INDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS"

Transcrição

1 Nº PE SMS-011 CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: PETROBRAS MODERNIZAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DE ARAÇAS FOLHA 1/12 TÍTULO: ENGENHARIA/IENE /IETEG/CMIPE PLANO DE EMERGÊNCIAS MEDICAS E PRIMEIROS SOCORROS ECMAN ENGENHARIA S.A. Contrato n INDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 EMISSÃO INICIAL 1 ATENDER COMENTARIOS DA FISCALIZAÇÃO REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H DATA 07/12/ /03/2010 PROJETO SMS SMS EXECUÇÃO MARA ISMAEL VERIFICAÇÃO ROBSON ROBSON APROVAÇÃO JOÃO JOÃO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE A NORMA PETROBRAS N-381 VER. F ANEXO A FOLHA 01/08.

2 PÁG: 2 de 12 ÍNDICE 1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. ESCLARECIMENTOS / DEFINIÇÕES 4. RESPONSABILIDADES 5. DESCRIÇÃO 6. REFERÊNCIAS 7. RESPONSAVEL PELA ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO

3 PÁG: 3 de OBJETIVO Estabelecer os recursos e instruções necessárias para uma ação coordenada visando o atendimento, a remoção e o transporte seguros e adequados das vítimas de acidente ou mal súbita durante todo o expediente do empreendimento; a fim de preservar a vida, proteger a saúde e minimizar conseqüências de lesões graves que causem a morte ou incapacidade, total ou parcial, temporária ou permanente. 2. APLICAÇÃO Este programa aplica-se a todas as atividades de construção e montagem desenvolvidas pela ECMAN Engenharia. 3. ESCLARECIMENTOS / DEFINIÇÕES Colaboradores: Qualquer funcionário do PE Araçás, prestador de serviço, estagiários e visitantes. Socorristas: Pessoa que presta socorro imediato às vítimas de mal súbito ou acidentes até a obtenção de atendimento qualificado. Deve possuir formação em primeiros socorros, obtida por meio de cursos promovidos pela empresa. Coordenador de Emergência:Conforme definido no Programa de Resposta a Emergências 4. RESPONSABILIDADES COLABORADORES: Conhecer o plano de emergência médica e, aqueles que tem função neste plano, empenhar para a sua perfeita execução; Participar dos simulados, comunicando as deficiências observadas. GERENTE DE CONTRATO: Dar conhecimento deste Plano de Emergência às empresas contratadas; Colher junto às mesmas a indicação de hospitais de referência (nome endereço e telefone) para encaminhamento em casos de emergência médica com seus colaboradores;

4 PÁG: 4 de 12 Repassar estas informações descritas acima para a área de saúde ocupacional sempre que ocorrerem mudanças; Verificar periodicamente os prestadores de serviço avaliando o cumprimento dos requisitos estipulados neste Procedimento; Prover recursos para efetivar a implantação e manutenção desse plano. SOCORRISTA: Estar treinado e habilitado para prestar atendimento de primeiros socorros; Prestar atendimento às vítimas de acidentes ou mal-súbito; Solicitar treinamento complementar em caso de necessidade; Conhecer os recursos disponíveis para o atendimento a primeiros socorros e a sua localização; SUPERVISORES: Participar das ações previstas neste plano de emergência; Comunicar aos responsáveis das empresas contratadas sobre o acidente ocorrido e outras providências, quando fora do horário administrativo; Decidir junto com o Técnico de Enfermagem do Trabalho aspectos ligados à remoção externa, quando fora do horário administrativo. TECNICA DE ENFERMAGEM DO TRABALHO: Acompanhar a vítima até o hospital; Cuidar para que a equipe esteja sempre acessível via rádio e/ ou telofones, principalmente quando do acionamento dos alarmes; Manter em condições de uso todos os recursos para atendimento à emergência médica - Ambulância, equipamentos e toda infra-estrutura disponível no PE Araçás para esta atividade; Verificar periodicamente o cumprimento de todos os requisitos estabelecidos neste Procedimento; O Técnico de Enfermagem do Trabalho deve fazer a comunicação ao hospital de apoio para onde está sendo realizada a remoção informando o problema do paciente, para que sejam agilizadas as medidas necessárias; Em caso de remoção fora do horário administrativo, o técnico de enfermagem acompanha a vítima e solicitará que um socorrista assuma o local até seu retorno.

5 PÁG: 5 de DESCRIÇÃO 5.1. Segurança, Saúde Ocupacional e Proteção Ambiental EPI s para as atividades citadas neste plano principalmente para atividades de primeiros socorros e uso durante atendimento de emergências, conforme descrição a seguir: Socorrer vítimas Socorristas, Atividade Risco / Conseqüência Prevenção / EPI Técnicos de enfermagem. Remoção de Vitimas grupo de primeiro socorros; Funcionários área médica) Contato com fluídos e secreções / Queda da vítima e ou de grupo de socorrista durante atividade Doenças Infectos contagiosas Lesões Uso de luvas látex cirúrgicas de procedimento; Óculos de segurança; Se lesão da vítima com várias partes do corpo usar macacão de tyveck Aplicar técnicas adequadas para transporte de vítimas; Deslocamento por locais seguros Resíduos gerados durante atividade de atendimento a Vítimas / Impacto e aspecto / ações mitigadoras para estes resíduos Socorrer vítimas Socorristas, Atividade Aspecto Impacto Técnicos de enfermagem. Remoção de Vitimas grupo de primeiro socorros; Funcionários área médica) Geração de Resíduos sólida (EPIs, algodão gases, seringas e objetos contaminados com secreções). Geração de Resíduos sólida (EPIs contaminados com secreções). Acúmulo no aterro Sanitário Acúmulo no aterro Sanitário Ações Mitigadoras Colocar em coletor adequado devidamente sinalizado e posterior envio para fornecedor credenciado e licenciado. Colocar em coletor adequado devidamente sinalizado e posterior envio para fornecedor credenciado e licenciado.

