01 6,1 7,6 5,9 25,2 2,9 6,3 12,3 4,6 mai/01 4,8 4,2 4,8 18,2 2,5 5,6 13,2 3,3 jun/01-1,0 5,6-1,7 9,8-2,3-1,7-2,5-1,5 jul/01 1,4 7,5 0,8 17,6-0,2 0,0-6,7 1,8 ago/01-0,1 4,7-0,7 15,2-2,1-0,7-14,8 3,2 set/01-1,5-0,9-1,6 4,2-3,0-0,1-10,3 2,6 out/01-3,1-9,9-2,3 8,6-5,3-1,8-8,1-0,2 nov/01-1,8-2,4-1,7-0,7-3,9 1,7-7,1 4,3 dez/01-6,6-1,1-7,3-3,3-7,2-5,5-19,2-1,6 jan/02-1,2 7,1-2,3-3,9-1,9 1,3-3,9 2,7 fev/02-1,3 5,1-2,1 4,4-1,4-2,7-10,7-0,2 mar/02-3,8 13,1-5,7-5,4-3,2-5,3-10,4-3,6 Fonte: IBGE; elaboração e projeções - IEDI. 8

10 Evolução da Produção Industrial - Classes e Categoria de Uso Classe Categoria de Uso Geral Extrativa Transformação Capital Intermediário Consumo Durável Não Durável Variação em Relação ao Mesmo Trimestre do Ano Anterior - % I/01 7,3 10,4 7,0 20,9 5,9 4,8 15,6 1,9 II/01 3,2 5,8 2,9 17,4 1,0 3,3 7,7 2,0 III/01-1,0 3,1-1,5 10,5-2,2-2,2-10,0-0,1 IV/01-3,7-4,4-3,7 1,7-5,4-1,7-11,2 0,9 I/02-2,2 8,4-3,5-1,8-2,2-2,3-8,5-0,4 II/02-0,7 13,0-2,8-3,5 0,2-0,7-6,3 0,1 III/02 5,1 13,2 2,4-1,4 6,5 4,7 11,6 3,1 IV/02 5,0 14,3 2,3 4,5 7,8 0,7 4,5-0,2 Acumulado no Ano - % I/01 7,3 10,4 7,0 20,9 5,9 4,8 15,6 1,9 II/01 5,2 8,1 4,8 19,1 3,4 4,0 11,4 2,0 III/01 3,3 6,6 2,9 16,6 1,6 2,4 3,4 2,2 IV/01 1,5 3,5 1,2 12,7-0,2 1,3-0,6 1,8 I/02-2,2 8,4-3,5-1,8-2,2-2,3-8,5-0,4 II/02-1,4 10,7-3,1-2,7-1,0-1,5-7,4-0,1 III/02-1,8 10,5-3,7-4,5-0,5-3,2-3,8-3,4 IV/02 1,6 12,1-0,6-1,1 2,9 0,2 0,2 0,0 Fonte: IBGE; elaboração e projeções - IEDI. As projeções estão grifadas. 9

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P A B R I L, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S São Paulo, 27 de maio de 2016 Crédito imobiliário alcança R$ 3,5 bilhões em abril

Leia mais

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo

Indicador Trimestral de PIB do Espírito Santo SUMÁRIO EXECUTIVO O Produto Interno Bruto (PIB) do estado do Espírito Santo é calculado anualmente pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto eiro de Geografia e Estatística

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado

Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Relatório Mercatto OABPREV RJ Fundo Multimercado Abril/11 Sumário 1. Características do Fundo Política de Gestão Objetivo do Fundo Público Alvo Informações Diversas Patrimônio Líquido 2. Medidas Quantitativas

