Apresentação do Relatório

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação do Relatório"

Transcrição

1 RededeMel hor i adages t ão -Pl anoes t r at égi c o Dobr a ARededeMel hor i adages t ãopar ao Des env ol v i ment odacadei anac i onalde F or nec edor esdebenses er v i ç osdapet r obr as Pl anoes t r at égi c o Conc epç ão,pr ogr amasdet r abal hoegov er nanç a 30denov embr ode2010 Ver s ãoi ni c i al Dobr a

2 Apresentação do Relatório Este documento procura apresentar uma visão de conjunto da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras, sendo integrado por: Contextualização, onde se faz algumas considerações sobre o momento atual da Petrobras e seus desdobramentos em relação à cadeia; Resumo Executivo, que apresenta, de modo sintético, a visão de futuro da rede, os requisitos, valores e princípios orientadores da sua ação, os resultados que se pretende alcançar, as entidades participantes, a governança em três níveis e os programas de trabalho com respectivas alocações iniciais de recursos e os próximos passos; Capítulo 1 que detalha a Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede; Capítulo 2 constituído pelas Políticas ou Requisitos de Gestão da Rede e seus Objetivos Estratégicos de Longo Prazo (2020) e de Curto prazo (2011); Capítulo 3 que explicita a governança e modelo de funcionamento da rede, através de suas três instâncias: consultiva, deliberativa e executiva; Capítulo 4 que traz a caracterização e detalhamento dos programas de trabalho; Capítulo 5 que, a título de conclusão, apresenta recomendações de encaminhamento para a implantação e pleno desenvolvimento da Rede; Anexo I integrado por um breve histórico da formação e desenvolvimento da Rede; Anexo II, com a listagem de entidades que integram a Rede; e Anexo III, com a relação de participantes dos principais eventos da Rede. Rio, novembro de 2010 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras Fundação Nacional da Qualidade FNQ Movimento Brasil Competitivo MBC p á g i n a 1

3 Agradecimentos O gigantesco desafio do pré-sal e a orientação do presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo nos levaram a iniciar um processo para a melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Decidimos pela criação de uma rede orientada para resultados e valores voltada para a melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, por ser este um espaço importante a ser completado, conforme diagnosticado em recentes análises e entrevistas (realizadas em novembro de 2009 e consolidadas no 1º Caderno de Trabalho). Com o envolvimento de um grande conjunto de entidades públicas, empresariais e do terceiro setor, tomamos como premissas que, em um primeiro momento, só seriam convidadas entidades com abrangência nacional e que, também, nos manteríamos independentes de outras redes já consolidadas no trato desta cadeia produtiva, evitando que seus conhecimentos dominassem o ambiente da discussão, uma vez que nosso foco era gestão. Em nossa 1ª Oficina de Trabalho, em dezembro de 2009, esclarecemos que teríamos duas etapas para a implantação da rede, a primeira para planejar e construir a Rede e a segunda para operacionalizá-la e integrá-la às demais iniciativas existentes. Podemos nos orgulhar por termos aprendido a trabalhar em rede não hierárquica, por termos negociado um modelo de governança, pelo alinhamento a estratégias governamentais para o desenvolvimento, como a PDP e o PROMINP, por incentivarmos o diálogo entre as entidades, criando agendas comuns, pela representatividade empresarial e sindical, pelo debate aberto e obtenção de consenso em nossas oficinas e GTs e, principalmente, pela integração promovida entre as entidades. Agradecemos a todos os representantes das entidades que colaboraram voluntariamente neste processo coletivo de planejamento, para chegarmos a este 5º Caderno, instrumento de trabalho que utilizaremos para negociar os recursos necessários para a consolidação da Rede. Sem dúvida, uma grande contribuição para o desenvolvimento nacional. Agradecimentos especiais aos outros coordenadores da Rede de Melhoria de Gestão, MPOG, FNQ e MBC, aos consultores da MACROPLAN, PUBLIX, AMANA-KEY e COPPE-UFRJ. Nossos agradecimentos à equipe da Petrobras que contribuiu no desenvolvimento do processo: Andressa da Silva Pereira, Luiz Fernando Vieira, Marina Benedita Pinto de Souza e Pedro Penido Duarte Guimarães. As estratégias da Rede fortalecem a cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços e poderão potencializar programas existentes. A partir deste momento, buscaremos a multiplicação regional do trabalho e o envolvimento de novas entidades. As diversas sugestões de políticas públicas no corpo deste trabalho serão encaminhadas ao Governo como contribuição. O MDIC, a ABDI e o CDES tiveram papel importante, junto com o MPOG, na articulação com o Governo. p á g i n a 2

4 Cumprimos assim nossa etapa de planejamento, iniciando agora o processo de negociação para criação da Secretaria Executiva, do Comitê de Governança, a obtenção de recursos e a estruturação dos programas, projetos e ações. Convidamos todos vocês para participar da nova etapa deste processo. Sydney Granja Affonso Assessor do Presidente da Petrobras Coordenador Geral da Rede de Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Bens e Serviços da Petrobras Presidente do Conselho das Partes Interessadas (ConPI) do MBC Membro do Conselho Curador da FNQ Representante Titular no Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização Gespública MPOG p á g i n a 3

5 Sumário Apresentação do Relatório... 1 Agradecimentos... 2 Contextualização... 5 Resumo Executivo Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede Políticas ou Requisitos de Gestão e Objetivos Estratégicos Governança e Modelo de Funcionamento da Rede Detalhamento dos Programas Recomendações Anexo I. Histórico do Desenvolvimento da Rede Anexo II. Entidades Participantes da Rede Anexo III. Participantes dos Eventos da Rede p á g i n a 4