6 PÁG: 6 de Recursos Necessários Técnico de Enfermagem do Trabalho; Grupo de Primeiros Socorros; Ambulância devidamente equipada; Motorista da ambulância; Diversos Equipamentos e materiais listados nos anexos descritos deste plano; Rádio de comunicação para o técnico de Enfermagem do Trabalho; Telefone de uso exclusivo para atendimento a comunicados de emergência médica; Rotas para deslocamento para hospitais pré-estabelecidos conforme anexo; 5.3. Controle Operacional Ações após soar o alarme de emergência ou alerta O toque do alarme de alerta aciona a Estrutura Organização de Resposta do PE Araçás ou por rádio e pelo Coordenador da Emergência. a) Ações a Serem Tomadas no Horário Administrativo Ao sinal de alarme forma-se: a Brigada de Emergência com os socorristas, além do Técnico de Enfermagem do trabalho, posicionando-se o Técnico de Enfermagem do Trabalho na Ambulância. O motorista fica na viatura, deixando-a ligada, em aquecimento, aguardando instruções verbais do técnico de enfermagem do trabalho, como também do coordenador da emergência, via rádio. A Área de saúde tem um rádio na ambulância. Em caso de remoção da vítima para unidade de apoio hospitalar, a vítima é acompanhada pelo Técnico de Enfermagem do Trabalho caso. b) Ações a Serem Tomadas no Fora do Horário Administrativo Ao sinal de alarme de Alerta forma-se a Brigada de Emergência com os Socorristas posicionando-se o Técnico de Enfermagem do Trabalho na ambulância. O motorista treinado para dirigir a ambulância fica na viatura, deixando-a ligada, em aquecimento, aguardando instruções verbais do técnico de enfermagem, como

7 PÁG: 7 de 12 também do Coordenador Geral de Emergência, via rádio, posicionado no canal de emergência. Em caso de remoção da vítima para unidade de apoio hospitalar, a vítima e acompanhada pelo Técnico de Enfermagem do Trabalho. Na ausência deste, em função da remoção, o Socorrista treinado, posiciona-se na ambulância Comunicação de Emergência Médica a) Horário Administrativo O técnico de enfermagem do trabalho podem ser contatados para atender às emergências médicas via rádio. b) Fora do Horário Administrativo O técnico de enfermagem do trabalho podem ser contatados para atender às emergências médicas via rádio Atendimento Está equipada com o material e o equipamento necessário ao atendimento inicial dos casos de emergência médica. a) Horário Administrativo Quando o técnico de enfermagem do trabalho estiver presentes, qualquer resgate feito na área do PE Araçás deverá vir para este local sempre que as condições do acidentado permitir. b) Fora do Horário Administrativo O técnico de enfermagem do trabalho deve aplicar primeiros socorros na ambulância sempre que as condições do acidentado assim permitir e juntamente com o coordenador da emergência deve viabilizar a remoção da vítima para atendimento hospitalar. Caso seja necessário, o Técnico de Enfermagem do Trabalho poderá manter contato com o médico do Trabalho da sede e/ou alguém do SGI via Telefone Hospitais de Apoio

8 PÁG: 8 de 12 a) Comunicação O hospital de apoio deve sempre ser comunicado que está sendo realizada uma remoção, informando o problema do paciente, para que sejam agilizadas as medidas necessárias ao socorro. No horário Administrativo o técnico de enfermagem do trabalho deve fazer a comunicação ou providenciar para que o façam. O técnico de enfermagem do trabalho podem ser contatados para atender às emergências médicas via rádio. b) Remoção Deve ser feita para o local adequado de acordo com a necessidade do acidentado tendo como referência a lista contida no Livro do Plano de Saúde. Podendo ser: Hospital das Clinicas de Alagoinhas Praça Rui Barbosa, 11 Centro, Tel. (75) Hospital Dantas Bião Rua Dantas Bião, 49, Centro Tel. (75) Hospital Espanhol Av. Sete de Setembro, 4161, Barra Tel. (71) Hospital da Bahia Av. Professor Magalhães Neto, 1451, Centro Tel. (71) Ambulância Está equipada com os recursos necessários para atender as necessidades de remoção de emergência, transportando vítimas de acidentes ou mal súbito para os hospitais de

