Uma nova Ferramenta para estimar as perdas auditivas e a exposição ao ruído dos trabalhadores da Construção Civil

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1 Uma nova Ferramenta para estimar as perdas auditivas e a exposição ao ruído dos trabalhadores da Construção Civil Paulo Alves Maia FUNDACENTRO / Campinas Introdução O ruído gerado nos canteiros de obra apresenta particularidades em relação à indústria em geral. A exposição diária depende de muitas variáveis como o número de tarefas típicas executadas, os tipos de ruído presentes nos locais de trabalho, a fase do processo, o uso de protetores auriculares, o repouso auditivo etc. Nesses casos os níveis diários de exposição podem variar mais de 20 db, razão pela qual MAIA (2002) as denomina exposições não contínuas. Exposições dessa natureza são mais complexas que as exposições contínuas, pois não se repetem ao longo de um grande período de tempo (uma semana, um mês, etc.). Para esses casos, MAIA (2002) desenvolveu um método de avaliação da exposição, que resulta num índice que pode ser comparado com os limites de exposição recomendados pelos órgãos de pesquisa e governamentais. Esse índice, denominado nível normalizado de exposição, L eq,8h, foi desenvolvido com fundamento numa norma preexistente, a ISO 1999 (1990), Acoustics Determinations of Occupational Noise Exposure and Estimation of Noise-induced Hearing Impairment. De acordo com o método proposto a perda auditiva induzida pelo ruído (PAIR) é causada apenas pela exposição à energia acústica acumulada durante a vida laboral do trabalhador. A energia total das exposições não contínuas pode ser associada a um nível de exposição contínua, quando considerada duas condições: a) a mesma categoria profissional e, b) uma longa duração de exposição de pelo menos cinco anos. Considera-se que a energia total das exposições não contínuas, seja distribuída em jornadas diárias de trabalho de 8 horas. Este método, porém, apresenta algumas dificuldades de aplicação para o usuário, razão pela qual desenvolvemos o software Noise 1.0 que facilita o seu uso como uma ferramenta de estimativa de exposições contínuas e não contínuas ao ruído. O software O NOISE 1.0 é um software para estimar o nível de exposição ao ruído de uma determinada população trabalhadora que pertença à mesma categoria profissional. Ele também fornece os percentis de 10%, 50% e 90% da distribuição dos limiares auditivos, estima as futuras perdas induzidas pelo ruído e calcula o risco auditivo da população exposta. Os dados de entrada não são leituras de medidores de níveis sonoros ou de dosímetros de ruído; são dados audiométricos que devem passar por uma prévia seleção e análise, de maneira que expressem apenas as perdas auditivas da categoria profissional exposta ao ruído em suas atividades de trabalho. Com a determinação do nível de exposição ao ruído é possível estimar as futuras perdas auditivas induzidas pelo ruído em cada percentil populacional (5% a 95 %) da população estudada e calcular o risco da categoria profissional em relação a uma população de referência especificada na norma ISO 7029 (1984). O resultado é estatístico, razão pela qual, quanto maior for o grupo estudado, maior será sua precisão. Parâmetros fornecidos pelo Noise 1.0 Para estimar o L eq,8h decorrente de exposições não contínuas, o software utiliza três bases de dados. A primeira formada de indivíduos jovens de 18 a 20 anos e otologicamente normais. Essa base de dados fornece os valores, por freqüência audiométrica, dos limiares auditivos nos percentis 10%, 50% e 90% e a idade média de indivíduos. Esses indivíduos devem possuir as mesmas características de vida da população exposta ao ruído a ser estudada. Os dados devem ser introduzidos no formulário abaixo.