Leia mais

PERSPECTIVAS MERCADO DE AÇÕES

PERSPECTIVAS MERCADO DE AÇÕES PERSPECTIVAS MERCADO DE AÇÕES Walter Mendes de Oliveira Filho. Fevereiro 2005 1 PERSPECTIVA MERCADO DE AÇÕES A RECENTE RECUPERAÇÃO DO MERCADO DE AÇÕES BRASILEIRO ACOMPANHOU A ALTA DOS MERCADOS EMERGENTES

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Economia brasileira: Crise à vista

Economia brasileira: Crise à vista Boletim Econômico Edição nº 01 agosto de 2013 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Economia brasileira: Crise à vista Comportamento da inflação ditará o futuro político do país

Leia mais

Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS

Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS Anexo III Metas Fiscais III.8 Avaliação da Situação Financeira e Atuarial dos Benefícios Assistenciais da Lei Orgânica de Assistência Social LOAS (Art. 4 o, 2 o, inciso IV, da Lei Complementar n o 101,

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indicadores CNI ISSN 2317-7322 Ano 7 Número 3 março de SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Condições financeiras pioram no primeiro trimestre A indústria da construção tem sido fortemente impactada pela atual

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014

ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE INVESTIMENTOS - COMIN COMIN - Nº 04/2014 Data: 27/02/2014 Participantes Efetivos: Edna Raquel Rodrigues Santos Hogemann Presidente, Valcinea Correia da Silva Assessora Especial,

Leia mais

Sondagem do Setor de Serviços

Sondagem do Setor de Serviços Sondagem do Setor de Serviços % Setor 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Agropecuária 5,9 4,9 4,7 4,8 5,0 5,2 Indústria 25,8 25,1 24,7 23,9 23,3 21,8 Serviços 54,1 55,8 56,5 57,3 56,8 58,9 Impostos líquidos

Leia mais

A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro

A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro A Economia Global e as Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro Henrique de Campos Meirelles Julho de 20 1 pico = 100 Valor de Mercado das Bolsas Mundiais pico 100 Atual 80 Japão 60 40 crise 1929 20

Leia mais

Crise da construção acentua-se, embora com quebras menos pronunciadas

Crise da construção acentua-se, embora com quebras menos pronunciadas Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Conjuntura da Construção n.º 70 Julho

Leia mais

Carta Mensal Novembro 2015

Carta Mensal Novembro 2015 Canvas Classic FIC FIM (nova razão social do Peninsula Hedge FIC FIM) Ao longo de novembro, a divergência na direção da política monetária conduzida pelos dois mais relevantes bancos centrais do mundo

Leia mais

Economia Brasileira: Câmbio, Balança de Pagamentos e a Política Fiscal. Affonso Celso Pastore

Economia Brasileira: Câmbio, Balança de Pagamentos e a Política Fiscal. Affonso Celso Pastore Economia Brasileira: Câmbio, Balança de Pagamentos e a Política Fiscal Affonso Celso Pastore 1 índice (basket / US$) Entramos em um ciclo de valorização do dólar. A experiência dos dois ciclos anteriores

Leia mais

RESULTADOS GLOBAIS PRELIMINARES Milhões de Euros

RESULTADOS GLOBAIS PRELIMINARES Milhões de Euros 00 99 DDEE FF EEVVEERREEI IIRROO DDEE 22000099 Estatísticas do Comércio Internacional Novembro de 2008 Comércio Internacional I Saídas diminuem 5,9 e Entradas 1,5 No trimestre terminado em Novembro de

Leia mais

INDX apresenta estabilidade em abril

INDX apresenta estabilidade em abril 1-2- 3-4- 5-6- 7-8- 9-10- 11-12- 13-14- 15-16- 17-18- 19-20- 21-22- 23-24- 25-26- 27-28- 29-30- INDX INDX ANÁLISE MENSAL INDX apresenta estabilidade em abril Dados de Abril/11 Número 52 São Paulo O Índice