9 PÁG: 9 de 12 apoio. Possui equipamentos para atendimento a S.A.V. Suporte Avançado a Vida. Ver anexo nº 01. É acionada em situação de emergência e, fora dela, pelo técnico de enfermagem do trabalho, bem como pelo coordenador de Emergência. Deve ser operada pelos motoristas habilitados e, quando necessário durante a remoção será acompanhado de técnico de enfermagem. Quando soa o alarme de Alerta é colocada em condições de ser deslocada, isto é, ligada e com o motorista que vai operá-la a postos. Inicia o deslocamento para o local do atendimento ao receber a ordem do coordenador de emergência ou do técnico de enfermagem do trabalho. Pode ser acionado fora da situação da Estrutura Organizacional de resposta e/ou técnico de enfermagem do trabalho,bem como o coordenador de emergência, em caso de acidente ou outro problema médico que demande a remoção do paciente. Toda remoção deve ser acompanhada no mínimo por um socorrista. A ambulância não é utilizada para remoções que não tenham caráter de emergência e, os casos mais simples ou que permitam a remoção em outro tipo de viatura, devem utilizar automóvel da frota ou contratado, evitando que a obra fique sem cobertura na eventualidade de um caso mais grave que eventualmente possa ocorrer. Após deixar a vítima no hospital, o motorista retorna imediatamente com a ambulância para a obra, deixando os acompanhantes resolvendo os trâmites administrativos e dando apoio ao paciente, sendo providenciado posteriormente outro veículo que possa dar cobertura aos socorristas. Deve ficar de sobreaviso um outra viatura quando a ambulância estiver sendo utilizada para que, caso aconteça outra emergência com vítima que necessite de remoção, possam nos atender, em caráter excepcional com suas viaturas. No horário administrativo isto é feito pelo Serviço Médico e, fora dele, por iniciativa do Coordenador de Emergência. Do mesmo modo, devem ser comunicadas quando do retorno da viatura para cessar o sobreaviso. Com relação aos medicamentos de uso na Ambulância só poderão ser liberados com autorização médica.

10 PÁG: 10 de Socorrista O socorro imediato às vítimas de mal súbito ou acidentes até a obtenção de atendimento qualificado será feito pelos socorristas, com formação em primeiros socorros, obtida por meio de cursos promovidos pela empresa Transporte de pacientes com maca Para facilitar a remoção de acidentados e/ou vítimas de mal súbito são colocadas macas em locais estratégicos, nas áreas, na qual ofereça maior facilidade para o deslocamento até o acidentado Contratadas, Temporários e Terceiros Para efeito do atendimento de emergências médicas, em caso de acidentes ocorridos na empresa, os colaboradores de empreiteiras contratadas, temporários ou terceiros, recebem o mesmo tratamento dado aos colaboradores efetivos, exceto quando tiver direito a um atendimento médico conforme especificado - hospitalar com estrutura para tal finalidade, informado conforme disponível no Serviço Médico. Nos casos de emergências médicas de caráter clínico, são removidos para o Posto Medico localizado no centro de Araçás, salvo quando houver a possibilidade de identificar outro local, de caráter particular, em decorrência de plano de saúde ou outras situações especiais, que seja mais adequada para o atendimento Comunicação com o medico sede, ou outras interfaces A relação dos telefones ou os outros meios pelos quais possam ser contatados os profissionais referidos neste item ficarão disponíveis no Escritório Administrativo ou nas listas de telefones periodicamente distribuídas. 6. REFERÊNCIAS Diretriz Contratual de SMS; Procedimento de Resposta a Emergência; Planilha de Aspectos, Impactos, Perigos e Danos.

11 PÁG: 11 de RESPONSAVEL PELA ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Elaborado por Aprovado por Assinatura / / Data / / Assinatura Data

12 PÁG: 12 de 12 ANEXO I RECURSOS DA AMBULANCIA ITENS ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE 01 Oxigênio Medicinal Fixo Oxigênio Medicinal Portátil Oxímetro de pulso Prancha longa Talas para Imobilização tamanho grande Tala para Imobilização tamanho médio Tala para Imobilização tamanho pequeno Colar Cervical tamanho grande Colar Cervical tamanho médio Ambu com reservatório Lava Olhos Tensiometro com estetoscópio Maleta de Primeiro Socorros Compressa Cirvrica Canula de Guedel Kit de Mitigação Ambulância 01

PLANO DE ATENDIMENTO MÉDICO A EMERGÊNCIA

PLANO DE ATENDIMENTO MÉDICO A EMERGÊNCIA PLANO DE ATENDIMENTO MÉDICO A EMERGÊNCIA Rio Polímeros S.A 1 1 OBJETIVO O presente plano tem por objetivo estabelecer os recursos e instruções necessárias para uma ação coordenada visando o atendimento,

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 017/02 PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Página 2 de 5

PROCEDIMENTO GERENCIAL PARA PG 017/02 PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Página 2 de 5 Página 2 de 5 1 OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo o estabelecimento das diretrizes para elaboração de procedimentos técnicos e administrativos a serem adotados em situações emergenciais, tais

Leia mais

PAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA

PAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA PAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Quattor UN QB e PE / DCX REVISÃO MODIFICAÇÃO DATA 0 Emissão Inicial 31.03.2006 1 Revisão conforme solicitação do Subcomitê de Análise de Risco a acréscimo do hiperlink

Leia mais

Procedimento Institucional Gestão de EPI

Procedimento Institucional Gestão de EPI Tipo de Documento Procedimento Institucional Título do Documento Equipamento de Proteção Individual Elaborado por Paulo Sérgio Bigoni Área Relacionada Saúde e Segurança do Trabalhador Processo ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes?

Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes? Espaço Confinado o que você precisa saber para se proteger de acidentes? Publicado em 13 de outubro de 2011 Por: Tônia Amanda Paz dos Santos (a autora permite cópia, desde que citada a fonte e/ou indicado

Leia mais

5. Abreviaturas: CNS - Cartão Nacional do SUS. DEA Desfibrilador Externo Automático. IN - Instrução Normativa. PA Pronto Atendimento

5. Abreviaturas: CNS - Cartão Nacional do SUS. DEA Desfibrilador Externo Automático. IN - Instrução Normativa. PA Pronto Atendimento Lei Municipal nº 5.383, de 22 de novembro de 2012 Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Município de Vila Velha ES e dá outras providências; Decreto Municipal nº 297, de 11 de dezembro de 2012

Leia mais

Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 *****

Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 ***** Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 ***** Ementa: Dispõe sobre o transporte inter-hospitalar de pacientes e dá outras providências. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA

PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA PLANO DE RESPOSTAS PARA EMERGÊNCIAS DUKE ENERGY GERAÇÃO PARANAPANEMA LIANE DILDA GERENTE DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HISTÓRICO Privatização - 28.07.1999 (DEI-EUA) EUA) Geração e Comercialização de

Leia mais

Procedimento de Segurança para Terceiros

Procedimento de Segurança para Terceiros Página 1 de 6 1. OBJETIVO Sistematizar as atividades dos prestadores de serviços, nos aspectos que impactam na segurança do trabalho de forma a atender à legislação, assim como, preservar a integridade

Leia mais

Projeto Unimed Vida 2012. Projeto Unimed Vida 2012

Projeto Unimed Vida 2012. Projeto Unimed Vida 2012 Rev.00 Aprovação: 22/12/2011 Pg.: 1 de 4 Número de escolas participantes: 20 Projeto Unimed Vida 2012 Público alvo: escolas municipais, estaduais e particulares 1 com ensino fundamental completo de Blumenau.

Leia mais

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE EMERGÊNCIA CONTRA INCÊNDIO de acordo com o projeto de norma nº 24:203.002-004 da ABNT ( setembro 2000 ) 1 Objetivo 1.1 Estabelecer

Leia mais

Procedimento Operacional Nome do procedimento: Plano de Abandono SINER / Carapicuíba Data da Revisão 05/06/13

Procedimento Operacional Nome do procedimento: Plano de Abandono SINER / Carapicuíba Data da Revisão 05/06/13 1/ 8 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Saída de alguns integrantes da Brigada 02 Alteração do item 4.5 composição da brigada e 4.7 Plano de abandono Demais envolvidos

Leia mais

Gerenciamento de Obras. Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões

Gerenciamento de Obras. Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões Gerenciamento de Obras Prof. Dr. Ivan Xavier Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões Fases do Gerenciamento: 3. Operação e controle da obra. 3. Operação e controle da obra: Reunião de partida da obra;

Leia mais

O PAE, parte integrante do PGR, contempla também a prevenção do risco de acidentes com produtos perigosos e de combate a incêndio.

O PAE, parte integrante do PGR, contempla também a prevenção do risco de acidentes com produtos perigosos e de combate a incêndio. OBJETIVO O PGR - Programa de Gerenciamento de Risco e PAE - Plano de Ação de Emergências são parte integrante do PBA Plano Básico Ambiental da Estrada-Parque Visconde de Mauá, que compreende a identificação,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS ASSUNTO PADRONIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, A SEREM EXECUTADAS PELAS EMPRESAS CONTRATADAS PELA INFRAERO RESPONSÁVEL DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO (DA) GERÊNCIA DE DINÂMICA LABORAL

Leia mais

Versão: 1ª. Palavras-chave: Veículos Oficiais; Transportes; transporte institucional, serviços comuns

Versão: 1ª. Palavras-chave: Veículos Oficiais; Transportes; transporte institucional, serviços comuns 1. OBJETIVO 1. Este Regulamento Interno-RI objetiva definir os procedimentos e responsabilidades a serem observados na utilização de veículos oficiais em serviços de interesse da EPL. 2. APLICAÇÃO 1. Este

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA Rapel de 40 metros nível de dificuldade baixo Perigo se ficarem muitas pessoas no local com risco de queda pequenas escoriações e quedas de pequenas pedras. Depende da época do ano há o perigo dos marimbondos

Leia mais

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; TRABALHO EM ALTURA 36.1 Objetivo e Campo de Aplicação 36.1 Objetivo e Definição 36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES 20/01/29 Página 1 de 13 - PROGRAMA DE EMERGÊNCIAS MÉDICAS E PRIMEIROS DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBS. 20/01/29 Emissão Inicial ELABORAÇÃO: (ÁREA) FUNÇÃO / INICIAIS: R SO / VC APROVAÇÃO:

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Título: Tipo do Documento: SubTipo: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Plano de Controle a Emergências

Leia mais

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos;

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos; Os 32 itens da NR-32 a serem trabalhados nesta primeira etapa do projeto 32 para implantação nos estabelecimentos de saúde até 2009 foram selecionados e estudados pela diretoria do Sinsaúde por serem os

Leia mais

Transferencia de paciente em AMBULÂNCIA UTI MÓVEL/BÁSICA

Transferencia de paciente em AMBULÂNCIA UTI MÓVEL/BÁSICA 1 de 7 RESULTADO ESPERADO: Garantir a segurança do paciente para a instituição de destino. 558 PROCES RELACIONADOS: Hotelaria -Transportes DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: AÇÃO RESPONSÁVEL REGISTROS DESCRIÇÃO

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS 1. Objetivo: Este manual contém informações acerca dos procedimentos que deverão ser tomados na ocorrência de qualquer fato que acarrete na utilização de algum

