Características da Usinagem CNC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Características da Usinagem CNC"

Transcrição

1

2 Características da Usinagem CNC CN: comando numérico É o código propriamente dito! CNC: comando numérico computadorizado É o sistema de interpretação e controle de equipamentos que se utilizam de CN para realizar o processo Ferramentas: Uso predominante de pastilhas Geometria similar ao dos processos tradicionais

3 Vantagens da Usinagem CNC Para o desenvolvimento do produto: Liberdade para os projetos CN permite a usinagem de peças antes impossíveis pelos métodos convencionais Protótipos mais baratos Versatilidade de produção menor tempo para implementação de mudanças do produto na linha Fidelidade das especificações

4 Vantagens da Usinagem CNC Para a Produção: Maior conhecimento da empresa CN exige um maior detalhamento e estudo para o seu processamento Controle de qualidade mais fácil e em menor escala Redução de operações secundárias e compactação dos ciclos Redução do tempo de montagem (advindo do alto grau de repetibilidade e precisão Redução do inventário da produção Redução do manuseo de material Redução da quantidade de máquinas (e da área utilizada)

5 Métodos típicos de comando numérico Peça Peça Peça Peça Peça Peça Controle ponto-a-ponto (máquinas furadeiras, de soldagem) Controle por corte reto (fresadoras, tornos) Controle por contorno (centros de usinagem)

6 Métodos de Programação CNC CAD CAD/CAM CAD APT G adaptar PROCESSADOR G PROCESSADOR CLDATA G CLDATA G CLDATA Pósprocessador Pósprocessador Pósprocessador G

7 Métodos de Programação CNC 1 Método 1 método original / antigo APT CAD PROCESSADOR Origem da programação CNC Programador descreve os dados geométricos da peça em códigos APT (Automatically Programming Tool) e define o trajeto da ferramenta + funções auxiliares (ligar fluido de corte, prender a peça, etc.) G CLDATA Pósprocessador Processador traduz o código APT para um formato neutro, que recebe o nome de CLDATA (Cutter Location Data) Pós-processador transforma CLDATA nos códigos específicos da máquina (que não época não eram códigos G)

8 Métodos de Programação CNC 2 Método 2 programação manual tradicional Programador analisa a peça Ele define e descreve o trajeto da ferramenta + funções auxiliares (ligar fluido de corte, prender a peça, etc..) G Programa diretamente usando o código da máquina (G) Método não produtivo

9 Métodos de Programação CNC 3 Método 3 CAD/CAM CAD/CAM Usuário utiliza um processador CAM (Computer Aided Manufacturing) para traduzir os dados geométricos da peça do CAD (Computer Aided Design) em programação CN G CLDATA Pósprocessador Processador traduz o código APT para um formato neutro (CLDATA) Pós-processador transforma CLDATA nos códigos específicos da máquina (G) Ou o processador CAM obtém diretamente os códigos G (necessita processador dedicado)

10 Métodos de Programação CNC 4 Método 4 processo gráfico interativo no escritório CAD adaptar PROCESSADOR CLDATA O programador trabalha interativamente com um processador gráfico Isto facilita o cálculo do caminho da ferramenta Pré-processador produz um formato neutro: CLDATA (cutter location data) G Pósprocessador Pós-processador transforma CLDATA nos códigos específicos da máquina Já existem processadores específicos para determinadas máquinas

11 Métodos de Programação CNC 5 Método 5 programação direta gráfica Usado para peças mais simples (relativamente) Programação ocorre diretamente no CNC Programa com base nos elementos gráficos da peça (o caminho da ferramenta) O CNC traduz para os códigos específicos da máquina G Necessita de operador qualificado, conhecedor do CNC da máquina Método atual, mas o CNC precisa possuir esses comandos gráficos

12 UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Máquinas CNC DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas

13 Máquinas CNC Tornos CNC Fresadoras CNC Classificação Centros de usinagem Outras máquinas CNC

14 Máquinas CNC recursos Troca de ferramenta automática Substitui copiador na obtenção de contornos Pode operar em polegadas ou milímetros Possui pontos de referência fixos permite zerar a máquina a qualquer instante Permite acompanhar os parâmetros da operação a qualquer instante (mostrador)

15 Máquinas CNC dispositivos Teclado Cópia impressa do programa Painel de controle computadorizado Saída Energia Saída Controle Sensores Disquete Rede Fita Alimentação Painel de controle CNC Ferramenta