6 Contextualização As descobertas de grandes acumulações de petróleo e gás no pré-sal brasileiro permitem formular um novo modelo de desenvolvimento no Brasil, de modo soberano e autóctone. A Petrobras, que terá papel preponderante no desenvolvimento do setor de energia, planeja realizar vultosos investimentos visando cumprir o seu papel histórico de indutor do desenvolvimento nacional. O Brasil está numa situação privilegiada, com uma matriz energética e base industrial diversificadas, grande mercado consumidor, estabilidade institucional e jurídica e alta tecnologia em petróleo, e com potencial para incorporar ou ampliar a participação de outras fontes renováveis. Como o petróleo ainda continuará tendo excepcional importância no cenário energético mundial até 2030, conforme diversos estudos internacionais e nacionais, a descoberta do Pré-sal e a ampliação da capacidade produtiva e de investimentos da Petrobras abre grandes oportunidades para o desenvolvimento sustentável brasileiro. O Brasil tem condições objetivas para desenvolver uma indústria de suprimento de bens e serviços de escala e classe mundial. As oportunidades são múltiplas e os desafios diversos, especialmente de ganhos de escala e de novos negócios que se abrem para empresas. A estratégia corporativa da Petrobras, baseada nos três pilares de crescimento integrado, rentabilidade e responsabilidade socioambiental, estabelece que sua atuação seja segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nos mercados nacional e internacional, fornecendo produtos e serviços adequados às necessidades dos clientes e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e dos países onde atua. O plano de investimentos atual da companhia, para o período , é ambicioso, com investimentos previstos de US$ 224 bilhões, sendo 95% destes a serem realizados no país. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Na área de Exploração e Produção (E&P) os investimentos têm como objetivo aumentar a produção de petróleo e gás natural, aproveitando o sucesso exploratório alcançado no pós e pré-sal e inclui também o aumento das atividades exploratórias. No entanto, a expansão da Petrobras não está restrita ao segmento de exploração e produção de óleo e gás, mas se reflete em todos os segmentos: em refino, transporte e comercialização de petróleo e derivados, em gás e energia, em distribuição, petroquímica e biocombustíveis. No Refino, Transporte, Comercialização (RTC) e Petroquímica os investimentos serão realizados para aumentar a produção de derivados para atender à crescente demanda do mercado doméstico com a construção de refinarias, agregando valor ao óleo produzido, aumentando as margens da companhia, permitindo também a exportação de derivados e petroquímicos. Também serão realizados investimentos para melhorar a qualidade dos derivados (gasolina e diesel), atendendo aos padrões internacionais e ambientais mais rigorosos. O Plano de Negócios Petrobras contempla a ampliação da malha de gasodutos, da capacidade de geração de energia elétrica e terminais de GNL. Na área de fertilizantes os investimentos serão direcionados para aumentar a escala de produção, garantindo demanda p á g i n a 5

7 adicional para o gás natural, visando à ampliação dos ganhos da companhia com a produção de gás, aproveitando o grande potencial agrícola brasileiro com demandas crescentes por fertilizantes. O plano também prevê investimentos em novas plantas de etanol e biodiesel e infraestrutura para escoamento da produção de etanol. Esta é também uma oportunidade extraordinária para reposicionar alguns setores na nossa indústria de bens e serviços, especialmente a de bens de capital. Uma expansão doméstica da indústria de óleo e gás na dimensão que vem sendo anunciada dará escala para o Brasil se tornar um player industrial global neste segmento. A estratégia e os esforços de ampliação do conteúdo nacional da oferta de bens e serviços representam um desafio ainda maior na implantação dos diversos empreendimentos que integram a carteira da Petrobras. A Política de Desenvolvimento Produtivo PDP, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC, e apoiada por uma Secretaria-Executiva, formada pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), BNDES e Ministério da Fazenda, pressupõe que o momento atual da economia brasileira demanda apoio amplo e firme à formação de capital e à inovação para dar sustentabilidade ao crescimento de longo prazo da nação. Em uma perspectiva de continuidade com evolução, é necessário conferir maior potência à política industrial, por meio da ampliação da sua abrangência, do aprofundamento das ações já iniciadas e da consolidação da capacidade de desenhar, implementar e avaliar políticas públicas. São essenciais alguns elementos da PDP, relativos ao setor de petróleo, gás natural e petroquímica e aos setores mais próximos da economia: adensamento da cadeia produtiva com medidas de substituição competitiva de importações, expansão de fóruns regionais e estruturação de fundos de investimento para fornecedores; apoio à inovação, com medidas de depreciação acelerada, financiamentos e fundos de empresas emergentes; investimentos em modernização tecnológica do complexo industrial de defesa através de financiamentos, fortalecimento industrial e formação de recursos humanos; apoio à modernização e expansão da indústria naval e renovação da frota de apoio; inserção de micro e pequenas indústrias através de medidas que promovam atividades produtivas no entorno de projetos industriais e que promovam a convergência da PDP com planos regionais de desenvolvimento. A demanda existente hoje no setor de petróleo e gás no país é função principalmente dos investimentos que a Petrobras está planejando, e que definem um conjunto de tarefas. Hoje tem-se uma visão detalhada desses projetos a um nível extremamente pormenorizada, e disponível para as empresas. Contempla não apenas os grandes sistemas necessários à implantação dos projetos da Petrobras, mas também os subsistemas, enumerando os equipamentos e componentes necessários para estes subsistemas. É possível visualizar em base trimestral as principais demandas de aço, parafusos, válvulas, de diversos tipos de máquinas, compressores, equipamentos, através do portal coordenado pelo Prominp Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural. Esta demanda , prevista trimestralmente, abre possibilidades tanto para as empresas que são fornecedoras diretas quanto para aquelas que são fornecedoras indiretas, ou seja, fornecedoras de fornecedoras, ou ainda fornecedoras de fornecedoras de fornecedoras. A demanda, tanto de grandes equipamentos quanto de milhares de componentes menores, pode ser identificada do ponto de vista da cadeia nacional de fornecedores, em razão da exigência crescente de conteúdo nacional. p á g i n a 6

8 O Prominp tem estruturado um abrangente conjunto de iniciativas com foco no aumento da qualificação profissional, na geração de emprego e no fortalecimento e competitividade da indústria nacional. A preparação de pessoas e empresas para o atendimento aos altos padrões e requisitos exigidos pelo setor, com focos de qualificação profissional, empregabilidade e reforço escolar. O Prominp Tecnológico, que é o Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial do Prominp, visa elevar a competitividade dos fornecedores de bens e serviços do setor de petróleo e gás, através do desenvolvimento e da implantação de tecnologias produtivas de base e do fortalecimento da integração entre indústria e universidade, em toda a cadeia de fornecimento fazendo frente aos supridores internacionais para a indústria de petróleo e gás natural. Na aproximação da indústria com as instituições de ciência e tecnologia, são utilizados recursos não reembolsáveis na execução dos projetos, com contrapartida de caráter não-financeiro das empresas participantes (configurada através da alocação de profissionais nos projetos, disponibilização de infraestrutura para realização de testes, e outros). Desde a criação do Programa, a participação da indústria nacional nos investimentos do setor aumentou de 57% em 2003 para 75% em Três grandes iniciativas para fortalecer e preparar a cadeia de fornecedores estão em curso: inserção de micro e pequenas empresas na cadeia de petróleo e gás (convênio Petrobras-Sebrae); mecanismos alternativos de captação de recursos financeiros e portal de oportunidades da cadeia de suprimentos. No entanto, ainda existe um longo caminho pela frente, uma vez que existem lacunas relevantes na oferta competitiva pela indústria brasileira, em especial em itens de maior conteúdo tecnológico. Há uma série de insuficiências na cadeia, embora com uma evolução positiva decorrente das ações do Prominp, entre outras. A questão é que com o pré-sal, o desafio se ampliou. O desenvolvimento e fortalecimento da indústria brasileira para o atendimento do programa de investimentos da Petrobras será o nosso passaporte para disputar negócios no mercado internacional em pé de igualdade com os principais centros fornecedores no mundo. Temos os ingredientes para construir uma indústria petrolífera competitiva de classe mundial e que atenda a crescente demanda nacional. Neste sentido, é preciso modernizar o parque industrial e de serviços brasileiro e torná-lo mais eficiente para fazer frente à competição internacional. A Petrobras é a grande âncora, mas sem ter a exclusividade dos seus fornecedores. Acresce que o ambiente de negócios será cada vez mais pressionado pela competição internacional. Neste campo, destacam-se três movimentos: (1) a indústria petrolífera do Mar do Norte, Reino Unido e Noruega, principalmente, passam a ver o Brasil como uma grande oportunidade de manutenção da atividade e de empregos; (2) a China, que tem sido agressiva em diversos segmentos, também atua em várias frentes com relação ao petróleo; e (3) a estratégia de crescimento de uma empresa estrangeira no Brasil normalmente está atrelada à otimização do parque mundial da matriz. Nesta visão, uma atenção especial cabe à sustentabilidade. Nossa cadeia produtiva de óleo e gás deve se tornar cada vez mais baixo carbono e com um gerenciamento transparente das questões ambientais. Inclusão e justiça social assim como apropriação das riquezas nacionais pela população brasileira são requisitos essenciais nesta direção. Por outro lado, com as perspectivas de crescimento que estão postas, esta indústria vai ser um dos grandes eixos estruturadores do desenvolvimento do país nesse próximo período. Haverá também p á g i n a 7