Leia mais

AÇÕES A SEREM SEGUIDAS APÓS A ATIVAÇÃO DO PEL

AÇÕES A SEREM SEGUIDAS APÓS A ATIVAÇÃO DO PEL Usina Termelétrica Gov. LEONEL BRIZOLA/TERMORIO Informe de recursos internos LIMITES DA ÁREA INDUSTRIAL COMPOSIÇÃO DA UTE GLB Planta Outras instalações Rota de fuga ATIVAÇÃO DO PEL Qualquer empregado ou

Leia mais

ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO

ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO ANEXO I NÍVEIS MÍNIMOS DE SERVIÇO EXIGIDOS (NMSE) PARA CONTRATO DE APOIO 1. Introdução 1.1. Descrição do serviço Este documento disciplina a cessão de uso permanente da solução de software para Gestão

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia PÁG. 1/12 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemática para gestão de anomalias na BAHIAGÁS, determinando os critérios para seu registro, comunicação, investigação e a metodologia para definição e implantação

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS Utilização de meios de transporte

NORMA DE PROCEDIMENTOS Utilização de meios de transporte pág.: 1/6 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos a serem adotados para a utilização dos meios de transporte na COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta norma, poderá ser necessário consultar:

Leia mais

PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais

PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais 1. Objetivo Estabelecer critérios mínimos para os serviços de emergência médica préhospitalar no atendimento ao público presente em eventos especiais. 2.

Leia mais

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO

BRIGADA DE INCÊNDIO ORGANIZAÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO BRIGADA DE INCÊNDIO Brigada de Incêndio: É um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuarem dentro de uma área previamente estabelecida na prevenção, abandono e combate

Leia mais

Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas

Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas Manual de Procedimentos de Segurança e Medicina do Trabalho para Empresas Contratadas Responsável: Diretoria de Administração (DA) Superintendência de Recursos Humanos (DARH) Gerência de Dinâmica Laboral

Leia mais

PAE PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA. Empresa: OCIDENTAL COMERCIO DE FRIOS LTDA - FILIAL. Equipe Técnica Executora:

PAE PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA. Empresa: OCIDENTAL COMERCIO DE FRIOS LTDA - FILIAL. Equipe Técnica Executora: PAE PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA Vigência: OUTUBRO/ 2015 à OUTUBRO/2016 Empresa: OCIDENTAL COMERCIO DE FRIOS LTDA - FILIAL Equipe Técnica Executora: REGINALDO BESERRA ALVES Eng de Segurança no Trabalho

Leia mais

Guia de Mobilização - Vale

Guia de Mobilização - Vale Guia de Mobilização - Vale 2ª Edição Nov/2015 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. MACRO FLUXO DO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO... 3 3.1. CERTIFICAÇÃO... 3 3.2. CONTRATAÇÃO... 4 3.3. MOBILIZAÇÃO...

Leia mais

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR 1 Projeto Básico da Contratação de Serviços: 1.1 O presente Projeto Básico consiste na contratação de empresa para prestação de serviços de resgate de urgência e emergência para

Leia mais

1.PLANO AUTO STANDARD

1.PLANO AUTO STANDARD 1.PLANO AUTO STANDARD 1.1.Definições ACIDENTE/SINISTRO Colisão, abalroamento ou capotagem envolvendo direta ou indiretamente o veículo e que impeça o mesmo de se locomover por seus próprios meios. COBERTURA

Leia mais

2 Minutos para MINHA Segurança. QHSE Brasil

2 Minutos para MINHA Segurança. QHSE Brasil 2 Minutos para MINHA Segurança QHSE Brasil OBJETIVO Todos colaboradores do Bureau Veritas Brasil, incluindo todas as divisões e Unidades de Negócio e sub-contratados, devem se comportar com segurança enquanto

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO ANEXO XI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 11 PLANOS DE INTERVENÇÃO DE INCÊNDIO 1. OBJETIVOS Esta Norma Técnica estabelece princípios gerais para: a) o levantamento de riscos

Leia mais

DIVISÃO DE LICENCIAMENTO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO PETRÓLEO E PETROQUÍMICOS DPP

DIVISÃO DE LICENCIAMENTO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO PETRÓLEO E PETROQUÍMICOS DPP DIVISÃO DE LICENCIAMENTO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO PETRÓLEO E PETROQUÍMICOS DPP MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ON LINE PARA RENOVAÇÃO DE LICENÇAS DE OPERAÇÃO PARA COMÉRCIO VAREJISTA DE COMBUSTÍVEIS

Leia mais

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Fase: Diagnóstico Eloisa Barroso de Mattos Nutricionista Raquel Leão Firmino Reis

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PÁG. 1/11 1. OBJETIVO Identificar os riscos envolvidos em cada passo da tarefa, estabelecer salvaguardas que garantam a eliminação ou controle dos riscos identificados. Essa ferramenta deve ser utilizada

Leia mais

BRIGADAS DE EMERGÊNCIA

BRIGADAS DE EMERGÊNCIA NICOBELO&ART FINAL Nicobelo@hotmail.com BRIGADAS DE EMERGÊNCIA GRUPO INCÊNDIO DE SOROCABA 1 OBJETIVO É estabelecer Programa de Prevenção e levar a cabo medidas que se implementem para evitar ou mitigar

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS

GESMS. Gerência de Engenharia, Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Prevencionista da SMS EM OBRAS Análise Prevencionista da Tarefa - APT SMS EM OBRAS INTRODUÇÃO Nos slides a seguir, estamos divulgando a APT que é uma ferramenta que complementa a AST, analisando o passo a passo e pontos de atenção das

Leia mais

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204

NORMA DE CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NOR 204 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO CÓD. 200 ASSUNTO: ESTABELECE CRITÉRIOS DE PROCEDIMENTOS PARA O CONTROLE DE CIRCULAÇÃO INTERNA NAS DEPENDÊNCIAS DA EMPRESA CÓD: APROVAÇÃO: Resolução nº 0098/94, de 15/12/1994 NORMA

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU Nota Técnica nº 10 LIBERAÇÃO E SOLICITAÇÃO DE AMBULÂNCIA DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM MEDICINA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA -

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM MEDICINA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA - TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM MEDICINA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL DA COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA - CODEBA 1. OBJETO Prestação de serviços em medicina

Leia mais

Plano de Emergência. Este Plano de Emergência tem previsão de treinamento e revisão a cada 06 (seis) meses.

