A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

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1 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011

2 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em inovação MEI Avaliação: apesar de muitos avanços, o tema inovação estava restrito à academia e à gerência intermediária das empresas Era necessário mobilizar a alta direção das empresas para a agenda da inovação

3

4 Premissas 1. A agenda de inovação evoluiu, mas há muito o que fazer quanto ao foco e a efetividade da política de inovação 2. A inovação é essencialmente uma agenda empresarial. É uma contingência da competição nos mercados 3. A agenda de inovação oaçãoeque requer apoio das empresas e dos altos executivos para avançar mais rapidamente

5 1. Fazer da inovação tema 3. Contribuir i para a prioritário para a alta direção estruturação da Iniciativa das empresas; Nacional pela Inovação; 4. Reproduzir na agenda de 2. Estimular o protagonismo dos inovação o êxito de mobilização líderes empresariais na agenda privada no tema da qualidade de inovação; (PBQP); DESAFIOS 5. Aprimorar as políticas públicas de apoio à inovação, focando as nas necessidades do setor privado 5

6 Agenda de Trabalho da MEI 1. Atração de Centros de P&D 2. Internacionalização de empresas presença brasileira no exterior 3. Propriedade Intelectual culturae melhoria dainfraestrutura pública 4. Recursos humanos ênfase em engenharia, ciências duras e ensino técnico 5. Marco Legal de Inovação aprimorar os incentivos à inovação 6. Apoiar projetos estruturantes e P&D em grande escala 7. Projetos de P&D Pré Competitivo PéC dfiii definir instrumentos t de apoio 8. PMEs reduzir os diferenciais de produtividade entre grandes e PME 9. Inovar para o mundo articular inovação e comércio exterior 10. Programas Setoriais de Inovação políticas por setores e cadeias (PDP)

7 1. Atração de Centros de P&D Ter uma conduta ativa na atração de atividades de P&D de empresas transnacionais, prospectando oportunidades; Implantar a Sala de Inovação como fórum de políticas específicas de atração de centros de P&D para o país; Fortalecer o ambiente institucional, político, educacional, bem como melhorar as condições macroeconômicas, para tornar o Brasil um país atrativo para multinacionais investirem em P&D.

8 2. Internacionalização das Empresas Fomentar a internacionalização das empresas brasileiras, como mecanismo de melhoria de nossa inserção internacional; Apoiar a compra de ativos no exterior, como forma de abreviar a trajetória de criação de capacitaçãotecnológicatecnológica das empresas; Dar incentivos a investimentos em P&D no exterior que sejam complementares aos realizados pelas empresas brasileiras no país.

9 3. Propriedade d Intelectual l Aparelhar o INPI para poder reduzir o prazo de concessão de patentes e outros registros de propriedade intelectual; Modernizar o INPI de forma a operar com padrões de eficiência dos escritórios maisavançados avançados de propriedade intelectual do mundo; Fortalecer a cultura de propriedade intelectual, com ações voltadas especialmente para PME.

10 4. Recursos Humanos Dar grande ênfase ao ensino superior em engenharia e ciênciasduras, com programas emergenciais e de grande escala para a graduação; Ampliar significativamente o ensino técnico e tecnológico no país; Inserir conteúdo e práticas de empreendedorismo e inovação, do ensino fundamental à pós graduação; Facilitar a mobilidade de recursos humanos qualificados, com a atração de pessoal qualificado e o envio de jovens ao exterior.

11 5. Marco Legal para Inovação Reduzir a insegurança nos incentivos da Lei do Bem: (Instrução normativa da SRF que esclareça procedimentos) e ampliar o escopo das empresas potencialmente elegíveis (lucro real para presumido); Aprimorar a subvenção: adequar contrapartidas, admitir despesas de capital; operar o FUNTEC no apoio às empresas; rever as prioridades; Otimizar e ampliar programas estruturantes e contínuos; Linhas de fomento para projetos pré industriais e plantas piloto; Marcos regulatórios setoriais que incentivem a inovação e rever regulamentações que colocam obstáculos à inovação

12 6. Projetos Estruturantes e P&D em grande escala Consolidar a interpretação de que o apoio a grandes projetos é essencial para o desenvolvimento tecnológico da indústria; Tornar o fomento a grande projetos elegível para os Fundos de P&D e evitar engenharias financeiras complexas no fomento a estes projetos; Aportar recursos adequados para projetos estratégicos de grande porte e em áreas estratégicas da PDP.

13 7. P&D Pré-Competitivo i Consolidar o entendimento de que o P&D pré competitivo é essencial para o desenvolvimento tecnológico da indústria; Incluir o P&D pré competitivo como elegível para os fundos públicos e aplicar esse modelo para áreas estratégicas da PDP II, com ênfase na indústria de processo; Estudar modelos institucionais de cooperação entre setor público e Estudar modelos institucionais de cooperação entre setor público e privado para P&D pré competitivo (consórcios, OS, etc.);

14 8. Inovação para PMEs Dar prioridade à redução dos diferenciais de produtividade que existem entre PMEs e grandes empresas no Brasil; Fomentar a melhoria da gestão da inovação, a difusão de tecnologia e os serviços técnicos e tecnológicos voltados às PMEs; Apoiar arranjos produtivos locais e cadeias de fornecedores, como forma de atuar em larga escala na melhoria da inovação nas PMEs.

15 9. Programas Setoriais de Inovação Incorporar uma forte agenda setorial na política de inovação, com metas e objetivos estratégicos para cada segmento da indústria; Definir ações setoriais específicas para cada segmento e atuar sobre os aspectos sistêmicos de competitividade da economia brasileira; Aumentar a competitividade da indústria e conquistar posições no mundo com base na inovação e no desenvolvimento tecnológico. Duas frentes: ações de inovação incremental, difusão de tecnologia ouresolução de gargalos, que buscam competitividade no curto prazo; ações estratégias de longo prazo para uma melhor inserção ações estratégias de longo prazo para uma melhor inserção internacional, organizadas a partir de grandes projetos e encomendas feitas à empresas lideres e sua cadeia de fornecedores.

16 10. Articular políticas de CT&I e comércio exterior Atuar decisivamente na superação da valorização cambial, com um regime macroeconômico compatível com as ambições de desenvolvimento do país; Criar externalidades benignas para o setor exportador voltadas para a melhoria da qualidade e o enfrentamento de barreiras técnicas; Fazer opções setoriais e/ou privilegiar segmentos e empresas intensivas em tecnologia, combinando instrumentos horizontais de política com ações setoriais estratégicas que identifiquem oportunidades relevantes para o Brasil no mercado mundial; Superar a completa desarticulação que existe entre a política tecnológica e a política de comércio exterior, inclusive com uma revisão das responsabilidades das agências governamentais e com uma atualização do desenho institucional que dá suporte a estas políticas.

17 Conclusão Parece claro que é hora de darmos um passo importante no aprimoramento da pauta de inovação da PDP II,, debatendo o porque da baixa eficácia das políticas; Esta nova agenda precisa ser uma agenda focada no aumento da competitividade das empresas e em metas de conteúdos crescente de valor agregado e deve ter uma forte ênfase no comércio internacional; Essa agenda pressupõe um forte protagonismo privado, com compromissos efetivos e metas a serem acordadas, tanto em termos macro como setoriais; Essa agenda exige urgência, pois o mundo se transforma em grande velocidade e o papel que pode ser desempenhado pelo Brasil depende fundamentalmente de nosso empenho em superar os desafios e nos inserirmos de vez na economia global.

18 I N O V A Ç Ã O I N O V A Ç Ã O

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