2 Figura 1- Formulário da Base de dados da população jovem Os resultados são apresentados no formulário de resultados da base de dados da população jovem junto com todos os registros utilizados pelo programa. Figura 2- Formulário de resultados da base de dados da população jovem

3 Cálculo das perdas medianas associadas à idade A segunda base de dados fornece as perdas auditivas associadas à idade de uma população decorrentes do envelhecimento natural do sistema auditivo e as induzidas por ruído e outros agentes não ocupacionais. Atualmente é usual estimar os níveis limiares de audição associados à idade (NLAI) através de bases de dados. A ISO 1999 (1990), por exemplo, no cálculo das PAIR, admite o uso da base dados A, desenvolvida pela International Organization for Standardization e normalizada através da ISO 7029 (1984); Acoustic - Threshold of hearing by air conduction as a function of age and sex for atologically normal persons. A base de dados A permite calcular as limiares medianas associadas à idade (H 0,50 ) de uma determinada população por idade e freqüência audiométrica. Na freqüência audiométrica de 4000 Hz, utilizamos a seguinte equação: H 0,50 = a.(y-18) 2 + H 0,50;18-20 < 1 > onde: a é um coeficiente igual a 0,016 conforme a TAB. 1 da ISO 7029 (1984) Y é a idade média dos indivíduos de uma faixa etária estudada, em anos. H 0,50;18-20 é a mediana dos limiares auditivos de uma amostra de pessoas otologicamente normais, do mesmo sexo, e com idade entre 18 a 20 anos; da mesma população ou outra de características semelhantes quanto a nosoacusia, socioacusia e presbiacusia. Estimativa da exposição ao ruído A terceira base de dados é formada pela população exposta ao ruído é alimentada a partir do formulário de dados audiométricos abaixo, cujos dados devem ser restritos aos audiogramas que apresentem perdas auditivas com características específicas de PAIR e a seus respectivos históricos ocupacionais. Os históricos devem responder, pelo menos, as seguintes questões: a) Quantos anos de trabalho na profissão estudada? b) Quais são as atividades típicas da profissão estudada? c) Quais as outras profissões e atividades exercidas durante a vida laboral? d) Qual o tempo de exercício nessas outras profissões? O número de registros dentro de uma categoria profissional deve ser suficiente para tornar a amostra representativa dentro dos critérios adotados pelo software. O funcionamento do software exige mais de 40 registros de trabalhadores com uma exposição mínima ao ruído de 5 anos e que envolvam as empresas, categoria profissional e faixa etária selecionada. Após a introdução desses dados na base de dados da população exposta ao ruído, o Noise1.0 fornece no formulário de cálculo do Leq, a idade média, a duração média da exposição, o número de registros utilizados na avaliação, a listagem desses registros, os limiares auditivos dos percentis 10%, 50% e 90% e o L eq,8h para o ouvido direito, esquerdo, médio, pior e melhor ouvido. O software permite ao usuário diminuir ou ampliar a faixa etária e o número de empresas analisadas simultaneamente, para que se consiga um número mínimo de registro a ser analisado. No entanto, para melhores resultados, a escolha da faixa etária para o cálculo do L eq,8h deve ser a menor possível de modo a abranger a maior quantidade de registros, no mínimo, 40 dentro da mesma categoria profissional e empresas analisadas. Ao relacionar os dados, o programa minimiza os erros através de dois processamentos: 1- elimina os registros mais dispersos da média num intervalo de um desvio padrão, tornando o conjunto de dados mais homogêneo; 2- calcula o valor mais provável do limiar auditivo em 4000 Hz que aquela determinada no exame audiométrico, cujas leituras variam de 5 db.

4 Figura 3- Formulário de dados audioméricos da populações em estudo Figura 4- Cálculo do Nível de exposição normalizadoformulário de cálculo, Leq,8h

5 Equacionamento utilizado pelo Noise 1.0 no cálculo do L eq,8h Seguindo o equacionamento da ISO1999 (1990) os limiares de audição de uma população, em db, associados à idade e à exposição ao ruído, H, podem ser calculados através da seguinte fórmula empírica: onde: H é o limiar de audição, em db, associado à idade H ' = H + N < 2 > N = N - H.N/120 é denominado PAIR real. N é a perda auditiva induzida pelo ruído sem o efeito da idade. De fato, o termo H.N/120 é uma simples correção aplicada quando H+N é maior que 40 db. A equação 2 é aplicável apenas para H, H e N correspondentes ao mesmo percentil populacional. O método de cálculo de N apresentado na ISO 1999 (1990) é estatístico. A distribuição é gaussiana e tem como mediana o valor N 0,50. Os valores de N a serem utilizados na equação acima são funções das freqüências audiométricas, período de exposição, θ, e nível de exposição normalizado, L eq,8h, este último, avaliado no período de exposição θ medido em anos. Reescrevendo a equação acima para valores medianos, temos N 0,50 N 0,50 H ' 0,50 H 0,50 = < 3 > onde: N 0,50 é o valor mediano das perdas auditivas induzidas pelo ruído. H' 0,50 é o valor mediano do limiar auditivo associado à idade e ruído, em db H 0,50 é o valor mediano do limiar auditivo, em db, associado à idade. Uma outra relação apresentada pela ISO 1999 (1990) envolvendo os valores medianos N 0,50 e o L Eeq,8h, válida para períodos de exposição entre 10 e 40 anos é apresentada a seguir. N 0,50 = [u + v.log(θ)].( L eq,8h - L 0 ) 2 < 4 > onde: L 0 é o nível de pressão sonora de corte e u, v são parâmetros em função da freqüência audiométrica, todos encontrados na TAB. 2 da norma acima citada. As equações 3 e 4 são aplicadas para L eq,8h igual ou maior que L 0. Deve-se admitir que L 0 é igual ao L eq,8h sempre que o L eq,8h for menor que L 0, de maneira que N 0,50, seja 0 (zero). Seguindo ainda o procedimento dessa norma internacional, as perdas auditivas induzidas pelo ruído devem ser calculadas com base numa exposição de 10 anos. Sempre que a exposição não atingir este período, aplicar-se a seguinte correção: Calculo do L EX,8h ( + 1 ) Log( ) 0,50; = 10 N 0,50; θ < 10 = Log θ 11 N θ < 5 > Isolando-se o L eq,8h da equação 4 e substituindo os valores de Lo, u e v encontra-se o nível de exposição normalizado de uma população de trabalhadores que laboram em exposições não contínuas a ruído, avaliado na freqüência de 4000 Hz. Reescrevendo a equação 4,temos: L, 8 h = N (0,025 (1 + Log θ )) + 75 eq 0,50 < 6 > onde N 0,50 é o valor real das perda induzida por exposições não contínuas ao ruído determinada pela equação 3. O L eq,8h encontrado, neste caso, pode ser definido como um valor de nível contínuo de exposição ao ruído que tem a capacidade de gerar as mesmas PAIR que as exposições não contínuas em um determinado grupo da categoria profissional estudada.

6 Distribuição das perdas auditivas induzidas pelo ruído A distribuição das PAIR de uma população devido a exposições não contínuas terá o mesmo comportamento das exposições contínuas. Ela pode ser determinada para cada percentil populacional (Q), levando em conta a freqüência audiométrica, duração da exposição (θ) e L eq,8h encontrado através do método proposto. Para tanto, combinamos as expressões matemáticas do item da ISO 1999 (1990), que resultaram nas expressões abaixo: para 0,05 < Q < 0,50 N Q = N 0,50 + K.(Xu + Yu.Log θ).( L eq,8h - L 0 ) 2 < 7 > para 0,50< Q < 0,95 N Q = N 0,50 - K.(Xi + Yi.Log θ).( L EX,8h - L 0 ) 2, < 8 > onde: k é encontrado na TAB. 3, L 0 é dado na TAB. 2, Xu, Xi e Yu, Yi é encontrado na TAB. 4, todas, da ISO 1999 (1990). Estimava do risco excessivo Risco excessivo é a diferença, em porcentagem, do número de trabalhadores que apresentam prejuízo auditivo significativo entre duas populações; uma exposta ao ruído e outra não. Ocorre o prejuízo auditivo significativo quando o limiar médio de audição excede o limiar de normalidade, geralmente, 25 db(a). A estimativa do risco excessivo é feita através do formulário Cálculo do Risco e limiares auditivos. O primeiro passo é determinar os limiares auditivos (LA) médios escolhendo-se uma das opções no formulário. Cada opção de média está associada a um grupo de freqüências audiométricas. A seguir, no gráfico, com o apoio do mouse, traçam-se as retas de Limiares de audição (LA) e as de perdas associadas à idade (H), ligando-se os pontos correspondentes aos percentís 10%, 50% e 90%. Os pontos que cruzarem o limiar de normalidade devem ser baixados verticalmente até a abscissa, aonde se faz a leitura do risco, como abaixo se demonstra. Figura 4- Cálculo do Risco e limiares auditivos Estimativa das perdas auditivas futuras O Noise 1.0 permite também prever os efeitos futuros, ou seja, os limiares associados à idade e as PAIR através dos dois formulários abaixo, bastando digitar nos campos apropriados a idade média, L eq,8h e o tempo de exposição.