9 um transbordamento saudável das melhorias implementadas nesta cadeia para outras adjacentes, como a da construção civil. A gestão pública também precisa se preparar melhor para auxiliar a alavancar as oportunidades de desenvolvimento brasileiro. Esse processo também vai certamente influenciar grande parte da política industrial brasileira. Para atendimento desta demanda, os empreendedores da cadeia assumem os riscos normais de uma atividade empresarial na organização da sua atividade produtiva. É preciso avançar em termos do desenvolvimento de instrumentos e mecanismos de minimização desses riscos e de redução da exposição ao conjunto desses riscos. A Petrobras, em conjunto com o BNDES e com o Governo Federal, vem criando vários mecanismos de assunção de parte de riscos importantes da cadeia, com seguros e com fundos especiais. É também necessário viabilizar acesso a financiamentos adequados, em prazos e em condições adequadas para a cadeia nacional de fornecedores. Sejam aqueles que são diretamente contratados pela Petrobras, sejam aqueles que são contratados pelos contratados da companhia. O Programa Progredir, lançado pela Petrobras em setembro de 2010, em conjunto com seis bancos, concede créditos baseados nos contratos firmados pelos fornecedores nos vários níveis. Por outro lado, existem alguns estrangulamentos estruturais na cadeia: a inovação tecnológica, a integração de políticas públicas, o encadeamento de pólos empresariais e APLs arranjos produtivos locais, as questões de logística e transporte, o desenvolvimento sustentável de territórios. O desenvolvimento tecnológico necessita que sejam identificados e equacionados os estrangulamentos tecnológicos de modo a permitir aumentar a produtividade das empresas brasileiras e ao mesmo tempo superar as dificuldades e atender às novas especificações e necessidades vindas da frente operacional. A inovação será fundamental para oferecer respostas aos desafios que irão se apresentar e, neste contexto, o desenvolvimento de centros ou redes de excelência torna-se essencial. A criação de empresas modernas e com escala de produção são imperativas neste momento do setor de petróleo e gás. Uma dimensão crítica e transversal, e tão importante quanto as outras, é a questão da gestão e da capacidade de gestão nas empresas e ao longo da cadeia de fornecedores. E é nessa dimensão que a Rede de Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras tem um papel fundamental. É a identificação e melhoria dos problemas e condições de gestão, e na possibilidade de utilizar as redes existentes no setor para identificar e superar as dificuldades e problemas de gestão, inclusive os relativos à gestão pública. Evidentemente, não há receitas prontas e nem soluções únicas para os problemas de gestão. As situações são sempre distintas, e a necessidade de trabalhar em rede é vital para absorver e compreender a diversidade de problemas existentes. O fato de se estar conseguindo articular a diversidade de entidades que já integram a Rede e unificar o diagnóstico central dos principais problemas, já foi um primeiro passo para a formulação de programas e projetos capazes de impactar favoravelmente o público alvo, que são as empresas. Estas necessitam de ajuda e apoio, para que, utilizando os recursos disponíveis e minimizando os riscos, possam criar atividades econômicas e atender às necessidades desse gigantesco programa associado ao pré-sal brasileiro. A velocidade de realização dos investimentos que a Petrobras pretende fazer nos próximos anos dependerá diretamente da capacidade da cadeia de fornecedores em absorver esta demanda. Estes p á g i n a 8

10 investimentos eram inferiores a US$ 5 bilhões nos anos 90, atingiram a cifra de US$ 35,1 bilhões em 2009, com perspectivas de superar US$ 45 bilhões em 2010, e serão ainda maiores nos próximos anos. A gestão desta cadeia de fornecedores, diretos e indiretos, se torna então um dos aspectos essenciais para o sucesso deste ambicioso plano de investimentos da companhia. Assim, visando o aumento da competitividade da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, o MP Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Petrobras Petróleo Brasileiro S.A., a FNQ Fundação Nacional da Qualidade, e o MBC Movimento Brasil Competitivo, em comum acordo, deram início a um processo abrangente de melhoria de gestão dessa cadeia, tanto do ponto de vista de seus elos, quanto de todo o conjunto de entidades que a influenciam de modo significativo. Participam do planejamento e estruturação desta rede entidades voltadas para a melhoria de gestão, organizações empresariais e de trabalhadores da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, ministérios e entidades do governo federal, conselhos das secretarias estaduais de planejamento e administração e de desenvolvimento econômico e entidades de fomento e financiamento do desenvolvimento brasileiro. Vários estudos e diagnósticos serviram de base e referência nas discussões durante o processo de construção das propostas. Entre eles, destacamos: Estudo de alternativas regulatórias, institucionais e financeiras para a exploração e produção de petróleo e gás natural e para o desenvolvimento industrial da cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil, Bain & Company, Tozzini e Freire, coordenação BNDES, 2009; Estudo da dimensão territorial para o Planejamento, realização do Ministério do Planejamento em parceria com CGEE, 2008; Projeto PiB - Perspectivas de Investimento no Brasil, coordenado pelos Institutos de Economia da UFRJ e UNICAMP, 2009; Poder de Compra da Petrobras: impactos econômicos nos seus fornecedores, organizador: IPEA versão preliminar, A ONIP lançou a Agenda de competitividade da cadeia produtiva de óleo e gás offshore no Brasil, em agosto de 2010, incorporando vários elementos discutidos no âmbito dos grupos de trabalho da rede de melhoria de gestão. Outros documentos que também foram usados encontram-se referenciados no anexo digital. Visualizamos a formação de uma rede de melhoria de gestão que alie competição com cooperação, integre iniciativas, promova o aumento de escala e a competitividade brasileira, promova o desenvolvimento sustentável, a responsabilidade social e ambiental, a distribuição de benefícios, a justiça social, a conservação ambiental, a ética, a transparência, o respeito à vida, o empreendedorismo, a inovação com resultados para a sociedade e que seja fator chave para o sucesso dos empreendimentos que serão construídos nos próximos anos. Portanto, é hora de avançar nessa experiência nova, que é a constituição de uma rede que não tenha apenas o objetivo de propiciar a troca de idéias entre seus elos, mas que, em última instância, se constitua um programa executivo, um programa de ação. Esta rede precisa chegar além das entidades que fazem parte da rede, que chegue ao público fim, às empresas, aos segmentos que vão se organizar, se estruturar. Tanto aos segmentos que já estão em condições de crescer e que precisam de estímulo além do seu crescimento normal, quanto àqueles que precisam se associar com outros para crescer, ou aqueles que precisam inovar para desenvolver novas atividades, ou aqueles outros que precisam ser auxiliados a adotar uma atitude de crescimento importante. Então, essa rede e o seu conjunto de programas têm um papel fundamental nessa dimensão para trazer ao debate temas nem sempre tratados, mas essenciais para a implementação de uma política industrial, p á g i n a 9