16 Máquinas CNC torno CNC

17 Máquinas CNC fresadora CNC

18 Máquinas CNC fresadora CNC centro de usinagem

19 Máquinas CNC retificadora CNC

20 Características de máquinas CNC Fuso de esferas Barramento inclinado Ferramenta acessa a peça por trás Ferramentas universais (cones padrão) Pré-setting de ferramenta Troca automática de ferramenta Monitor gráfico para simulação dos movimentos Troca de peça em paralelo (nem sempre) Monitoramento de processo (iniciativas)

21 UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Programação CN DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas

22 Sistema de coordenadas em tornos CNC

23 Sistema de coordenadas em fresas CNC (3 eixos)

24 Máquinas CNC Fresadora CNC 5 eixos

25 Funções de posicionamento X EIXO TRANSVERSAL Z EIXO LONGITUDINAL 3. quadrante X- 4. quadrante Z- 2. quadrante X+ Z+ 1. quadrante

26 Sistema de coordenadas incremental e absoluto Incremental (G91) Absoluto (G90)

27 Funções CN Funções Preparatórias G Definem o que fazer à máquina Funções modais permanecem na memória (valem para todos os blocos posteriores) Funções não modais válidas apenas para o bloco que as contém Funções Miscelâneas ou Auxiliares M Funções de Posicionamento Funções Especiais

28 Funções preparatórias G G00 Posicionamento rápido Posicionar rapidamente ferramenta para movimento de corte Velocidades típicas: 10 to 25 m /min (80 m/min máximo) Formato: N_ G00 X_ Z_ G00

29 Funções preparatórias G G01 Interpolação Linear Ferramenta move-se ao longo de uma linha reta (um ou dois eixos simultâneos) Move-se com velocidade programada (F) Formato: N G01 X Z F G01

30 Funções preparatórias G G02/03 Interpolação Circular: Formatos: N G02/03 X Z I K F usando centro do arco N G02/03 X Z R F usando raio do arco Centro do arco: I = (X coord. do centro X coord. do ponto de início)/2 K = Z coord. do centro Z coord. do ponto de início Raio do arco: Apenas arcos menores de 180º podem ser programados G03 G02

31 Funções preparatórias G G32 movimento de corte de roscas Formato: N G32 X Z F X, Z: ponto final da rosca F: profundidade da rosca G32 normalmente resulta em programas longos ciclo G76 é mais utilizado

Introdução às Máquinas CNC s. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do

Introdução às Máquinas CNC s. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do Grupo Caet - Divisão de Conteúdos Introdução às Máquinas CNC s. Por Delmonte Friedrich, Msc. Eng. Todos os direitos reservados. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização

Leia mais

Introdução ao Controle Numérico

Introdução ao Controle Numérico Introdução ao Controle Numérico Prof. João Paulo P. Marcicano; e-mail: marcican@usp.br Introdução O controle numérico (CN) é um método de controle dos movimentos de máquinas pela interpretação direta de

Leia mais

MANUFATURA ASSISTIDA POR COMPUTADOR

MANUFATURA ASSISTIDA POR COMPUTADOR MANUFATURA ASSISTIDA POR COMPUTADOR Prof. Isaac N. L. Silva Professor do Departamento de Engenharia Mecânica e Mecatrônica - PUCRS CNC O que são Tipos e Aplicações Fabricantes O que são Controle Numérico

Leia mais

PROCESSOS A CNC. Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico

PROCESSOS A CNC. Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico PROCESSOS A CNC Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico 1 CFP SENAI VW OBJETIVO da disciplina PROCESSOS A CNC Exercício básico

Leia mais

CNC BÁSICO TORNO EMCO PC 120 COMANDO FANUC

CNC BÁSICO TORNO EMCO PC 120 COMANDO FANUC CNC BÁSICO TORNO EMCO PC 120 COMANDO FANUC Teclado de edição Softkeys Deslocamento de eixos Setup de programas Start/Stop de programas e dispositivos Dispositivos Modos de operação Velocidade de avanço

Leia mais

Computer Aided Manufacturing. Adaptado de: Donghoon Yang

Computer Aided Manufacturing. Adaptado de: Donghoon Yang Computer Aided Manufacturing Frederico Damasceno Bortoloti Adaptado de: Donghoon Yang CAD : Computer Aided Design A tecnologia que se preocupa com o uso de sistemas de computação para assistir a criação,

Leia mais

João Manuel R. S. Tavares / JOF

João Manuel R. S. Tavares / JOF Introdução ao Controlo Numérico Computorizado II Referencial, Trajectórias João Manuel R. S. Tavares / JOF Introdução As ferramentas de uma máquina CNC podem realizar certos movimentos conforme o tipo

