Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

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1 Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral

2 Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário de curto prazo parece definido mas como garantir uma trajetória de crescimento econômico sustentado?

3 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Estabilidade Macroeconômica e Institucional; Sistema Financeiro capitalizado, com níveis prudentes de alavancagem e fortemente regulado; Reação rápida e eficiente do governo, especialmente do BC, em resposta à crise.

4 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Estabilidade Macroeconômica e Institucional. Resultado Primário x Dívida Líq. do Setor Público Selic x IPCA (%) 4,5 4,0 55,0 52,5 25,00 3,5 50,0 3,0 47,5 16,50 17,75 18,00 2,5 2,0 1,5 1,0 45,0 42,5 40,0 12,53 9,30 7,60 5,69 13,25 3,14 11,25 4,46 13,75 5,90 8,75 4,31 11,75 5,64 0,5 37,5 0, * Superávit (% do PIB) DLSP (% do PIB) 35, * Selic % IPCA % * Projeções da Pesquisa FEBRABAN de Projeções Abr/10 * Projeções FOCUS BACEN (04/06/2010) Fonte: BCB

5 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Estabilidade Macroeconômica e Institucional. Exportação e Importação (Acumulado em 12 meses - US$ m) x Reservas Internacionais (Saldo - US$ milhões) * Exportações (US$ m) Importações (US$ m) Reservas Internacionais(a) (US$ milhões) * Acumulado até maio de (a) Posição em 31 de maio conceito de liquidez internacional. Apresentação Fonte: ao Senado BCB

6 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Alguns avanços macroeconômicos e institucionais. Inflação %a.a. (média) Reservas - US$ milhões (1995 e mai/10) Fluxo Comercial US$ milhões Risco País Brasil (em pontos) Rating Salário Mínimo (em US$) Presidentes do Banco Central (número de presidentes) Ministros da Fazenda (número de ministros) , (1995) 546 (1998) B (S&P) B1 (Moody s) 103 (1995) , (2009) 192 (2009) BBB- (S&P) Baa3 (Moody s) 290 (2009) 4 3 Apresentação Fonte:BCB ao Senado e IBGE

7 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Sistema Financeiro sólido, capitalizado e fortemente regulado. Índice de Basiléia (%) Crédito/PIB (%) Comparação internacional 30,0 25,0 Índice de Basiléia Em % , ,7 15, , EUA (03/08) Espanha (03/08) Inglaterra (03/08) Canadá (03/08) China (12/09) França (03/08) Japão (03/08) Itália (03/08) África do Sul (12/08) Hungria (12/08) Índia (12/08) Chile (12/09) República Checa (12/08) Polônia (12/08) Brasil (12/09) México (12/09) Argentina (12/09) 5,0-1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 Peq e Médios Públicos Grandes Privados Fonte: Apresentação Bancos ao Brasileiros Senado

8 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Reação rápida e eficiente do governo. O Governo implementou uma série de medidas importantes para combater os efeitos da crise, com destaque para: - Redução dos compulsórios com vinculação à compra de carteiras de crédito; - Autorização para emissão de CDB com garantia do FGC;

9 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Reação rápida e eficiente do governo. Desempenho dos bancos ,0 12,1 Variação da Carteira de Crédito Base Set 2008 = 100 7,4 17,5 7,7 23,1 5,9 31,4 6,7 44,0 11,5 4,0 49,2 14,1 12, (10) 0,0 Variação do Volume de Depósitos Base Set 2008 = ,4 13,9 22,5 13,6 25,2 10,4-4,2 31,7 9,4 5,0 33,4 22,7 9,7 37,2 28,7 8,3 (10) (20) -12,9-15,7-12,7-7,4 (20) (30) -23,7-25,9 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 bcos publicos bcos peq e medios bcos grandes privados bcos publicos bcos grandes privados bcos peq e medios Fonte: BCB

10 Brasil e a crise internacional: por que nos saímos tão bem? Reação rápida e eficiente do governo. - Leilões no mercado de câmbio à vista de linhas externas e de swaps; - Redução agressiva das taxas de juros e concessão de incentivos fiscais para setores específicos;

11 Onde estamos? Cenário de curto prazo parece definido PIB (%) PIB (Variações Trimestrais) 6,1 5,7 5,2 6,6 4,3 1,3 1,0 2,4 1,8 1,5 1,4 1,4 1,7 2,0 3,6-0,2-0,9-2, * -3,5 Brasil Emergentes (ex. Brasil, India e China) 2T07 3T07 4T07 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 * Expectativa Apresentação Fonte: BCB ao Senado e IBGE