11 orientada pela demanda, com redução de riscos na atividade, propiciando uma intervenção nos processos de gestão das empresas que constituem essa cadeia. A Rede de Melhoria da Gestão para o Desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras vem sendo desenvolvida desde o final de 2009, através de uma mobilização crescente e um alinhamento das instituições relacionadas com a melhoria da gestão pública e privada às estratégias e investimentos da Petrobras 2010/20. Soma-se a outras iniciativas em curso no contexto nacional e fortalece o Brasil como fornecedor e exportador de bens e serviços. É oportuno ressaltar que este processo de construção coletiva esteve também alinhado com as políticas do governo federal através da articulação e participação de profissionais de diversos ministérios e entidades públicas, com destaque para o MPOG, CDES, ABDI, MDIC, PROMINP, BNDES, CGEE, MME, SAE e SEBRAE. Com a liderança da Petrobras, a rede será apropriada por todos os participantes, mobilizando ações e recursos multi-institucionais e contribuindo com resultados. Através de um amplo processo de debates e construção coletiva, com cerca de 80 entidades de âmbito nacional, várias reuniões de motivação, incontáveis reuniões de grupos de trabalho, produção de quatro cadernos de trabalho, relatórios estes que sintetizam e apoiaram as duas oficinas de trabalho, realizadas em dezembro de 2009 e em abril de 2010, foram desenvolvidos os elementos apresentados de modo sintético no presente documento. A expansão da rede acontecerá pela aproximação, incorporação e participação de governos e instituições estaduais, regionais e municipais, e principalmente de empresas fornecedoras que são, em última análise, o seu públicoalvo. Assim, este documento tem por finalidades: 1. apresentar uma visão de conjunto da Rede, seus programas, projetos e ações; e 2. iniciar a negociação de patrocínio da Rede junto aos principais parceiros e estimular adesões e engajamentos de instituições e entidades relacionadas. p á g i n a 10

12 Resumo Executivo A rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras visa: Contribuir de modo efetivo para a melhoria da gestão na cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, tornando-a mais competitiva em escala global, sustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, e dotada de elevada capacidade de inovação, mobilização e integração. Os requisitos abaixo serão observados no desenvolvimento e consolidação dessa rede: melhoria do ambiente de negócios e das condições de competitividade setorial, incluindo a melhoria da capacidade de gestão dos investimentos públicos, inclusive em infraestrutura e logística; gestão e fortalecimento da cadeia de fornecedores diretos e indiretos, incluindo todos os seus integrantes; capacidade de gestão das empresas para produzirem ou fornecerem bens e serviços de acordo com padrões de excelência e volumes demandados; educação e capacitação de pessoas, a partir dos níveis de base até os mais especializados; prioridade ao conteúdo nacional nas aquisições ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras; e gestão do desenvolvimento local e regional nas áreas de influência e de seus impactos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras. Juntamente com esses requisitos, um conjunto de valores e princípios orientam a ação de todos os envolvidos no contexto da rede. São eles: Valores: Transparência e credibilidade; comportamento ético; cooperação e compartilhamento de benefícios; comprometimento e engajamento; e respeito à diversidade sob todos os seus aspectos. Princípios: Consciência do propósito maior; cultura do servir; excelência em gestão; equilíbrio técnico-humano; qualidade das decisões; uso sadio do poder; competências humanas refinadas; consistência parte-todo; tempo e atenção de qualidade; excelência dos quadros; postura pró-soluções; conduta ética e auto-regulação; negociações ganhaganha; abundância e generosidade; autodeterminação; e auto-organização. A atuação da rede se destina à obtenção de importantes resultados, abaixo sintetizados: 1. Competitividade global da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e seus integrantes, com fornecedores e profissionais qualificados e certificados p á g i n a 11

13 segundo padrões internacionais; operação eficaz e auto-sustentável, e permanente desenvolvimento da gestão dessa cadeia; 2. Bom uso do poder de compra para o desenvolvimento e proteção do mercado local, estimulando a capacitação das empresas e a economicidade das aquisições; 3. Desenvolvimento sustentável nas áreas de influência dos grandes empreendimentos, consolidado através de políticas públicas integradas, melhoria da qualidade e da eficiência dos serviços públicos, ordenamento territorial, infraestrutura física, de serviços, tecnologia e conhecimento integrada e adequada ao atendimento da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e ampla participação da sociedade civil; 4. Ambiente de negócios do setor de petróleo e gás constituindo fator alavancador da competitividade sistêmica da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, de forma a alcançar isonomia contratual, técnica, fiscal, tributária e de crédito, dentre outras, e a governança tributária, financeira e contratual, com alto grau de inovação em todas as dimensões, e contando com a otimização do desempenho da logística ao longo da cadeia de fornecedores; e 5. Existência de atores locais das áreas de influência dos empreendimentos da Petrobras altamente capacitados e melhoria da qualidade da formação na estrutura formal de ensino. Diversas instituições de caráter nacional estão envolvidas no processo de estruturação da rede, dentre as quais: ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABENDI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, ABNT, ANDIFES, ANE, ANP, ANPROTEC, BB, BNDES, CAIXA, CDES/PR, CEBDS, CE-EPC, CGEE, CGTB, CIAGS, CIC, CNI, CONFEA, CONSAD, CONSEPLAN, COPPE/UFRJ, CUT, DIEESE, FBTS, FENAINFO, FINEP, FNQ, FÓRUM QPC, IEL, INMETRO, IOS, IPEA, MBC, MCidades, MDIC, MDS, MDEFESA, MFAZENDA, MTRANSPORTES, MI, MMA, MME, MP, ONIP, PACTO GLOBAL, PETROBRAS, PROMINP, SAE/PR, SBGC, SEBRAE, SENAI, SESI, SINAVAL, SRI/PR, SYNDARMA e UGT. A governança da rede prevê a instituição de três instâncias principais, a saber: consultiva, deliberativa e executiva. Na instância consultiva, um Comitê Consultivo formado por todos os integrantes da Rede deverá se constituir em instância permanente de consulta e de apoio decisório ao Comitê de Governança. Comitês Temáticos e Comitês Regionais serão formados com o objetivo de demarcar espaços de negociação, solução de conflitos e tratamento de temas transversais, e funcionarão como instâncias de facilitação do papel integrador do Comitê de Governança. Na instância deliberativa, será constituído um Comitê de Governança formado por membros fixos e por membros rotativos, mantendo representatividade mínima de segmentos estratégicos tais como associações e entidades representativas dos fornecedores, governos das diversas instâncias, academia/instituições de CT&I, ONGs, entidades de fomento, notáveis e outros. E na última instância, será estruturada uma Secretaria Executiva, com a função de dar suporte à implementação de programas, exercendo a macro-coordenação dos comitês temáticos e comitês regionais, provendo o suporte operacional para o funcionamento da rede (por meio dos processos de p á g i n a 12