Leia mais

INDX registra alta de 3,1% em Março

INDX registra alta de 3,1% em Março 14-jan-11 4-fev-11 25-fev-11 18-mar-11 8-abr-11 29-abr-11 2-mai-11 1-jun-11 1-jul-11 22-jul-11 12-ago-11 2-set-11 23-set-11 14-out-11 4-nov-11 25-nov-11 16-dez-11 6-jan-12 27-jan-12 17-fev-12 9-mar-12

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo Atividade Turística Julho de 20 15 de setembro de 20 Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em julho de 20, valor correspondente a

Leia mais

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS 1 Trimestre RESULTADOS OBTIDOS Saldos Financeiros Saldos Segregados por Planos (em R$ mil) PGA PB TOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL CC FI DI/RF FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL

Leia mais

CRÔNICA DA BOLHA ANUNCIADA e os Preços Adiante

CRÔNICA DA BOLHA ANUNCIADA e os Preços Adiante 14a. Conferência Internacional da LARES Movimentos de Preços de Imóveis Residenciais no Brasil : CRÔNICA DA BOLHA ANUNCIADA e os Preços Adiante Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr. setembro 2014 real estate

Leia mais

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho

Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho Outubro de 2009 Julho de 2012 Índice de Confiança da Indústria Pernambucana mantém-se em queda em julho O Índice de Confiança da Indústria de Transformação de Pernambuco (ICI-PE) volta a recuar em julho

Leia mais

Hotelaria com aumentos nas dormidas e proveitos

Hotelaria com aumentos nas dormidas e proveitos Atividade Turística Junho 2013 14 de agosto de 2013 Hotelaria com aumentos nas dormidas e proveitos A hotelaria registou 4,4 milhões de dormidas em junho de 2013, mais 8,6% do que em junho de 2012. Para

Leia mais

BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013

BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013 BRASIL: o fim de um modelo ou um ajuste cíclico? MAIO 2013 Novo padrão de consumo Mar 00 Sep 00 Mar 01 Sep 01 Mar 02 Sep 02 Mar 03 Sep 03 Mar 04 Sep 04 Mar 05 Sep 05 Mar 06 Sep 06 Mar 07 Sep 07 Mar 08

Leia mais

Operações Crédito do SFN

Operações Crédito do SFN BC: Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nacional sobem 0,1% em maio de 2016, acumulando alta de 2,0% em 12 meses O crédito total do SFN incluindo as operações com recursos livres e direcionados

Leia mais

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indicadores CNI ISSN 2317-7322 Ano 6 Número 12 dezembro de SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indústria da construção termina ano com queda intensa A indústria da construção encerrou com queda intensa e

Leia mais

ROTEIRO DE EXPOSIÇÃO Índices inflacionários, evolução salarial da categoria e despesa de pessoal no Estado de São Paulo

ROTEIRO DE EXPOSIÇÃO Índices inflacionários, evolução salarial da categoria e despesa de pessoal no Estado de São Paulo ROTEIRO DE EXPOSIÇÃO Índices inflacionários, evolução salarial da categoria e despesa de pessoal no Estado de São Paulo SINDSAÚDE-SP 17/10/2008 COMPORTAMENTO DOS PREÇOS No período 2001-2008, presenciamos

Leia mais

A política comercial no período 2005-2010:

A política comercial no período 2005-2010: A política comercial no período 2005-2010: contribuições para o desempenho exportador? Julho de 2010 Estrutura 1. Quando foi o boom exportador? 2. Política comercial pós-boom: - política de proteção (tarifas

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável. BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013)

Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável. BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013) Centro de Promoção do Desenvolvimento Sustentável BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA (Atualizado em julho de 2013) Viçosa Minas Gerais Junho de 2013 1 DEMOGRAFIA BOLETIM ESTÁTISTICO DE VIÇOSA TABELA 1 Evolução

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 26 de janeiro de 2010.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 26 de janeiro de 2010. Análise CEPLAN Recife, 26 de janeiro de 2010. Temas que serão discutidos na Análise Ceplan A conjuntura econômica título em mestre 2010 e perspectivas para 2011 (Brasil, Nordeste, Estados); Informe especial