7 As tabela 01 apresentam a idade média, exposição média e L eq,8h calculados pelo NOISE 1.0, conforme o ouvido estudado de carpinteiros.

8 CONCLUSÃO O Noise 1.0 representa uma nova ferramenta para solução e direcionamento de vários problemas práticos relativos à saúde auditiva do trabalhador, legislação trabalhista e previdenciária. Os seus resultados podem ajudar as empresas a entender e controlar os ambientes do trabalho que não se enquadravam nos requisitos da ISO 1999 (1990) para estimativa das PAIR. O software utiliza o método desenvolvido por MAIA (2002) para estimativa da exposição não contínua ao ruído. Ele facilita a sua aplicação e a interpretação dos dados tornando esse método acessível a engenheiros, médicos, fonoaudiólogos e outros profissionais que atuam na área de saúde auditiva. A importância do método proposto se funda, principalmente, na possibilidade de expressar a exposição não contínua ao ruído em termos de um nível de exposição contínua. Como previsto por Ward (1986) os resultados desses dois tipos de exposições estão relacionados pela efetividade de causar danos auditivos, cujo único agente responsável, assumimos ser a energia sonora existente nos ambientes de trabalho. O método proposto foi desenvolvido a partir do modelamento matemático apresentado na norma ISO 1999 (1990). Utilizou-se também da mesma base de dados e dos mesmos princípios. A diferença básica é que a ISO parte dos L eq,8h para estimar as possíveis PAIR ocupacionais decorrentes de exposições contínuas, enquanto o método proposto parte das PAIR ocupacionais reais associadas a exposições não contínuas ao ruído para determinar um nível de exposição normalizado que as represente. O valor do L eq,8h obtido leva em conta a categoria profissional, as grande variações dos níveis sonoros dentro do turno de trabalho, o uso de protetores auriculares, e os períodos de recuperação auditiva decorrentes das tarefas não ruidosas. Um fator limitante é obter dados audiométricos suficientes de uma população cujo período de exposição médio ao ruído seja maior ou igual a cinco anos. O software, possibilita, depois de estimar o valor do L eq,8h representativo de exposições não contínuas, determinar a distribuição de perdas auditivas induzidas por essas exposições, baseado no modelo ISO; isso porque as PAIR são irreversíveis, não importando, que tenham sido geradas por uma energia sonora contínua ou não. Os resultados obtidos pelo software com dados de carpinteiros foram comparados com os resultados de uma análise de dados obtidos nos canteiros de obra. Nessa análise, MAIA (2002) levou em conta as tarefas típicas ruidosas, a sua freqüência em relação as demais, alternância de tarefas ruidosas e não ruidosas, as pausas auditivas entre tarefas, a presença de ruído de impacto, bem como o espectro sonoro das máquinas utilizadas; e concluiu que há uma forte coerência entre os resultados. BIBLIOGRAFIA 1. WARD, W. D. Auditory effects of noise. In: BERGER, E. H. Noise Hearing Conservation Manual. 4. Ed. Akron, American Industrial Hygiene Association, Cap. 5, pp MAIA, P. A. Estimativas de exposições não contínuas a ruído. São Paulo: FUNDACENTRO, p. 223 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, Genève. ISO 1999; Acoustics - Determination of occupational noise exposure and estimation of noise-induced hearing impairment. Genève, p. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, Genève. ISO 7029; Acoustics - Threshold of hearing by air conduction as a function of age and sex for otologically normal persons. Genève, 1984, 8 p.

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