14 animação, monitoramento e avaliação, apoio institucional, suporte de TI e gestão administrativa e financeira), e apoiando o Comitê de Governança. A rede será operacionalizada através de 12 programas, coordenados por diversas instituições parceiras, e com financiamento multi-institucional. O orçamento estimativo para o período prevê um montante de R$ 441,87 milhões para a execução dos 12 Programas, que envolverão, de início, cerca de 67 projetos estratégicos e 278 ações. A constituição da rede prevê captação de recursos junto a diversas instituições. O aporte de recursos da Petrobras terá efeito alavancador em relação à participação das entidades envolvidas, expandindo-se à medida em que a rede também vá se expandindo e consolidando. Os programas de trabalho e respectivas previsões de aporte financeiro multi-institucional são: Programa 1. Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais 2. Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Investimentos Recursos (R$ 10 3 ) Total , , , , , ,00 3. Modelo de Melhoria Contínua da Gestão Empresarial , , ,22 4. Modernização da Gestão Pública , , ,06 5. Inteligência em Logística e Transporte 7.924, , ,89 6. Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços , , ,00 7. Fortalecimento da Engenharia Brasileira , , ,35 8. Mecanismos Financeiros e Tributários e Apoio ao Conteúdo Nacional , , ,00 9. Mecanismos de Integração da Gestão da Cadeia , , , Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores na América Latina 4.948, , , Capacitação e Desenvolvimento de Competências , , , Secretaria Executiva da Rede , , ,00 Total , , ,61 Assim, o conjunto de ações a serem empreendidas para implementar a rede e toda a sua programação de trabalho inclui: a pronta implantação da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras e de sua governança, com a instituição da Secretaria Executiva e do Comitê de Governança; a formalização e estabelecimento de parcerias e termos de cooperação entre as diversas entidades da rede para a operacionalização dos 12 programas de trabalho previstos; p á g i n a 13

15 a priorização dos programas, negociação, definição e alocação de recursos para a execução de 2011; a formatação e implantação do sistema de gestão dos programas; e a expansão da rede pela aproximação, incorporação e participação de governos e instituições estaduais, regionais e municipais e, principalmente, de empresas fornecedoras que são, em última análise, o seu público-alvo. p á g i n a 14

16 1. Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede A visão de futuro, com o horizonte de 2020, que inspira a rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras é: Contribuir de modo efetivo para a melhoria da gestão na cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, tornando-a mais competitiva em escala global, sustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, e dotada de elevada capacidade de inovação, mobilização e integração. Essa rede, que se tangibiliza na forma de projetos, visa à atuação que consiga gerar os melhores resultados no curto, médio e longo prazos, de forma coerente com o propósito maior. Todos os envolvidos devem ter uma visão clara e detalhada do que se busca construir. Ao especificar os detalhes dessa visão futura, passa-se e enxergar com mais clareza em que contextos e situações a observância dos valores: Transparência e credibilidade; Comportamento ético; Cooperação e compartilhamento de benefícios; Comprometimento e engajamento; e Respeito à diversidade sob todos os seus aspectos, se aplica e deve ser demonstrada. A carta do futuro, que detalha a visão com o horizonte de 2020, e que inspira a rede de apoio à melhoria de gestão da cadeia é: A rede de apoio à gestão da cadeia nacional se compõe de fornecedores de bens e serviços para a Petrobras, fornecedores de insumos, recursos financeiros e conhecimento, fornecedores de fornecedores, órgãos de fomento, órgãos reguladores e poderes públicos, além da própria Petrobras. Estas entidades estão situadas nos planos local, regional, estadual, nacional, continental e global. Quaisquer investimentos feitos pela Petrobras e os demais integrantes da Rede são precedidos pelo questionamento de todas as implicações econômicas, ambientais, sociais, políticas e culturais. As soluções são identificadas e implementadas com excelência porque há perfeita integração entre todos os integrantes da rede. Os poderes públicos locais, regionais, estaduais e nacionais têm conhecimento pleno das iniciativas de investimento e fazem parte do processo decisório a respeito delas. Assim, as diversas legislações buscam criar as melhores condições para os empreendimentos, facilitando trâmites, agilizando procedimentos, simplificando processos e garantindo igualdade de p á g i n a 15

17 condições a todos os que demonstram interesse em participar deles. Isto acontece porque o pacto federativo é perfeitamente claro, com a definição precisa das atribuições, direitos e deveres dos municípios, das entidades regionais, dos estados e do governo federal. Também estão claramente definidos os limites de atuação do setor público, do setor privado e do terceiro setor. Estas definições foram produto da ação conjunta e continuada dos atores de todos estes setores, pautada pela busca do bem comum. Nos âmbitos local e regional os integrantes da rede participam efetivamente da elaboração e implementação de planos de desenvolvimento sustentáveis que contemplam as dimensões econômica, ambiental, social, política e cultural. No âmbito estadual, a participação dos integrantes da rede se dá na contribuição para a formulação de políticas de desenvolvimento integrado que aproveitem as capacidades e potenciais de cada município e/ou região para o benefício de todos. De outro lado, busca-se assegurar que essas políticas estabeleçam incentivos para investimentos que promovam a evolução equilibrada da qualidade de vida de toda a população. No âmbito nacional os integrantes da rede procuram contribuir para o aperfeiçoamento constante de leis, regulamentos, códigos, normas e procedimentos para que reflitam a realidade real e, ao mesmo tempo, os ideais mais amplos de evolução contínua do bem estar coletivo. No seu âmbito de atuação, os integrantes da rede trabalham em conjunto com os poderes públicos para assegurar ambiente de negócios equilibradamente competitivo e voltado para a inovação. Isto se dá por assegurar condições de financiamento de investimentos altamente estimulantes, isonomia contratual, técnica, fiscal e tributária, dentre outras, para todos os fornecedores, independentemente do seu porte, localização (no Brasil ou no exterior) e ramo de atividade. Os integrantes da rede também procuram contribuir com a evolução permanente dos órgãos de fomento do desenvolvimento, nacionais e internacionais. Além disso, procuram atuar junto a organismos internacionais (ONU, OIT, OMC, FAO, OMS, UNESCO, UNICEF, ISSO, FMI, BIS, BID, Banco Mundial) para que as melhores condições de intercâmbio justo e produtivo sejam asseguradas para todos os fornecedores. No âmbito do conhecimento, os integrantes da rede participam ativamente de sua criação e disseminação através não apenas de suas próprias pesquisas e descobertas na ação, como também pelo apoio a centros de estudos vinculados a universidades e empresas em todo o mundo. Todo o conhecimento gerado desta forma é amplamente compartilhado entre os integrantes, preservando-se apenas aqueles mais sensíveis que possam colocar em risco a competitividade de alguma organização em particular. Todas estas ações se dão por iniciativa de cada um dos integrantes da rede, que opera de forma auto-organizada, autodeterminada e pratica o autocontrole. O que mantém toda a rede conectada são os princípios de ação pactuados entre todos e aos quais todos os integrantes aderem inequivocamente. p á g i n a 16