12 Onde estamos? Cenário de curto prazo parece definido Crescimento do Crédito var. em 12 meses (%) Spread x Inadimplência (p.p) 39 out/08 37,0 33,0 31,0 jan/09 30,4 6, out/08 34,4 out/08 28,4 out/09 29,2 out/09 15,4 out/09 9,9 abr/10 31,6 abr/10 17,6 abr/10 11,7 29,0 27,0 25,0 23,0 21,0 19,0 17,0 out/08 28,3 out/08 4,2 jan/09 4,8 abr/10 5,0 abr/10 23,8 6,0 5,5 5,0 4,5 4,0 9 02/08 04/08 06/08 08/08 10/08 12/08 02/09 04/09 06/09 08/09 10/09 12/09 02/10 04/10 15,0 jun/08 ago/08 out/08 dez/08 fev/09 abr/09 jun/09 ago/09 out/09 dez/09 fev/10 abr/10 3,5 Recursos Livres Recursos Direcionados Total Spread Inadimplência Fonte: BCB

13 Onde estamos? Cenário de curto prazo parece definido Projeções Relatório de Mercado FOCUS (04 de junho de 2010) Expectativas de Mercado (Mediana) PIB Meta Selic 6,60% 11,75% 4,50% 11,50% Inflação 5,64% 4,80% Produção Industrial Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 11,34% 41,00% 5,00% 39,70% Balança Comercial US$ 15,00bi US$ 5,23bi Conta Corrente - US$ 48,50bi - US$ 57,97bi IED US$ 36,50 bi US$ 40,00 bi Fonte: BCB

14 Onde estamos? Cenário de curto prazo parece definido Pesquisa FEBRABAN de Projeções e Expectativas de Mercado Maio de 2010 Variáveis do Setor Bancário Efetivos Pesquisa atual (Variação Anual) 2009 Mai/ Mai/ Operações de Crédito da Carteira Total (var. %, total do SFN) 14,9 21,1 18,9 Operações de Crédito com Recursos Direcionados (var. %, total do SFN) 28,4 21,0 17,9 Operações de Crédito com Recursos Livres (var. %, total do SFN) 9,4 21,1 19,2 Taxa de Inadimplência (acima de 90 dias, em %) 5,6 4,6 4,6 Fonte: FEBRABAN

15 mas como garantir uma trajetória de crescimento econômico sustentado? Consenso de que precisamos ampliar investimentos, sobretudo em infra-estrutura. Como financiar esses investimentos e a ampliação da oferta de crédito? 1-) Preservar a estabilidade macroeconômica: inflação baixa e previsível é condição básica para expansão do crédito, em especial de longo prazo. pressuposto aqui é a manutenção da austeridade fiscal, regime de metas de inflação e câmbio flutuante;

16 mas como garantir uma trajetória de crescimento econômico sustentado? 2-) Elevar a participação do setor privado nos financiamentos, principalmente de longo prazo: debate público x privado parece mal colocado; necessidade de investimento é tão grande que vai exigir participação de capital privado, público e estrangeiro; no caso do setor privado é fundamental o alongamento de passivos e o fortalecimento do mercado secundário maioria de passivos de curto prazo e vinculados ao CDI;

17 mas como garantir uma trajetória de crescimento econômico sustentado? 3-) Retomar a agenda de micro reformas: segurança jurídica e institucional amplia o crédito e reduz os seus custos; Aquisição de Veículos Saldo x Taxa de Juros Consignado Saldo x Taxa de Juros Em abr/10: Aquisição de Outros Bens: 3,4% a.m. 3, Em abr/10: Crédito Pessoal, exceto Consignado: 3,0% a.m. 3, , , , , , jan/04 jun/04 nov/04 abr/05 set/05 fev/06 jul/06 dez/06 mai/07 out/07 mar/08 ago/08 jan/09 jun/09 nov/09 abr/10 Saldo - Aquisição de veículos PF (R$ milhões) Taxa de Juros - Aquisição de veículos PF (% a.m.) 2,0 1,8 1, jan/04 jun/04 nov/04 abr/05 set/05 fev/06 jul/06 dez/06 mai/07 out/07 mar/08 ago/08 jan/09 jun/09 nov/09 abr/10 Saldo - Crédito Consignado (R$ milhões) Taxa de Juros - Crédito consignado - (% a.m.) 2,3 2,0 1,8

18 mas como garantir uma trajetória de crescimento econômico sustentado? 4-) Ampliar o papel do mercado de capitais; IPO s devem seguir como alternativa de financiamento, chegando também às PME; Criação de Letra Financeira foi o primeiro passo importante no alongamento dos passivos; criação de mercado secundário é complemento fundamental; Operações e fundos estruturados devem surgir como alternativa para financiamento em infraestrutura; Em todos os casos, deve-se fortalecer a regulação e a utilização de mecanismos e instrumentos prudenciais.

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