Leia mais

CONTROLE NUMÉRICO E AUTOMATIZAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO: NOÇÕES BÁSICAS DE CNC

CONTROLE NUMÉRICO E AUTOMATIZAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO: NOÇÕES BÁSICAS DE CNC CONTROLE NUMÉRICO E AUTOMATIZAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO: NOÇÕES BÁSICAS DE CNC Operador de máquinas convencionais Materiais recebidos pelo operador da Máquina Convencional Exemplo de Máquina Convencional

Leia mais

Estudo e Modelagem Computacional de um Robô Aplicado em Processos de Usinagem

Estudo e Modelagem Computacional de um Robô Aplicado em Processos de Usinagem Universidade Federal de São João Del-Rei MG 26 a 28 de maio de 2010 Associação Brasileira de Métodos Computacionais em Engenharia Estudo e Modelagem Computacional de um Robô Aplicado em Processos de Usinagem

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

TREINAMENTO PARA TORNO CNC

TREINAMENTO PARA TORNO CNC TREINAMENTO PARA TORNO CNC COMANDOS FANUC - 1 - Descrição de comandos M Os comandos M são funções de alternância ou adicionais. Os comandos M podem ficar sozinhos ou com outro comando em um bloco de programa.

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE PROGRAMAÇÃO (CNC PROTEO)

GUIA RÁPIDO DE PROGRAMAÇÃO (CNC PROTEO) GUIA RÁPIDO DE PROGRAMAÇÃO () MCS Engenharia 6/9/2012 Página 1 de 17 ÍNDICE 1 PROGRAMAÇÃO ISO (CÓDIGOS G)... 3 1.1 COORDENADAS ABSOLUTAS / INCREMENTAIS (G90 / G91)... 3 1.2 ORIGENS: ABSOLUTA (G53), PEÇA

Leia mais

SISTEMA DE VISUALIZAÇÃO DE DADOS GEOMÉTRICOS DE PROGRAMAS CN PARA OPERAÇÕES DE FRESAMENTO

SISTEMA DE VISUALIZAÇÃO DE DADOS GEOMÉTRICOS DE PROGRAMAS CN PARA OPERAÇÕES DE FRESAMENTO SISTEMA DE VISUALIZAÇÃO DE DADOS GEOMÉTRICOS DE PROGRAMAS CN PARA OPERAÇÕES DE FRESAMENTO Alexandre Dias da Silva Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal de Santa Maria, Avenida Roraima,

Leia mais

Fresando com CNC. A sigla CNC significa comando numérico

Fresando com CNC. A sigla CNC significa comando numérico A U A UL LA Fresando com CNC A sigla CNC significa comando numérico computadorizado e refere-se a máquinas-ferramenta comandadas por computadores. A primeira máquina-ferramenta controlada por computador

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAD/CAM. Profº Emerson Oliveira Matéria: CAD/CAM emerson.oliveira@ifsc.edu.br Câmpus Joinville

INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAD/CAM. Profº Emerson Oliveira Matéria: CAD/CAM emerson.oliveira@ifsc.edu.br Câmpus Joinville INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAD/CAM Profº Emerson Oliveira Matéria: CAD/CAM emerson.oliveira@ifsc.edu.br Câmpus Joinville Etapas CAD/CAM Quando o sistema tem comunicação direta. CAD/CAM Quando

Leia mais

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 - nova geração com moderna tecnologia Os tornos automáticos CNC de carros múltiplos Ergomat TBA 42 e TBA 60 se tornaram mais versáteis e produtivos

Leia mais

Manual do Usuário. Plano de Corte

Manual do Usuário. Plano de Corte Manual do Usuário Plano de Corte Sumário Gigatron Plano de Corte...2 Versão...2 Plano de Corte...2 Edição de Atributos de Peças...3 Atributos de Linhas de Corte...4 Estilos de Entrada e Saída...8 Contorno...8

Leia mais

UCS. Universidade de Caxias do Sul. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Departamento de Engenharia Mecânica

UCS. Universidade de Caxias do Sul. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Departamento de Engenharia Mecânica 1 Universidade de Caxias do Sul UCS Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica Programação CNC Utilizando o Comando Mitsubishi Meldas-M3 Gerson Luiz Nicola Eng. Mec. Prof.

Leia mais

1. Controle numérico computadorizado 2. Programação 3. Manufatura auxiliada por computador I. Título.

1. Controle numérico computadorizado 2. Programação 3. Manufatura auxiliada por computador I. Título. 2013 9 Ficha catalográfica Azevedo, Domingos Flávio de Oliveira. 1958 - Linguagem de programação CNC: Torno e centro de usinagem / Domingos Flávio de Oliveira Azevedo. Mogi das Cruzes:, 2013. 164 p. Bibliografia.