18 Por agir desta forma, a rede é um exemplo de organização excepcionalmente bem sucedida que inspira a formação de similares em todo o mundo. Todos os envolvidos na operação da rede devem ter orientações claras sobre pontos a observar sistematicamente para fazer com que o todo, no dia a dia, funcione muito bem e faça a visão tornar-se realidade. Esse é o papel dos princípios, que têm coerência com os valores e contextualizam o conjunto todo na forma de orientações claras para todos os envolvidos (da alta administração, pessoas da média administração e pessoal da base de todas as organizações envolvidas). Portanto, os princípios apresentados adiante estão intimamente ligados à visão do funcionamento ideal da rede como um todo. Assim, visão, valores e princípios devem ser considerados em conjunto. Os princípios que deverão guiar a ação de toda a rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, a serem efetivamente internalizados e demonstrados nas ações do dia a dia por todos os funcionários / colaboradores de todas as organizações que, direta ou indiretamente, poderão contribuir para a melhoria da gestão e evolução da cadeia como um todo, constituem-se em: Consciência do propósito maior Cultura do servir Excelência em gestão Equilíbrio técnico-humano Qualidade das decisões Uso sadio do poder Competências humanas refinadas Consistência parte-todo Tempo e atenção de qualidade Excelência dos quadros Postura pró-soluções Conduta ética e auto-regulação Negociações ganha-ganha Abundância e generosidade Autodeterminação Auto-organização Estes princípios foram referendados na 2ª Oficina de Trabalho com a seguinte redação: Consciência do propósito maior Esteja o tempo todo consciente do objetivo último, a razão de ser da própria Rede e de como você pode, a partir do que faz, contribuir para a eficácia e evolução dessa Rede como um todo. Busque sempre o melhor para sua organização, para seus parceiros, para a Rede, para a Petrobras, para o país, para o planeta, plenamente consciente da crescente interdependência entre todos. Cultura do servir Esteja o tempo todo consciente da importância do estar a serviço de cada um e de todos como atitude essencial para a efetiva realização do propósito maior da Rede. Procure contribuir para o desenvolvimento p á g i n a 17

19 da cultura do servir em sua organização e na própria Rede através de seu exemplo em tudo que faz no dia a dia. Excelência em gestão Busque em seu dia a dia contínuo aperfeiçoamento da gestão em tudo que é feito na organização e na Rede, sempre tendo por referência o que existe de melhor no mundo (que, por sua vez, evolui a cada dia). Ouse tornar-se benchmark mundial criando continuamente formas inovadoras de gerar resultados em novos patamares de excelência em sua própria seara e na Rede como um todo, na premissa de que todos no país estarão igualmente alinhados nessa direção. Equilíbrio técnico-humano Atue em seu dia a dia buscando assegurar que a dimensão humana esteja sempre no centro de tudo que é feito em seu trabalho, em sua organização e na Rede como um todo. Esteja consciente que a própria excelência técnica, que deverá pautar tudo que é e será feito pelo conjunto das organizações a serviço dos objetivos últimos da Rede depende, direta ou indiretamente, da excelência do humano. Qualidade das decisões Traga sempre as verdades ao centro dos foros de decisão de sua organização e da Rede da forma mais clara possível e no timing adequado, para tornar possível que as decisões tomadas em todos os pontos da Rede sejam as melhores possíveis em relação ao seu propósito maior. Especial atenção deverá ser dada à transparência necessária nas questões mais complexas e sensíveis inclusive nas relativas a situações de conflito de interesses e práticas não-éticas no dia a dia tendo sempre como foco orientador o propósito/a busca do bem comum. Uso sadio do poder Utilize o poder inerente ao seu cargo e sua organização, e as competências políticas que possui, sempre a serviço do bem comum e não para auferir benefícios próprios que desotimizem a força de contribuição da Rede como um todo. Assuma, em seu dia a dia, responsabilidade integral pelas decisões que, de alguma forma, sempre estarão afetando a todos os públicos com os quais a Rede se relaciona. Competências humanas refinadas Invista de forma contínua no refinamento de suas atitudes e competências em diálogo, conexão humana e decisões em conjunto visando assegurar a melhor qualidade das relações entre as pessoas que compõem a Rede. A qualidade das relações será sempre determinante da qualidade dos resultados que a Rede estará gerando no curto, médio e longo prazos e a efetiva realização do propósito maior. Consistência parte-todo Contribua a partir do que faz em seu trabalho para assegurar coerência dentro de cada organização/ fornecedor da Rede. Assegure que as atitudes, valores e ações na base, no nível intermediário e na cúpula, estejam sempre em perfeito alinhamento e a serviço da eficácia da Rede como um todo. Uma vez que os p á g i n a 18

