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1 16 a 31 de dezembro de 2014 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana INTRODUÇÃO Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação de Acompanhamento Conjuntural O ano de 2014 foi marcado por mudanças importantes no cenário macroeconômico. Em âmbito nacional, a última quinzena do referido ano apresentou os seguintes destaques: crescimento do emprego formal no país; queda da taxa de desemprego por três meses consecutivos na Região Metropolitana de Salvador; elevação do índice inflacionário (IPCA-15) de dezembro; queda de confiança da indústria e da construção civil; crescimento da receita do setor serviços; queda da inadimplência das empresas, do crédito pessoal e recuo da emissão dos cheques sem fundos; elevação da carga tributária em relação ao PIB. Internacionalmente, os destaques versaram sobre a elevação do crescimento do PIB e da produção industrial nos EUA, além da queda dos pedidos de auxílio-desemprego no mercado de trabalho americano; crescimento do superávit comercial da Zona do Euro; crescimento do PIB chinês em 2013; e continuidade da expansão dos estímulos monetários na economia japonesa. Mercado formal voltou a crescer no país em novembro O mercado formal de emprego voltou a crescer em novembro, depois de registrar queda no mês de outubro. Foram geradas novas vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O total de admissões, no mês de novembro, atingiu e o de desligamentos alcançou No acumulado do ano, o emprego cresceu 2,31%, representando o acréscimo de postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de postos de trabalho, correspondendo à elevação de 1,05%. Das 27 unidades

2 da Federação, 14 apresentaram desempenho positivo na geração de empregos. O pior estado foi São Paulo, com 18 mil vagas a menos puxadas pela indústria (Assessoria de Imprensa/MTE, 18/12/2014). Bahia teve saldo positivo nos postos de trabalho No acumulado do ano foram gerados novos empregos no estado. De acordo com as informações do Caged/MTE, referentes ao mês de novembro, a Bahia contabilizou um saldo de postos de trabalho com carteira assinada. Esse resultado foi a diferença entre o total de admissões e desligamentos. O saldo de novembro ficou em patamar inferior ao contabilizado em igual período de 2013 ( postos), mas foi superior ao resultado de outubro último ( postos), incluindo as declarações fora do prazo (SEI, 18/12/2014). Taxa de desemprego diminuiu na RMS Em novembro, a taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador (RMS) diminuiu, pelo terceiro mês consecutivo, ao passar de 17,3% para 17,0% da População Economicamente Ativa (PEA). Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto reduziu de 12,6% para 12,2% e a de desemprego oculto permaneceu relativamente estável, ao passar de em 4,7% para 4,8%. As informações foram captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela SEI em parceria com o Dieese, Seade e a Setre (SEI, 18/12/2014). Variação do IPCA-15 e IPCA-E em dezembro O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve variação de 0,79% em dezembro e mais do que dobrou em relação à taxa de 0,38% de novembro. Com isso, o IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado, fechou o ano em 6,46%, acima de 2013 (5,85%). Em dezembro de 2013, a variação do IPCA-15 havia sido de 0,75%. Os grupos Alimentação e Bebidas (0,94%) e Transportes (1,59%) exerceram forte pressão sobre o índice, juntos, tiveram impacto de 0,52 ponto percentual, com os alimentos em 0,23 p.p. e os transportes, em 0,29 p.p (IBGE, 19/12/2014).