Leia mais

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas A UU L AL A Máquinas CNC Quando seu neto contou que havia visto, numa feira de tecnologia, tornos trabalhando sozinhos, seu Adamastor não acreditou. Riu com pouco caso e mergulhou novamente nas notícias

Leia mais

Sua indústria. Seu show. Seu Futuro

Sua indústria. Seu show. Seu Futuro Sua indústria. Seu show. Seu Futuro Usinagem 5-Eixos para Moldes Sandro, Vero Software Vero Software está no topo do relatório de fornecedores de CAM da CIMData 2014 Com maior Market Share, crescimento

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE PÓS-PROCESSADORES EM SISTEMAS CAD/CAM DEDICADOS

IMPLEMENTAÇÃO DE PÓS-PROCESSADORES EM SISTEMAS CAD/CAM DEDICADOS IMPLEMENTAÇÃO DE PÓS-PROCESSADORES EM SISTEMAS CAD/CAM DEDICADOS Alexandre Dias da Silva Universidade Federal de Santa Maria, Faixa de Camobi, Km 9, Campus Universitário, Santa Maria RS cep 97105-900.

Leia mais

INTRODUÇÃO PROGRAMA. Os dados em um bloco de programa são chamados: a. Dados dimensionais (geométricos) b. Dados de Controle

INTRODUÇÃO PROGRAMA. Os dados em um bloco de programa são chamados: a. Dados dimensionais (geométricos) b. Dados de Controle INTRODUÇÃO PROGRAMA Para usinar uma peça em um centro de usinagem, informações como valores de coordenadas e outros dados técnicos informa como uma ferramenta deve se mover em relação à peça de trabalho

Leia mais

Iniciação ao Comando Numérico Computadorizado. Iniciação ao Comando Numérico SENAI-SP, 2003

Iniciação ao Comando Numérico Computadorizado. Iniciação ao Comando Numérico SENAI-SP, 2003 1 Iniciação ao Comando Numérico SENAI-SP, 2003 Trabalho organizado pela escola SENAI Mariano Ferraz do Departamento Regional do SENAI-SP Revisão 10 / 05 / 06 Equipe responsável Coordenação Geral Adelmo

Leia mais

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Fresamento DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem Aplicação

Leia mais

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Bibliografia Controlo Numérico Computorizado, Conceitos Fundamentais Carlos Relvas Publindústria,

Leia mais

Curso Automação Industrial Aula 2 Estrutura e características Gerais dos Robôs. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica

Curso Automação Industrial Aula 2 Estrutura e características Gerais dos Robôs. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Curso Automação Industrial Aula 2 Estrutura e características Gerais dos Robôs Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Cronograma Introdução a Robótica Estrutura e Características Gerais dos Robôs

Leia mais

Nivaldo Ferrari. Silvio Audi

Nivaldo Ferrari. Silvio Audi Programação de Centro de Usinagem - CNC SENAI- SP, 2002 Trabalho elaborado pela Escola SENAI Roberto Simonsen do Departamento Regional de São Paulo. Coordenação Geral Coordenação Dionisio Pretel Laur Scalzaretto

Leia mais

MANUAL OPERAÇÃO FRESADORA PADRÃO

MANUAL OPERAÇÃO FRESADORA PADRÃO V100 Página deixada em branco Intencionalmente pág.2 ÍNDICE Índice 1 - OPERAÇÃO MÁQUINA... 7 1.1 - INICIALIZAÇÃO... 7 1.2 - BUSCA DE REFERÊNCIA... 9 1.3. MODO MANUAL... 11 1.3.1 JOG... 11 1.3.2 MODO INCREMENTAL...

Leia mais

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO E OPERAÇÃO MANUAL DE PROGRAMAÇÃO E OPERAÇÃO CENTROS DE USINAGEM Fanuc Série Oi INTRODUÇÃO PROGRAMA Para usinar uma peça em um centro de usinagem, informações como valores de coordenadas e outros dados técnicos informa

Leia mais

Furação e Alargamento

Furação e Alargamento UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Furação e Alargamento DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem

Leia mais

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais

Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Bibliografia Controlo Numérico Computorizado, Conceitos Fundamentais Carlos Relvas Publindústria,

Leia mais

VirtualLine. VirtualPro Programmierunterstützung. Suporte de programação mit com VPro Guide

VirtualLine. VirtualPro Programmierunterstützung. Suporte de programação mit com VPro Guide VirtualLine VirtualPro Programmierunterstützung Suporte de programação mit com VPro Guide VirtualLine VirtualPro, o suporte de programação da INDEX O suporte de programação para um trabalho prático O VirtualPro

Leia mais

MÓDULO 1 TECNOLOGIAS APLICADAS E COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO TECNOLOGIA CNC LIÇÃO 1 HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS CNC.