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015 CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRIMESTRE DE 2015 1 CENÁRIO ECONÔMICO O segundo trimestre do ano de 2015 demonstrou uma aceleração da deterioração dos fatores macroeconômicos no Brasil, com aumento

Leia mais

DEZEMBRO/2007 Ano VIII - No. 96

DEZEMBRO/2007 Ano VIII - No. 96 DEZEMBRO/2007 Ano VIII - No. 96 Índice de Velocidade de Vendas IVV Mercado Imobiliário de Maceió DEZEMBRO/2007 COMENTÁRIOS O mês de Dezembro/07 fechou o ano com a venda de 276 unidades, recorde absoluto

Leia mais

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros?

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? José Luís Oreiro * O Banco Central do Brasil iniciou o recente ciclo de flexibilização da política

Leia mais

ABIH-RJ FECOMÉRCIO- RJ

ABIH-RJ FECOMÉRCIO- RJ 2014 ABIH-RJ FECOMÉRCIO- RJ ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Pesquisa mensal da ABIH-RJ que visa acompanhar a taxa de ocupação nas unidades de hospedagem da

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para junho de 2010 confirmam a recuperação do emprego

Leia mais

Rumo a um Novo Ciclo de Desenvolvimento

Rumo a um Novo Ciclo de Desenvolvimento Rumo a um Novo Ciclo de Desenvolvimento Guido Mantega Presidente do BNDES Setembro 2005 A economia brasileira reúne condições excepcionais para impulsionar um novo Ciclo de Desenvolvimento Quais são as

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CAMPO GRANDE - MS MARÇO/2016 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

Investimentos em Infraestrutura e Crescimento Econômico Brasileiro

Investimentos em Infraestrutura e Crescimento Econômico Brasileiro Investimentos em Infraestrutura e Crescimento Econômico Brasileiro Márcio Holland Secretário de Política Econômica Comissão de Infraestrutura do Senado Federal Brasília, 19 de maio de 2014 2 Por que investimentos

Leia mais

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços.

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. Construção Civil Construção Civil Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. edificações residenciais; edificações

Leia mais

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 2012 ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Pesquisa mensal da ABIH-RJ que visa acompanhar a taxa de ocupação nas unidades de hospedagem da

Leia mais

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Outubro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem ser

Leia mais

200 180 Indice (abr/2004=100) 160 140 120 100 80 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03 dez/03 jun/04 dez/04 jun/05 dez/05 jun/06 dez/06 jun/07 dez/07 Faturamento

Leia mais

Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE

Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE FECOMÉRCIO SC SUMÁRIO Endividamento em Joinville 7 Considerações

Leia mais

A presente Instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento. CARACTERÍSTICAS HG Verde Fundo de Investimento Multimercado FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS

Leia mais

PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISES. INVESTIMENTOS e RISCOS

PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISES. INVESTIMENTOS e RISCOS PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISES INVESTIMENTOS e RISCOS RENTABILIDADE A rentabilidade é a variação entre um preço inicial e um preço final em determinado período. É o objetivo máximo de qualquer investidor,

Leia mais

TABELA DE SALÁRIO MÍNIMO REGIONAL (REVISADA A DE SC)

TABELA DE SALÁRIO MÍNIMO REGIONAL (REVISADA A DE SC) TABELA DE SALÁRIO MÍNIMO REGIONAL (REVISADA A DE SC) REAJUSTAMENTO, ATUALIZAÇÃO E REVISÃO DOS BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL FORMAS DE REAJUSTAMENTO/ACUMULAÇÃO DE BENEFÍCIO 1 - BENEFÍCIOS

Leia mais

1 a 15 de janeiro de 2015

1 a 15 de janeiro de 2015 1 a 15 de janeiro de 2015 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas

Leia mais

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de Belo Horizonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

IMPE Indicadores das micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro. Resultados de Novembro de 2006

IMPE Indicadores das micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro. Resultados de Novembro de 2006 IMPE Indicadores das micro e pequenas empresas do Estado do Rio de Janeiro Resultados de Novembro de 2006 IMPEs Destaques dos resultados Novembro de 2006 Pagamento da primeira parcela do 13 o salário contribui

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 PRODUTIVIDADE DO TRABALHO Fevereiro de 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO A produtividade do trabalho da indústria catarinense variou 2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano anterior. No primeiro bimestre de

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O AGORA BOLSA FIC DE FIA 08.909.429/0001-08. Informações referentes a Abril de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O AGORA BOLSA FIC DE FIA 08.909.429/0001-08. Informações referentes a Abril de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O AGORA BOLSA FIC DE FIA 08.909.429/0001-08 Informações referentes a Abril de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o ÁGORA BOLSA FUNDO

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

André Urani (aurani@iets.inf.br)

André Urani (aurani@iets.inf.br) Um diagnóstico socioeconômico do Estado de a partir de uma leitura dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE (1992-4) André Urani (aurani@iets.inf.br) Maceió, dezembro de 5 Introdução

Leia mais

16 a 31 de dezembro de 2014

16 a 31 de dezembro de 2014 16 a 31 de dezembro de 2014 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas

Leia mais

Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros

Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros TEXTO PARA DISCUSSÃO Nota Técnica: O Custo Público com Reprovação e Abandono Escolar na Educação Básica Rodrigo Leandro de Moura Gabriel Leal de Barros Pesquisadores de Economia Aplicada do FGV/IBRE Fevereiro

Leia mais

Estudos. População e Demografia

Estudos. População e Demografia População e Demografia Prof. Dr. Rudinei Toneto Jr. Guilherme Byrro Lopes Rafael Lima O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991, divulga anualmente uma base com a população dos

Leia mais

Elevada Liquidez Internacional Molda as Cotações 1

Elevada Liquidez Internacional Molda as Cotações 1 R$/US$ v. 11, n. 5, maio 2016 Elevada Liquidez Internacional Molda as Cotações 1 A acomodação da cotação do dólar futuro negociado na BM&F-Bovespa frente ao real, em patamares sucessivamente menores nas

Leia mais

RESGATE DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS ATRELADOS A ÍNDICES DE LONGO PRAZO

RESGATE DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS ATRELADOS A ÍNDICES DE LONGO PRAZO PARECER DE INVESTIMENTO Nº. 030/2016 Cuiabá MT, 18 de Março de 2016 RESGATE DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS ATRELADOS A ÍNDICES DE LONGO PRAZO Prezado(a) Diretor Executivo, Sr(a). Valmir Guedes Pereira; Desde

Leia mais

CRESCIMENTO DO PIB MUNDIAL (%)

CRESCIMENTO DO PIB MUNDIAL (%) 1 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 CRESCIMENTO DO PIB

Leia mais

Quebras de Produção Intensificam-se

Quebras de Produção Intensificam-se Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas ANEOP Associação Nacional dos Empreiteiros

Leia mais

Cenários para Precificação do Petróleo e do Gás Natural. Adriano Pires

Cenários para Precificação do Petróleo e do Gás Natural. Adriano Pires Cenários para Precificação do Petróleo e do Gás Natural Adriano Pires 17/03/2009 1 O Ano de 2009 Uma queda no crescimento da demanda global de energia conduzirá a preços menores de petróleo e de gás em

Leia mais

O que aconteceu com o preço dos investimentos no Brasil

O que aconteceu com o preço dos investimentos no Brasil 14 mar 07 Nº 25 O que aconteceu com o preço dos investimentos no Brasil Por Fernando Pimentel Puga e Marcelo Machado Nascimento Assessores da presidência Brasil cresceu pouco, com baixo investimento A