3 IGP-M recuou em dezembro O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,62%, em dezembro. Em novembro, o índice variou 0,98%. Em dezembro de 2013, a variação foi de 0,60%. No ano de 2014, o IGP-M variou 3,69%. No ano anterior, o índice elevou-se 5,51%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,63%. No mês anterior, a taxa foi de 1,26%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,76%, em dezembro, ante 0,53%, em novembro (FGV, 29/12/2014). Queda na confiança da indústria O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,5% entre novembro e dezembro de 2014, ao passar de 85,6 para 84,3 pontos, após dois meses em alta. A piora das avaliações em relação à situação atual exerceu a maior influência na queda do índice em dezembro: o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 2,2%, para 84,0 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) registrou queda de 0,9%, passando a 84,6 pontos (FGV, 29/12/2014). Confiança da construção caiu em dezembro O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 1,2% em dezembro na comparação com novembro, com ajustes sazonais, segundo a FGV. Esse foi o pior nível desde julho de O desempenho do ICST apresentou sensível piora, já que, na passagem de outubro para novembro, o indicador havia avançado 1%. Na comparação com dezembro de 2013, o ICST caiu 18% (ESTADÃO, 22/12/2014). Receita dos serviços teve crescimento em outubro O setor de serviços teve um crescimento de 5,2% na receita nominal, em outubro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A taxa foi inferior à observada em setembro (6,4%). Os serviços acumulam aumentos da receita de 6,5% no ano e de 6,8% no período de 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo IBGE. A receita nominal do setor de serviços da Bahia apresentou em outubro de 2014, na comparação com outubro de 2013, crescimento de 7,5%, fazendo o indicador anual acumular 5,0% de expansão. Em 12 meses o incremento acumulado foi de 4,9% (Agência Brasil; SEI, 16/12/2014).

4 Queda da inadimplência das empresas em novembro Segundo pesquisa divulgada pela Serasa Experian, a inadimplência mostrou queda de 5,3% na comparação com outubro, e de 3,3% frente a novembro do ano passado. O recuo mensal foi reflexo da menor quantidade de dias úteis em novembro, e da entrada da primeira parcela do 13º salário na economia. No acumulado de janeiro a novembro, a inadimplência cresceu 6,1% frente ao mesmo período de Na passagem de outubro para novembro, houve melhora em todas as modalidades do indicador (G1, 16/12/2014). Inadimplência no mercado de crédito recuou em novembro A inadimplência no mercado de crédito brasileiro, no segmento de recursos livres, ficou em 4,9% em novembro, menor em relação a outubro, quando registrou 5%, segundo o Banco Central (BACEN). No período, o spread bancário foi de 21,2 p.p. também neste segmento, abaixo dos 21,4 p.p. vistos em outubro. O BACEN informou ainda que o estoque total de crédito no Brasil subiu 1,3% em novembro perante outubro, chegando a 2,963 trilhões de reais, ou 58% do Produto Interno Bruto (PIB) (REUTERS, 22/12/2014). Recuo dos cheques sem fundos em novembro O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 1,93 % no mês de novembro, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Em novembro do ano passado, esse percentual foi de 2,00%. Em outubro de 2014 foi de 1,97%. Nos primeiros onze meses deste ano, esse percentual foi de 2,05%. Na Bahia, a devolução de cheques em novembro foi de 4,94% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,72% registrada em outubro. Em novembro, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 3,77% do total de cheques compensados (SERASA, 16/12/2014). Redução dos investimentos pelas empresas industriais no ano O porcentual de empresas industriais que ampliaram seus investimentos em capital fixo caiu para 38% em Foi o menor resultado desde 2009 (28%), ano pós-crise. Em 2013, havia sido de 40%. No sentido contrário, a parcela das que reduziram esse tipo de gasto avançou para 31% neste ano, de 25% no ano passado. Os dados foram apontados pela Sondagem