MÓDULO 1 TECNOLOGIAS APLICADAS E COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO TECNOLOGIA CNC LIÇÃO 1 HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS CNC. MÓDULO 1 TECNOLOGIAS APLICADAS E COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO DESAFIO 2 TECNOLOGIA CNC LIÇÃO 1 HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS CNC. LIÇÃO 2 VANTAGENS E DECISÕES NA IMPLANTAÇÃO AÇÃO DA A TECNOLOGIA

Leia mais

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril.

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril. A UU L AL A Mandrilamento Nesta aula, você vai tomar contato com o processo de mandrilamento. Conhecerá os tipos de mandrilamento, as ferramentas de mandrilar e as características e funções das mandriladoras.

Leia mais

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005 Laboratório de tecnologia de manufatura - uma experiência aplicada ao ensino da engenharia de produção Wilson de Castro Hilsdorf (FEI) wicastro@fei.edu.br Alexandre Augusto Massote (FEI) massote@fei.edu.br

Leia mais

Tecnologias CAx na Manufatura. Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais

Tecnologias CAx na Manufatura. Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais Tecnologias CAx na Manufatura Valter Vander de Oliveira Disciplina: Sistemas Industriais Tecnologias CAx Conteúdo: Conceito de tecnologia CAx Evolução das tecnologias CAx Sistemas CAD/CAE/CAPP/CAM/CAI

Leia mais

USINAGEM AVANÇADA (TORNEAMENTO)

USINAGEM AVANÇADA (TORNEAMENTO) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISIONAL E TECNOLOGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS DE ARARANGUÁ USINAGEM AVANÇADA (TORNEAMENTO) Prof.: Daniel

Leia mais

A retificadora centerless inteligente. Simplifique com Smart 10

A retificadora centerless inteligente. Simplifique com Smart 10 A retificadora centerless inteligente. Simplifique com Smart 10 A retificadora centerless inteligente. Simplifique. Com projeto inovador, a retificadora centerless Smart 10 da BONELI é insuperável em performance.

Leia mais

TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC

TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Engenharia Mecatrônica Tecnologias de Comando Numérico Prof. Alberto J. Alvares TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC 1. Peça Exemplo: Elaborar um programa

Leia mais

C.N.C. Programação Torno

C.N.C. Programação Torno CNC Programação Torno Módulo III Aula 02 Funções auxiliares As funções auxiliares formam um grupo de funções que servem para complementar as informações transmitidas ao comando através das funções preparatórias

Leia mais

PTR 13530-P PTR 17530-P

PTR 13530-P PTR 17530-P DESCRITIVO TÉCNICO Linha P -22/02/12 Rev. I PRENSA DOBRADEIRA HIDRÁULICA SINCRONIZADA marca NGP mod. P Especificações Técnicas: Descrição Unid 4020-P 13530-P 17530-P 22030-P 26030-P 32030-P 40040-P Força

Leia mais

INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS FERRAMENTAS. Apresentação:

INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS FERRAMENTAS. Apresentação: INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DAS MÁQUINAS FERRAMENTAS Apresentação: No desenvolvimento histórico das Máquinas-Ferramentas de usinagem, sempre se procurou soluções que permitissem aumentar a produtividade com qualidade

Leia mais

Manual de Programação Torno CNC Mach 3

Manual de Programação Torno CNC Mach 3 Faculdade de Tecnologia de São Paulo FATEC-SP Manual de Programação Torno CNC Mach 3 Coordenadoria de Mecânica de Precisão Disciplina de CNC Comando Numérico Computadorizado Sumário 1 Introdução 5 11 Equipamento

Leia mais

Fresadora CNC (denford)

Fresadora CNC (denford) Fresadora CNC (denford) Máquinas à Comando Numérico 08/01/09 - Prof. J. Gregório do Nascimento - 1 Teclado Tutor RESET apaga mensagem de alarme. Reposiciona o programa para iniciar no modo de Editor. ALFA/NUMÉRICO

Leia mais

Linha Cincom Evolution Torno Automático CNC Tipo Cabeçote Móvel (Swiss Type)

Linha Cincom Evolution Torno Automático CNC Tipo Cabeçote Móvel (Swiss Type) Linha Cincom Evolution Torno Automático CNC Tipo Cabeçote Móvel (Swiss Type) Alta Produção com Excelente Custo Benefício A linha Cincom Evolution da Citizen Apresenta a K16E Processos mais rápido e manuseio

Leia mais

As disciplinas de Sistemas CNC garantem ao educando subsídios para o entendimento das técnicas de utilização e programação das máquinas CNC.

As disciplinas de Sistemas CNC garantem ao educando subsídios para o entendimento das técnicas de utilização e programação das máquinas CNC. I. Dados Identificadores Curso Tecnologia em Mecatrônica Industrial Disciplina Sistemas CNC Professor Rogério Campos Semestre / Módulo 5º semestre Período Noturno Módulo 3FM5A Carga Horária Semanal: 4

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL

CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL HUDSON FABRÍCIO XAVIER PEREIRA Vespasiano-2012 FRESAGEM Apostila elaborada para a disciplina de Fresagem para

Leia mais

Exemplos de. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca

Exemplos de. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Exemplos de Programas em CNC João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca 1º Exemplo Trata-se de uma peça paralelepipédica, sobre a qual se pretende realizar o contorno apresentado, numa máquina

Leia mais

DISCIPLINA: Gestão de Pessoas

DISCIPLINA: Gestão de Pessoas ASSOSSIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementa Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Científica Técnicas para elaboração de

Leia mais

TORNO MECÂNICO. 1. Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de mudança de velocidade.

TORNO MECÂNICO. 1. Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de mudança de velocidade. TORNO MECÂNICO É uma máquina-ferramenta muito versátil porque, além das operações de torneamento, pode executar operações que normalmente são feitas por outras máquinas como a furadeira, a fresadora e

Leia mais

Manual de Operação Fresadora CNC

Manual de Operação Fresadora CNC Manual de Operação Fresadora CNC 1 Índice Introdução...3 Métodos de Utilização...3 Controle manual...4 Link Serial...5 Modo Automático com Cartão SD...6 2 Introdução A Fresadora CNC do Lab, é uma fresadora

Leia mais

Exemplos de Programas em CNC. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca

Exemplos de Programas em CNC. João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Exemplos de Programas em CNC João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca 1º Exemplo Trata-se de uma peça paralelepipédica, sobre a qual se pretende realizar o contorno apresentado, numa máquina

Leia mais

AUTOR(ES): JOÃO FRIEDMANN SOBRINHO, ERIK GIL PINTO, MARCOS ZAMPAOLO DA ROSA

AUTOR(ES): JOÃO FRIEDMANN SOBRINHO, ERIK GIL PINTO, MARCOS ZAMPAOLO DA ROSA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: FRESADORA CNC DIDÁTICA PROGRAMADA POR CLP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

Leia mais

5. Programação EDE5-0612-003

5. Programação EDE5-0612-003 5.Programação 5.1 Introdução de programa Máquinas CN são aquelas que usinam peças operando servo-motor, válvula solenóide, etc. com computador. Para operar o computador livremente, é necessário usar uma

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico de Técnico

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

Tecnologia de Comando Numérico 164399

Tecnologia de Comando Numérico 164399 164399 Aula 2 Introdução à Automação da Manufatura Mecatrônica; Automação; Níveis de Automação; Tipos de Automação; Justificativas para automatizar; Justificativas para não automatizar; Prof. Edson Paulo

Leia mais

CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria

CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria CALDsoft7 - Software de planificação em caldeiraria Calculando uma peça com o CALDsoft7 É muito simples calcular uma peça com o CALDsoft7, basta seguir os passos apresentados abaixo: - Escolher a peça

Leia mais

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM Tarefas Envolvidas no Projeto de Operações de Usinagem: Planejamento do roteamento operações para fabricar uma peça ordem lógica Instruções suficientemente detalhadas para execução da usinagem? Projeto

Leia mais

Nas páginas a seguir, oferecemos os principais dados técnicos de nossa linha de produtos.

Nas páginas a seguir, oferecemos os principais dados técnicos de nossa linha de produtos. Catálogo Geral A INDEX fornece mais do que máquinas, fornece soluções. E com este objetivo buscamos a melhoria contínua de nossos produtos e serviços, superando desafios e inovando a cada dia. Com quase

Leia mais

Essa ferramenta pode ser fixada em máquinas como torno, fresadora, furadeira, mandriladora.

Essa ferramenta pode ser fixada em máquinas como torno, fresadora, furadeira, mandriladora. Brocas A broca é uma ferramenta de corte geralmente de forma cilíndrica, fabricada com aço rápido, aço carbono, ou com aço carbono com ponta de metal duro soldada ou fixada mecanicamente, destinada à execução

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

CONTADOR DIGITAL PARA ESCALA LINEAR

CONTADOR DIGITAL PARA ESCALA LINEAR CONTDOR DIGIT PR ESC INER Eixo X/Y dicionar dados das escalas Zero Método de Modo de por arco Calculadora Coordenada S/INC, SDM Calcula ½ IS-DR2 Eixo X/Y/Z dicionar dados das escalas Zero Método de Modo

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Área Profissional: Indústria Habilitação Profissional: Ensino

Leia mais

19/09/2009 TIPOS DE DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO. ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÕES George Gomes Cabral ARMAZENAMENTO MAGNÉTICO

19/09/2009 TIPOS DE DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO. ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÕES George Gomes Cabral ARMAZENAMENTO MAGNÉTICO TIPOS DE DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO Duas tecnologias principais: Armazenamento magnético Disquetes Discos Rígidos Fitas Magnéticas ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÕES George Gomes Cabral Armazenamento óptico

Leia mais

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D 6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D Até agora estudamos e implementamos um conjunto de ferramentas básicas que nos permitem modelar, ou representar objetos bi-dimensionais em um sistema também

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores (Resolução CNE/CEB 5154/04) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Metalmecânica

Leia mais

DESENHO TÉCNICO E SUAS APLICAÇÕES

DESENHO TÉCNICO E SUAS APLICAÇÕES DESENHO TÉCNICO E SUAS APLICAÇÕES CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NOME: FELIPE VESCOVI ORIENTADOR: FABIO REDIN DO NASCIMENTO CARAZINHO, DEZEMBRO DE 2011. DESENHO TÉCNICO E SUAS APLICAÇÕES PALAVRA CHAVES:

Leia mais

Concepção e Fabrico Assistidos por Computador

Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Departamento de Eng. Mecânica e Gestão Industrial Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Teste Escrito 14/01/2008 2007/2008 Duração total: 90 min SEM CONSULTA

Leia mais

ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING

ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING Análise do Produto Dr. Charles Clarke ANÁLISE DO PRODUTO NX CMM INSPECTION PROGRAMMING Tendências e requisitos do setor...3 Uma nova abordagem de programação de inspeção de CMM...4 O aplicativo na prática...5

Leia mais

Retificação. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Retificação. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Retificação DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem Aplicação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA GERAÇÃO DE PROGRAMAS CNC ATRAVÉS DA IMPLEMENTAÇÃO DE FUNÇÕES DIRECIONADAS ÀS CARACTERÍSTICAS

Leia mais

APLICAÇÕES DA DERIVADA

APLICAÇÕES DA DERIVADA Notas de Aula: Aplicações das Derivadas APLICAÇÕES DA DERIVADA Vimos, na seção anterior, que a derivada de uma função pode ser interpretada como o coeficiente angular da reta tangente ao seu gráfico. Nesta,

Leia mais

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores Robótica Industrial Projeto de Manipuladores Robôs são os típicos representantes da Mecatrônica. Integram aspectos de: Manipulação Sensoreamento Controle Comunicação 1 Robótica e Mecatrônica 2 Princípios

Leia mais

VirtualLine. Virtual Machine

VirtualLine. Virtual Machine VirtualLine Virtual Machine VirtualLine - INDEX Virtual Machine A cópia da sua máquina INDEX em um PC O Virtual Machine é um software de simulação para os tornos INDEX com comando Siemens C200-4D.Com ele

Leia mais

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial

UNED-CUBATÃO 2008. Conhecimentos básicosb Automação Industrial CEFET-SP UNED-CUBATÃO 2008 Conhecimentos básicosb de Automação Industrial J. Caruso - 2008 Definições Automação é um sistema de equipamentos eletrônicos e/ou mecânicos que controlam seu próprio funcionamento,

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

Sensores. Sensor. Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar. Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico. Digitais: Encoder Régua Óptica

Sensores. Sensor. Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar. Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico. Digitais: Encoder Régua Óptica Sensores Passivos: Chave Potenciômetro Energia Auxiliar Ativos: Célula Fotoelétrica Cristal Piezoelétrico Entrada Sensor Saída Analógicos: Potenciômetro Resolver Digitais: Encoder Régua Óptica Prof. Silas

Leia mais

Objetivos. Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas e

Objetivos. Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas e MÓDULO 2 - AULA 13 Aula 13 Superfícies regradas e de revolução Objetivos Apresentar as superfícies regradas e superfícies de revolução. Analisar as propriedades que caracterizam as superfícies regradas

Leia mais

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias: Aula 11 Arquitetura de Computadores - 20/10/2008 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber MEMÓRIA Memória é um termo genérico usado para designar as partes do computador

Leia mais

Perfeitamente integrados para um processo contínuo. cad integration

Perfeitamente integrados para um processo contínuo. cad integration Perfeitamente integrados para um processo contínuo cad integration hypermill no Autodesk Inventor A integração do hypermill no CAD Autodesk Inventor é uma solução confiável que permite você implementar

Leia mais

Introdução. Torneamento. Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo.