Leia mais

Coordenação geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro

Coordenação geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Ano 5 no 41 novembro/2012 Ano 5 no 41 maio/2012 Embrapa Gado de Leite Rua Eugênio do Nascimento, 610 Bairro Dom Bosco 36038-330 Juiz de Fora/MG Telefone: (32) 3311-7494 Fax: (32) 3311-7499 e-mail: sac@cnpgl.embrapa.br

Leia mais

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas

Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas Noovveembbr roo ddee 22001111 Evolução no trimestre sobre o mesmo trimestre do ano anterior Médias Ago-Out11/ Ago-Out10 Médias Set-Nov11/ Set-Nov10 Confiança da Em parceria o Banco Central do Brasil, a

Leia mais

Sinval Zaidan Gama Superintendente de Operações no Exterior

Sinval Zaidan Gama Superintendente de Operações no Exterior Eletrobrás Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Integração Energética na América Latina Sinval Zaidan Gama Superintendente de Operações no Exterior Fevereiro de 2010 O Sistema Eletrobrás O Sistema Eletrobrás

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 19/03/2015

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 19/03/2015 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 19/03/2015 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Leia mais

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados

Índice fipezap de preços de imóveis anunciados Preço médio de locação inicia 2016 em queda de 0,16% Resultado de janeiro leva o Índice FipeZap de Locação a mostrar a nona queda nominal seguida na comparação com o mês anterior Os preços de locação iniciaram

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 Principais resultados da PNAD 2013 potencialmente relacionados às ações e programas do MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P M A R Ç O, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S Poupança SBPE Captação Líquida: - R$ 5,2 bilhões Saldo: R$ 497,1 bilhões Financiamentos

Leia mais

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43

3 INFLAÇÃO. Carta de Conjuntura 26 mar. 2015 43 3 INFLAÇÃO SUMÁRIO A inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vinha apresentando uma trajetória de aceleração desde o início de 2014, mas mantinha-se dentro

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil. Dieese. Subseção Força Sindical. Elaboração: 21/07/2015

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil. Dieese. Subseção Força Sindical. Elaboração: 21/07/2015 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil Dieese. Subseção Força Sindical Elaboração: 21/07/2015 De acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Leia mais

BLUMENAU: SITUAÇÃO FINANCEIRA A economia dos municípios depende do cenário nacional

BLUMENAU: SITUAÇÃO FINANCEIRA A economia dos municípios depende do cenário nacional BLUMENAU: SITUAÇÃO FINANCEIRA A economia dos municípios depende do cenário nacional - A arrecadação municipal (transferências estaduais e federais) vem crescendo abaixo das expectativas desde 2013. A previsão

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

Na atividade de têxtil e confecção ocorreu o maior volume de contratações no ano (3.907 postos).

Na atividade de têxtil e confecção ocorreu o maior volume de contratações no ano (3.907 postos). Sumário Executivo MAR/2016 No mês de março de 2016, o saldo de empregos em Santa Catarina recuou em relação a fevereiro (-3.803 postos e variação de -0,2%). A indústria de transformação teve desempenho

Leia mais

Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004

Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004 Safra Títulos Públicos DI - Fundo de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2004 e de 2003 e parecer de auditores independentes Demonstração da composição e diversificação

Leia mais

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014 EVOLUÇÃO SALARIAL Categoria: Material de suporte para categorias em data base Deflatores: ICV-DIEESE INPC-IBGE março de 2014 Este trabalho contém o estudo sobre o comportamento dos salários desde 01-março-2013

Leia mais

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Março de 2015 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

Perspectivas do Crédito Imobiliário no Brasil. Octavio de Lazari Junior Presidente - ABECIP

Perspectivas do Crédito Imobiliário no Brasil. Octavio de Lazari Junior Presidente - ABECIP Perspectivas do Crédito Imobiliário no Brasil Octavio de Lazari Junior Presidente - ABECIP São Paulo 5 de dezembro de 2012 Fiabci Brasil - Perspectivas 2013 Agenda 1 - Brasil: Ambiente Macroeconômico 2

Leia mais

Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016

Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016 Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina Resultado de Vendas de Dia dos Namorados 2016 O perfil do empresário e

Leia mais

Setor Externo: Triste Ajuste

Setor Externo: Triste Ajuste 8 análise de conjuntura Setor Externo: Triste Ajuste Vera Martins da Silva (*) A recessão da economia brasileira se manifesta de forma contundente nos resultados de suas relações com o resto do mundo.

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL

Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL Autor: Vinicius Silva Neves Ampla Energia e Serviços S.A. RESUMO O Índice de Prevenção de Acidentes Laborais IPAL, é um indicador de prevenção de acidentes

Leia mais

Combustíveis e seus reajustes. Número 19 abril 2006 NOTA TÉCNICA

Combustíveis e seus reajustes. Número 19 abril 2006 NOTA TÉCNICA Combustíveis e seus reajustes Número 19 abril 2006 NOTA TÉCNICA Combustíveis e seus reajustes O aumento do álcool, neste 1º trimestre de 2006, assustou os consumidores. Muitos deles, com veículos bicombustíveis,

Leia mais

Incidência de infecções pelos vírus v 1998-2000. Universidade Federal da Bahia Instituto de Saúde. Coletiva

Incidência de infecções pelos vírus v 1998-2000. Universidade Federal da Bahia Instituto de Saúde. Coletiva Universidade Federal da Bahia Instituto de Saúde Coletiva Incidência de infecções pelos vírus v da dengue em pré-escolares de Salvador/Ba 1998-2000. Florisneide Barreto Vanessa Morato Maria Glória Teixeira

Leia mais

Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade

Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade CIDOB AECID EL BRASIL DESPUES DE LULA. Éxitos y desafíos en la reducción de la pobreza y el liderazgo regional Política Social no Brasil e seus Efeitos sobre a Pobreza e a Desigualdade Lena LAVINAS Instituto

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego. Abril 2011

Pesquisa Mensal de Emprego. Abril 2011 Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Pesquisa Mensal de Emprego Abril 2011 1 1 Rio de Janeiro, 26/05/2011 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro O Janeiro

Leia mais

Política de Valorização do Salário Mínimo: valor para 2016 é fixado em R$ 880,00

Política de Valorização do Salário Mínimo: valor para 2016 é fixado em R$ 880,00 Nota Técnica Número 153 - Dezembro de 2015 Atualizada em janeiro de 2016 Política de Valorização do Salário Mínimo: valor para 2016 é fixado em R$ 880,00 Salário mínimo de 2016 é de R$ 880,00 A partir

Leia mais

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909

Leia mais

ARTIGOS GPEARI-MFAP. Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000 2001. Clara Synek * Resumo

ARTIGOS GPEARI-MFAP. Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000 2001. Clara Synek * Resumo ARTIGOS GPEARI-MFAP Abril, ART/ Economia dos EUA e Comparação com os períodos de - e Clara Synek * Resumo O actual período de abrandamento da economia dos EUA, iniciado em e previsto acentuar-se no decurso

Leia mais

5. existe o temor de que os problemas acima possam levar à desagregação da união européia.

5. existe o temor de que os problemas acima possam levar à desagregação da união européia. RELATÓRIO MENSAL Fevereiro de 2010 Prezados Cotistas, A expressão falando grego que em rápida wiki-pesquisa constatamos ser brasileira talvez seja a melhor forma de sintetizar o ocorrido na economia mundial

Leia mais

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges A Sondagem Industrial (SI) e o Índice de Confiança (ICEI) são elaborados pela unidade de Política Econômica da Confederação Nacional das s (CNI) em conjunto com as Federações das s dos 23 estados brasileiros

Leia mais