5 de Investimentos da Indústria de Transformação referente ao quarto trimestre, divulgada pela FGV. Para 2015, 41% das empresas planejam ampliar seus programas de investimento, mesmo porcentual registrado em 2009 e inferior a 2014 (47%). Por outro lado, a parcela das companhias industriais que pretende reduzir os investimentos no ano que vem ficou em 18%. Essa fatia era de 19% no início de 2014 (ESTADÃO, 16/12/2014). Carga tributária atingiu maior patamar na proporção do PIB em 2013 A carga tributária brasileira chegou a 35,95% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, diante dos 35,86% no ano anterior, segundo a Receita Federal. Trata-se do maior patamar na proporção do PIB da série histórica iniciada em No ano passado, o PIB brasileiro atingiu R$ 4,844 trilhões, enquanto a arrecadação tributária bruta somou R$ 1,741 bilhão. Em 2013, a União foi responsável por 68,92% da arrecadação; os Estados, por 25,29%; e os municípios, por 5,79% (ESTADÃO, 19/12/2014). Brasil teve déficit comercial na terceira semana de dezembro A balança comercial brasileira inverteu a tendência observada nas duas primeiras semanas de dezembro e registrou déficit de US$ 1,339 bilhão na terceira semana do mês. De acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as exportações somaram US$ 4,131 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,470 bilhões. Na comparação com dezembro de 2013, as vendas caíram 14,6% pelo critério de média diária, em função do recuo no embarque de produtos manufaturados, semimanufaturados e básicos. Nas importações, a média diária até a 3ª semana de dezembro (US$ 885,3 milhões) subiu 2,2% sobre a média de dezembro do ano passado (US$ 866,5 milhões) (VALOR, 22/12/2014). Governo central tem déficit de R$ 18,319 bilhões no ano O governo central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou déficit primário de R$ 6,711 bilhões em novembro. O resultado foi o pior para meses de novembro desde o início da série em 1997, quando foi registrado déficit de R$ 4,419 bilhões. No acumulado de janeiro a novembro, o déficit primário somou R$ 18,319 bilhões. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o déficit acumulado em 2014 está 0,39%.

6 O resultado acumulado também é o pior desde 1997, quando foi apurado um superávit primário de R$ 3,7 bilhões (VALOR, 29/12/2014). ECONOMIA INTERNACIONAL Revisada alta do PIB dos EUA no terceiro trimestre A terceira estimativa divulgada pelo Bureau of Economic Analysis revisou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre para 5%, maior que a taxa de 3,9% divulgada no mês passado, puxado pelos gastos dos consumidores e das empresas. A economia se expandiu a uma taxa de 4,6% no segundo trimestre. Foi o ritmo de crescimento mais rápido desde o terceiro trimestre de Os gastos dos consumidores, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, cresceram a um ritmo de 3,2%. O crescimento do investimento empresarial foi de 8,9%, com um ritmo mais forte dos gastos em equipamentos, produtos de propriedade intelectual e estruturas não-residenciais (Bureau Economic Analysis, 23/12/2014). Pedidos de auxílio-desemprego caíram nos EUA O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego caiu o equivalente a seis mil, para 289 mil, com ajuste sazonal, na semana encerrada em 13 de dezembro. A expectativa era de que o número de pedidos totalizasse 295 mil na mesma semana. A média móvel de quatro semanas - que suaviza a volatilidade semanal - caiu o equivalente a 750 pedidos, a Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego têm se mantido abaixo da marca de 300 mil desde meados de setembro, a mais longa série neste nível desde o primeiro semestre de 2000 (VALOR, 18/12/2014). Produção industrial dos EUA teve forte alta em novembro A produção industrial aumentou 1,3% em novembro, após crescimento de 0,1% em outubro, segundo dados revisados pelo Federal Reserve, banco central norte-americano. A produção manufatureira aumentou 1,1%, após expansão revisada para cima de 0,4% em outubro. A produção no setor de mineração caiu 0,1%, enquanto no setor de serviços públicos saltou 5,1% devido ao frio, que aumentou a demanda (REUTERS, 15/12/2014).