Introdução. Torneamento. Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo. Prof. Milton Fatec Itaquera Prof. Miguel Reale / 2014 Introdução Torneamento Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo. Tornos Tornos são máquinas-ferramenta que permitem

Leia mais

Sumário 1. MÁQUINAS CONVENCIONAIS...06 2. MÁQUINAS CNC...23

Sumário 1. MÁQUINAS CONVENCIONAIS...06 2. MÁQUINAS CNC...23 Sumário 1. MÁQUINAS CONVENCIONAIS...06 1.1 Fresadoras Ferramenteiras...07 1.2 Tornos Universais...09 1.2.1 Tornos Leves...09 1.2.2 Tornos Médios...11 1.2.3 Tornos Pesados...13 1.3 Furadeiras Radiais...15

Leia mais

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE PROGRAMAS CNC PARAMÉTRICOS E GERADOS POR SISTEMA CAM

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE PROGRAMAS CNC PARAMÉTRICOS E GERADOS POR SISTEMA CAM UNIVERSIDADE DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE PROGRAMAS CNC PARAMÉTRICOS E GERADOS POR SISTEMA CAM DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Leia mais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais

VerticalLine V 160C V 160G. Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V 160C V 160G Centros de Torneamento Verticais VerticalLine V160C, V160G Compacto, rápido, universal Aumente a produtividade Sistema Forte com máquinas verticais O sistema modular efici- compactas

Leia mais

MANUTENÇÃO DE MICRO. Mário Gomes de Oliveira

MANUTENÇÃO DE MICRO. Mário Gomes de Oliveira MANUTENÇÃO DE MICRO Mário Gomes de Oliveira 1 IRQ Pedido de atenção e de serviço feito à CPU, para notificar a CPU sobre a necessidade de tempo de processamento. 2 IRQ (Interrupt Request line ou Linha

Leia mais

Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor

Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor Projetos mecânicos: Melhores Práticas com o Autodesk Inventor Guilherme Augusto Franco de Souza SENAI Aplicação de recursos avançados do software bem como a aplicação de melhores páticas para acelerar

Leia mais

Microinformática Introdução ao hardware. Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP

Microinformática Introdução ao hardware. Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP Microinformática Introdução ao hardware Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP Informática Informática é o termo usado para se descrever o conjunto das ciências da informação, estando incluídas neste grupo:

Leia mais

AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE

AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE 257 33. PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE 33.1. Introdução As peças que serão retificadas, normalmente, chegam à retificadora com um sobremetal

Leia mais

Para programação automatizada e fabricação eficiente. estratégias cam

Para programação automatizada e fabricação eficiente. estratégias cam Para programação automatizada e fabricação eficiente estratégias cam O hypermill reduz os tempos de programação e usinagem Um software CAM completo: Uma gama ampla de estratégias de usinagem e de funcionalidades

Leia mais

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto.

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Encoder Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Resolvers Usado para medição de posição angular. Princípio de funcionamento

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Científica Técnicas para elaboração de

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída

Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída Fundamentos de Sistemas de Informação Hardware: Dispositivos de Entrada, Processamento e Saída Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Introdução O uso apropriado da tecnologia pode garantir

Leia mais

Informações jurídicas

Informações jurídicas Fundamentos da programação 1 SINUMERIK SINUMERIK 840D sl/840di sl/828d/802d sl Comandos de deslocamento 2 SINUMERIK SINUMERIK 840D sl/840di sl/ 828D/802D sl Manual de programação Comandos de deslocamento

Leia mais

1. Sistemas de Produção

1. Sistemas de Produção UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENG. DE PRODUÇÃO E SISTEMAS - DEPS INFORMÁTICA INDUSTRIAL IFD 1. Sistemas de Produção Igor Kondrasovas

Leia mais

MODELO PARAMETRIZADO APLICADO EM PROJETO DE MÁQUINAS

MODELO PARAMETRIZADO APLICADO EM PROJETO DE MÁQUINAS Faculdade de Tecnologia de Sorocaba DEPARTAMENTO DE PROJETOS MECÂNICOS MODELO PARAMETRIZADO APLICADO EM PROJETO DE MÁQUINAS RELATÓRIO FINAL DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Aluno: Ricardo Lorenzati Machado Orientador:

Leia mais