Plano de Emergência. Este Plano de Emergência tem previsão de treinamento e revisão a cada 06 (seis) meses. Plano de Emergência Assumimos para fins deste plano, que todas as embarcações que operam turismo no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos possuem a bordo pelo menos uma pessoa treinada e apta a ministrar

Leia mais

1. OBJETIVO DO SERVIÇO O Pet Assistência tem por objetivo proporocionar o atendimento a um conjunto de assistência a seus animais domésticos.

1. OBJETIVO DO SERVIÇO O Pet Assistência tem por objetivo proporocionar o atendimento a um conjunto de assistência a seus animais domésticos. 1. OBJETIVO DO SERVIÇO O Pet Assistência tem por objetivo proporocionar o atendimento a um conjunto de assistência a seus animais domésticos. A quantidade de animais de estimação não será limitada, podendo

Leia mais

1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde. 1 Projeto Dengue. 1 Consultório na Rua. 1 Central de Ambulâncias

1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde. 1 Projeto Dengue. 1 Consultório na Rua. 1 Central de Ambulâncias Equipamentos de Saúde Gerenciados pelo CEJAM em Embu das Artes 11 Unidades Básicas de Saúde com 25 equipes de Estratégia Saúde da Família 1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde 1 Projeto Dengue

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Roteiro para montagem de um Plano Preventivo de Defesa Civil Apresentamos o presente roteiro com conteúdo mínimo de um Plano Preventivo de Defesa Civil ou Plano de

Leia mais

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS FASCÍCULO DO BENEFICIÁRIO VERSÃO 2013 Instituto Curitiba de Saúde ICS - Plano Padrão ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. CONSULTA/ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EM PRONTO ATENDIMENTO

Leia mais

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados.

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados. A MBS SERVIÇOS possui o conhecimento necessário e indispensável para oferecer qualidade e agilidade nas realizações dos serviços prestados. Possuímos sede própria com toda infraestrutura necessária para

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013 NATAL/RN NOV/2013 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RSS Documento que aponta e descreve ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos nos estabelecimentos assistenciais de saúde Considerando as Características

Leia mais

Atendimento de urgência (Pronto Atendimento)

Atendimento de urgência (Pronto Atendimento) 1 de 6 RESULTADO ESPERADO: 642 PROCESSOS RELACIONADOS: Apoio ao Cliente DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: AÇÃO RESPONSÁVEL REGISTROS DESCRIÇÃO DA AÇÃO 1. Atender o cliente Técnico de Enfermagem e Recepcionista

Leia mais

MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA.

MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. CLAUSULA PRIMEIRA: OBJETIVO. 1.1. Estabelecer diretrizes de

Leia mais

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS O objeto da assistência serviços executivos é facilitar a vida do Segurado, em caso de mal súbito, doença ou acidente, com serviços domésticos provisórios, ambulância, Motorista

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do

Leia mais

Falta de Energia Elétrica Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 001 Falta de Energia Elétrica

Falta de Energia Elétrica Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 001 Falta de Energia Elétrica PGI 00 Falta de Energia Elétrica Falta de Energia Elétrica Ambiente SEFAZ (Ed. Vale do Rio Doce) PGI 00 Falta de Energia Elétrica As informações existentes neste documento e em seus anexos são para uso

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/17 1 - DOS OBJETIVOS a) Regulamentar procedimentos de controle da frota de veículos leves e pesados da Prefeitura, visando otimizar o uso dos mesmos e reduzir custos de manutenção. 2- DOS ASPECTOS CONCEITUAIS

Leia mais

O sistema de gerenciamento de risco é composto pelas etapas de identificação e avaliação de controle dos riscos, descritas a seguir.

O sistema de gerenciamento de risco é composto pelas etapas de identificação e avaliação de controle dos riscos, descritas a seguir. 2.6.16 - Este programa contém as principais ações que têm sido tomadas para prevenir os danos à saúde e integridade física dos trabalhadores e da população da região, os prejuízos materiais e possíveis

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen 1 SUMÁRIO Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O CURSO... 3 3. PERFIL DO TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL... 3 4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 3 5. CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO... 5 6. MATRÍCULA...