20 contatos entre organizações que participam da Rede podem acontecer em qualquer ponto da estrutura, esse alinhamento será crucial e deverá receber a atenção de todos. Tempo e atenção de qualidade Contribua o tempo todo para assegurar correto dimensionamento de todos os recursos relevantes à efetiva realização do propósito maior da Rede. Isso será fundamental para fazer com que tempo e atenção na dose apropriada sejam alocados a todos os processos humanos, políticos, técnicos, culturais, estratégicos, organizacionais, operacionais e assegurar os melhores resultados para a Rede como um todo. Excelência dos quadros Contribua, a partir do que faz, para o contínuo desenvolvimento dos profissionais de sua organização e de toda a Rede, visando assegurar quantidade e qualidade de pessoas muito bem preparadas para lidar com os desafios que a Rede terá à frente nos próximos anos. Assegure que inovações fora da caixa sejam criadas e implantadas o tempo todo e em todos os níveis para levar o desenvolvimento de pessoal para o patamar que os desafios irão demandar. Postura pró-soluções Assegure que você e todos na organização e na Rede estejam o tempo todos mais mobilizados na direção de soluções do que de diagnósticos e críticas. Coloque foco agudo na busca de soluções que contemplem o todo e não apenas resolvam parte desse todo, mais vinculados a seus interesses específicos ou aspectos pontuais, localizados, menores. Conduta ética e auto-regulação Atue o tempo todo a partir de um compromisso coletivo e individual com os mais elevados padrões de honestidade, justiça e conduta ética. Contribua para que todos, coletiva e individualmente, assumam total responsabilidade por suas ações. Esteja sempre em estado de auto-vigília e autogestão e aja de preferência de forma preventiva para impedir ações não éticas que ameacem a saúde de parte e do todo da Rede. Negociações ganha-ganha Atue sempre se esforçando para criar opções de acordo que beneficiam todas as partes envolvidas e em consonância com os mais elevados padrões éticos e o propósito maior da Rede. Desenvolva negociações e relacionamentos pautados pela viabilização de parcerias genuínas, capazes de gerar resultados que sejam benéficos para todas as partes, principalmente a sociedade e o todo maior, num autêntico processo ganhaganha-ganha. Abundância e generosidade Atue na premissa de que há mais negócios e mercado do que nossa organização e todo o conjunto da Rede conseguirá atender. Atue com generosidade no compartilhamento de conhecimentos, idéias, soluções inovadoras e novos referenciais. Seja solidário com todos diante de eventuais problemas e seja flexível para p á g i n a 19

Inovar para competir. Competir para crescer.

Inovar para competir. Competir para crescer. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 sumário Plano Brasil Maior...7 Dimensões do Plano...8 Dimensão Estruturante...11

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

VI FIPEN CONVÊNIO PETROBRAS SEBRAE

VI FIPEN CONVÊNIO PETROBRAS SEBRAE VI FIPEN CONVÊNIO PETROBRAS SEBRAE PETROBRAS - REGAP Contagem 19 de outubro de 2011 Iniciativas de Qualificação - PROMINP PROMINP O PROMINP (Programa de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e

Leia mais

Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho / 2014

Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho / 2014 Os Desafios do Pré-Sal: Riscos e Oportunidades para o País As Políticas Industrial e de Inovação no setor de Petróleo e Gás Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho

Leia mais

O potencial do Rio Grande do Sul na indústria de Petróleo, Gás, Naval e Offshore. Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore

O potencial do Rio Grande do Sul na indústria de Petróleo, Gás, Naval e Offshore. Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore O potencial do Rio Grande do Sul na indústria de Petróleo, Gás, Naval e Offshore Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás, Naval e Offshore Porto Alegre, 27 de julho de 2011 Panorama Brasileiro Novo

Leia mais

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Maurício Reis Santos AIB/DECAPEG Área de Insumos Básicos Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás DEMANDA POR PETRÓLEO: aumento

Leia mais

Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões. Diretor-Presidente do Sebrae Luiz Barretto

Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões. Diretor-Presidente do Sebrae Luiz Barretto 2012 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae TODOS OS DIREITOS RESERVADOS A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei n.º

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

Sistema Indústria. 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57 milhões de alunos capacitados

Sistema Indústria. 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57 milhões de alunos capacitados Sistema Indústria CNI 27 Federações de Indústrias 1.136 Sindicatos Associados 622.874 Indústrias SENAI SESI IEL 28 Áreas de atuação 730 Unidades de Operação 4 Milhões de matrícula/ano (2014), mais de 57

Leia mais

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores e Sustentabilidade. Augusto Riccio Coordenador de Organização Gestão &Governança

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores e Sustentabilidade. Augusto Riccio Coordenador de Organização Gestão &Governança Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores e Sustentabilidade Augusto Riccio Coordenador de Organização Gestão &Governança Destaques Petrobras --------------------------------------------------------------------------

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015

IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015 IV. Visão Geral do Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015 Quem disse que nada é impossível? Tem gente que faz isso todos os dias!. Alfred E. Newman O Mapa Estratégico da Indústria Capixaba 2008/2015

Leia mais

Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC

Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC Data: 18/04/2013 Horário: 14 às 17h30 Local: Sede do Sistema FIESC Objetivo do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC: Incrementar e Promover

Leia mais

A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais. Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras

A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais. Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras Visão e Missão da Petrobras Visão 2020 Ser uma das cinco maiores

Leia mais

APLs como Estratégia de Desenvolvimento: Inovação e conhecimento. CNI e o Projeto de APLs Petróleo e Gás

APLs como Estratégia de Desenvolvimento: Inovação e conhecimento. CNI e o Projeto de APLs Petróleo e Gás APLs como Estratégia de Desenvolvimento: Inovação e conhecimento CNI e o Projeto de APLs Petróleo e Gás Dezembro 2013 Tópicos Cenário P&G Rede de Núcleos de P&G - CNI e Federações Desenvolvimento de APLs

Leia mais

GOVERNANÇA E COOPERAÇÃO

GOVERNANÇA E COOPERAÇÃO Reunião Plenária do GTP-APL GOVERNANÇA E COOPERAÇÃO Brasília, 19 de agosto de 2010 SEBRAE Governança Envolve uma rede de diferentes agentes - governos, instituições financeiras, instituições de ensino

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX Março de 2009 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 Objetivos...4 1.2 Público alvo deste documento...4 2 GLOSSÁRIO...5 3 POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX...7 3.1 Em relação aos ambientes

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Sustentabilidade e Competitividade SUSTENTABILIDADE pode ser entendida como

Leia mais

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:

Leia mais

Agentes Governamentais. Indústria Nacional. Operadoras de P&G

Agentes Governamentais. Indústria Nacional. Operadoras de P&G Agentes Governamentais Indústria Nacional Operadoras de P&G Missão Promover a maximização dos benefícios decorrentes da expansão da indústria petrolífera para toda a sociedade brasileira Estimular novos

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs para o Setor de Petróleo, Gás E Naval

Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs para o Setor de Petróleo, Gás E Naval WORKSHOP INICIAL Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval Projeto Prominp IND P&G 75 Propostas de Política para Mobilização e Desenvolvimento de APLs

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Sistema de Cadastramento de Fornecedores ONIP

Sistema de Cadastramento de Fornecedores ONIP Sistema de Cadastramento de Fornecedores ONIP Apresentação para Oil & Gas Day FEIMEC - 03/05/2016 Agenda I. ONIP II. Cadastros ONIP existentes 2 Agenda I. ONIP II. Cadastros ONIP existentes 3 ONIP ONIP

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais 1 POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Versão para Discussão do GT Interministerial

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

As ações do Pacto serão delineadas de acordo com as seguintes prioridades:

As ações do Pacto serão delineadas de acordo com as seguintes prioridades: Finalidade A conservação da biodiversidade e de demais atributos da Mata Atlântica depende de um conjunto articulado de estratégias, incluindo a criação e a implantação de Unidades de Conservação, Mosaicos

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Ubirajara Sampaio de Campos Subsecretário de Petróleo e Gás Secretaria de Energia do Estado de São Paulo Santos Offshore 09 Abril 2014 Indústria

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I. Ministério da Ciência e Tecnologia

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I. Ministério da Ciência e Tecnologia PROGRAMA NACIONAL DE APOIO ÀS INCUBADORAS DE EMPRESAS E PARQUES TECNOLÓGICOS P N I 10/11/2008 Ministério da Ciência e Tecnologia Configuração da Política de Estado Gestão Compartilhada MCT/MDIC/MEC/MS/MAPA/MF/M

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa?