7 Crescimento no superávit comercial da Zona do Euro Segundo a agência de estatísticas da União Europeia, o superávit comercial não ajustado em outubro alcançou 24 bilhões de euros, em relação aos 16,5 bilhões de euros um ano antes e 18,1 bilhões de euros no mês anterior. O número foi resultado de uma alta anual não ajustada de 4% nas exportações e importações estáveis, segundo a Eurostat. Ajustado para variações sazonais, o superávit em outubro ficou em 19,4 bilhões de euros, após as exportações terem recuado apenas 0,3% na comparação mensal enquanto as importações registraram queda de 1,3% em outubro em relação a setembro (REUTERS, 16/12/2014). China revisou para cima valor do PIB em 2013 A China revisou para cima o valor de sua economia em O Produto Interno Bruto (PIB) subiu 3,4%, para estimados 58,8 trilhões de iuanes (9,5 trilhões de dólares) em 2013, segundo a Agência Nacional de Estatísticas, após novo censo econômico. Isso representa uma alta de 1,9 trilhão de iuanes, ou 305 bilhões de dólares, no tamanho da economia chinesa naquele ano (REUTERS, 19/12/2014). Banco do Japão manteve política de estímulos monetários O Banco do Japão (BoJ) decidiu manter inalterada sua política monetária, optando por avaliar os efeitos de seu programa de expansão dos estímulos, apesar da rápida queda dos preços mundiais do petróleo, que ameaça os seus esforços para alcançar a meta de 2% de inflação. O BoJ está comprando ativos do mercado para inundar o setor bancário e da economia com dinheiro, na esperança de que vai dar um fim a 15 anos de deflação e produzir estáveis 2% de inflação. O BC japonês elevou suas perspectivas sobre exportações, produção industrial e investimento em habitação, em uma avaliação detalhada. Membros do BoJ acreditam em uma nova queda nos meses seguintes, considerando o movimento dos preços do petróleo, e esperam que a inflação fique fora da previsão do conselho de um aumento médio de 1,2% para o ano até março (VALOR, 19/12/2014). EXPECTATIVAS DE MERCADO De acordo com o relatório Focus do Banco Central (BACEN), divulgado em 26 de dezembro, a mediana das projeções do IPCA para 2014 continuou estabilizada em 6,38%. Para 2015,

8 a previsão aumentou para 6,53%. Em relação ao comportamento do PIB no ano corrente, o mercado financeiro recuou a previsão de 0,16% para 0,14%. Para 2015, a estimativa de crescimento da economia reduziu para 0,55%. As expectativas do mercado, para a segunda quinzena de dezembro de 2014, podem ser visualizadas nos dados do Relatório Focus, apresentados na tabela a seguir: Relatório Focus expectativas do mercado Expectativas do mercado Mediana - agregado 12 dez. 26 dez. Comportamento 12 dez. 26 dez. Comportamento IPCA (%) 6,38 6,38 = 6,50 6,53 IGP-M (%) 3,78 3,76 5,68 5,71 Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$) 2,36 2,36 = 2,65 2,71 Meta Taxa Selic - fim do período (%a.a.) ,50 12,50 = PIB (% do crescimento) 0,16 0,14 0,69 0,55 Produção Industrial (% do crescimento) -2,50-2,49 1,13 1,02 Conta Corrente (US$ Bilhões) -85,00-86,10-77,79-77,79 = Balança Comercial (US$ Bilhões) -1,60-2,00 5,00 5,00 = Investimento Estrangeiro Direto (US$ Bilhões) 60,00 60,00 = 58,20 60,00 Fonte: Boletim Focus, Banco Central, 26/12/2014. Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia José Geraldo dos Reis Santos Diretoria de Indicadores e Estatísticas Gustavo Casseb Pessoti Coordenação de Acompanhamento conjuntural Luiz Mário Ribeiro Vieira Pesquisa de RADAR SEI Carla Janira Souza do Nascimento Jorge Tadeu Dantas Caffé Thiago Lima Silva Coordenação de Disseminação de Informações Ana Paula Porto jornalista responsável Luzia Luna Design Gráfico Fernando Cordeiro EDITORAÇÃO Ludmila Nagamatsu Av. Luiz Viana Filho, 4ª avenida, 435, 2º andar, CAB, CEP , Salvador - Bahia Tel.: 55 (71) Fax: 55 (71)

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