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CONCURSO PÚBLICO PARA SAMU CENTRO-SUL Edital nº 11/2010, de 22/07/2010 ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO: CONDUTOR-SOCORRISTA Atuar na Central Radioperador e controlador de frota e nas Unidades Móveis

Leia mais

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando

Comando do Corpo de Bombeiros. Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio. Maj. QOBM Fernando Comando do Corpo de Bombeiros Mód 5 Plano de Emergência Contra Incêndio e Brigada de Incêndio Maj. QOBM Fernando Plano de Emergência Requisitos para Elaboração e Aspectos a serem Observados; Implementação

Leia mais

Telefonia Celular Coorporativo, fixo e Mini Modem. Sumário. 1. Objetivo 02. 2. A quem se destina 02. 3. Diretrizes 02

Telefonia Celular Coorporativo, fixo e Mini Modem. Sumário. 1. Objetivo 02. 2. A quem se destina 02. 3. Diretrizes 02 Sumário 1. Objetivo 02 2. A quem se destina 02 3. Diretrizes 02 4. Uso do celular corporativo 03 5. Mini Modem 04 6. Ligações Particulares 05 7. Responsabilidades e autoridades 8. Anexos Página 1 de 5

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Manual de Reembolso. Para ter acesso a este benefício, fique atento às dicas a seguir. 2ª edição

Manual de Reembolso. Para ter acesso a este benefício, fique atento às dicas a seguir. 2ª edição Manual de Reembolso 2ª edição Você sabia que quando não utiliza os serviços da rede credenciada do Agros, seja por estar fora da área de cobertura do plano de saúde ou por opção, pode solicitar o reembolso

Leia mais

MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR

MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR 1. OBJETIVO Este manual contém informações acerca dos procedimentos que deverão ser tomados na ocorrência de qualquer fato que acarrete na utilização

Leia mais

Dúvidas Freqüentes: Autorizador Web

Dúvidas Freqüentes: Autorizador Web Dúvidas Freqüentes: Autorizador Web 1. Como faço pedido de intercâmbio pelo autorizador? Acessando a página inicial do autorizador encontrará na barra de tarefas lateral a opção INTERCÂMBIO. Para intercâmbio,

Leia mais

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos EXPEDIENTE CONSULTA N.º 209.644/11 PARECER CREMEB Nº 21/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 21/05/2013) ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério

Leia mais

Guia Prático de Utilização do Plano

Guia Prático de Utilização do Plano Guia Prático de Utilização do Plano Aqui você tem o que há de melhor para a sua saúde. O QUE É A UNIMED APRESENTAÇÃO Sua finalidade é prestar assistência médica e hospitalar de alto padrão, dentro do sistema

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Pg.: 1 de Elaboração Verificação Aprovação Janaina Bacci Data: Data: Data: Título da Atividade: Procedimentos para descarte de Resíduos Quimioterápicos Executante: Colaboradores envolvidos na manipulação

Leia mais

Procedimentos a serem seguidos para a realização de obras ou grandes reformas na USP 2/12/2012

Procedimentos a serem seguidos para a realização de obras ou grandes reformas na USP 2/12/2012 Procedimentos a serem seguidos para a realização de obras ou grandes reformas na USP 2/12/2012 Rua da Praça do Relógio, nº 9, Bloco K Cidade Universitária São Paulo SP 1 O presente documento pretender

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DA CENTRAL DE LABORATÓRIOS EM CIÊNCIA E TECNOLÓGIA AMBIENTAL

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DA CENTRAL DE LABORATÓRIOS EM CIÊNCIA E TECNOLÓGIA AMBIENTAL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DA CENTRAL DE LABORATÓRIOS EM CIÊNCIA E TECNOLÓGIA AMBIENTAL BAURU APRESENTAÇÃO O complexo de laboratórios em Ciência e Tecnologia e Ambiental (CTA)

Leia mais

COMUNICADO. Processo de Compras nº 0091/15. Pregão Presencial nº 011/15. Objeto: Prestação de Serviços de PCMSO

COMUNICADO. Processo de Compras nº 0091/15. Pregão Presencial nº 011/15. Objeto: Prestação de Serviços de PCMSO COMUNICADO Processo de Compras nº 0091/15 Pregão Presencial nº 011/15 Objeto: Prestação de Serviços de PCMSO Tendo em vista a publicação do edital supramencionado, e conhecimento aos interessados, incluam-se

Leia mais

MANUAL DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL PARA TERCEIROS

MANUAL DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL PARA TERCEIROS MANUAL DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL PARA TERCEIROS ANTES DO INÍCIO DOS TRABALHOS Fornecer cópia deste manual a sua equipe de liderança, e exigir o seu cumprimento de acordo com o Artigo 157 Item I

Leia mais

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS

DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS DEZ/87 SISTEMA DE LIGAÇÕES URBANAS NORMA SISTEMA DE LIGAÇÕES INTERURBANAS 01. OBJETIVO........................................................... 02 02. CARACTERÍSTICAS..................................................

Leia mais

Definição - Plano de Emergência

Definição - Plano de Emergência 1 Definição - Plano de Emergência É um conjunto de procedimentos que visa minimizar as consequências de um evento indesejado. 2 1 O que temos no Brasil -Leis Federais Decreto nº 2.648, de 1º de julho de

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PRODUTO ASSISTÊNCIA A ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - PET

DESCRIÇÃO DO PRODUTO ASSISTÊNCIA A ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - PET DESCRIÇÃO DO PRODUTO ASSISTÊNCIA A ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - PET DEFINIÇÕES Usuário: é a pessoa física titular de plano de Assistência a Animais de Estimação - Pet, contratado junto à Contratante. Animal

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

Controle e uso de EPI s e Uniformes NIK 026

Controle e uso de EPI s e Uniformes NIK 026 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ESCOPO... 2 3. DEFINIÇÕES... 2 3.1. EPI S... 2 3.2 UNIFORMES... 2 3.3 FICHA DE CONTROLE DE EPI S E UNIFORMES... 2 3.4 GESTORES... 2 3.5 ASSOCIADOS... 2 4. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

ASSUNTO: Autorização de obras, benfeitorias, acessos, mudanças, uso de elevadores e áreas comuns

ASSUNTO: Autorização de obras, benfeitorias, acessos, mudanças, uso de elevadores e áreas comuns CIRCULAR 001/2014 DATA: 02 de Agosto de 2014 ASSUNTO: Autorização de obras, benfeitorias, acessos, mudanças, uso de elevadores e áreas comuns Senhores Condôminos, Como Síndica do Condomínio Le Jardin,

Leia mais

CONSIDERANDO, ainda, a necessidade e conveniência de consolidar todas as regras relativas aos veículos oficiais; CAPÍTULO I. Das Disposições Gerais

CONSIDERANDO, ainda, a necessidade e conveniência de consolidar todas as regras relativas aos veículos oficiais; CAPÍTULO I. Das Disposições Gerais Instrução Normativa DPG nº 02 de 23 de outubro de 2014 Dispõe sobre a gestão operacional e patrimonial da frota de veículos oficiais da Defensoria Pública do Estado do Paraná e dá outras providências.

Leia mais

PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO

PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SEVIDORES ESTADUAIS PLANSERV PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO CONTATO: 3116-4789/ 3116-4741 AGOSTO/2007

Leia mais

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS)

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS) 1/20 DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE Emitido pelo Coordenador de EHS Luis Fernando Rocha Aguiar Aprovado pela Gerência da Usina de Itaúna Valério Toledo de Oliveira 2/20 Índice: 1 Objetivo e campo de aplicação

Leia mais

Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados do Rio Grande do Sul

Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados do Rio Grande do Sul Eventos de Massa Coordenação de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados do Rio Grande do Sul Karem Gomes Modernell Porto Alegre, 14/04/2014 Eventos de Massa OBJETIVO GERAL Intensificar a

Leia mais

Procedimento de Segurança e Medicina do Trabalho na execução de obras e serviços por empresas contratadas

Procedimento de Segurança e Medicina do Trabalho na execução de obras e serviços por empresas contratadas 1. Objetivo Este Procedimento tem como objetivo fixar os requisitos de segurança e medicina do trabalho para as atividades de empresas contratadas, que venham a executar obras e/ou serviços nas dependências

Leia mais

INSTRUÇÕES SOBRE AS ALTERAÇÕES DECORRENTES DA IMPLANTAÇÃO DA MARCA JACOBS GUIMAR

INSTRUÇÕES SOBRE AS ALTERAÇÕES DECORRENTES DA IMPLANTAÇÃO DA MARCA JACOBS GUIMAR INSTRUÇÕES SOBRE AS ALTERAÇÕES DECORRENTES DA IMPLANTAÇÃO DA MARCA JACOBS GUIMAR Estamos empenhados em migrar, de um modo ordenado, a nossa marca e logomarca atuais para: Marca: Jacobs Guimar Logomarca:

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011 1. Do fato Solicitado parecer sobre atuação do profissional Enfermeiro no treinamento ministrado aos componentes de brigadas de incêndio, atendendo a Instrução Técnica

Leia mais

Impresso em 27/08/2015 12:17:14 (Sem título)

Impresso em 27/08/2015 12:17:14 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Leonardo Camargo/BRA/VERITAS em 07/08/2013 Verificado por Sidney Santos em 09/12/2013 Aprovado por Sergio Suzuki/BRA/VERITAS em 09/12/2013 ÁREA LNS Tipo Instrução Administrativa

Leia mais

Comunicação investigação e análise de quase acidentes e acidentes do trabalho

Comunicação investigação e análise de quase acidentes e acidentes do trabalho 1. OBJETIVO Padronizar e estabelecer requisitos mínimos para a comunicação, investigação e análise de quase acidentes e acidentes do trabalho. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO Nas dependências e em atividades externas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES Dispõe sobre o Regimento Interno do Laboratório de Cultivo e Biotecnologia de Algas LCBA, do Centro de Educação Superior da Região Sul - CERES. O Presidente do Conselho

Leia mais

Curso de Formação Profissional em Primeiros Socorros. Curso de Formação Profissional em Primeiros Socorros

Curso de Formação Profissional em Primeiros Socorros. Curso de Formação Profissional em Primeiros Socorros Curso de Formação Profissional em Primeiros Socorros Formador Credenciado Eng. Paulo Resende Dezembro de 2013 Email: segur.prociv@campusdolumiar.pt Tlm: 910 450 861 Se não atender deixar SMS Atenção: Extintores

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇÃO DIVISÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ANEXO XII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇÃO DIVISÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ANEXO XII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANEXO XII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SERVIÇO DE ENGENHARIA PARA EXECUÇÃO DE EXTENSÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO PARA ATENDER A ILUMINAÇÃO PÚBLICA EM DIVERSOS LOGRADOUROS DE PORTO ALEGRE 1. GENERALIDADES O

Leia mais

MINAS GERAIS 12/04/2008. Diário do Judiciário. Portaria 2.176/2008

MINAS GERAIS 12/04/2008. Diário do Judiciário. Portaria 2.176/2008 MINAS GERAIS 12/04/2008 Diário do Judiciário Chefe de Gabinete: Dalmar Morais Duarte 11/04/2008 PRESIDÊNCIA Portaria 2.176/2008 Institucionaliza o Programa Conhecendo o Judiciário do Tribunal de Justiça.

Leia mais