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? 1 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente SISTEMA SEBRAE DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2022 1 2 2012 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA Programas para consolidar e expandir a liderança PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA 1 Petróleo, Gás Natural e Petroquímica Estratégias: liderança mundial

Leia mais

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições I. Informações preliminares sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ( Rio+20 ) De 28 de maio

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2047 - Micro e Pequenas Empresas Número de Ações 10 Tipo: Operações Especiais 0473 - Honra de Aval decorrente de Garantia do Risco das Operações de Financiamento a Micro, Pequenas e Médias Empresas

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria e Consultoria Tributária para as empresas do Arranjo Produtivo Local. 1. OBJETIVO

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

ABDI A 2004 11.080) O

ABDI A 2004 11.080) O Atualizada em 28 de julho de 2010 Atualizado em 28 de julho de 2010 1 ABDI ABDI A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial foi instituída em dezembro de 2004 com a missão de promover a execução

Leia mais

PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS

PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS PAINEL V : DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA AMÉRICA LATINA ESTRUTURA PRODUTIVA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS Ricardo Romeiro Coordenador Geral de Arranjos Produtivos Locais Secretária

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e

Leia mais

Plano de Sustentabilidade da Unilever

Plano de Sustentabilidade da Unilever Unilever Plano de Sustentabilidade da Unilever Eixo temático Governança Principal objetivo da prática Para a Unilever, o crescimento sustentável e lucrativo requer os mais altos padrões de comportamento

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: Grupo Gestor. Organização Para Cópias

Status: Ativo. Natureza: Aberto. Revisado por: Grupo Gestor. Organização Para Cópias Referência: CPA-002-2006 Versão: 2.0 Status: Ativo Data: 24/maio/2006 Natureza: Aberto Número de páginas: 26 Origem: Revisado por: Aprovado por: GEOPI Grupo Gestor xxx Título: Orientações gerais aos Grupos

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP OUTUBRO, 2002 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP - APU INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

Entendemos Pernambuco.

Entendemos Pernambuco. Entendemos Pernambuco. SUMÁRIO A Empresa... 3 Produtos e Serviços... 4 Unidades Estratégicas... 7 Clientes... 8 Principais Trabalhos Realizados... 9 Equipe... 10 Outras Informações em Anexo... 11 Página

Leia mais

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro

Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Construindo o Brasil do Futuro Mario Sergio Salerno Diretor de Estudos Setoriais do IPEA 1 de julho de 2005 Uma nova trajetória de desenvolvimento

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje?

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje? Entrevista A diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Cândida Cervieri, foi entrevistada pelo Informativo RENAPI.

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL Departamento de Planejamento, Pesquisa e Desenvolvimento - DPD Diretoria de Engenharia 1 ÍNDICE 1 PÚBLICO ALVO... 3 2 FINALIDADE...3 3 FUNDAMENTOS...

Leia mais

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão 1. OBJETIVO DO FÓRUM O Fórum das Estatais pela Educação tem a coordenação geral do Ministro Chefe da Casa Civil, com a coordenação executiva

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL GOVERNANÇA CORPORATIVA 1. INTRODUÇÃO 1.1 A CAIXA A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

ANEXO I SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES EM ECONOMIA SOLIDÁRIA (SIES) TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES EM ECONOMIA SOLIDÁRIA (SIES) TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES EM ECONOMIA SOLIDÁRIA (SIES) TERMO DE REFERÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Economia Solidária tem entre

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS E RECICLADOS DISTRITO FEDERAL

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS E RECICLADOS DISTRITO FEDERAL ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS RECICLÁVEIS E RECICLADOS DISTRITO FEDERAL O arranjo produtivo dedicado aos resíduos sólidos é uma iniciativa inovadora de agentes produtivos locais como a Ascoles,

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

PROJETO IND P&G 6.1 PROMINP. Workshop Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores SP 25/outubro/2011

PROJETO IND P&G 6.1 PROMINP. Workshop Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores SP 25/outubro/2011 PROJETO IND P&G 6.1 PROMINP Workshop Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores SP 25/outubro/2011 AGENDA 1 O SETOR DE PETRÓLEO E GÁS 2 O CONVÊNIO PETROBRAS-SEBRAE 3 GESTÃO E RESULTADOS DOS PROJETOS CENÁRIO

Leia mais

Norma Permanente 4.1. GOVERNANÇA E GESTÃO 4.2. PRINCÍPIOS 4.3. INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO E INCENTIVADO

Norma Permanente 4.1. GOVERNANÇA E GESTÃO 4.2. PRINCÍPIOS 4.3. INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO E INCENTIVADO Resumo: Reafirma o comportamento socialmente responsável da Duratex. Índice 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 3.1. PARTE INTERESSADA 3.2. ENGAJAMENTO DE PARTES INTERESSADAS 3.3. IMPACTO 3.4. TEMAS

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

REDEPETRO RN. Grandes Compradores, pequenos fornecedores. M.Sc. Gutemberg Dias

REDEPETRO RN. Grandes Compradores, pequenos fornecedores. M.Sc. Gutemberg Dias REDEPETRO RN Grandes Compradores, pequenos fornecedores M.Sc. Gutemberg Dias MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NO BRASIL 5 milhões de empresas formais (99% das empresas formais) e 10 milhões de informais;

Leia mais

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde Inovação, Regulação e Certificação I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde São Paulo 11/04/2012 ABDI Criada pelo Governo Federal em 2004 Objetivo Objetivos Desenvolver ações

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados

A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados A Mobilização Empresarial pela Inovação: síntese dos trabalhos e principais resultados Pedro Wongtschowski São Paulo - 4/2/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL O presente documento tem por objetivo

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico

Leia mais

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL A Engenharia Consultiva Nacional e a Construção da Infraestrutura Um breve diagnóstico O setor de infraestrutura apresenta aspectos distintos

Leia mais

CARTA DE RIBEIRÃO PRETO

CARTA DE RIBEIRÃO PRETO CARTA DE RIBEIRÃO PRETO O Fórum de Inovação Tecnológica, Inclusão Social e Redes de Cooperação realizou-se no município de Ribeirão Preto nos dias 19 e 20 de Outubro de 2005. O Fórum pode ser considerado

Leia mais

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL 6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL O processo de implantação do Plano de Articulação Institucional (PAI) foi objeto de releitura, a partir da emissão do Ofício 02001.009795/2013-60 GABIN/PRESI/IBAMA,

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios 10 de Novembro de 2011 2º Congresso de Gestão do Ministério Público Informação confidencial e de propriedade da Macroplan Prospectiva

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais